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dc.creatorCarvalho Junior, Luiz Carlos Soares de
dc.date.accessioned2018-08-16T20:02:50Z
dc.date.available2018-08-16T20:02:50Z
dc.date.issued2018-08-15
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10376
dc.description.abstractThe chronic obstructive pulmonary disease (COPD), a very prevalent in clinical practice, presents complex pathophysiology because in addition to pulmonary alterations, it affects multiple organs and systems. In this way, understanding the impact of the disease on the health of the individual is a challenging task for clinical management. cardiopulmonary exercise test (CPET) is highlighted in this scenario, since it is the gold standard method to evaluate cardiorespiratory fitness (CRF), expressed by oxygen uptake at the peak of exercise (V̇O2peak), an important prognostic marker in COPD. In addition, CPET provides cardiovascular, pulmonary, and muscular responses to maximal dynamic exercise for better understanding the magnitude of the damages caused by COPD. Such alterations may be even more evident when besides the COPD there is the obstructive sleep apnea syndrome (OSAS) coexisting in the individual, characterizing the so-called overlap syndrome. OSAS also presents high prevalence and association with exercise intolerance as well as COPD. However, despite the clinical evidence of its relevance, the CPET is still underutilized, possibly due to the high costs involved and the complexity to interpret a large number of variables obtained from the evaluation report. In this sense, two studies are presented in this thesis and they were developed for the following purposes: 1) to understand the correlation of CRF with variables evaluated by low-cost and routine clinical methods and, from these, to estimate the V̇O2peak in individuals with COPD; 2) to evaluate the impact of the overlap syndrome on the cardiovascular, pulmonary, and muscular systems during the maximal dynamic exercise of COPD individuals. In the first study, titled “CAT and FEV1: Can they predict maximal oxygen uptake in COPD?”, twenty-seven individuals with COPD performed a clinical evaluation (anamnesis, anthropometric data collection, COPD Assessment Test - CAT, and spirometry) and the CPET. In the first study, titled “CAT and FEV1: Can they predict maximal oxygen uptake in COPD?”, Twenty-seven assistants with COPD underwent COPD-CAT evaluation, spirometry) and in the second performed CPET. The results showed that V̇O2peak correlated directly with forced expiratory volume in the first second (FEV1) and inversely with the CAT questionnaire score. Moreover, these easy and wide used variables in clinical practice can be applied - individually or associated - in mathematical models to estimate the V̇O2peak. In the second study, titled "Overlap Syndrome: OSAS coexistence further compromises cardiorespiratory fitness in COPD", thirty-one individuals with COPD performed clinical and spirometry evaluations. Subsequently, the volunteers received a home visit for sleep evaluation and, according to data obtained, they were divided into COPD group or overlap syndrome group (COPD in coexistence with OSAS). In another visit to the laboratory, the volunteers performed the CPET. In order to better understand the effect of overlap syndrome, we subdivided the individuals into four groups, according to the severity of COPD and the coexistence of OSAS (COPD I / II, overlap I / II, COPD III / IV, overlap III / IV). We conclude that the coexistence of OSAS in the individual with COPD elicited increased hemodynamic and ventilatory responses to maximal aerobic exercise in comparison to COPD isolated. In addition, individuals with severe and very severe COPD present greater losses in CRF and circulatory power in the OSAS coexistence than those ones with lower severity of the disease and no overlap syndrome.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectDoença Pulmonar Obstrutiva Crônicapor
dc.subjectSíndrome da Apneia Obstrutiva do Sonopor
dc.subjectSintomaspor
dc.subjectEspirometriapor
dc.subjectConsumo de Oxigêniopor
dc.subjectAptidão cardiorrespiratóriapor
dc.subjectChronic Obstructive Pulmonary Diseaseeng
dc.subjectObstructive Sleep Apnea Syndromeeng
dc.subjectSymptomseng
dc.subjectSpirometryeng
dc.subjectOxygen uptakeeng
dc.subjectCardiorespiratory fitnesseng
dc.titlePredição do consumo de oxigênio na doença pulmonar obstrutiva crônica e o impacto da síndrome overlap na capacidade máxima de exercíciopor
dc.title.alternativePrediction of oxygen uptake in chronic obstructive pulmonary disease and the impact of overlap syndrome in the exercise capacityeng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Silva, Audrey Borghi
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4855616925791895por
dc.contributor.advisor-co1Trimer, Renata
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3102516235444475por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7342560022121661por
dc.description.resumoA doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é muito prevalente na prática clínica, que cursa com fisiopatologia complexa, pois além de alterações pulmonares, acomete múltiplos órgãos e sistemas. Dessa forma, compreender o impacto que a doença acarreta à saúde do individuo é desafiador para o manejo clínico. O teste de exercício cardiopulmonar (TECP) tem destaque nesse sentido, por ser padrão ouro na avaliação da aptidão cardiorrespiratória (ACR), expresso pelo consumo de oxigênio no pico do exercício (V̇O2pico), um importante marcador prognóstico na DPOC. Ademais, o TECP permite avaliar as respostas dos sistemas cardiovascular, pulmonar e muscular frente ao exercício dinâmico máximo, possibilitando assim a compreensão da magnitude dos prejuízos da DPOC. Tais alterações podem ser ainda mais evidentes na chamada síndrome overlap, onde duas condições coexistem como a DPOC e a síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) que, assim como a primeira, é uma doença de alta prevalência que cursa com intolerância ao exercício. Entretanto, apesar das evidências e da importância clínica, o TECP ainda é subutilizado, possivelmente por seu alto custo e complexidade das muitas variáveis obtidas no relatório da avaliação. Nesse sentido, nesta tese são apresentados dois estudos que foram desenvolvidos com o intuito de: 1) analisar se a ACR correlaciona-se com variáveis avaliadas por métodos de baixo custo e do cotidiano clínico e, por meio destes, estimar o V̇O2pico em indivíduos com DPOC; 2) avaliar o impacto que a coexistência da SAOS causa nos sistemas cardiovascular, pulmonar e muscular frente ao exercício dinâmico máximo do DPOC. No primeiro estudo, intitulado “CAT e VEF1: eles podem predizer o consumo máximo de oxigênio na DPOC?”, vinte e sete voluntários com DPOC realizaram duas visitas ao laboratório, na primeira passaram por uma avaliação clínica (dados pessoais e antropométricos, teste avaliação da DPOC-CAT e espirometria) e na segunda realizaram o TECP. Os resultados mostraram que o V̇O2pico teve correlação diretamente proporcional com o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) e inversamente proporcional à pontuação do questionário CAT. Além disso, essas variáveis de fácil e amplo uso na prática clínica podem ser utilizadas individualmente ou associadas em modelos que permitem estimar o V̇O2pico. O segundo estudo, com título “Síndrome Overlap: a coexistência de SAOS compromete ainda mais a aptidão cardiorrespiratória na DPOC”, teve a participação de trinta e um voluntários com DPOC, os quais realizaram duas visitas ao laboratório e receberam uma visita domiciliar. Na primeira foram realizadas avaliações clínicas e espirométricas. Posteriormente, os voluntários receberam uma visita domiciliar para avaliação do sono e, de acordo com os dados obtidos, foram divididos em grupo DPOC e grupo síndrome overlap (DPOC com coexistência de SAOS). Na segunda visita ao laboratório os voluntários realizaram o TECP. Para melhor compreensão do efeito da síndrome overlap, realizamos uma subdivisão em quatro grupos, de acordo com a gravidade da DPOC e a coexistência de SAOS (DPOC I/II, overlap I/II, DPOC III/IV, overlap III/IV). Com bases nos resultados encontrados, concluímos que a coexistência da SAOS na DPOC acarreta respostas hemodinâmicas e ventilatórias aumentadas frente ao exercício dinâmico máximo. Além disso, indivíduos com DPOC grave e muito grave apresentam maiores prejuízos na aptidão cardiorrespiratória e na potência circulatória quando possuem a coexistência da SAOS.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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