Show simple item record

dc.contributor.authorDias, Carolina Náglio Kalil
dc.date.accessioned2016-06-02T20:19:07Z
dc.date.available2008-04-22
dc.date.available2016-06-02T20:19:07Z
dc.date.issued2008-02-28
dc.identifier.citationDIAS, Carolina Náglio Kalil. Avaliação da recuperação da cartilagem articular do tornozelo de ratos após aplicação de um protocolo de alongamento cíclico da musculatura posterior da perna após imobilização. 2008. 50 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2008.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/5219
dc.description.abstractObjective: To evaluate the recovery of ankle articular cartilage of rats after applying unilateral cyclic passive muscle stretching protocol in previously hindlimb immobilization. Methods: fourty Wistar rats were divided in seven groups: C- control; I- immobilized ; RI- seven weeks recovery after immobilization; S- Stretched; RS- seven weeks recovery after stretch; IS- immobilized and stretched; ISR- immobilized-stretched and seven weeks recovery. The left ankle joint from the groups I, RI, IS and ISR were immobilized for 4 week. In the muscle stretching protocol the left ankle joint was mantained manually full dorsal flexed, 10 times for 60s with a 30s rest between each stretch, seven days a week for three weeks, to stretch the ankle plantar flexors muscle of groups IS, S, ISR and SR. The right ankle joint were free to move. After this intervention period, the rats of RI, RS, ISR groups was free to move for recovery during seven weeks. At the end of experiment, the animals were sacrified and the ankles were removed, decalcified and processed in paraffin, and stainded with Hematoxilin-Eosin. Two blinded observers evaluated morphologic changes by Mankin score. A morphometric study was carried out using a hand count of chondrocytes cells and cartilage thickness measuraments. Results: No changes in all thickness was found. The C group had the calcified cartilage bigger than the other groups. The IS group had in your treated limb more cells and clonings than the IR group, and in the non-treated more cell and clonings than the C, RI and SR groups. Conclusions: The muscle stretching after immobilization increases the number of chondrocytes and the presence of cloning, and when free movement is allowed during the recovery period from immobilization, the chondrocyte characteristics tend to return to those present before immobilization, suggesting better cellular recoveryeng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Embargadopor
dc.subjectCartilagem articularpor
dc.subjectImobilizaçãopor
dc.subjectExercícios de alongamentopor
dc.subjectRecuperação de função fisiológicapor
dc.titleAvaliação da recuperação da cartilagem articular do tornozelo de ratos após aplicação de um protocolo de alongamento cíclico da musculatura posterior da perna após imobilizaçãopor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Rosa, Stela Márcia Mattiello Gonçalves
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1406279816228350por
dc.description.resumoObjetivo: Avaliar a recuperação da cartilagem da articulação talocrural de ratos quando submetidos à um protocolo de alongamento muscular cíclico pós-imobilização. Material e Métodos: 40 ratos adultos foram divididos em 7 grupos: I - imobilizado (n=6), IR - imobilizado e 7 semanas de recuperação (n=6), IA - imobilizado e alongado (n=6), IAR - imobilizado-alongado e 7 semanas de recuperação (n=6), A - alongado (n=6), AR - alongado e 7 semanas de recuperação (n=6) e C - controle (n=5). Para realizar a imobilização os animais foram anestesiados com injeção intra peritoneal de Ketamina (95 mg/kg) e Xylazina (12 mg/kg). O modelo de imobilização utilizado foi o de Coutinho et al (2002), e a imobilização foi mantida por quatro semanas consecutivas. Após esse período a imobilização foi retirada e os animais foram submetidos ao protocolo de alongamento da musculatura posterior da pata traseira esquerda, onde a articulação talocrural esquerda foi mantida em flexão dorsal máxima, manualmente, por 60s intercalados com 30s de relaxamento com dez repetições, por sete dias na semana, durante três semanas. As articulações foram descalcificadas e processadas em parafina e coradas por Hematoxilina e Eosina. Foram avaliadas as alterações morfológicas segundo Mankin et al (1971) e realizada morfometria (espessura da cartilagem e contagem de células). Resultados: Não houve alteração de espessura total da cartilagem articular entre os grupos na pata tratada e na não tratada. O grupo controle apresentou a espessura da cartilagem calcificada significantemente maior que todos os outros grupos. O grupo IA mostrou uma quantidade de células e presença de clones na pata tratada significativamente maior em relação ao grupo IR, e na pata não tratada foi maior que os grupos C, IR e AR Conclusão: As células da cartilagem articular aumentam em número e presença de clones frente ao estímulo de alongamento após a imobilização, e quando a recuperação do período de imobilização é feita em livre movimentação, estas tendem a retornar ás condições prévias a imobilização, sugerindo uma melhor recuperação celularpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFtpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5146687793392138por


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record