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dc.creatorLorente, Raquel Duaibs Aguiar
dc.date.accessioned2016-06-02T20:39:12Z
dc.date.available2010-04-14
dc.date.available2016-06-02T20:39:12Z
dc.date.issued2009-08-20
dc.identifier.citationLORENTE, Raquel Duaibs Aguiar. Movimento sindical e fábricas cooperativas : experiências no ABC paulista. 2009. 158 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2009.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/6713
dc.description.abstractThis thesis analyzes the incorporation, beginning in the 1990s, of industrial cooperatives by the Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (ABC Metalworkers Union) as a strategy for combating unemployment. The union has gone on to support the cooperatives, and is focusing on companies in crisis and bankruptcy. Once these cooperatives are established, labor is no longer salaried, and once they have become members of a cooperative, workers find themselves in an ambiguous category somewhere between workers and owners. By supporting the cooperative workers, the union develops the attitude that it no is no longer limited to representing salaried workers, broadening its sphere of activity. In order to understand the uncertainties and contradictions of the worker cooperatives and union action, two experiences were analyzed: firstly, metalworkers from a company that s going bankruptcy, which has been negotiating for the payment of their salaries and labor rights in court; in this case the proposed metalworkers cooperative was never realized. Secondly, a cooperative already established that has been functioning for more than five years. The undertaking began with the help of the union after the business went into bankruptcy. With the legal and administrative help of the union, the workers were able to organize in order to revive the business through a regime of self-management. In both cases the option of the workers and the unions forming of a cooperative is discussed, outlining the particularities and paradoxes presented by this option.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectSindicatos e sindicalismopor
dc.subjectCooperativaspor
dc.subjectTrabalhadorespor
dc.subjectABC Paulistapor
dc.subjectUnionseng
dc.subjectCooperativeseng
dc.subjectWorkerseng
dc.titleMovimento sindical e fábricas cooperativas : experiências no ABC paulistapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Lima, Jacob Carlos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9244132532446607por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2245757389319678por
dc.description.resumoEsta dissertação tem por objetivo principal analisar a incorporação de cooperativas de produção industrial pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a partir da década de 1990, como forma de atenuação do desemprego. O sindicato passou a apoiar o cooperativismo, focando-se em empresas em crise e em estado falimentar. Ao aderirem às cooperativas, os trabalhadores deixam a condição de assalariados e passam a ser cooperados, situação dúbia entre a condição operária e a de proprietários. Ao apoiar os cooperados, o sindicato avançou no sentido de não mais se limitar a representar apenas àqueles que eram assalariados, ampliando sua área de atuação. Para entender as dubiedades e contradições da condição dos cooperados e da atuação sindical, foram analisadas duas experiências: a primeira, de funcionários de uma metalúrgica em estado falimentar que estão há mais de dois anos negociando judicialmente o pagamento de seus salários e direitos trabalhistas. Neste caso, a proposta de cooperativa feita pelo sindicato não se efetivou. A segunda, uma cooperativa já estabelecida e que funciona há mais de cinco anos. O empreendimento surgiu com o apoio do sindicato após a empresa ter entrado em processo de falência. Com o auxílio jurídico e administrativo do sindicato, os trabalhadores conseguiram se organizar para reerguer a empresa sob o regime de autogestão. Em ambas discute-se a opção de formação da cooperativa pelos trabalhadores e pelos sindicatos, destacando-se os paradoxos e especificidades presentes nessa opção.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Sociologiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApor


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