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dc.contributor.authorRibeiro, João Paulo
dc.date.accessioned2018-05-10T14:01:42Z
dc.date.available2018-05-10T14:01:42Z
dc.date.issued2018-03-01
dc.identifier.citationRIBEIRO, João Paulo. Tikanga rikue: as íntimas ligações na tradução de Vidas Secas para língua indígena. 2018. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/9950.*
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/9950
dc.description.abstractThe objective of this work is to present a stage of experience in the translation of Vidas secas (RAMOS, [1938] 2015) to the Nheengatu, indigenous language spoken by the Baré, Baniwa and Werekena ethnicities in the Upper Rio Negro. On the interest of translation appeared visions. We name it by prophetic of translation to this experience with worlds. For this translator, the geography of thought will represent a technique of shifts on the meeting places of the worlds in the power of intimate-connections active. It is for a new place that we believe has passed by adopting relations between shamanism and translation.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectTradução em línguas indígenaspor
dc.subjectProfética da traduçãopor
dc.subjectXamanismopor
dc.subjectTraduçãopor
dc.subjectTranslation in indigenous languageseng
dc.subjectProphetic of translationeng
dc.subjectShamanismeng
dc.subjectTranslationeng
dc.titleTikanga rikue: as íntimas ligações na tradução de Vidas Secas para língua indígenapor
dc.title.alternativeTikanga rikue: the Intimate-connections in the translation of Vidas Secas for indigenous languageeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Martins, Maria Sílvia Cintra
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9241992645160356por
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho é apresentar uma etapa de experiência na tradução de Vidas secas (RAMOS, [1938] 2015) para o nheengatu, língua indígena falada pelas etnias Baré, Baniwa e Werekena no Alto Rio Negro. No interesse da tradução apareceram visões. A esta experiência com os mundos, nomeamos por profética da tradução. Para este tradutor, a geografia do pensamento representará uma técnica de deslocamento para os lugares de encontro dos mundos em força das íntimas ligações atuantes. É por um lugar novo que cremos ter passado ao adotar relações entre xamanismo e tradução.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguística - PPGLpor
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::FISIOLOGIA DA LINGUAGEMpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5296702446756168por


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