Show simple item record

dc.creatorBarros, Fernanda Cabegi de
dc.date.accessioned2016-09-27T20:01:18Z
dc.date.available2016-09-27T20:01:18Z
dc.date.issued2016-02-25
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7542
dc.description.abstractBackground: Office work is associated with prolonged awkward postures, overloading body structures when associated with improper ergonomic conditions, and may be associated with musculoskeletal disorders. Effective ergonomic interventions for reducing biomechanical exposure are not documented. Therefore it is necessary to identify effective preventive measures, using objective measurements of occupational exposure, for controlling and preventing these disorders. Objective: This study aimed to evaluate the effectiveness of an ergonomic intervention by a cluster randomized and controlled design using objective measures to evaluate head, cervical spine, thoracic spine and shoulders postures during work, perceived discomfort and musculoskeletal pain, among office workers. Methods: Sixty one administrative employees were evaluated at a university sector where 95 employees work. The allocation of subjects to the groups was performed by cluster randomization. The clusters was the rooms in which the subjects work. Thus, two groups (experimental group [EG; n = 31] and control group [CG; n = 30]) were compared before (T1) and 30 minutes (T2) after the application of the intervention. Assessment of perceived discomfort, musculoskeletal pain and postures of the head, cervical spine, thoracic spine and shoulders, and in addition, photos were taken for both groups at T1 and T2 was held. The EG received a workstation ergonomic intervention since the CG took a 15-minute break, but received no intervention in the workplace. Kolmogorov-Smirnov test were used to test the data distribution and Levene test for homogeneity of variances between groups. Then, a linear mixed model analysis was performed to compare groups at the two assessments. Mann Whitney test was applied to compare the groups for discomfort, pain and the final score of the ROSA. The data were analyzed using SPSS (version 22.0) and the significance level was set at 5%. The photos were analyzed descriptively and were also punctuated using the ROSA tool. Results: A significant interaction between group and time was found only for shoulders. The EG presented an arm lowering regarding the elevation on T2, on P90 it lowered 8,81º and 8.46, on right and left shoulders, respectively, since the CG had similar values in T1 and T2, with the P90 raising 0,88º and 1,97º on the right and left shoulders. For the upper back was found a significant difference in relation to time, showing a reduction on flexion in both groups at T2. The head and neck postures were similar between the time in both groups. On T2, the EG showed a significant reduction on perceived discomfort (2.2 mm), and pain on neck (0.07 points), shoulders (0.16 points) and upper back (0.32 points) regions; and for CG there was an increase of the same variables (0.72, 1.73, 0.82 mm and 1.06 points, respectively). Conclusion: The furniture adjustment was important to reduce the exposure of shoulders and perceived discomfort and pain referred to neck, shoulders and upper back areas. The pause was beneficial to improve superior trunk posture, probably due to postural changes. These results highlight the importance of using objective measures to evaluate the effectiveness of ergonomics interventions.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectPrevençãopor
dc.subjectErgonomiapor
dc.subjectInclinometriapor
dc.subjectMedidas subjetivaspor
dc.subjectFisioterapiapor
dc.subjectPreventioneng
dc.subjectErgonomicseng
dc.subjectInclinometryeng
dc.subjectSubjective measureseng
dc.subjectPhysiotherapyeng
dc.titleEfetividade de uma intervenção ergonômica na postura, dor e desconforto de trabalhadores de escritório : ensaio randomizado por cluster e controladopor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Sato, Tatiana de Oliveira
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3456494998257229por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9467978658892084por
dc.description.resumoContextualização: O trabalho de escritório implica ao trabalhador tempo prolongado na postura sentada, gerando sobrecarga quando associado a condições ergonômicas inadequadas, podendo causar distúrbios musculoesqueléticos. Intervenções ergonômicas efetivas para redução da exposição biomecânica ainda não estão documentadas. Portanto é necessário identificar medidas preventivas efetivas, utilizando medidas objetivas da exposição no trabalho, para prevenção e controle destes distúrbios. Objetivo: Este estudo teve por objetivo avaliar a efetividade de uma intervenção ergonômica randomizada por cluster e controlada utilizando medidas objetivas de avaliação das posturas da cabeça, coluna cervical, coluna torácica e ombros durante o trabalho, desconforto percebido e dor musculoesquelética em trabalhadores de escritório. Método: Foram avaliados 61 trabalhadores administrativos de uma universidade, em uma secretaria na qual trabalham 95 funcionários. A alocação dos sujeitos aos grupos foi realizada de forma aleatorizada por cluster. A unidade de agrupamento (cluster) foram as salas nas quais os sujeitos trabalhavam. Desta forma, dois grupos (grupo experimental [GE; n=31] e grupo controle [GC; n=30]) foram comparados antes (T1) e 30 minutos após (T2) a aplicação da intervenção. Foi realizada avaliação do desconforto percebido, dor musculoesquelética e posturas da cabeça, coluna cervical, coluna torácica e ombros, além da realização de fotos de ambos os grupos em T1 e T2 para aplicação do instrumento Rapid Office Strain Assessement (ROSA). O GE recebeu uma intervenção ergonômica nos postos de trabalho, já o GC realizou uma pausa de 15 minutos, mas não recebeu nenhuma intervenção no posto de trabalho. O modelo linear misto foi utilizado para comparar os grupos e os tempos. Para testar a diferença entre os grupos em relação à dor, desconforto e pontuação final do ROSA foi aplicado o teste Mann Whitney. Os dados foram analisados utilizando o programa SPSS (versão 22.0) e o nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Foi encontrada interação significativa entre grupo e tempo apenas para a postura dos ombros. O GE apresentou redução na elevação dos ombros, sendo que no percentil 90 o ombro direito e esquerdo reduziram 8,8º e 8,5o, respectivamente, já o GC apresentou valores semelhantes em T1 e T2, com um aumento de 0,9º e 2º para os ombros direito e esquerdo no percentil 90. Para o tronco superior, houve diferença significativa em relação ao tempo, com redução da flexão de tronco superior em ambos os grupos. As posturas de cabeça e cervical foram semelhantes entre os tempos em ambos os grupos. O GE apresentou redução significativa do desconforto percebido (22 mm) e da dor no pescoço (0,07 pontos), ombros (0,16 pontos) e parte superior das costas (0,32 pontos); já para o GC houve um aumento das mesmas variáveis (0,72 mm; 1,73; 0,82 e 1,06 pontos, respectivamente). Conclusão: A intervenção ergonômica reduziu a exposição dos ombros, o desconforto percebido e a dor no pescoço, ombros e parte superior das costas. A pausa foi benéfica para melhorar a postura de tronco superior, provavelmente devido à variação postural. Estes resultados destacam também a importância e necessidade do uso de medidas objetivas para avaliar a eficácia das intervenções ergonômicas.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record