UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA LINGUAGEM HUMANA E TECNOLOGIA Descrição, classificação e processamento automático das construções com o verbo dar em Português Brasileiro Amanda Pontes Rassi São Carlos 2015 Amanda Pontes Rassi Descrição, classificação e processamento automático das construções com o verbo dar em Português Brasileiro Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Linguística da Univer- sidade Federal de São Carlos, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Dou- tor em Linguística. Orientador: Prof. Dr. Oto Araújo Vale Coorientador: Prof. Dr. Jorge Baptista São Carlos 2015 Ficha catalográfica elaborada pelo DePT da Biblioteca Comunitária UFSCar Processamento Técnico com os dados fornecidos pelo(a) autor(a) R228d Rassi, Amanda Pontes Descrição, classificação e processamento automático das construções com o verbo dar em Português Brasileiro / Amanda Pontes Rassi. -- São Carlos : UFSCar, 2016. 325 p. Tese (Doutorado) -- Universidade Federal de São Carlos, 2015. 1. Verbo dar. 2. Construção com verbo-suporte. 3. Nome predicativo. 4. Léxico-Gramática. I. Título. Agradecimentos Os agradecimentos principais são direcionados ao professor Dr. Oto Vale, pela orientação acadêmica e pela confiança em mim depositada durante longos anos de con- vivência; ao professor Dr. Jorge Baptista, pela orientação acadêmica durante o estágio no Doutorado Sanduíche (e até hoje); ao Prof. Dr. Nuno Mamede, pelo auxílio na re- solução de dúvidas e problemas computacionais; à colega Magali Sanches Duran, pela troca de experiências, conhecimentos e por todas as dicussões sobre os dados da língua; às colegas Cláudia Dias de Barros e Cristina Santos-Turati, pelas contribuições de seus trabalhos, pela tarefa de anotação do corpus, pela disponibilização de seus dados e pelas intermináveis discussões sobre o tema. Agradecimentos especiais são direcionados ao Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL/CECH/UFSCar), na pessoa da Profa. Dra. Ariani di Felippo; à Fa- culdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve (UALg), pela recepção e acompanhamento durante o estágio do Doutorado Sanduíche no Exterior; ao Núcleo In- terinstitucional de Linguística Computacional (NILC/ICMC/USP), na pessoa do Prof. Dr. Thiago Salgueiro Pardo, bem como a todos os colegas do NILC, pela amizade e ajuda profissional; especialmente, ao Fernando Antônio Asevedo Nóbrega e ao Leandro Borges dos Santos, pelas tutorias sobre o Latex; e às colegas do grupo LeGOS (Léxico-Gramática, Opinião e Sentimento), da UFSCar, pelas contribuições a este trabalho. Destino também meus agradecimentos aos professores Doutores Éric Laporte, Ma- ria Helena Moura Neves, Renato Miguel Basso e Gladis Barcelos de Almeida, pelo aceite em participar da banca de defesa e agradeço antecipadamente pelas contribuições que certamente farão ao desenvolvimento desta pesquisa. Agradeço também à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal - CAPES, pelo apoio financeiro concedido durante todo o período do Doutorado e, especialmente, durante o período do estágio no exterior, sob processo BEX 12751/13-8; e à Pró-Reitoria de Pós- Graduação (ProPG/UFSCar), na pessoa do Prof. Dr. Guillermo Antonio Lobos Villagra, pelo auxílio financeiro concedido para participação e apresentação de trabalho no exterior. “Se não faz sentido, discorde comigo. Não é nada demais” (Capital Inicial). Resumo Esta tese parte da observação das construções com o verbo dar em corpus em Por- tuguês Brasileiro e propõe uma análise e classificação dessas construções, de forma sistemática e consistente, com base na Gramática Transformacional de operado- res (HARRIS, 1964; HARRIS, 1978) e no modelo teórico-metodológico do Léxico- Gramática (GROSS, 1975; GROSS, 1981). Ambas as teorias adotam critérios for- mais/estruturais e procedimentos experimentais reprodutíveis para a identificação das frases de base e que adotamos para a classificação das construções com o verbo dar. A classificação dessas construções foi baseada em suas estruturas e proprie- dades sintáticas, tendo sido identificadas quatro categorias ou tipos de construções fundamentais em que esse verbo ocorre: (i) verbo pleno (distribucional), de onde se identificam 8 sentidos diferentes; (ii) verbo-operador causativo; (iii) o verbo consti- tuinte de uma frase fixa, seja em expressões cristalizadas seja em provérbios; e (iv) verbo-suporte, um tipo particular de auxiliar que é selecionado por um nome predi- cativo. A primeira parte da tese analisa os três primeiros tipos sintático-semânticos do verbo dar (pleno, causativo e fixo). A segunda parte da tese analisa e descreve as construções com verbo-suporte (CVS), formadas pelo verbo-suporte (Vsup) dar e um nome predicativo (Npred). Essa descrição é sistemática, buscando recensear o máximo possível de construções em corpus e identificando as principais propriedades formais, distribucionais e transformacionais das CVS. As propriedades são formali- zadas por meio de uma matriz de dados, a qual representa de maneira compacta a informação linguística relevante para a descrição dessas construções. A terceira parte da tese apresenta uma proposta de análise sintática automática das CVS, usando uma abordagem baseada em regras de dependência entre seus constituintes. As re- gras são geradas automaticamente a partir das informações constantes na matriz do L-G e, em seguida, são usadas pelo analisador sintático automático para extrair uma dependência entre o Npred e o Vsup ao identificar a CVS. Assim, este trabalho objetiva avançar o estado da arte da classificação geral dos verbos em Português e do Processamento Automático de Línguas Naturais, no sentido de contribuir com o desenvolvimento de recursos léxico-computacionais (o Léxico-Gramática das cons- truções nominais) para a tarefa de análise sintática automática. Palavras-chaves: verbo dar, construção com verbo-suporte, nome predicativo, Léxico-Gramática. Abstract This PhD thesis starts from the observation of constructions with the verb dar in Brazilian Portuguese and it proposes an analysis and classification of these construc- tions. The analysis of all constructions found in corpus is systematic and consistent, based on Transformational Grammar (HARRIS, 1964) and on Lexicon-Grammar approach (GROSS, 1975; GROSS, 1981). Both theories adopt formal and experi- mental criteria to make reproducible the identification of base sentences and the classification of constructions with the verb dar. The classification was based on structural and syntactic properties, leading to four classes or categories: (i) full verb or distributional verb, from which 8 verbal senses could be identified; (ii) causative operator verb, whose constructions could be subclassified in 4 groups, depending on the semantic type of the predicative noun; (iii) the verb as a fixed element, in idioms or in proverbs; and (iv) support verb, which is selected by a predicative noun. The first part of this thesis analyzes the constructions with the verb dar as a full verb, as a causative operator verb and as a fixed verb. The second part of this thesis debribes the support verb constructions (SVC ), which are formed by the support verb dar (Vsup) and the predicative noun (Npred). This description is extensive, considering all the occurrences in the corpus adopted and identifying the main formal, distributional and transformational SVC properties. These properties were described and formalized in a Lexicon-Grammar table, which is a binary ma- trix: each line corresponds to a lexical entry (Npred) and each column corresponds to a syntactic property of the construction. In the intersection between each line and each column, we sign “+” or “-”, respectively, if the property is verified or not. The third part of the thesis presents an automatic syntactic analysis of SVC, by using an approach based in dependency rules between its constituents. The rules are auto- matically generated from the L-G matrix data and, then, those rules are used by the parser in order to extract the dependency between the Npred and the Vsup. Thus, this work aims to advance the state of the art of the general verbal classification in Portuguese and Automatic Processing of Natural Languages, to contribute to the development of computational-lexical resources (the Lexicon-Grammar of nominal constructions) and with automatic parsing. Key-words: verb dar ‘give’, support verb construction, predicative noun, Lexicon- Grammar. Lista de ilustrações Figura 1 – Exemplo de grafo produzido no Unitex . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 Figura 2 – Exemplo de frase a ser anotada no CorpusAnnotator . . . . . . . . . . 48 Figura 3 – Exemplo da saída da ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders . . . . 49 Figura 4 – Chave dicotômica para a distinção entre EC e CVS . . . . . . . . . . . 100 Figura 5 – Relações de equivalência parafrástica entre sentenças de orientação ativa e passiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Figura 6 – Arquitetura geral da STRING . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Figura 7 – Grafo de referência para identificação das CVS . . . . . . . . . . . . . 212 Figura 8 – Subgrafo 0398 da matriz dos Npred com dar . . . . . . . . . . . . . . . 214 Figura 9 – Extrato da concordância exibida pelo Unitex . . . . . . . . . . . . . . . 214 Figura 10 –Concordância entre anotadores usando o Recall . . . . . . . . . . . . . 219 Lista de tabelas Tabela 1 – Exemplo de matriz do Léxico-Gramática . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Tabela 2 – Classificação das ECs com dar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Tabela 3 – Classificação formal dos provérbios brasileiros . . . . . . . . . . . . . . 122 Tabela 4 – Padrões sintático-semântico das CVS, com base nas preposições . . . . 153 Tabela 5 – Classificação sintática das CVS com dar . . . . . . . . . . . . . . . . 186 Tabela 6 – Distribuição da amostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215 Tabela 7 – Concordância entre pares de anotadores . . . . . . . . . . . . . . . . . 220 Tabela 8 – Número de frases por grau de concordância entre anotadores na amos- tra global . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 Tabela 9 – Número de frases por grau de concordância entre anotadores na suba- mostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 Tabela 10 –Distribuição da subamostra por categoria . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Tabela 11 –Resultado da primeira avaliação da performance da STRING . . . . . 233 Tabela 12 –Comparação, por categoria, entre a anotação e a análise automática . . 233 Tabela 13 –Primeira e segunda avaliações da performance da STRING . . . . . . . 251 Lista de Símbolos e Convenções Adj adjetivo Adj-n nome deadjetival Adj-v verbo deadjetival Adv advérbio 𝐶𝑖 complemento fixo em uma expressão cristalizada que ocupa uma dada posição sintática numa construção: 𝐶1 representa o primeiro comple- mento fixo; e 𝐶2 representa o segundo complemento fixo CVS construção com verbo-suporte Det determinante EC expressão cristalizada F frase GN grupo nominal Modif modificador MF modificador frequentativo MWE expressão multipalavra (ou multiword expression) N nome 𝑁𝑖 nome ou grupo nominal que ocupa uma dada posição sintática numa construção: 𝑁0 representa o sujeito; 𝑁1 e 𝑁2, os vários complementos Nhum nome humano N-hum nome não-humano Nloc nome locativo Nnr nome não-restrito Nop nome operador Npc nome parte do corpo Npl nome plural Npred nome predicativo Num numeral O𝑛 predicado que exige 1 argumento O𝑛𝑛 predicado que exige 2 argumentos O𝑛𝑛𝑛 predicado que exige 3 argumentos PB Português Brasileiro PE Português Europeu POS partes do discurso (ou part-of-speech) Prep preposição Quantif quantificador QueF frase completiva QueFfact frase completiva factiva QueFind frase completiva no modo indicativo QueFsubj frase completiva no modo subjuntivo SN ou NP sintagma nominal SP ou PP sintagma preposicional SV ou VP sintagma verbal 𝑉𝑑𝑎𝑟 verbo dar independente da classificação Vinf verbo no infinitivo Vinf 𝑖 verbo no infinitivo, cujo sujeito é correferente a 𝑁𝑖 VopC verbo-operador causativo VopL verbo-operador de ligação Vpart verbo no particípio Vsup verbo-suporte V-n nome deverbal ou nominalização Ø não realização do elemento lexical w qualquer sequência não especificada de complementos =: sinal que especifica a realização lexical de uma estrutura ou categoria ̸= sinal de não equivalência entre duas estruturas ≡ sinal de equivalência semântica * marca de inaceitabilidade. De forma geral, a inaceitabilidade é utili- zada no sentido semântico, ou seja, as frases consideradas inaceitáveis são aquelas que apresentam um significado muito incomum, sendo, por vezes, aceitáveis se inseridas em um contexto específico ?* marca de aceitabilidade muito duvidosa ? marca de aceitabilidade duvidosa < > contém elementos que não são essenciais para a expressão analisada ( ) contém séries de elementos separados por ‘+’ que podem comutar entre si numa dada posição sintática + separa elementos que podem comutar e que estão entre parênteses [ ] especifica a operação sintática aplicada ou indica uma estrutura sintá- tica # marca de independência entre frases [Conversão] operação transformacional de conversão [Fusão] operação transformacional de fusão [Passiva] operação transformacional de apassivação [Rel] Relativização ou construção de oração relativa cuja cabeça é o nome predicativo [RedVsup] Formação de Grupo Nominal a partir da redução (ou apagamento) do verbo-suporte OBS.: Adotou-se como convenção neste trabalho escrever-se em itálico as pala- vras em destaque, as abreviaturas e os exemplos de frases, seja no corpo do texto, seja numerado como exemplo. As palavras que representam os papéis semânticos são escritas em fonte maiúscula COURIER. As pa- lavras que representam os traços semânticos ou códigos de linguagem de programação são escritas em fonte minúscula courier. Sumário Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 1 Fundamentação teórica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 1.1 Harris e a gramática transformacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 1.1.1 A noção de operadores e argumentos e as restrições de seleção . . . 29 1.1.2 A frase elementar e a noção de transformação harrissiana . . . . . . 31 1.1.3 As transformações unárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 1.2 O modelo do Léxico-Gramática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 1.2.1 Premissa 1: Cada unidade lexical tem uma gramática própria . . . . 37 1.2.2 Premissa 2: A unidade mínima de análise é a frase elementar . . . . 38 1.2.3 Premissa 3: Os testes de aceitabilidade são feitos com recurso mas- sivo à introspecção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 2 Princípios e procedimentos metodológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 2.1 Obtenção dos dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 2.1.1 Corpus PLN.Br Full . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 2.1.2 Lista de colocados no AC/DC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 2.1.3 Lista de Npred em PE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 2.2 Ferramentas de busca e processamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 2.2.1 A ferramenta Unitex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 2.2.2 O concordanciador WebCorp Live . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 2.2.3 A ferramenta CorpusAnnotator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 2.2.4 A ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders . . . . . . . . . . . . . 49 2.3 Princípio de classificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 2.3.1 Da classificação geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 2.3.2 Das construções com verbo-suporte (CVS) . . . . . . . . . . . . . . 51 2.4 Método de descrição do Léxico-Gramática . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 2.5 Integração dos dados em parser . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 3 Estado da arte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 3.1 Classificação geral das construções verbais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 3.2 Identificação e descrição das CVS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 3.3 Identificação e/ou processamento automático das CVS . . . . . . . . . . . 64 I Proposta tipológica para o verbo dar 69 4 O verbo pleno dar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 4.1 Verbo pleno com complemento dativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 4.2 Verbo pleno com complemento reduzido/apagado . . . . . . . . . . . . . . 73 4.3 Verbo pleno com complemento locativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 4.4 Verbo pleno com complemento quantificador . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 4.5 Verbo pleno com complemento instrumental . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 4.6 Verbo pleno com complemento não-restrito introduzido pela prep ‘com’ . . 77 4.7 Verbo pleno transitivo-predicativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 4.8 Verbo pleno com complemento não-preposicionado . . . . . . . . . . . . . . 79 5 O verbo-operador causativo dar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 5.1 Propriedades das construções com o VopC dar . . . . . . . . . . . . . . . . 83 5.1.1 Restrições ao preenchimento lexical do argumento na posição sujeito 83 5.1.2 A comutação do VopC com outros verbos causativos . . . . . . . . 84 5.2 O estatuto das construções causativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 5.3 Tipos de frases causativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 5.3.1 Causa sensação ou sentimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 5.3.2 Causa doença . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 5.3.3 Atribui propriedade ou característica . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 5.3.4 Verbo causativo-resultativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 6 As Frases Fixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 6.1 As Expressões Cristalizadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 6.1.1 Classe C1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 6.1.2 Classe CDN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 6.1.3 Classe CP1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 6.1.4 Classe C1PN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 6.1.5 Classe CNP2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113 6.1.6 Classe C1P2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 6.1.7 Classe CPP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115 6.1.8 Classe CPPN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 6.1.9 Classe N=Ø . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 6.2 Os provérbios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120 II Construções com o verbo-suporte dar e nome predicativo 126 7 O conceito de construção nominal com verbo-suporte . . . . . . . . . . . . 127 7.1 O conceito de verbo-suporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 7.2 O conceito de nome predicativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 8 Propriedades gerais das CVS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 8.1 Relação particular entre o Npred e um de seus argumentos . . . . . . . . . 132 8.2 Restrições sobre os determinantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 8.3 Descida do advérbio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 8.4 A dupla análise dos complementos preposicionais . . . . . . . . . . . . . . 139 8.5 Redução do Vsup e formação de grupo nominal . . . . . . . . . . . . . . . 140 8.6 Possibilidade de variação do Vsup . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 9 Propriedades sintático-semânticas das construções com dar . . . . . . . . . 143 9.1 Propriedades formais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 9.1.1 Número de argumentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 9.1.2 Inserção de expressões de quantidade . . . . . . . . . . . . . . . . . 146 9.1.3 Determinantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150 9.1.4 Preposições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 9.1.4.1 Especificidades das preposições a e para . . . . . . . . . . 154 9.1.4.2 Especificidades das preposições com e contra . . . . . . . . 155 9.1.4.3 Especificidades da preposição em . . . . . . . . . . . . . . 157 9.1.4.4 Especificidades da preposição de . . . . . . . . . . . . . . 158 9.1.4.5 Especificidades da preposição sobre . . . . . . . . . . . . . 160 9.1.4.6 Especificidades das preposições locativas . . . . . . . . . . 160 9.2 Propriedades distribucionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161 9.2.1 Nomes humanos (Nhum) e Nomes não-humanos (N-hum) . . . . . . 161 9.2.2 Nomes parte do corpo (Npc) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165 9.2.3 Nomes Locativos (Nloc) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167 9.2.4 Frases completivas (QueF) na posição de argumento . . . . . . . . 169 9.2.5 Papéis semânticos dos argumentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 9.3 Propriedades transformacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 9.3.1 Simetria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 9.3.2 Conversão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176 9.3.3 Apassivação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 9.3.4 Nominalização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180 9.4 Desdobramentos lexicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182 10 Classificação das CVS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 10.1 Classificação sintática das CVS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 10.2 Clusterização semântica das CVS a partir dos Npred . . . . . . . . . . . . 188 10.2.1 Npred de esportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 10.2.2 Npred de gêneros acadêmicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 10.2.3 Npred de documentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 10.2.4 Npred de atos violentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 10.2.5 Npred de fala . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 10.2.5.1 Nomes predicativos enquanto nomes operadores . . . . . . 193 10.2.5.2 Expressões interjetivas que migram para a classe dos Npred195 10.3 O verbo-suporte de ocorrência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 III Processamento computacional dos predicados nominais 203 11 O processamento das construções com verbo-suporte . . . . . . . . . . . . 204 11.1 Considerações preliminares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 11.2 Cadeia de processamento automático do Português - STRING . . . . . . . 206 11.3 Estratégia para implementação dos dados na STRING . . . . . . . . . . . 208 12 A produção do corpus de referência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212 12.1 Extração automática das frases . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212 12.2 A seleção da amostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215 12.3 O processo de anotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 12.3.1 A ferramenta de anotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 12.3.2 Procedimentos de anotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 12.3.3 Normalização da anotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218 12.4 Cálculo da concordância entre anotadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 12.5 Seleção da subamostra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 13 Validação e conversão automática dos dados em regras . . . . . . . . . . . 224 13.1 Validação formal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224 13.2 Validação linguística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 13.3 Conversão dos dados em regras de extração de dependência . . . . . . . . . 228 14 Integração dos dados na STRING . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 14.1 Resultados da primeira avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 14.2 Análise dos erros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 14.2.1 Análise dos falsos-positivos: erros de classificação do tipo de depen- dência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 14.2.1.1 A identificação de expressões fixas como CVS . . . . . . . 238 14.2.1.2 A identificação de nomes compostos como nomes predica- tivos simples . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 14.2.1.3 A classificação indevida de construções com o verbo-operador de ligação ter como CVS standard . . . . . . . . . . . . . 241 14.2.2 Análise dos falsos-negativos: Problemas de não-identificação da de- pendência SUPPORT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 14.2.3 Análise dos verdadeiros-negativos: casos em que a STRING acerta- damente não extraiu dependência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 14.3 Casos particulares de verdadeiros-positivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 14.4 Segunda avaliação da performance do sistema . . . . . . . . . . . . . . . . 250 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253 Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257 Apêndices 268 .1 As categorias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 .2 O processo de anotação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 17 Introdução Os verbos ser, ter, estar, fazer, dar, ir e haver são em geral os verbos mais pro- dutivos das línguas românicas. Fauci e Mirto (2003) já haviam indicado ser, estar, dar, ter e fazer como os mais recorrentes em línguas latinas, mas, recorrendo-se a uma busca breve por frequência de verbos em Português Brasileiro e Europeu 1, encontram-se os dez verbos mais frequentes, nesta ordem: ser, ter, estar, fazer, poder, ir, dizer, haver, dar e dever. A grande produtividade desses verbos reflete também uma complexidade maior na análise e classificação de suas construções. As construções com o verbo dar, por ser um dos mais produtivos e complexos da língua, serão investigadas e descritas nesta tese. Esse verbo pode ocorrer em Língua Portuguesa como verbo pleno, verbo-suporte, ope- rador causativo, verbo auxiliar, construção modal, verbo impessoal, elemento formador de expressão cristalizada, elemento constituinte de estruturas proverbiais, dentre outras classificações. Há diferentes trabalhos na literatura que descrevem uma classe ou outra, mas não foi identificada ainda nenhuma descrição completa capaz de abranger todas as categorias das construções em que o verbo dar aparece. A título de exemplo, citem-se os trabalhos de Vaza (1988), Baptista (1997) e Scher (2004) sobre o verbo-suporte dar ; de Salomão (2008) e Auwera e Plungian (1998) sobre as construções modais com o verbo dar ; de Baptista, Mamede e Gomes (2010) e Duran e Aluísio (2010) sobre os verbos auxiliares; de Vale (2001) e Baptista, Correia e Fernandes (2004) sobre as construções fixas; dentre outros. A literatura mais vasta de que dispomos, no entanto, é sobre as construções no- minais com verbo-suporte. Há descrições bastante refinadas para as construções nominais em Francês (GIRY-SCHNEIDER, 1978; LABELLE, 1984; GIRY-SCHNEIDER, 1987; LE- CLÈRE, 1990; LAMIROY, 1998), em Italiano (FAUCI; MIRTO, 2003; CANTARINI, 2004; BRATÁNKOVÁ, 2013), em Português Europeu (RANCHHOD, 1990; BAPTISTA, 1997; BAPTISTA, 2005b; CHACOTO, 2005), dentre outras línguas. Há também descri- ções de construções com verbos-suporte em Português Brasileiro (NEVES, 1996; NEVES, 2002; SCHER, 2004; SCHER, 2005; SCHER, 2006; CONEJO, 2008; ASSIS, 2009; DA- VEL, 2009; ABREU, 2011), mas convém ressaltar que nenhum deles visa à exaustividade nem a uma formalização aplicável ao Processamento de Linguagem Natural (PLN). Nesse sentido, esta tese apresenta uma proposta de tipologia sintático-semântica 1 Foi efetuada uma busca por frequência dos lemas verbais em todos os corpora escritos de Português Brasileiro e Europeu, disponíveis no AC/DC (Acesso a Corpus/ Disponibilização de Corpus). A busca pode ser reproduzida através do endereço . Introdução 18 de algumas construções em que o verbo dar ocorre, com base nas suas diferentes classi- ficações. Além disso, apresenta a descrição formal dos predicados nominais construídos com o verbo-suporte (Vsup) dar e um nome predicativo (Npred) e uma proposta de pro- cessamento automático dessas construções a partir da integração dos dados linguísticos em um analisador sintático automático. A noção de exaustividade utilizada neste trabalho é apenas relativa, e não abso- luta. Consideramos que o recenseamento dos dados foi feito de maneira exaustiva porque considerou todas as instâncias do corpus, portanto é uma exaustividade relativa à exten- são do corpus adotado, o que pode ser considerado uma amostra substancial em relação à língua como um todo. O conceito de exaustividade absoluta é utópico porque é impossível recensear todas as possível ocorrências de uma língua natural. Os exemplos que aparecem no decorrer desta tese ou foram retirados da web ou são exemplos construídos. De forma geral, quando se pretende comprovar a existência de determinada construção ou fenômeno, recorre-se a frases reais da linguagem em uso (principalmente da web); quando se pretende demonstrar transformações sintáticas ou apenas exemplificar uma construção cuja aceitabilidade é certa, são utilizados exemplos construídos. Para distinguir entre os dois tipos, serão utilizadas as notações “[Ex.R]”, para os exemplos reais, e “[Ex.C]” para os exemplos construídos/fabricados, ao final de cada exemplo. Problemática relacionada ao objeto de estudo Os sistemas computacionais que processam automaticamente as línguas naturais e, em particular, o Português analisam da mesma forma as construções verbais e as constru- ções nominais, como se, em todas elas, o verbo fosse o predicador central da frase. Muitas vezes, até mesmo as análises linguísticas feitas por humanos incorrem nesse mesmo erro, de considerar a mesma estrutura sintática e a mesma análise para construções verbais e nominais. Há, no entanto, diversos trabalhos na literatura que já provaram que existem di- ferenças sintáticas entre construções verbais, cujo predicador é o verbo, e construções nominais, cujo predicador pode ser um nome ou um adjetivo. Particularmente nas cons- truções com verbo-suporte, o predicador central da frase é um nome, enquanto o verbo serve apenas como suporte desse predicador. Se existem diferenças linguísticas entre es- ses dois objetos, pergunta-se: por que não tratá-las e analisá-las, de formas diferentes, respeitando suas especificidades? A partir dessa lacuna, que existe tanto nas descrições gramaticais e materiais didáticos quanto no processamento computacional da língua, este trabalho propõe uma abordagem teórica e metodológica para descrever as construções com o verbo-suporte dar Introdução 19 e analisá-las automaticamente enquanto construções nominais. Para atingir esse objetivo, é necessário antes delimitar o escopo da pesquisa e do objeto a ser pesquisado, a saber as construções com o verbo dar. O verbo dar, de forma geral, é identificado em vários dicionários, gramáticas e materiais didáticos como verbo pleno que exige três argumentos: um doador, na posição sujeito, um objeto a ser dado, na posição de objeto direto, e um recebedor, na posição de objeto indireto. Em outras palavras, é um verbo distribucional com complemento dativo, cujo significado implica a transferência de determinado objeto de alguém a outrem. (1) E meu pai deu uma bicicleta para meu irmão. [Ex.R] (2) A professora deu um livro para a gente. [Ex.R] Nesses dois casos, transfere-se a posse do objeto concreto (bicicleta ou livro) das mãos de um agente (meu pai ou A professora) para as mãos de um recipiente ou recebedor (meu irmão ou a gente). Além de possuir um sentido próprio (sentido dativo), o verbo dar, nos dois casos, impõe restrições de seleção ao sujeito doador, ao objeto a ser transferido e ao complemento dativo recebedor; dessa forma, é classificado como verbo pleno. Por outro lado, a classificação de frases como O professor deu um presente para o aluno é discutível. Alguns autores, como por exemplo Coelho, Silva e Sousa (2013) clas- sificam o verbo dar da construção dar presente como um “verbo pleno [que] apresenta comportamento lexical [...] dar é autônomo e está ligado à noção de transferência” (CO- ELHO; SILVA; SOUSA, 2013, p.3211). Mais adiante, os mesmos autores distinguem o verbo pleno do verbo-suporte. “Essa categoria [verbo-suporte] coloca em questão o princí- pio da economia linguística, podemos encontrar na língua um verbo com o mesmo valor, como em: dar amor, amar ; dar um abraço, abraçar” (COELHO; SILVA; SOUSA, 2013, p.3212). Pela definição apresentada pelos autores, a construção dar presente deveria ser classificada como uma construção com verbo-suporte, já que existe na língua “um verbo com o mesmo valor” (presentear). Os casos mais típicos de construções com verbo-suporte, tais como dar um abraço, dar um beijo e dar um chute são consensuais. O problema da classificação surge no mo- mento em que se analisam os casos que não são característicos de uma nem de outra categoria. O mesmo nome presente pode entrar em outros tipos de construções, cuja classi- ficação também não é consensual, como em: (3) Uma vez ele deu de presente um ovo de dragão a Lorde Buterwells. [Ex.R] Introdução 20 A expressão dar de presente se assemelha sintática e semanticamente às expressões dar de brinde, dar de graça, dar de bandeja e outras. Essas construções são classificadas por Fernandes (2007) como expressões fixas. As mesmas construções são classificadas por Palma (2009) como advérbios compostos. Na análise proposta por Noimann (2007, p.90), a expressão dar de bandeja é classificada como uma locução verbal. É interessante notar que os complementos de presente, de bandeja, de brinde etc. não são fixos juntamente com o verbo. Assim como outros modificadores, podem mudar de posição sintática sem alterar o significado da frase como um todo. (3) Uma vez ele deu de presente um ovo de dragão a Lorde Buterwells. [Ex.R] (3a) Uma vez ele deu um ovo de dragão de presente a Lorde Buterwells. [Ex.C] (3b) Uma vez ele deu um ovo de dragão a Lorde Buterwells de presente. [Ex.C] Essas expressões entram tanto em construções verbais (e.g. Uma vez ele deu de presente um ovo de dragão a Lorde Buterwells) quanto em construções nominais com verbo-suporte, como em: (4) E olha que ele te deu de bandeja um conselho que custou caro a ele. [Ex.R] O exemplo (4) contém uma construção com verbo-suporte porque é o nome con- selho quem impõe as restrições de seleção ao preenchimento lexical dos argumentos. O verbo dar, nesse caso, é classificado como suporte porque serve para “suportar” as marcas verbais número-pessoais e modo-temporais. Como o nome, devido à sua própria morfo- logia, não pode veicular esses valores, ele seleciona um verbo, que serve de suporte para atualizar essas marcas verbais. O conceito de verbo-suporte, no entanto, não se restringe à sua propriedade sin- tática de carregar os valores gramaticais de número, pessoa, modo, tempo e aspecto. Respeitando-se as várias definições formalistas, gerativistas e funcionalistas para esse termo, consideramos que as construções com verbo-suporte (CVS) apresentam propri- edades sintáticas e semânticas relativamente regulares; apresentam propriedades formais, distribucionais e transformacionais próprias; e podem possuir diferentes funções semânti- cas e pragmáticas. As propriedades que distinguem os verbos-suporte dos verbos plenos já foram longamente descritas por vários autores e serão retomadas neste trabalho como uma forma de sistematizar a classificação proposta. Gross (1986, p. 107-109) trata de um subtipo de verbos-suporte, chamados verbos- suporte de ocorrência (Vsup-oc), porque eles instauram uma ocorrência, um aconteci- mento, ligando um evento a seu circunstancial. Os Vsup-oc apresentam especificidades Introdução 21 combinatórias com os advérbios que eles “suportam”. Essa categoria engloba verbos como: acontecer, ter lugar, dar-se, ocorrer, decorrer, suceder, etc. Em Português, essa construção pode ocorrer com o verbo dar-se em (5) ou apenas o verbo dar, exemplificado em (6). (5) Uma confusão se deu nas arquibancadas ainda na etapa inicial. [Ex.R] (6) Deu uma confusão nas arquibancadas ainda na etapa inicial. [Ex.C] As duas construções expressam a ocorrência de um evento e, portanto, o nome predicativo é um nome eventivo, mas há diferenças sintáticas entre elas. O problema dessa construção (6) é que aparentemente não admite sujeito, daí ter sido classificada por Smarsaro e Rocha (2011) como construção impessoal. Em Português, o sujeito é definido como aquele elemento com o qual o verbo concorda. Na linguagem em uso é muito comum encontrar casos em que o verbo não concorda com o elemento posposto, como no exemplo seguinte: (7) Neste domingo só deu brigas e mais brigas em são francisco do oeste. [Ex.R] O fato de o verbo dar não concordar em número com o constituinte brigas e mais brigas poderia ser indicativo de que se trata de uma construção impessoal, já que não tem sujeito. Por outro lado, também é possível encontrar casos em que o verbo concorda em número com o nome predicativo, o que nos impediria de classificar construções como (6) como construções impessoais. Veja-se, por exemplo: (8) a gente foi pra ver filme mas deram confusões e a gente acabou não fazendo nada. [Ex.R] (9) Infelizmente deram uns problemas no vídeo que seria para hoje e este só poderá ser enviado amanhã. [Ex.R] É preciso definir o estatuto dessas e de todas as outras construções sintáticas com o verbo dar, com base na aplicação de testes e na reprodutibilidade dos resultados. Uma construção sintática semelhante ocorre com as construções que indicam fenô- menos meteorológicos. Ruwet (1986) tratou dos verbos meteorológicos em diferentes lín- guas, considerando verbos como chover, nevar, trovejar, esfriar, dentre outros. Muitos verbos meteorológicos podem ser nominalizados – chuva, neve, trovão, frio – e constituir uma locução juntamente com o verbo dar. (10) Deu uma chuva forte no Rio de Janeiro. [Ex.R] Introdução 22 (11) Deu um trovão ontem à noite. [Ex.R] Além dos sentidos bastante recorrentes de dar como verbo pleno e como suporte, esse verbo também pode aparecer em construções causativas. (12) Comer sal dá sede em Ana. [Ex.C] (13) Fazer exercício físico dá alegria ao Rui. [Ex.C] (14) O escuro dá medo em Ivo. [Ex.C] Se adotarmos um conceito de verbo-suporte bastante difundido na literatura, de que uma construção com verbo-suporte e nome predicativo é aquela que tem equivalência com um verbo pleno (propriedade chamada de nominalização), deveríamos considerar, então, que dar alegria (13) e dar medo (14) são CVS porque admitem alegrar e amedrontar, respectivamente. A construção dar sede (12), no entanto, não poderia ser uma CVS porque não admite *sedentar. A propriedade da nominalização, apesar de ser muito usada, não dá conta da grande complexidade que envolve as construções com verbo-suporte, verbo pleno e verbo causativo. Nas construções (12), (13) e (14), o verbo dar deve ser classificado como um operador causativo (VopC ) porque atende às propriedades gerais das construções causa- tivas. Assim como existem propriedades formais que definem intensionalmente as CVS, também existem as propriedades formais que identificam as construções causativas. Essas propriedades serão analisadas pormenorizadamente ao longo da tese, mas, para exemplificar, citam-se: (i) o sujeito de uma construção causativa é um nome não- restrito (uma causa); (ii) o complemento das construções causativas é tipicamente um experienciador; (iii) as construções causativas não são construções de base, mas permitem uma construção de base formada pelo verbo ter ; (iv) existe um rol de verbos também causativos que podem substituir o VopC dar ; dentre outras propriedades. Em termos semânticos, a construção com ter expressa o significado dado pelo Npred, enquanto a construção com dar implica uma causa. Em termos sintáticos, a construção com ter serve como frase de base para a predicação, enquanto a construção com dar é uma transforma- ção da frase de base: (12a) Ana tem sede (por causa do sal + porque comeu sal). [Ex.C] (13a) Rui tem alegria (por causa do exercício físico + porque fez exercício). [Ex.C] (14a) Ivo tem medo (por causa do escuro + porque está escuro). [Ex.C] Introdução 23 Nesse sentido, as construções causativas veiculam, ao mesmo tempo, duas infor- mações: (i) a informação expressa na frase de base; e (ii) a causa da informação expressa na frase de base. Há ainda outras construções que exigem um complemento preposicionado e são distribucionais, assim como as construções com verbo pleno, tais como: (15) Esse prato dá pra quatro. [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑁𝑢𝑚] [Ex.C] (16) A janela da casa dá para a praia. [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑁𝑙𝑜𝑐] [Ex.C] (17) Rui deu como acabado o relacionamento. [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑁1 (𝑝𝑜𝑟 + 𝑐𝑜𝑚𝑜)𝑀𝑜𝑑𝑖𝑓 ] [Ex.C] Algumas delas apresentam semelhanças com as expressões cristalizadas, baseadas no grau de fixidez dos elementos, na não-composicionalidade de alguns dos constituintes e nas restrições dos argumentos a serem selecionados. Uma dessas construções que estão no limite das expressões cristalizadas é a estrutura [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑢𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑁1], que é realizada com Nhum agentivo na posição sujeito, mas na posição de complemento aceita um grande número de elementos lexicais, tais como: (18) Ivo deu uma de (bobo + vítima + mártir + santo). [Ex.C] A posição de complemento dessas construções deve ser preenchida por um nome que possa ser usado de forma predicativa, já que a interpretação desse argumento é de predicativo do sujeito. Os nomes que preenchem a posição de 𝑁1 exprimem predicados em construções com o verbo ser e sujeito humano (e.g. Ivo é bobo, Ivo é vítima etc). Consideramos essas construções como expressões cristalizadas, mesmo reconhe- cendo que haja flexibilidade no preenchimento de 𝑁1, o que é diferente das expressões que possuem todos os elementos fixos e rígidos (com exceção de 𝑁0), não permitindo nenhuma ou quase nenhuma variação em sua composição estrutural, como em: (19) Zé deu com os burros na água. [Ex.C] (20) Ana deu com a língua nos dentes. [Ex.C] Quando a construção contém vários constituintes fixos, como (19) e (20), é fácil identificá-la como espressão cristalizada, já que todos os elementos são fixos e a expressão como um todo tem sentido não-literal. No entanto, há também construções formadas apenas pelo verbo dar e um único constituinte, tais como dar fora, dar rata e dar zebra. Essas construções devem ser classificadas como expressão cristalizada ou como construção com verbo-suporte? Existem argumentos que justificam ambos os pontos de vista. Introdução 24 Se considerarmos apenas os critérios sintáticos, a construção dar uma pedalada, por exemplo, seria classificada como CVS. Em contrapartida, se adotarmos o critério semân- tico da não-composicionalidade das expressões fixas, podemos considerar, pelo menos, xxx construções diferentes: (i) com o significado literal de “andar de bicicleta”; (ii) com o sig- nificado não-composicional de “bater na cabeça de alguém com a palma da mão aberta”; (iii) com o significado não-composicional de “driblar o adversário”, ou seja, “no futebol, passar o pé sobre a bola por repetidas vezes, com o objetivo de enganar o marcador”; ou ainda (iv), no contexto político, o nome composto pedalada fiscal, referindo-se à “prática do Tesouro Nacional de atrasar de forma proposital o repasse de dinheiro para bancos”. Por todos esses exemplos, já é possível perceber a grande diversidade sintática, morfológica e semântica com que as construções com o verbo dar ocorrem em Língua Portuguesa. O objetivo desta seção é apresentar resumidamente alguns dos problemas relacionados à caracterização e classificação do objeto de estudo. Além das expressões e construções já mencionadas anteriormente, há ainda várias outras que também devem ser descritas e classificadas com base em suas propriedades sintático-semânticas, pois fazem parte do léxico da língua, tais como: (21) Deu duas horas. [Ex.R] (22) Essa estrada dá em Porto Seguro. [Ex.R] (23) Pe. Pio deu na cara de um fiel. [Ex.R] (24) Hoje no meu show deu mil pessoas. [Ex.R] (25) Minha vida daria um filme. [Ex.R] (26) O antigo conflito leste x oeste deu lugar ao atual conflito Norte x Sul. [Ex.R] (27) Ninguém se deu por vencido. [Ex.R] (28) Deu bicho na goiaba. [Ex.R] (29) Esse fim de semana vai dar praia. [Ex.R] (30) Thor Batista e Paola Leça deram um tempo no relacionamento. [Ex.R] (31) Em 2010, dei mais tempo para mim mesma. [Ex.R] (32) Eu escrevi um livro que deu 200 páginas. [Ex.R] A partir dos exemplos já indicados, pretende-se nesta pesquisa fazer uma análise refinada das construções com o verbo dar, propondo-se uma taxonomia e uma classificação dessas construções. O que as gramáticas e os materiais didáticos costumam fazer é indicar Introdução 25 as categorias e dar exemplos característicos, que não geram discordância de interpretação, negligenciando a existência dos casos mais complexos. Nosso objetivo, por outro lado, não é apenas indicar a existência desses fenômenos, mas analisá-los sistematicamente, adotando procedimentos experimentais explícitos, que garantam o controle da metodologia e que permitam a escalabilidade dos dados para todos os casos. Todos esses critérios devem ser sistematicamente utilizados, já que pretendemos desenvolver uma descrição exaustiva e coerente dessas construções. Objetivos e justificativa A proposta inicial desta tese era a de descrever as propriedades das construções no- minais, formadas pelo Vsup dar e Npred. Para atingir esse objetivo, é necessário delimitar bem o objeto que se pretende descrever, pois algumas construções nominais com verbo- suporte podem apresentar características de construções livres e outras, de construções fixas. Por vezes, a falta de rigor metodológico e taxonômico dos dicionários e gramáticas em descrever e classificar as construções não nos permite determinar com exatidão a qual categoria pertence cada construção. Assim, será necessário definir e explicar todas as categorias de construções em que o verbo dar aparece, para, posteriormente, restringir o estudo à análise das construções nominais de Vsup e Npred. Tendo exposto alguns problemas que se colocam à descrição das construções com o verbo dar em Português Brasileiro, este trabalho objetiva: i) uma discussão teórica e prática sobre cada categoria que envolve o verbo dar ; ii) a descrição formal das propri- edades das construções com o verbo dar, com vistas a aplicações computacionais; iii) a elaboração de uma tipologia para o verbo dar em PB, com o objetivo de subsidiar futuras pesquisas e análises linguísticas; e (iv) a identificação de uma metodologia que permita o processamento automático (ou uma análise sintática automática) das CVS. Esse tipo de descrição linguística se justifica por várias razões, dentre as quais citam-se: ∙ Para o desenvolvimento científico da teoria linguística e gramatical e avanço do es- tado da arte: o trabalho de investigação dos fenômenos linguísticos, tal como o que se propõe aqui, deve seguir um rigor teórico e metodológico, acumulando evidên- cias que permitam descrever adequadamente o fenômeno em causa e explicitando todos os procedimentos metodológicos adotados, bem como justificando os critérios e experimentos adotados. O recenseamento exaustivo das construções em corpora, associado à análise sistemática dos casos, poderá permitir a escalabilidade da des- crição e da classificação, já que propomos uma tipologia verbal que poderá ser Introdução 26 replicada futuramente para outras construções verbais e nominais. A combinação desses fatores garante a cientificidade do trabalho - neste caso, trabalho taxonômico - contribuindo, assim, para um refinamento da teoria linguística e gramatical. ∙ Para o ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa por parte de falantes nativos e estrangeiros aprendizes: muitas gramáticas normativas e materiais didáticos ainda desconhecem – ou pelo menos não abordam – a existência das diversas categorias verbais em que o verbo dar ocorre; por isso essas informações devem ser sistemati- zadas para que possam ser incorporadas aos recursos disponíveis para o ensino de língua. ∙ Para aplicações computacionais: para que as palavras, frases e textos possam ser lidos, interpretados, traduzidos e processados por programas computacionais - a exemplo do que fazem os programas de tradução automática, os sumarizadores au- tomáticos, os sistemas de pergunta e resposta, dentre outros - os dados linguísticos precisam ser descritos em um formato legível por máquina. Um dos maiores pro- blemas para o PLN é a escassez de recursos léxico-computacionais robustos para subsidiar a criação de ferramentas e aplicações computacionais; daí advém a ne- cessidade de uma descrição e uma formalização bem estruturada, como a que se pretende fazer neste trabalho. Estrutura do trabalho A tese está dividida em três partes. A primeira apresenta a classificação geral das construções (como verbo pleno, verbo-operador causativo e frase fixa). A segunda apresenta a descrição formal das construções com o verbo-suporte dar e nome predicativo. Além de uma discussão teórica sobre as características das construções com verbo-suporte, suas propriedades e suas subclassificações, será apresentada também a formalização dos dados por meio de uma matriz binária (Apêndice A). A terceira parte da tese expõe o processo de integração das CVS em um analisador sintático automático, com vistas ao processamento automático dessas construções enquanto estruturas sintáticas complexas, porém analisáveis. Antes da divisão das partes, no entanto, apresenta-se: (i) o arcabouço teórico refe- rente às duas teorias que norteiam o trabalho, a saber a Gramática Transformacional de operadores (HARRIS, 1961, 1964) e o Modelo do Léxico-Gramática (GROSS, 1968, 1975, 1981); (ii) a metodologia utilizada, os dados do corpus e as ferramentas computacionais utilizadas em todas as etapas da metodologia; e (iii) uma revisão da literatura e trabalhos relacionados, na Seção de Estado da arte. A primeira parte da tese consiste em uma proposta tipológica para as construções com o verbo dar e se organiza da seguinte forma: o Capítulo 4 discute a noção de verbo Introdução 27 pleno e os casos em que o verbo dar se classifica como pleno; o Capítulo 5 apresenta a noção de verbo-operador causativo (GROSS, 1981) e discute suas estruturas e proprie- dades distribucionais; e o Capítulo 6 expõe e descreve as várias estruturas sintáticas das frases fixas com que o verbo dar se constrói, tanto em expressões cristalizadas quanto em provérbios. A segunda parte da tese está subdividida da seguinte forma: o Capítulo 7 apresenta a definição de construção com verbo-suporte (CVS), bem como as definições de verbo- suporte (Vsup) e de nome predicativo (Npred); o Capítulo 8 discute os testes aplicáveis às CVS para a identificação de suas propriedades definitórias; o Capítulo 9 descreve as propriedades formais, distribucionais e transformacionais analisadas para as construções com o verbo-suporte dar ; e, por fim, o Capítulo 10 propõe uma classificação das CVS, com base em suas propriedades sintáticas, e uma clusterização semântica dos Npred, com base em seus significados. Já a terceira parte da tese, que trata do processamento automático das CVS, está organizada como: o Capítulo 11 define conceitos gerais sobre a área de Processamento Automático de Língua Natural (PLN) e apresenta a cadeia de processamento do Português STRING (MAMEDE et al., 2012) e o módulo de parser utilizado nessa cadeia, onde as CVS com dar foram processadas; o Capítulo 12 descreve a produção de um corpus de referência anotado manualmente com CVS, que servirá como modelo para analisar a performance da STRING; o Capítulo 13 explica a metodologia de validação dos dados da matriz L-G, que verifica tanto a consistência formal quanto a consistência linguística dos dados, e também o conversor da matriz do L-G em regras que são usadas pelo parser ; e, por fim, o Capítulo 14 apresenta a metodologia utilizada para integrar as CVS no parser usado pela STRING e os resultados da performance do sistema na tarefa de analisar CVS automaticamente. Ao fim das três partes da tese, apresentam-se as considerações finais e os apêndices, que estão organizados como: (i) Apêndice A contém a matriz do Léxico-Gramática para 1.489 Npred que selecionam o Vsup dar em construções de base; (ii) Apêndice B apre- senta a lista dos nomes predicativos que ocorrem em construções com o verbo-operador causativo dar, porém suas construções de base se fazem com o Vsup ter ; e (iii) Apêndice C contém outra matriz do L-G com cerca de 170 expressões fixas, seguida de uma lista de provérbios em que o verbo dar é fixo. 28 1 Fundamentação teórica A teoria de base que norteia esta pesquisa é o Modelo do Léxico-Gramática (L-G), que, em linhas gerais, considera que cada unidade lexical da língua possui uma gramática própria, por ser regida por regras específicas de distribuição e organização sintática e semântica. Pelo modelo, os componentes lexical, sintático e semântico não podem ser dissociados quando se trata de descrição da língua. O L-G estabelece a frase elementar como unidade mínima de análise e prevê a descrição da estrutura argumental dessas frases em matrizes binárias que relacionam os vários níveis linguísticos. Para proceder à análise e descrição dos itens da língua, o L-G toma como pressupostos os princípios da Gramática Transformacional (HARRIS, 1961), segundo a qual todas as frases de uma língua podem ser descritas a partir da descrição de suas frases simples e das operações de transformação que se estabelecem entre elas. Outros princípios e pressupostos da gramática transformacional dão suporte a esta pesquisa e ao Modelo do L-G, bem como justificam a tomada de certas decisões que o linguista precisa fazer ao descrever uma língua. Assim, na Seção 1.1, encontram-se as considerações sobre a gramática transformacional e a noção de transformação, e na Seção 1.2 expõem-se as premissas e pressupostos do Modelo do Léxico-Gramática. 1.1 Harris e a gramática transformacional A gramática transformacional foi proposta inicialmente por Harris (1951), a quem também são atribuídas as bases da Linguística de Corpus (HARRIS, 1952) e a proposta fundadora da Análise do Discurso (AD) de linha francesa. A análise transformacional das línguas foi introduzida no contexto da AD, visando descrever os processos de derivação de sentenças reais da língua a partir de sentenças de base (ou kernel sentences1). Harris também foi pioneiro ao introduzir a representação algébrica e o tratamento matemático abstrato para a descrição de línguas, a partir dos anos 60. Como a Linguística é uma das únicas ciências que não possui uma metalinguagem própria, exterior à sua própria terminologia, a notação matemática seria mais apropriada do que a própria língua para descrever os fenômenos linguísticos. Assim, Harris (1968, 1982) propôs notações 1 A noção de kernel sentence foi bastante utilizada por Harris, durante toda a abordagem transfor- macional (dos anos 40 até o final dos anos 70). Harris se referia às sentenças de base (ou frases elementares) como kernel sentences. Essas frases do kernel da língua não são necessariamente aquelas frases atestadas na língua em uso, mas sim uma estrutura subjacente ao seu uso real, constituída por todos (e apenas) seus elementos necessários e suficientes. A partir de Harris (1982), o autor passou a adotar os termos base sentences (frases de base) ou elementary sentences (frases elementares) para designar essas frases. Capítulo 1. Fundamentação teórica 29 algébricas e princípios matemáticos para descrever as estruturas linguísticas e identificar a informação veiculada pela língua. Para a Gramática Transformacional, a informação (ou conteúdo informacional) é algo quantificável, baseado na organização das palavras entre si e na probabilidade de os elementos da língua se combinarem. Assim, a informação veiculada pela língua pode ser quantificada a partir de certas restrições combinatórias entre as unidades da língua; essas combinatórias não são definidas de forma aleatória nem equiprovável. A noção de informação perpassou toda a obra de Harris, mas foi mais explicitamente elaborada a partir da adaptação da teoria da informação das ciências exatas para a descrição de línguas (HARRIS, 1988, 1991). 1.1.1 A noção de operadores e argumentos e as restrições de seleção Um dos conceitos-chave da gramática transformacional é a noção de operadores e argumentos, pois as frases de base só podem ser definidas pela combinatória de operado- res, que exprimem tipicamente predicados, e as variáveis que os operadores selecionam, chamadas de argumentos. A presença de cada palavra numa frase pode estar relacionada ou não com as dependências entre outras palavras na frase. Assim, os operadores podem entrar numa frase independente da entrada de outras palavras anteriormente, enquanto os argumentos só entram se forem exigidos pelos operadores. Os operadores são os elementos linguísticos (geralmente verbos ou adjetivos e no- mes predicativos) que selecionam seus argumentos, seja para a posição de sujeito, seja para a posição de complemento. Alguns operadores (chamados operadores de primeira ordem) também podem funcionar como argumentos de outros operadores (chamados operadores de segunda ordem). Harris (1982, pp.74-87) identifica, na gramática do Inglês, os seguin- tes operadores de primeira ordem: 𝑂𝑛 (operadores com um argumento), 𝑂𝑛𝑛 (operadores com dois argumentos) e 𝑂𝑛𝑛𝑛 (operadores com três ou mais argumentos). Os operadores de segunda ordem (𝑂𝑜, 𝑂𝑜𝑛 e 𝑂𝑛𝑜), que são aqueles que selecionam outros predicadores como argumentos, não serão analisados neste trabalho. Já os argumentos são as demais palavras da língua, que dependem de outras pa- lavras para serem selecionadas (HARRIS, 1982, p.70). “Nos termos da gramática tradi- cional, eles são, grosso modo, nomes de significado concreto, por exemplo: livro, homem, lugar, pronomes indefinidos, alguns nomes quantificadores e outros [...] mas não nomes predicativos, como pai em 𝑂𝑛𝑛 e ideia em 𝑂𝑜 ou operadores nominalizados, como ver- dade2” (HARRIS, 1982, p.70). Apesar de Harris fazer menção somente aos operadores do Inglês, a relação de 2 Tradução minha. Do original: “In terms of traditional grammar they are roughly nouns of concrete meaning: for example book, man, place, indefinite pronouns, certain quantifier nouns [...] but not predicate nouns such as father in 𝑂𝑛𝑛 and idea in 𝑂𝑜 or nominalized operators such as truth”. Capítulo 1. Fundamentação teórica 30 dependência entre os operadores e os argumentos é um princípio universal que regula a formação de sentenças de qualquer língua natural. Essa noção de operadores e argumentos é fundamental para a proposta harrissiana e se opõe à visão das gramáticas tradicionais, que dividem as frases em sujeito e predi- cado. Para a gramática tradicional, as frases são compostas por dois constituintes básicos (o sujeito e o predicado) e a única relação entre esses constituintes é de ordem sintática, relativa à concordância do verbo com o sujeito. Em contrapartida, para a gramática trans- formacional, existem os operadores, que poderiam ser equiparados ao núcleo do predicado, e os argumentos, que equivalem às unidades lexicais que preenchem as posições sintáticas de núcleo do sujeito, do objeto direto, do objeto indireto etc. A grande motivação para a gramática transformacional desconsiderar a divisão bi- partida entre sujeito e predicado se deve ao fato de que o sujeito tem exatamente o mesmo estatuto que o objeto direto ou o objeto indireto (na nomenclatura tradicional), pois am- bos são selecionados pelo verbo3. Em outras palavras, é o verbo quem impõe restrições sintáticas e semânticas para o preenchimento da posição de sujeito e de complementos. A abordagem proposta pela gramática transformacional (e que é utilizada pelo Modelo do Léxico-Gramática) também se baseia em uma divisão bipartida dos elementos linguísticos, mas considera a relação de dependência entre os elementos de forma diferente. Em grande parte das abordagens linguísticas, convencionou-se considerar o verbo como o elemento central da predicação das frases, por exemplo, em O Zé comeu o bolo, é o verbo (comer) quem seleciona um nome humano (Zé) para a posição de sujeito e um nome de coisa comestível (bolo) para a posição de objeto. Atualmente, considera-se não apenas o verbo, mas também alguns adjetivos e nomes predicativos como os predicadores (ou operadores) das frases, pois são eles que selecionam seus argumentos, por exemplo, em Ana é elegante, é o adjetivo (elegante) quem seleciona o nome (Ana); já em Ana é de uma elegância invejável, é o nome (elegância) quem seleciona o nome (Ana). Com base na combinatória entre os operadores e os argumentos, é possível chegar à informação. A informação, segundo a Gramática Transformacional, é calculada a partir das restrições de combinatórias estruturais, transformacionais e outras. Essas restrições são um princípio geral de todos os sistemas linguísticos e são elas que permitem que se façam generalizações sobre a relação de forma e significado. Harris (1988, p.10) elenca 3 restrições básicas comuns a todas as línguas: ∙ a ordenação parcial de palavras, ou seja, a ordem em termos de prioridade de entrada das palavras na frase; ∙ a desigualdade de probabilidade de palavras dentro da ordenação parcial; 3 Referimo-nos ao verbo como predicador a título de exemplo, mas recorde-se que adjetivos e nomes predicativos também podem ser predicadores de frases. Capítulo 1. Fundamentação teórica 31 ∙ as reduções sentenciais. Conforme aponta Batista (2008, p.63), a relação de dependência entre palavras, alicerçada na relação operador/argumento, está inclusa de forma essencial nessas restri- ções. 1.1.2 A frase elementar e a noção de transformação harrissiana O conceito de frase elementar (ou frase de base) deve ser entendido não como uma estrutura linguística da parole4, mas como um conceito subjacente à expressão linguística, que faz parte da langue. As frases que Harris considerou, desde os anos 40, como kernel sentences (ou frases de base) não são, necessariamente, frases diretamente observáveis em corpus. O conceito que utilizaremos nesta tese de frase de base, no entanto, é apenas aproximativo do conceito teórico de kernel sentence, proposto por Harris (1946). As frases de base que construímos e analisamos representam a constituição básica de um predicado (contendo o predicador e seus argumentos obrigatórios). A adoção desse ponto de vista teórico justifica a utilização de exemplos construídos na matriz (ver Apêndice A), em vez de exemplos retirados de corpus, apesar de todas as construções terem sido atestadas em corpus. As questões metodológicas relativas à construção de exemplos e aos testes de aceitabilidade serão apresentadas no Capítulo 2. Às frases elementares podem ser aplicadas várias transformações para determinar a aceitabilidade ou não de alguma propriedade sintático-semântica. A noção de transfor- mação aqui adotada foi proposta por Harris (1961), no sentido de explicar processos que nos permitem descrever as relações sintáticas entre as frases. Harris trata essas transfor- mações com relação às classes de equivalência, ou seja, as transformações são relações de equivalência parafrástica, desde que preservem as mesmas restrições de seleção lexical. Dito em outras palavras, existem diversas formas de veicular a mesma informação, mas elas não afetam o sentido da frase de base. (1.1) He is the father of three children. [Ex.R] ≡ He fathered three children. [Ex.R] Usando o mesmo exemplo de Harris (1964, p.414), o nome father of (pai de) é um operador que seleciona dois argumentos (𝑂𝑛𝑛) e é do mesmo tipo do verbo fathered, que também é um operador sobre dois nomes (𝑂𝑛𝑛). Em Português, não há um verbo correspondente a to father, mas Ranchhod (1990) usa uma adaptação do exemplo para: 4 Os termos langue e parole são atribuídos a Saussure (1916), que considerava que a langue é um sistema abstrato de regras que regem a organização de uma língua, enquanto a parole seria a realização das estruturas, a materialização concreta dessas regras na fala ou na expressão linguística. Capítulo 1. Fundamentação teórica 32 (1.2) Ele é padrinho de três crianças. [Ex.R] ≡ Ele apadrinhou três crianças. [Ex.C] Esse exemplo demonstra uma relação de equivalência parafrástica entre duas for- mas da mesma frase de base. A diferença entre elas está no operador, pois, enquanto o verbo apadrinhar pode conter, na sua própria morforlogia, os afixos verbais (pessoa, número, tempo, modo e aspecto), o nome padrinho não pode, exigindo assim o verbo ser, para “carregar” essas marcas. Ao propor a análise das construções a partir de frases simples, a Gramática Trans- formacional estabelece que é necessário transformar as sentenças que compõem o corpus em sentenças simples, sem alterar o significado com que elas apareceram nos dados reais. Como as construções são retiradas de corpus, a primeira transformação a ser aplicada em todas as sentenças é a simplificação das frases complexas. Entende-se que, em um corpus com textos reais, podem aparecer diferentes tipos de frases, desde as mais simples até os mais complexos períodos compostos, portanto há a necessidade de transformar as frases complexas em frases simples constituídas de apenas um núcleo predicativo e seus argumentos obrigatórios. Para esclarecer o tipo de transformação, citemos como exemplo uma frase retirada do corpus: (1.3) David foi até ele e lhe deu um brinquedo de plástico com que as crianças estavam brincando. [Ex.R] A sentença sofreu algumas alterações: (i) apagamento da oração relativa restritiva (com que as crianças estavam brincando); (ii) apagamento da oração coordenada aditiva (David foi até ele e); e (iii) apagamento do adjunto adnominal (de plástico), pois julga-se esse tipo de informação desnecessária para a compreensão do sentido principal da frase, que passa a ser considerada em sua forma simples: (1.3a) David deu um brinquedo ao menino. [Ex.C] Pode-se notar também que foi aplicada outra transformação que se refere à subs- tituição do clítico lhe em (1.3) pelo sintagma preposicionado ao menino em (1.3a). As transformações são, em geral, operações de redução ou apagamento, para que a frase ele- mentar contenha todos – e, ao mesmo tempo, apenas – os seus elementos obrigatórios e necessários para a compreensão do predicado. À frase elementar (1.3a), podem ser aplicados outros testes para verificar a acei- tabilidade ou não de certas propriedades, como as regras transformacionais de pronomi- nalização, de apassivação, de relativização, de modalização, de apagamento do sujeito, Capítulo 1. Fundamentação teórica 33 dentre outras. Essas transformações, além de não alterarem o significado global da frase, também não alteram as restrições distribucionais da frase de base. As regras de transformações aplicáveis às frases também seguem determinados padrões, pois não é qualquer transformação que se pode aplicar às sentenças; aplicam-se apenas aquelas estritamente necessárias para o julgamento de aceitabilidade de uma ou outra propriedade sintática. A proposta de aplicar regras de transformação às frases para testar e descrever suas propriedades é o que garante o caráter experimental da pesquisa. Segundo Gross (1975, p.19), “a construção de exemplos e contraexemplos constitui a atividade experimental do linguista que verifica a teoria de certos fenômenos”5. As relações que se formam entre uma sentença e outra são relações de equivalên- cia, ou seja, elas são alteradas sintaticamente, mas mantêm uma equivalência semântica, como se pode observar pelas frases: (1.3a) David deu um brinquedo ao menino. [Ex.C] ≡ Um brinquedo foi dado ao menino por David. (apassivação) [Ex.C] ≡ David deu-lhe um brinquedo. (pronominalização do SP) [Ex.C] ≡ David deu-o ao menino. (pronominalização do SN) [Ex.C] As duas primeiras frases exemplificam a mudança da frase na voz ativa para a voz passiva, ou o inverso. Essas transformações são chamadas, respectivamente, de apassiva- ção da voz ativa e ativização da voz passiva, e podem ser assim formalizadas: 𝑁0 𝑉 𝑁1 prep 𝑁2: David deu um brinquedo ao menino. 𝑁1 𝑉𝑠𝑒𝑟 𝑉 𝑝𝑎𝑟𝑡 prep 𝑁2 prep 𝑁0: Um brinquedo foi dado ao menino por David. Na transformação de ativa para passiva, os elementos 𝑁0 e 𝑁1 mudaram de posi- ção sintática, mas permaneceram com os mesmos papéis temáticos: AGENT-GIVER (David), OBJECT-GENERIC (brinquedo) e RECIPIENT (menino). Foram ainda acrescentados: o verbo ser, a terminação de particípio ao verbo principal e a preposição por antecedendo o argu- mento AGENT-GIVER, que funciona como agente da passiva. As transformações foram propostas inicialmente por Harris (1961) como relações orientadas, por exemplo, da ativa para a passiva ou, no caso das nominalizações, da construção verbal para a construção nominal. 5 Tradução minha. Do original: “La construction d’exemples et de contre-exemples constitue l’activité expérimentale du linguiste qui vérifie la théorie de certains phénomènes” (GROSS, 1975, p.19). Capítulo 1. Fundamentação teórica 34 (1.4) He studies eclipses. → He makes studies of eclipsis. [Ex.R] Ele estuda eclipse. → Ele faz estudos sobre eclipse. [Ex.C] (1.5) He loves Italy. → He is in love with Italy. [Ex.R] Ele adora a Itália. → Ele tem uma adoração enorme pela Itália. [Ex.C] O que indica a orientação das relações é a orientação da seta (→). Essa relação unidirecional foi proposta por Harris, em 1968, e foi retomada em 1976, mas as transfor- mações passaram a ser vistas como relações não-orientadas, ou seja, não é necessariamente a ativa que dá origem à passiva ou vice-versa; as duas frases são equivalentes. Conforme aponta Ranchhod (1990), as frases transformadas passaram a ser ligadas por relações de equivalência (de tipo algébrico), não-orientadas, que são representadas pela seta bidireci- onal (←→). 1.1.3 As transformações unárias Apesar de muitas descrições da gramática transformacional lidarem com frases complexas e com as transformações binárias, neste trabalho seguiremos a abordagem do Léxico-Gramática, que optou por descrever somente frases simples (ou frases elementares) e suas transformações unárias. São consideradas transformações unárias aquelas que incidem sobre uma frase ele- mentar originando sempre uma outra frase elementar, ou seja, que alteram a frase de base, tais como a apassivação, a reestruturação dativa (LECLÈRE, 1995, pp.179-198), a per- muta de comprimento (HARRIS, 1976, pp.148-149), a pronominalização, a desfinitização (CASTELEIRO, 1981, pp.245-265), a extração (GROSS, 1981, p.19) e o apagamento de elementos. Por outro lado, são consideradas transformações binárias aquelas que combi- nam duas estruturas elementares para dar origem a uma estrutura complexa, que é uma outra frase resultante da combinação das duas formas frásicas simples iniciais, tais como as coordenações e as subordinações. Para as construções que pretendemos descrever neste trabalho, considera-se que não há diferenças entre as frases simples e as frases complexas. Na verdade, a adoção de frases complexas poderia acrescentar “ruídos” ou outros elementos indesejáveis para a análise, tirando o foco das estruturas realmente necessárias. Outra razão para a escolha de frases simples como objeto de análise se justifica pelo princípio da recursividade linguística. Gross (1975, p.17-18) realizou cálculos sobre a quantidade de possibilidades de construções frásicas em dada língua, considerando um vocabulário ínfimo de 20.000 palavras e chegou à conclusão de que um falante é capaz de produzir 1.050 frases com 20 palavras cada. Se a possibilidade de produção de frases simples se aproxima de 1.050, esse número chegaria próximo do infinito se fossem levadas em conta as frases complexas (períodos compostos). Capítulo 1. Fundamentação teórica 35 Seguindo, portanto, a mesma opção teórica e metodológica do Léxico-Gramática, consideraremos como objeto de análise linguística a frase de base (ou frase elementar), constituída de sujeito, verbo e complementos essenciais (quando houver). A estrutura sintática das frases é assim determinada especialmente pelas propriedades combinatórias do léxico que as constitui, ou seja, existe uma estreita relação entre os níveis lexical, sintático e semântico. Todas as transformações unárias seguem um princípio geral, identificado por Gross (1975, p.27) como princípio da invariância morfêmica, segundo o qual os morfemas da frase que sofreu transformação devem se assemelhar aos morfemas da frase-base que foi transformada. Em outras palavras, quando duas frases que possuem o mesmo sentido es- tão relacionadas por alguma transformação, os morfemas semanticamente plenos (verbos, substantivos e adjetivos, por exemplo) devem ser os mesmos nas duas frases. Os únicos morfemas que aceitam variação são os morfemas presos e dependentes, tais como os afi- xos, as desinências, as preposições etc. As frases podem variar quanto a aspectos formais, estruturais ou até morfológicos, mas os morfemas livres, que constituem o elemento prin- cipal da significação, não variam. O princípio da invariância morfêmica será, em larga escala, adotado neste trabalho. 1.2 O modelo do Léxico-Gramática As gramáticas tradicionais do Português costumam adotar uma abordagem gra- matical bastante antiga, baseada na classificação dos elementos linguísticos em categorias independentes e autônomas. A proposta do Léxico-Gramática vai de encontro a essa vi- são, por considerar que todos os níveis estão integrados e devem ser analisados de forma conjunta, numa perspectiva em que o léxico, a morfologia, a sintaxe e a semântica não são concebidos como componentes independentes e autônomos, mas como uma rede em que tais elementos se instauram mutuamente. O modelo do Léxico-Gramática foi proposto por Gross (1968, 1975) e tem suas ba- ses no Distribucionalismo e no modelo Transformacional de Harris (1955, 1961), abordado na Seção anterior. O nível de representação proposto pela gramática transformacional foi submetido a trabalho experimental de linguistas e cientistas da Computação por vários anos e para várias línguas. A validação dos trabalhos experimentais para uma grande quantidade de dados em várias línguas nos permite afirmar que o Modelo do L-G não é apenas uma metodologia, mas um Modelo Teórico-Metodológico. A despeito de outras designações para o modelo do Léxico-Gramática, como, por exemplo, teoria, abordagem, gramática ou método, adotaremos a designação “Modelo do Léxico-Gramática”, por considerarmos que o L-G seja, ao mesmo tempo, uma proposta teórica e metodológica, ou seja, uma representação capaz de relacionar noções teóricas Capítulo 1. Fundamentação teórica 36 mais gerais com procedimentos experimentais de cada língua. A ideia proposta pelo modelo é de criar uma “gramática do léxico”. Assim, parte- se dos verbos (ou outros elementos predicativos, tais como adjetivos e substantivos) e descrevem-se as propriedades sintáticas e semânticas das frases de base de uma língua. Proposto inicialmente para o Francês, o Léxico-Gramática6 vem ganhando espaço no qua- dro teórico de descrição de várias outras línguas, tais como Italiano, Espanhol, Português, Romeno, dentre outras. A ideia introduzida por Gross (1968, 1975, 1981) de conjugar léxico e gramática na análise e descrição das línguas parte do princípio de que os elementos lexicais podem se combinar gramaticalmente de formas bastante específicas, ou seja, nem todo item lexical pode ocupar qualquer posição sintática, devendo adequar-se a determinadas restrições semânticas que a sintaxe lhe impõe, e a restrições sintáticas que a semântica lhe impõe. Essa ideia decorre da segunda restrição básica de Harris (1988, p.10), em relação à de- sigualdade de probabilidade de palavras dentro da ordenação parcial, segundo a qual as combinatórias entre as palavras não são definidas de forma aleatória nem equiprovável. Tome-se a palavra corrida como exemplo. Assim como vários outros itens lexicais de qualquer língua, a palavra corrida pode apresentar diferentes significados dependendo do contexto linguístico no qual está inserida. Observe-se, portanto: (1.6) Diógines Alves ainda pagou a corrida do taxista. [Ex.R] (1.7) Dia 31 de dezembro acontecerá a corrida de São Silvestre. [Ex.R] (1.8) Tenho uma vida muito corrida. [Ex.R] (1.9) Dica de como aplicar massa corrida na parede. [Ex.R] (1.10) O jogador do São Paulo deu uma corrida para manter a forma. [Ex.R] A mesma forma lexical corrida deve ser classificada morfossintaticamente de ma- neiras diferentes porquanto seus significados também se diferenciem. Conforme atesta Ranchhod (1993, p.110), “as palavras isoladas contêm em si mesmas certas potenciali- dades semânticas, mas só adquirem uma significação precisa se combinadas com outras numa forma sintaticamente adequada”. Apesar de o Léxico-Gramática não ter surgido no escopo de uma teoria, identifica- mos (RASSI, 2008) alguns princípios téoricos básicos que regem todos os procedimentos experimentais de descrição de língua nos moldes do L-G. Nas subseções seguintes, são apresentadas três premissas em que se fundamenta o Modelo do L-G. 6 A proposta foi um empreendimento de laboratórios e grupos de pesquisas que constituem a rede RELEX. Grande parte do trabalho prático desse modelo foi desenvolvido pelos integrantes do LADL (Laboratoire d’Automatique Documentaire et Linguistique), que fizeram a coleta, análise e classificação de verbos, descrevendo-os nos moldes de tábuas do L-G, inicialmente em Francês. Capítulo 1. Fundamentação teórica 37 1.2.1 Premissa 1: Cada unidade lexical tem uma gramática própria O modelo do L-G defende que, dentro da gramática da língua, existe uma gramá- tica própria para cada item lexical, e o trabalho do linguista, nesse sentido, é descrever cada uma dessas gramáticas. Considere-se, por exemplo, a diferença entre os verbos mor- rer e falecer. Ambos possuem significados semelhantes, mas cada um tem uma gramática própria: (1.11) (A planta + O Pedro) morreu. [Ex.C] (1.12) (*A planta + O Pedro) faleceu. [Ex.C] Considera-se que cada unidade lexical possui uma gramática própria porque impõe restrições de seleção específicas ao preenchimento lexical de seus argumentos. O verbo morrer admite como sujeito qualquer entidade viva, incluindo pessoas, animais e plantas, ou ainda metaforicamente admite entidades abstratas (e.g. A esperança morreu), ao passo que o verbo falecer somente admite nomes humanos ou humanizados na mesma posição. Cada item lexical da língua age e funciona de forma específica, seguindo determi- nados comportamentos. A aceitabilidade ou inaceitabilidade das construções linguísticas é determinada pelo funcionamento de cada item lexical ou expressão da língua. As primeiras investigações sistemáticas da gramática do léxico das línguas naturais permitiram determinar a complexidade da distribuição de suas propriedades formais; e essa complexidade cresce progressivamente, na medida em que aumenta o número de estudos sobre os elementos do léxico (GROSS, 1975). Gross (1981, p.10), referindo-se ao L-G dos predicados verbais em Francês, ressalta que “uma comparação entre as linhas dessa matriz revela que elas são todas diferentes par a par, ou seja, que não existem dois verbos com o mesmo conjunto de propriedades sintáticas”7. Ressalte-se ainda que essa premissa não impede que as unidades lexicais ou as construções linguísticas sejam agrupadas em classes. A classificação que se faz é apenas um agrupamento aproximativo dos elementos, com base em suas características ou pro- priedades mais proeminentes. Os verbos correr e disparar, por exemplo, parecem muito semelhantes tanto do ponto de vista sintático quanto semântico e, por isso, certamente seriam classificados num mesmo grupo, porém suas construções não são idênticas. Uma prova de que cada uma dessas lexias possui uma gramática própria é que é possível cons- truir Rui correu os olhos pelo documento, mas não *Rui disparou os olhos pelo documento. A premissa de que cada unidade lexical tem uma gramática própria, segundo Vale (2001), acarreta uma diferença metodológica fundamental: ao invés do método hipotético- 7 Tradução minha. Do original: “Une comparaison des lignes de cette matrice révèle qu’elles sont tou- tes différentes deux à deux, c’est-à-dire qu’il n’exist pas deux verbes ayant le même ensemble des propriétés syntaxiques” (GROSS, 1981, p.10). Capítulo 1. Fundamentação teórica 38 dedutivo preconizado pela Gramática Gerativa, o Léxico-Gramática assume claramente uma postura taxonômica. Assim, a taxonomia torna-se um meio para encontrar as regu- laridades da língua. 1.2.2 Premissa 2: A unidade mínima de análise é a frase elementar Gross (1975) considera, no modelo do L-G, que a unidade mínima de análise gra- matical deve ser a frase elementar, e não uma palavra ou um morfema. Essa opção teórica é justificada por dois argumentos: i) o estudo de uma palavra isolada priva o descritor da possibilidade de avaliar aceitabilidades, portanto, a palavra deve estar inserida numa frase para que possa ser analisada; ii) numa frase elementar, o contexto remove muitas vezes a ambiguidade da palavra isolada. A esse respeito, Lamiroy (1998, p.10) explica que “Uma das ideias fundamentais do Léxico-Gramática é ligar a frase elementar e o léxico, pela simples razão de que as entradas lexicais instauram seus satélites de modo mais evidente nos contornos de uma frase simples”8. Uma palavra isolada nem sempre é passível de interpretação unívoca, pois o signi- ficado de uma palavra só pode ser determinado pela vizinhança em que ela se encontra. Um exemplo simples é o do verbo bater, cujos empregos são determinados pelo tipo de ar- gumentos que o acompanha, bem como pelas restrições distribucionais ao preenchimento lexical dessas posições sintáticas: (1.13) O Rui bateu na porta. [Ex.C] (1.14) O Rui bateu na Ana. [Ex.C] Em (1.13), o verbo bater seleciona um nome humano (O Rui) para a posição de sujeito e um nome não-humano (na porta) para a posição de complemento, que é introduzido pela preposição em, ao passo que, em (1.14), o verbo bater seleciona um nome humano (O Rui) para a posição de sujeito e outro nome humano (na Ana) para a posição sintática de complemento, também introduzido pela preposição em. O que distingue os sentidos do verbo bater, como ‘knock’ em (1.13) e como ‘hit’ em (1.14), são as restrições de seleção dos argumentos. Gross (1981, p.21) acrescenta ainda que: Por convenção, as unidades de base do significado seriam realizadas pelas frases simples. A descrição semântica consistiria, portanto, em decompor as frases complexas segundo as frases simples de base, por isso não é 8 Tradução minha. Do original: “Une des idées fondamentales du lexique-grammaire est en effet de lier phrase élémentaire et lexique, pour la simple raison que les entrées lexicales étalent leurs satellites de façon la plus évidente dans contourns de la phrase simple” (LAMIROY, 1998, p.10). Capítulo 1. Fundamentação teórica 39 diferente da descrição sintática (Gross 1978). Essa posição é a de Harris (1968, 1976, 1978), que ela dificilmente poderia ser posta em causa senão se os métodos sintáticos se revelassem importantes para reduzir frases complexas em frases simples9. 1.2.3 Premissa 3: Os testes de aceitabilidade são feitos com recurso massivo à introspecção No que se refere à obtenção dos dados linguísticos a serem descritos, há duas formas possíveis na literatura: (i) recorrendo-se a corpus; e (ii) por meio da introspecção, ou seja, o conhecimento linguístico do falante. Segundo Laporte (2015), ambas são úteis já que elas abarcam dois aspectos da realidade e uso linguístico. A utilização de corpora é importante para as formas que poderiam passar despercebidas pelo conhecimento do linguista, enquanto a introspecção é necessária para distinguir entre formas raras e aquelas que não estão em uso. As duas formas (introspecção e observação em corpus) serão usadas neste trabalho para recensear os dados. Por outro lado, no que se refere ao julgamento de aceitabilidade das frases, o L-G requer um recurso massivo à introspecção. Gross (1975, p.27) considera que a utilização apenas de corpus não permite uma análise fina da aceitabilidade das construções, pois pode não aparecer no corpus algum tipo frásico que existe na língua. Nesse sentido, é recomendável o uso da introspecção do linguista nativo. “A aceitabilidade é então uma noção muito complexa, que abrange as intuições de forma e de sentido, e que depende de inúmeros fatores culturais”10 (GROSS, 1975, p.23). O julgamento daquilo que se considera aceitável ou inaceitável na língua depende de dois critérios básicos: (i) a frase deve ser pronunciável; e (ii) a frase deve ser imediata- mente interpretável. Esse segundo critério permite que façamos paráfrases com elementos linguísticos semelhantes, a fim de comparar as estruturas. O fato de ser imediatamente interpretável não exclui os casos de ambiguidade de interpretação; pelo contrário, uma mesma frase pode ter diversos significados, e todas essas construções serão aceitáveis, desde que sejam pronunciáveis e imediatamente interpretáveis. Laporte (2015) reformula o conceito de aceitabilidade, dizendo que: “Para ser acei- tável, uma forma tem que ser significativa. Quando linguistas julgam a aceitabilidade de 9 Tradução minha. Do original: “Par convention, les unités de base du sens seraient portées par ces phrases simples. La description sémantique consisterait donc à décomposer les phrases complexes selon les phrases simples de base, elle ne différerait donc guère de la description syntaxique (Gross 1978). Cette position est celle de Harris 1968, 1976, 1978, elle ne pourrait guère être remise en cause que si les méthodes syntaxiques s’avéraient impuissantes à réduire les phrases complexes à des phrases simples” (GROSS, 1981, p.21). 10 Tradução minha. Do original: “L’acceptabilité est une notion très complexe qui comporte des intui- tions de forme et de sens, et qui dépend de nombreux facteurs culturels” (GROSS, 1975, p.23). Capítulo 1. Fundamentação teórica 40 uma forma, eles julgam a probabilidade de aquela forma ser usada em algum contexto para veicular informação”11. O autor ainda complementa que: A aceitabilidade é uma forma simplificada de probabilidade: uma sequência inaceitável é improvável de ocorrer, seja no discurso ou em qualquer outro lugar. Considerando- se que as probabilidades pertencem a uma escala contínua, a realidade linguística é mais complexa do que qualquer coisa que uma visão binária de aceitabilidade pudesse sugerir. Na prática, não há nenhuma maneira de medir a probabilidade de qualquer sequência em uma língua12 (LAPORTE, 2015). Apesar dos problemas conceituais relacionados ao termo aceitabilidade, este ainda é o critério científico mais utilizado pelo Modelo do L-G. Ademais, o julgamento das aceitabilidades deve ser feito com recurso massivo à introspecção, sem descartar o uso de corpus. A noção de introspecção também é um conceito importante para a linguística teórica e não se confunde com a noção de intuição ou “achismo”. Conforme aponta Laporte (2015), a tarefa empírica de coletar dados introspectivamente segue sistematicamente procedimentos formais controlados. Não se pode confundir a noção de aceitabilidade com a concepção de gramaticali- dade porque essa segunda lida com o que é considerado certo e errado pelas gramáticas normativas, enquanto a aceitabilidade diz respeito às leis que regem a competência do fa- lante. Dessa forma, um falante nativo seria capaz de dizer Eu lavei as vasilhas sujas, mas certamente não diria, em condições normais, *Vasilhas as eu lavou suja, que é considerada uma frase inaceitável porque, apesar de pronunciável, não é imediatamente interpretável. O conceito de (in)aceitabilidade é fundamental para o L-G porque é esse conceito que delimita o objeto de estudo: só podem ser analisadas e descritas as construções que, de fato, existem na língua. Há na literatura trabalhos que se basearam no Modelo teórico-metodológico do Léxico-Gramática, porém optaram por utilizar apenas corpus para validar os exemplos (RADIMSKY, 2011, p.181): “o «teste de aceitabilidade», considerado como o principal meio de verificação por Gross (1975, p.19-22), foi susbstituído por um recurso sistemá- tico a grandes corpora, o Corpus Nacional Tcheco”13. Apesar dos resultados satisfatórios apresentados pelo autor, ainda assim consideramos que nem todas as possibilidades de construções linguísticas estão no corpus, por maior que ele seja. 11 Tradução minha. Do original: “To be acceptable, a form must be meaningful. When linguists assess the acceptability of a form, they assess the probability that it might be used in some context to convey information” (LAPORTE, 2015). 12 Tradução minha. Do original: “Acceptability is a simplified form of probability: an unacceptable sequence is unlikely to occur, whether in discourse or anywhere else. Since probabilities belong to a continuous scale, linguistic reality is more complex than anything a binary view of acceptability might suggest. In practice there is no way to measure the probability of any sequence in a language” (LAPORTE, 2015). 13 Tradução minha. Do original: “«test de l‘acceptabilité», considéré comme le moyen principal de vérification par M. Gross (1975: 19-22), a été remplacé par un recours systématique aux grands corpus, le Corpus national tchèque en l‘occurrence” (RADIMSKY, 2011, p.181). Capítulo 1. Fundamentação teórica 41 Seguindo a abordagem geral proposta pelo Léxico-Gramática, os dados lexicais a serem analisados nesta pesquisa serão retirados de corpus, porém a verificação de aceitabi- lidade passará também pelo crivo introspectivo da pesquisadora. Em suma: (i) recorre-se a corpus para recensear os dados linguísticos ou o fenômeno a ser descrito; (ii) propõe-se a análise e descrição das entradas lexicais a partir da aplicação de regras de transformação sintática às frases simples; e, por fim, (iii) verifica-se a aceitabilidade ou inaceitabilidade das frases. Neste capítulo, apresentamos as duas principais teorias que norteiam esta pesquisa: a teoria transformacional e o Modelo teórico-metodológico do Léxico-Gramática. A teoria transformacional dá as bases para o sugimento do Léxico-Gramática, a partir dos conceitos de operadores e argumentos, das restrições de seleção que o operador impõe aos seus argumentos e das noções de frase elementar e de transformação. A partir dessa teoria, surge então o Modelo do L-G, que é ao mesmo tempo uma teoria e uma metodologia de descrição de línguas, que parte de três premissas fundamentais. São elas: (i) cada unidade lexical de uma língua possui sua própria gramática, ou seja, funciona de um modo particular na combinação com os outros elementos da língua; (ii) a unidade mínima de análise linguística deve ser a frase simples, que é constituída por um predicador e os argumentos essenciais que ele seleciona; e (iii) os testes para verificar a aceitabilidade de determinada construção ou fenômeno devem ser feitos usando a introspecção do linguista falante nativo da língua a ser descrita. A parte teórica do Modelo do L-G foi descrita neste capítulo. A parte que concerne à metodologia do L-G, bem como toda a metodologia utilizada nesta tese, será apresentada no capítulo seguinte. 42 2 Princípios e procedimentos metodológicos Esta Seção apresenta: (i) o corpus utilizado para a obtenção dos dados (Seção 2.1); (ii) as ferramentas computacionais de auxílio ao recenseamento, processamento e análise das ocorrências (Seção 2.2); (iii) os procedimentos experimentais utilizados na análise (Seção 2.3); (iv) o modelo de formalização dos dados em matrizes (Seção 2.4); e (v) a proposta metodológica para a integração dos predicados nominais com o verbo dar em um parser (Seção 2.5). As construções foram recenseadas a partir de três fontes diferentes (Seção 2.1): um corpus com textos reais (Subseção 2.1.1), uma lista de colocados em vários corpora (Subseção 2.1.2) e uma lista pré-construída de Npred (Subseção 2.1.3). Para a extração dos dados do corpus em textos reais, utilizamos a ferramenta Unitex (Seção 2.2.1). Para o recenseamento dos colocados do verbo dar em vários corpora, utilizamos o AC/DC1. Para a análise das propriedades de algumas construções, utilizamos, além da introspecção, o concordanciador WebCorp, que usa a web como corpus (Seção 2.2.2). Após o recenseamento dos colocados de dar, construímos frases simples para cada uma das construções encontradas, para que se pudesse proceder à análise de suas proprie- dades. Em seguida, separamos as construções em diferentes classes (ver Parte I), com base em suas propriedades sintáticas e semânticas. A análise propriamente dita fundamenta-se nos princípios teóricos e metodológicos do Léxico-Gramática (GROSS, 1975, 1981), que tem como base a frase simples. A análise foi feita com base nas propriedades formais, distribucionais e transforma- cionais das construções (Seção 2.3), e a descrição dessas propriedades foi feita em matrizes binárias, que é a formalização proposta pelo Modelo do L-G (Seção 2.4). Maurice Gross (1975) considerava “falhas” as tentativas de formalização das regras gramaticais anteriores justamente porque aquelas propostas não previam a relação intrínseca que existe entre o léxico e a gramática que o descreve, por isso, propôs a metodologia do L-G, que tem como pano de fundo os procedimentos experimentais da gramática transformacional de Zellig Harris (1961, 1964, 1968). Vale ressaltar que, mesmo que se tenha adotado corpora para a obtenção dos dados, é possível mesclar essa metodologia com o método introspectivo de análise. Algumas vezes, criam-se hipóteses que podem ser comprovadas por meio de exemplos construídos, ou seja, que não foram retirados do corpus, porém já têm seu uso consagrado na língua. As duas abordagens serão usadas simultaneamente para garantir uma descrição mais completa e abrangente do objeto de estudo. 1 Disponível para consulta em: http://www.linguateca.pt/ACDC/. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 43 Por fim, apresentaremos também uma proposta de integração dos predicados nomi- nais formados pelo verbo-suporte dar e um nome predicativo no parser XIP (MOKHTAR; CHANOD; ROUX, 2002), que é o analisador sintático usado na cadeia de processamento do Português STRING (MAMEDE et al., 2012). Na Seção 2.5, apresentaremos brevemente a metodologia utilizada para a integração desses dados no XIP, porém os resultados da tarefa, bem como a avaliação da performance do sistema, serão apresentados na Parte III. 2.1 Obtenção dos dados Os dados a serem analisados neste trabalho são provenientes de 3 fontes distintas, que constituem nosso corpus: (i) o corpus PLN.Br Full; (ii) uma busca por frequência dos colocados do verbo dar nos corpora disponíveis no AC/DC para o Português Brasileiro; e (iii) uma lista de nomes predicativos do Português Europeu (VAZA, 1988). Cada uma das fontes será descrita nas próximas subseções. 2.1.1 Corpus PLN.Br Full As ocorrências do verbo dar foram buscadas inicialmente no corpus PLN.Br Full, um resultado da criação do Portal de Corpus (MUNIZ et al., 2007), com cooperação multi-institucional (USP, UFSCar, Unisinos, PUC-RS, PUC-Rio, Mackenzie University, UNESP). O PLN.Br Full é um grande corpus do gênero informativo, subgênero jornalís- tico, que já gerou dois subcorpus: o PLN.Br Categ e o PLN.Br Gold, e foi anotado por um grupo de pesquisadores do Núcleo Interinstitucional de Linguística Computacional (BRUCKSCHEN et al., 2008). Atualmente esse corpus conta com 103.080 mil textos da Folha de São Paulo, um dos principais jornais brasileiros, e 29.014.089 tokens, dos anos de 1994 a 2005. Os doze anos do jornal (1994-2005) foram agrupados em um único arquivo para facilitar o processamento. Utilizando-se a ferramenta Unitex (ver Seção 2.2.1), constatou-se que o corpus apresenta 66.798 ocorrências (tokens) de dar, conjugado ou não, em todas as formas do lema. Todas essas ocorrências foram conferidas manualmente, uma a uma, a fim de proceder a uma primeira etapa de classificação. Para essa primeira etapa, foram consideradas 3.560 construções diferentes (types) com o verbo dar, as quais foram, posteriormente, distribuídas em diferentes classes (classe dos nomes predicativos associados ao verbo-suporte, classe dos nomes predicativos asso- ciados ao verbo-operador causativo, classe das expressões fixas, dentre outras). Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 44 2.1.2 Lista de colocados no AC/DC Além do PLN.Br Full, utilizamos também o projeto Acesso a Corpus/ Disponibi- lização de Corpus (AC/DC), da Linguateca, que permite buscas rápidas pela distribuição dos lemas de nomes associados ao lema do verbo dar. Uma das vantagens em consultar as ocorrências pelo AC/DC consiste no fato de que é possível buscar a expressão ou padrão que se deseja em vários corpora ao mesmo tempo, ou especificar apenas corpus de uma das variantes do Português. Para proceder à consulta, testamos dois tipos de buscas, utilizando duas expres- sões regulares diferentes: (i) [lema=“dar”]@[pos=“N.*”], que busca o substantivo imedi- atamente subsequente ao verbo dar, flexionado ou não, o que resultou em 1.717 lemas diferentes (types); e (ii) [lema=“dar”] [ ]{0,3} @[pos=“N.*”], que também busca o subs- tantivo que ocorre após o verbo dar, mas admitindo uma janela de 0 até 3 palavras entre eles. Como resultado da busca da segunda expressão regular, obtivemos 2.452 lemas de substantivos2, utilizando os mesmos corpora. Decidimos por adotar a segunda listagem, por prover mais dados da língua. As buscas das duas expressões regulares foram feitas em todos os corpora exclusiva- mente do Português Brasileiro, disponíveis no AC/DC, a saber: AmostRA-NILC (98.633 tokens), ANCIB (1.257.109 tokens), Corpus Brasileiro (977.944.871 tokens), C-Oral-Brasil (263.396 tokens), ECI-EBR (723.995 tokens), FrasesPB (19.162 tokens), OBras (1.201.787 tokens), ReLi (134.027 tokens) e NILC/São Carlos (32.461.799 tokens). Listados por frequência, os 2.452 nomes foram analisados e, posteriomente, classi- ficados (ver Parte I). 2.1.3 Lista de Npred em PE Para a Parte II, que trata especificamente das construções nominais com o verbo- suporte dar e um nome predicativo, utilizamos também uma lista com 1.466 nomes pre- dicativos que ocorrem com o verbo-suporte dar em Português Europeu (VAZA, 1988). Nem todos aqueles, no entanto, existem em Português Brasileiro; citem-se como exemplos os nomes marrada, rapadela, tareia, turra, tau-tau, zaragata, dentre vários outros. Da intersecção entre as listas de Npred em PB (retiradas manualmente do corpus PLN.Br Full e do AC/DC - ver Subseção 2.3.2) e PE (retiradas da lista de Vaza (1988)), cerca de 520 pertenciam às duas variantes. Alguns Npred que constavam da lista de Vaza (1988) foram desconsiderados por não se tratarem de nomes predicativos, como por exemplo dar à-vontade, ou nomes que, apesar de serem predicativos, ocorrem com o 2 Vale ressaltar que o AC/DC restringe a busca por distribuição de lemas em, no máximo, mil formas diferentes do lema por corpus. Isso significa que, para os dois corpora mais extensos da coleção - Corpus Brasileiro e NILC/São Carlos - o AC/DC não retorna todos os resultados, mas apenas os 1.000 mais frequentes, o que pode ter nos privado de encontrar alguns nomes com baixa frequência. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 45 verbo dar em construções causativas, como dar alegria, alergia, medo, etc., os quais serão analisados no Capítulo 5, mas não como nomes predicativos de frases de base. Outros Npred, que, sob o julgamento da pesquisadora, não pertenciam à variante brasileira, foram consultados na web, em páginas com extensão .br, utilizando-se os motores de busca Yahoo e Google. Aqueles que pertenciam ao PB, foram inseridos na base de dados. Recorremos ao ViPEr (BAPTISTA, 2012), que é o Léxico-Gramática das constru- ções verbais do Português Europeu, para encontrar candidatos de verbos que poderiam ser nominalizados em -da, tais como andada, corrida, passeada etc. A versão consultada do ViPEr (versão 1.3.6) conta com cerca de 6.300 verbos, dos quais cerca de 500 admitem nominalização em -da. Dessa forma, alguns Npred que não haviam sido encontrados no corpus PLN.Br Full, associados ao verbo dar, tais como programada, progredida e prolife- rada, foram acrescentados à lista de nomes predicativos a serem descritos. 2.2 Ferramentas de busca e processamento 2.2.1 A ferramenta Unitex Para recensear todas as ocorrências do verbo dar, foi utilizada a ferramenta Unitex 3.1 Beta, que permite a busca e o processamento de qualquer lexia em grandes corpora em tempo real. As informações linguísticas estão disponíveis no Unitex por meio de dicionários eletrônicos e gramáticas, representados por autômatos de estados finitos. O Unitex dispõe de dicionários eletrônicos de todas línguas em que ele funciona (Inglês, Finlandês, Francês, Alemão, Grego, Coreano, Italiano, Norueguês, Polonês, Por- tuguês Brasileiro, Português Europeu, Russo, Espanhol, Sérvio e Tailandês). A ferramenta faz distinção entre palavras simples e compostas, e entre formas canônicas (lematizadas) e as formas flexionadas. Além disso, os dicionários também contêm informações morfo- lógicas e sintáticas, tais como categorias gramaticais (part-of-speech - POS) e etiquetas morfológicas de lema, gênero, número, grau, pessoa, tempo e modo. A partir do comando , o programa recenseia todas as ocorrências das formas flexionadas do verbo dar. Um dos problemas inerentes a essa busca é que o Unitex não faz análise sintática para etiquetar as POS, o que pode gerar uma grande quantidade de informações desnecessárias para esta pesquisa. Das 66.798 ocorrências de dar no corpus, cerca de 30.000 não deveriam ser classificadas como verbos, e sim como substantivo, preposição ou pronome, tais como nos exemplos seguintes: (2.1) A história deste país provou que a indexação salarial não protege o poder de compra. [Ex.R] (2.2) Apesar de não haver dados oficiais até o início da noite, (...) [Ex.R] Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 46 (2.3) Nada havia que descortinasse a vida desse grupo social. [Ex.R] (2.4) Três garotas, que irão em breve ao ar, batizadas de Dá, Dá e Dá. [Ex.R] (2.5) Carlos Alberto Spinelli, morador da Barra e dono da DerTee Laden. [Ex.R] Em (2.1), a forma deste, que é uma contração da preposição de com o pronome demonstrativo este, confunde-se com a forma verbal deste na segunda pessoa do singular (tu) do pretérito perfeito do indicativo. O substantivo dados, em (2.2), tem a mesma forma do verbo dar no particípio plural. Já a forma desse, em (2.3), que é a junção da preposição de com o pronome demonstrativo esse, confunde-se com a forma verbal desse, na primeira e terceira pessoas do singular (eu e ele) no pretérito imperfeito do subjuntivo. A forma Dá, usada em (2.4) como nome próprio, confunde-se com a forma verbal dá, na terceira pessoa do singular do presente do indicativo. Por fim, a forma Der, que também é usada como nome próprio de empresa, em (2.5), é homônima da forma der da primeira e terceira pessoas do singular (eu e ele) no futuro do subjuntivo. A análise para a seleção do que é verbo e descarte daquilo que não o é foi feita manu- almente, conferindo caso a caso. Dentre as ocorrências que o Unitex retornou, encontram- se também formas verbais compostas – ou locuções verbais – tais como vem dando, foram dados, tinha dado, se fossem dados, etc., o que garante a eficácia da ferramenta na tarefa de reconhecimento das formas flexionadas de dar, pois o Unitex é capaz de recuperar todas essas ocorrências. O Unitex permite também a construção de grafos, que podem ser usados para fazer buscas por padrões sintáticos ou por combinações de padrões lexicais. Os grafos são um tipo de representação formal utilizado em abordagens estruturais para a descrição de línguas e é também um recurso disponível no Unitex. A seguir, apresenta-se um exemplo de grafo do Unitex: Figura 1 – Exemplo de grafo produzido no Unitex Fonte: Elaborado pela autora Os grafos são autômatos de estados finitos e são lidos da esquerda para a direita: a seta mais à esquerda indica o primeiro estado do grafo e o quadrado dentro de um círculo (mais à direita) indica o estado final. Entre os estados inicial e final, existem vários estados Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 47 intermediários, que são representados pelas caixas (retângulos horizontais). Os caminhos entre um estado e outro são indicados por meio de linhas e setas. Esse grafo em específico descreve as regras de abreviação de marcadores discursi- vos, tais como ou seja, isto é e por exemplo. O grafo possui quatro caminhos: o primeiro deles busca pela letra “p”, seguida de ponto final (p.), que deve ser imediatamente se- guido da sequência “ex.”. Depois o grafo segue para o estado final, indicado pelo quadrado dentro do círculo. O segundo caminho também possui dois estados intermediários, a fim de cobrir expressões como “i.e.”; e assim ocorre com os outros caminhos do grafo. Pelo Unitex, também se pode intersectar os grafos de referência com tabelas de da- dos, como por exemplo, as tabelas do L-G, e gerar automaticamente grafos de resultados, que instanciam os dados das tabelas nos grafos. A forma como esse recurso foi utilizado no âmbito desta tese será explicado, pormenorizadamente, no Capítulo 12. 2.2.2 O concordanciador WebCorp Live Após a seleção de todo o material linguístico a ser analisado, foi necessário con- sultar as propriedades formais e distribucionais das construções, bem como verificar as transformações que as frases admitem. Como algumas dessas propriedades ou transfor- mações não se verificavam no corpus PLN.Br Full, recorremos também à web, por meio do concordanciador WebCorp Live3, para atestar os usos em uma quantidade maior de dados. O WebCorp (The Web as a corpus) é um conjunto de ferramentas que permite o acesso à World Wide Web como um corpus voltado à busca de informação linguística. O WebCorp oferece basicamente dois tipos de busca: simples e avançada. A busca simples inclui os campos: keyword (palavra-chave ou palavra de busca), seleção do buscador, sen- sitive case (seleção de palavras iniciadas por maiúsculas ou minúsculas), span (extensão do contexto da palavra-chave, isto é, se queremos 4, 5, 6 ou mais palavras à esquerda e à direita da palavra de busca), e a língua sobre a qual queremos obter informações. A busca avançada (advanced options), por sua vez, oferece outros filtros, além dos incluídos na busca simples: domínio na web (.br, .es; .uk, .it, etc.), sites populares e área ou tema (word filter) relacionado à busca. Por exemplo, para buscar informações sobre o uso do nome cadeira somente no Português Brasileiro podemos inserir o domínio .br, excluindo, assim, a busca de textos escritos nos demais domínios de topo associados a países de Língua Portuguesa. A proposta do WebCorp é basicamente a mesma dos outros motores de busca, tais como o Google ou o Yahoo search: utilizar a web como corpus. Neste trabalho, demos 3 Disponível livremente em: www.webcorp.org.uk. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 48 preferência para o uso da ferramenta WebCorp por ser mais linguisticamente motivada do que outros motores de busca. 2.2.3 A ferramenta CorpusAnnotator Foi utilizada a ferramenta CorpusAnnotator (SUISSAS, 2014) para auxiliar no processo de anotação do corpus. Como parte da avaliação da tarefa, procedemos à anota- ção de uma amostra do corpus PLN.Br Full, que servirá como corpus de referência para avaliar a performance do sistema STRING. Essa ferramenta foi desenvolvida em Java e precisa de dois arquivos com extensão .txt para funcionar: (i) um arquivo com todas as frases a serem anotadas (uma frase por linha); e (ii) um arquivo de parametrização com todas as formas de singular e plural dos nomes predicativos, com o objetivo de assinalar em cada frase a palavra-alvo da anotação, neste caso, o Npred. A Fig. 2 apresenta um exemplo de frase a ser anotada. Figura 2 – Exemplo de frase a ser anotada no CorpusAnnotator Fonte: Tela da ferramenta CorpusAnnotator (SUISSAS, 2014) Para cada frase a ser anotada, há apenas um par candidato a CVS, o qual está indicado entre parênteses no início da frase, conforme se verifica pela Fig. 2. No canto superior esquerdo, um contador indica o número da frase corrente. Na Fig. 2, a frase a ser anotada é a 48, de um total de 2.646. Nesta Seção, explicamos o funcionamento da ferramenta de anotação de corpus, em linhas gerais. As questões específicas sobre a anotação em si, as etiquetas (SVC- STANDARD, SVC-CONVERSE, VOPC ou OTHER) a serem atribuídas e os resultados dessa anotação serão apresentados na Seção 12.3, na Parte III. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 49 2.2.4 A ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders A ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders foi utilizada para calcular a con- cordância entre os anotadores4. Essa versão da ferramenta difere da versão anterior por permitir o cálculo da concordância entre três ou mais avaliadores. A versão anterior da ferramenta ReCal permitia a comparação apenas entre 2 avaliadores. Para proceder ao cálculo da concordância entre anotadores, é preciso que os dados da anotação sejam numéricos e tabulados em colunas: em cada coluna devem constar os dados de cada anotador. O arquivo a ser analisado deve ter extensão .csv. A Fig. 3 mostra um exemplo da saída da ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders. Figura 3 – Exemplo da saída da ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders Fonte: Output da ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders Nesse exemplo, foram considerados 3 anotadores (N coders 3 ), 640 frases a serem anotadas (N cases 640 ) e 1.920 sequências de anotações (N decisions 1920 ), considerando- se os três anotadores. A saída da ferramenta apresenta 4 medidas para a avaliação da concordância, as quais são indicadas nas 4 tabelas: (i) a primeira tabela (Average Pairwise Percent 4 A ferramenta está disponível online, através do link http://dfreelon.org/recal/recal3.php#result1. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 50 Agreement) corresponde à porcentagem de concordância entre cada par de anotadores, considerando-se os três anotadores; (ii) a segunda tabela (Fleiss’ Kappa) indica o coe- ficiente Kappa de Fleiss (1971), que é uma medida estatística que compara o grau de concordância efetivamente observado entre um número fixo de avaliadores e a concordân- cia que seria esperada se as anotações fossem aleatórias; (iii) a terceira tabela (Average Pairwise Cohen’s Kappa) indica o coeficiente Kappa de Cohen (1960), que também é uma medida estatística que avalia a concordância entre pares de avaliadores, também chamada de inter-annotator agreement ou inter-rater agreement; e (iv) a última tabela (Krippen- dorff’s Alpha (nominal)) apresenta o coeficiente Alpha de Krippendorff (1970), que é uma medida estatística que calcula a concordância obtida quando se codifica um conjunto de unidades de análise em termos dos valores de uma variável. Nesta Seção, limitamo-nos a apresentar a ferramenta para o cálculo da concordân- cia entre anotadores. Os resultados da concordância para a anotação feita neste trabalho serão apresentados na Seção 12.4. 2.3 Princípio de classificação 2.3.1 Da classificação geral Conforme indicado na Seção anterior, a busca pelo verbo dar no Unitex retornou 66.798 ocorrências (tokens). Todas elas foram analisadas manualmente para que pudessem ser classificadas. Inicialmente, excluíram-se os casos em que as formas desse(s), deste(s) e dado(s) pertenciam a outra categoria gramatical diferente de verbo, restando 36.686 tokens a serem analisados. Dos 36.686 tokens do verbo dar, foram identificados 3.560 types de colocados desse verbo. Essa lista foi intersectada com a lista de colocados do AC/DC, que contava com 2.452 lemas de substantivos associados ao lema do verbo dar. Da intersecção, excluíram-se os types duplicados e as diferentes formas do mesmo lema, restando um total de 3.602 construções a serem analisadas. Essas construções foram, posteriormente, agrupadas nas seguintes classes: verbo pleno, verbo-operador causativo, expressão cristalizada, provérbio e candidatos a verbo-suporte. As quatro primeiras classes admitiam todos os casos proto- típicos de cada uma delas, ou seja, as construções que possuem as propriedades específicas de cada categoria5 foram agrupadas nas suas respectivas classes. Em seguida, os candidatos a construções com verbo-suporte foram testados, um a um, com base na aceitabilidade das propriedades definitórias das CVS (ver Capítulo 8). Os candidatos que admitiam, pelo menos, a propriedade da relação particular entre o Npred e um dos argumentos da construção foram inseridas na classe das CVS. As que não 5 As propriedades específicas de cada categoria verbal estão descritas nos respectivos capítulos de verbo pleno (Cap. 4), verbo-operador causativo (Cap. 5) etc. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 51 admitiam nenhuma das propriedades definitórias foram separadas para serem analisadas em uma segunda etapa. 2.3.2 Das construções com verbo-suporte (CVS) Na classe de “candidatos a verbo-suporte” entraram todos os casos típicos de construções com verbo-suporte e também os casos duvidosos quanto à classificação. Dessa forma, prevê-se que todos os casos fronteiriços entre duas ou mais categorias constem no rol de “candidatos a verbo-suporte”. Nessa classe, havia inicialmente 2.625 entradas (types) potenciais formadas pelo verbo dar e um nome, incluindo os resultados da busca no corpus PLN.Br Full e no AC/CD. A lista de 2.625 colocados foi intersectada com a lista dos Npred para o Português Europeu (VAZA, 1988); foram excluídos os types duplicados e foram acrescentados ape- nas os nomes do PE que também ocorrem em PB e que, de fato, consistem em nomes predicativos. Após essa etapa, restaram cerca de 3.100 entradas lexicais (types), cada uma em uma linha da matriz. A partir da aplicação de testes transformacionais, que serão explicados no Capítulo 8, às potenciais construções com verbo-suporte, pôde-se comprovar sistematicamente os nomes predicativos que, de fato, constituem construções com verbo-suporte (CVS), e foram excluídos os casos que não correspondiam a CVS. Após essa etapa, restaram 908 entradas lexicais confirmadas como CVS. Esse número aumentou para 1.489 entradas lexicais depois de acrescentar cerca de 500 Npred com sufixo -da que se formam a partir dos lemas dos verbos do ViPER, descritos na Subseção 2.1.3. 2.4 Método de descrição do Léxico-Gramática A Linguística Estrutural, conforme aponta Borba (1979), prevê diferentes manei- ras de formalização dos dados linguísticos. Alguns dos tipos mais comuns de representação gráfica são os diagramas, os grafos, os parênteses ou colchetes, as caixas, os grafos sim- plificados ou alterados, as árvores, dentre outras (BORBA, 1979). O modelo do Léxico- Gramática, para descrever formalmente a língua, utiliza a representação em tábuas, ou matrizes binárias de dupla análise6: (i) as linhas, que representam os verbos ou quaisquer outras entradas lexicais - no nosso caso, representam os nomes predicativos; e (ii) as colu- nas, que representam as propriedades sintáticas, semânticas, estruturais, distribucionais e transformacionais das construções. 6 O desenvolvimento dos estudos descritivos em tábuas iniciou-se por volta dos anos 1970, por Gross (1975), no Laboratoire Automatique Documentaire et Linguistique (LADL) da Université Paris-Est (BOONS; GUILLET; LECLÈRE, 1976; GUILLET; LECLÈRE, 1992). Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 52 As tábuas são construídas no formato de matrizes binárias, ou seja, tabelas retan- gulares preenchidas por sinais de “+” e “–”, de acordo com a aceitabilidade ou inacei- tabilidade de tal propriedade sintático-semântica. A Tabela 1 demonstra um exemplo de representação em matriz binária. Npred N 0= :H um N 0= :N -H um D E T = :E D E T = :D ef D E T = :Indef P rep P B N pred= V -n N 1= H um N 1= :N -H um N 1= :N pc Verbo pleno correspondente Exemplo açoite + - + - + em + + - - açoitar O Zé deu um açoite na Ana. agulhada + - - - + em + + + + agulhar O Zé deu uma agulhada no dedo. alfinetada1 + - - - + em + + + + alfinetar O Zé deu uma alfinetada no dedo. alfinetada2 + - - - + em + + - - alfinetar O Zé deu uma alfinetada na Ana. almofadada + - - - + em - + + + - O Zé deu uma almofadada na Ana. aperto + - - - + em + + + + apertar O Zé deu um aperto no parafuso. balăo + - + + + em - + - - - O Zé deu um balăo no Neymar. banho + + - - + em - + + + - O Zé deu um banho na Ana. bastonada + - - - + em - + + + - O Zé deu uma bastonada na cabeça da Ana. beijo + - + + + em + + - - beijar O Zé deu beijo na Ana. bengalada + - - - + em - + + + - O Zé deu uma bengalada na cabeça da Ana. bicada + + - - + em + + + + bicar O pássaro deu uma bicada na perna da Ana. bicuda + - + + + em - + + + - O Zé deu uma bicuda na bola. bofetada + - - - + em + + + + bofetear O Zé deu uma bofetada na cara da Ana. bordoada + - + + + em + + + + bordoar O Zé deu uma bordoada no filho. bote + - + + + em - + - - - A cobra deu um bote em Rui. botinada1 + - - - + em - + + + - O Zé deu uma botinada na perna da Ana. botinada2 + - + - + em - + - - - O Zé deu botinada no Neymar. breque + - + - + em + - + - brecar O Zé deu um breque no carro. cabeçada + + + + + em - + + + - O Zé deu uma cabeçada no nariz da Ana. cacetada + + + + + em + + + + cacetear O Zé deu uma cacetada na cabeça da Ana. Tabela 1 – Exemplo de matriz do Léxico-Gramática Fonte: Fragmento de tábua da classe DL (RASSI et al., 2015) Na coluna mais à esquerda encontram-se as entradas lexicais, que, neste caso, são os nomes predicativos que selecionam o verbo-suporte dar e fazem a conversão com levar, mas poderiam ser verbos, adjetivos, expressões cristalizadas ou outras. As duas colunas subsequentes dizem respeito à natureza do sujeito (se humano ou não-humano), seguidas das especificidades dos determinantes (sem determinante ou artigo definido ou artigo indefinido), seguido ainda do tipo de preposição que introduz o complemento. Na oitava coluna (Npred=V-n), descreve-se a propriedade da nominalização, ou seja, se o nome predicativo é ou não uma nominalização (e.g. beijo é uma nominalização de beijar, mas bote não é nominalização de *botar ou *botear). As colunas subsequentes especificam a natureza do complemento 𝑁1 (se nome humano, não-humano ou parte-do- corpo). A penúltima coluna traz a informação do verbo pleno correspondente, no caso de nominalizações, e a última coluna mostra um exemplo fabricado de cada construção. Caso a construção admita a propriedade sintática que está representada na décima coluna, por exemplo, marca-se o sinal “+” na intersecção entre dada linha e dada coluna. Se não admite, marca-se “–”. Além dos sinais de “+” e “–” para indicar aceitabilidade ou não da propriedade, também é possível preencher células com valores lexicais, como por exemplo, no caso das preposições e dos verbos plenos correspondentes. Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 53 Esse é o formato geral das descrições do Léxico-Gramática, porém o tipo de pro- priedade a ser analisada nas colunas varia conforme o fenômeno estudado. Cada tábua corresponde a uma classe que reagrupa os elementos de uma categoria lexical ou grama- tical de acordo com suas propriedades sintático-semânticas, chamadas de propriedades definitórias. Conforme atestam Tolone, Sagot e Clergerie (2012), as tábuas do L-G cons- tituem hoje um dos principais recursos de informação léxico-sintática para o Francês. Além disso, ressalta-se também o número significativo de entradas lexicais nas matrizes. O Léxico-Gramática do Francês, por exemplo, possui cerca de 31.000 entradas verbais, além das entradas de nomes e adjetivos predicativos. Em relação ao Léxico- Gramática do Português Europeu, há descrições já formalizadas para cerca de 2.000 ad- jetivos (CASTELEIRO, 1981), cerca de 4.000 nomes predicativos (RANCHHOD, 1990; BAPTISTA, 2005b), e cerca de 3.500 expressões fixas (BAPTISTA; CORREIA; FER- NANDES, 2004). Cita-se também o ViPEr, que é o L-G das construções verbais do PE, que está em fase de desenvolvimento, mas já conta com cerca de 6.300 entradas verbais. Também vêm sendo desenvolvidos Léxico-Gramáticas para outras línguas, como o Italiano, Espanhol, Grego moderno, Coreano, dentre outras. As representações das matri- zes contam com um número significativo de entradas, na casa dos milhares, no mínimo, para cada idioma. Eles são o resultado da aplicação de um conjunto de princípios linguís- ticos comuns: ∙ os significados dos predicados têm que ser rigorosamente determinados e distin- guidos, quando necessário; e eles são assim determinados pelas restrições de sele- ção dos seus argumentos. Nesse sentido, os tipos de argumentos também devem ser cuidadosamente definidos (por exemplo, nomes do tipo humano, não-humano, parte-do-corpo, locativo etc.); ∙ a forma das frases tem que ser restrita a um conjunto característico de argumen- tos, ou seja, as frases-exemplo são constituídas apenas com argumentos essenciais (por exemplo, sujeito e complementos), excluindo-se os não essenciais (por exemplo, expressões adverbiais e circunstanciais); ∙ um conjunto de transformações tem de ser determinado experimentalmente e tes- tado sistematicamente para uma grande quantidade de dados. Essas transformações devem ser operativas e reprodutíveis para outros dados. Esses princípios gerais foram adotados para as línguas já descritas nos moldes do L-G e a experiência, ao longo dos anos, tem mostrado que várias descrições chegaram a resultados muito semelhantes: (i) não existem dois itens lexicais que contenham exa- tamente as mesmas propriedades formais e distribucionais; (ii) o número de predicados semânticos é semelhante em todas as línguas; (iii) há elementos não-verbais, tais como Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 54 adjetivos e substantivos, que também podem predicar, assim como também pode haver verbos que não predicam, tais como os Vsup; (iv) as classes morfossintáticas e distribuci- onais mantêm proporções quantitativas semelhantes em línguas aparentadas, tais como o Espanhol, o Português e o Francês (isso pode ser dito para os verbos psicológicos e para várias classes de construções fixas, por exemplo); (v) o Léxico-Gramática pode ser um recurso léxico-sintático bastante útil para aplicações computacionais. 2.5 Integração dos dados em parser O conjunto de dados referentes a CVS com o Vsup dar foram integrados à gramá- tica de uma anlisador sintático automático (paser) chamado XIP (MOKHTAR; CHANOD; ROUX, 2002), de forma a possibilitar a correta análise sintática das CVS. Em trabalho anterior (RASSI et al., 2014), delineamos as estratégias para implementação dos dados com os Vsup dar e ter na cadeia de processamento do Português STRING (MAMEDE et al., 2012). Em um segundo momento, procedemos à anotação de uma amostra do corpus PLN.Br Full, para a construção de um subcorpus de referência para o tratamento de CVS. Esse subcorpus contém 2.646 frases anotadas e revisadas por 5 anotadores humanos, considerando-se 45 variantes dos Vsup dar, ter e fazer e cerca de 3.200 nomes predicativos diferentes. Em um terceiro momento, integramos os dados referentes ao Vsup dar no parser XIP, que é utilizado na STRING e avaliamos a performance do sistema com base na comparação com o corpus de referência. A integração dos dados no parser foi feita com base na criação de programas que: (i) validam as informações constantes na matriz do L-G; e (ii) geram automaticamente regras para a extração de dependências. Todos esses procedimentos serão explicados detalhadamente na Parte III. Neste capítulo, apresentamos a metodologia utilizada ao longo trabalho: para a obtenção dos dados, para a busca e processamento dos dados recolhidos, para a classi- ficação das construções, para a descrição das propriedades linguísticas das CVS e para o processamento automático dessas CVS. As construções com o verbo dar, em Portu- guês Brasileiro, foram recenseadas em corpora e em listas de construções previamente elaboradas por outros autores. Foram utilizadas diferentes ferramentas computacionais: (i) o software Unitex foi usado para recensear as construções no corpus PLN.Br Full, utilizando-se gramáticas lo- cais e grafos; (ii) o concordanciador WebCorp Live foi usado para atestar a aceitabilidade de certas construções do Português, utilizando a web como corpus; (iii) o CorpusAnno- Capítulo 2. Princípios e procedimentos metodológicos 55 tator foi utilizado como uma ferramenta de auxílio para a anotação das CVS do corpus de referência; e (iv) o Recall 3+Coders foi usado para calcular a concordância entre os anotadores no processo de anotação do corpus de referência. Este capítulo apresentou os critérios para a classificação das construções, numa proposta taxonômica. Apresentou também a metodologia de descrição do Léxico-Gramática, que é feita em matrizes binárias onde se assinalam as propriedades formais, distribucio- nais e transfomacionais das construções com verbo-suporte. Por fim, ainda neste capítulo, foi introduzida, resumidamente, a proposta metodológica de integração das CVS em um analisador sintático automático. A descrição completa dessa metodologia, porém, será apresentada na Parte III. No próximo capítulo, indicaremos os principais trabalhos relacionados à classifica- ção de verbos e à descrição de CVS, além de apresentar o estado da arte das pesquisas em Linguística e em PLN que fazem o processamento sintático automático dessas cons- truções. 56 3 Estado da arte Há, na literatura, diversos trabalhos descritivos sobre as construções com o verbo dar ou trabalhos que propõem a classificação geral dos verbos, seja adotando critérios sintáticos seja baseando-se em critérios semânticos. Destacam-se também os trabalhos que tratam especificamente das construções nominais com verbo-suporte, tanto em Português quanto em outras línguas. Por fim, a literatura oferece também abordagens voltadas para o processamento computacional dessas construções nominais. Os trabalhos de maior relevância para o desenvolvimento do estado da arte serão referidos e discutidos a seguir. Este Capítulo está dividido em três seções, que correspondem às três partes da tese: a primeira Seção apresenta o estado da arte da classificação geral das construções verbais em Português, indicando e discutindo as referências que tenham tratado os fenômenos que envolvem o verbo dar ; a segunda Seção apresenta os trabalhos de descrição linguística das construções nominais com verbo-suporte e nome predicativo, comparando o estado da arte das descrições para o Português com o de outras línguas; a terceira Seção apresenta o estado da arte do processamento automático de construções nominais com verbo-suporte e nome predicativo. 3.1 Classificação geral das construções verbais Quando recorremos aos dicionários para tentar caracterizar os fenômenos que en- volvem o verbo dar, encontramos listados alguns desses fenômenos (mas não todos), pouca (ou nenhuma) explicação sintática sobre eles, e muitas vezes uma classificação falha ou inconsistente. O Dicionário Gramatical de Verbos (BORBA, 1991), por exemplo, considerado como um dicionário de referência para o Português, apresenta algumas inconsistências. Como exemplo de inconsistência, veja-se a análise da frase aquilo me dava felicidade como exemplo de construção com “verbo de ação-processo com sujeito agente e dois complemen- tos (um expresso por nome abstrato, e outro, destinatário)” (BORBA, 1991, p.364). Na análise que propomos nesta tese, a construção aquilo me dava felicidade deve ser tratada como uma construção causativa, cuja posição sujeito é ocupada por um argumento que exprime uma causa, e não por um sujeito exclusivamente agente, assim como também não consideramos o complemento me como um destinatário, e sim como o experienciador do estado psicológico denotado pelo nome predicativo felicidade. O dicionário (BORBA, 1991) também apresenta uma seção, na entrada do verbo Capítulo 3. Estado da arte 57 dar, para os verbalizadores1, que são, grosso modo, o que chamamos construções com verbo-suporte. Apesar de haver uma seção específica para os verbalizadores, os autores citam Nunca lhe dera um beijo como exemplo de construção com “verbo de ação-processo com sujeito agente e dois complementos (um expresso por nome não-animado, e outro da forma em + nome animado)” (BORBA, 1991, p.364). Na abordagem proposta nesta tese, a frase Nunca lhe dera um beijo é tipicamente uma construção com verbo-suporte e deveria, portanto, ter sido inserida na classe a que eles chamam verbalizadores. Quando o dicionário indica exemplos de modalizador factivo, cita a frase “Tudo coincidiu com umas frases de Leopoldo que davam a entender sua vontade de empregar- se” (p.366) e depois cita novamente a construção dar a entender em “Alaíde dava a entender ao companheiro que fora ali se ocultar” (ibidem) como uma expressão fixa. Esse é um caso típico de inconsistência terminológica, o que ocorre com frequência em alguns trabalhos lexicográficos, sobretudo nos que são feitos em equipe. Além dessas e várias outras inconsistências de classificação, há, muitas vezes, uma superespecificação de algumas categorias, como, por exemplo, a construção “com sujeito paciente expresso por nome indicativo de relógio e com complemento expresso por nome indicativo de hora, significa soar, bater: O relógio dava duas horas da tarde” (p.365) ou então a construção “com sujeito inativo expresso por nome de bicho da lista do jogo de bicho, significa ser sorteado (no jogo): Hoje deu cobra” (p.366). No Dicionário Sintáctico de Verbos Portugueses, Busse (1994) elenca sete entra- das sintaticamente diferentes para o verbo dar, sendo cada entrada ainda subdividida em outras subclasses, dependendo do tipo de nome que preenche as diferentes posições argumentais (N ), ou o tipo de preposição (prep), etc. Como a classificação é estritamente sintática, o autor agrupa, numa mesma entrada, sentenças como: (i) Ela deu um livro ao Paulo, (ii) Deu-lhe uma bofetada, (iii) Aquele médico deu ao doente a possibilidade de ouvir novamente, (iv) dar pérolas aos porcos, (v) dar parabéns e (vi) dar-se conta de N. Ao nosso ver, todas essas construções possuem estatutos diferentes e devem ser classificadas sistematicamente com base em propriedades sintático-semânticas específicas, como será justificado no decorrer desta tese. Apesar de algumas inconsistências, que são próprias de trabalhos lexicográficos exaustivos, reconhece-se o mérito desse tipo de trabalho para a descrição linguística, dado que eles abarcam um vasto número de construções. Borba (1991) apresenta cerca de 50 sentidos para a entrada do verbo pleno dar ; Busse (1994) dá 7 entradas diferentes para o verbo dar, sendo que, na primeira entrada, constam 38 sentidos da construção com dar como verbo pleno. As classificações e tipologias apresentadas por esses dicionários serão 1 A definição de verbalizadores se encontra no glossário do dicionário (BORBA, 1991, p. XXI): “VER- BALIZADOR OU VERBO SUPORTE - verbo que, numa construção complexa, é mero suporte de categorias e indica que o verdadeiro verbo (= núcleo do predicado) está no radical de seu complemento. Ex.: ter medo=temer ; causar dano=danificar ; abrir falência=falir ; ganhar distância=distanciar-se”. Capítulo 3. Estado da arte 58 levadas em consideração nesta tese, principalmente em relação às construções com verbo pleno. Outros trabalhos de análise linguística também tentaram traçar uma taxonomia para o verbo dar, como é o caso de Coelho, Silva e Sousa (2013), que fazem uma análise do processo de gramaticalização do verbo dar. Na análise proposta por Coelho, Silva e Sousa (2013), os autores identificam o significado do verbo pleno dar como presentear (mas você dá o presente também, não dá?). Em seguida, os autores constatam “uma outra categoria semelhante ao verbo pleno, mas que se distancia um pouco por possuir outra extensão de sentido. Nesse caso, o verbo dar apresenta o valor de fornecer” (COELHO; SILVA; SOUSA, 2013, p.3211), como no exemplo: uma pessoa dava informação pra agente [sic.]. Os autores ainda recorrem à classificação de Esteves (2008), que nomeia essa ca- tegoria como verbo predicador não pleno. Os conceitos que esses autores usam de verbo pleno ou de verbo predicador ou ainda de verbo predicador não pleno não são mencionados. Em seguida, Coelho, Silva e Sousa (2013, p.3212) definem o conceito de verbo-suporte: “Outra categoria analisado [sic.] no corpus se distingue um pouco da anterior, o verbo suporte [...] podemos encontrar na língua um verbo com o mesmo valor, como em dar amor, amar ; dar um abraço, abraçar”. Pela definição adotada pelos autores, as duas construções anteriores (dar presente e dar informação) deveriam ser classificadas como construções com verbo-suporte, já que existem, na língua, outros verbos “com o mesmo valor”, tais como presentear e informar, respectivamente. Mais adiante, Coelho, Silva e Sousa (2013, p.3212) identificam “a existência do verbo dar como causa, significando condição física ou psicológica” e citam como exem- plos: dar febre, dar nervoso e dar agonia. Na mesma página, em parágrafo anterior, os mesmos autores classificaram a construção dar conforto (em graças a Deus, ele sempre me dá conforto) como uma construção com verbo-suporte, já que admite um verbo pleno equivalente (confortar). Por um lado, o verbo dar, em dar conforto, expressa uma causa, significando condição física ou psicológica, então deveria ser classificado como verbo causativo. Por outro lado, utilizando-se os mesmos critérios que os autores propõem, a construção dar agonia tem um verbo equivalente (agoniar), então deveria ser classificada como construção com verbo-suporte, assim como dar presente e dar informação. Essa breve explicação dá uma ideia da grande complexidade que envolve as cons- truções com o verbo dar e também da falta de sistematicidade nas descrições e análises encontradas na literatura. Além dos trabalhos lexicográficos e de análise descritiva, há ainda diferentes traba- lhos linguísticos de descrição das construções verbais, que podem ser adaptados à análise Capítulo 3. Estado da arte 59 das construções do verbo dar. Cançado, Godoy e Amaral (2012), por exemplo, elabo- raram uma proposta geral de classificação dos verbos do Português, tendo como base a classificação de Levin (1993) para as construções verbais do Inglês. Levin (1993) propôs uma classificação dos verbos do Inglês em 57 grandes classes (com diversas subclasses), de acordo com as características sintáticas e semânticas que esses verbos compartilham. Naquele trabalho, Levin (1993) descreveu as classes verbais como um conjunto de verbos que compartilham um ou mais componentes de significado e apresentam comportamento sintático similar. Para o Português, Cançado, Godoy e Ama- ral (2012) estão produzindo um catálogo de verbos do Português Brasileiro, seguindo a proposta de classificação verbal de Levin. Algumas daquelas classes, tais como a dos ver- bos psicológicos, dos verbos causativos e a dos verbos de transferência, serão consideradas nesta tese, haja vista que o verbo dar pode constituir predicados desses três tipos. Para o Português Europeu, há também um recurso léxico-computacional, chamado ViPEr (BAPTISTA, 2012), que é o Léxico-Gramática das construções verbais do PE. Muitas das construções com o verbo pleno dar que estão descritas no ViPEr também ocorrem em Português Brasileiro e, portanto, serão analisadas da mesma forma, com base nas suas propriedades estruturais, distribucionais e transformacionais. Além desses trabalhos, que propõem classificações gerais para as construções ver- bais de uma língua, recorremos também a análises particulares de um verbo ou uma construção verbal específica, a fim de caracterizar globalmente todas as construções em que o verbo dar ocorre. As construções causativas com o verbo dar têm como base a noção de verbo- operador, que foi proposta inicialmente por Gross (1981, pp.23-39), distinguindo entre duas situações: (i) o verbo-operador causativo, que introduz um argumento à frase de base, estabelecendo entre este argumento e a frase simples uma relação semântica de causa, podendo, frequentemente, reestruturá-la, modificando as relações sintáticas entre os constituintes (e.g. Ana tem medo de escuro [Causativo] = O escuro dá medo em Ana); e (ii) o verbo-operador de ligação, que também acrescenta um argumento à frase de base, o qual já está presente na frase elementar, na posição de complemento, mas não modifica o significado da frase de base (e.g. Ana está sob o controle do Rui [VopL] = O Rui tem a Ana sob controle). Cançado (2010) também faz análise semântica das construções causativas, porém leva em consideração as alternâncias sintáticas que um predicado semântico compartilha com outros da mesma classe. Por adotarmos a proposta teórico-metodológica do Léxico- Gramática, consideramos apenas uma forma sintática de base, que corresponde a frases do kernel da língua (HARRIS, 1951); assim, outras estruturas, como por exemplo a cons- trução causativa, são transformações de uma frase de base, mas não são, em si mesmas, frases de base, já que podem ser decompostas em dois ou mais predicados semânticos. Capítulo 3. Estado da arte 60 Sobre as expressões fixas, recorremos ao trabalho de Vale (2001), que construiu um dicionário eletrônico de expressões cristalizadas em Português Brasileiro. Naquele trabalho, porém, o autor não levou em consideração as expressões fixas formadas pelos verbos dar, fazer, ter e estar. Devido à grande produtividade das expressões fixas com esses verbos, o autor considerou que deveriam ser objeto de estudo em outro trabalho. Nesta tese, portanto, pretendemos recensear e classificar as expressões cristalizadas com o verbo dar, utilizando a mesma classificação sintática proposta por Vale (2001). As expressões cristalizadas do Português Europeu também já foram descritas por Baptista, Correia e Fernandes (2004), incluindo as que se constroem com o verbo dar. As que são encontradas também em Português Brasileiro, e que tenham sido atestadas em corpora, também serão analisadas e classificadas no Capítulo 6 desta tese. Citam-se também duas teses de referência para a descrição das construções com o verbo dar : Salomão (1990) analisa cerca de 25 construções com dar. Contudo, o foco daquele trabalho não é descrever as propriedades formais dessas construções, mas sim explicar fenômenos linguísticos, como a polissemia, a aspectualidade e a modalidade. Essas construções com o verbo dar, naquele trabalho, são meramente exemplificativas, portanto, somente são úteis no âmbito desta tese no sentido de fornecer exemplos de construções. A outra tese é de Scher (2004), sobre as construções nominais formadas pelo verbo dar e nominalizações terminadas em −ada, com uma abordagem gerativa baseada na Morfologia Distribuída. Na tese, a autora faz uma análise minuciosa das construções, mas não visa à exaustividade nem a uma fomalização dos dados voltada para seu processamento automático. 3.2 Identificação e descrição das CVS Identificar construções com verbo-suporte não é uma tarefa fácil, nem manual- mente por humanos, nem automaticamente por máquinas. Citemos aqui pelo menos qua- tro trabalhos que propõem diferentes testes formais para identificar manualmente CVS. Langer (2004) propõe uma bateria de testes para distinguir, por um lado, constru- ções semi-composicionais (que se assemelham ao que denominamos CVS) e combinações de verbo-nome que são semanticamente composicionais (construção com verbo pleno, por exemplo) e, por outro lado, CVS e expressões idiomáticas. O autor apresenta 15 testes que investigam: (i) a referencialidade do sintagma nominal predicativo; (ii) o esvaziamento semântico do verbo, por meio de testes de substituição do Vsup ou da impossibilidade de nominalizar Vsup; e (iii) o estatuto dos complementos, já que os complementos de nomes predicativos podem ser extraídos para fora do sintagma nominal e alguns argumentos admitem dupla realização. Para tanto, Langer (2004) compara construções em Inglês, Francês e Alemão. Capítulo 3. Estado da arte 61 Apesar de quase todos os testes serem válidos para identificar CVS em Português, nenhum deles é considerado como necessário e suficiente para definir uma CVS. Como o próprio autor afirma nas conclusões, esses testes representam uma aproximação das propriedades semânticas subjacentes às CVS, mas todos eles podem admitir exceções. Algumas dessas exceções são apresentadas pelo próprio autor, ao longo do texto, pois alguns testes valem para uma língua e não para outra(s). O segundo trabalho é o de Mel’čuk (2004), que explica, de forma precisa e rigorosa, o quadro formal de caracterização das construções com verbo-suporte, que havia sido proposto pelo mesmo autor na década de 1960. O autor estabelece 5 regras básicas que podem ser aplicadas a todas as construções com verbo-suporte: (i) o verbo-suporte é semanticamente vazio; (ii) existem apenas 3 tipos possíveis de verbo-suporte (o mais comum é aquele em que o nome predicativo está na posição de objeto direto, um outro em que o nome predicativo assume a posição de sujeito, e um terceiro tipo bem mais raro em que o nome predicativo ocorre na posição de objeto indireto); (iii) há dois sentidos mais gerais que um vebo-suporte pode assumir (o sentido frásico e o sentido causativo); (iv) há vários sentidos que o nome predicativo pode assumir, mas este só pode ser inferido na combinação com o Vsup; (v) existe uma família de verbos semanticamente plenos que possuem o mesmo comportamento sintático que os verbos-suporte. Além das contribuições teóricas propostas por Mel’čuk (2004), o autor também propõe uma representação bastante sistemática do ponto de vista formal para essas cons- truções. Apesar de concordarmos com grande parte das afirmações, não assumiremos a proposta de Mel’čuk (2004) por três motivos: (i) não consideramos os verbos causativos como um tipo de verbo-suporte; (ii) o autor faz uma excelente análise sintático-semântica, mas não se preocupa com a exaustividade das construções, o que é um de nossos objetivos; e (iii) a representação formal e o nível de análise são extremamente rebuscadas para uma aplicação computacional. O terceiro trabalho investigado é o de Mejri (2008), que faz uma análise de cons- truções semi-composicionais, distinguindo três tipos de construções que são sintática e semanticamente diferentes: as construções com verbo-suporte, as colocações e as locuções verbais. O autor também reconhece a gradação entre essas construções em termos de fi- xidez dos elementos, partindo das frases cuja sintaxe é livre, passando pelas construções com verbo-suporte, seguidas das colocações até chegar nas frases fixas. O autor utiliza os princípios do Léxico-Gramática, tais como identificar a frase simples como unidade mínima de análise e correlacionar os vários níveis linguísticos, e descreve as propriedades formais dessas construções, a fim de distingui-las. Para identificar as construções com verbo-suporte, Mejri (2008) propõe substituições paradigmáticas nas posições dos argumentos. Isso significa descrever extensionalmente todos os nomes que podem ser selecionados para a posição de sujeito e de complementos em cada construção Capítulo 3. Estado da arte 62 com verbo-suporte. Essa abordagem, porém, não é nova na descrição do léxico. Gross (1994) já havia tratado das classes de objetos, como grupos de nomes semanticamente semelhantes, que podem comutar paradigmaticamente na frase, tanto na posição de sujeito quanto na posição de complemento. Por fim, recorremos a uma quarta abordagem, que é atribuída a vários autores (GROSS, 1981; RANCHHOD, 1990; BAPTISTA, 2005b) que, ao longo do tempo, foram acumulando evidências para considerar 6 testes sintáticos, que se referem a propriedades definitórias das CVS. Dos 6 testes, apenas um deve ser considerado necessário e suficiente para a identificação das CVS : a estreita relação entre o Npred e um de seus argumen- tos, que não permite que o Npred se situe fora da esfera de referência, por exemplo, de seu sujeito. Nesse sentido, o sujeito sintático do verbo-suporte (com o qual o Vsup con- corda) tem que ser o mesmo agente do predicado expresso pelo Npred. Os seis testes serão apresentados e discutidos em pormenores no Capítulo 8, na Parte II. Após a identificação das CVS, preocupamo-nos também com o estado da arte da descrição dessas construções. Há diversos trabalhos descritivos do Português Brasileiro sobre as construções com verbo-suporte e, mais especificamente, as CVS com dar. Neves (2000), na Gramática de Usos do Português, explica as construções com o verbo-suporte dar, buscando a motivação que leva os falantes à escolha por uma construção com verbo pleno ou uma com verbo-suporte; Basilio (2007) descreveu alguns poucos exemplos de construções com os verbos dar e fazer seguidos de sintagma nominal, identificando os casos particulares das ocorrências com verbo-suporte; Davel (2009) caracterizou as propriedades das construções com a estrutura [dar SN ], com base na Gramática Funcional; Abreu (2011) também investigou a semântica das construções com verbos-suporte na FrameNet, tratando mais especificamente das construções com os verbos dar e fazer ; Smarsaro e Rocha (2011) discutiram as propriedades de construções impessoais com dar, como em Deu mofo no guarda-roupas e Deu piolho na cabeça do Rui. Ressalte-se que todos esses trabalhos trazem contribuições teóricas ao estado da arte, mas nenhum deles visa à exaustividade do fenômeno ou a uma formalização voltada ao PLN. Seguindo a proposta do Léxico-Gramática, outros autores buscaram descrever em extensão o maior número possível de predicados nominais, em diferentes línguas. Para o Francês, por exemplo, Giry-Schneider (1978, 1987) descreveu os predicados nominais com o Vsup faire (fazer), Labelle (1984), os nomes predicativos que selecionam o verbo-suporte avoir (ter); Leclère (1971) descreveu predicados nominais formados por vários Vsup, tais como faire (fazer), donner (dar) e avoir (ter); dentre outros trabalhos. Para o Inglês, Machonis (1988) descreveu, em extensão, os predicados formados pelo verbo-suporte be Prep (ser de) e, posteriormente, com o verbo-suporte make (fazer) (MACHONIS, 1991). Capítulo 3. Estado da arte 63 Em Português Europeu, destacam-se também as descrições, nos moldes do L-G, de predicados nominais com os verbos estar com, ser de, fazer e dar. Ranchhod (1990) descreveu cerca de 1.800 predicados nominais que se constroem com o Vsup estar Prep; em seguida, Baptista (2005b) descreveu 2.095 CVS com ser de; Chacoto (2005) descreveu outros 2.983 nomes predicativos que selecionam o Vsup fazer. Como descrições do Léxico- Gramática das CVS com o Vsup dar em PE, citam-se dois trabalhos: Vaza (1988) e Baptista (1997). Vaza (1988), em sua dissertação de mestrado, recenseou 1.466 nomes predicati- vos que selecionam o verbo dar em PE e descreveu esses predicados em matrizes do Léxico-Gramática. Naquele trabalho, no entanto, há inconsistências tanto de ordem teó- rica quanto metodológica. Algumas dessas inconsistências já foram indicadas na Seção 2.1.3 e citem-se outras, a título de exemplo: (i) dar palpite é considerado pela autora como uma construção com verbo-operador causativo, e não como uma CVS ; (ii) em con- trapartida, inúmeros casos de construções com verbo-operador causativo são considerados como CVS, tais como dar pena, dar agonia, dar náusea etc.; (iii) a autora expande alguns nomes predicativos no diminutivo, considerando beijo, beijoca e beijinho como três entra- das diferentes, mas não o faz sistematicamente para os outros Npred; (iv) dar o fora, no sentido de sair, é considerado pela autora como CVS, ao passo que nós classificamos essa construção como fixa; (v) dar à-vontade também é classificado como uma CVS, sendo que, na verdade, à vontade é uma locução adverbial de modo e não o complemento de dar. Apesar de algumas inconsistências, muitos nomes predicativos foram aproveitados da lista de Vaza (1988), procedendo-se a uma análise mais sistemática e coerente de cada caso. Já o trabalho de Baptista (1997) apresenta uma análise sistemática das constru- ções conversas com os verbos dar (em construções standard) e levar (em construções conversas). Baptista (1997) analisou 292 nomes predicativos que admitem conversão com levar. Falta ainda descrever os demais nomes predicativos, que fazem conversão com re- ceber ou ter, ou ainda aqueles que não admitem conversão. Posteriormente, Rassi et al. (2015) fizeram um estudo contrastivo entre as construções com dar/levar em PB e PE. Os resultados daquele trabalho provaram que há mais diferenças do que semenhanças entre as duas variantes do Português, no que tange às construções conversas do Vsup dar. Para o Português Brasileiro também existem trabalhos que descrevem ou explicam o funcionamento do Vsup dar, mas esses trabalhos são principalmente de base funciona- lista, visando a explicar a motivação para o uso dos Vsup, ou o processo de gramati- calização pelo qual esses verbos passam. Os trabalhos que apresentam uma descrição e formalização de CVS, nos moldes do L-G, considerando um grande número de constru- ções, são: Barros (2014), que descreveu e classificou cerca de 2.000 predicados nominais com o Vsup fazer ; e Santos (2015), que descreveu e classificou cerca de 3.000 predicados Capítulo 3. Estado da arte 64 nominais com o Vsup ter. Somando-se os nomes predicativos que selecionam os verbos estar com, ser de, fazer, ter e dar, e desconsiderando-se as diferenças entre as duas variantes do Português, é possível criar um recurso léxico-sintático com cerca de 10.000 nomes predicativos, já descritos e formalizados em Português. 3.3 Identificação e/ou processamento automático das CVS A literatura dispõe de, pelo menos, duas abordagens distintas para análise de CVS : (i) uma que considera as CVS como um bloco único cujos constituintes são relativamente fixos, tais como outras expressões multipalavras (multiword expressions - MWE) (CAL- ZOLARI et al., 2002; SAG et al., 2002; DIAB; BHUTADA, 2009); e (ii) uma abordagem que considera as CVS como uma estrutura sintática complexa, que segue as mesmas regras da gramática geral da língua, mas possui propriedades específicas e admite siste- maticamente certas transformações sintáticas, apesar de algumas serem lexicalmente de- terminadas (GIRY-SCHNEIDER, 1987; RANCHHOD, 1990; BAPTISTA, 2005b). Neste trabalho, adotamos a segunda abordagem, que reconhece e descreve as relações sintáticas e semânticas entre os constituintes de uma CVS. Grande parte dos trabalhos encontrados na literatura focam apenas na identi- ficação ou extração automática das CVS em corpora. Pouco se conhece em relação à implementação de CVS em parser ou análise sintática automática dessas construções. Alguns poucos trabalhos que fizeram o processamento automático de CVS, como por exemplo, os de Butt (1994), Wang e Ikeda (2008) e Vincze (2012), referem-se a alguma aplicação específica, como é o caso da tradução automática. Naqueles trabalhos, as CVS são consideradas como cadeias não-analisáveis de constituintes, como se fossem um bloco fixo, tal como as palavras compostas ou as expressões cristalizadas. Já os estudos que visam à identificação ou extração dessas construções são, mui- tas vezes, baseados em padrões lexicais (expressões regulares, por exemplo), combinados com listas de potenciais candidatos a Vsup ou candidatos a Npred (GREFENSTETTE; TEUFEL, 1995; DURAN et al., 2011; PÁEZ, 2014). Grefenstette e Teufel (1995) apresentam um método de identificação dos verbos- suporte a partir de um corpus não etiquetado, pela comparação dos argumentos ligados às formas verbais e às potenciais formas nominalizadas, ou seja, transfere-se a rede argu- mental das construções verbais para os potenciais candidatos a construção nominal. Os autores buscam encontrar os verbos-suporte mais prováveis para cada nome predicativo, mas considerando apenas os Npred que são nominalizações. Sabe-se que muitos Npred são nominalizações de verbos, tais como nos pares abraço=abraçar, apresentação=apresentar, chute=chutar, etc., mas há também Npred que são chamados nomes predicativos autôno- Capítulo 3. Estado da arte 65 mos, que não são derivados de verbos ou adjetivos, tais como greve, sermão, cólica, etc. Assim, o método apresentado pelos autores não captura os Npred autônomos. Naquele trabalho, Grefenstette e Teufel (1995) extraíram de corpus em inglês 6.704 sentenças com candidatos a verbos-suporte e candidatos a nominalizações, produzindo uma lista de po- tenciais construções com verbos-suporte que ocorrem com as formas nominalizadas. Um problema dessa abordagem consistiu em se considerar que a construção nominal man- tém a mesma rede argumental que a construção verbal equivalente, o que nem sempre se verifica. Por outro lado, restringe-se apenas aos Npred que apresentam nominalizações, excluindo da análise os Npred autônomos. Para o espanhol, Páez (2014) extraiu de um corpus 81.274 frases com candidatos a CVS, dos quais os verbos-suporte mais representativos são tener (ter), hacer (fazer) e dar (dar). A autora extraiu também automaticamente as combinações de qualquer nome e 12 verbos, variantes dos Vsup tener, hacer ou dar. Em seguida, ordenou as principais combinações de verbo e nome por frequência e calculou a probabilidade de co-ocorrência de tal verbo com tal nome, usando três medidas de associação (log likelihood, Student’s T score e Maximum likelihood estimator). Ao fim da tarefa, a autora elencou as CVS mais recorrentes em Espanhol, de acordo com as medidas de associação utilizadas e concluiu que cerca de 69% das CVS dessa lista foram corretamente identificadas. Na literatura, é comum encontrar trabalhos, como o de Páez (2014), que partem de uma lista prévia de verbos que podem funcionar como Vsup ou uma lista de nomes que podem funcionar como Npred. A proposta de Duran et al. (2011) se difere dessas abordagens por partir dos padrões sintáticos de combinações de categorias gramaticais (POS tags) para encontrar CVS, como por exemplo [V N Prep] (abrir mão de), [V Prep N ] (deixar de lado), [V Det N Prep] (virar as costas para), [V Det Adv] (dar o fora), [V Adv] (ir atrás), [V Prep Adv] (dar para trás), [V Adj] (dar duro). Usando esse método, Duran et al. (2011) conseguiram identificar 773 predicados complexos, que foram, posteriormente, anotados. Segundo os autores, esses predicados complexos incluem (mas não se limitam a) construções com verbos leves2. Consideramos, no entanto, que a utilização de expressões regulares ou combinações de POS não seja adequada para a identificação de CVS, pois as CVS, via de regra, são formadas por [V (Det) N ], o que é sintaticamente idêntico às estruturas dos predicados verbais compostos por um verbo pleno (V ), seguido de um objeto direto (N ), que pode ou não ser introduzido por determinante (Det). Existem várias outras abordagens que objetivam a identificação, extração ou detec- ção de CVS, também chamadas na literatura de construções com verbo leve (ou light verb 2 O objeto que Duran et al. (2011) e outros autores designam como verbo leve é o mesmo que nós designamos, neste trabalho, como verbo-suporte. Existem diferenças conceituais entre os dois termos, que serão explicadas no Capítulo 7, mas, por enquanto, considerem-se os termos como sinônimos. Capítulo 3. Estado da arte 66 constructions - LVC ). Essas abordagens podem ser baseadas: (i) apenas em informação linguística, como o grau de composicionalidade dos constituintes das CVS, padrões sin- táticos ou anotação de corpus com CVS ; ou (ii) apenas em informação estatística, como, por exemplo, medidas de associação ou técnicas de co-ocorrência de palavras; ou ainda (iii) em abordagens híbridas que levam em consideração tanto as informações linguísti- cas quanto estatísticas (STEVENSON; FAZLY; NORTH, 2004; TAN; KAN; CUI, 2006; FAZLY; STEVENSON, 2007; CRUYS; MOIRÓN, 2007; WANG; IKEDA, 2008; DIAB; BHUTADA, 2009; TU; ROTH, 2011; GURRUTXAGA; ALEGRIA, 2011). Os métodos híbridos são os mais comuns hoje em dia para a identificação, extração ou detecção de expressões multipalavra em corpus. Stevenson, Fazly e North (2004) propõem uma medida estatística para mensu- rar o grau de aceitabilidade das construções com verbo leve, com base em propriedades linguísticas, principalmente na ordenação de classes de complementos semanticamente se- melhantes. Tan, Kan e Cui (2006) e Tu e Roth (2011) construíram diferentes sistemas de aprendizagem que incorporam sistematicamente medidas estatísticas informativas e contextos locais específicos. Os dois trabalhos diferem entre si em relação ao conjunto de dados anotados e os conjuntos de verbos considerados para a anotação. Fazly e Steven- son (2007) usam medidas estatísticas linguisticamente motivadas para distinguir subtipos de combinações de verbo-nome. Cruys e Moirón (2007) apresentam um método híbrido baseado em semântica e estatística, com vistas a identificar combinações de [V Prep N ] em Alemão. Esse método é baseado em preferências de seleção para ambas as categorias: um nome usado como verbo, e um verbo usado como nome, nos casos de nominalização. Wang e Ikeda (2008) propõem regras de tradução baseadas em padrões sintáticos, visando à tradução de CVS do Japonês para o Chinês. Diab e Bhutada (2009) identificaram os graus de idiomaticidade e classificaram combinações de [V N ], usando um método super- visionado de aprendizagem de máquina que combina diferentes características linguisti- camente motivadas. Gurrutxaga e Alegria (2011) exploraram várias técnicas para extrair automaticamente combinações de [N V ] em Basco, usando uma abordagem híbrida que considera as complexas combinações de características, tais como a institucionalização, a não-composicionalidade e a fixidez léxico-sintática dos constituintes. Vários outros trabalhos que seguem a mesma linha podem ser citados, mas ressalte- se que todos eles consideram CVS como um tipo de expressão multipalavra (MWE) e nenhum deles analisa as propriedades linguísticas inerentes a essas construções. Por fim, refira-se ainda ao trabalho de Barreiro et al. (2014), que avaliaram dois sistemas de tradução automática, o OpenLogos (baseado em regras) e o Google Translate (baseado em métodos estatísticos), na tarefa de traduzir construções com verbo-suporte em cinco línguas: Francês, Alemão, Italiano, Português e Espanhol. Para realizar os expe- rimentos e a avaliação, os autores produziram um conjunto de 100 frases que analisaram Capítulo 3. Estado da arte 67 como CVS e o anotaram manualmente. Como resultado da avaliação dos dois sistemas, os autores concluíram que o Google Translate traduz melhor as CVS do que o OpenLogos, atribuindo esse resultado ao rico conhecimento lexical do primeiro sistema. O conceito de CVS que os autores adotaram, naquele trabalho, é diferente do que adotamos aqui. Para Barreiro et al. (2014, p.37), “uma CVS é uma expressão multipalavra ou um predicado complexo, que consiste em um verbo semanticamente fraco (o verbo- suporte) e um nome predicativo (que é o mais comum), ou um adjetivo predicativo ou um advérbio predicativo”3. Para justificar a definição adotada de CVS, os autores usam exemplos como: (i) fa- zer uma apresentação (make a presentation), que é uma CVS formada pelo verbo-suporte fazer e o nome predicativo apresentação; (ii) fazer isso simples (make it simple), que tam- bém é considerado uma CVS formada pelo verbo-suporte fazer e o adjetivo predicativo simples; (iii) ser significativo (be meaningful), como CVS formada pelo verbo-suporte ser e o adjetivo predicativo significativo; (iv) ser conhecido como (be known as) e estar en- volvido em (be involved in), como CVS do tipo construção com verbo-suporte adjetival preposicional, por serem formadas por um verbo-suporte (ser ou estar), um adjetivo pre- dicativo (conhecido ou envolvido) e uma preposição (como ou em); dentre outros exemplos. Pela abordagem que adotamos, apenas o exemplo (i) é, de fato, uma CVS. No exemplo (ii), fazer deveria ser classificado como verbo-operador causativo, que indica fazer com que isso seja simples ou tornar isso simples. Os exemplos (iii) e (iv), em nossa análise, são construções adjetivais formadas por um verbo de cópula (ser ou estar), que não é um Vsup, e um adjetivo predicativo. As construções que Barreiro et al. (2014) identificam como CVS são chamadas por outros autores de predicados complexos (DURAN et al., 2011) ou expressões multipalavras (multiword expressions) (CALZOLARI et al., 2002; DIAB; BHUTADA, 2009; SAG et al., 2002). Há diferentes objetos linguísticos sendo considerados como um tipo único de construção. Este é o último capítulo dessa parte introdutória da tese. Neste capítulo, oferece- mos ao leitor um breve panorama dos estudos linguísticos sobre a classificação dos verbos em Português. Indicamos alguns dicionários (BORBA, 1991; BUSSE, 1994) e trabalhos acadêmicos (CANÇADO; GODOY; AMARAL, 2012; LEVIN, 1993; BAPTISTA, 2012) que propuseram diferentes classificações verbais, seja sintática seja semântica. Em seguida, indicamos também trabalhos que descrevem tipos específicos de construções verbais, tais como as construções causativas (CANÇADO, 2010; GROSS, 1981) e as expressões fixas 3 Tradução minha. Do original: “A SVC is a multiword or complex predicate consisting of a semantically weak verb (the support verb), and a predicate noun (most commonly), a predicate adjective, or a predicate adverb” (BARREIRO et al., 2014, p.37). Capítulo 3. Estado da arte 68 (VALE, 2001) etc. Esses trabalhos serão utilizados, posteriormente, para fazer a análise e descrição das construções com o verbo dar. Ainda neste capítulo, apresentamos os principais estudos sobre a identificação e descrição das CVS, tanto em Português quanto em várias outras línguas. Por fim, apre- sentamos o estado da arte do processamento automático de CVS. Apesar de haver muitos estudos que propõem a identificação ou extração automática de CVS em corpora, grande parte desses estudos consideram as CVS como expressões multipalavras e não analisam sua estrutura sintática interna. A partir do próximo capítulo, que analisa as construções em que dar funciona como verbo pleno, inicia-se a primeira parte de análise e descrição das construções com o verbo dar em Português. Parte I Proposta tipológica para o verbo dar 70 4 O verbo pleno dar Os verbos plenos são também chamados de verbos distribucionais, pois são eles os responsáveis pela distribuição dos argumentos, ou seja, são eles que selecionam seus argumentos. Para Travaglia (2003), que estuda processos de gramaticalização, o primeiro estágio dos fenômenos linguísticos, a partir de onde se iniciam os processos de gramati- calização, é aquele em que os verbos têm seu significado lexical pleno e seus objetos se referem tipicamente a um objeto concreto. Com base nessas restrições, reconhecem-se oito subtipos do verbo dar como pleno: (i) o verbo com complemento dativo; (ii) com com- plemento reduzido (ou apagado); (iii) com complemento locativo; (iv) com complemento quantificador; (v) com complemento instrumental; (vi) com complemento não-restrito in- troduzido pela prep com; (vii) o verbo transitivo-predicativo; e (viii) o verbo pleno com complemento espaço-temporal. 4.1 Verbo pleno com complemento dativo Para que seja considerado como verbo pleno acompanhado de complemento da- tivo, o verbo dar deve apresentar um sujeito humano (Nhum), agente, volitivo, que é responsável pela transferência física de um objeto concreto a um beneficiário. A forma plena mais prototípica do verbo dar em PB é com complemento dativo: (4.1) Um dos islamitas que atacaram o shopping de Nairóbi deu um chocolate a um menino britânico de 4 anos. [Ex.R] (4.2) A Lourdes, psicanalista, deu um computador às sobrinhas. [Ex.R] Nesses dois casos, transfere-se a posse do objeto (chocolate ou computador) das mãos de 𝑁0 (Um dos islamitas que atacaram o shopping de Nairóbi ou A Lourdes) para as mãos de 𝑁2 (um menino britânico de 4 anos ou as sobrinhas). Em todas as línguas latinas, esse verbo possui o sentido dativo e é reconhecido por todas as gramáticas e dicionários consultados como verbo bitransitivo que indica dação ou doação, ou seja, sua estrutura argumental requer o preenchimento de três posições argumentais: o sujeito, o objeto direto e o objeto indireto, portanto sua estrutura pode ser formalizada como [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 (𝐷𝑒𝑡) 𝑁1 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑁2], sendo que 𝑁1 é um objeto concreto. Em PB, sabe-se que a preposição para, introduzindo complementos dativos, pode comutar com as preposições a e pra. Em outros casos, o verbo dar pode ser parafraseado por outro operador verbal com o sentido de oferecer, como em: Capítulo 4. O verbo pleno dar 71 (4.3) Neymar deu uma festinha à fantasia em sua casa na noite deste sábado. [Ex.R] (4.4) Minha mãe deu um almoço em casa para toda a nossa família. [Ex.R] Há nomes, como jantar, churrasco, cervejada, feijoada, churrascada, farofada, ceia, banquete, baile, boca livre, lanche, show, recital, espetáculo, concerto e outros, que podem ser identificados como tipos de festas. Todos esses nomes são predicativos e podem apa- recer em construções com verbo-suporte, mas o Vsup de base para essa classe é o fazer, e não o dar. Quando esses nomes são associados ao verbo dar, essas construções são dativas. Em outras palavras, as construções de base seriam: (4.3a) Neymar fez uma festinha. [Ex.C] (4.4a) Mirela fez um almoço. [Ex.C] Ambos os exemplos se classificam como construções com o verbo-suporte fazer, porém, quando o Npred é associado ao verbo dar, a construção exige o complemento da- tivo, o qual é selecionado pelo verbo dar e não pelo nome predicativo festinha ou almoço: (4.3b) Neymar fez uma festinha e a ofereceu a seus amigos. [Ex.C] (4.4b) Mirela fez um almoço e o ofereceu a seus convidados. [Ex.C] Nos casos em que os argumentos são selecionados pelo verbo e não pelo nome, significa que o verbo é pleno. Os exemplos apresentados até agora não geram discordância de análise, mas há exemplos no corpus cuja classificação pode ser discutível. A classe dos nomes de documentos, por exemplo, poderia gerar dúvidas de classificação, pois os nomes de documentos possuem propriedades de nomes predicativos – quando associados a um verbo-suporte – ao mesmo tempo que podem se referir a objetos concretos – como complementos diretos em construções com verbo pleno. É o caso de construções como: (4.5) Você deu uma procuração para uma advogada justamente para ela fazer tudo sozinha, sem você. [Ex.R] (4.6) Os médicos temem o risco de dar atestado de sanidade a alguém incapaz. [Ex.R] (4.7) Agnelo deu um certificado para a farmacêutica participar de licitação. [Ex.R] Os nomes procuração, atestado e certificado, bem como declaração, recibo, certidão, multa, liminar, licença-maternidade, diploma, habeas corpus e outros podem ser entendi- dos como substantivos concretos, por serem representados por um documento (objeto Capítulo 4. O verbo pleno dar 72 físico) que exerce a função de atestar, certificar, declarar etc, porém esses nomes serão considerados neste trabalho como nomes predicativos, pois são esses nomes que selecionam o sujeito da construção [dar Npred]. Há na literatura uma distinção entre nominalizações reais e os usos concretos das formas nominalizadas (GREFENSTETTE; TEUFEL, 1995). Alguns nomes deverbais, como presente, proposta e os nomes predicativos que coincidem com nomes de documentos, por exemplo, podem se tornar concretos por uma associação metonímica com o nome predicativo. (4.8) Zé fez uma proposta à Ana. [Ex.C] (4.9) Zé guardou a proposta na gaveta. [Ex.C] Em (4.8), o nome proposta é considerado uma nominalização real, ou seja, é um nome predicativo derivado de propor e constitui o elemento predicador da sentença; é ele quem seleciona o sujeito e o verbo-suporte fazer. Já em (4.9), o nome proposta se refere a um objeto físico e consiste em um uso concreto do nome proposta, que é apenas um dos argumentos selecionados pelo predicador guardar. Já que esses nomes podem exercer a função de nomes predicativos e serem associ- ados ao verbo-suporte, eles serão discutidos mais profundamente na Parte II. Vale destacar que, muitas vezes, o objeto direto (complemento dativo) vem acom- panhado de advérbios ou expressões adverbiais com valor de modo, tais como de brinde, de bandeja, de lambuja, de graça, de presente etc. Nem sempre esses modificadores possuem interpretação literal e são, muitas vezes, confundidos com complementos verbais fixos. Es- ses modificadores devem ser analisados como expressões cristalizadas adverbiais, porém a construção, como um todo, deve ser interpretada como uma construção com verbo pleno dar e complemento dativo, que pode se deslocar de posição, como em: (4.10) O zagueiro Gonzales deu de bandeja a bola para o atacante. [Ex.R] = O zagueiro Gonzales deu a bola de bandeja para o atacante. [Ex.C] Esses dois exemplos são equivalentes e expressam o mesmo predicado semântico. Em ambos, o verbo dar é pleno, responsável pela transferência de um objeto (a bola) de um doador (O zagueiro Gonzales) a um recipiente (o atacante). A expressão fixa adverbial de bandeja pode ser um modificador do verbo pleno dar e, como todo sintagma adverbial, pode ser deslocado de posição ou ainda pode modificar uma construção nominal. (4.11) Mas ainda não sei o que fazer e nem vou dar uma informação de bandeja ao Mano Menezes. [Ex.R] Capítulo 4. O verbo pleno dar 73 Consideram-se construções com o verbo pleno dar também aquelas que indicam transferência de objeto, mas não denotam dação ou doação. O verbo pleno dar pode ter cerca de 50 sentidos, incluindo: vender, pagar, doar, emprestar, entregar, enviar, mandar, transferir, destinar, trocar, dentre outros. 4.2 Verbo pleno com complemento reduzido/apagado Há um grupo restrito de construções que apresentam a mesma estrutura sintática de [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑉 𝑖𝑛𝑓 ], em que o verbo dar corresponde semanticamente a oferecer e o verbo na posição de Vinf pode ser nominalizado, como é o caso de: (4.12) Se tem gente com fome, a gente dá de comer. [Ex.C] = Se tem gente com fome, a gente dá [algo] de comer. [Ex.C] = Se tem gente com fome, a gente oferece comida. [Ex.C] (4.13) Se o menino estava com sede, ele dava de beber. [Ex.C] = Se o menino estava com sede, ele dava [algo] de beber. [Ex.C] = Se o menino estava com sede, ele oferecia bebida. [Ex.C] Em alguns casos, o complemento dativo não está apagado ou reduzido, o que com- prova que essas construções apresentam complemento (explícito) e podem ser definidas intensionalmente; daí classificá-las como construções com verbo pleno. (4.14) Vem esse tanto de gente e eu tenho que achar o que dar de jantar. [Ex.C] = Vem esse tanto de gente e eu tenho que achar o que oferecer como janta. [Ex.C] Nesses exemplos, o argumento o que funciona como objeto direto preposto ao verbo distribucional dar (ou oferecer). O Dicionário Gramatical de verbos do Português contemporâneo do Brasil (BORBA, 1991, p.364) explica que, nesses casos, “o primeiro complemento pode ser expresso pelo seu adjunto: quando lhe davam [alguma coisa] de comer, comia (ED, 97); Manuel dá de beber a Tonho (GE, 74)”. 4.3 Verbo pleno com complemento locativo Quando o verbo dar exige um complemento locativo, introduzido por preposição, também é classificado como um verbo pleno, pois a construção cuja estrutura é [𝑁0𝑉𝑑𝑎𝑟 Capítulo 4. O verbo pleno dar 74 para Nloc] é dotada de significado e pode ser descrita intensionalmente. Essa construção é formada pelo verbo dar, seguida da preposição para e de um locativo, designado por Nloc. Em PB, a preposição para, que introduz complementos locativos, pode comutar com a preposição pra, usada em contextos menos formais. O elemento locativo expressa local, direção, rumo, e a construção toda indica a direção para onde determinado objeto está voltado, para onde possui vista. (4.15) sozinha sob o umbral da porta que dá para o campo. [Ex.R] (4.16) e fomos grudados nele até a porta que dá para o elevador de serviço. [Ex.R] (4.17) os quartos ganham algum charme com a varanda que dá para o rio. [Ex.R] (4.18) Jantar no terraço do hotel, que dá para os jardins, é um prazer. [Ex.R] (4.19) a Rocinha estava começando a se expandir pela vertente do morro Dois Irmãos, que dá para o condomínio. [Ex.R] (4.20) Como sonhar com a paisagem na janela, se ela dá para a cinza praça Roosevelt? [Ex.R] O verbo pleno dar, nas construções locativas, impõe fortes restrições ao preenchi- mento lexical tanto do sujeito quanto do complemento. Ambos os argumentos só podem ser instanciados por nomes locativos. A construção toda deve ser interpretada e traduzida para outras línguas com o sentido de “x ter a frente voltada para y”, em que x e y são representados por Nloc. A segunda estrutura sintática do verbo pleno dar com complemento locativo tam- bém exige dois argumentos locativos, um na posição sujeito e outro na posição de com- plemento. Essas construções são representadas por [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑒𝑚 𝑁𝑙𝑜𝑐]. (4.21) A estrada dá em Paris, na França. [Ex.R] (4.22) Existe um caminho que dá no mar. [Ex.R] (4.23) Tem uma trilha que dá em uma cachoeira. [Ex.R] A preposição selecionada nessa estrutura é em e a construção toda tem a ideia de finalização de um percurso. O verbo dar pode ser substituído por chegar ou acabar. Capítulo 4. O verbo pleno dar 75 4.4 Verbo pleno com complemento quantificador Existem duas construções sintáticas diferentes em que o verbo pleno dar exige um complemento quantificador e, em termos semânticos, tem o sentido de suficiência: (i) [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑁𝑢𝑚], que pode ser reduzido para [𝑉𝑑𝑎𝑟], também indicando quantidade suficiente; e (ii) [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝐷𝑒𝑡 𝑁1], que não indica quantidade, mas modaliza a ideia de suficiência. As construções com [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑁𝑢𝑚] indicam que determinada quantidade (de coisas) é suficiente para outra determinada quantidade (de pessoas, por exemplo). (4.24) O carro-chefe é o pintado na brasa, que dá para duas pessoas. [Ex.R] (4.25) Eu cubro a minha namorada mesmo quando o edredom só dá pra um. [Ex.R] (4.26) Do lado esquerdo fica uma garagem que dá pra 10 carros. [Ex.R] A mesma ideia de suficiência, por vezes, apresenta-se em uma construção reduzida da estrutura anterior, resultando apenas na construção [𝑉𝑑𝑎𝑟]. Na redução, a preposição para e o segundo argumento (Num) são apagados. Pelo contexto, é possível inferir que o sentido empregue pelo verbo dar é o mesmo que indica suficiência de quantidade: (4.27) Que dá, dá. [Ex.R] (4.28) Coloquei só uma receita, não sei se dá. [Ex.R] (4.29) É só acrescentar mais água no feijão, aí é certeza que dá. [Ex.R] Existe ainda uma expressão cristalizada semelhante à construção [𝑉𝑑𝑎𝑟 para N ] que também indica suficiência (ou quantidade suficiente): (4.30) O pincel não é a oitava maravilha, mas dá pro gasto. [Ex.R] A expressão dar para o gasto é considerada uma expressão fixa porque todos os seus elementos (verbo, preposição, determinante e nome) são fixos e não admitem variação. Por ser uma EC, essa expressão será analisada na Seção 6.1. O segundo tipo de construção com verbo pleno indicando suficiência é formalizado pela estrutura [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝐷𝑒𝑡 𝑁1] e pode ser exemplificado como: (4.31) O caso do estudante de medicina Diogo Nogueira dá uma tese de doutorado. [Ex.R] (4.32) Minha vida dá um livro. [Ex.R] Capítulo 4. O verbo pleno dar 76 Borba (1991, p.364) se refere a essas construções como “2. Com sujeito causativo [...] 2.2 Com complemento expresso por nome indicativo de produto, significa constituir, formar”. Não consideramos que o sujeito dessas construções seja tipicamente um causa- tivo, mas sim um nome predicativo. Além disso, existem fortes restrições do verbo dar ao preenchimento lexical do complemento, que, em geral, é um nome de gênero textual (livro, tese, romance, filme, epopeia, comédia, etc.). 4.5 Verbo pleno com complemento instrumental Nessas construções, o verbo pleno dar exige dois complementos preposicionados, um instrumental e outro não-restrito. Em termos semânticos, essas construções têm o sentido de bater, como nos exemplos seguintes: (4.33) Deu com a mão na cara do infiel, que ficou a marca vermelha da mão. [Ex.R] (4.34) Então veio Rosangela e lhe deu com um tijolo nas costas. [Ex.R] (4.35) Tyler deu com uma cadeira na cabeça dele. [Ex.R] Essas construções são do tipo 𝑂𝑛𝑛𝑛 (com três argumentos), sendo que: (i) o pri- meiro é o sujeito humano agente; (ii) o segundo argumento, introduzido pela preposição com, é preenchido por um nome concreto de instrumento; e (iii) o terceiro argumento, introduzido pela preposição em, pode ser preenchido por um nome parte do corpo ou, metonimicamente, por um nome humano. Esse terceiro argumento pode ainda ser instan- ciado por um objeto-alvo ou nome locativo, como em: (4.36) E o lobo foi buscar uma marreta na casa dele e deu com a marreta na casa e destruiu a casa. [Ex.R] O ViPEr (BAPTISTA, 2012) classifica esses casos como pertencentes à classe 40, que é formada por construções plenas do tipo [𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝1 𝑁1 𝑃𝑟𝑒𝑝2 𝑁2]. A glosa indicada no ViPEr para o Inglês é o verbo ‘hit’. Essas construções podem ter dado origem a CVS de atos violentos, tais como: (4.37) Deu uma mãozada na cara do infiel, que ficou a marca vermelha. [Ex.C] (4.38) Então veio Rosangela e lhe deu uma tijolada nas costas. [Ex.C] (4.39) Tyler deu uma cadeirada na cabeça dele. [Ex.C] Capítulo 4. O verbo pleno dar 77 Apesar de serem semanticamente semelhantes, já que ambas indicam atos violen- tos, essas duas construções são sintaticamente diferentes e devem ser classificadas também de forma diferente. Os exemplos de (4.33) a (4.35) são classificados como construções com verbo pleno e complemento instrumental, ao passo que os exemplos de (4.37) a (4.39) são classificados como CVS. A análise dessas CVS será retomada na Parte II. No corpus, encontram-se frases em que o verbo dar significa bater, mas o comple- mento instrumental, na posição de 𝑁1, encontra-se apagado. É o caso de: (4.40) Quanto ao rapaz que deu na cara do secretário, sem moral, torço para que ele se arrependa. [Ex.R] Vale ressaltar que existe uma expressão cristalizada, em Português, que mantém a mesma estrutura sintática dessas construções plenas: (4.41) Gustavo saiu em busca de socorro, mas só deu com a cara na porta. [Ex.R] Essa construção é considerada fixa, e não livre, porque todos os complementos são fixos, além de ter sentido metafórico, que não pode ser inferido pelo significado de seus componentes. Por ser uma expressão fixa, será analisada na Subseção 6.1.7. 4.6 Verbo pleno com complemento não-restrito introduzido pela prep ‘com’ Algumas construções com o verbo pleno dar exigem um complemento não-restrito, que é introduzido pela preposição com, e indicam o processo de encontrar algo ou alguém. Essas construções podem ser representadas pela estrutura [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑁1]: (4.42) Aberta a mala o carrinheiro deu com o corpo de uma mulher cortado em pedaços. [Ex.R] (4.43) Fabian abriu a porta e deu com o menino deitado na cama. [Ex.R] Essa construção se distingue das apresentadas na Seção 4.5 por três razões: (i) aquelas apresentam 3 argumentos ([𝑁0 𝑉 𝑐𝑜𝑚 𝑁1 𝑒𝑚 𝑁2]), ao passo que estas apre- sentam tipicamente dois argumentos ([𝑁0 𝑉 𝑐𝑜𝑚 𝑁1]); (ii) o argumento introduzido pela preposição com naquelas construções representa o INSTRUMENT, ao passo que o argumento introduzido pela prep com nesta última é um PATIENT; e (iii) semanticamente aquelas in- dicam um ato violento, ao passo que estas indicam um encontro. Capítulo 4. O verbo pleno dar 78 Essa estrutura pode ter sido derivada da estrutura de uma expressão fixa, que é [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑁1]. Classificamos [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝑁1] como uma construção livre e [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑁1] como uma expressão fixa porque a primeira construção tem os argumentos livres e significado literal (considerando-se dar como sinônimo de encontrar), ao passo que a segunda construção tem um complemento de cara fixo e seu significado global não é literal. A expressão fixa será analisada na Subseção 6.1.7. 4.7 Verbo pleno transitivo-predicativo O verbo dar, em algumas construções, tem o significado de considerar e pode entrar em dois tipos de estruturas sintáticas tansitivo-predicativas: (i) [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟−𝑠𝑒 por Adj]; e (ii) [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑁1 (por + como) Adj]. Em ambos os casos, o verbo dar é distribucional e exige um complemento predicativo, seja do sujeito seja do objeto. A primeira estrutura apresenta o verbo pronominal (dar-se), seguido da preposição por, seguida ainda de um adjetivo predicativo do sujeito 𝑁0. Essa estrutura engloba frases como: (4.44) Silveirinha não se deu por vencido. [Ex.R] (4.45) O time de Campos não se deu por satisfeito e buscou o segundo. [Ex.R] Poder-se-ia argumentar que essas construções deveriam ser classificadas como ex- pressões fixas, já que os complementos vencido e satisfeito parecem fixos. No entanto, no corpus, encontramos vários outros adjetivos no lugar de vencido e satisfeito, o que não nos permite considerar que seja uma posição fixa. Seguem-se alguns exemplos: (4.46) Por comparecimento espontâneo, entende-se aquele em que o réu se dá por citado nos autos. [Ex.R] (4.47) A cota de nomes indicados pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no governo de Robinson Faria já se deu por encerrada. [Ex.R] (4.48) Deu-se por lido e conferido o acórdão. [Ex.R] (4.49) foi bem pago e se deu por quite. [Ex.R] Em todos esses casos, de (4.44) a (4.49), o verbo pronominal dar-se pede um complemento indireto, introduzido pela preposição por e esse complemento é predicativo do sujeito; daí ser classificado como verbo transitivo-predicativo. O verbo dar pode comutar com o verbo considerar, que também é classificado como transitivo-predicativo. Quando se usa o verbo considerar-se, no entanto, a preposição selecionada é como. Capítulo 4. O verbo pleno dar 79 A segunda estrutura sintática mencionada anteriormente [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑁1 (por + como) Adj] difere da primeira estrutura nos seguintes aspectos: (i) o verbo não é pronominal; (ii) a preposição que introduz o complemento indireto pode ser por ou como; e (iii) o Adj é um predicativo do objeto e não do sujeito. Essa estrutura pode ser exemplificada por: (4.50) Tribunal de Justiça do Estado deu como desaparecido o prefeito de Itapema. [Ex.R] (4.51) Tribunal deu como provado que Luís Catarino é psicopata. [Ex.R] (4.52) Em dezembro de 2008, a empreiteira deu como acabado o trabalho de assentamento do piso em paver. [Ex.R] A posição de Adj também pode ser preenchida por um verbo no particípio, como se nota em (4.52). 4.8 Verbo pleno com complemento não-preposicionado O verbo pleno dar, por vezes, exige um complemento não-preposicionado que pode exprimir três valores diferentes: (i) tempo, (ii) distância, ou (iii) existência, conforme atestam os exemplos: (4.53) A viagem de carro até São Paulo dá 2 horas e meia. [Ex.R] (4.54) Daqui lá dá uns 8 quilômetros, mais ou menos. [Ex.R] (4.55) Hoje no meu show deu mil pessoas. [Ex.R] Essas construções possuem a estrutura sintática [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑁1], sendo que a posição de 𝑁0 pode ser preenchida ou não. Mesmo quando é preenchida, sofre fracas restrições de seleção, podendo aceitar um nome predicativo, uma frase completiva, uma expressão adverbial ou outras. Já a posição de 𝑁1 deve ser preenchida por um complemento não- preposicionado geralmente introduzido por um modificador numérico. Em (4.53) e (4.54), o verbo dar pode comutar com os verbos ser e corresponder a. Em (4.55), o verbo dar tem valor existencial e pode comutar com os verbos haver ou ter. Existem outras construções temporais do Português que também foram inseridas nesta classe. (4.56) Deu duas horas e meia da tarde e Amy já estava lá na praia esperando. [Ex.R] (4.57) Deu 5 horas, vamos embora que vai fechar a loja. [Ex.R] Capítulo 4. O verbo pleno dar 80 Essas construções, assim como (4.55), poderiam ser classificadas como impessoais, já que o verbo deu (singular) não concorda em número com os elementos plurais horas (4.56) e (4.57) ou pessoas (4.55). É possível, no entanto, encontrar construções muito semelhantes em que o verbo concorda com o suposto sujeito, como se verifica em: (4.58) No hospital deram cem pessoas. [Ex.R] (4.59) Deram duas horas e nada do Halim chegar. [Ex.R] (4.60) São apenas 50 minutos de vôo de Barcelona, mas no total deram 5 horas e meia de viagem. [Ex.R] Em vez de classificar essas construções como pessoais ou impessoais, a partir do seu sujeito, classificamos todas elas como construções com verbo pleno que podem admitir ou não sujeito e que exigem um complemento não-preposicionado com valor espaço-temporal ou existencial. Por fim, o verbo dar também pode ocorrer como pleno quando indica um resultado numérico de uma operação matemática. O verbo substitui o sinal de igual (=) numa operação matemática. Como exemplos desse tipo, citam-se: (4.61) Dois e dois dá exatamente quatro. [Ex.R] (4.62) 5 mais 8 dá 13. [Ex.R] Esses casos são bastante controlados linguisticamente e não apresentam grande dificuldade na análise. Este capítulo, que introduz a primeira parte da tese, discutiu o conceito de cons- trução com verbo pleno, ou também chamado verbo distribucional porque é o responsável pela distribuição dos seus argumentos, ou seja, é ele quem seleciona os seus argumentos necessários e obrigatórios. Neste trabalho, foram identificadas 8 construções sintáticas di- ferentes em que o verbo dar é classificado como pleno: (i) com complemento dativo (e.g. Rui deu um livro à Ana), que pode ter cerca de 50 sentidos diferentes; (ii) com comple- mento reduzido ou apagado (e.g. Rui deu de comer à Ana); (iii) com complemento locativo (e.g. O rio dá no mar); (iv) com complemento quantificador (e.g. A comida dá pra 10 pessoas); (v) com complemento instrumental (e.g. Rui deu com uma pedra na cabeça da Ana); (vi) com complemento não-restrito introduzido pela prep com (e.g. Rui deu com a Ana no parque); (vii) verbo pleno transitivo-predicativo (e.g. Rui se deu por satisfeito); e (viii) verbo pleno com complemento não-preposicionado (e.g. Deu mil pessoas na festa). Capítulo 4. O verbo pleno dar 81 Na sequência da taxonomia proposta para as construções com o verbo dar, no próximo capítulo, discutiremos os casos em que esse verbo é classificado como causativo, apresentando as propriedades formais e as configurações sintáticas dessas construções. 82 5 O verbo-operador causativo dar O conceito de verbo-operador foi introduzido por Harris (1964) para designar os verbos que acompanhavam as nominalizações. Posteriormente, Gross (1981) redefiniu o conceito, distinguindo, de um lado, os verbos-suporte, e, de outro lado, os verbos- operadores. O conceito de verbo-operador, para Gross (1981, p.23-39), pode se referir ainda a dois tipos distintos de fenômenos e, portanto, dois tipos distintos de verbos: (i) verbo-operador causativo (VopC ); e (ii) verbo-operador de ligação (VopL). O verbo-operador causativo (VopC ) tipicamente acrescenta um novo elemento à frase de base, sendo que esse elemento é facilmente identificável como a causa do evento. Distribucionalmente, esse elemento sofre fracas restrições semânticas, admitindo qualquer tipo de argumento (humano, não-humano, evento, frase completiva etc.) como causa, na posição de sujeito. Gross (1981) trata mais especificamente do verbo faire (fazer) como causativo, mas também cita construções causativas com deixar, meter e dar, seguidos por um verbo no infinitivo. Esse é o caso de: (5.1) Zé fez # Ana dorme ≡ O Zé fez a Ana dormir. [Ex.C] O segundo tipo de verbo-operador é chamado verbo-operador de ligação (VopL), o qual dificilmente modifica o significado da frase de base sobre a qual ele incide. Nas construções com VopL, também há a inserção de um elemento à frase de base, porém não é considerado um elemento novo. (5.2) Zé tem # Ana está sob o controle de Zé ≡ Zé tem Ana sob seu controle. [Ex.C] A noção de Vop de ligação já foi descrita para o Português Europeu a propósito das CVS com o Vsup estar prep (RANCHHOD, 1990). Neste Capítulo, abordaremos apenas o primeiro tipo de verbo-operador, haja vista que o verbo dar não funciona como verbo-operador de ligação, apenas como verbo- operador causativo. Foram encontradas no corpus cerca de 600 construções com o VopC dar, as quais serão discutidas nas seções seguintes. Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 83 5.1 Propriedades das construções com o VopC dar Os verbos causativos formam uma classe extensa de vocábulos cujas propriedades transformacionais permitem estabelecer acarretamentos, sejam eles lexicais ou sintáticos. Verbos como causar, provocar, tornar, pôr, transformar, fazer e dar, dentre outros, formam “um conjunto de verbos que se aplicam à frase elementar, acrescentando-lhe um argumento suplementar, e estabelecendo entre este e a frase à qual se aplicam uma relação de natureza tipicamente causal” (BAPTISTA, 2005b, p.202); daí serem nomeados verbos-operadores causativos. As construções com verbo-operador causativo se distinguem das construções com verbo-suporte por possuírem propriedades sintático-semânticas específicas. Essas propri- edades serão analisadas nas subseções seguintes. 5.1.1 Restrições ao preenchimento lexical do argumento na posição sujeito A posição sujeito da construção com VopC sofre poucas restrições distribucionais e pode ser preenchida por elementos de categorias sintáticas variadas, por isso a posição de 𝑁0 é geralmente assinalada por um nome não-restrito (Nnr). (5.3) (O preenchimento do formulário + O fato de Rui ter preenchido o formulário + A falta de burocracia + Isso + Rui) deu agilidade ao processo. [Ex.C] Considerando o que foi apontado por Gross (1975, p.50), a notação “ Nnr” não corresponde a uma classe específica de substantivos, mas a uma posição sintática que pode ser preenchida por um substantivo de qualquer natureza, ou uma frase completiva ou uma oração no infinitivo. O teste apresentado por Gross (1975) consiste em substituir a posição sintática por quaisquer dos seguintes grupos nominais: Paulo (Nhum) ou este bolo ([+concreto]) ou A sinceridade ([+abstrato]) ouQueF (completiva) ou Vinf (infinitivo). Essa propriedade deNnr é comumente marcada na posição𝑁0 dos verbos-operadores causativos, conforme atestam as várias possibilidades de sujeito de (5.4). (5.4) (Rui + Esse carro + A infidelidade do Rui + O fato de Rui ter saído + A saída de Rui + Rui ter saído) deu raiva em Ana. [Ex.C] Todos esses tipos semânticos do argumento na posição sujeito também podem ser substituídos por Isso (e.g. Isso deu raiva em Ana), o que não ocorre nas construções com verbo-suporte (e.g. *Isso deu um tapa em Ana)1. Como forma de atestar sistematicamente 1 Essa construção somente poderia ser aceitável se o locutor se referir pejorativamente ao agente da ação, que é humano, por meio do pronome isso, em vez de ele ou ela. Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 84 essa propriedade em todos os Npred que autorizam a construção causativa com VopC dar, testamos a aceitabilidade de todas as construções causativas com o sujeito Isso. Oliveira (1979) tratou dos verbos psicológicos em Português Europeu e constatou que diferentes tipos sintáticos de argumentos podem ser sujeito de verbos psicológicos, e isso se aplica também às construções parafrásticas com o verbo dar, nos casos em que ele se classifica como VopC. (5.5) (Rui + Aquela caveira + O fato de Zé se atrasar + Que o Zé tenha se atrasado) (afligiu + emocionou + consternou + amedrontou) Ana. [Ex.C] É possível construir paráfrases desses verbos psicológicos com construções com verbo-suporte cujo nome predicativo é considerado nome psicológico (ver exemplo 5.6). Por outro lado, também é possível encontrar na língua construções causativas nas quais a posição sujeito não é preenchida por nenhum elemento, assemelhando-se às construções impessoais (ver exemplo 5.7). (5.6) (Rui + Aquela caveira + O fato de Zé se atrasar + Que o Zé tenha se atrasado) deu (aflição + emoção + consternação + medo) em Ana. [Ex.C] (5.7) Deu um(a) (aflição + emoção + consternação + medo) em Ana. [Ex.C] Algumas construções que apresentam nominalizações com sufixo -ada (V-n-ada) devem ser classificadas como construções causativas (em vez de CVS), por apresentarem Nnr na posição sujeito: (5.8) (Rui + A televisão + Que o Rui tenha saído + O fato de Rui ter saído + A saída de Rui + Rui ter saído) deu uma (acalmada + aliviada + melhorada) em Ana. [Ex.C] Pode-se considerar que as construções como (5.8) sofreram uma transformação, em que a frase de base é: Ana deu uma (acalmada + aliviada + piorada). Na transformação da frase de base para a frase causativa (como aparece em 5.8): (i) foi introduzido o argumento CAUSA na posição sujeito; (ii) o argumento que era sujeito na frase de base (Ana) passa a ser complemento na frase causativa (em Ana); e (iii) o verbo causativo dar “absorveu” um outro verbo dar, que é Vsup na construção de base. 5.1.2 A comutação do VopC com outros verbos causativos Nos casos em que dar é um verbo-operador causativo, ele pode comutar com outros verbos também causativos, já que todos eles possuem propriedades sintáticas e Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 85 semânticas semelhantes. Levin (1993) listou um conjunto de verbos causativos para o Inglês; Cançado, Godoy e Amaral (2012) fizeram o mesmo para os verbos em Português Brasileiro; e Baptista (2012) classificou 67 verbos do PE como verbos causativos, na classe 01T, no ViPER. As listas de verbos causativos de Cançado, Godoy e Amaral (2012) e de Bap- tista (2012) foram intersectadas a fim de obtermos o maior número possível de verbos com comportamento sintático e semântico semelhante ao do VopC dar. São exemplos de verbos-operadores causativos: causar, provocar, fazer com que, implicar, ocasionar, originar, pemitir, possibilitar, dentre outros. Em seguida, a lista de Npred que autoriza a construção causativa com dar foi intersectada com a lista dos verbos causativos, utilizando grafos do Unitex, a fim de identificar em corpus as combinações desses Npred com qualquer dos verbos alistados. Os poucos Npred que não foram encontrados no corpus, associados a algum dos verbos disponíveis, foram consultados individualmente na web para garantir a sistematicidade do experimento. A lista dos nomes predicativos que autorizam o VopC dar é apresentada no Apên- dice B. 5.2 O estatuto das construções causativas Há divergências teóricas quanto ao estatuto do verbo causativo, pois pode ser classificado como um tipo particular de verbo-suporte ou como uma categoria distinta da categoria dos verbos-suporte, mas que mantêm uma fronteira tênue com estes últimos. Ruppenhofer et al. (2006), ao proporem uma classificação semântica para os verbos- suporte no âmbito da FrameNet, reconhecem vários tipos de predicados-suporte, dentre os quais citam-se: plain vanilla, aspectual, ponto de vista, registro e causativo. Com relação aos predicados causais, os autores afirmam que: O suporte adiciona outro participante e a ideia de causa à cena básica. Isso geralmente ocorre emparelhado com um verbo-suporte não-causativo, como em colocar em um (mau) humor vs entrar em um (mau) humor ; trazer para o jogo vs entrar no jogo; dar dor de cabeça vs ter dor de cabeça, etc. Observe que normalmente nós só marcamos a causa, por exemplo, o objeto de dar ou colocar, como um elemento de frame evocado pelo alvo. Além disso, nós marcamos o sujeito do verbo-suporte quando ele preenche um papel de elemento de frame que também é parte do frame de base. Este é o caso, por exemplo, do elemento de frame COMUNICADOR ocorrendo com o substantivo telefonema no frame de CONTATO, em frases como: Eu vou dar-lhe um telefonema quando Mr. Steen voltar à cidade2 (RUPPENHOFER et al., 2006, p.38). 2 Tradução minha. Do original: “The support adds another participant and the idea of causation to the basic scene. These generally occur paired with a non-causative support, as in put in a (foul) mood versus get into a (foul) mood; bring into play vs. come into play; give a headache versus have a headache, etc. Note that normally we only tag the cause, e.g., the object of give or put, as a frame Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 86 Ao tratar da função semântica dos verbos-suporte, Gross (1998) classifica o verbo causativo como um tipo de verbo-suporte. O primeiro argumento (GROSS, 1998, p.31) para justificar que os causativos são também verbos-suporte funciona bem para o Francês, mas não é muito natural em Português; trata-se da extração do complemento nominal, mediante a dupla análise dos complementos, propriedade esta que se aplica às construções com verbo-suporte. Essa propriedade é chamada de construção clivada em Português. (5.9) Le tennis a un avantage sur la boxe. [Ex.R] (5.9a) Ce règlement donne un avantage sur la boxe au tennis. [Ex.C] (5.9b) C’est sur la boxe que ce règlement donne un avantage au tennis. [Ex.C] (5.10) O tênis tem uma vantagem sobre o boxe. [Ex.C] (5.10a) Este regulamento dá vantagem ao tênis sobre o boxe3. [Ex.C] (5.10b) ?É sobre o boxe que este regulamento dá uma vantagem ao tênis. [Ex.C] (5.10c) ?É ao tênis que este regulamento dá uma vantagem sobre o boxe. [Ex.C] As duas formas de extração do complemento preposicional, indicadas em (5.10b) e (5.10c) não parecem muito naturais em Português. Gross (1998, p.32) reconhece que existe um problema terminológico em relação às construções causativas, porque costuma-se considerar as sequências de [𝑁0 fazer ] como auxiliar causativo, mas as sequências de [𝑁0 colocar ], [𝑁0 dar ] e [𝑁0 tornar ] como verbos- suporte causativos, por possuírem propriedades semelhantes às construções com outros verbos-suporte. Pode-se acrescentar ainda um outro argumento em favor da classificação dos causa- tivos como um subtipo de verbo-suporte: a correspondência entre a construção com [Vsup Npred] e um verbo causativo morfologicamente associado ao lema do Npred também se aplica a algumas construções com verbos causativos: (5.11) Rui deu alegria à Ana. [Ex.C] (5.11a) Rui alegrou Ana. [Ex.C] element of the frame evoked by the target. Additionally, we tag the subject of the support verb when it fills a frame element role that is also part of the basic frame. This is the case, for instance, for the COMMUNICATOR frame element occurring with the noun call in the CONTACTING frame in sentences such as I’ll give you a call when Mr Steen is back in town” (RUPPENHOFER et al., 2006, p.38). 3 A ordem dos complementos preposicionais (ao tênis e sobre o boxe) foi alterada porque, em Portu- guês, é mais natural que o sujeito do nome predicativo, em uma construção de base (O tênis tem uma vantagem sobre o boxe), seja colocado logo após o Npred, em uma construção causativa (Este regulamento dá vantagem ao tênis sobre o boxe). Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 87 (5.12) O escuro dá medo em Zé. [Ex.C] (5.12a) O escuro amedronta Zé. [Ex.C] Apesar de reconhecermos a validade dos argumentos que consideram o verbo- operador causativo como um subtipo de verbo-suporte, adotamos um posicionamento diferente. Consideramos neste trabalho que os VopC formam uma classe diferente da classe dos Vsup, e não uma extensão destes últimos. O que justifica esse posicionamento é o fato de que “o VopC ‘absorve’ o Vsup dessas frases e, de uma forma regular, pode introduzir-lhe certas modificações estruturais. A frase resultante apresenta, então, o aspecto superficial de uma frase simples” (BAPTISTA, 2005b, p.202). (5.13) (O Zé + Essa notícia) deu # A Ana tem muita coragem. [Ex.C] (5.13a) ≡ (O Zé + Essa notícia) deu muita coragem à Ana. [Ex.C] Apesar de (5.13a) se assemelhar a uma frase simples, ela pode ser desmembrada em um predicado de base (A Ana tem coragem) e uma operação de causa que incide sobre essa frase de base. Baptista (2005b, pp.202-203) afirma que: As frases com Vop não se confundem com as frases com Vsup, na medida em que: (i) na frase com Vop, a relação entre o sujeito gramatical e o resto da construção é de natureza causal; (ii) na frase com Vop, continua a observar-se a relação particular que une o sujeito ao nome predicativo na respectiva frase de base com Vsup, mesmo que este último se encontre reduzido; e (iii) as frases com Vop não permitem a formação de GN, ou seja, não é possível, a partir das frases com fazer e dar, acima, obter os GN=:*o medo do Zé à Ana, GN=:*a coragem do Zé à Ana. 5.3 Tipos de frases causativas As construções classificadas como causativas se subdividem em quatro categorias semânticas diferentes, baseadas no tipo semântico dos Npred: (i) a classe de sentimentos, sensações e emoções (indicada pela etiqueta ); (ii) a classe das doenças (); (iii) a classe dos atributos ou características (); e (iv) a classe dos Npred resultativos (). Essas etiquetas são atribuídas a cada um dos 616 Npred que ocorrem com o VopC dar (ver Apêndice B) Seguem-se dois exemplos representantes de cada uma dessas classes, respectivamente. (5.14) Elogios lhe dão alegria. [Ex.C] (5.15) A escuridão do quarto me deu medo. [Ex.C] Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 88 (5.16) Comer sal dá pressão alta. [Ex.C] (5.17) O peixe cru me deu dor de barriga. [Ex.C] (5.18) O advogado deu celeridade ao processo. [Ex.C] (5.19) O editor deu uma cara nova à revista. [Ex.C] (5.20) A poluição do ar deu um aumento no buraco da camada de ozônio. [Ex.C] (5.21) A política internacional deu uma diminuição na taxa de juros. [Ex.C] Há ainda um tipo peculiar de construção com verbo-operador, que se diferencia desses tipos apresentados anteriormente por ser mais natural a interpretação do sujeito como agentivo do que como causativo. Trata-se de construções como: (5.22) (O pai + *O fato de que o pai se casara novamente) deu uma nova madrasta para o seu filho. [Ex.C] (5.23) (Deus + *O fato de que Deus nos ama) deu seu filho unigênito para morrer na cruz por amor a nós. [Ex.C] Como se nota pelos exemplos, a interpretação de sujeito agentivo é mais natural do que como sujeito causativo. O verbo-operador dar, nesses casos, não pode ser substituído tipicamente por causar, como nos exemplos de (5.14) a (5.21), mas pode comutar com outros verbos causativos: em (5.22) pode comutar com proporcionar ou propiciar, e em (5.23) pode comutar com fazer com que. Além disso, é possível desmembrar essas frases em outras construções de base: (5.22a) O pai fez com que # O filho tem uma nova madrasta. (5.23a) Deus fez com que # O filho unigênito de Deus morreu na cruz por amor a nós. Nesse sentido, essas construções não se confundem com construções com verbo pleno ou com CVS. Na linguagem religiosa, existem construções sintáticas cujo complemento do verbo dar é um nome abstrato que corresponde a virtudes, dádivas ou características concedidas por alguma entidade a um experienciador de forma que esse experienciador passe a ser dotado de tal virtude, dádiva ou característica. (5.24) Ontem fez um ano que Deus me deu fé, e seu amor me tem transbordado o coração. [Ex.R] Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 89 (5.25) Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho. [Ex.R] Apesar de não serem tipicamente construções com o verbo-operador causativo, serão assim classificadas porque podem comutar com o VopC fazer com que e porque não são construções de base. As próximas subseções apresentam os quatro tipos de construções causativas, agrupadas de acordo com o tipo semântico do Npred. 5.3.1 Causa sensação ou sentimento Cerca de 140 construções causativas envolvem o VopC dar e um nome predicativo que se refere a sensação, emoção ou sentimento. As propriedades das construções causa- tivas também se aplicam a essa classe: (i) admite-se qualquer tipo de argumento (Nnr) na posição sujeito, que funciona como a causa, em (5.26); (ii) o verbo dar pode ser subs- tituído por causar ou provocar, em (5.27); e (iii) o elemento na posição de complemento indireto é o experienciador, que funciona como sujeito numa frase de base com o Vsup ter, estar com ou ser de, em (5.28). (5.26) (A morte do pai + O fato de o pai ter morrido + O pai ter morrido + Isso + Rui) deu muita tristeza à Ana. [Ex.C] (5.27) A morte do pai (deu + causou + provocou) muita tristeza à Ana. [Ex.C] (5.28) Ana (tem + está com + é de) uma grande tristeza. [Ex.C] Além das propriedades gerais das construções causativas, pode-se elencar outras características que são próprias dessa classe de Npred. A primeira delas se refere ao fato de que grande parte desses nomes predicativos são nominalizações de verbos psicológicos, tais como: (5.29) O resultado da prova deu (um + uma) (aborrecimento + alegria + aflição + alívio) na Ana. [Ex.C] ≡ O resultado da prova (aborreceu + alegrou + afligiu + aliviou) a Ana. [Ex.C] Essa propriedade raramente se observa com os Npred da classe de doenças, por exemplo, caxumba (*caxumbar), sarampo (*sarampear)4. A grande maioria dos nomes dessa classe admitem o apagamento do elemento CAUSA da posição sujeito. Isso se dá mediante transformações em duas estruturas sintáticas 4 Ambas as palavras caxumbar e sarampear possuem algumas poucas ocorrências na web, mas elas não se referem às doenças caxumba e sarampo, respectivamente. As ocorrências da palavra caxumbar aparecem apenas na expressão caxumbar formiga, mas isso consiste em um erro de grafia de expressão cachimbar formiga. A palavra sarampear também é usada em contextos que não se referem à doença. Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 90 diferentes, como: (i) [Deu um Npred em 𝑁0], que se assemelha a construções impessoais, em que a causa está elíptica e o complemento indireto figura na posição pós-nominal (5.30a); ou (ii) [Me deu um Npred], a partir da pronominalização do complemento indireto, que passa para a posição pré-verbal (5.30b). (5.30) O resultado da prova deu um alívio na Ana. [Ex.C] (5.30a) Deu um alívio na Ana. [Ex.C] (5.30b) Me deu um alívio. [Ex.C] O apagamento do elemento CAUSA ocorre nas frases de superfície (em frases do corpus), porém reconhece-se que esse argumento está presente numa estrutura subjacente à frase de superfície; ele está contido na frase de base. Esse argumento, que aparece tipicamente na posição sujeito, pode mudar de posição ou de função na frase. (5.31) Saber o resultado da prova me deu uma grande euforia. [Ex.C] (Oração subordinada subjetiva substantiva preposta ao verbo) (5.31a) Me deu uma grande euforia saber o resultado da prova. [Ex.C] (Oração subordinada subjetiva substantiva posposta ao verbo) (5.31b) Me deu uma grande euforia (ao + por + em) saber o resultado da prova. [Ex.C] (Oração subordinada adverbial causal) Em (5.31) e (5.31a), o sujeito é o mesmo (Saber o resultado da prova), a diferença é que, em (5.31), o sujeito é preposto, enquanto, em (5.31a), o sujeito é posposto ao predicado. Já a estrutura (5.31b) apresenta a mesma informação da CAUSA, mas não como sujeito, e sim como uma oração causal, introduzida por alguma das preposições (ao + por + em). 5.3.2 Causa doença Pertencem à classe dos nomes predicativos de doenças que admitem o VopC dar cerca de 100 substantivos. Esse rol é apenas exemplificativo da classe, pois há um número muito mais extenso de nomes de doenças em Português. Não nos interessa, neste trabalho, elencar todos os nomes de doenças existentes na língua, mas apenas listar um número considerável desses nomes a fim de identificar propriedades gerais à classe. Nesta classe de Npred inserem-se, não apenas os nomes específicos das doenças (como aids, câncer, pneumonia, tuberculose, gripe e outras), mas também os Npred que se Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 91 referem aos efeitos que essas doenças podem provocar no organismo (como vômito, febre, enxaqueca, infarto, diarreia e outros). Os nomes pertencentes a essa classe admitem as duas estruturas sintáticas referidas na Seção anterior quanto ao apagamento do argumento CAUSA. Na verdade, as construções causativas com nomes de doenças são ainda mais comuns com o apagamento da causa do que as construções em que a causa é explícita. Quando o elemento CAUSA aparece na frase de superfície, impõe restrições ao tempo e modo do verbo dar. É muito mais comum encontrar frases no presente do indicativo (e.g. Transar sem camisinha dá Aids) ou com o modal poder (e.g. Não é só bebida que pode dar cirrose) do que verbos no pretérito, como ocorria com os Npred de sensação, emoção ou sentimento. As frases causativas cujo Npred é nome de doença são mais naturais no presente porque representam afirmações genéricas, que podem ser vistas como verdades universais, e não fatos pontuais. Além das duas transformações atestadas na Seção anterior, os Npred da classe das doenças admitem uma terceira estrutura sintática: [𝑁0 deu Npred], como em: (5.32) Água parada dá dengue. [Ex.R] (5.32a) ?A água parada deu dengue no Rui. [Ex.C] (5.32b) Deu dengue no Rui. [Ex.C] (5.32c) O Rui deu dengue. [Ex.C] Na transformação de (5.32b) para (5.32c), o complemento indireto passa para a posição de sujeito, mantendo-se com o mesmo papel semântico de EXPERIENCIADOR e mantendo equivalência sintática e semântica com outras frases de base cujo Vsup elemen- tar é o verbo ter. (5.32d) O Rui teve dengue. [Ex.C] Por serem equivalentes as construções O Rui deu dengue e O Rui teve dengue, ambas são consideradas construções com verbo-suporte e, portanto, serão abordadas na Parte II. Essa transformação é exclusiva da classe das doenças, mas não é autorizada por todos os Npred dessa classe. Em Português Brasileiro, cerca de 35 nomes predicativos (tais como alergia, anemia, catapora, convulsão, depressão, espasmos, febre, tremedeira, vômito etc.), além de admitirem a construção causativa com o VopC dar, também admitem os dois verbos ter e dar como Vsup elementares em construção com verbo-suporte. Os exemplos seguintes foram retirados de corpus a fim de comprovar sua existência: Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 92 [VopC ]: Sua lição de casa: água parada dá dengue. (= causar) [Ex.R] [Vsup=:dar ]: Inclusive a vizinha também deu dengue. (= ter) [Ex.R] [Vsup=:ter ]: O meu esposo já teve dengue. [Ex.R] Rassi et al. (2014) descrevem esses casos, bem como as dificuldades na tarefa de integrar esses dados em um analisador sintático automático. As estratégias para superar essas dificuldades, bem como a análise desses casos, serão explicitadas na Parte III. Outras três características podem ser observadas nessa classe de Npred: (i) os nomes de doenças são, em geral, nomes autônomos, ou seja, não são morfologicamente associados a verbos ou adjetivos; (ii) admitem com facilidade a presença de nomes aspec- tuais, tais como ataque ou crise (ataque do coração, ataque de asma, ataque de tosse, crise de labirintite, crise de enxaqueca, crise de rinite etc.); (iii) muitos Npred de doenças, em frases elementares com o Vsup ter, não aceitam determinante (Ana teve aids vs. ?*Ana teve uma aids)5. Um trabalho mais profundo acerca dos nomes de doenças deve ser feito no âm- bito da Terminologia, já que grande parte desses nomes existe em textos de linguagem especializada da área médica. Os 100 Npred aqui considerados - tais como câncer, aids, caxumba, catapora, rubéola, etc. - pertencem à linguagem comum, pois foram retirados de textos jornalísticos. 5.3.3 Atribui propriedade ou característica A grande diferença entre essa classe de Npred e as demais reside na própria semân- tica dos Npred, que, em geral, indicam um atributo, uma propriedade, uma característica ao complemento preposicional. Nas construções causativas desta classe o verbo dar pode comutar com atribuir, conferir, imprimir, mas geralmente não comuta com causar ou provocar, como se observa em: (5.33) O texto constitucional deu legalidade ao processo. [Ex.C] (5.33a) O texto (atribuiu + conferiu + imprimiu) legalidade ao processo. [Ex.C] (5.33b) ?*O texto constitucional (causou + provocou) legalidade ao processo. [Ex.C] As três estruturas sintáticas descritas nas seções anteriores ([Deu Npred em 𝑁0], [Me deu Npred] e [𝑁0 deu Npred]) não se verificam para essa classe de Npred. Em contra- 5 O determinante pode ser admitido se: (i) o nome aids for acompanhado de modificador (e.g. Ele teve uma aids ebolana) ou (ii) for usado com sentido não literal, numa expressão cristalizada (e.g. Teve uma aids aqui no servidor, mas a princípio voltou ao normal). Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 93 partida, os nomes de atributos, propriedades e características apresentam particularidades diferentes das demais classes: 1. As construções com Npred de atributos aceitam apenas a preposição a, en- quanto as construções com Npred de sentimentos, sensações ou emoções aceitam ambas as preposições a e em6: (5.34) Rui deu (clareza + coerência + informatividade) (ao + *no) texto. [Ex.C] (5.35) Rui deu (medo + alegria + raiva) (à + na) Ana. [Ex.C] 2. É possível identificar certas regularidades nos sufixos com que os Npred se constroem, em decorrência dos processos derivacionais que lhes dão origem. Por exemplo, os nomes derivados de adjetivos, com os sufixos -dade, -ância e -ência, exprimem, eles próprios, qualidades. Já os nomes com sufixo -mento exprimem propriedades típicas de ações ou processos. Segue-se o agrupamento de alguns nomes predicativos cujos sufixos são mais comuns: ∙ -dade: espiritualidade, espontaneidade, exclusividade, lealdade, legalidade, expressi- vidade, flexibilidade, fragilidade, graciosidade, homogeneidade, hospitalidade, igual- dade, imobilidade, inferioridade; ∙ -ção: aceleração, afeição, agitação, amplidão, animação, coloração, conotação, de- coração, determinação, emancipação, entonação, evolução, exaltação, iluminação, movimentação, precisão, projeção, sofisticação; ∙ -ância/ -ência: abrangência, aparência, autossuficiência, cadência, coerência, cons- ciência, consistência, eficiência, elegância, extravagância, exuberância, fluência; ∙ -mento: arejamento, caimento, encantamento, distanciamento, fortalecimento, nas- cimento, movimento, rejuvenescimento, seguimento, sentimento; ∙ -tude: amplitude, concretude, magnitude; ∙ -ura: brancura, desenvoltura, espessura, estrutura, formosura, moldura, postura, tex- tura, tessitura, ternura; ∙ -ismo: brilhantismo, dinamismo, favoritismo, ineditismo, otimismo, simbolismo; ∙ -ez/ -eza: avidez, beleza, clareza, destreza, esperteza, firmeza, flacidez, fluidez, for- taleza, leveza, ligeireza, liquidez, lucidez, nitidez, nobreza, rapidez ; 6 Vale ressaltar que a preposição típica das construções com verbo-suporte em PB é a preposição em, que, por vezes, pode alternar com a preposição a. Já em PE, a preposição típica dessas construções é a, podendo, por vezes, alternar ou ser substituída pela preposição em. Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 94 ∙ -or : amargor, esplendor, rigor, sabor, teor ; Para um estudo aprofundado sobre as propriedades específicas dos Npred de cada grupo de sufixos, ver Rassi e Vale (2013). 3. O complemento indireto das construções com Npred de propriedades é, princi- palmente, nome não-humano (N-hum), ao passo que os complementos de Npred de sen- timentos e doenças é tipicamente nome humano (Nhum), como demonstram os exemplos seguintes: (5.36) Rui deu (inteligibilidade + coerência + legitimidade) ao (processo + *Zé). [Ex.C] (5.37) Rui deu (medo + alegria + raiva) ao (*processo + Zé). [Ex.C] Essas três propriedades nos permitem afirmar que o grupo de nomes predicativos que atribuem uma propriedade ou característica a um objeto é relativamente homogêneo, além de ser bastante produtivo. O Apêndice B mostra cerca de 360 Npred dessa classe que entram em construções causativas com o VopC dar. 5.3.4 Verbo causativo-resultativo Na classificação proposta por Girju (2003), as construções causativas podem ser categorizadas em três grupos: (i) simples, que se referem aos verbos que mantêm uma relação causal entre o sujeito e o objeto, como os verbos causar e provocar ; (ii) resultativas, que implicam uma relação causal e uma relação de efeito entre o sujeito e o objeto, como o verbo reduzir ; e (iii) instrumentais, que possuem, no próprio verbo, uma parte da causa, como o verbo envenenar. Na classe das construções causativo-resultativas, inserem-se também as extensões dos verbos resultativos. Se o verbo reduzir na construção (5.38) é um verbo causativo- resultativo, também as frases equivalentes com os VopC fazer (5.38a) e dar (5.38b) devem ser assim classificadas: (5.38) O Banco do Brasil reduziu a taxa de juros de operações de crédito. [Ex.R] (5.38a) O Banco do Brasil fez uma redução da taxa de juros de operações de crédito. [Ex.C] (5.38b) O Banco do Brasil deu uma redução na taxa de juros de operações... [Ex.C] Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 95 Ao estender as propriedades das construções com verbos resultativos às construções com o VopC dar, encontramos um bom número de nomes predicativos que são nomina- lizações de verbos causativo-resultativos, tais como: abatimento, acréscimo, adiamento, adiantamento, adicional, amortização, abono, aumento, lucro, prejuízo, rendimento e ou- tros. (5.39) Conseguimos chegar a esse valor porque implantamos a Rede Cegonha, o que nos deu um acréscimo de R$ 1 mil em cada vaga. [Ex.R] Alguns desses nomes predicativos admitem dois tipos distintos de construções: (i) a construção causativo-resultativa, por ter como sujeito um argumento CAUSA e como complemento um BENEFICIÁRIO, como descrita em (5.39); e (ii) a construção com o verbo-suporte dar, como uma variante do verbo-suporte ter na mesma frase de base. (5.40) A loja que comprei deu um rendimento anual de 5%. [Ex.R] ≡ A loja que comprei teve um rendimento anual de 5%. [Ex.C] (5.41) Oktoberfest deu lucro de 1,062 milhão. [Ex.R] ≡ Oktoberfest teve lucro de 1,062 milhão. [Ex.C] Essas frases são ambíguas na medida em que podem ser interpretadas como cons- truções causais, em que o beneficiário não está explícito, ou serem interpretadas como frases de base em que o próprio sujeito é também o beneficiário. Esses casos (5.40) e (5.41) serão explicados detalhadamente na Parte II, por serem construções com verbo- suporte. Neste capítulo, introduzimos o conceito de verbo-operador causativo, que se dis- tingue do verbo-operador de ligação e do verbo-suporte por apresentar propriedades par- ticulares. As propriedades definitórias das construções causativas com o verbo dar são: (i) a posição sintática de sujeito, em contruções causativas, deve ser preenchida por um argumento tipicamente causal; e (ii) o verbo-operador causativo dar pode comutar com outros verbos causativos, tais como causar, resultar em, provocar, fazer com que, dentre outros. Neste capítulo também discutimos o estatuto dessas construções que, para alguns autores, são um subtipo de construções com verbo-suporte, e, para outros, as constru- ções causativas possuem um estatuto exclusivo. Em seguida, classificamos as construções causativas em 4 grupos, de acordo com o tipo semântico dos nomes predicativos: (i) sen- sação, emoção ou sentimento; (ii) doença; (iii) característica ou propriedade; e (iv) nomes predicativos que expressam resultado de alguma ação ou processo. Capítulo 5. O verbo-operador causativo dar 96 Até agora foram analisadas construções com o verbo pleno e com o verbo-operador causativo. No próximo capítulo, abordaremos os casos de expressões cristalizadas e pro- vérbios que são construídos com o verbo dar. 97 6 As Frases Fixas É necessário distinguir as frases fixas das construções livres porque, de maneira geral, o significado global de uma frase fixa não corresponde aos significados de seus constituintes. As frases fixas possuem estrutura sintática semelhante à estrutura de frases livres, porém as frases fixas devem ser identificadas e analisadas como um bloco único de significado, cujas posições sintáticas devem ser sempre preenchidas por unidades lexicais específicas. Isso significa que as frases fixas (tanto provérbios quanto ECs) são constituídas por palavras e sintagmas tais como as frases livres, porém devem ser entendidas como uma expressão complexa cujo significado pode ser ou mais ou menos metafórico. Consideraremos neste Capítulo dois tipos distintos de Frases Fixas: as Expressões Cristalizadas (EC ) e os provérbios. Nas ECs verbais, o verbo e pelo menos um dos seus ar- gumentos são cristalizados juntos, ou seja, a composição é distribucionalmente invariável, ou o complemento nominal sofre pequenas variações lexicais. Geralmente o sujeito de ECs é distribucionalmente livre, e sua seleção depende tanto do verbo quanto do significado global da combinação entre o verbo e seus complementos fixos, como por exemplo: (6.1) Projeto de interferir na Eurásia já deu com os burros na água. [Ex.R] Por outro lado, os provérbios são tipicamente sentenças fixas completas, em que todos os seus elementos são fixos, inclusive o sujeito. Conforme aponta Gross (1982, p.161), enquanto o sujeito das ECs geralmente varia e pode ser definido intensionalmente por restrições distribucionais, os provérbios têm a posição sujeito necessariamente preenchida por um elemento fixo. (6.2) Todos os caminhos dão em Roma. [Ex.R] Ressalte-se que, assim como nas ECs, pode haver pequenas variações lexicais ou formais entre os constituintes. No caso do provérbio (exemplo 6.2), o verbo dar pode comutar com os verbos levar, conduzir e chegar, podendo variar também a preposição locativa (em ou a). A segunda propriedade que distingue provérbios e expressões fixas, segundo Lopes (1992, p.10), é que os provérbios “sempre têm um valor semântico autônomo em termos comunicativos, diferentemente dos idiomas1, que são apenas constituintes de sentenças e 1 O termo idioma é usado pela autora pra se referir ao mesmo objeto que nós nomeamos, neste trabalho, como expressão cristalizada. Capítulo 6. As Frases Fixas 98 nunca ocorrem como uma sentença completa2”. Nesse sentido, os provérbios substituem sentenças inteiras (com predicação completa), enquanto as Expressões Cristalizadas subs- tituem apenas sintagmas (sintagma verbal, sintagma nominal, sintagma adverbial etc.). Nas duas seções seguintes apresentaremos, respectivamente, as estruturas de Ex- pressões Cristalizadas e de provérbios constituídos com o verbo dar, encontradas no cor- pus. 6.1 As Expressões Cristalizadas A abordagem das expressões cristalizadas (EC ) – ou expressões fixas (EF) – re- presenta um problema sério para a Linguística teórica porque remete ao conceito, ainda inexato, de palavra, ou unidade lexical. Além disso, remonta à questão da delimitação entre sintaxe e léxico, no que concerne à definição de itens lexicais com constituição maior do que um vocábulo. Isso quer dizer que o conceito de léxico deve ser tomado de forma muito mais inclusiva do que como um único vocábulo. Essa é a proposta do Léxico-Gramática. As ECs – também chamadas de expressões idiomáticas, idiomatismos, idiotismos, colocações, frasemas, idiomas e outras – merecem destaque nos estudos linguísticos por- que representam um problema significativo para o processamento automático de línguas naturais, pois uma vez que o significado global de uma EC não pode ser dado pelo sig- nificado de suas partes, um sistema computacional precisa reconhecer a EC como um vocábulo único, e não como a combinação de vários vocábulos. Quando uma expressão possui significado global correspondente ao significado de suas partes, dizemos que possui significado composicional. O critério da composicionalidade, no entanto, não pode ser o único aspecto a ser observado para caracterizar determinada expressão como cristalizada, pois existem dife- rentes graus de composicionalidade e isso não pode ser medido categoricamente. Observe- se, por exemplo, as expressões dar o melhor de si e dar tudo de si. Apesar de não serem completamente transparentes e literais, elas possuem um alto grau de composicionalidade. O problema é que também é comum encontrar em corpus variações como: (6.3) sou Proativa todas as minhas experiências de trabalho nesse longo tempo de 26 anos de carteira assinada sempre dei o melhor de si. [Ex.R] A falta de concordância entre o sujeito de dei e a pessoa designada pelo pronome si atesta um certo grau de fixidez da expressão dar o melhor de si, ainda que seja no limite da composicionalidade. 2 Tradução minha. Do original: “always have an autonomous semantic value in communicative terms, unlike idioms that are only constituents of sentences and may never occur as a full sentence” (LOPES, 1992, p.10). Capítulo 6. As Frases Fixas 99 Existem vários tipos de ECs: verbais, substantivais, adjetivais e adverbiais. A diferença principal entre os quatro tipos de ECs consiste basicamente no fato de as ECs verbais poderem ser substituídas por um verbo (ou locução verbal), ao passo que as ECs adverbiais podem ser substituídas por um advérbio (Adv ou locução adverbial), e assim por diante. Nesta tese serão analisadas apenas as ECs verbais, ou seja, expressões que apresentam sempre um verbo como componente fixo obrigatório. São exemplos de ECs verbais: (6.4) Desprestigiado, o aloprado ameaça dar com a língua nos dentes. [Ex.R] (6.5) Você entende que dar a mão à palmatória não te diminui, te evolui. [Ex.R] (6.6) Cansei de dar murro em ponta de faca e vou entrar na dos africanos. [Ex.R] As ECs verbais se distinguem dos outros tipos por se referirem a ações ou processos e, nesse sentido, substituem a posição sintática do verbo. No corpus foram encontradas também ECs adjetivais e adverbiais cuja estrutura exige a presença do verbo dar e de outros elementos fixos ou relativamente fixos. Como exemplos de EC adverbial e EC adjetival, construídas com o verbo dar, podemos citar (6.7) e (6.8), respectivamente: (6.7) Uma festa de arromba, com Zé Pedro de DJ e sorvete a dar com pau. [Ex.R] (6.8) Enquanto isso, as estações da periferia ficam ao deus-dará. [Ex.R] A expressão destacada em (6.7) é considerada um advérbio de intensidade, podendo ser substituída pelo advérbio muito preposto ao nome sorvete (Uma festa de arromba, com Zé Pedro de DJ e muito sorvete); já a segunda expressão, em (6.8), é classificada como adjetivo que poderia ser substituído pelos adjetivos abandonadas ou desassistidas (Enquanto isso, as estações da periferia ficam desassistidas). O conceito de expressão cristalizada está longe de ser consensual na literatura, porém muitos teóricos consideram que existem características das ECs que devem ser satisfeitas para que sejam consideradas ECs. Tendo analisado várias propostas anteriores (GROSS, 1988); (GROSS, 1996); (VALE, 2001); (BAPTISTA; CORREIA; FERNANDES, 2004); (LAMIROY, 2008), consideraremos como Expressão Cristalizada toda sequência de palavras que satisfaça todos os três critérios seguintes: i) deve apresentar, no mínimo, dois elementos fixos. No caso das ECs verbais, um deles deve ser o verbo e o outro pode ser pertencente a qualquer outra categoria gramatical; ii) seu significado deve ser não-composicional; Capítulo 6. As Frases Fixas 100 iii) não permite a inserção de outros elementos entre os seus constituintes. Esses critérios servem, em larga medida, para distinguir entre ECs e construções livres. Distinguir entre ECs e CVS, no entanto, é mais complexo. Em trabalho anterior (Rassi, 2015), adotamos os seguintes critérios para distinguir as ECs das CVS : (i) a existência de complementos fixos; (ii) a fixidez do determinante; e (iii) o sentido (literal ou figurado) dos complementos. A Fig. 4 apresenta a chave dicotômica para a distinção entre essas categorias: Figura 4 – Chave dicotômica para a distinção entre EC e CVS Fonte: Elaborado pela autora e já publicado em Rassi, Baptista e Vale (2015, p.226) Essa figura deve ser interpretada da seguinte forma: 1. Se a construção possui outro(s) complemento(s): [1.1] e, se algum dos complementos é fixo, então trata-se de uma EC ; [1.2] mas, se o complemento não é fixo, então: [1.2.1] se o determinante é livre, é uma CVS ; [1.2.2] mas, se o determinante é fixo: [1.2.2.1] e N1 tem sentido literal, então é CVS ; [1.2.2.2] e N1 tem sentido figurado, então é EC ; 2. Se a construção não possui outro(s) complemento(s): [2.1] e, se o determinante é livre: [2.1.1] e os dois constituintes (verbo e nome) são fixos, então é EC ; Capítulo 6. As Frases Fixas 101 [2.1.2] mas os dois constituintes (verbo e nome) são livres, então é uma CVS ; [2.2] mas, se o determinante é fixo: [2.2.1] e, se o nome tem uma interpretação literal, então trata-se de uma CVS ; [2.2.2] e, se o nome tem uma interpretação figurada, então é uma EC. Para testar a funcionalidade da chave dicotômica, apresentamos dois casos aparen- temente semelhantes, mas que são diferentes quanto à sua classificação: (fazer, cinema) e (fazer, filme). Esses casos são ainda interessantes por salientarem as diferenças entre as variantes Brasileira e Europeia. No Português Europeu, além da interpretação literal significando “ser ator ou realizador de cinema”, a expressão fazer um filme também tem um valor figurado quando empregue no sentido de “pôr-se a imaginar o que poderia acon- tecer”, geralmente com uma conotação negativa (ou disfórica), sendo considerada, nessa situação, uma EC. Em Português Brasileiro, fazer filme permite apenas a interpretação literal, pelo que corresponde a uma CVS. Pode-se comparar a EC fazer um filme, em PE, com as expressões fazer teatro, fazer drama e fazer cena, em PB, que, em certas situações, significam “agir com exagero”. A construção fazer filme, na perspectiva tanto do cineasta quanto do ator, é con- siderada uma CVS, pois, na ausência de outros complementos, o Npred filme admite de- terminante livre. Já a expressão fazer cinema também não possui outros complementos, além do verbo e do nome, então, seguindo a orientação da chave dicotômica, verifica-se se o determinante é livre ou fixo: (6.9) Eva fez (um + muitos + o + seu + Ø) filme(s). [Ex.C] (6.10) Eva fez (*um + *muitos + *o + *seu + Ø) cinema(s).3 [Ex.C] O exemplo (6.9) admite livremente qualquer determinante, ao passo que (6.10) exige a ausência de determinante, ou seja, tem determinante fixo. Além da fixidez do determinante, o nome cinema é usado metonimicamente no lugar de “filme exibido no cinema”, o que nos permite afirmar que fazer cinema é uma EC, ao passo que fazer filme é uma CVS, salvo as exceções explicitadas anteriormente. Seguindo a proposta do Léxico-Gramática, utilizaremos as mesmas designações das classes sintáticas já identificadas para Expressões Cristalizadas em outras línguas, incluindo a classificação das ECs do Português Europeu (BAPTISTA; CORREIA; FER- NANDES, 2004) e do Português Brasileiro (VALE, 2001). Naqueles trabalhos, foram 3 Alguns desses determinantes podem introduzir a palavra cinema, mas com interpretações diversas de “atuar como atriz ou ator em cinena”. Essas construções podem indicar literalmente “construir um cinema” ou serem expressões idiomáticas semelhantes a “fazer drama”, ou ainda os determinantes definido e indefinido podem ser aceitos, se acompanhados de modificador. Capítulo 6. As Frases Fixas 102 identificadas várias classes sintáticas, mas, nesta tese, apresentaremos apenas aquelas em que se enquadram as ECs com dar. Ressalte-se que não existe ainda a descrição e/ou formalização das ECs verbais com o verbo dar em Português Brasileiro. O trabalho de Vale (2001), que recenseou cerca de 3.500 ECs verbais em PB, não abrange ECs com os verbos ser, estar, ficar, fazer, ter e dar. O autor reconhece a importância da descrição dessas ECs, mas não as incluiu naquele trabalho devido à grande produtividade das construções com esses verbos (VALE, 2001, pp.28-29). Já o trabalho de Baptista, Correia e Fernandes (2004), que também recensearam cerca de 3.500 ECs para o PE, apresenta 141 ECs verbais formadas com o verbo dar. Destas, apenas 34 expressões também existem na variante brasileira. A Tabela 2 apresenta as 9 classes em que se subdividem as ECs com o verbo dar, bem como sua estrutura sintática característica, um exemplo representativo da classe e o número de ECs pertencentes a cada classe. As 8 primeiras classes foram retiradas das classificações de Baptista, Correia e Fernandes (2004) e Vale (2001). A nona classe foi criada para abarcar uma estrutura sintática que não constava naqueles trabalhos. Classe Estrutura Exemplo n𝑜 C1 𝑁0 𝑉 𝐶1 Rui deu o último suspiro 36 CDN 𝑁0 𝑉 (𝐶 𝑑𝑒 𝑁)1 Rui deu fé do assalto 7 CP1 𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶1 Rui deu de ombros 17 C1PN 𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁2 Rui deu as costas para Ana 67 CNP2 𝑁0 𝑉 𝑁1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 Ana deu à luz um bebê 1 C1P2 𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 Rui deu nome aos bois 24 CPP 𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 Ana deu com os burros n’água 15 CPPN 𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶3 Ana deu parte do Rui à polícia 2 N0=Ø 𝑉 𝐷𝑒𝑡 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁2 Deu a louca em Ana 4 TOTAL 173 Tabela 2 – Classificação das ECs com dar No total, foram encontradas 173 ECs nos corpora pesquisados. As propriedades sintáticas das nove classes são descritas a seguir: ∙ C1: é formada por ECs que possuem apenas um complemento fixo, não preposicio- nado (𝑁0 𝑉 𝐶1); ∙ CDN: é formada por ECs que possuem dois complementos, sendo que o primeiro é fixo e o segundo é um complemento livre, introduzido pela preposição de, e são representadas sintaticamente por (𝑁0 𝑉 (𝐶 𝑑𝑒 𝑁)1); ∙ CP1: é formada por ECs com apenas um complemento fixo, o qual é introduzido por preposição (𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶1); Capítulo 6. As Frases Fixas 103 ∙ C1PN: é formada por ECs com dois complementos, sendo que o primeiro é fixo, não- preposicionado, e o segundo é livre e introduzido por preposição (𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁2); ∙ CNP2: é formada por ECs constituídas de dois complementos, sendo que o primeiro deles é livre e não-preposicionado, enquanto o segundo complemento é fixo e prepo- sicionado (𝑁0 𝑉 𝑁1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2). A única EC representante dessa classe é Ana deu à luz um bebê; ∙ C1P2: é formada por ECs com dois complementos fixos, sendo que o primeiro é um complemento direto e o segundo é preposicionado (𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2); ∙ CPP: é formada por ECs constituídas de dois complementos fixos, ambos preposi- cionados (𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2); ∙ CPPN: é formada por ECs com três complementos, sendo um não-preposicionado e os outros dois preposicionados (𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶3). ∙ N0=Ø : é formada por ECs destituídas de sujeito, ou seja, a expressão começa com um verbo e possui um complemento fixo, não-preposicionado, e um complemento livre preposicionado (𝑉 𝐷𝑒𝑡 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁2). O Apêndice C desta tese contêm as expressões cristalizadas verbais formadas com o verbo dar em Português do Brasil. Essas informações estão dispostas em uma matriz do Léxico-Gramática. 6.1.1 Classe C1 A classe C1 é composta por 36 ECs, formadas pelo verbo dar e um complemento direto fixo, selecionando sempre um Nhum para preencher a posição de sujeito. Essas ECs não possuem outro(s) complemento(s) obrigatórios, nem fixos nem livres, mas, em geral, aparecem no corpus acompanhadas de outros sintagmas ou orações que exprimem o contexto. (6.11) Mariah Carey deu bandeira em concerto no Japão. [Ex.R] (6.12) A presidente Dilma deu as regras do jogo da reforma que empreende neste início de segundo mandato. [Ex.R] Essas ECs poderiam ser usadas, em construções de base, como Mariah Carey deu bandeira e Dilma deu as regras do jogo sem a necessidade de outros complementos essenciais. Capítulo 6. As Frases Fixas 104 As ECs desta classe podem ter um nome simples preenchendo a posição de com- plemento direto fixo, como em (6.11), ou um nome composto na mesma posição de 𝐶1, tal como em (6.12) ou nos seguintes exemplos: (6.13) O primeiro presidente sul-africano negro, Nelson Mandela, deu o seu último suspiro e descansou. [Ex.R] (6.14) Quatro anos depois, ele deu a volta por cima e ergueu a taça nos Estados Unidos. [Ex.R] (6.15) Cingapura deu o pulo do gato e prova que tamanho não é documento. [Ex.R] Os complementos último suspiro, volta por cima e pulo do gato, apesar de serem compostos por mais de uma palavra, assumem a posição de 𝐶1 na estrutura [𝑁0 𝑉 𝐶1], da mesma forma como ocorre nas palavras compostas. O que carateriza as ECs desta classe e as diferencia de algumas CVS com inter- pretação metafórica é a fixidez do determinante, combinado com a interpretação figurada de 𝐶1. Observe-se, por exemplo, as diferenças sintáticas e semânticas entre (6.16), (6.17) e (6.18): (6.16) Reynaldo Gianecchini confirma que deu um fora em Carla Bruni. [Ex.R] (6.17) No programa desde domingo (30), Tatiele Polyana, até então a última eliminada do BBB 14, deu um fora e levou uma cutucada de Faustão. [Ex.R] (6.18) Val Kilmer deu o fora da produção (Sorte dele), dando lugar para George Clooney. [Ex.R] Os exemplos (6.16) e (6.17) significam, respectivamente, “rejeitar determinada pes- soa” e “passar vergonha”. Nos dois casos, essas construções admitem livremente qualquer tipo de determinante (artigo definido, artigo indefinido, acompanhado ou não de modifica- dor, pronome demonstrativo, ausência de determinante etc.). Por aceitarem determinante livre, são classificados como CVS. Já o exemplo (6.18), que significa “sair de determinado lugar, ir embora”, exige como determinante o artigo definido o. Como o determinante é fixo e a expressão tem sentido metafórico, a construção é classificada como EC. Há 10 ECs da classe C1 com comportamento sintático-semântico peculiar por dois motivos: (i) o complemento que ocupa a posição de 𝐶1 é um advérbio ou nome com o significado metafórico funcionando como advérbio (em geral, os advérbios certo e errado); e (ii) a posição sujeito dessas ECs pode ser ocupada por uma oração completiva ou não ser preenchida. Seguem-se alguns exemplos: Capítulo 6. As Frases Fixas 105 (6.19) Era pra ser um Yakisoba, mas deu zica. [Ex.R] (6.20) Tentei anexar um arquivo mas deu bode. [Ex.R] Ressalte-se que, mesmo que a posição sujeito não esteja preenchida por nenhum elemento, esse argumento está presente em frases de base. A única exceção à restrição ao preenchimento lexical do sujeito ocorre com a expressão dar pau, que exige um N-hum na posição sujeito, além de admitir propriedades transformacionais específicas: (6.21) Meu aparelho mais uma vez deu pau e agora não liga mais. [Ex.R] (6.21a) Deu pau no meu aparelho e agora não liga mais. [Ex.C] Outros exemplos dessa subclasse da C1 são: dar certo, dar errado, dar bode, dar zebra, dar galho, dar chabu, dar zica, dar pau, dar samba e dar pizza. Por fim, há ainda duas outras expressões desta classe com uma característica par- ticular: o verbo dar pode assumir a forma pronominal dar-se. A posição de complemento fixo (𝐶1) pode ser preenchida pelos advérbios bem ou mal, conforme demonstram os exem- plos: (6.22) A ESPN apostou na transmissão do Super Bowl e se deu bem. [Ex.R] (6.23) Foi se exibir bancando o valentão e se deu mal. [Ex.R] Essas expressões se distinguem da expressão A Ana se dá bem com Zé porque esta última exige um complemento obrigatório (com 𝑁2) e admite a simetria. Essa EC pertence à classe C1PN e será analisada na Subseção 6.1.4. 6.1.2 Classe CDN Fazem parte desta classe 7 ECs com o verbo dar. A análise das expressões desta classe será feita em 3 etapas: (i) a primeira verifica expressões do tipo dar fé de, dar tino de e dar falta de; (ii) a segunda etapa investiga expressões como dar pinta de, dar parte de e dar uma de; e (iii) a terceira etapa analisa a estrutura da expressão dar-se conta de que F. Analisemos as três primeiras ECs: (6.24) Enquanto os índios reivindicavam áreas na Amazônia, a gente nunca deu fé do decreto de demarcação [em vigor]. [Ex.R] (6.25) Assim esteve, sem dar tino do tempo que passava. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 106 (6.26) Gerente deu falta do dinheiro e descobriu o furto após verificar as imagens das câmeras de segurança. [Ex.R] Essas expressões têm a estrutura [𝑁0 𝑉 (𝐶 𝑑𝑒 𝑁)1], em que a posição sujeito é ocupada por um Nhum; o complemento (𝐶 𝑑𝑒 𝑁)1 possui a posição de C fixa (fé, tino, e falta, respectivamente), e a posição de N é livre (decreto, tempo e dinheiro, respectiva- mente). A posição de N também poderia ser preenchida por uma oração completiva, em todos os 3 casos. (6.27) Ao passarem por uma Igreja, Ricardo deu fé de que o seio palpitante de Ludovina o empurrava. [Ex.R] (6.28) Quando a sentinella deu tino de que se aproximava alguém, cumpriu a praxe militar. [Ex.R] (6.29) Ocorre que, por usar pouco o cartão, não deu falta de que havia perdido, só deu conta quando chegou uma fatura em sua residência. [Ex.R] Os significados das duas primeiras ECs é “perceber”. Já a EC dar falta de indica “perceber a ausência, a falta de”. O segundo grupo de expressões da classe CDN, também representado pela estru- tura [𝑁0 𝑑𝑒𝑢 (𝐶 𝑑𝑒 𝑁)1], pode ter o complemento 𝐶1 instanciado por parte, pinta ou uma. A posição de 𝑁0 é instanciada por Nhum e a posição de 𝑁1 pode ser instanciada por alguns nomes ou adjetivos, sob certas restrições semânticas. (6.30) Vieira da Costa, juiz de direito da comarca, deu parte de doente para não presidir jury. [Ex.R] (6.31) Não é careca, muito menos barrigudo, não dá pinta de playboy e não é truta de ninguém. [Ex.R] (6.32) O zagueirão do PSG se enrolou e deu uma de Joel Santana. [Ex.R] O significado dessas 3 ECs, resguardadas pequenas diferenças semânticas, é “fingir ser, fazer parecer que é”, que equivalem ao verbo ‘to pretend’ do inglês. A expressão dar parte de foi classificada por Baptista, Correia e Fernandes (2004) na classe C1, reconhecendo como nomes compostos os complementos parte de doente e parte de fraco. No Português Brasileiro, é possível encontrar ainda outros nomes que podem preencher a posição 𝑁1, e não apenas doente e fraco, tais como: (6.33) o Tutucha no caminho deu parte de valentão. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 107 (6.34) Quando Ângela deu parte de pronta, despedimo-nos e o doutor ofereceu a casa ao namorado. [Ex.R] Assim, essas expressões serão classificadas na classe CDN porque: (i) admitem certa liberdade ao preenchimento lexical de 𝑁1; e (ii) assemelham-se, tanto pela forma quanto pelo significado, a outras ECs que fazem parte da classe CDN, como dar pinta de e dar uma de. A expressão dar pinta de N também admite certa liberdade ao preenchimento lexical da posição de 𝑁1, conforme demonstram alguns exemplos retirados de corpus: (6.35) Juliano Cazarré, vai dar pinta de MC na trama de Favela Chiqui. [Ex.R] (6.36) Vestido Calvin Klein pra dar pinta de Audrey Hepburn. [Ex.R] (6.37) Concordo que um homem não deve desmunhecar e dar pinta de baitola. [Ex.R] (6.38) O rapaz quis dar pinta de malandro. [Ex.R] Com relação à expressão dar uma de, ressalte-se que a EC mais característica do grupo é 𝑁0 deu uma de (João + Joãozinho) sem braço, em que 𝐶1 é ocupado pela palavra uma e a posição de 𝐶2 é ocupada pelo substantivo joão sem braço ou joãozinho sem braço. Essa expressão, por conter dois complementos fixos, foi introduzida na classe C1P2. A expressão dar uma de (João + Joãozinho) sem braço deu origem a várias outras expressões cuja posição de 𝐶2 (joão sem braço) deixa de ser fixa e passa a ser livre, mas com algumas restrições. A posição de 𝐶2 pode ser ocupada por alguns outros nomes ou adjetivos. (6.39) Cristovam Buarque (PT-DF) dá uma de tucano. [Ex.R] (6.40) Ela fica dando uma de meiga pra ver se arruma casamento. [Ex.R] (6.41) Finalmente alguém deu uma de sábio na reunião. [Ex.R] Nas ECs formadas por [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 (𝑢𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑁)1], em que uma está preenchendo a posição do 𝐶1, os elementos dar uma de são extremamente fixos, não admitindo qualquer variação. A posição de sujeito dessa EC também é distribucionalmente livre, mas possui restrições semânticas: deve ser um Nhum, que seja capaz de “fingir” (‘to pretend’). O com- plemento 𝑁1, apesar de sofrer fortes restrições de seleção, é considerado um complemento livre. Essa posição só pode ser preenchida por um adjetivo ou um substantivo do qual se possa extrair uma característica que funcione como qualificativa. Todas as construções com [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 (𝑢𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑁)1] poderiam ser parafraseadas por outra expressão cristalizada Capítulo 6. As Frases Fixas 108 com o verbo fazer, como em: (6.39a) Cristovam Buarque (PT-DF) se faz de tucano. [Ex.C] (6.40a) Ela fica se fazendo de meiga pra ver se arruma casamento. [Ex.C] (6.41a) Finalmente alguém se fez de sábio na reunião. [Ex.C] Também pertence a esta classe CDN a expressão dar-se conta de que. Essa expres- são se difere das demais ECs da classe nos seguintes aspectos: (i) o verbo é pronominal (dar-se); e (ii) a posição de 𝑁1 é ocupada por uma frase completiva (QueF), como se demonstra em: (6.42) Num momento de lucidez, ele se deu conta de que havia um padrão no seu comportamento. [Ex.R] (6.43) Ela se deu conta de que precisaria de ajuda para levá-lo para a telona. [Ex.R] Apesar de haver diferenças formais entre essa expressão e as outras da classe, elas apresentam estruturas sintáticas parecidas. Na falta de uma classe mais apropriada, a expressão dar-se conta de que foi inserida nesta classe. 6.1.3 Classe CP1 Essa classe é composta por expressões cuja estrutura sintática é 𝑁0 𝑉 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶1. Fazem parte desta classe 17 ECs, que podem ainda ser subdivididas em três grupos: (i) 9 ECs formadas por alguma preposição (de, em, para, por) e um nome ou pronome na posição de 𝐶1; (ii) 4 ECs cuja posição de 𝐶1 é preenchida por uma oração subordinada substantiva objetiva direta, reduzida de infinitivo, que pode ou não ser introduzida pela preposição em; e (iii) 4 ECs formadas pelo verbo dar, seguido da preposição a, seguida de um verbo no infinitivo, que sofre fortes restrições semânticas. O primeiro grupo pode ser representado por expressões como: (6.44) Peão que não dá no couro... a mulher foge com o Ricardão. [Ex.R] (6.45) O marido deu no pé e nunca mais apareceu. [Ex.R] (6.46) O sommelier deu de ombros e mandou vir a garrafa. [Ex.R] Nos três exemplos, 𝐶1 é preenchido por um substantivo parte-do-corpo (couro, pé e ombros), assim como a expressão dar nas vistas, mas nem todas as ECs desse grupo Capítulo 6. As Frases Fixas 109 possuem a mesma característica. Algumas têm o 𝐶1 preenchido por pronomes, como dar por si (pronome oblíquo) e não dar em nada (pronome indefinido). Outras têm o 𝐶1 preenchido por outros nomes comuns, como dar pro gasto e dar em pizza, ou ainda por um advérbio, como dar pra trás (advérbio de lugar). O segundo grupo de ECs da classe CP1 é representado por [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 (o + no) que (falar + pensar)]. O verbo dar pode ser seguido ou não da preposição em, que é seguida pelo componente fixo o que, que, por sua vez, é seguido de verbo no infinitivo (Vinf ). Há restrições semânticas em relação aos verbos que podem assumir essa posição de Vinf dentro da completiva. As únicas formas encontradas no corpus ocorrem com os verbos falar e pensar : (6.47) Paulo inovou no processo de criação dos suínos e deu no que falar. [Ex.R] (6.48) A ação já foi realizada na Ufla, Ufop e UFSJ e deu o que pensar nos mestrandos e doutorandos. [Ex.R] Esporadicamente outros verbos (inclusive o próprio 𝑉𝑑𝑎𝑟) assumem a posição de Vinf, com frequência muito mais baixa, e todas elas podem ser representadas por [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 (o + no) que Vinf ]. (6.49) O trabalho voluntário deu o que fazer. [Ex.R] (6.50) A discussão já deu o que tinha que dar. [Ex.R] (6.51) ele estava se destacando no mercado musical nacional e deu no que deu. [Ex.R] Ressalte-se que a posição 𝑁0 nunca é preenchida por Nhum, aceitando apenas N-hum ou completiva como sujeito. O terceiro e último grupo da classe CP1 é representado pela expressão [𝑉𝑑𝑎𝑟 a en- tender ], que pode apresentar variações, como [𝑉𝑑𝑎𝑟 a ver ], [𝑉𝑑𝑎𝑟 a crer ] e [𝑉𝑑𝑎𝑟 a conhecer ]. A forma mais frequente é [𝑉𝑑𝑎𝑟 a entender ]. (6.52) Lula dá a entender que tem mais opções petistas do que Palocci. [Ex.R] (6.53) Ele dava a entender sua mágoa diante da negação dos cargos. [Ex.R] (6.54) Os oficiais comunistas deram a conhecer a nacionalidade de 15 prisioneiros. [Ex.R] (6.55) Os diálogos do filme dão a ver um homem de grande inteligência. [Ex.R] (6.56) E ele dava a crer que estava possuído pelo demônio. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 110 Essas expressões exigem, além do Vinf, que é fixo, um outro complemento, que é livre, e geralmente é preenchido por uma oração completiva, como em (6.52) e (6.56), ou um nome predicativo, como em (6.53) e (6.54). 6.1.4 Classe C1PN Essa classe é a mais numerosa contendo 67 ECs com a estrutura [𝑁0 𝑉 (𝐷𝑒𝑡) 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁2]. Em geral, as posições de 𝑁0 e 𝑁2 são preenchidas por Nhum, ao passo que 𝐶1 é o com- plemento fixo não preposicionado que acompanha o verbo dar, também fixo. (6.57) A atriz foi clicada com Marlon Teixeira e discretamente deu dedo para o paparazzo. [Ex.R] (6.58) As duas gostaram do sujeito e ele aparentemente deu corda para elas. [Ex.R] (6.59) Lewis Hamilton deu o troco em seu companheiro de Mercedes. [Ex.R] Em casos mais raros, outros tipos semânticos podem preencher as posições de 𝑁0 e 𝑁2, como se observa nos exemplos: (6.60) O ribeirão não dá pé para Emília. [Ex.R] (6.61) Você deu as costas para o futuro porque esqueceu do passado. [Ex.R] (6.62) Nas vitrines da capital, o vermelho deu lugar ao branco. [Ex.R] Em (6.60), 𝑁0 é preenchido por um N-hum, com fortes restrições de seleção, ou seja, precisa ser preenchido necessarimente por um nome do tipo piscina, rio, ribeirão, mar, lago, lagoa etc. Em (6.61), 𝑁2 é preenchido por um N-hum, com fracas restrições de seleção, podendo também ser preenchido por Nhum. Já em (6.62), 𝑁0 e 𝑁2 precisam ser preenchidos pelo mesmo tipo semântico de argumento, por exemplo, duas cores ou dois locais ou dois nomes humanos etc. Assim como na classe C1, é possível que o complemento 𝐶1 da classe C1PN seja um nome composto, como em (6.63), (6.64) e (6.65), ou ainda seja uma coordenação de nomes cuja ordem é fixa, como em (6.66), (6.67) e (6.68). (6.63) O dentista deu um chá de cadeira nos clientes porque seu carro estava com o pneu furado. [Ex.R] (6.64) O governador Silval Barbosa deu um banho de água fria em grupos políticos. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 111 (6.65) o comandante dos Lobos do Norte deu uma injeção de ânimo em seus atletas. [Ex.R] (6.66) Erasmo era o fodão, que Tim Maia o ensinou a tocar violão e lhe deu casa comida e roupa lavada. [Ex.R] (6.67) Depois que o rinovírus foi embora, deu tchau e bênção ao meu corpinho. [Ex.R] (6.68) Pelas macaquices, trejeitos, e meneos, em que dá sota, e ás aos das outras espécies. [Ex.R] Outros nomes compostos podem assumir a posição de 𝐶1 nesta classe; são eles: carta branca, chega-junto, chega-pra-lá, colher de chá, palavra de apoio, sinal verde, banho de loja, banho de entusiasmo, voz de prisão, lição de vida, lição de moral, pé na bunda e cartada final. Nesta classe, existem três ECs que exigem a negação obrigatória: não dar a mínima para, não dar pelota para, não dar tchum para. (6.69) Equipe do Vasco não deu a mínima para a sua torcida. [Ex.R] (6.70) Ainda no campo futebolístico, Dodô não deu pelota para a conquista da Copa das Confederações. [Ex.R] (6.71) Entrei na loja todo roto, o cara nem me deu tchum. [Ex.R] Há outras expressões com o mesmo sentido de “não dar atenção” que também exigem a negação obrigatória, tais como [𝑁0 𝑁𝑒𝑔 𝑉𝑑𝑎𝑟 (ideia + papo + assunto) para 𝑁2]. Esses mesmos complementos (ideia, papo e assunto) também entram em expressões cristalizadas afirmativas (que não exigem a negação obrigatória), mas com outro sentido. (6.72) Ei potranca, chega aí / Vou te dar uma idéia, chega aí / Se quer dançar, se divertir / Pra lá e pra cá, pra sacudir [Ex.R] (6.73) Mano Brown, representante máximo da cultura independente, do “faça você mesmo”, do “não jabá”, do “sem rabo preso” deu papo reto. [Ex.R] (6.74) Essa foto foi tirada na famosa festa do apê, que bombou o prédio inteiro e deu assunto pra mais de mês. [Ex.R] Esta classe C1PN apresenta ainda um outro conjunto de ECs com conotação se- xual, formadas pelo verbo dar, um determinante fixo (normalmente artigo definido) e um Capítulo 6. As Frases Fixas 112 nome parte do corpo referente ao ânus, conforme atestam os exemplos de (6.75) a (6.77). Alerte-se que os dois parágrafos que se seguem apresentam linguagem chula, de baixo calão e pornográfica. (6.75) Mulher deu o rabo pro jovem amante. [Ex.R] (6.76) Coroa gostosa deu a bunda pro genro. [Ex.R] (6.77) Andressa Urach afirma que deu o boga para Cristiano Ronaldo. [Ex.R] Esse tipo de expressão, apesar de ser frequente em corpus de língua oral (e na web), não consta em nenhum dos dicionários pesquisados. Essas expressões de baixo calão, assim como os palavrões, muitas vezes são suprimidas de documentos formais, materiais didá- ticos e até de páginas da web, em nome da moral e dos “bons costumes” (LABOREIRO; OLIVEIRA, 2014). Como este trabalho se propõe a descrever as construções com o verbo dar, e esse tipo de construção existe na língua, então faremos menção a esses casos, sem maiores delongas. Nessas ECs, a posição do 𝐶1 pode ser preenchida por uma grande diversidade de nomes que representam a parte do corpo ânus, tais como: cu, rodela, forebis, brioco, furico, anel, anel de couro, biscoito, rosca, rosquinha, botão, rabeta, dentre outros. Todas essas ECs têm o sentido metafórico de “fazer sexo anal”. Em situações mais raras, encontra-se também a expressão dar a buceta ou somente dar (sem complemento) com conotação sexual de “fazer sexo”. O complemento buceta (ou boceta) também admite algumas vari- antes lexicais que também indicam o órgão sexual feminino, tais como perereca, periquita etc. Já a expressão Vai dar meia hora de cu é proferida geralmente em tom de ordem ou pedido, no mesmo sentido que outras ECs, tais como Vai encher o saco do bode, Vai plantar batata, Não enche o saco, todas elas com o significado de “Não me importune”. Por fim, há uma expressão na classe C1PN que apresenta uma particularidade: o verbo dar é pronominal (dar-se). Trata-se da construção [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟−𝑠𝑒 𝑏𝑒𝑚 𝑐𝑜𝑚 𝑁1], em que a expressão dar-se bem significa “relacionar-se bem”. (6.78) O que fazer quando você não se dá bem com a madrasta. [Ex.R] O advérbio bem, que preenche a posição de 𝐶1, pode ser apagado da expres- são, mantendo-se o mesmo significado. A estrutura sintática da construção passa a ser: [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟−𝑠𝑒 𝑐𝑜𝑚 𝑁1] (6.79) Mas o mundo o amaria menos, considerando-se que há muita gente que não se dá com gays por aí. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 113 As duas estruturas sintáticas da mesma expressão admitem a propriedade da si- metria (BAPTISTA, 2005b), que permite que dois argumentos de um predicado troquem de posição relativa ou sejam coordenados, sem que isso altere o significado das frases re- sultantes, e.g. Ana se dá bem com Zé = Zé se dá bem com Ana = Ana e Zé se dão bem = Zé e Ana se dão bem. A simetria pode ser observada tanto em expressões fixas, como neste exemplo, quanto em construções verbais, nominais e adjetivais. Essas expressões são consideradas ECs porque a posição de 𝐶1 só pode ser pre- enchida por um único elemento, ou admitir, em raros casos, algumas variações. Assim, a expressão é composta por um verbo (dar-se), um complemento fixo (bem) e seleciona dois argumentos do tipo Nhum, sendo que o segundo é introduzido pela preposição com. A fixidez de 𝐶1 pode ser comprovada pelo fato de que a forma oposta dessa expressão não se dá com a alteração do advérbio bem para mal. A negação mais característica dessa construção se faz por meio da inserção de um advérbio de negação à construção dar-se bem (e.g. Ana não se dá bem com Zé); raramente a negação dessa construção se faz com a antonímia do advérbio bem (e.g. ?Ana se dá mal com Zé). A expressão dar-se mal, em oposição a dar-se bem, na ausência de complementos, possui sentido figurado, com os respectivos significados de “cometer um ato falho, sem sucesso” e “ter êxito, ser bem sucedido, conquistar o que se almeja”. Essas ECs, por não apresentarem complemento, foram inseridas na classe C1 e analisadas na Subseção 6.1.1. 6.1.5 Classe CNP2 Conforme apontado anteriormente, esta classe possui apenas uma EC com o verbo dar, apesar de permitir certas variações sintáticas. (6.80) Grávida aos 70 anos do marido de 80, deu à luz o menino Amritwani e a menina Barsaat. [Ex.R] A expressão dar à luz N é representada pela estrutura sintática [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑁1 Prep 𝐶2], em que Prep é instanciado pela preposição a e o complemento 𝐶2 é instanciado pelo nome luz. A alternância da ordem entre 𝑁1 e 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 não configura variação sintática. Há, no entanto, algumas possibilidades de variação sintática dessa EC, encontradas em corpus. (6.80a) Uma parteira afirma ter feito o parto de uma mulher que deu luz a um lagarto na Indonésia. [Ex.R] (6.80b) A mãe, a operadora de caixa Aparecida da Silva Godoy, deu a luz à Sofia. [Ex.R] (6.80c) A apresentadora do SBT, Patrícia Salvador, deu a luz a uma menina, Bárbara. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 114 Essas formas da EC dar à luz N, apesar de muito frequentes em corpus, são con- sideradas desviantes da norma padrão, segundo as gramáticas normativas. Na verdade, trata-se de uma anástrofe que é lexicalmente determinada pela fixidez dos constituintes. 6.1.6 Classe C1P2 Nesta classe, constam 24 ECs, cuja estrutura básica é [𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2]. Em geral, essas expressões exigem um Nhum na posição de sujeito e não possuem nenhum outro complemento além de 𝐶1 e 𝐶2, como se observa nos seguintes exemplos: (6.81) Felipão, pelo jeito, deu a mão à palmatória. [Ex.R] (6.82) O próprio Batista denunciou, deu nome aos bois. [Ex.R] Assim como nas outras classes, a posição de 𝐶2 também pode ser preenchida por um nome composto, como nos exemplos: (6.83) Dilma não apenas colocou Aécio de joelhos diante da questão, como também deu um tapa com luva de pelica nos eleitores de Alckmin. [Ex.R] (6.84) Todos sabemos que, hoje em dia, dar a volta do “magalhães” é mais barato do que dar a volta ao bilhar grande. [Ex.R] (6.85) Não fique ai remando contra a maré, dando murro em ponta de faca. [Ex.R] Nesses três exemplos, o complemento 𝐶2 é preenchido por substantivos compostos, como luva de pelica, bilhar grande e ponta de faca. Em outros casos, a posição de 𝐶2 também pode ser preenchida por um verbo, em vez de nome, como se observa em: (6.86) Nem todos têm coragem de dar a cara pra bater. [Ex.R] (6.87) Champagnat compreendeu esta espécie de chantagem e não deu o braço a torcer. [Ex.R] A segunda expressão (6.87) aparece frequentemente em corpus na forma negativa, acompanhada por um advérbio (não, nunca, jamais), porém a negação obrigatória não é considerada uma propriedade característica dessa EC, já que há casos em que a expressão aparece na forma afirmativa. Apenas uma das expressões desta classe tem a propriedade da negação obrigatória: (6.88) Ronaldo, que não dá ponto sem nó, busca três objetivos. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 115 A preposição que aparece entre os complementos 𝐶1 e 𝐶2 é bastante variada. No corpus, há registros das seguintes preposições: a, com, de, em, para, por e sem, como demonstram os exemplos: (6.89) O presidente Castanheira deu a cara a tapa e assumiu a responsabilidade dos jurados. [Ex.R] (6.90) Se ninguém quer fazer gol, Müller dá conta do recado. [Ex.R] (6.91) Eu dei um tiro no pé ao recusar compradores para minha casa. [Ex.R] (6.92) A pressão diária dos servidores sobre o governo está dando pano pra manga. [Ex.R] (6.93) Mas por conta das restrições a Alice deu um tiro pela culatra. [Ex.R] (6.94) dei a volta por cima e vi nesse site que não sou a única que sofreu bullinyg. [Ex.R] Por fim, indica-se ainda uma última expressão que pertence a esta classe: (6.95) Agora ele vem dá uma de Joãozinho sem braço e falar que a matéria não tinha tempo hábil para discussão. [Ex.R] Nessa expressão, o elemento uma ocupa a posição do primeiro complemento, en- quanto o elemento joãozinho sem braço ocupa a posição de segundo complemento. As variantes dessa EC que admitem um elemento livre na posição de 𝐶2 (e.g. 𝑁0 dar uma de 𝑁1) foram tratadas na classe CDN. A classe C1P2 é uma das mais controladas linguisticamente, pois as ECs que a compõem apresentam pouca ou nenhuma variação sintática, umas em relação às outras. O estatuto dessas construções enquanto ECs também não gera dúvidas, já que elas pos- suem pelo menos dois complementos fixos, além do verbo, que também é fixo. Seguindo a proposta da chave dicotômica (ver Fig. 4), se a construção apresenta mais de um com- plemento fixo, deve ser classificada como EC. 6.1.7 Classe CPP Esta classe engloba 15 ECs formadas por um sujeito, geralmente humano, seguido do verbo dar e de dois complementos preposicionados, com a estrutura [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 Prep 𝐶1 Prep 𝐶2]. (6.96) Interferir na Eurásia já deu com os burros n’água. [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 116 (6.97) O fato é que alguém deu com a língua nos dentes, a polícia estava de tocaia, por isso tudo deu errado. [Ex.R] (6.98) Pedro Cabral deu com os costados na antiga Ilha de Vera Cruz. [Ex.R] (6.99) Um morador passou mal e foi lá no posto e deu com a cara na porta. [Ex.R] Essas ECs possuem a mesma estrutura sintática [𝑁0 𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑚 𝐶1 𝑒𝑚 𝐶2], mas significados bastante variados: o exemplo (6.96) significa “não conseguir o que se desejava, apesar do esforço feito”; já (6.97) significa “falar demais ou falar o que não deveria”; enquanto (6.98) significa “chegar a algum lugar”; e (6.99) significa “chegar a um local e não ser atendido ou não haver ninguém no local”. As quatro expressões apresentam sujeito distribucionalmente livre e dois comple- mentos fixos: 𝐶1 (burros, língua, costados e cara) e 𝐶2 (água, dentes, Nloc e porta). A terceira expressão, em particular, apresenta certa liberdade ao preenchimento de 𝐶2, mas ainda com fortes restrições, já que essa posição só pode ser preenchida por um nome locativo (Nloc). Conforme apontado na Seção 4.5, a expressão dar com a cara na porta deve ser considerada como EC porque tanto o verbo quanto os complementos (𝐶1 e 𝐶2) e os determinantes são fixos. (6.100) Um morador passou mal e foi lá no posto e deu com a cara na porta. [Ex.R] Por outro lado, existem construções livres (ver Seção 4.5) com a mesma estrutura sintática, porém com significado composicional, em que o verbo dar tem o sentido de bater, como se verifica em: (6.101) Descuidei, e ele deu com a cabeça na quina da mesa! [Ex.R] Essas construções possuem complementos livres, admitindo fracas restrições de seleção ao seu preenchimento. O exemplo (6.100) apresenta duas diferenças em relação ao exemplo (6.101): (i) em (6.100), os complementos cara e porta são fixos, portanto a expressão é representada como [𝑁0 V 𝑃𝑟𝑒𝑝1 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝2 𝐶2], ao passo que (6.101) é representada como [𝑁0 V 𝑃𝑟𝑒𝑝1 𝑁1 𝑃𝑟𝑒𝑝2 𝑁2]; e (ii) o significado de (6.100) é idiomático, ao passo que o significado da construção livre (6.101) é literal. Considera-se que os complementos cara e porta são fixos porque, se forem substi- tuídos por outras variantes, passam a ter o sentido literal de “bater com algo em algo”, como se observa nos dois exemplos seguintes: Capítulo 6. As Frases Fixas 117 (6.102) O famoso delegado deu com o ombro na porta, caindo no chão e desarrumando a sua peruca. [Ex.R] (6.103) A garota caiu e deu com a cara na lama. [Ex.R] A expressão fixa admite pequenas variações, como (cara + fuça + nariz), na posição de 𝐶1, e (porta + parede), na posição de 𝐶2. Em situações muito raras, a expressão dar com a cara na porta pode ter significado composicional e indicar literalmente “bater na porta com a cara”, como se observa pelo exemplo seguinte: (6.104) Virou rapidamente pro lado e deu com a cara na porta do armário de cima aberto — Ai! – colocou a mão na testa, onde tinha batido. [Ex.R] A expressão dar de cara com não possui exatamente a mesma estrutura sintática das ECs analisadas nesta seção, porém será inserida nesta classe CPP, por falta de outra classe mais adequada. A diferença entre elas está no preenchimento de 𝐶2, que, em geral, é um complemento fixo (e.g. dar com a cara na porta, dar com a língua nos dentes, dar com os burros na água), mas pode ser livre, no caso de dar de cara com N. Além das ECs já analisadas, também fazem parte da classe CPP expressões como: (6.105) A unidade da Major Sertorio dá de mil a zero na da ITU, em atendimento, simpatia e prestatividade. [Ex.R] (6.106) A versão de terno branco dá de cem a zero na versão de colante verde ridículo. [Ex.R] (6.107) A comida aqui dá de dez a zero nas refeições que eu fiz nos outros restaurantes franceses da cidade. [Ex.R] Nessas expressões, o verbo dar tem o significado de ganhar, comparando numerica- mente duas entidades. O primeiro complemento fixo pode ser instanciado por um número (mil, cem ou dez, ou esporadicamente outros números redondos) e o segundo complemento fixo é necessariamente preenchido pelo número zero. As duas entidades comparadas são livres, ou seja, há fracas restrições semânticas para seu preenchimento, desde que sejam entidades de um mesmo tipo (e.g. duas lojas, duas pessoas, duas marcas etc.). O verbo e o complemento preposicional de (mil + cem + dez) podem admitir pequenas e restritas variações, mas o complemento preposicional a zero é fixo, o que desautoriza construções como: Capítulo 6. As Frases Fixas 118 (6.105a) *A unidade da Major Sertorio dá de mil e trezentos a três na da ITU , em atendimento, simpatia e prestatividade. [Ex.C] (6.106a) *A versão de terno branco dá de cento e vinte a dez na versão de colante verde ridículo. [Ex.C] (6.107a) *A comida aqui dá de dez a oito nas refeições que eu fiz nos outros restauran- tes franceses da cidade. [Ex.C] O verbo dar autoriza pequenas e restritas variações lexicais, tais como ganhar e bater. Essas expressões cristalizadas podem ser assim formalizadas: [𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝐶1 𝑎 𝐶2] e admitem a redução (ou apagamento) do segundo complemento fixo: (6.105b) A unidade da Major Sertorio dá de mil na da ITU, em atendimento , simpatia e prestatividade. [Ex.C] (6.106b) A versão de terno branco dá de cem na versão de colante verde ridículo. [Ex.C] (6.107b) A comida aqui dá de dez nas refeições que eu fiz nos outros restaurantes fran- ceses da cidade. [Ex.C] O apagamento do segundo complemento fixo (a zero) é autorizado, já que é to- talmente fixo e não admite variação. A expressão reduzida deve ser formalizada como [𝑉𝑑𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝐶1]. 6.1.8 Classe CPPN Esta classe é formada por apenas duas ECs com o verbo dar, as quais podem ser representadas pela estrutura [𝑁0 𝑉 𝐶1 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶2 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝐶3]. São elas: (6.108) Cristina deu parte de Brito à polícia e foi se refugiar no Palácio Grão-Pará. [Ex.R] (6.109) O pai ficou tão contente que deu a mão da filha em casamento e batizou a guloseima de pão do Toni. [Ex.R] Nos dois casos, a posição de 𝐶2 pode ser preenchida por um grande número de nomes, porém será considerado como complemento fixo, já que esses nomes sofrem for- tes restrições de seleção ao seu preenchimento. Em (6.108), por exemplo, 𝐶2 deve ser preenchido por um nome humano da pessoa acusada por determinado delito, o que tam- bém poderia ser referido pelos nomes ladrão, bandido, assassino, delinquente, etc. Já em Capítulo 6. As Frases Fixas 119 (6.109), a posição 𝐶2 é preenchida pelo nome filha, mas também poderia ser instanci- ada pelo nome próprio da filha, o que permite que vários nomes próprios estejam nessa posição. A expressão referida em (6.108) significa que “𝑁0 denunciou 𝐶2 à polícia”. Dado que nem sempre a identidade do bandido (𝐶2) é revelada, é possível também inserir outros nomes (N-hum) na posição de 𝐶2, tais como furto, roubo, briga, ocorrido, assalto, crime, caso, sequestro, abuso, estupro, episódio etc. Todos eles são nomes eventivos que substituem, por um processo metonímico, o nome do delinquente pelo delito cometido. Por vezes, o último complemento (𝐶3) pode ser apagado nas frases de superfície, como ocorre em (6.110): (6.110) Ela já deu parte do ex-marido por diversas vezes. [Ex.R] Ressalte-se, no entanto, que, em uma construção de base, o terceiro complemento (à polícia) está presente e é obrigatório. A mesma estrutura [𝑁0 deu parte de 𝐶2 a 𝐶3] pode ocorrer como [𝑁0 deu parte de 𝑁2 a 𝑁3], de forma que a construção deixa de ter sentido figurado e passa a ter o sentido literal de “transferir a posse do objeto 𝑁2 das mãos de 𝑁0 a 𝑁3”. Observe-se, por exemplo: (6.111) Ela deu parte do dinheiro a ídolo com câncer. [Ex.R] Não se pode confundir essa construção plena com a Expressão Cristalizada expressa em (6.108), apesar de terem superficialmente a mesma configuração sintática. Em (6.111), o verbo dar é distribucional, indicando a “doação do dinheiro a alguém”. A expressão parte de, que é um complemento fixo em (6.108), passa a ser um quantificador em (6.111), indicando uma “parcela de, um pouco de”. Também não se deve confundir a EC [dar parte de 𝐶2 a 𝐶3] com a EC [dar parte de] pertencente à classe CDN, já analisada na Subseção 6.1.2. 6.1.9 Classe N=Ø Esta classe foi criada para abarcar expressões cristalizadas que não apresentam sujeito em suas estruturas de base. Em geral, essas ECs são formadas por um verbo (𝑉𝑑𝑎𝑟), seguido de determinante fixo (Det), seguido de um complemento fixo (𝐶1), que, por sua vez, é seguido de uma preposição (Prep) e de um complemento livre (𝑁2). Essas expressões podem ser assim formalizadas: [V Det 𝐶1 Prep 𝑁2]. Trata-se de ECs como: (6.112) Deu a louca em Justin Bieber? [Ex.R] Capítulo 6. As Frases Fixas 120 (6.113) O treinador Nadélio Rocha lamentou a derrota e disse que em certo momento deu um branco na equipe. [Ex.R] (6.114) Quando deu a hora de ir para casa, eu fui. [Ex.R] (6.115) Hoje não deu tempo de efetuar o pagamento de parte do salário. [Ex.R] As duas primeiras expressões, (6.112) e (6.113), exigem a preposição em, ao passo que as duas últimas, (6.114) e (6.115), exigem a preposição de. Além disso, as primeiras selecionam um Nhum para a posição de𝑁2, ao passo que as últimas selecionam tipicamente uma oração infinitiva (𝑉 𝑖𝑛𝑓𝑤) para a mesma posição. Há outras propriedades que distinguem os dois tipos de EC dentro da classe resi- dual (𝑁0=Ø), como, por exemplo, o fato de (6.112) e (6.113) aceitarem o pronome oblíquo de primeira pessoa mim na posição de 𝑁2 e esse pronome poder passar para a posição pré-verbal como pronome pessoal do caso reto me: (6.112a) Deu a louca em mim. [Ex.C] (6.112b) = Me deu a louca. [Ex.C] (6.113a) Deu um branco em mim. [Ex.C] (6.113b) = Me deu um branco. [Ex.C] Essa transformação não é autorizada nas expressões dar a hora de 𝑉 𝑖𝑛𝑓𝑤 e dar tempo de 𝑉 𝑖𝑛𝑓𝑤. Apesar de as ECs da classe residual não terem estruturas e/ou propri- edades idênticas, serão inseridas na mesma classe por possuírem uma característica em comum: a inexistência do sujeito (𝑁0=Ø). 6.2 Os provérbios Provérbios, ditos populares, ditados populares, ditados, prolóquios, adágios, pará- bolas e máximas são apenas alguns dos termos utilizados na literatura para se referirem a objetos semelhantes: frases cujos constituintes são fixos, admitindo pouca ou nenhuma mobilidade, e podendo apresentar uma, duas ou até três proposições. Assim como as ECs, o significado das partes de um provérbio não necessariamente condiz com o significado global da sentença, a qual deve ser interpretada em seu sentido metafórico. O maior problema em relação à indentificação de provérbios é que eles possuem a mesma estrutura sintática e as mesmas palavras comuns das frases livres, porém eles possuem geralmente um significado não-composicional e, por isso, devem ser reconhecidos, Capítulo 6. As Frases Fixas 121 não como uma sequência de palavras livres, mas como uma unidade complexa, formada por palavras, sintagmas e proposições fixas. O que diferencia as Expressões Cristalizadas dos provérbios são as restrições para preenchimento lexical da posição de sujeito. Os provérbios têm a posição sujeito obriga- toriamente preenchida por um elemento fixo, enquanto as ECs possuem sujeito distribu- cionalmente livre. Além disso, os provérbios funcionam pragmaticamente com um cunho moral ou social em cada cultura. Apesar de haver tantas nomenclaturas designando o mesmo tipo de objeto linguís- tico – e deve-se considerar que há diferenças conceituais entre esses termos – adotaremos neste trabalho o termo provérbio para englobar todas essas modalidades de sentenças fixas. Quando os provérbios são introduzidos por marcas enunciativas (e.g. como dizem por aí, como dizia a minha avó, dizem por aí que, costuma-se falar que, etc.), é mais fácil identificar essas estruturas, pois as marcas enunciativas podem ser descritas exten- sivamente. No entanto, geralmente não há marcas introdutórias desses discursos, o que constitui uma dificuldade para encontrá-los em textos. O estudo, catalogação e classificação dos provérbios é necessário não apenas para a linguística teórica – no sentido de prover a descrição do sistema de uma língua – mas também por sua aplicação prática em sistemas de Processamento Automático de Línguas Naturais (PLN). Segundo Conenna (2000b), as parêmias4 são de interesse não apenas da Paremio- logia Linguística, mas também da Linguística Informática ou Linguística Computacional. As ferramentas e aplicações de PLN, tais como tradutores automáticos, sumarizadores automáticos, simplificadores textuais, sistemas de auxílio à escrita, dentre outros, pre- cisam de léxicos computacionais que possam ser lidos e interpretados automaticamente pela máquina. Nesse sentido, a proposta de classificar os provérbios e descrever seus constituintes poderá subsidiar a construção de dicionários eletrônicos ou outros recursos léxico-computacionais que permitam que a máquina interprete um provérbio não como uma frase livre, mas como uma frase fixa. Em trabalho anterior (RASSI; BAPTISTA; VALE, 2014), propusemos uma classi- ficação sintática para os provérbios, com base em 12 classes, considerando-se os seguintes critérios de classificação, nesta ordem: 1. o número de proposições (uma, duas ou três proposições ou unidades proposicionais); 2. a coordenação (nos provérbios com mais de uma proposição); 4 A autora usa o termo parêmia para designar o mesmo objeto a que nos referimos, neste trabalho, pelo nome de provérbio. Capítulo 6. As Frases Fixas 122 3. a ordem das proposições (principal e subordinadas), no caso de provérbios com mais de uma proposição; 4. a ordem dos constituintes, nos provérbios com apenas uma proposição; 5. a existência de construções impessoais; 6. a negação obrigatória. A Tabela 3 apresenta a classificação estabelecida naquele trabalho (RASSI; BAP- TISTA; VALE, 2014). Classe Estrutura Exemplo 𝑛𝑜 P1F1 Ø V w Não há crime sem lei 20 P1F2 𝑁0 𝑉 𝑐𝑜𝑝 𝐴𝑑𝑗 𝑤 A carne é fraca 53 P1F3 𝑁0 𝑉 𝑤 O hábito (não) faz o monge 80 P1F4 𝑁0 𝑁𝑒𝑔 𝑉 𝑤 Burro velho não aprende línguas 53 P1F5 𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁𝑖 𝑁0 𝑉 𝑤 Para bom entendedor, meia palavra basta 45 P2F1 𝐹1 𝐶𝑜𝑛𝑗𝑠-𝑐𝑜𝑚𝑝 𝐹2 Mais vale um pássaro na mão do que dois voando 39 P2F2 𝐹1 𝐶𝑜𝑛𝑗𝑐 𝐹2 A palavra é de prata e o silêncio é de ouro 71 P2F3 𝑁1, 𝑁2 Tal pai, tal filho 48 P2F4 𝑄𝑢- 𝐹1 𝐹2 Quem tem boca vai a Roma 90 P2F5 𝐹1 𝐶𝑜𝑛𝑗𝑠 𝐹2 Os amigos são muitos quando grande é a abastança 20 P2F6 𝐶𝑜𝑛𝑗𝑠 𝐹2, 𝐹1 Quando a esmola é demais, o santo desconfia 28 P3 𝐹1, 𝐹2, 𝐹3 Um é pouco, dois é bom, três é demais 47 Total 594 Tabela 3 – Classificação formal dos provérbios brasileiros Fonte: Adaptada de Rassi, Baptista e Vale (2014, p.4) A primeira coluna apresenta a classe; a segunda indica a configuração formal5 (estrutura sintática) dos provérbios; a terceira demonstra um exemplo característico; e, por fim, a última coluna indica o número de provérbios inseridos em cada classe. Dos 594 provérbios extraídos automaticamente de corpus (RASSI; BAPTISTA; VALE, 2014), apenas 26 são formados pelo verbo dar, tais como: (6.116) Dê tempo ao tempo. [Ex.R] (6.117) Dai a Cesar o que é de César. [Ex.R] 5 Leia-se Adj para adjetivo; Conjc para conjunção coordenativa; Conjs para conjunção subordinativa; Conjs-comp especificamente para conjunção subordinativa comparativa; 𝐹1, 𝐹2 e 𝐹3 para a primeira, segunda e terceira proposição (ou cláusula), respectivamente; 𝑁0 para o sujeito; 𝑁𝑖 para um nome em qualquer posição sintática; Neg para negação obrigatória; Prep para preposição; Qu- para os pronomes interrogativos quem ou o que; V para verbo; Vcop para o verbo de cópula ser ; w para qualquer sequência não especificada de complementos; e Ø para qualquer posição sintática vazia. Capítulo 6. As Frases Fixas 123 A maioria dos provérbios formados por dar possuem uma única proposição, como os exemplos anteriores. Apenas 3 provérbios possuem duas proposições: (6.118) Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana. [Ex.R] (6.119) Se queres conhecer o vilão, dê-lhe o bastão. [Ex.R] (6.120) Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada. [Ex.R] O primeiro exemplo é um provérbio com duas proposições declarativas, enquanto os demais são consituídos de duas proposições, sendo que a primeira é uma oração con- dicional e a segunda, uma proposição declarativa. O provérbio (6.119) admite variações tanto do verbo dar quanto do nome bastão, como demonstram os exemplos: (6.119a) Se queres conhecer o vilão, põe-lhe o pau na mão. [Ex.C] (6.119b) Se queres conhecer o vilão, dê-lhe o poder na mão. [Ex.C] O provérbio (6.120) também admite variação do nome limão, em um jogo de palavras e sentidos: Se a vida lhe der um limão, faça uma caipirinha. Há ainda um provérbio que possui três proposições: Se conselho fosse bom, ninguém dava; vendia. É possível encontrar outras regularidades dentre os provérbios constituídos pelo verbo dar. Por exemplo, alguns deles exigem a negação obrigatória, tais como: (6.121) Aço ruim não dá bom fio. [Ex.R] (6.122) Deus não dá asa à cobra. [Ex.R] (6.123) Deus não dá nozes a quem não tem dentes. [Ex.R] (6.124) Dinheiro não dá em árvore. [Ex.R] (6.125) Jabuticaba não dá em cacho. [Ex.R] Os provérbios (6.124) e (6.125) são bastante semelhantes sintática e semantica- mente. Um outro provérbio que também exige a negação obrigatória é: Dinheiro não dá felicidade. Apesar de considerarmos que essa forma do provérbio, com o verbo dar, é uma variante do provérbio Dinheiro não traz felicidade, ainda assim a forma proverbial com dar é bastante recorrente no corpus. Capítulo 6. As Frases Fixas 124 Assim como ocorre nos provérbios (6.122) e (6.123), há vários outros que fazem referência a Deus, tanto com negação obrigatória, quanto em proposições afirmativas, como: (6.126) Deus dá o frio conforme a roupa. [Ex.R] (6.127) Quem dá aos pobres empresta a Deus. [Ex.R] Essa segunda estrutura proverbial (6.127), introduzida pelo pronome Quem, tam- bém aparece em outros provérbios, como se demonstra por meio dos exemplos: (6.128) Quem dá aos pobres paga a conta do motel. [Ex.R] (6.129) Quem dá pão dá criação. [Ex.R] (6.130) Quem fala demais dá bom dia a cavalo. [Ex.R] O primeiro exemplo (6.128) poderia ser considerado como uma variante de (6.127), porém nós os classificamos como provérbios diferentes, já que não há nenhum elemento lexical comum aos dois predicados (empresta a Deus vs. paga a conta do motel). Por fim, para concluir essa breve explanação sobre os provérbios constituídos pelo verbo dar, indica-se uma última configuração formal de provérbios: [𝑃𝑟𝑒𝑝 𝑁𝑖 𝑁0 𝑉 𝑤], onde se inserem: (6.131) Em terra de saci, calça comprida dá pra dois. [Ex.R] (6.132) Em terra de sapo, mosquito não dá rasante. [Ex.R] Em Rassi, Baptista e Vale (2014), identificamos 45 provérbios com essa estrutura, dos quais 2 apresentam o verbo dar. Esta Seção não teve o intuito de se aprofundar na análise e descrição dos provérbios em Português. Nosso objetivo foi basicamente apresentar a categoria de provérbios, que é um subtipo de frase fixa, já que existem construções em Português que se classificam nessa categoria. Um estudo mais aprofundado sobre os tipos sintáticos e a classificação dos provérbios em Português pode ser encontrado em Rassi, Baptista e Vale (2014). A lista dos provérbios que contêm o verbo dar consta no final do Apêndice C. Ao longo deste capítulo, descrevemos dois tipos de frases fixas: as expressões crista- lizadas e os provérbios. No corpus adotado, foram encontradas 173 expressões cristalizadas Capítulo 6. As Frases Fixas 125 com o verbo dar, as quais foram classificadas e descritas a partir de suas estruturas sintáti- cas. Também foram encontrados 45 provérbios constituídos pelo verbo dar, os quais foram inseridos numa classificação previamente estabelecida para provérbios em Português. Primeiramente, definimos os critérios formais a serem adotados para identificar as expressões cristalizadas. Depois, as 173 ECs foram distribuídas em 9 classes de acordo com: o número de argumentos fixos, o tipo semântico dos argumentos, o tipo de prepo- sição e a estrutura sintática das expressões. Cada classe foi sistematicamente analisada e descrita ao longo deste capítulo. Por fim, os provérbios também foram classificados e descritos seguindo critérios sintáticos. Este capítulo encerra a primeira parte desta tese, que consiste em uma proposta taxonômica para as construções com o verbo dar. Essa taxonomia poderá posteriormente ser adaptada e expandida para a descrição de outros verbos da Língua Portuguesa. A partir do próximo capítulo, introduziremos a Parte II da tese, que trata especificamente das construções em que o verbo dar é classificado como verbo-suporte e é selecionado por um nome predicativo. Parte II Construções com o verbo-suporte dar e nome predicativo 127 7 O conceito de construção nominal com verbo-suporte Neste trabalho, adotamos a noção de verbo-suporte e verbo-operador da gramática transformacional de Harris (1991). Para identificar uma construção com verbo-suporte (CVS), é necessário identificar tanto os verbos que podem funcionar como Vsup quanto os nomes predicativos, que se distinguem dos demais nomes por possuírem propriedades de nomes eventivos e serem, tipicamente, substantivos abstratos, podendo ser ou não derivados de algum verbo (abraço/abraçar) ou adjetivo (predileção/predileto), ou ainda de outro nome (cajadada/cajado). Há diferentes testes que podem ser usados para identificar as construções com verbo-suporte, como a substituição da construção com Vsup por um verbo pleno corres- pondente (como dar um abraço = abraçar, ou dar um beijo = beijar); a estreita relação entre o Npred e um de seus argumentos (por exemplo, O Rui deu um beijo na Ana, interditando a construção *O Rui deu um beijo do Zé na Ana); as restrições sobre os de- terminantes (como Ana deu uma passeada no parque, interditando a construção *Ana deu minha passeada no parque); dentre outros testes. Todos os testes se baseiam na relação que existe entre o Npred e o Vsup que ele seleciona ou entre o Npred e os argumentos que ele seleciona. Para definir CVS, portanto, é necessário definir verbo-suporte e nome predicativo. Esses dois termos serão discutidos nas próximas subseções. 7.1 O conceito de verbo-suporte A noção de verbo-suporte tem sido usada há muito tempo, sob diferentes perspec- tivas teóricas e várias terminologias diferentes. Neste trabalho, adotamos a noção proposta na gramática transformacional de operadores. Harris (1964, pp.216-217) propôs o conceito de verbo-operador e o nomeou como um tipo particular de construção com o operador de nominalização “U”, ligando frases como Ele estuda eclipses = Ele faz estudos sobre eclipses. Posteriormente, Harris (1976, 1978, 1982), adotando uma visão não-orientada das transformações, considerou esses dois tipos de frases como formas elementares do kernel da língua, parafrásticas e equivalentes. Foi, no entanto, Maurice Gross (1981) quem primeiro elaborou a definição de verbo-suporte que será utilizada neste trabalho; é uma definição que resistiu ao teste do tempo, por um processo de acumulação de evidências em um grande número de línguas, abrangendo diferentes famílias linguísticas (Românico, Grego moderno, Koreano, Kikongo), diversos tipos de construções e poder explicativo teórico. Capítulo 7. O conceito de construção nominal com verbo-suporte 128 Essa definição “moderna” do conceito de construção com verbo-suporte leva em conside- ração a noção de predicado semântico, que é um conceito-chave para muitas análises, pois divide os enunciados do discurso em suas unidades de significado. Na verdade, tendo como base a noção harrissiana de operador linguístico, Gross (1981) postula que a unidade de sentido não é a palavra, mas a frase simples (ou frase elementar), já que a expressão linguística é determinada por um elemento predicativo (por exemplo, um verbo pleno), juntamente com todos os seus argumentos essenciais (sujeito e eventuais complementos essenciais). Nesse sentido, a relação entre frases semelhantes (Ele estuda eclipses e Ele faz estudos sobre eclipses) é de natureza parafrástica pelo fato de que elas não apenas possuem as mesmas restrições de seleção dos argumentos, mas também porque possuem o mesmo predicado semântico: no primeiro caso, o verbo estudar ; no segundo caso, o nome predicativo estudo. O fato de que o verbo (estudar) e o nome predicativo (estudo) são morfologica- mente relacionados e que as frases podem ser consideradas parafrásticas tem um estatuto especial no quadro teórico harrissiano: trata-se de uma transformação unária, ou seja, uma operação formal que transforma uma frase em outra, sem, contudo, alterar a informação contida na frase, estabelecendo, assim, classes de equivalência entre frases. Enquanto a informação veiculada pelo par de sentenças é a mesma, os valores gramaticais podem mu- dar de forma sistemática, ou seja, as duas frases expressam o mesmo predicado semântico, mas com pequenas diferenças de aspecto, modalidade ou valor estilístico. Isso leva a uma definição do estatuto gramatical do verbo-suporte nessas frases. O verbo-suporte funciona como uma espécie de “auxiliar” do nome predicativo, pois é ele quem carrega as marcas gramaticais de número, pessoa, tempo, modo e aspecto verbal, as quais não podem ser veiculadas pelo nome predicativo, devido à sua própria morfologia. Como resultado do seu estatuto “auxiliar” em relação ao nome predicativo, o verbo-suporte não é considerado um verbo distribucional, portanto não se pode defini- lo intensionalmente no escopo dos seus argumentos. Os Vsup se distinguem dos verbos plenos porque estes últimos são verbos distribucionais e podem ser definidos intensional- mente. Nas construções com verbo pleno, é o verbo que seleciona os argumentos nas frases elementares. Já nas CVS, é o nome predicativo que seleciona tanto os seus argumentos quanto o verbo-suporte mais apropriado. Os verbos-suporte são selecionados pelos nomes predicativos, e não vice-versa. Na- turalmente, a escolha do verbo-suporte é por vezes intimamente relacionada ao predicado semântico expresso pelo substantivo. Por exemplo, os substantivos que exprimem ações envolvendo duas entidades humanas são, muitas vezes, construídos com os verbos-suporte fazer ou dar, enquanto substantivos que exprimem propriedades ou estados são mais frequentemente construídos com o verbo-suporte ter. As CVS são também referidas na literatura como construções com verbo leve por Capítulo 7. O conceito de construção nominal com verbo-suporte 129 diversos autores (SCHER, 2004; DURAN; ALUÍSIO, 2011; TU; ROTH, 2011; BUTT; GEUDER, 2001; ISTVÁN; VINCZE; FARKAS, 2013). Os termos verbo leve e verbo- suporte são comumente interpretados como sinônimos, porém há diferenças conceituais entre as nomenclaturas. Nesta tese, adotamos o termo verbo-suporte por considerarmos que ele serve, de fato, para “suportar” as marcas verbais de tempo, modo, número, pessoa e aspecto. Vale ressaltar que, diferentemente de outros autores, consideramos que o conceito de verbo- suporte não é apenas sintático, possuindo também sua contraparte semântica1. A segunda motivação para a escolha do termo verbo-suporte se refere ao fato de que é um conceito mais controlado linguisticamente, ou seja, há propriedades formais bem definidas que o distinguem de outras categorias verbais. Os autores que optam pelo termo verbo leve consideram-no, em geral, semanticamente vazio ou esvaziado de sentido, mas não há como mensurar o grau ou nível de preenchimento ou esvaziamento semântico de um verbo, portanto essa definição é subjetiva e intuitiva. O conceito de verbo leve não é consensual na literatura. Há autores que pregam desde o esvaziamento completo do verbo até alguns processos de dessemantização, em que o verbo perde parte de seus traços semânticos. De fato, há diferentes tipos de verbos leves (ou verbos-suporte): Ruppenhofer et al. (2006) distinguem cinco classes de verbo-suporte (plain vanilla, aspectual, ponto de vista, registro e causativo); Gross (1998) identifica outras cinco classes, sendo algumas coincidentes (aspecto, causativo, verbos suporte intensivos, verbos suporte conjuntivos e modalidades especializadas), além de tratar das relações se- mânticas entre verbos-suporte. A literatura oferece inúmeras definições para verbo-suporte, que vão desde con- ceitos estritamente sintáticos, baseados na composição estrutural das sentenças formadas por Vsup, ou na correlação necessária entre a CVS e um verbo pleno morfologicamente associado ao Npred, até abordagens discursivas que tratam da motivação para o uso do Vsup e os diferentes efeitos de sentido causados por seu uso ou não. No mesmo sentido, existem trabalhos de base gerativista sobre os Vsup, dentre os quais se destacam as pesquisas de Scher (2004, 2005, 2006) sobre o verbo dar e as nominalizações em -ada. Há estudos funcionalistas sobre os verbos-suporte, que investigam os usos dessas construções, a intenção do falante e a motivação linguística para tais usos em diferentes registros e diferentes gêneros textuais; citam-se como exemplos os trabalhos de Radford (1988) e Neves (1996, 2000, 2002), dentre outros. A abordagem utilizada nesta tese, por outro lado, é de base estruturalista, apoiada pelo modelo do Léxico-Gramática, seguindo a mesma abordagem teórica proposta por Gross (1975, 1981), Leclère (1971), Giry-Schneider (1978, 1987) Labelle (1984), Ranchhod (1990) e outros. 1 Veja-se, por exemplo, Gross (1998), que trata das funções semânticas dos verbos-suporte. Capítulo 7. O conceito de construção nominal com verbo-suporte 130 7.2 O conceito de nome predicativo Os nomes predicativos, à semelhança dos verbos e dos adjetivos predicativos, são predicadores de frases, ou seja, são operadores que selecionam argumentos. Os substan- tivos podem funcionar como argumentos de um predicador verbal (como em Ana beijou Rui) ou como predicadores que selecionam outros substantivos como argumentos (Ana deu um beijo em Rui). Nas duas frases, os substantivos Ana e Rui são argumentos. A diferença entre elas é que, na primeira frase, o elemento predicador é um verbo (beijou), enquanto, na segunda frase, o elemento predicador é um substantivo (beijo). Quando o predicador da frase é um substantivo, ele é chamado de nome predicativo. A característica principal do nome predicativo, em construções com verbo-suporte, é a relação particular que ele mantém com o sujeito da frase. Em Ana deu um beijo em Rui, existe uma relação entre o Npred beijo e o sujeito Ana, que é da mesma natureza que a relação entre o verbo beijar e o sujeito Ana na frase Ana beijou Rui. Essa propriedade é definitória das construções com verbo-suporte e nome predicativo, pois não se aplica a outros substantivos que não sejam predicativos. Outras propriedades dos Npred - e, por extensão, das CVS - serão apresentadas no Capítulo 8. Tipicamente, os nomes predicativos são substantivos abstratos eventivos. Os Npred obedecem às mesmas regras morfológicas de flexão e derivação de todos os outros subs- tantivos (com sufixos nominais típicos -ção, -mento, -dade, -ismo etc.), mas sintático e semanticamente funcionam como outros predicadores, podendo indicar ação, processo, ação-processo, estado ou outros. Os Npred podem ser de dois tipos: (i) os nomes predicativos deverbais, dead- jetivais ou denominais, ou seja, aqueles que são morfologicamente associados a verbos, adjetivos ou outros nomes, respectivamente, e são o resultado de nominalizações (como murro/esmurrar, tiro/atirar, sinal/sinalizar, coragem/corajoso, competência/competir/ competente, mãozada/mão, cajadada/cajado); ou (ii) nomes predicativos autônomos, ou seja, aqueles que não possuem a mesma raiz de verbos e/ou adjetivos (como carona, greve, sermão, tilt, toco, sopapo, piparote). Uma das propriedades das CVS consideradas como essenciais por alguns autores (LANGER, 2004; TU; ROTH, 2011) é a equivalência entre a nominalização da CVS e um verbo pleno, ou seja, somente são considerados como CVS os casos em que há equivalência morfológica entre o nome predicativo e um verbo pleno com a mesma raiz, i.e. participação ≡ participar. Já foi provado (GROSS, 1981), no entanto, que outros nomes predicativos que não possuem equivalência morfológica com verbos ou adjetivos possuem as mesmas propriedades das nominalizações, ou seja, devem ser considerados igualmente como predicadores em CVS. Nesse sentido, a existência da nominalização não é uma propriedade necessária para classificar a construção como CVS. Capítulo 7. O conceito de construção nominal com verbo-suporte 131 Além disso, há também nomes predicativos que são o resultado de uma nomina- lização, mas não devem ser classificados como CVS porque não constituem predicados de base. O nome predicativo medo, por exemplo, é morfologicamente associado ao verbo amedrontar e ao adjetivomedroso; no entanto, esse Npred nem sempre constitui uma CVS. Quando associado ao verbo-suporte ter (Ana tem medo de cobra), é uma CVS, porém, quando associado ao VopC dar (A cobra deu medo em Ana), não é uma CVS, e sim, uma construção causativa. Em suma, consideramos, ao contrário de outros autores (LANGER, 2004; TU; ROTH, 2011), que a equivalência entre a nominalização e um verbo pleno não é uma propriedade nem necessária nem suficiente das CVS. Pode ser considerada como uma característica geral, pois se aplica à maior parte dos casos, mas não é uma propriedade definitória das CVS. Em relação aos Npred que selecionam o verbo-suporte dar, existe uma grande pro- dutividade de Npred deverbais, que são derivados de verbos acrescidos do sufixo -da (andar + -da = andada; mexer + -da = mexida, fugir + -da = fugida). Essas nominalizações em -da podem indicar: (i) o aspecto verbal – como dar uma passada, dar uma lida, dar uma olhadinha; ou (ii) bater com determinado objeto, em que acrescenta-se o sufixo -da, não ao verbo, mas ao nome do instrumento (dar uma martelada ≡ bater com um martelo, dar uma marretada ≡ bater com uma marreta). Por outro lado, há também Npred que são derivados de adjetivos e, portanto, são considerados como deadjetivais (clareada deriva de claro, madurada deriva de maduro). Há ainda um conjunto de Npred, em geral com sufixo -ada, que são derivados de objetos concretos ou nomes parte do corpo (dar uma cotovelada ≡ bater com o cotovelo, dar uma cinzeirada ≡ bater com um cinzeiro). Os tipos semânticos dos Npred serão discutidos detalhadamente no Capítulo 10. Este capítulo introduziu a segunda parte da tese, apresentando a definição de construção com verbo-suporte. As CVS são compostas por um verbo-suporte e um nome predicativo, que formam uma unidade de sentido. Assim, este capítulo discutiu os concei- tos de verbo-suporte e de nome predicativo, a partir de várias perspectivas teóricas, tendo adotado as definições fornecidas pelo modelo do Léxico-Gramática. O próximo capítulo apresentará as propriedades gerais definitórias das CVS, dis- cutindo quais dessas propriedades se aplicam às CVS com dar e algumas especificidades sobre essas propriedades gerais. 132 8 Propriedades gerais das CVS As construções com verbo-suporte possuem estrutura sintática aparentemente se- melhante à das construções com verbo pleno. O que as distingue são as propriedades sintáticas que se aplicam às CVS e não às construções com verbo pleno. A principal pro- priedade é a existência de uma relação semântica particular que liga o nome predicativo a algum de seus argumentos, tipicamente o nome na posição sujeito1. Essa relação é da mesma natureza semântica como a que liga o sujeito a um verbo pleno comum. Além dessa relação, considerada como principal, há outras propriedades também características das CVS e que serão apresentadas ao longo deste Capítulo. Serão consideradas seis principais propriedades gerais das construções com verbos- suporte: (i) a relação particular entre o Npred e algum de seus argumentos; (ii) as restrições sobre os determinantes; (iii) a descida do advérbio; (iv) a dupla análise dos complementos preposicionais; (v) a redução do Vsup e a formação de grupo nominal; e (vi) a possibilidade de variação do Vsup. Apesar de serem propriedades gerais das CVS, existem particularidades entre os diferentes verbos-suporte ou entre as combinações de Vsup e Npred. De fato, as CVS são de tipos muito variados, sendo que a principal característica que as agrupa é a presença de um verbo-suporte elementar e um nome predicativo. Há, portanto, uma grande diversidade de objetos e fenômenos nesse conjunto a que nos referimos como construções com verbo- suporte. 8.1 Relação particular entre o Npred e um de seus argumentos Essa propriedade consiste na estreita relação que existe entre o nome predicativo e tipicamente o nome que ocupa a posição sujeito. Essa relação é da mesma natureza semântica que a que liga um verbo pleno ao seu sujeito. Observe-se: (8.1) A Ana deu um beijo no Rui. [Ex.C] (8.1a) ≡ A Ana beijou o Rui. [Ex.C] A relação semântica existente entre os nomes beijo e Ana, em (8.1), é semelhante à relação entre o verbo beijou e o nome Ana, em (8.1a). Ana é o sujeito AGENTE de beijo, 1 Nas construções standard, como em A Ana deu um beijo no Rui, essa relação se verifica entre o Npred beijo e o sujeito (Ana). Por outro lado, em construções conversas, tal como O Rui recebeu um beijo da Ana, essa mesma relação se verifica entre o Npred beijo e o complemento (Ana). Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 133 assim como o é de beijar. Assim, consideramos que quem seleciona o sujeito Ana é o verbo beijou, em (8.1a), mas o nome beijo, em (8.1). Essa propriedade faz com que seja impossível colocar o nome predicativo sob o escopo de referência de qualquer outra entidade diferente do próprio sujeito. Ou, em outras palavras, “dada a relação particular que se observa entre o sujeito do Vsup e o nome predicativo, este nome não pode receber determinantes que o situem fora da esfera de referência do sujeito” (BAPTISTA, 2005b, p.24). Assim, frases como ?*A Ana deu o meu beijo no Rui ou ?*A Ana deu o beijo do Zé no Rui, se aceitáveis, só podem ser interpretadas no sentido de “transmitir ao Rui o beijo que eu ou o Zé lhe mandara” ou “beijar o Rui da mesma forma como o Zé o faz”, por exemplo. Nesse sentido, o sujeito da frase não é apenas o sujeito gramatical do verbo-suporte dar, mas é também o AGENTE do nome predicativo beijo. Essa relação particular entre o Npred e algum de seus argumentos ocorre tipi- camente com o argumento que ocupa a posição sujeito. Existem casos, porém, em que essa relação se verifica entre o Npred e seu complemento, como nos casos de construções conversas. Na transformação da construção standard (e.g. A Ana deu um beijo no Rui) para a construção conversa (e.g. O Rui recebeu um beijo da Ana), os argumentos sujeito e complemento trocam de posição relativa. Isso faz com que a relação semântica particular que existe entre o Npred e o sujeito, na construção standard, passe a existir entre o Npred e o complemento, na construção conversa. Em ambos os casos, essa relação é da mesma natureza semântica que a que liga o verbo ao sujeito, numa construção ativa (e.g. A Ana beijou o Rui), ou a que liga o verbo ao agente da passiva, numa construção passiva (e.g. O Rui foi beijado pela Ana). Tanto na voz ativa quanto na passiva, Ana é o agente da ação de beijar. Uma discussão mais aprofundada sobre as construções conversas será apresentada na Subseção 9.3.2. A propriedade apresentada nesta Seção é a única considerada necessária e suficiente para a identificação das CVS. Outras propriedades indicativas de CVS serão abordadas nas próximas seções. 8.2 Restrições sobre os determinantes Essa propriedade diz respeito às restrições que o Npred, juntamente com seu Vsup, impõe sobre o determinante que o introduz. Inicialmente, é preciso delimitar o conjunto de elementos que constituem a classe dos determinantes. São considerados determinantes os artigos definidos, indefinidos, os pronomes possessivos, os demonstrativos, os indefinidos, os numerais e o determinante zero (Ø), que corresponde à ausência de determinante. Também é possível que esses determinantes se combinem entre si (e.g. os seus, alguns dos, aquela sua etc.) ou se combinem com modificadores (Modif ), como é o caso do artigo Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 134 indefinido acompanhado de Modif (e.g. A Ana deu um beijo longo no Rui) ou o artigo definido acompanhado de Modif (e.g. A Ana deu os sinceros parabéns ao Rui). Como regra geral, os Npred, em construções com verbo-suporte, admitem livre- mente qualquer determinante, porém essa regra pode ser limitada pela propriedade an- terior (da relação particular entre o Npred e um de seus argumentos). Nesse sentido, os pronomes possessivos que violem essa relação são interditados, como se verifica em: (8.2) A Ana deu (um + *o meu + *o teu) beijo ao2 Rui. [Ex.C] Isso seria possível em construções com o verbo pleno dar. (8.3) A Ana deu (um + o meu + o teu) livro ao Rui. [Ex.C] O uso do pronome possessivo é uma forma de determinar o referente do Npred. Quando esse possessivo não é correferente do sujeito do Npred, nas CVS, então esse pro- nome é interditado, como ocorre em (8.2). Isso ocorre porque o uso dos possessivos é uma forma de realização do complemento de N. Os possessivos de (8.2) poderiam ser reformulados como um complemento de N, como ocorre em: (8.2a) *A Ana deu o beijo do Zé no Rui. [Ex.C] Essa construção é interditada porque o complemento do Zé não é correferente do sujeito A Ana, tal como ocorre com os pronomes possessivos em (8.2). Já os pronomes demonstrativos não são considerados determinantes apropriados para os Npred em CVS porque apontam para um referente que não está contido na frase de base. (8.4) *A Ana deu (esse + este + aquele) beijo no Rui. [Ex.C] Essas construções podem ser consideradas aceitáveis – e, de fato, são usuais – quando se considera um contexto linguístico maior que a frase simples, já que os demons- trativos apontam para um referente já conhecido ou para um referente exterior ao texto. Como o Léxico-Gramática reconhece como unidade de análise linguística a frase simples, então (8.4) será julgada como inaceitável, já que não é possível recuperar os referentes desses demonstrativos dentro dessa frase de base. Esse problema é semelhante ao dos artigos definidos. A priori, os definidos também não são determinantes apropriados para os Npred porque eles também remetem para um referente exterior à frase de base. 2 A preposição preferencial nesta e em várias outras construções com o verbo-suporte dar, no Português Brasileiro, é a Prep em (e.g. A Ana deu um beijo no Rui), porém a preposição a também é aceitável e será utilizada, neste caso, para que se possa comparar os exemplos (8.2) e (8.3). Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 135 (8.5) *A Ana deu a organizada nos materiais. [Ex.C] Ao admitir o artigo definido, perde-se a correferência entre o Npred e o sujeito. O referente de organizada só pode ser recuperado fora dos limites dessa frase de base. Assim, considera-se que (8.5) poderia ser aceitável em uma interpretação particularizante, a partir da redução de uma oração relativa (e.g. a organizada que lhe fora solicitada pelo chefe), mas essa análise ultrapassa o escopo desta tese. Por outro lado, quando o definido é associado a umModif, a construção é aceitável, já que o modificador muitas vezes explica ou restringe a determinação imposta pelo artigo definido. (8.6) A Ana deu a organizada final nos materiais. [Ex.C] O uso do artigo definido é autorizado pelo Modif final, que restringe a referência de organizada. Conforme foi apontado no início desta Seção, o determinante do Npred é, via de regra, livre, o que é indicado pelo artigo indefinido ou qualquer outra forma de indefinição (pronomes indefinidos, numerais cardinais e outros). Em raros casos, porém, o Npred exige um determinante que não seja indefinido. Observe-se, por exemplo: (8.7) O padre deu (a + *uma) (excomunhão + extrema unção) ao fiel.3 [Ex.C] Os Npred tais como excomunhão ou extrema unção se referem a ações ou processos pontuais, que ocorrem uma única vez. Esses casos exigem a presença do artigo definido. Por outro lado, há também outros Npred que admitem o determinante indefinido com mais dificuldade. Observe-se, por exemplo: (8.8) A Ana deu (os + seus + uns + Ø) parabéns ao Rui. [Ex.C] (8.9) O médico deu (*a + *sua + *uma + Ø) alta ao paciente. [Ex.C] Em (8.8), o Npred parabéns admite qualquer tipo de determinante, mas é bastante raro com o determinante indefinido. Já em (8.9), o Npred alta não admite nem artigo definido, nem indefinido, nem possessivo, mas exclusivamente o determinante zero (Ø). Note-se que, mesmo nos casos em que o artigo indefinido não é o mais característico, ainda assim é possível usá-lo, por exemplo, associado a um modificador, como é o caso de: 3 Em contextos muito específicos, o determinante indefinido pode introduzir os nomes predicativos excomunhão e extrema unção, mas desde que a preposição que introduza o complemento seja em, e não a (e.g. O bispo de Bauru deu uma excomunhão naquele Padre Beto [Ex.R] ou O padre realmente deu uma extrema unção em Senna [Ex.R]). Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 136 (8.10) A Ana deu uns sinceros parabéns ao Rui. [Ex.C] (8.11) O médico deu uma alta provisória ao paciente. [Ex.C] Assim, o determinante indefinido (uns parabéns e uma alta) é considerado aceitá- vel quando acompanhado de um modificador, que é obrigatório nesses casos. Por vezes, a presença do determinante indefinido obriga também a presença de um modificador obri- gatório. Isso acontece com a grande maioria dos Npred que selecionam o verbo-suporte ser de (compare-se, por exemplo, *A Ana é de uma inteligência vs. A Ana é de uma inteligência extraordinária). Já que, via de regra, as CVS admitem determinante livre, então os casos especí- ficos em que o Npred exige um tipo específico de determinante podem ser vistos como um princípio de fixidez, ou seja, um indício de cristalização. Os critérios formais para a classificação de certas combinações de [V N ] como expressões fixas foram abordados no Capítulo 6. Além dos tipos já mencionados, também podem funcionar como determinantes os numerais cardinais e os pronomes indefinidos, ao lado do determinante zero que acompa- nha Npred plural, como se demonstra em: (8.12) A Ana deu (três + alguns + muitos + Ø) beijos no Rui. [Ex.C] Os cardinais (como dois, três etc.), os pronomes indefinidos (como alguns, muitos, todos etc.) e a ausência de Det acompanhando Npred no plural são diferentes formas de indefinição do determinante, portanto, via de regra, também deveriam ser aceitos livremente nas CVS. O problema, no entanto, é que a aceitabilidade desses indefinidos depende da natureza (contável ou incontável) do Npred. Observe-se, por exemplo: (8.13) *A Ana deu (três + algumas + muitas + Ø) oganizadas no material. [Ex.C] A interdição dos determinantes indefinidos plurais se deve ao fato de que o Npred organizada é um substantivo incontável e, portanto, não pode ser admitido no plural. Aqui também se poderia recorrer à inserção de um Modif obrigatório. Em certos casos, os indefinidos plurais se tornam aceitáveis, quando associados a um modificador. (8.14) A Ana deu várias oganizadas sucessivas no material. [Ex.C] O processo indicado pelo Npred organizada pode ser duplicado, triplicado, enfim, repetido ao longo do tempo, o que o torna um processo frequentativo, e não pontual. Isso permite que o pronome indefinido, desde que acompanhado por um Modif obrigatório, seja aceitável com nomes predicativos não-contáveis, como é o caso de organizada. Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 137 Até o momento, tratamos das restrições sobre os determinantes apenas em constru- ções standard. Em construções conversas, sabe-se, porém, que os determinantes definidos introduzindo Npred também são naturalmente aceitáveis, como ocorre em: (8.15) A Ana recebeu (uma + a) ajuda do Rui. [Ex.C] O Det definido é autorizado, nas construções conversas, porque o complemento do Rui, na verdade, é uma redução da oração relativa (e.g. A Ana recebeu a ajuda que o Rui lhe deu). Dadas as diferenças entre construções standard e conversas, considera-se que a distribuição dos determinantes depende, em grande medida, da combinação entre o Vsup e o Npred, e não apenas de um ou de outro. Nesta Seção, indicamos alguns dos problemas referentes ao fenômeno da determina- ção, mas não nos aprofundaremos nessas questões porque a determinação é um fenômeno complexo, como um predicado de segunda ordem, na medida em que os determinantes definidos são sempre uma reestruturação (ou redução) de orações relativas. Em suma, dois fatores devem ser considerados com relação à propriedade da res- trição sobre os determinantes: (i) não é possível inserir um determinante (demonstrativo, possessivo, artigo definido) que situe o nome predicativo fora da esfera de referência do sujeito da construção; e (ii) é a combinação [Vsup Npred] quem impõe as restrições sobre o tipo de determinante que a construção seleciona. 8.3 Descida do advérbio A propriedade da “descida do advérbio” (GIRY-SCHNEIDER, 1987, p.31-32) se refere à possibilidade de o advérbio modificador do verbo ou do adjetivo descer para a posição de modificador do nome predicativo, sob a forma do adjetivo com a mesma raiz. Essa “descida” remete à posição hierárquica da dependência entre os elementos da frase. Numa construção com verbo pleno, o advérbio está numa relação direta com o verbo e, portanto, está no mesmo nível hierárquico de dependência. Já numa construção com verbo-suporte, em que o Npred (e não mais o verbo) é o núcleo da frase, o adjetivo correspondente está numa posição hierárquica de dependência inferior ao lugar estrutural ocupado pelo verbo; daí a designação “descida do advérbio”. Essa propriedade se verifica em relação aos modificadores frequentativos (MFs), que podem assumir a forma de advérbio com sufixo -mente (e.g. frequentemente, constan- temente) ou de um adjetivo modificador do nome predicativo (e.g. frequente, constante). Esses MFs podem ser: (i) advérbios de modo, como calmamente; (ii) advérbios de tempo, como imediatamente; (iii) advérbios de frequência, como repetidamente; ou ainda (iv) ad- vérbios de aspecto, como longamente. Para testar a propriedade da “descida do advérbio”, Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 138 são preferíveis os advérbios que modificam o predicado, e não a frase toda. Além disso, o advérbio e o adjetivo são morfológica, sintática e semanticamente associados, como se verifica, por exemplo, em: (8.16) A Ana beijou longamente o Rui. [Ex.C] (8.16a) ≡ A Ana deu um beijo longo no Rui. [Ex.C] A equivalência semântica entre esse par de exemplos indica que a modificação exercida pelo advérbio não se altera quando se transforma o predicado verbal em predicado nominal; altera-se apenas a categoria gramatical do modificador, que deixa de ser um advérbio e passa a ser um adjetivo. A equivalência entre advérbios e adjetivos se verifica em numerosos pares de {Adv, Adj}, sobretudo naqueles que exprimem valor aspectual frequentativo (frequentemente ≡ frequente, constantemente ≡ constante etc.). (8.17) A Ana beija frequentemente o Rui. [Ex.C] (8.17a) ≡ A Ana dá beijos frequentes no Rui. [Ex.C] Essa propriedade é definitória das CVS porque não é admitida em construções com verbo pleno: (8.18) A Ana dá livros frequentemente para o Rui. [Ex.C] (8.18a) *A Ana dá livros frequentes para o Rui. [Ex.C] A construção (8.18a) não é aceitável porque os MFs estão ligados a operadores, e livros não é um operador (nem sequer um nome eventivo), e sim, argumento do verbo pleno dar. O fato de que beijos, em (8.17a), aceita o MF frequentes reforça o estatuto predicativo desse nome. Essa propriedade só pode ser atestada em construções cujo nome predicativo seja uma nominalização. Os casos de Npred autônomos não podem ser comparados em termos da descida do advérbio porque não existe um verbo a ser modificado pelo advérbio, como é o caso do Npred sermão: (8.19) A Ana deu um longo sermão no Rui. [Ex.C] (8.19a) ?*A Ana sermonou longamente o Rui. [Ex.C] Além disso, em alguns casos, o verbo e seu advérbio modificador formam um composto. É o caso de advérbios que expressam pontos de vista, tais como aparecem nas combinações apoiar moralmente, golpear mortalmente, assediar sexualmente, dentre Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 139 outras. Quanto mais fixa é a combinatória entre o verbo e seu advérbio, maior será o entrosamento entre o Npred e o adjetivo, considerando-se como Npred compostos, por exemplo, apoio moral, golpe mortal e assédio sexual. A partir dos dados analisados neste trabalho, conclui-se que todas as CVS com dar cujo Npred é uma nominalização autorizam a descida do advérbio. 8.4 A dupla análise dos complementos preposicionais Nas CVS em que o nome predicativo seleciona um complemento preposicionado, esse complemento pode ser extraído de duas formas diferentes: (i) como um constituinte isolado (8.20a) ou (ii) em conjunto com o nome predicativo (8.20b): (8.20) A Ana deu um sermão ao Rui. [Ex.C] (8.20a) Foi ao Rui que a Ana deu um sermão. [Ex.C] (8.20b) Foi um sermão ao Rui que a Ana deu. [Ex.C] A possibilidade de extrair o complemento preposicionado de duas formas diferentes chama-se dupla análise dos complementos preposicionais. Note-se que, nas construções com verbo pleno, a única análise autorizada é a extração do complemento preposicionado isoladamente: (8.21) A Ana deu um livro ao Rui. [Ex.C] (8.21a) Foi ao Rui que a Ana deu um livro. [Ex.C] (8.21b) ?*Foi um livro ao Rui que a Ana deu. [Ex.C] Nas CVS, o complemento preposicionado pode ser extraído como um argumento isolado ou pode formar, junto com o nome predicativo, um constituinte único. Nas cons- truções com verbo pleno, o complemento preposicionado (dativo) não forma constituinte único com o objeto direto (neste caso, o livro). Ressalte-se que essa propriedade só pode ser verificada em CVS que possuam complemento preposicional. As construções com apenas 1 argumento, na posição sujeito (e.g. A Ana deu um espirro), não podem ser testadas com relação a essa propriedade porque elas não possuem complemento preposicional. Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 140 8.5 Redução do Vsup e formação de grupo nominal Essa propriedade consiste em transformar o predicado nominal (CVS) em um sintagma nominal (ou grupo nominal). Forma-se um grupo nominal, cuja cabeça é o nome predicativo, a partir da redução (ou apagamento) do verbo-suporte. (8.22) A Ana deu um beijo no Rui. [Ex.C] [Rel] = O beijo que a Ana deu no Rui <...> [Ex.C] [RedVsup] = O beijo da Ana no Rui <...> [Ex.C] Conforme aponta Baptista (2005b, p.26), “na medida em que o Vsup é apenas um auxiliar gramatical do nome predicativo, ele pode, sob certas condições, ser reduzido sem que tal acarrete perda de informação importante”. Nesse caso, o verbo dar, por ser suporte, foi reduzido ou apagado. Em contrapartida, nos casos de construções com verbo pleno, apenas a relativização é autorizada; o apagamento do verbo para a formação de grupo nominal não o é. (8.23) A Ana deu um livro ao Rui. [Ex.C] [Rel] = O livro que a Ana deu ao Rui <...> [Ex.C] [RedVsup] = *O livro da Ana ao Rui <...> [Ex.C] Como o verbo pleno é significativo do ponto de vista semântico, ele não pode ser apagado, o que interdita o grupo nominal *O livro da Ana ao Rui. A relativização é um processo comum às duas construções, porém o apagamento do verbo é interditado nas construções com verbo pleno. O grupo nominal formado a partir da redução do Vsup (O beijo da Ana no Rui) pode funcionar, assim, como argumento sujeito, como em (8.24), ou complemento de outros predicados, como em (8.25). (8.24) O beijo da Ana no Rui foi visto por todo mundo. [Ex.C] (8.25) O Pedro não gostou do beijo da Ana no Rui. [Ex.C] 8.6 Possibilidade de variação do Vsup Os verbos-suporte, por servirem apenas para veicular marcas verbais e não serem predicadores, podem frequentemente ser substituídos por outros verbos também suporte, sem alterar o significado essencial da frase de base. Npred. Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 141 (8.26) A Ana (deu + pregou + enfiou + meteu + sentou) um tapa no Rui. [Ex.C] A alternância entre os diferentes verbos-suporte não altera o predicado semântico de base, já que o predicado é expresso pelo Npred e não pelo Vsup. Também não altera as relações que se estabelecem entre o nome predicativo e seus argumentos nem as proprie- dades sintáticas e semânticas da construção. Nesse sentido, independentemente do verbo selecionado, todas essas formas fasais são consideradas igualmente frases de base. As variantes dos verbos-suporte podem acarretar diferenças aspectuais e/ou esti- lísticas entre as frases, mas, de modo geral, não lhes altera o significado global. No caso de (8.26), há diferenças estilísticas entre dar, que é mais neutro, e as outras variantes (pregar, enfiar, meter e sentar), mas essas diferenças não são de ordem semântica. Em geral, consideram-se verbos-suporte elementares aqueles que são mais neutros do ponto de vista aspectual e/ou estilístico, e consideram-se variantes de Vsup aqueles que introduzem diferentes matizes aspectuais e/ou estilísticos. As variantes de Vsup (por vezes, chamadas extensões do verbo-suporte) são muito numerosas e, por isso, difíceis de recensear. A literatura, de maneira geral, aborda apenas os verbos-suporte elementares, por considerar que são verbos “esvaziados de sentido”. Neste trabalho, foram consideradas 14 variantes aspectuais/estilísticas do verbo-suporte standard dar (aplicar, atribuir, bater, conceder, estar com, fazer, impor, ministrar, pedir, prestar, ser de, ter e tirar) e outras 5 variantes aspectuais/estilísticas de verbos conversos ao dar (levar, pegar, receber, ter e tomar). Os predicados nominais com o Vsup fazer e com o Vsup ter já foram descritos, respectivamente, por Barros (2014) e Santos (2015). Assim, muitos nomes predicativos que aceitam as variantes fazer e ter já foram incluídos naqueles trabalhos. Ainda assim, na descrição dos predicados nominais com o Vsup dar, esses Npred também são descritos, já que eles selecionam também o Vsup dar em frases de base. Em trabalhos futuros, pretende-se intersectar as três matrizes para produzir um único recurso léxico-sintático, excluindo os dados duplicados. Neste capítulo, expusemos as seis principais propriedades das CVS. Essas propri- edades podem ser atestadas e reproduzidas por meio de testes sintáticos que comparam construções com verbo pleno e construções com verbo-suporte. Essas propriedades foram sendo observadas, ao longo do tempo, por diferentes autores que analisaram CVS em diversos idiomas. A partir do acúmulo de evidências, Ranchhod (1990) foi quem primeiro sistematizou as propriedades anteriormente elencadas por Gross (1981), Giry-Schneider (1987) e outros autores do Léxico-Gramática. Capítulo 8. Propriedades gerais das CVS 142 As propriedades gerais das CVS apresentadas e discutidas neste capítulo são: (i) a relação particular entre o Npred e algum de seus argumentos; (ii) as restrições sobre os determinantes; (iii) a descida do advérbio; (iv) a dupla análise dos complementos preposicionais; (v) a redução do Vsup e a formação de grupo nominal; e (vi) a possibilidade de variação do Vsup. A partir do próximo capítulo, trataremos especificamente das propriedades sintático- semânticas das CVS com o verbo dar. Trata-se de propriedades específicas sobre o tipo de argumentos, de preposição, de determinante, os papéis semânticos dos argumentos, as transformações sintáticas admissíveis, dentre várias outras. 143 9 Propriedades sintático-semânticas das construções com dar Apresentamos, neste Capítulo, as principais propriedades formais, distribucionais e transformacionais dos nomes predicativos que se constroem com o Vsup dar. É preciso definir rigorosa e sistematicamente as propriedades que serão descritas para cada predi- cado, pois são essas propriedades que definem o tipo de construção e a classificação a ser atribuída a cada uma. Para tanto, fizemos um levantamento sistemático das proprieda- des observadas em outras construções com outros verbos-suporte (RANCHHOD, 1990; GIRY-SCHNEIDER, 1978; GIRY-SCHNEIDER, 1987; VAZA, 1988; CHACOTO, 2005; BAPTISTA, 2005b; BARROS, 2014) e selecionamos aquelas que se aplicam às construções com o Vsup dar. As propriedades sintático-semânticas a serem descritas, neste Capítulo, são: (i) propriedades formais, como o número de argumentos, especificidades sobre a inserção de quantificadores, o tipo de determinante selecionado pelo Npred e o tipo de preposição que introduz os complementos essenciais; (ii) propriedades distribucionais, como o tipo se- mântico dos argumentos (sujeito e complemento) - humano, não-humano, parte-do-corpo, nome locativo, frase completiva ou factiva - e os papéis semânticos dos argumentos; e (iii) propriedades transformacionais, como a simetria, a conversão, a passiva e a nominaliza- ção. Por fim, explicamos também os critérios para proceder ao desdobramento lexical de algumas entradas na matriz. Muitas das propriedades aqui analisadas são estritamente sintáticas, porém usamos a designação propriedades sintático-semânticas por três motivos: (i) os traços semânticos [+humano] (Nhum) e [-humano] (N-hum) que restringem o tipo de argumento são carac- terísticas semânticas; (ii) os papéis temáticos dos argumentos também são propriedades semânticas; e (iii) algumas propriedades transformacionais requerem uma análise, não só sintática, mas também semântica, como por exemplo: algumas construções só admitem conversão com os verbos ganhar e receber, enquanto outras só admitem conversão com os verbos levar e tomar ; a diferença entre essas restrições é também semântica e não apenas sintática. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 144 9.1 Propriedades formais 9.1.1 Número de argumentos Definir o número de argumentos que as construções com verbo-suporte possuem não é uma tarefa simples. A própria identificação de argumentos essenciais em construções verbais já apresenta uma série de dificuldades, as quais se estendem para as construções nominais. Cançado (2009) discute as noções de argumentos, complementos e adjuntos, defi- nindo argumentos por critérios estritamente semânticos, e os conceitos de complementos e adjuntos, por critérios sintáticos. Segundo a autora, “os argumentos são estabelecidos em uma estrutura semântico-lexical e são associados, na estrutura sintática, às posições de sujeito, de complemento e, também, de adjuntos”. A argumentação da autora é bas- tante válida, porém, neste trabalho, adotamos uma visão bem mais estreita do conceito de argumentos, considerando apenas o sujeito e os complementos (se houver). Para construir e analisar as frases elementares, adotamos o Princípio da Máxima Projeção dos Argumentos, que considera o maior número possível de argumentos de um predicado, desde que esses argumentos não sejam adjuntos (chamados semanticamente de circunstanciais). Quando tratamos do número de argumentos do predicado, referimo-nos apenas aos elementos obrigatórios, por exemplo, excluem-se os circunstanciais de tempo, de modo, de lugar, alguns de companhia, bem como as orações adverbiais de causa, de tempo, de condição etc. Na linguagem em uso, alguns argumentos que fazem parte da estrutura argumen- tal de um predicado encontram-se implícitos ou elípticos, pois podem ser depreendidos a partir do contexto. Assim, quando recorremos a corpus, um predicado com 2 ou 3 argu- mentos em sua estrutura argumental, muitas vezes, aparece em textos reais com 2 ou 1 argumento. No entanto, para a estrutura de base das frases simples, consideramos todos os argumentos que tal predicado pode selecionar. Por vezes, recorremos à estrutura de base do predicado verbal equivalente ao pre- dicado nominal e associamos a rede argumental do verbo ao nome. Numa estrutura de superfície, por exemplo, a frase nominal Zé deu uma ordem à Ana parece ter sua rede argumental completa, porém, se recorrermos à frase verbal correspondente, teremos Zé ordenou à Ana que ela voltasse cedo. Isso pode sugerir (mas não obriga) que, numa pre- dicação de base, o nome predicativo ordem exige um complemento frásico correspondente ao conteúdo da ordem, além dos dois complementos humanos: um na posição de sujeito e outro na posição de complemento. Por considerarmos o máximo possível de argumentos, nomes predicativos como ordem exigem 3 argumentos. Vale ressaltar que não existe nenhuma obrigatoriedade, no modelo do Léxico- Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 145 Gramática, para que as construções verbal e nominal equivalentes possuam exatamente a mesma estrutura argumental ou o mesmo número de argumentos, mas decidimos consi- derar o maior número possível de argumentos, levando em conta o Princípio da Máxima Projeção Argumental. Isso significa que, se determinado argumento puder aparecer em alguma frase de superfície, então ele será considerado como essencial na frase de base. Independentemente da relação de nominalização que se possa estabelecer entre a construção verbal e a nominal, elas são independentes e podem apresentar diferenças entre si. O estudo sistemático dessas diferenças é o objeto de estudo do Léxico-Gramática. Note que pode haver diferenças meramente gramaticais, como a escolha da preposição, ou ainda diferenças de natureza distribucional. As construções nominais com o verbo dar apresentam 3 estruturas argumentais di- ferentes: predicados com 1 ou 2 ou até 3 argumentos, como se apresenta, respectivamente, em: (9.1) A Ana deu uma cambalhota. (1 argumento) [Ex.C] (9.2) A Ana deu um abraço no Rui. (2 argumentos) [Ex.C] (9.3) A Ana deu o apelido de “rei” ao Rui. (3 argumentos) [Ex.C] Um dos tipos mais recorrentes de CVS com 3 argumentos é aquele em que o nome predicativo seleciona dois nomes humanos para as posições de 𝑁0 e 𝑁1 e seleciona uma frase completiva para a posição de 𝑁2, como: (9.4) A Ana deu a autorização ao Rui𝑗 para se casar𝑗. [Ex.C] Nos casos em que o predicado nominal seleciona 3 argumentos, sendo 𝑁0=:Nhum, 𝑁1=:Nhum e 𝑁2=:QueF, muitas vezes, o argumento 𝑁1=:Nhum é correferente com o su- jeito da frase completiva expressa em 𝑁2=:QueF, como ocorre na seguinte transformação. (9.4) A Ana deu a autorização ao Rui𝑗 para se casar𝑗. [Ex.C] ≡ A Ana deu a autorização para o Rui𝑗 se casar𝑗. [Ex.C] A segunda frase é uma transformação da primeira. Na primeira frase, todos os argumentos do Npred autorização estão explícitos e podem ser desmembrados (𝑁0=:Ana, 𝑁1=:ao Rui e 𝑁2=:para se casar). Na segunda frase, a preposição a do primeiro comple- mento se funde com a preposição para do segundo complemento e a frase de superfície parece ter apenas 2 argumentos (𝑁0=:Ana e 𝑁1=:para o Rui se casar). Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 146 Por serem correferentes, poder-se-ia interpretá-los como um argumento único (𝑁1 =:QueF) em que se fundem o Nhum e a completiva (QueF); no entanto, consideraremos essas situações como 3 argumentos distintos, pois: (i) eles podem ser desmembrados em dois argumentos e, pelo Princípio da Máxima Projeção Argumental, devemos considerar o número máximo possível de argumentos para cada predicado; e (ii) algum deles pode ser apagado na estrutura de superfície, o que comprova mais uma vez que são argumentos distintos. Ressalte-se também que, quando o Npred exige ou aceita um elemento restritivo quantificador (Quantif ), este elemento não é considerado obrigatório, portanto não é argumento, e sim adjunto. Os quantificadores aparecem nas frases de base na matriz (ver Apêndice A) dentro de colchetes angulares (<>) para indicar que não são argumentos obrigatórios nas CVS, mas tornam a frase de base mais natural. Há diferentes tipos de Quantif : (i) valor monetário (9.5); (ii) percentagem (9.6); e (iii) valor temporal (9.7), ou outros. (9.5) A loja deu um desconto no valor do produto. [Ex.C] (9.6) A loja deu uma promoção em todo o estoque. [Ex.C] (9.7) Ana deu um prazo para o Rui se decidir. [Ex.C] Uma análise mais profunda sobre os casos de Npred que aceitam a inserção de quantificadores será feita na Subseção 9.1.2. 9.1.2 Inserção de expressões de quantidade Os nomes predicativos que expressam grandezas ou unidades de medida podem ser associados a expressões de quantidade (Quantif ), em construções com verbo-suporte (BAPTISTA; RANCHHOD, 1998), como ocorre em: (9.8) A água está com uma temperatura de 30𝑜C. [Ex.C] (9.9) O avião está a uma altitude de 10.000 pés. [Ex.C] (9.10) Essa piscina tem uma profundidade de 3m. [Ex.C] A forma Npred prep Quantif - instanciada nos exemplos acima, respectivamente, por temperatura de 30𝑜C, altitude de 10.000 pés e profundidade de 3m - pode ser reestrutu- rada internamente e adquirir a forma de Quantif de Npred, indicada nos exemplos a seguir. (9.8a) A água está com 30𝑜C de temperatura. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 147 (9.9a) O avião está a 10.000 pés de altitude. [Ex.C] (9.10a) Essa piscina tem 3m de profundidade. [Ex.C] Ocorre uma situação semelhante com alguns nomes predicativos associados ao verbo dar, como, por exemplo, nas construções dar uma entrada (9.11) e dar um sinal (9.12)1. (9.11) Zé deu uma entrada de R$ 50.000,00 pela casa. [Ex.C] = Zé deu R$ 50.000,00 de entrada pela casa. [Ex.C] (9.12) Zé deu um sinal de R$ 50,00 pelo produto. [Ex.C] = Zé deu R$ 50,00 de sinal pelo produto. [Ex.C] A questão que se levanta é: essas construções devem ser consideradas constru- ções com verbo-suporte ou construções com verbo pleno cujo objeto direto é a expressão de quantidade e o complemento preposicionado (de entrada e de sinal) é uma locução adverbial? Analisaremos 5 propriedades sintáticas listadas por Borillo (1985) e por Baptista e Ranchhod (1998) para determinar o estatuto dessas construções: (i) possibilidade de formação de GN, tais como as outras CVS ; (ii) possibilidade de redução do elemento quantificador; (iii) possibilidade de redução do Npred; (iv) aceitabilidade de frases inter- rogativas substituindo o Quantif ou o Npred; e (v) mobilidade da posição sintática do Npred. A formação de grupo nominal complexo (GN ) é uma propriedade geral das constru- ções com verbo-suporte e que se verifica também nas construções com Quantif de Npred. A transformação da frase para a constituição do grupo nominal complexo passa por duas etapas: (i) a relativização da frase de base (com a inserção de uma oração principal); e (ii) o apagamento do verbo-suporte dar. (9.11) Zé deu uma entrada de R$ 50.000,00 pela casa. [Ex.C] [Rel] = A entrada de R$ 50.000,00 que Zé deu não foi suficiente. [Ex.C] [RedVsup] = A entrada de R$ 50.000,00 do Zé não foi suficiente. [Ex.C] (9.12) Zé deu um sinal de R$ 50,00 pelo produto. [Ex.C] [Rel] = O sinal de R$50,00 que Zé deu foi abatido no preço do produto. [Ex.C] 1 Ressalte-se que há um desdobramento lexical dos nomes entrada e sinal, por constituírem construções sintáticas diferentes desta. Não estamos tratando aqui das construções dar uma entrada ≡ entrar em Nloc ou dar um sinal ≡ fazer um sinal/gesto/aceno, mas sim de construções em que entrada e sinal indicam parte do pagamento de um valor total, de forma que possam ser restringidas por um quantificador. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 148 [RedVsup] = O sinal de R$ 50,00 do Zé foi abatido no preço do produto [Ex.C] (9.13) Zé deu uma nota de R$ 5,00 para Ana. [Ex.C] [Rel] = A nota de R$5,00 que o Zé deu para a Ana foi gasta adequadamente. [Ex.C] [RedVsup]= ?*A nota de R$5,00 do Zé para a Ana foi gasta adequadamente. [Ex.C] Como se nota, as construções (9.11) e (9.12), por serem CVS, autorizam a redução do Vsup e a formação do grupo nominal complexo, ao passo que (9.13), por ser uma construção com verbo pleno, não autoriza essa propriedade. A segunda e a terceira propriedades dizem respeito à possibilidade de redução (elipse) seja do Npred seja do Quantif. Com os verbos-suporte ter e estar prep, associados a grandezas ou unidades de medida, o quantificador do nome predicativo não pode ser apagado. (9.14) O meu jardim tem uma área de 200m2. [Ex.C] *O meu jardim tem uma área. [Ex.C] (9.15) Esse gás está à pressão de 300 bares. [Ex.C] *Esse gás está à pressão. [Ex.C] No entanto, isso pode ocorrer com os quantificadores dos nomes associados ao verbo dar, como se verifica em: (9.11) Zé deu uma entrada de R$ 50.000,00 pela casa. [Ex.C] = Zé deu uma entrada pela casa. [Ex.C] (9.12) Zé deu um sinal de R$ 50,00 pelo produto. [Ex.C] = Zé deu um sinal pelo produto. [Ex.C] Com relação à redução do Npred, ocorre o oposto: as construções com os verbos- suporte ter e estar prep permitem o apagamento do Npred enquanto as construções com o Vsup dar não o permitem. (9.16) Esta árvore tem 2m de altura. [Ex.C] (9.16a) = Esta árvore tem 2m. [Ex.C] (9.11) Zé deu uma entrada de R$ 50.000,00 pela casa. [Ex.C] (9.11a) ̸= Zé deu R$ 50.000,00 pela casa. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 149 (9.12) Zé deu um sinal de R$ 50,00 pelo produto. [Ex.C] (9.12a) ̸= Zé deu R$ 50,00 pelo produto. [Ex.C] As frases (9.11a) e (9.12a) não são consideradas agramaticais; pelo contrário, são naturalmente aceitáveis em Língua Portuguesa, porém elas não são semanticamente equi- valentes às frases com o quantificador, pois a principal noção partitiva (de entrada ou de sinal) se perde. A interpretação de (9.11) e (9.12) implica que o Quantif (R$ 50.000,00 e R$ 50,00 ) corresponde a apenas uma parte do valor; já a interpretação de (9.11a) e (9.12a) sugere que o Quantif seja o valor total pago pelas mercadorias. A quarta propriedade sintática concerne à possibilidade de construção de frases interrogativas cuja resposta seja a frase transformada com o Quantif de Npred. Tanto as CVS quanto as construções com verbo pleno respondem adequadamente às perguntas em De quanto?, referindo-se ao quantificador: (9.17) De quanto é a nota que Rui deu para Ana? R: De R$ 5,00. [Ex.C] (9.18) De quanto é a entrada que Zé deu pela casa? R: De R$ 50.000,00. [Ex.C] (9.19) De quanto é o sinal que Zé deu pelo produto? R: De R$ 50,00 [Ex.C] Quando a pergunta recai sobre o nome, em vez de recair sobre o Quantif, há uma diferença entre as CVS e as construções com verbo pleno: as construções com verbo pleno respondem satisfatoriamente às perguntas em O quê?; já as CVS não respondem satisfatoriamente, como demonstram os exemplos a seguir: (9.20) O que Rui deu para Ana? R: Uma nota de R$ 5,00. [Ex.C] (9.21) ?*O que Rui deu pela casa? R: Uma entrada de R$ 50.000,00. [Ex.C] (9.22) ?*O que Rui deu pelo produto? R: Um sinal de R$ 50,00 [Ex.C] Por fim, a última propriedade identificada por Baptista e Ranchhod (1998) que se aplica às CVS com o verbo ter é a mobilidade do constituinte Npred dentro da frase com quantificador. A mesma propriedade se verifica nas construções com o verbo-suporte dar. (9.23) O meu jardim tem 200m2 de área. [Ex.C] De área, o meu jardim tem 200m2. [Ex.C] O meu jardim, de área, tem 200m2. [Ex.C] O meu jardim tem, de área, 200m2. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 150 (9.24) Zé deu R$ 50.000,00 de entrada pela casa. [Ex.C] De entrada pela casa, Zé deu R$ 50.000,00. [Ex.C] Zé, de entrada pela casa, deu R$ 50.000,00. [Ex.C] Zé deu, de entrada pela casa, R$ 50.000,00. [Ex.C] (9.25) Zé deu R$ 50,00 de sinal pelo produto. [Ex.C] De sinal pelo produto, Zé deu R$ 50,00. [Ex.C] Zé, de sinal pelo produto, deu R$ 50,00. [Ex.C] Zé deu, de sinal pelo produto, R$ 50,00. [Ex.C] Com base na aplicação dessas propriedades, consideraremos que nomes do tipo entrada e sinal, que podem ser restringidos por elementos quantificadores, são nomes predicativos e, portanto, suas construções devem ser tratadas como CVS. Os demais candidatos a nomes predicativos que autorizam a inserção de quantificadores, mas não atenderam a esses testes, foram excluídos do rol de Npred. 9.1.3 Determinantes Os determinantes das CVS com o verbo dar, em geral, sofrem fracas restrições de seleção. Como regra, os determinantes selecionados pelos Npred são livres, podendo admitir artigo definido, indefinido, pronome possessivo ou até a ausência de determinantes. Alguns Npred, no entanto, tais como as nominalizações em -ada dão preferência para o artigo indefinido (deu uma sapatada, deu uma joelhada, deu uma caminhada), mas isso não significa que o determinante seja fixo. Por outro lado, há casos em que o determinante selecionado pelo Npred é fixo, ou seja, não é distribucionalmente livre; nesses casos, verifica-se ora o artigo definido ora a ausência de determinante (Ø). A única diferença sintática que se verifica entre (9.26) e (9.27) diz respeito às restrições sobre o determinante: (9.26) A Ana deu uma entrada no hospital. [Ex.C] (9.27) A Ana deu entrada no hospital. [Ex.C] A construção (9.26) indica que a “Ana entrou rapidamente no hospital para fazer uma visita a um paciente”, por exemplo; já a construção (9.27) indica que “ela foi enca- minhada para o hospital e é, necessariamente, a paciente”. Nesse caso, considera-se que há dois nomes predicativos diferentes: entrada1 e entrada2, que são homógrafos. As duas interpretações só podem ser depreendidas pela análise do determinante, que é livre em Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 151 (9.26) e fixo em (9.27). Outra prova de que trata-se de duas construções diferentes é o fato de que o nome entrada, em (9.26), pode se apresentar no diminutivo e ser acompanhado de modificador (A Ana deu uma entradinha rápida no hospital), o que não acontece com a construção expressa em (9.27). Nesses casos, as duas construções são classificadas como CVS, mas indicando-se duas entradas lexicais para o nome entrada. O fato de que (9.27) exige determinante fixo (Ø) poderia nos conduzir a classificá-lo incorretamente como Expressão Cristalizada. Ressalte-se, porém, que essa construção não é uma EC porque não se verifica o caráter metafórico do nome entrada. Levando-se em conta a chave dicotômica apresentada na Fig. 4, seria necessário que o determinante fosse fixo e o nome entrada tivesse sentido figurado para que a construção fosse classificada como EC. Como a interpretação figurada não se verifica em (9.27), então a construção é classificada como CVS. Os dois exemplos apresentados dos Npred entrada distinguem entre duas CVS diferentes. Por outro lado, as restrições sobre os determinantes dos nomes predicativos também servem para distinguir entre CVS e construções fixas: (9.28) A Ana deu (um + o + Ø) fora no Rui. [Ex.C] (9.29) A Ana deu (*um + o + *Ø) fora da sala. [Ex.C] O Npred fora, em (9.28), admite livremente qualquer determinante (definido, in- definido ou Ø), ao passo que a expressão fixa dar o fora de Nloc, em (9.29), exige o determinante definido o. Essa característica também se verifica em outras línguas. Em PE, por exemplo, há uma construção parecida com o nome predicativo salto: (9.30) O Rui deu (um + alguns + três + o maior) salto(s) (bem alto). [Ex.C] (9.31) O Rui deu (*um + o + *Ø) salto para o Brasil. [Ex.C] Em termos de significado, (9.30) significa literalmente “saltar, pular”, ao passo que (9.31) significa “ir para Nloc, mudar-se definitivamente para Nloc”. Em termos de sintaxe, a diferença entre (9.30) e (9.31), assim como entre (9.28) e (9.29) se revela pelas restrições sobre a seleção do determinante, que é livre em (9.28) e (9.30) e é fixo em (9.29) e (9.31), além das diferenças na distribuição argumental. Apenas 15 construções com o Vsup dar exigem determinante fixo (Ø), tais como: (9.32) O médico deu (Ø + *uma + *sua + *alguma) alta ao paciente. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 152 (9.33) O Rui deu (Ø + *uma + *a + *alguma) ciência no documento.2 [Ex.C] Nas construções com verbo-suporte, os determinantes selecionados pelo Npred são, geralmente, livres. Os raros casos de determinantes fixos foram assinalados na matriz (ver Apêndice A). Assim, marcamos, não apenas a obrigatoriedade do determinante fixo (dado pela etiqueta Det=fixo), mas também as possibilidades de ocorrência dos determinantes livres, a partir da verificação em corpus. A informação de determinante obrigatório só aparece na marcação da coluna Det=fixo; se ele é fixo, significa que é obrigatório. Consi- deramos os seguintes tipos de determinantes: determinante zero (Det=:E), artigo definido (Det=:Def ), artigo definido seguido de modificador (Det=:Def+Mod), artigo indefinido (Det=:Indef ), artigo indefinido seguido de modificador (Det=:Indef+Mod) e pronome possessivo (Det=:Poss0 ). No Léxico-Gramática, analisamos apenas os determinantes que são selecionados pelo nome predicativo; não fizemos análise dos determinantes que acompanham os argu- mentos. Na variante brasileira, sabe-se que os nomes próprios podem ser ou não acompa- nhados de artigos definidos, dependendo do dialeto. Não analisaremos os determinantes que introduzem os argumentos, haja vista que isso não é propriedade específica das CVS, mas funciona da mesma forma em predicados verbais e predicados nominais. 9.1.4 Preposições Para a descrição das CVS com o Vsup dar em PB, foram consideradas as seguintes preposições: a, até, com, contra, de, em, para, por e sobre. Cada tipo de preposição entra em um tipo particular de estrutura sintático-semântica de CVS. A partir da combinação entre o tipo semântico dos argumentos, seus papéis semânticos e o número de argumen- tos, identificaram-se alguns padrões para a preferência de certas preposições. A Tabela 4 mostra a distribuição dos padrões sintático-semânticos dos dados, de acordo com cada tipo de preposição. O número de CVS que pertence a cada padrão não corresponde ao número total de CVS descritas nesta tese porque há 488 CVS com apenas um argumento, e, portanto, não possuem preposição em sua estrutura. De outras 77 CVS da matriz não foi possível depreender qualquer padrão, levando-se em conta a combinação dos papéis semânticos dos argumentos, a estrutura sintática da construção e o tipo de preposição selecionada. 2 Ressalte-se novamente que a inaceitabilidade é verificada no âmbito da frase simples. Existem casos em que o determinante indefinido introduz os Npred alta e ciência, mas desde que acompanhado de Modif (e.g. O médico não me deu uma alta propriamente dita [Ex.R] ou Finalmente o médico deu uma alta provisória pra ela [Ex.R]). O possessivo sua também poderia introduzir o nome predicativo alta, mas não é correferente ao sujeito (e.g. O médico já deu sua alta, espero que fique boa logo, querida. - disse Esme [Ex.R]). Esses determinantes são considerados inaceitáveis porque essas construções não são imediatamente interpretáveis, mas, em outros contextos, esses determinantes poderiam ser aceitáveis. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 153 Estrutura n𝑜 𝑁0(AGENT-GEN) V Npred em 𝑁1(OBJECT-GEN) Ex.: Ana deu uma varrida na casa 398 𝑁0(AGENT-X) V Npred (a+para) 𝑁1(PATIENT) Ex.: Rui deu retaguarda à Ana 131 𝑁0(AGENT-X) V Npred em 𝑁1(PATIENT) Ex.: Rui deu um tombo na Ana 101 𝑁0(AGENT-CAUSE) V Npred em 𝑁1(OBJECT-GEN) Ex.: Ana deu uma variada no figurino 55 𝑁0(AGENT-SPEAKER) V Npred em 𝑁1(ADDRESSEE) Ex.: Rui deu um sermão na Ana 52 𝑁0(EXPERIENCER-VOL) V Npred (a+para) 𝑁1(PATIENT) Prep 𝑁2(OBJECT-F) Ex.: Rui deu um estímulo para Ana se concentrar 47 𝑁0(AGENT-GEN) V Npred Preploc 𝑁1(LOCATIVE-X) Ex.: Rui deu uma ida à praia 39 𝑁0(AGENT-SPEAKER) V Npred (a+para) 𝑁1(ADDRESSEE) Prep 𝑁2(MESSAGE) Ex.: Rui deu um aviso à Ana para fechar a loja 30 𝑁0(AGENT-SPEAKER) V Npred (a+para) 𝑁1(ADDRESSEE) (de+sobre) 𝑁2(TOPIC) Ex.: Rui deu a notícia da inflação à Ana 21 𝑁0(AGENT-GEN) V Npred (Prep) 𝑁1(PATIENT) (com+de) 𝑁2(OBJECT-GEN) Ex.: Rui deu uma borrifada de água na planta 12 𝑁0(EXPERIENCER-VOL) V Npred (a+para) 𝑁1(PATIENT) de 𝑁2(TAG) Ex.: Rui deu o apelido de “rei”ao Zé 12 𝑁0(AGENT-GEN) V Npred em 𝑁1(OBJECT-CL) Ex.: Ana deu uma depilada na perna 12 𝑁0(OBJECT-GEN) V Npred em 𝑁1(OBJECT-GEN) Ex.: A esponja deu uma absorvida na água 9 𝑁0(AGENT-GEN) V Npred com 𝑁1(CO-AGENT) 𝑁0(OBJECT-GEN) V Npred com 𝑁1(CO-OBJECT) Ex.: Rui deu uma trepada com a Ana 8 TOTAL 927 Tabela 4 – Padrões sintático-semântico das CVS, com base nas preposições Como se nota pela Tabela 4, a grande maioria das construções com o Vsup dar exige a preposição em, em predicados com dois argumentos. Essa é uma das principais diferenças entre PB e PE, em relação às CVS com dar. Em PE, a preposição característica dessas construções é a, como será demonstrado na Subseção 9.1.4.3. Por ordem de frequência, o segundo tipo de preposição mais recorrente nas CVS com dar é a preposição a ou para, introduzindo complementos dativos. A análise particular de cada tipo de preposição será feita nas próximas subseções. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 154 9.1.4.1 Especificidades das preposições a e para Quando introduzem um complemento dativo, as preposições a e para podem co- mutar entre si, como se demonstra em: (9.34) O jogador deu um autógrafo (à + para a) criança. [Ex.C] Quando o complemento é dativo e introduzido por a ou para, em geral, a cons- trução admite também a transformação do complemento dativo Prep N em um pronome oblíquo (-lhe), a que chamamos pronominalização ou cliticização: (9.34) O jogador deu um autógrafo (à + para a) criança. [Ex.C] ≡ O jogador deu-lhe um autógrafo. [Ex.C] Nas CVS com outros verbos-suporte, muitas vezes, o complemento introduzido pela preposição a não é um complemento dativo, como ocorre com a CVS fazer uma viagem (BARROS, 2014). (9.35) O Zé fez uma viagem ao campo. [Ex.C] *O Zé fez-lhe uma viagem. [Ex.C] Quando o complemento introduzido por a ou para não é um complemento dativo, ele não aceita a pronominalização. Nas CVS com o verbo dar foram identificados apenas 3 casos em que o complemento introduzido por a ou para não é dativo. São eles: (9.36) A trinca formada por Clooney, Pitt e Matt Damon também deu uma escapada para Mônaco. [Ex.R] (9.37) Na hora da exibição do primeiro capítulo, o ator deu uma escapulida para o outro cômodo da festa. [Ex.R] (9.38) A nossa apresentadora deu uma fugida para o lugar onde ficam os comentaristas do carnaval. [Ex.R] As três construções exigem pelo menos um complemento locativo, o qual pode ser expresso pelo locativo de origem (introduzido pela preposição de) ou pelo locativo de destino (introduzido pela preposição para), como ocorre nos exemplos (9.36), (9.37) e (9.38). Para finalizar a análise das preposições a e para, considerem-se os casos de cons- truções com 3 argumentos em que o primeiro complemento (ou segundo argumento) é dativo e o segundo complemento (ou terceiro argumento) é uma frase completiva: Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 155 (9.39) A máfia deu uma determinação aos civis para fecharem o comércio. [Ex.C] Essa frase é do tipo 𝑂𝑛𝑛𝑛, selecionando: (i) a máfia para a posição de 𝑁0, (ii) os civis, para a posição de 𝑁1, introduzido pela preposição a, e (iii) fecharem o comércio, para a posição de 𝑁2, introduzido pela preposição para. Conforme foi apontado anteriormente, na Subseção 9.1.1, os argumentos 𝑁1 e 𝑁2 podem se fundir em um só, já que 𝑁1 é correferente ao sujeito de 𝑁2, porém, levando-se em conta o Princípio da Máxima Projeção Argumental, considerar-se-ão dois complementos diferentes. Os complementos dativos e locativos podem ser introduzidos tanto pela preposição a quanto por para, mas os complementos frásicos (QueF) só podem ser introduzidos pela preposição para, nas CVS com dar que tenham três argumentos. 9.1.4.2 Especificidades das preposições com e contra Inicialmente é preciso distinguir entre os casos em que a preposição com introduz um complemento obrigatório e os casos em que introduz um complemento comitativo. Os complementos comitativos (ou de companhia) não são considerados complementos essenciais da construção e, portanto, não fazem parte da frase de base. Barros (2014, p.70) sugere dois testes para identificar um complemento comitativo: (i) se a frase puder ser parafraseada por outras frases em que o sujeito e o complemento introduzido por com apareçam colapsados numa forma de sujeito plural (e.g. Zé fez um passeio com Ana ≡ Zé e Ana fizeram um passeio ≡ Eles fizeram um passeio); e (ii) se a preposição com puder ser substituída pela expressão na companhia de. Consideramos que o primeiro critério não seja válido porque não distingue comple- mentos comitativos e complementos obrigatórios que são simétricos, conforme a própria autora (BARROS, 2014) já havia notado. No caso das CVS com o Vsup dar, identificaram- se 5 Npred que exigem um complemento essencial introduzido por com, o qual pode apare- cer colapsado com o sujeito numa forma plural de sujeito, mas ainda assim é considerado um complemento obrigatório. (9.40) O depoente ainda deu uma discutida com o motorista do Vectra. [Ex.R] ≡ O depoente e o motorista do Vectra ainda deram uma discutida. [Ex.C] (9.41) Encontrei uma amiga que me contou um fuxico de um vereador do sertão, segundo ela, deu uma namorada com um vereador do sertão. [Ex.R] ≡ Ela e o vereador do sertão deram uma namorada. [Ex.C] (9.42) Ele deu uma rapidinha com sua melhor amiga. [Ex.R] ≡ Ele e sua melhor amiga deram uma rapidinha. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 156 (9.43) Gordinha deu uma trepada com amigão. [Ex.R] ≡ Gordinha e amigão deram uma trepada. [Ex.C] (9.44) O batman já deu uma com a mulher gato. [Ex.R] ≡ O batman e a mulher gato já deram uma. [Ex.C] Em todos esses casos, o complemento introduzido por com admite a simetria e, por isso, pode ser colapsado com o sujeito para formar sujeito composto, portanto, neste trabalho, o primeiro critério apontado por Barros (2014) não será utilizado, já que não se trata de uma propriedade definitória dos complementos comitativos. Já o segundo critério (se puder substituir a preposição com pela expressão na companhia de) será utilizado para identificar os complementos comitativos e excluí-los das construções de base. Adote-se esse critério para analisar as seguintes frases: (9.45) O Rui deu uma discutida com a Ana. [Ex.C] ̸= O Rui deu uma discutida na companhia da Ana. [Ex.C] (9.46) O Rui deu um passeio com a Ana. [Ex.C] ≡ O Rui deu um passeio na companhia da Ana. [Ex.C] Na construção (9.45), o complemento com a Ana não pode ser substituído por na companhia da Ana, pois alteraria o sentido da construção, portanto esse complemento é considerado obrigatório em (9.45), mas é um complemento comitativo não-obrigatório em (9.46), já que a preposição com pode ser substituída pela expressão na companhia de sem alterar o significado da construção. Definidos os argumentos obrigatórios introduzidos por com, passemos à análise de alguns casos particulares. Foram identificadas 4 construções que selecionam, a rigor, a preposição em, mas podem alternativamente aceitar a preposição com, introduzindo o segundo argumento. São elas3: (9.47) Ferrón, então, deu uma peitada (em + com) Yotún, que caiu no gramado. [Ex.R] (9.48) O atacante Paolo Guerrero deu uma trombada (no + com o) árbitro. [Ex.R] (9.49) Não diria tombo, mas o Tarantino deu uma topada (em + com) Kill Bill. [Ex.R] (9.50) O programa CQC da BAND deu uma sacaneada (em + com) Marcelinho Carioca. [Ex.R] 3 Estes exemplos foram extraídos da web originalmente com a preposição em, mas consideramos igual- mente aceitáveis essas construções com a preposição com, por isso indicamos a comutação entre em e com através da notação “(em + com)”. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 157 No mesmo sentido, a preposição contra também pode comutar com a preposição em4, em todos os casos em que contra pode ser selecionada: (9.51) Um dos criminosos deu um disparo (contra a + na) parede. [Ex.R] (9.52) Damas deu um tiro (contra os + nos) policiais, mas não acertou. [Ex.R] Conforme aponta Chacoto (2005), somente os nomes com polaridade negativa (carga semântica negativa) aceitam a preposição contra, como ocorre em (9.51) e (9.52). 9.1.4.3 Especificidades da preposição em Conforme atestado na Tabela 4, a maior parte das CVS com dar em PB exige a preposição em. A estrutura sintática básica dessas construções é [𝑁0 V Npred em 𝑁1], em que o 𝑁0 é instanciado predominantemente por um AGENT-GEN e a posição de 𝑁1 pode ser instanciada por um PATIENT ou um OBJECT-GEN, na maioria dos casos. Grande parte dos nomes terminados em -ada, em PB, selecionam a preposição em. Em trabalho anterior (RASSI et al., 2015), analisamos as CVS com dar que fazem conversão com levar. Naquele estudo, identificamos que a preposição típica das construções das classes dar-levar em PB é em. Em poucas construções, admite-se alternativamente a preposição a. (9.53) O Rui deu um sermão (na + à) Ana. [Ex.C] (9.54) O Rui deu uma surra (no + ao) João. [Ex.C] (9.55) O Rui deu um beijo (na + à) Ana. [Ex.C] As construções mais naturais e com maior frequência no corpus se fazem, de fato, com a preposição em. Por outro lado, em PE, a preposição típica das CVS que fazem conversão com levar é a. Apenas nos nomes da classe DL33 (ver Rassi et al. (2015)), que se constroem com um Npc na posição de 𝑁1, admite-se a preposição em. Nessa classe, as preposições a e em não estão em alternância, aceitando-se apenas em. (9.56) O Rui deu um tapa (na + *à) perna da Ana. [Ex.C] (9.57) O Rui deu um tabefe (no + *ao) rosto da Ana. [Ex.C] 4 Estes exemplos também foram extraídos da web com a preposição contra, mas consideramos igual- mente aceitáveis as construções com em. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 158 A permuta da preposição exclusivamente na classe DL33 decorre de uma reestru- turação do complemento parte do corpo, ou seja, nas construções em que 𝑁1 pode ser preenchido por Npc, a preposição típica é em por ser o resultado da reestruturação da forma [à Nhum em Npc]. Apresentam-se a seguir dois exemplos de reestruturação do Npc: (9.58) O Rui deu um tapa (*na + à) Ana na perna. [Ex.C] ≡ O Rui deu um tapa (na + *à) perna da Ana. [Ex.C] (9.59) O Rui deu um tabefe (*na + à) Ana no rosto. [Ex.C] ≡ O Rui deu um tabefe (no + *ao) rosto da Ana. [Ex.C] Quando o complemento 𝑁1 é um nome não humano (N-hum), ocorre a alternância entre as preposições a e em. No entanto, quando o complemento 𝑁1 é obrigatoriamente do tipo humano (Nhum), admite-se exclusivamente a preposição a em PE e prioritariamente a preposição em em PB. 9.1.4.4 Especificidades da preposição de A preposição de introduz complementos dos Npred com dar em 4 situações bem distintas: (i) quando introduz complemento locativo de origem (e.g. A Ana deu uma fugida de casa); (ii) quando introduz o segundo complemento, que geralmente é um INSTRUMENT, e comuta com a preposição com (e.g. O Rui deu uma demão de tinta na parede); (iii) quando introduz o complemento identificado como TAG (e.g. O Rui deu o apelido de “Xuxa” à Ana); e (iv) quando introduz o complemento MESSAGE, que é geralmente uma frase completiva (QueF) e pode comutar com a preposição sobre (e.g. O Rui deu à Ana o anúncio de que fora despejado). A primeira situação abarca apenas 7 casos, mas não será analisada nesta Seção. Apesar de o complemento locativo ser introduzido pela preposição de, todos os casos de preposições locativas (de, para, por e em) serão retomados na Subseção 9.1.4.6. A segunda situação, em que a Prep de introduz o complemento INSTRUMENT, abarca 10 Npred (e.g. borrifada, demão e esguicho). Esses nomes predicativos exigem 3 argumen- tos: AGENT-GEN, na posição de 𝑁0, PATIENT, na posição de 𝑁1 e INSTRUMENT, na posição de 𝑁2. Essa estrutura sintática se refere à frase de base. O argumento INSTRUMENT se re- fere a um objeto concreto utilizado para executar a ação, como, por exemplo, o perfume, a tinta e a água, respectivamente para borrifada, demão e esguicho. Nas frases de superfície, é possível que os complementos 𝑁1 e 𝑁2 mudem de posição relativa, sem que isso altere o significado da construção. (9.60) A Ana deu uma borrifada de perfume no pescoço do Rui. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 159 ≡ A Ana deu uma borrifada no pescoço do Rui com perfume. [Ex.C] Além de permitir a alternância na ordem dos constituintes, esses Npred também autorizam a comutação entre a preposição de e a preposição com, conforme se verifica em (9.60). A terceira situação, em que a preposição de introduz o complemento identificado como TAG, é bastante controlada linguisticamente. Essas construções também exigem 3 argumentos: AGENT-GEN na posição de 𝑁0, PATIENT na posição de 𝑁1 e TAG na posição de 𝑁2. Conforme será explicado na Subseção 9.2.5, o papel semântico TAG foi criado para se referir a argumentos que funcionam como uma etiqueta, um rótulo atribuído por alguém (𝑁0 - AGENT-GEN) a alguém ou alguma coisa (𝑁1 - PATIENT). Trata-se de construções como: (9.61) Poucos sabem, mas foi a amiga Elizabeth Taylor que deu o título de Rei do Pop a Michael. [Ex.R] Nessa construção, a expressão Rei do Pop é identificada como uma TAG atribuída a Michael por Elizabeth Taylor. O mesmo ocorre com outros Npred, tais como: nome, sobrenome, rótulo, alcunha, apelido, designação etc. Como regra geral, ressalte-se que todo complemento de Npred que seleciona o Vsup dar é introduzido por preposição. A única exceção a essa regra, levando-se em conta os casos analisados, refere-se aos complementos TAG, que podem ser introduzidos pela Prep de ou essa preposição pode estar apagada, como se demonstra em: (9.62) Talvez para que José não parecesse tão estrangeiro aos egípcios, o Faraó lhe deu o nome Zafenate-Panéia [Ex.R] = Talvez para que José não parecesse tão estrangeiro aos egípcios, o Faraó lhe deu o nome de Zafenate-Panéia [Ex.C] O argumento Zafenate-Panéia, que é anotado com o papel semântico TAG, pode ser introduzido pela preposição de ou sem preposição. Por fim, a quarta e última situação engloba outras 21 CVS, que são constituídas por 3 argumentos: AGENT-SPEAKER na posição de 𝑁0, ADDRESSEE na posição de 𝑁1 e TOPIC na posição de 𝑁2. (9.63) Parabéns a torcida que deu uma demonstração a esta merda de diretoria de que quando ele mostra serviço todos comparecem e prestigiam. [Ex.R] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 160 Esse exemplo, retirado da web, apresenta todos os argumentos essenciais da cons- trução:𝑁0=:a torcida,𝑁1=:a esta merda de diretoria e𝑁2=:de que [...] todos comparecem. Nem sempre as frases de base apresentam todos os argumentos essenciais explícitos, mas nesse caso todos eles aparecem. Essas construções aceitam ainda a comutação com a pre- posição sobre. A diferença entre as preposições de e sobre, que introduzem 𝑁2 é: quando a frase QueF é introduzida pela Prep de, é uma oração finita, com verbo conjugado; e, quando a frase QueF é introduzida pela preposição sobre, a oração aparece no infinitivo ou outra forma reduzida não conjugada. 9.1.4.5 Especificidades da preposição sobre Todos os exemplos mencionados no caput da Subseção 9.1.4 ilustram casos de construções com 2 argumentos. A preposição sobre só ocorre em construções com 3 ar- gumentos, introduzindo o terceiro argumento (ou segundo complemento), conforme se verifica em: (9.64) O Rui deu sua opinião à Ana sobre os protestos. [Ex.C] Há 30 Npred que selecionam a preposição sobre introduzindo o segundo comple- mento, tais como comentário, declaração, anúncio, esclarecimento, notícia, opinião, pal- pite, entre outros. Em muitas dessas construções a preposição sobre pode comutar com as preposições acerca de ou de, na mesma posição sintática, como se demonstra em: (9.65) O Rui deu uma declaração à imprensa sobre o seu casamento. [Ex.C] = O Rui deu uma declaração à imprensa acerca do seu casamento. [Ex.C] = O Rui deu uma declaração à imprensa de que vai se casar. [Ex.C] As três frases são apenas transformações de uma mesma construção. A diferença entre elas é o tipo de complemento 𝑁2=:QueF, que pode ser preenchido por uma no- minalização, quando introduzido por sobre ou acerca de, e é preenchido por uma frase completiva no modo indicativo, quando introduzido pela preposição de. 9.1.4.6 Especificidades das preposições locativas São consideradas prepoisições locativas ([Preploc]) as diferentes preposições que introduzem argumentos locativos (Nloc). Essas preposições podem ser: a, até, de, em, para ou por. Seguem-se alguns exemplos que ilustram os tipos de preposições: (9.66) Ele ocupava a terceira posição quando deu uma escapada da pista. [Ex.R] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 161 (9.67) A colega radialista Rose Alves deu uma esticada até o atlântico pra celebrar o mar. [Ex.R] (9.68) Gaby e a equipe deu uma parada no Bar do Neno. [Ex.R] Esses 3 exemplos apresentam respectivamente construções com as preposições: de, que indica origem; até, que indica destino; e em, que indica um lugar estático. Como há diferentes tipos de preposições que podem funcionar como [Preploc], elas são indicadas na matriz como [Preploc], seguidas do tipo específico de preposição (a, até, de, em, para ou por), para que seja possível diferenciar os usos dessas preposições em construções locativas e em construções não-locativas. Há 40 CVS que exigem uma Preploc introduzindo o segundo argumento (ou pri- meiro complemento). Essas CVS possuem estruturas sintáticas bastante regulares: são construções com dois argumentos, sendo que o primeiro é o sujeito, podendo ser um AGENT-GEN ou um OBJECT-GEN e o segundo, introduzido por [Preploc], é o complemento LOCATIVE-X. Todas elas foram classificadas na classe DLC2 e aquelas que possuem equiva- lência semântica com uma construção verbal estão descritas no ViPER nas classes 35LD ou 38LD, como as seguintes construções: (9.69) (O Pedro + A embarcação) navegou pelos oceanos. [Ex.C] (9.69a) ≡ (O Pedro + A embarcação) deu uma navegada pelos oceanos. [Ex.C] (9.70) O Pedro navega na internet (todos os dias). [Ex.C] (9.70a) ≡ O Pedro dá uma navegada na internet (todos os dias). [Ex.C] O verbo navegar, assim como a construção nominal dar uma navegada, possui dois significados distintos: um literal e outro figurado, portanto, trata-se de duas construções diferentes. Existem dois nomes predicativos navegada1 e navegada2, que aparecem na tábua como duas entradas lexicais diferentes. As duas construções verbais (9.69) e (9.70) foram inseridas na classe 35LD do ViPER, e as duas construções nominais (9.69a) e (9.70a) foram classificadas na classe DLC2, neste trabalho. 9.2 Propriedades distribucionais 9.2.1 Nomes humanos (Nhum) e Nomes não-humanos (N-hum) Consideram-se nomes humanos (Nhum) todos os argumentos que podem ser pre- enchidos por um nome próprio de pessoa, ou sintagmas nominais que designam membros de grupos socioprofissionais (o aluno, o professor, o juiz, o atleta, o presidente etc.) e os nomes humanos coletivos (a comissão, o grupo, a turma, a equipe etc.). Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 162 (9.71) (Zé + O aluno + A equipe) deu uma descansada. [Ex.C] Devem-se considerar também as extensões da classe de Nhum abordadas por Gross (1975, p.48), ou seja, elementos concretos que podem ser interpretados metonimicamente como grupo de pessoas. (9.72) A bancada deu uma justificativa para a aprovação da lei. [Ex.C] (9.73) A igreja deu uma explicação sobre os padres pedófilos. [Ex.C] Nomes como igreja, bancada, mesa, plenário, empresa, governo, Brasil, dentre outros podem ter uma interpretação locativa em outros contextos, mas funcionam aqui como Nhum, pois podem ser substituídos por nomes próprios de pessoas. Já a indicação de nome não-humano (N-hum) é definida por oposição à classe dos Nhum. Seguindo os postulados de Gross (1975): não consideramos a notação N-hum como representando uma classe, ela é apenas um meio formal de precisar a distribuição dos Nhum. As classes de substantivos ‘não- humanos’ têm sido habitualmente descritas numa base puramente semântica, isto é, em geral não operatória5 (GROSS, 1975, p.49). Nesse sentido, marcamos a propriedade N-hum para aqueles casos em que a posição sintática não pode ser preenchida por um nome humano, como nos exemplos a seguir: (9.74) (*O Rui + A laranja) deu uma apodrecida. [Ex.C] (9.75) (*O Rui + A lenha) deu um estalo.6 [Ex.C] (9.76) (*O Rui + O leite) deu uma talhada. [Ex.C] Apesar de apresentarmos exemplos de Nhum e N-hum somente na posição sujeito, essas considerações valem para todos os argumentos em qualquer posição sintática. Na posição de complemento do verbo, por exemplo, indicamos (9.77) e (9.78) cujo 𝑁1 é marcado como N-hum. (9.77) O Zé deu uma ferventada no (leite + *Rui). [Ex.C] (9.78) O Zé deu uma provada no (suco + *Rui). [Ex.C] 5 Tradução minha. Do original: “Nous ne considererons pas la notation N-hum comme représentant une classe, elle n’est pour nous qu’un moyen formel de préciser la distribution des Nhum. Les classes de substantifs ‘non humains’ ont habituellement été décrites sur des bases purement sémantiques, c’est-à-dire non opératoires en général” (GROSS, 1975, p.49). 6 Note-se que, em Português Europeu, o Npred estalo também pode significar tapa. Nesse sentido, o sujeito Nhum AGENT é autorizado (e.g. Cavaco Silva deu um estalo à classe política [Ex.R]). Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 163 Nesse sentido, a etiqueta de N-hum só é marcada, de forma restritiva, para nomes concretos, não-animados, que não tenham interpretação locativa, temporal ou eventiva. Há nomes predicativos que se referem tipicamente a processos climáticos, mas que podem ser associados metaforicamente a ações ou processos humanos, tais como: esfriada, esquentada, refrescada e outros, como se observa em: (9.79) (O tempo + Ana) deu uma esfriada. [Ex.C] (9.80) (A sala + Rui) deu uma refrescada. [Ex.C] Esses Npred que se referem tipicamente a atividades climáticas foram marcados na matriz com Nhum e N-hum, simultaneamente, na posição de sujeito, mas não foram desdobradas em duas ou mais entradas lexicais porque, independentemente do tipo de sujeito, não mudam suas propriedades distribucionais ou sua estrutura argumental. Procedeu-se da mesma forma, marcando-se “+” para Nhum e N-hum na posição de 𝑁1, nos casos em que o complemento pode ser tanto um humano (PATIENT) quanto um não-humano (OBJECT). (9.81) O Rui deu um chute (no Zé + na cadeira). [Ex.C] Com relação aos nomes predicativos que expressam ações tipicamente de animais, adotamos a mesma decisão de outros autores (GROSS, 1981; GIRY-SCHNEIDER, 1987; RANCHHOD, 1990; BAPTISTA, 2005b). Seguindo a tradição do Léxico-Gramática, con- sideramos os atos/ações típicas de animais, bem como a expressão das vozes de animais com o preenchimento do sujeito de tipo humano (𝑁0=:Nhum). (9.82) (O gato + A Ana) deu um berro. [Ex.C] (9.83) (O lobo + O Rui) deu um uivo. [Ex.C] Reconhecemos que essas construções com os Npred berro, bramido, cacarejo, coice, galope, gorjeio, latida, miada, mugido, oinc, pio, relincho, rugido, trote, uivo, urro e zurro podem ter a posição sujeito preenchida tanto por nome de pessoa como por nome de animal. No entanto, assinalamos com “+” na matriz apenas a propriedade Nhum, por considerarmos que eles compartilham o traço [+animado] com os nomes humanos, portanto, podem ser considerados nomes humanos. Essa decisão se justifica por um fenômeno já bastante conhecido na literatura, que se refere à possibilidade de os nomes de animais poderem ser metaforicamente investidos de qualidades tipicamente humanas (prosopopeia). Assim, a distinção entre humano e não-humano não se mantém nesses casos. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 164 Convém ressaltar que alguns desdobramentos lexicais de Npred atribuídos ori- ginalmente a nomes de animais foram feitos com base em propriedades sintáticas das construções, e não nos traços semânticos do sujeito. Consideramos, por exemplo, duas entradas lexicais para o nome predicativo trote: (9.84) (O cavalo + O Rui) deu um trote. [Ex.C] (9.85) (*O cavalo + O Rui) deu um trote na Ana. [Ex.C] O desdobramento desse Npred se justifica porque as duas construções possuem diferentes estruturas argumentais, e não por causa do tipo semântico do sujeito, já que ambas são marcadas com “+” em Nhum e “-” em N-hum. Essa restrição é muito fraca no que se refere a nomes de animais justamente porque frequentemente são atribuídas características humanas a eles. Convém esclarecer que alguns nomes de instrumentos podem assumir a posição de sujeito (GUILLET; LECLÈRE, 1981, p.106), tanto nas construções com verbo pleno, como ilustra (9.86), quanto em construções com verbo-suporte, como ilustra (9.87). (9.86) O Rui derrubou a árvore com um machado. [Ex.C] = O machado derrubou a árvore. [Ex.C] = O machado do Rui derrubou a árvore. [Ex.C] (9.87) O cinegrafista deu um close no ator com a câmera. [Ex.C] = A câmera deu um close no ator. [Ex.C] = A câmera do cinegrafista deu um close no ator. [Ex.C] As três frases são equivalentes semanticamente, tanto na construção com o verbo pleno derrubar (9.86), quanto na construção com o verbo-suporte dar e o nome predicativo close (9.87). Consideraremos como frase de base a construção cujo 𝑁0 é preenchido por Nhum, levando em conta o Princípio da Máxima Projeção Argumental e levando em conta que os nomes de instrumentos não são considerados complementos essenciais, mas sim circunstanciais, assim não participam da rede argumental da construção de base. Nesses casos, o instrumento “sobe” para a posição de sujeito, fenômeno este que é conhecido como elevação do objeto (CASTELEIRO, 1981). As CVS que autorizam a elevação do objeto foram marcadas com𝑁0=:Nhum porque considera-se que o instrumento na posição sujeito é uma transformação possível, mas não constitui a frase de base. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 165 9.2.2 Nomes parte do corpo (Npc) Os nomes de partes do corpo estão descritos em uma coluna específica na matriz (ver Apêndice A) porque apresentam características muito singulares. Há um número considerável de construções que admitem, principalmente na posição de complemento (𝑁1), tanto um Npc quanto um Nhum em frases de superfície7. (9.88) E Mike Tyson deu um tapa na cara de Robert Downey Jr. [Ex.R] (9.88a) ≡ E Mike Tyson deu um tapa em Robert Downey Jr. [Ex.C] Entre (9.88) e (9.88a), ocorre a reestruturação do grupo nominal na cara de Robert Downey Jr. para o grupo nominal em Robert Downey Jr., omitindo-se o nome que espe- cifica a parte do corpo. Guillet e Leclère (1981) analisaram esse tipo de reestruturação do grupo nominal em construções verbais. Adotamos a mesma análise para as construções nominais: (9.89) O patrão chicoteou as costas do escravo. [Ex.C] [𝑅𝑒𝑒𝑠𝑡𝑟.] O patrão chicoteou o escravo nas costas. [Ex.C] ≡ O patrão deu uma chicotada nas costas do escravo. [Ex.C] [𝑅𝑒𝑒𝑠𝑡𝑟.] O patrão deu uma chicotada no escravo (nas costas). [Ex.C] (9.90) O Rui cutucou o ombro da Ana. [Ex.C] [𝑅𝑒𝑒𝑠𝑡𝑟.] O Rui cutucou a Ana no ombro. [Ex.C] ≡ O Rui deu uma cutucada no ombro da Ana. [Ex.C] [𝑅𝑒𝑒𝑠𝑡𝑟.] O Rui deu uma cutucada na Ana (no ombro). [Ex.C] Apesar de considerarmos que a frase com complemento em Nhum é apenas uma reestruturação da frase de base com complemento do tipo em Npc de Nhum, assinalamos “+” para as duas posições de Nhum e Npc simultaneamente. Essa decisão foi tomada a fim de diferenciar entre os casos que aceitam a reestruturação do grupo nominal (admitindo tanto Nhum quanto Npc) e os casos que aceitam apenas um tipo de argumento (ou Nhum ou Npc). Alguns nomes predicativos, diferentemente de (9.89) e (9.90), só aceitam Npc como argumento, seja na posição sujeito, seja na posição de complemento, isto é, não admitem o Nhum como argumento. 7 No exemplo (9.88), a primeira frase foi retirada da web e a segunda frase é uma transformação, cuja estrutura também pode ser encontrada na web, em frases como: um guarda municipal deu um tapa em uma paciente, ela deu um tapa em Ailton Felix e outras. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 166 (9.91) (O estômago do Rui + *O Rui) deu uma embrulhada. [Ex.C] Se, por um lado, há Npred que só admitem Npc como argumento, por outro lado, há Npred que só aceitam Nhum como argumento. Conforme aponta Baptista (2005b, p.76), certos nomes predicativos exprimem qualidades físicas de pessoas, porém só admitem Nhum na posição sujeito; não autorizam o uso de Npc nessa posição: (9.92) (O Rui + ?*A barriga do Rui) deu uma emagrecida. [Ex.C] (9.93) (O Rui + ?*A garganta do Rui) deu uma engasgada. [Ex.C] Os Npc na posição de complemento são bastante frequentes como argumentos de Npred constituídos com o verbo-suporte dar, porém, na posição sujeito, são apenas 14 CVS que exigem exclusivamente 𝑁0=:Npc, tais como anelada, atrofiada, cariada e lacrimejada. Outros Npred que admitem 𝑁0=:Npc podem aceitar também outros tipos de argumentos. Observe-se, por exemplo: (9.94) (A Ana + O tecido + A pele da Ana) deu uma enrugada. [Ex.C] (9.95) (*A Ana + O tecido + O cabelo da Ana) deu uma ondulada. [Ex.C] (9.96) (*A Ana + *O móvel + O estômago da Ana) deu uma embrulhada. [Ex.C] O exemplo (9.94) autoriza qualquer tipo de argumento (Nhum, N-hum e Npc), na posição sujeito. O exemplo (9.95) autoriza N-hum ou Npc na mesma posição, mas não autoriza Nhum. Já o exemplo (9.96) autoriza apenas Npc na mesma posição, não admitindo Nhum ou N-hum. Os Npc estabelecem, de forma sistemática, uma relação semântica de inalienabi- lidade com um Nhum (BOONS; GUILLET; LECLÈRE, 1976). Essa relação semântica particular está na origem de certos fenômenos sintáticos, tais como a interpretação corre- ferencial (metonímica) dos Npc com o artigo definido na posição de complemento direto de certos verbos (BAPTISTA, 2005b, p.75). Esse fenômeno pode ser exemplificado por construções como: (9.97) Ezequiel Rodriguez também deu uma arrumada no cabelo. [Ex.R] Nessa construção, o complemento no cabelo possui necessariamente um artigo de- finido e se refere ao cabelo de Ezequiel Rodriguez. O complemento no cabelo só pode ter outro referente se houver, na frase, um adjunto restritivo que especifique de quem é o cabelo, como Ezequiel Rodriguez também deu uma arrumada no cabelo da Ana. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 167 9.2.3 Nomes Locativos (Nloc) Antes de iniciar a análise dos nomes locativos, é preciso definir em que situações os nomes locativos são considerados argumentos essenciais da predicação e em que situações os mesmos nomes locativos são considerados circunstanciais cênicos (não obrigatórios). Para tanto, considerem-se os seguintes exemplos: (9.98) O Rui vive na praia. [Ex.C] (9.99) O Rui malha na praia. [Ex.C] Parece consensual entre linguistas e gramáticos que a construção (9.98) exige um complemento locativo (na praia), ao passo que a construção (9.99) admite, mas não exige, o elemento na praia. Em (9.99), a predicação estaria completa com apenas o argumento da posição sujeito (Rui malha), o que significa que o elemento na praia, em (9.99), não é obrigatório, por isso é chamado de locativo cênico ou circunstancial de lugar. Admitindo- se a diferença entre essas duas construções, pergunta-se: Quais as propriedades sintáticas que nos permitem classificar na praia, em (9.98) como argumento (obrigatório) e, em (9.99), como circunstancial (não-obrigatório)? Gross (1981, p.12) estabelecia algumas perguntas clássicas para identificar argu- mentos, como “(prep) o quê?” ou “(prep) quem?”, e outras perguntas para identificar circunstanciais, como “(prep) quando?”, “(prep) onde?”, “como?” e “por quê?”. O próprio autor admite, no entanto, que a pergunta “Onde?” pode trazer informações de diferentes tipos, conforme aponta nos exemplos: (9.100) Onde Max vai? R= Max vai à praia. [Ex.C] (9.101) Onde Max caminha? R= Max caminha na praia. [Ex.C] O constituinte locativo de (9.100) expressa um destino, ao passo que o constituinte locativo de (9.101) expressa um elemento da cena de caminhar. Isso permite afirmar que o teste da pergunta com “Onde?” não é suficiente para distinguir entre os argumentos locativos e os circunstanciais cênicos. Para identificar se o constituinte locativo é um argumento ou um circunstancial, pode-se verificar a aceitabilidade de outros testes. Os circunstanciais cênicos podem ser identificados, por exemplo, por meio de uma paráfrase com verbos-suporte de ocorrência, tais como: acontecer, dar-se, decorrer, ocorrer, suceder e ter lugar. (9.102) A Ana deu um escândalo na festa. [Ex.C] ≡ A Ana deu um escândalo # Isso (aconteceu + se deu + decorreu + ocorreu + sucedeu + teve lugar) na festa. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 168 O fato de a construção (9.102) permitir a paráfrase com algum verbo-suporte de ocorrência indica que o complemento na festa é um circunstancial cênico, e não um argumento essencial da construção. Por outro lado, os casos em que o argumento locativo é obrigatório não autorizam essa paráfrase, como se observa em: (9.103) A Ana deu uma passada na festa. [Ex.C] *A Ana deu uma passada # Isso (aconteceu + se deu + decorreu + ocorreu + sucedeu + teve lugar) na festa. [Ex.C] Em (9.103), o constituinte locativo na festa é tão necessário para a construção da frase que ele não pode ser deslocado para fora da predicação; por isso é chamado de argumento. Já em (9.102), o constituinte locativo na festa pode ser deslocado da predicação de dar um escândalo e ser inserido em outra sentença. A possibilidade de esse elemento ser retirado do escopo da predicação indica que ele é apenas um circunstancial, não um argumento. No caso da construção com o Npred passada, o locativo é considerado um dos argumentos obrigatórios da frase de base. Conforme foi apontado na Subseção 9.1.4, uma das preposições principais que introduzem argumentos locativos é a Prep em. Contudo, essa preposição também pode introduzir argumentos não-locativos, em particular aqueles que designam um espaço abs- trato, mas não indicam um lugar, como espaço físico (GUILLET; LECLÈRE, 1981, p.106). (9.104) O banco deu um adiamento no prazo. [Ex.C] ?*Onde o banco deu um adiamento? R= No prazo. [Ex.C] (9.105) A Ana deu um beijo no Rui. [Ex.C] ?*Onde a Ana deu um beijo? R= No Rui. [Ex.C] Os argumentos no prazo e no Rui não podem ser considerados argumentos loca- tivos das frases (9.104) e (9.105) porque não respondem à pergunta “Onde?”. Eles pode- riam responder à pergunta “Em quê?/ Em quem?”. Esses constituintes são considerados argumentos, porém não são locativos. Isso nos permite concluir que o teste da pergunta “Onde?” serve para identificar constituintes locativos, porém não serve para determinar se o constituinte locativo é um argumento ou um circunstancial. Posta a diferença entre os argumentos e os circunstanciais, passemos à análise dos argumentos que só podem ser instanciados por nomes locativos (Nloc). Consideramos nomes locativos: (i) os substantivos próprios que são nomes de cidade, estados, países, ruas etc., também chamados topônimos; e (ii) os substantivos comuns que têm como referência um espaço físico, um local. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 169 Dependendo do tipo de preposição que introduz o argumento locativo, esse Nloc pode ser de diferentes tipos semânticos. Neste trabalho, consideramos quatro subtipos de Nloc: (i) os locativos estáticos (LOCATIVE-PLACE), que são introduzidos pela [Preploc] em e respondem a pergunta “Onde?”; (ii) os locativos dinâmicos (LOCATIVE-PATH), que são introduzidos pela [Preploc] por e respondem a pergunta “Por onde?”; (iii) os locativos de origem (LOCATIVE-SOURCE), que são introduzidos pela [Preploc] de, indicam a origem ou o estado inicial antes do movimento indicado pelo Npred e respondem a pergunta “De onde?”; e (iv) os locativos de destino (LOCATIVE-DEST ou LOCATIVE-DESTINATION), que são in- troduzidos pelas [Preploc] até, a ou para, indicam o destino ou a posição final do 𝑁0 após o movimento indicado pelo Npred e respondem a pergunta “(Para + Até) onde?”. Há ainda 4 casos de Npred marcados na matriz (ver Apêndice A) com o papel semântico LOCATIVE-X (deslocada, escapada, escapulida e fugida). O subtipo de elemento locativo não foi especificado porque esses Npred aceitam tanto um locativo de origem quanto um locativo de destino, na posição de 𝑁1. Os papéis semânticos dos argumentos locativos serão analisados mais a fundo na Subseção 9.2.5. Por ora, basta-nos indicar o tipo de argumento que se considera como Nloc e os tipos de preposições locativas que os Npred podem selecionar. 9.2.4 Frases completivas (QueF ) na posição de argumento As frases completivas podem, por vezes, preencher a posição de argumento de alguns Npred. São, portanto, representadas como 𝑁𝑖=:QueF. Especificamente nas cons- truções com o Vsup dar, só existem completivas nas CVS com 3 argumentos. Essas frases completivas podem assumir ou a posição do primeiro argumento, como demonstra (9.106), ou do terceiro argumento, como demonstra (9.107). (9.106) O juiz ter assinado a liminar deu efetivação aos contratados. [Ex.C] (9.107) A Ana deu uma autorização ao Rui para se casar novamente. [Ex.C] Conforme foi apontado na Subseção 9.1.1, a ordem dos constituintes não é fixa. Em Português, é mais comum que o sujeito esteja na posição de primeiro argumento (𝑁0) Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 170 e os complementos estejam em posições pós-verbais. No caso das construções com 3 argu- mentos, o segundo e o terceiro não possuem posição fixa, portanto o segundo argumento pode passar para a posição do terceiro argumento e vice-versa. No entanto, convencionou- se considerar, para as CVS com 3 argumentos, que o segundo argumento (ou primeiro complemento) é aquele que sofre conversão (ver Subseção 9.3.2). Nesse sentido, as frases completivas assumem a posição do terceiro argumento (ou segundo complemento). Também é possível que frases completivas preencham simultaneamente as duas posições sintáticas de 𝑁0 e 𝑁2, tal como: (9.108) O juiz ter assinado a liminar deu brecha a outros interessados para entrarem com o pedido na justiça. [Ex.C] Essa construção apresenta uma QueF na posição sujeito (𝑁0=:O juiz ter assinado a liminar) e outra QueF na posição de segundo complemento (𝑁2=:para entrarem com o pedido na justiça). Ressalte-se que o sujeito de 𝑁2 é correferente ao primeiro complemento, que é um Nhum (𝑁1=:a outros interessados). Todos os exemplos citados apresentam frases completivas no infinitivo, mas há diferentes tipos de frases completivas. Os tipos de completivas analisados neste trabalho são: (i) completivas infinitivas (e.g. O juiz ter assinado a liminar <...>); (ii) completivas finitas (e.g. Que o juiz tenha assinado a liminar <...>); e (iii) completivas factivas (e.g. O fato de o juiz ter assinado a liminar <...>). As completivas infinitivas, representadas na matriz por 𝑁0=:𝑉 𝑖𝑛𝑓𝑤, são, na ver- dade, uma redução da completiva finita. Essa operação é chamada de desfinitização por Casteleiro (1981, pp.245-265) e Baptista (2005b, pp.82-88). As completivas finitas correspondem às frases conjugadas. Dependendo da natu- reza semântica dos nomes predicativos, seleciona-se o modo verbal da completiva (indi- cativo ou subjuntivo). Assim, alguns Npred só aceitam completivas no indicativo, como (9.109), e outros só aceitam completivas no subjuntivo, como (9.110). (9.109) O Rui deu uma demonstração à Ana de que (*seja + é) capaz. [Ex.C] (9.110) O diretor deu uma advertência ao aluno para que ele não (falte + *falta) aula. [Ex.C] Esses dois subtipos de completivas finitas estão representados na matriz como: 𝑁𝑖=:QueFind para as frases no indicativo, e 𝑁𝑖=:QueFsubj para as frases no subjuntivo. As completivas factivas, por sua vez, correspondem às frases introduzidas pela expressão O fato de que, como se observa em: Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 171 (9.111) O fato de que Rui não tenha fechado o negócio deu uma estimativa do tamanho do problema. [Ex.C] = O fato de Rui não ter fechado o negócio deu uma estimativa do tamanho do problema. [Ex.C] Como se nota na equivalência entre as duas frases, as completivas factivas podem entrar tanto em construções finitas quanto em construções infinitivas. As propriedades gerais das construções factivas já foram descritas por Casteleiro (1981, p.191) e retomadas na análise das CVS com ser de, por Baptista (2005b, pp.102-108). Não nos aprofundaremos na análise e descrição das construções completivas, haja vista que elas já foram longamente descritas na literatura. Para uma visão mais aprofun- dada sobre as propriedades das completivas e suas reestruturações, veja-se, entre outros, Raposo (1975), Casteleiro (1981), Oliveira (1981) e Baptista (2005b). 9.2.5 Papéis semânticos dos argumentos Os papéis semânticos (ou papéis temáticos) correspondem, grosso modo, às infor- mações de Quem? fez o Quê? a Quem? Como? Quando? e Onde?, ou seja, são as relações semânticas que se estabelecem entre o predicado e seus argumentos. Apesar de haver, na li- teratura, diferentes conjuntos de papéis semânticos (FILLMORE; BACH; HARMS, 1968; GILDEA; JURAFSKY, 2002; PALMER; GILDEA; KINGSBURY, 2005; BICK, 2007), adotaremos um rol próprio, que é um subconjunto do conjunto proposto por Talhadas (2014). O autor anotou e analisou predicados verbais, a partir dos quais constituiu uma lista de 37 papéis semânticos. Daquele rol, observamos 19 que aparecem como papéis dos argumentos dos predicados nominais com o Vsup dar. No trabalho de Talhadas (2014), alguns desses papéis semânticos foram subdivi- didos de forma a ficarem mais específicos. O papel AGENT, por exemplo, pode ocorrer como AGENT-GENERIC, AGENT-SPEAKER, AGENT-GIVER, AGENT-TAKER, AGENT-CREATOR e AGENT-CAUSE. No caso das CVS com o verbo dar, aparecem agentes dos tipos AGENT-GENERIC, AGENT-SPEAKER e AGENT-CAUSE. Além dos 19 papéis semânticos pertencentes ao conjunto de Talhadas (2014), cri- amos mais um, intitulado TAG, que corresponde a uma etiqueta, um código, um rótulo atribuído a outro argumento. Em suma, trabalhamos com um rol final de 20 papéis se- mânticos, que são definidos a seguir: ∙ AGENT-GEN: é um agente genérico, portanto deve ser um humano, voluntário, voli- tivo, que pratica uma ação. A noção de ação é necessária ao predicado para que o argumento se configure como agente. (e.g. A Ana deu um tiro no Rui). Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 172 ∙ AGENT-CAUSE: é muitas vezes o sujeito, que pode ser humano ou não-humano, volun- tário ou não, de predicados que não expressam necessariamente uma ação concreta. O sujeito desses predicados pode ser tanto um agente quanto uma causa (e.g. (A Ana + A vida) deu um privilégio ao Rui). ∙ AGENT-SPEAKER: é um subtipo de agente, com a especificidade de que a ação é um ato declarativo (e.g. A Ana deu uma declaração ao Rui de que voltaria cedo). ∙ EXPERIENCER-GEN: é um experienciador genérico, ou seja, ele participa da cena, mas a cena não envolve uma ação. O experienciador se distingue do agente porque o primeiro é o participante de um processo, enquanto o segundo é o autor de uma ação (e.g. A Ana deu uma acalmada). ∙ EXPERIENCER-VOL: é um subtipo de experienciador, mas, neste caso, ele é volitivo. O predicado semântico não corresponde a uma ação, mas a um processo, e a pessoa que participa desse processo o faz de maneira voluntária (e.g. A Ana deu abertura para o Rui falar). ∙ OBJECT-GEN: refere-se a uma entidade não-humana (N-hum) e concreta. Pode apa- recer como sujeito da construção, mas é mais comum ocorrer como complemento (e.g. A Ana deu uma limpada nos móveis). ∙ OBJECT-CL: refere-se a uma parte do corpo humano. Assim como outros tipos de objetos, o OBJECT-CL pode ocorrer na posição de sujeito, mas é mais comum em posição de complemento (e.g. A Ana deu uma depilada nas pernas). ∙ OBJECT-F: corresponde aos complementos frásicos principalmente em predicados de percepção mental (e.g. A Ana deu sua anuência ao Rui para ele se casar). ∙ PATIENT: pode ser tanto humano (Nhum) quanto não-humano (N-hum) desde que seja um afetado pela ação ou pelo processo expresso pelo predicado. Também é designado em outros trabalhos como TEMA (e.g. A Ana deu um tiro no Rui.) ∙ CO-AGENT: é um tipo de argumento simétrico que pratica conjuntamente a mesma ação que o agente. Se o sujeito é agente, o complemento é o co-agente (e.g. A Ana deu uma trepada com o Rui). ∙ CO-OBJECT: é um tipo de argumento simétrico que pratica conjuntamente a mesma ação que o objeto da posição sujeito. A diferença entre CO-AGENT e CO-OBJECT é que o primeiro exige argumentos humanos, enquanto o segundo exige argumentos não-humanos (e.g. A água deu uma misturada com o açúcar). ∙ ADDRESSEE: é o argumento humano que corresponde ao objeto indireto em atos de comunicação, ou seja, é o ouvinte (e.g. A Ana deu um conselho para o Rui não voltar à cidade). Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 173 ∙ MESSAGE: é o argumento frásico que corresponde ao conteúdo de uma comunicação, em geral em predicados com 3 argumentos (e.g. A Ana deu o ultimato para o Rui se redimir). ∙ INSTRUMENT: é o objeto concreto ou instrumento usado para realizar uma ação (e.g. A Ana deu uma borrifada de perfume no pescoço). ∙ TAG: é uma etiqueta, um rótulo atribuído a algum argumento e se refere a um nome ou designação (e.g. A Ana deu o título de “astro” ao Rui). ∙ TOPIC: também é designado na literatura como SUBJECT-MATTER e se refere ao as- sunto (e.g. A Ana deu um anúncio ao Rui sobre sua partida). Esse papel semântico ocorre, em geral, nos predicados semânticos que expressam declaração. ∙ LOCATIVE-SOURCE: refere-se a um local de origem (e.g. A Ana deu uma saída de casa). ∙ LOCATIVE-DEST: refere-se a um local de destino (e.g. A Ana deu uma fugida para a praia). ∙ LOCATIVE-PLACE: refere-se ao local estático onde o sujeito se encontra (e.g. A Ana deu um mergulho na piscina). ∙ LOCATIVE-PATH: refere-se percurso que o sujeito percorre (e.g. A Ana deu uma tra- fegada pela cidade). 9.3 Propriedades transformacionais 9.3.1 Simetria A propriedade da simetria (BAPTISTA, 2005a) se verifica quando dois argumen- tos de um predicado desempenham, relativamente ao núcleo predicativo, o mesmo papel semântico. Nesse sentido, os argumentos podem trocar de posição relativa e/ou serem co- ordenados, sem que isso altere o significado das frases resultantes. Note-se, por exemplo: (9.112) O Rui se casou com a Ana. [Ex.C] (9.112a) ≡ A Ana se casou com o Rui. [Ex.C] (9.112b) ≡ O Rui e a Ana se casaram . [Ex.C] (9.112c) ≡ A Ana e o Rui se casaram . [Ex.C] Para que o predicado aceite a simetria, deve ser possível inverter a posição do sujeito com a do complemento, sem que o significado da construção se altere. Nas sentenças Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 174 acima, o sujeito de (9.112) passa a ser complemento de (9.112a), e o complemento de (9.112) passa a ser sujeito de (9.112a). Em (9.112b) e (9.112c), as duas entidades (Ana e Rui) se coordenam e assumem a posição de sujeito. Independentemente da posição sintática desses argumentos, o predicado semântico dessas frases de base é o mesmo. O conceito de simetria, como uma propriedade transformacional, foi introduzido por Borillo (1971) para os verbos em Francês. Em Português, Fonseca (1984) tratou dos verbos simétricos, mas considerando apenas os predicados verbais. Em seguida, Ranchhod (1990) e Baptista (2005a) analisaram essa propriedade nos predicados nominais com os verbos-suporte estar prep e ser de, respectivamente. As construções com o verbo-suporte dar dificilmente aceitam essa transformação, mas há alguns casos que merecem consideração. A possibilidade de simetria entre os predicados com o Vsup dar é tão rara que Baptista (2005a, p.362) chega a considerar, em nota de rodapé: [...] à excepção das construções com verbo-suporte dar (VAZA, 1988; BAPTISTA, 1997), que, aparentemente, nunca admitem a simetria visto caracterizarem-se jus- tamente pela natureza ‘orientada’ da relação que se estabelece entre os dois GN argumentos do nome predicativo. Aliás, é essa relação orientada que está na base de certas operações formais que invertem a direcção da relação e a que G. Gross (1989) chamou Conversão8. Algumas raras construções com o verbo-suporte dar em PB, no entanto, admitem essa propriedade. São construções com V-n -da que não são muito frequentes em PE. Em geral, se o verbo pleno que dá origem à nominalização admite a simetria, a construção com Vsup=:dar e nominalização em V-n-da também a admite. (9.113) O Rui deu uma trepada com a Ana. [Ex.C] ≡ A Ana deu uma trepada com o Rui. [Ex.C] ≡ (O Rui e a Ana + A Ana e o Rui) deram uma trepada. [Ex.C] ou (9.114) O Rui deu uma discutida com a Ana. [Ex.C] ≡ A Ana deu uma discutida com o Rui. [Ex.C] ≡ (O Rui e a Ana + A Ana e o Rui) deram uma discutida. [Ex.C] A única construção da matriz (ver Apêndice A) que não é formada pela nomina- lização em -da e que admite a simetria é dar aperto de mão: 8 O texto consta na nota de rodapé n𝑜 4, também disponível online por meio do endereço: http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4546.pdf. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 175 (9.115) O Rui deu um aperto de mão na Ana. [Ex.C] ≡ A Ana deu um aperto de mão no Rui. [Ex.C] ≡ (O Rui e a Ana + A Ana e o Rui) deram um aperto de mão. [Ex.C] Vale esclarecer que a propriedade da simetria exige o traço da reciprocidade. Nesse sentido, é preciso que Rui tenha apertado a mão de Ana e que Ana tenha apertado a mão de Rui para que a construção seja simétrica. É esse traço obrigatório que distingue a construção dar um aperto de mão da construção dar um beijo, por exemplo, porque é possível formar: (9.116) O Rui deu um beijo na Ana, mas a Ana não deu um beijo no Rui. [Ex.C] Mas não9: (9.117) ?*O Rui deu um aperto de mão na Ana, mas a Ana não deu um aperto de mão no Rui. [Ex.C] Baptista (2005a, p.364) também ressalta que alguns advérbios simples e compostos “operam exclusivamente sobre predicados simétricos (nestes exemplos, a frase matriz está indicada entre parêntesis rectos): [O Pedro e a Ana dão-se (E + um com o outro)] como o cão e o gato”. Em Subseção anterior (6.1.4), foram discutidas também construções como (9.118), que não são constituídas por Vsup, mas também admitem a simetria. (9.118) O Rui (Ø + não) se dá (Ø + bem) com a Ana. [Ex.C] ≡ A Ana (Ø + não) se dá (Ø + bem) com o Rui. [Ex.C] ≡ A Ana e o Rui (O Rui e a Ana) (Ø + não) se dão (Ø + bem). [Ex.C] Essas construções foram classificadas como expressões fixas, já que exigem um complemento fixo (o advérbio bem), o qual pode ser apagado, e um complemento livre, mas com algumas restrições de seleção, além de possuírem determinante fixo (Ø) e sen- tido figurado. A simetria pode ser observada tanto em construções nominais como em construções verbais e adjetivais. 9 Assim como em vários outros casos de inaceitabilidade, esclareça-se que a interpretação de dar um beijo como predicado simétrico é possível, assim como a interpretação de dar aperto de mão como predicado não simétrico também pode ser possível, desde que o contexto seja muito bem explicado. Consideramos essas construções como inaceitáveis justamente porque exigem do leitor maior esforço cognitivo para aceitá-las e também porque necessitam de um contexto muito bem delimitado para que sejam interpretadas como tal. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 176 9.3.2 Conversão A conversão (G. GROSS, 1982, 1989) é uma operação formal (ou transformação) que estabelece uma relação não-orientada de equivalência sintática e semântica (parafrás- tica) entre duas frases elementares. O verbo suporte standard, de orientação ativa – no caso o verbo dar – é substituído por outro, um verbo-suporte converso, de orientação passiva – no caso o verbo levar ou o verbo receber, por exemplo. (9.119) Felipe Scarpelli deu um soco no atleta Sr. Bruno César [Ex.R] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] ≡ O atleta Sr.Bruno César levou um soco do Felipe Scarpelli [Ex.C] (9.120) Zezé Di Camargo deu uma explicação ao público sobre o que aconteceu na véspera. [Ex.R] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] ≡ O público recebeu uma explicação do Zezé Di Camargo sobre o que aconteceu na véspera. [Ex.C] Sobre a maioria das construções com o verbo-suporte dar incide a operação da conversão, uma “operação sintática que executa uma permuta dos argumentos em torno do núcleo predicativo da frase sem alterar seu significado global, é semelhante à Passiva das construções verbais” (BAPTISTA, 2005b, p.184). Assim como a construção ativa é considerada standard, também a nominalização da construção ativa é considerada CVS standard. A mudança de orientação do sentido ativo para passivo numa construção verbal dá origem a uma construção passiva. Já a mudança de orientação de ativo para passivo numa construção nominal (ou CVS) dá origem a uma construção conversa. Esse tipo de transformação permite a inversão da ordem e a classificação sintática dos argumentos (sujeito e complemento), mas não altera seus papéis semânticos. (9.121) O Rui deu um beijo na Ana. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] ≡ A Ana recebeu um beijo do Rui. [Ex.C] Assim, numa transformação da construção verbal ativa para passiva, Rui é sempre o agente e Ana é sempre paciente, independente de quem esteja na posição de sujeito ou de complemento. Na relação entre a construção standard e a construção conversa, os papéis temáticos dos argumentos também não se alteram. Todas essas frases constituem uma classe de equivalência parafrástica (HARRIS, 1961; HARRIS, 1991). A Fig. 5 apresenta todas essas equivalências. A tradição gramatical costuma abordar apenas as relações diretas entre as cons- truções verbais ativa e passiva ou entre a construção verbal e a construção nominal. Nesta Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 177 Figura 5 – Relações de equivalência parafrástica entre sentenças de orientação ativa e passiva Fonte: Elaborado pela autora e já publicado em Rassi et al. (2015) tese, consideramos tanto as relações diretas entre passiva e ativa e entre construção stan- dard e conversa, quanto as relações indiretas que se estabelecem entre: (i) a construção verbal ativa (O Zé beijou a Ana) e a construção nominal passiva (A Ana recebeu um beijo do Zé), chamada de nominalização passiva; (ii) a construção nominal ativa (O Zé deu um beijo na Ana) e a construção verbal passiva (A Ana foi beijada pelo Zé), chamada de nominalização ativa; e (iii) a construção verbal passiva (A Ana foi beijada pelo Zé) e a construção nominal passiva (A Ana recebeu um beijo do Zé), chamada de nominalização com conversão. A transformação da conversão foi apontada inicialmente por Gaston Gross (1982; 1989), que identificou que um bom número de construções com verbo-suporte dar em Francês têm a possibilidade de derivar construções conversas. Posteriormente essa propri- edade foi também analisada por Ranchhod (1990), Baptista (1997, 2005b) e Rassi et al. (2015) para o Português. Assim como a passiva só se faz em construções transitivas diretas, a conversão também só é autorizada em construções que tenham, pelo menos 2 argumentos. Excluem- se da operação de conversão 488 construções, que só possuem um argumento, como: (9.122) Ana deu um suspiro. [Ex.C] Além das construções que interditam a conversão por possuírem apenas um argu- mento, destacam-se também as construções que têm como segundo argumento um nome locativo e não admitem conversão. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 178 (9.123) Ana deu uma passada na loja. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] *A loja (recebeu + levou + teve) uma passada por parte da Ana. [Ex.C] Uma propriedade específica das construções com o Vsup dar, em relação à con- versão, é o fato de que um grande número de nomes predicativos em -ada ou -ida não autorizam a conversão. Há 383 construções (ver Apêndice A) que, mesmo selecionando 2 ou 3 argumentos, não admitem a conversão, como em: (9.124) A Ana deu uma lida no texto. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] *O texto (recebeu + levou + teve) uma lida por parte da Ana. [Ex.C] (9.125) A Ana deu uma estudada no material. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] *O material (recebeu + levou + teve) uma estudada por parte da Ana. [Ex.C] Em grande parte dessas construções, o segundo argumento (𝑁1, na posição de complemento) é anotado com o papel temático OBJECT-GENERIC. Quando esse argumento (𝑁1, na posição de complemento) é anotado como PATIENT normalmente aceita a conver- são. Praticamente todos os nomes predicativos que indicam atos violentos admitem essa propriedade, geralmente com os verbos levar ou tomar, como comprovam os exemplos seguintes. (9.126) A Ana deu uma cacetada no Rui. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] ≡ O Rui levou uma cacetada da Ana. [Ex.C] (9.127) A abelha deu uma ferroada no Rui. [Ex.C] [𝐶𝑜𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠ã𝑜] ≡ O Rui tomou uma ferroada da abelha. [Ex.C] Os exemplos citados consistem em frases de base, portanto todos os seus argumen- tos estão explícitos. Em frases de corpus, porém, é muito comum que o argumento AGENT, em construções conversas, esteja oculto, como se demonstra em: (9.126a) O Rui levou uma cacetada. [Ex.C] (9.127a) O Rui tomou uma ferroada. [Ex.C] Já que a conversão funciona como uma espécie de passiva nominal e que as constru- ções passivas permitem o apagamento do agente da passiva, assim também a construção conversa permite o apagamento do complemento AGENT. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 179 9.3.3 Apassivação A apassivação também é um processo transformacional que muitas das CVS com dar aceitam. Nas construções nominais, a transformação passiva funciona da mesma forma como nas construções verbais: a frase está na voz ativa quando o sujeito é o agente da ação (e.g. O Rui deu um esclarecimento à Ana) e está na voz passiva quando o sujeito da frase é o TEMA, PACIENTE ou OBJETO - neste caso, o nome predicativo (e.g. O esclarecimento foi dado por Rui à Ana). Existem apenas duas diferenças sintáticas entre as construções verbais e as cons- truções nominais no que concerne à transformação passiva: (i) o constituinte que preenche a posição sujeito na voz passiva é o objeto direto, em construções verbais, mas é o nome predicativo, em construções nominais; (ii) as construções verbais, para aceitarem a passiva, precisam ter 2 argumentos (são construções transitivas diretas), enquanto as construções nominais podem ter apenas 1 argumento para aceitarem a passiva. Essas duas diferenças estão intrinsecamente relacionadas. A possibilidade de pre- dicados nominais com um argumento autorizarem a passiva tem a ver com o fato de que o nome predicativo ocupa a posição sintática de objeto direto, apesar de ser o predicador central da construção. Quase todas as construções com o verbo-suporte dar admitem pas- siva, incluindo construções com 1, 2 ou 3 argumentos, como se demonstra respectivamente em: (9.128) Tudo o que sabemos até agora é que o espirro foi dado às 7:30h da manhã de hoje, quinta-feira. [Ex.R] (9.129) Outro gole foi dado no copo vermelho. [Ex.R] (9.130) A garantia foi dada pela ministra Tereza Campello. [Ex.R] Nas frases de superfície, nem todos os argumentos essenciais da frase de base aparecem explícitos, mas considere-se que dar espirro seja um predicado do tipo 𝑂𝑛 (com 1 argumento), dar gole seja um predicado do tipo 𝑂𝑛𝑛 (com 2 argumentos) e dar garantia seja um predicado do tipo 𝑂𝑛𝑛𝑛 (com 3 argumentos). Foi identificado apenas um grupo de CVS que não admite a apassivação; são aquelas em que o nome predicativo é nome de doença: (9.131) Vacinei meu bebê a 6 meses e mesmo assim ele deu catapora. [Ex.R] [𝑃𝑎𝑠𝑠𝑖𝑣𝑎] *A catapora foi dada no meu bebê de 6 meses. [Ex.C] (9.132) Meu marido deu caxumba, aos 32 anos. [Ex.R] [𝑃𝑎𝑠𝑠𝑖𝑣𝑎] *A caxumba foi dada no meu marido, aos 32 anos. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 180 (9.133) A Manu deu febre e levei no hospital. [Ex.R] [𝑃𝑎𝑠𝑠𝑖𝑣𝑎] *A febre foi dada na Manu. [Ex.C] O verbo-suporte standard mais característico dessas construções é o verbo ter, mas na língua em uso encontramos esses Npred também associados ao Vsup dar. O alto nível de fraqueza semântica do verbo-suporte implica um alto grau de arbitrariedade na sua seleção. O fato de que essas construções não admitem passiva é mais uma prova em fa- vor de considerar como verbo-suporte elementar dessas construções o Vsup ter, pois as construções com ter também não admitem apassivação. 9.3.4 Nominalização A nominalização é considerada como uma transformação geral que consiste em “incorporar” uma proposição em outra; a proposição que é incorporada assume o pa- pel de um substantivo, seja na posição de sujeito, seja na posição de complemento, da frase-matriz. Além disso, a nominalização se submete a uma série de transformações que reduzem uma proposição a um substantivo ou a um infinitivo (GIRY-SCHNEIDER, 1978, pp.11-14), por ser a forma nominal do verbo. Essas nominalizações podem ser de três ti- pos: (i) a que transforma um verbo em substantivo (He told the story ≡ His telling of the story), exigindo ainda outro verbo que seja o cerne da predicação; ou (ii) a que trans- forma um adjetivo em substantivo (John is eager to please ≡ John’s eagerness to please), que também funciona como sintagma nominal e exige um predicado; ou ainda (iii) a que transforma uma frase de base em outra frase de base (He studies eclipses ≡ He makes studies of eclipses). Neste trabalho, trataremos apenas do terceiro tipo de nominalização, ao que Harris (1964) chamou de construção com verbo-operador “U”, e posteriormente Gross (1981) nomeou construções com verbo-suporte. Entre He studies eclipses e He makes studies of eclipses, existe equivalência sintática e semântica: na segunda frase, há formação de um grupo nominal (studies of eclipses); o sujeito é o mesmo nas duas frases; o lugar do verbo (study) é ocupado por um outro verbo (makes), que é chamado de Vsup. Grande parte dos nomes predicativos que selecionam o Vsup dar são nominaliza- ções de verbos, tais como: dar giro ≡ girar, dar golpe ≡ golpear, dar grito ≡ gritar e outros. Na matriz, encontram-se 818 nomes precidativos que possuem relação morfológica com a raiz de um verbo pleno. (9.134) Ana deu um tropeço. [Ex.C] ≡ Ana tropeçou. [Ex.C] Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 181 Não pretendemos aqui analisar diacronicamente se se trata de um nome deverbal (tropeço) ou de um verbo denominal (tropeçar). A abordagem etimológica dessas palavras não está no escopo desta tese. Identificamos apenas se existe uma relação morfológica entre a raiz do nome (tropeç-) e a raiz do verbo (tropeç-). Outros nomes predicativos possuem essa relação morfológica com um adjetivo, e não com verbo, como é o caso de dar gratidão ≡ ser grato. (9.135) Ana deu sua gratidão ao Rui. [Ex.C] ≡ Ana é grata ao Rui. [Ex.C] Apenas 6 Npred estão associados à raiz exclusivamente de adjetivo, mas há 104 Npred que possuem a mesma raiz tanto de um verbo quanto de um adjetivo, como é o caso de: (9.136) O clima deu uma refrescada. [Ex.C] ≡ O clima refrescou. [Ex.C] ≡ O clima ficou fresco. [Ex.C] Como não é nosso objetivo identificar a origem dessas palavras (se têm origem verbal, adjetival ou nominal), limitar-nos-emos a indicar na matriz se tal Npred tem relação morfológica com essas outras classes gramaticais ou não. Uma particularidade das nominalizações que selecionam o Vsup dar é a possibi- lidade de elas serem derivadas, não de um verbo nem de um adjetivo, mas de um outro substantivo. Conforme apontado em seções anteriores, há uma grande produtividade das nominalizações que se formam a partir de um nome de objeto concreto, que pode ser uti- lizado como instrumento (ou arma), acrescentando-lhe o sufixo -ada. É o caso de bengala, que dá origem ao Npred bengalada. Nomes como bengalada selecionam o Vsup dar e a construção toda passa a indicar “bater com o objeto x”, em que “x” é ocupado pelo nome concreto bengala. Observe-se que muitos desses nomes não possuem raízes morfologica- mente associadas a verbos ou adjetivos; apenas a substantivos. (9.137) O Rui deu uma tijolada no Zé. [Ex.C] ?*O Rui tijolou o Zé. [Ex.C] ≡ O Rui bateu no Zé com um tijolo. [Ex.C] Foram identificados 35 Npred em -ada que são nominalizações de substantivos concretos. Outros 263 Npred podem ter origem tanto em verbo como em adjetivo ou nome. Segue-se um exemplo: Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 182 (9.138) O Rui deu uma caprichada no visual. [Ex.C] ≡ O Rui caprichou no visual. [Ex.C] ≡ O Rui foi caprichoso com o visual. [Ex.C] ≡ O Rui teve capricho com o visual. [Ex.C] Na matriz, as nominalizações estão descritas nas colunas da 43 à 48 com as se- guintes notações: (i) [N-n] indica que o Npred é associado morfologicamente a outro substantivo, seguida do nome correspondente; (ii) [Adj-n] indica que o Npred é associ- ado morfologicamente a um adjetivo, seguido do adjetivo correspondente; e (iii) [V-n] indica que o Npred é associado morfologicamente a um verbo, seguido do verbo pleno correspondente. Há 274 Npred que não são nominalizações, ou seja, não são derivados de algum verbo (abraçar → abraço) nem de adjetivo (predileto→ predileção) e nem de outros nomes concretos (colher → colherada). Os nomes que não são deverbais, nem deadjetivais e nem denominais são designados como nomes autônomos. 9.4 Desdobramentos lexicais Alguns Npred foram duplicados na matriz (ver Apêndice A) por se tratarem de desdobramentos lexicais, ou seja, construções com nomes predicativos homógrafos, mas que possuem diferença semântica ou sintática. Segundo Laporte10, qualquer distinção estritamente correlata com uma propriedade reprodutivelmente observável é formalizada como separação de entradas. Foram adotados critérios formais para definir se há ou não desdobramento lexical. Decidiu-se por desdobrar as entradas nos seguintes casos: ∙ quando os nomes predicativos homógrafos possuem distribuições argumentais dife- rentes, como se verifica nos exemplos a seguir: (9.139) Entrei no carro só de marra, ele ligou o carro e deu o retorno. [Ex.R] (9.140) O megarresort não deu o retorno esperado a investidores. [Ex.R] (9.141) A empresa não me deu o retorno de quando vou receber o produto. [Ex.R] 10 Trecho proferido em conferência ministrada aos 27 dias do mês de agosto de 2015, na Universidade Federal de São Carlos, sobre o tema “Problemas de cientificidade na descrição da gramática e do léxico”. Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 183 Em (9.139), apresenta-se a construção dar retorno com apenas 1 argumento na posição sujeito AGENT-GENERIC (ele) e poderia ser parafraseado por O carro fez o re- torno. Em (9.140), a construção dar retono exige 2 argumentos: um na posição sujeito OBJECT-GENERIC (o megarresort) e outro na posição de complemento PATIENT (investido- res). Já a construção identificada em (9.141) apresenta 3 argumentos essenciais: o sujeito AGENT-GENERIC (empresa), o complemento PATIENT (me) e o complemento TOPIC (de quando vou receber o produto). ∙ quando os nomes predicativos homógrafos, mesmo tendo o mesmo número de argu- mentos, possuem diferentes restrições de seleção, seja em relação aos determinantes, seja em relação ao tipo de argumento (Nhum, N-hum, QueF ou outros). Por exem- plo, há duas construções desdobradas para o Npred cumprimento: um referente ao ato de cumprimentar e outro referente ao ato de cumprir. (9.142) Obama agradeceu aos eleitores e referiu que deu os cumprimentos aos candidatos republicanos. [Ex.R] (9.143) A Polícia Civil deu cumprimento a dois mandados judiciais. [Ex.R] Os dois exemplos apresentam construções de dar cumprimento, ambos com 2 ar- gumentos. A diferença entre as construções está no tipo de argumento selecionado pelo Npred: em (9.142), o complemento 𝑁1 é obrigatoriamente do tipo Nhum enquanto (9.143) exige um N-hum para a posição de complemento 𝑁1. ∙ quando um Npred possui interpretação literal e o outro possui interpretação figurada (metafórica). (9.144) Peguei sabonete passei um pouco nas peças e delicadamente com as mãos deu uma ensaboada, depois enxaguei bem. [Ex.R] (9.145) Lula deu uma ensaboada em Tarso Genro por causa da idéia de revisão na Lei da Anistia. [Ex.R] As duas construções possuem as mesmas propriedades sintáticas relativas ao nú- mero de argumentos e às restrições de seleção, mas há diferença semântica entre elas, por isso as entradas foram duplicadas. A construção (9.144) de dar uma ensaboada sugere uma interpretação literal, em que “um sujeito humano esfrega sabão em algo ou alguém”, enquanto a construção (9.145) sugere uma interpretação metafórica, no sentido de “dar uma bronca”. Existem alguns nomes predicativos que poderiam ser analisados diacronicamente com um significado distinto do que está em uso hoje em dia. É o caso dos nomes como Capítulo 9. Propriedades sintático-semânticas das construções com dar 184 pancada e porrada, que diacronicamente têm origem em nomes concretos como panca e porra, porém essa associação ao nome do instrumento que lhe deu origem já se perdeu no processo de mudança linguística. Como este trabalho adota uma perspectiva sincrônica, esses Npred não foram desdobrados e a única entrada lexical que consta na matriz é referente ao significado atual dos nomes pancada e porrada. O capítulo anterior apresentou as propriedades gerais das CVS. Este capítulo apre- sentou as propriedades específicas das CVS com o verbo dar em Português Brasileiro. Fo- ram descritas: (i) propriedades formais, tais como o número de argumentos de cada Npred, as especificidades sobre os quantificadores, os determinantes que introduzem o Npred e o tipo de preposição que introduz os complementos obrigatórios do Npred; (ii) proprieda- des distribucionais, tais como os tipos semânticos dos argumentos (nome humano, nome não-humano, nome parte do corpo, nome locativo, frase completiva), além dos papéis se- mânticos desses argumentos; e (iii) propriedades transformacionais, tais como a simetria, a conversão, a passiva e a nominalização. Além da descrição dessas propriedades, este capítulo abordou os casos em que as entradas lexicais foram desdobradas na matriz. Muitos nomes predicativos homógra- fos instauram diferentes predicados e, portanto, foram duplicados. No próximo capítulo, apresentaremos a classificação proposta para as CVS com dar. 185 10 Classificação das CVS Neste Capítulo apresentamos os critérios formais para a classificação das CVS com dar. A classificação que consta na matriz (ver Apêndice A), especificamente na coluna 5 identificada como Classe-PB, é estritamente formal/estrutural com base no número de argumentos e no tipo semântico desses argumentos. Os critérios observados, bem como a definição das classses formais, são apresentados na Seção 10.1. Essa categorização será chamada classificação sintática. Além da classificação sintática, foi proposta também uma clusterização semântica dessas CVS, com base não na estrutura sintática, mas nas semelhanças semânticas dos Npred. Essa segunda categorização é apresentada na Seção 10.2 e será chamada de clus- terização semântica, que é basicamente um agrupamento de Npred que possuem traços semânticos semelhantes. A última Seção deste Capítulo apresenta um tipo particular de verbo-suporte, chamado verbo-suporte de ocorrência (Vsup-oc). Esse termo foi cunhado por Gross (1986, 107-109) para designar um pequeno conjunto de verbos cuja função principal é introduzir circunstanciais, principalmente de tempo e espaço, em predicados eventivos. Essa catego- ria de verbos-suporte será explorada na Seção 10.3, já que o verbo dar pode entrar nesse tipo de construção. 10.1 Classificação sintática das CVS A partir da análise das propriedades formais, distribucionais e transformacionais descritas nos capítulos anteriores, propusemos uma classificação sintática das constru- ções com verbo-suporte, que leva em conta: (i) o número de argumentos do predicado, considerando-se as construções com sujeito e um ou dois complementos essenciais como argumentos; (ii) as restrições ao preenchimento lexical do sujeito e dos complementos, que podem ser humanos (Nhum) ou não-humanos (N-hum); (iii) a possibilidade de o nome predicativo admitir uma frase completiva como argumento (seja na posição sujeito seja como complemento); e (iv) especificidades sobre a natureza distribucional de alguns argu- mentos, que podem ser especificamente nomes parte do corpo (Npc) ou nomes locativos (Nloc). As construções foram organizadas sintaticamente em 15 classes. Os nomes atribuí- dos às classes são códigos convencionais e arbitrários, apesar de terem sido criados com base nos critérios expostos no parágrafo anterior. Todas as classes têm nomes iniciados por “D” porque correspondem às classes das CVS com o verbo Dar. As classes [DH1], [DN1], Capítulo 10. Classificação das CVS 186 [DR1] e [DPC1] englobam construções com 1 argumento. A classe [D3] abarca construções com 3 argumentos. As demais classes englobam construções com 2 argumentos. A letras H, N, R, PC, LC e QF correspondem respectivamente aos argumentos de tipo Humano, Não-humano, não-Restrito, Parte-do-Corpo, LoCativo e completiva (Que-F). Nas classes de CVS com 2 argumentos, a ordem das letras no nome indica a ordem dos argumentos na construção. Assim, por exemplo, a classe [DHN2] é formada por CVS com o Vsup dar, seleciona 2 argumentos, sendo que o sujeito é Humano e o complemento é Não-humano. A Tabela 5 apresenta as classes, juntamente com sua estrutura sintática típica, um exemplo característico da classe e o número de CVS pertencentes a cada uma. A seguir à tabela, apresentamos a descrição de cada classe. Classe Estrutura Exemplo n𝑜 DH1 Nhum dar Npred Ana deu uma pirueta 276 DN1 N-hum dar Npred O ferro deu uma oxidada 106 DR1 N± hum dar Npred (Rui+O clima) deu uma refrescada 94 DPC1 Npc dar Npred Meu estômago deu uma embrulhada 14 DH2 Nhum dar Npred Prep Nhum Rui deu um castigo para a Ana 272 DN2 N-hum dar Npred Prep N-hum A esponja deu uma absorvida na água 6 DR2 N± hum dar Npred Prep N± hum Ana deu uma entrelaçada no Rui 15 Um fio deu uma entrelaçada no outro DPC2 Nhum dar Npred Prep Npc Rui deu uma coçada na cabeça 12 DHN2 Nhum dar Npred Prep N-hum Ana deu um ajuste na roupa 254 DLC2 Nhum dar Npred Prep Nloc Rui deu uma passada na faculdade 40 DQF2 Nhum dar Npred Prep QueF Rui deu um jeito de consertar o carro 5 DHR2 Nhum dar Npred Prep N± hum Ana deu destaque ao (Rui+problema) 253 D2LC Nloc dar Npred Prep N1 A casa deu abrigo ao (Rui+móvel) 5 DRN2 N± hum dar Npred Prep N-hum (Ana+A lei) deu embasamento à teoria 11 D3 N0 dar Npred Prep N1 Prep N2 Ana deu um apelido de macaco ao Rui 126 TOTAL 1.489 Tabela 5 – Classificação sintática das CVS com dar [DH1]: CVS com apenas 1 argumento obrigatoriamente de tipo humano e na posição sujeito (𝑁0=:Nhum); [DN1]: CVS com apenas 1 argumento obrigatoriamente de tipo não-humano e na posição sujeito (𝑁0=:N-hum); [DR1]: CVS com apenas 1 argumento que pode ser tanto humano quanto não- humano ou ainda admitir outros tipos sintático-semânticos (Nloc, Npc, QueF). O único argumento desses predicados é o sujeito da construção; [DPC1]: CVS com apenas 1 argumento, que é obrigatoriamente um nome parte do corpo na posição sujeito (𝑁0=:Npc); Capítulo 10. Classificação das CVS 187 [DH2]: CVS com 2 argumentos obrigatoriamente de tipo humano em ambas as posições argumentais (𝑁0=:Nhum e 𝑁1=:Nhum); [DN2]: CVS com 2 argumentos obrigatoriamente de tipo não-humano em ambas as posições argumentais (𝑁0=:N-hum e 𝑁1=:N-hum); [DR2]: CVS com 2 argumentos, sendo que ambos podem ser preenchidos por nome humano ou não-humano (𝑁0=:N± hum e 𝑁1=:N± hum); [DPC2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, é obri- gatoriamente de tipo humano, e o segundo, na posição de complemento, é obrigato- riamente um nome parte do corpo (𝑁0=:Nhum e 𝑁1=:Npc); [DHN2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, é hu- mano e o segundo argumento, na posição de complemento, é não-humano (𝑁0=:Nhum e 𝑁1=:N-hum)1; [DLC2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, pode ser de qualquer tipo (Nhum, N-hum ou outros), mas o segundo, na posição de complemento, é obrigatoriamente um nome locativo (𝑁0=:N± hum e 𝑁1=:Nloc); [DQF2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, é obri- gatoriamente de tipo humano, e o segundo, na posição de complemento, é uma frase completiva (𝑁0=:Nhum e 𝑁1=:QueF); [DHR2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, é obri- gatoriamente de tipo humano, e o segundo, na posição de complemento, pode ser de diferentes tipos semânticos, podendo aceitar nomes humano, não-humano, parte do corpo, locativo etc. (𝑁0=:Nhum e 𝑁1=:N± hum); [D2LC]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, é um locativo, e o segundo, na posição de complemento, pode ser humano ou não-humano (𝑁0=:Nloc e 𝑁1=:N± hum); [DRN2]: CVS com 2 argumentos, sendo que o primeiro, na posição sujeito, pode ser de diferentes tipos semânticos, e o segundo, na posição de complemento, é de tipo não-humano (𝑁0=:N± hum e 𝑁1=:N-hum); [D3]: CVS com 3 argumentos, sem distinção entre as restrições de seleção desses argumentos. 1 Em alguns casos, a posição de 𝑁1 pode também ser preenchida por um Npc, mas não por Nhum, como se observa em Ana deu uma esticada (*no Rui + na roupa + nas pernas). Capítulo 10. Classificação das CVS 188 10.2 Clusterização semântica das CVS a partir dos Npred A clusterização semântica foi feita com base na análise dos traços semânticos comuns aos Npred. Com base nessa análise semântica dos traços, foi possível agrupar cerca de 1.000 Npred, distribuídos em 5 classes. Há cerca de outros 500 Npred que não entraram em nenhuma dessas classes por não apresentarem regularidades entre os traços semânticos que lhes permitissem ser agrupados. Na verdade, esses 500 Npred são nominalizações em -ada, derivadas de ações e/ou processos verbais que, apesar de possuírem semelhanças sintáticas, não possuem semelhança do ponto de vista de seus significados, tais como afunilada, agachada, agendada, agilizada, agitada, aglomerada e vários outros. As classes semânticas identificadas são: Npred relacionados a esportes, nomes de gêneros acadêmicos (tanto escritos quanto orais), nomes de documentos, Npred que de- signam atos violentos e nomes predicativos dicendi (de fala). Cada classe será explicada a seguir. 10.2.1 Npred de esportes Os nomes predicativos que consistem em nomes de jogadas e/ou golpes em al- guma modalidade esportiva merecem atenção especial porque muito raramente possuem um verbo ou um adjetivo morfologicamente associado, ou seja, quase todos os Npred de modalidades esportivas que constam na matriz (ver Apêndice A) são nomes autônomos, ou porque são estrangeirismos e não existe em Português um verbo pleno equivalente, ou porque são termos exclusivos daquela modalidade esportiva. (10.1) Volante do Vasco deu um carrinho em D’Alessandro. [Ex.R] (10.2) No Floripa Fight, Cacareco deu um cruzado em Riscado, colocou pra baixo, passou a guarda e aplicou um mata leão. [Ex.R] (10.3) A holandesa Ranomi Kromowidjojo errou a chegada, deu uma braçada a mais, e ficou com a prata. [Ex.R] No corpus, encontramos referências às modalidades de luta (dar uma gravata, dar um cruzado), à esgrima (dar uma estocada), à natação (dar uma braçada), ao vôlei (dar um ace, dar toco, dar dois toques), ao basquete (dar enterrada), ao tênis (dar um backhand, dar um forehand), ao boliche (dar um strike), à corrida (dar um sprint) e várias referências ao futebol (dar balão, bicicleta, bico, botinada, caneta, carrinho, chapéu, chute a gol, chuveirinho, drible, finta, goleada, olé, paradinha, passe, pedalada, rebote e tesoura). Alguns nomes predicativos, tais como chute (futebol), bicuda (futebol), soco (luta) e murro (luta) são nomes de atos de esportes, porém, como exprimem também atos vi- olentos, não foram incluídos no rol de atos esportivos porque são muito frequentemente Capítulo 10. Classificação das CVS 189 encontrados em textos de linguagem não especializada sem referência a nenhuma moda- lidade esportiva, como se verifica em: (10.4) A mulher de 106 anos que deu um chute na bunda de Lampião. [Ex.R] (10.5) O Paulo Amaral deu uma bicuda em uma garrafa de café que alguém tinha deixado. [Ex.R] (10.6) Douglas, do São Raimundo deu um soco no rosto de Leonardo. [Ex.R] (10.7) O homem simplesmente deu um murro no nariz do suposto ladrão. [Ex.R] Essas construções com Npred da classe de modalidades esportivas são tipicamente construções com verbo-suporte, apesar de não serem nominalizações de verbos. Para os autores que consideram a equivalência entre a CVS e uma construção com verbo pleno como relação necessária para a identificação das CVS, esses nomes de jogadas, golpes ou movimentos não seriam abrangidos. 10.2.2 Npred de gêneros acadêmicos As CVS constituídas por um Npred da classe gênero acadêmico formam, junta- mente com o Vsup dar, uma construção equivalente a um verbo de comunicação. (10.8) O professor deu (um + uma) (apresentação + palestra + conferência + aula + curso + minicurso + workshop + simpósio) sobre Linguística para os alunos da graduação. [Ex.C] Essas construções possuem três argumentos essenciais:𝑁0 (sujeito, humano, AGENT: professor), 𝑁1 (objeto indireto, complemento dativo, ADDRESSEE: alunos) e 𝑁2 (comple- mento indireto, TOPIC: Linguística). Nem sempre todos esses argumentos estão expressos na frase, mas, levando-se em conta o Princípio da Máxima Projeção, devemos considerar que todos eles são necessários à predicação de base. Vale ressaltar que os nomes predicativos de gêneros acadêmicos, combinados com outros verbos-suporte, podem suprimir o argumento ADDRESSEE. Citem-se por exemplo as construções com o verbo fazer : (10.9) O professor fez (um + uma) (apresentação + palestra + conferência + aula + curso + minicurso + workshop + simpósio) sobre Linguística ( + para os alunos da graduação). [Ex.C] Capítulo 10. Classificação das CVS 190 Barros (2014) considera, para as CVS com o Vsup fazer, apenas dois argumentos como essenciais: o AGENT e o TOPIC. Como nós levamos em consideração a máxima projeção dos argumentos, consideraremos 3 argumentos essenciais para os predicados de gêneros acadêmicos, independente do verbo-suporte com que ele se constrói. 10.2.3 Npred de documentos Os nomes predicativos da classe de documentos (alvará, atestado, declaração, au- torização, licença, permissão, certidão, certificado) merecem atenção especial porque nem sempre eles devem ser considerados nomes predicativos. Esses nomes predicativos, além da sua construção predicativa, podem também designar objetos concretos, o que pode ser determinado em função da construção em que aparecem. Nesse sentido, é preciso distinguir entre as nominalizações propriamente ditas e os nomes que se “concretizam”. Grefenstette e Teufel (1995) distinguem as nominalizações reais dos usos concretos das formas nominalizadas. O exemplo usado pelos autores é com o nome proposta, mas a mesma análise foi aplicada a todos os nomes da classe de documentos. (10.10) Ele fez uma proposta ao comitê. [Ex.C] (10.11) Ele colocou a proposta na gaveta. [Ex.C] O primeiro exemplo é de fato uma construção com verbo-suporte, já que admite todos os testes definitórios das CVS. Assim, o nome proposta deve ser classificado como Npred. Já o segundo exemplo é tipicamente uma construção com o verbo pleno colocar, já que é um verbo distribucional e é ele que seleciona os argumentos (𝑁0 = AGENT, 𝑁1 = OBJECT, 𝑁2 = LOCATIVE). Nesse segundo exemplo (10.11), o nome proposta, apesar de ser uma nominalização do verbo propor, “concretizou-se” e passou a designar um objeto concreto que se transfere de um local para outro. Construções como essa especificada no exemplo (10.11) não foram consideradas para efeitos de análise e descrição das CVS, porém o nome predicativo, quando seleciona o Vsup dar, entrou no rol de Npred a serem descritos. 10.2.4 Npred de atos violentos Alguns nomes predicativos descritos na matriz designam atos violentos e já foram objeto de estudo por Baptista (2004). Esses Npred se fazem com o verbo dar na construção standard e, via de regra, o verbo levar na construção conversa. Além disso, todos eles selecionam nome humano AGENT para a posição de sujeito (𝑁0=:Nhum) da construção standard e podem selecionar, para a posição de complemento, um Nhum ou um Npc. Capítulo 10. Classificação das CVS 191 Dada essa diferença, osNpred de atos violentos podem ser divididos em dois grupos: (i) os que exigem exclusivamente Nhum na posição de complemento; e (ii) os que aceitam tanto Nhum quanto Npc na posição de complemento. O primeiro grupo de Npred foi classificado na classe DL22 por Baptista (1997) para o PE e, posteriormente, por Rassi et al. (2015) para o PB; já os Npred do segundo grupo foram classificados pelos mesmos autores na classe DL3. A classe DL22 é formada por CVS com o Vsup dar que fazem a conversão com levar. Essa classe só aceita Nhum (mas não Npc) tanto na posição sujeito quanto na posição de complemento. É o caso de: (10.12) Jennifer deu uma surra em Alessandra. [Ex.R] (10.12a) *Jennifer deu uma surra no braço da Alessandra. [Ex.C] (10.13) O dia em que o Homem Aranha deu uma coça no Batman. [Ex.R] (10.13a) *... O Homem Aranha deu uma coça na perna do Batman. [Ex.C] Os nomes do tipo surra constituem um pequeno conjunto na classificação do PE. Nomes predicativos como açoite, coça, pancada, porrada, sova e surra pertencem à classe DL22 tanto em PE como em PB. Além desses, existem 2 Npred em PE que não existem em PB (tareia e trepa), e outros 3 Npred que existem em PB, mas não se verificam em PE (ataque, bote e pedalada). Ressalte-se que o nome pedalada possui dois significados e por isso foi duplicado na matriz (ver Apêndice A). O nome pedalada, que integra a classe DL22, consiste no ato violento de “dar um tapa na cabeça de outrem”, como se demonstra em: (10.14) O jogador disse, em tom de brincadeira, que deu uma pedalada no psicólogo que o ajuda a resolver os problemas. [Ex.R] Já o segundo tipo de nomes que designam atos violentos foram agrupados na classe DL3, que reúne os Npred que admitem, na construção standard, tanto Nhum quanto Npc na posição de complemento em atos violentos. Esses Npred são muito mais numerosos e podem ainda se subdividir em 3 tipos. Cada um deles será mencionado a seguir, mas uma análise mais refinada de cada membro dessas classes foi feita em Rassi et al. (2015). ∙ classe DL31: Npred derivados de nomes de instrumentos (agulhada, alfinetada, ben- galada, chicotada, almofadada, botinada, cadeirada, canivetada, estilingada, flechada, raquetada, travesseirada, tesourada, dentre outros); ∙ classe DL32: Npred derivados de nomes parte do corpo (cabeçada, cornada, cotove- lada, dentada, focinhada, joelhada, palmada, patada, trombada, narigada, ombrada, peitada, pernada, pezada e unhada); Capítulo 10. Classificação das CVS 192 ∙ classe DL33: Npred não derivados de nomes de instrumentos ou Npc (bofetada, coice, corte, golpe, mordida, pisada, empurrão, dentre outros). 10.2.5 Npred de fala Os verbos dicendi, também chamados de “verbos de fala”, são os verbos que intro- duzem diferentes turnos no discurso relatado ou indicam aquilo que se diz. Não é comum encontrarmos a classificação do verbo dar como um verbo dicendi, porém o verbo dar, enquanto verbo-suporte, muitas vezes é selecionado por nomes predicativos que corres- pondem a ações de dizer. Nesse sentido, o verbo dar pode ser substituído por falar, dizer, desejar ou suas variantes. Gaston Gross (1989) já havia indicado alguns verbos de fala no Francês que podem assumir o papel de verbo-suporte, tais como intimer ‘intimar’, dicter ‘ditar’, infliger ‘infligir’ e signifier ‘significar’. Giry-Schneider (1994) acrescenta a essa lista mais um bom número de variantes do verbo dire. Em seguida, Baptista (2010) também analisou a estrutura dos verbos dicendi, que pode ser adaptada à análise dos nomes predicativos dicendi. Os nomes predicativos que figuram na posição de 𝑁1 dos verbos de fala, por serem “verdadeiros pivôs sintáticos e semânticos da frase” (GIRY-SCHNEIDER, 1994, p.114), funcionam como complementos apropriados dos verbos dicendi. A autora afirma que al- gumas variantes de dizer podem funcionar como extensões dos verbos-suporte dar ou fazer : (10.15) Max (deu + vociferou) uma informação ao Jean. [Ex.C] (10.16) Max (fez + vociferou) uma profecia ao Jean. [Ex.C] Por essa razão, consideraremos o verbo dar como um tipo especial de verbo- suporte, que pode funcionar como um verbo-suporte de nomes de fala (ou nomes dicendi), quando acompanhado de nomes predicativos que expressam ações de dizer. Alguns verbos de fala compartilham as mesmas propriedades dos verbos-suporte dar e fazer. Tomando-se como exemplo a frase de base Max disse umas (palavras corteses + cortesias) à Lea, adaptada de Giry-Schneider (1994), identificam-se as seguintes pro- priedades: 1. A correferência entre os sujeitos: ?*Max disse umas cortesias do Jean para a Lea. [Ex.C] Max notou umas cortesias do Jean para a Lea. [Ex.C] Capítulo 10. Classificação das CVS 193 2. A nominalização adjetival Max disse para a Lea umas palavras que eram de certa cortesia. [Ex.C] 3. A formação de grupo nominal complexo a partir da redução do Vsup Max disse para a Lea umas palavras de cortesia. [Ex.C] 4. A redução do N=:palavras Max disse para a Lea umas cortesias. [Ex.C] Além dessas propriedades, verifica-se também que o verbo dizer se funde com o verbo-suporte dar (ou fazer). Na fraseMax gritou (= disse gritando) uma informação para o Jean, o verbo dicendi gritar equivale a dizer de forma gritada. Esses verbos, que são extensões do verbo dizer, fundem-se com os verbos-suporte dar e fazer, quando empregues com certos nomes (Max gritou essa informação = Max deu essa informação gritando ou Max exclamou uma recomendação = Max fez uma recomendação exclamando). O verbo dar, em si mesmo, não deve ser classificado como um verbo-suporte de fala, mas os nomes predicativos que expressam atos dicendi podem ser classificados se- manticamente como Npred de fala. Há 28 Npred de fala na matriz, tais como: amém, bis, boa-noite, depoimento, parabéns e vários outros. Após justificar a classificação de algumas CVS como um tipo especial de construção dicendi, dividimos as construções com o Vsup dar e Npred de fala em três grandes grupos, de acordo com o tipo de nome predicativo com o qual se constrói: (i) nomes predicativos que são também nomes operadores; (ii) interjeições que migraram para a classe dos nomes predicativos; e (iii) nomes predicativos que não são complementos apropriados. 10.2.5.1 Nomes predicativos enquanto nomes operadores À época, Giry-Schneider (1994) tratou alguns nomes predicativos como nomes operadores (Nop), por serem substantivos que exigem como complemento nominal uma frase completiva. O conceito de nome operador (Nop) foi introduzido por Leclère (1971) e foi retomado por Giry-Schneider (1994), ao tratar dos verbos de fala. Nomes como notícia, fato e ideia são considerados nomes operadores porque exigem um complemento nominal interno, que geralmente é uma frase completiva, como: a notícia da volta do Rui, o fato de Rui ter voltado, a ideia de Rui voltar. Ao mesmo tempo, esses Nop funcionam como complementos dos verbos de fala, podendo introduzir a completiva ou simplesmente substituí-la. (10.17) O Pedro contou à Ana (um + uma) (notícia + fato + ideia). [Ex.C] Capítulo 10. Classificação das CVS 194 (10.18) O Pedro comentou com a Ana (a notícia da volta do Rui + o fato de Rui ter voltado + a ideia de Rui voltar). [Ex.C] (10.19) O Pedro comentou com a Ana (a volta do Rui + o Rui ter voltado + o Rui voltar ). [Ex.C] Giry-Schneider (1994) apresenta várias justificativas para esses nomes, que são também nomes predicativos, serem considerados como nomes operadores. Uma das justi- ficativas é de ordem empírica atestando que a grande maioria dos verbos de fala aceitam melhor os nomes operadores como complementos do que as próprias frases completivas. A autora conclui que o que foi apresentado por Leclère (1971) e Gross (1975) como sendo fa- tos isolados deve ser considerado como regra geral: a estrutura com complemento operador apropriado é mais geral que a forma simples com completiva ou complemento nominal. Além do nome notícia, que é um complemento apropriado do verbo dar enquanto verbo-suporte de fala, podem-se referir também outros nomes, como: aconselhamento, anuência, anúncio, afirmação, argumento, boa-nova, comando, comentário, comprovação, confirmação, conselho, declaração, determinação, esclarecimento, explicação, informação, instrução, justificativa, opinião, ordem, orientação, palpite, recomendação, sugestão e ou- tros. O que nos permite classificar todos esses nomes como Nop, além de serem Npred, é o fato de que eles são predicados que exigem um complemento interno (complemento nominal na forma de uma completiva). Nas construções com verbos de fala variantes do dizer, o Nop pode introduzir uma completiva, substituir a completiva, ou ser suprimido, restando apenas a completiva: (10.20) O Pedro contou a notícia de que Rui voltara à Ana. [Ex.C] = O Pedro contou a notícia à Ana. [Ex.C] = O Pedro contou que Rui voltara à Ana. [Ex.C] Já nas construções com Npred dicendi, o Nop pode introduzir uma completiva ou substituí-la, mas não pode ser suprimido: (10.21) O Pedro deu a notícia de que Rui voltara à Ana. [Ex.C] = O Pedro deu a notícia à Ana. [Ex.C] = *O Pedro deu que Rui voltara à Ana. [Ex.C] O Nop, que é também Npred, não pode ser suprimido nas construções com verbo- suporte justamente porque ele é o elemento predicador principal da CVS, uma vez que o verbo-suporte é semanticamente fraco para predicar. Capítulo 10. Classificação das CVS 195 10.2.5.2 Expressões interjetivas que migram para a classe dos Npred O segundo grupo de nomes predicativos que também selecionam o verbo-suporte dar inclui palavras que são originalmente pertencentes à classe das interjeições (ou ex- pressões de rotina), porém podem ser interpretadas como substantivos nas CVS. Fazem parte desse grupo construções como: (10.22) Jimmy Carter ouviu Rosemary cantar “Feelings” e deu bis. [Ex.R] (10.23) O presidente do secretariado, Sr. Lindani Mthethwa, deu as boas-vindas a todos os presentes. [Ex.R] (10.24) Lady Gaga deu um bom-dia aos seus quase 4 milhões de seguidores. [Ex.R] As palavras bis, boas-vindas e bom-dia constituem o próprio dizer, a forma proferida pelo sujeito AGENT-SPEAKER na posição de 𝑁0. As palavras bis, boas-vindas e bom-dia per- tencem originalmente à classe das interjeições, pois são exclamações curtas que possuem significado de uma frase completa. Essas expressões interjetivas poderiam ser parafrasea- das, respectivamente, por: (10.22a) Jimmy Carter ouviu Rosemary cantar “Feelings” e pediu que ela cantasse novamente. [Ex.C] (10.23a) O presidente do secretariado, Sr. Lindani Mthethwa, desejou a todos os presen- tes que eles fossem bem-vindos. [Ex.C] (10.24a) Lady Gaga exclamou aos seus quase 4 milhões de seguidores que eles tenham um bom-dia. [Ex.C] A frase completiva que funciona como complemento dos verbos dicendi pedir, de- sejar e exclamar é sinônima das interjeições (bis, boas-vindas e bom-dia), que expressam o mesmo sentido da frase completiva. Elas possuem as mesmas características das frases com outros verbos dicendi, porém a única diferença é que seus complementos podem ser substituídos por interjeições. Nas frases em que essas expressões selecionam o verbo-suporte dar, a interjeição passa a assumir o papel de nome predicativo, pois a construção exige a presença de um elemento predicador, que não pode ser o verbo, dada a sua natureza de “auxiliar”. Assim, as interjeições “migram” para a classe dos nomes predicativos, apresentando as mesmas propriedades de outras construções com verbo-suporte: 1. Correferência entre sujeitos: Capítulo 10. Classificação das CVS 196 A plateia deu bis ao cantor. [Ex.C] *A plateia deu o bis da Lady Gaga ao cantor. [Ex.C] A plateia aplaudiu o bis da lady Gaga ao cantor. [Ex.C] 2. Restrições sobre os determinantes A plateia deu (seu + *meu + *teu) bis ao cantor. [Ex.C] 3. Formação de grupo nominal a partir da redução do Vsup O bis da plateia ao cantor foi atendido. [Ex.C] 4. Substituição do Vsup dar por outras variantes dicendi A plateia (pediu + gritou) bis ao cantor. [Ex.C] Também fazem parte desse grupo outros nomes como amém, boa-noite, boa-tarde, boas-festas, ciao, foda-se, glória-a-Deus, graças-a-Deus, melhoras, morras, oi, olá, ok, tchau, urras, vivas, xeque-mate2 e outros. Todos eles foram inseridos na matriz (ver Apên- dice A), por se tratarem de construções com verbo-suporte. 10.3 O verbo-suporte de ocorrência Esta seção apresenta um tipo particular de construção com verbo-suporte, a que Gross (1986, p. 107-109) chamou de verbo-suporte de ocorrência (Vsup-oc). Os Vsup-oc instauram uma ocorrência, um acontecimento, ligando um evento a seu circunstancial. Essa categoria engloba verbos como: acontecer, ter lugar, ocorrer, decorrer, suceder, etc. Tipicamente, o verbo dar-se, em construções como (10.25), também é classificado como Vsup-oc. (10.25) A discussão se deu no programa “Última Palavra”. [Ex.R] O verbo dar-se é considerado verbo-suporte de ocorrência porque o elemento pre- dicativo da frase é, na verdade, o nome discussão, e essa construção se diferencia das demais CVS apresentadas nas seções anteriores porque o Npred não ocupa a posição sin- tática de objeto direto do verbo, mas sim, de sujeito. O verbo dar-se serve apenas para 2 Vale ressaltar que a construção dar xeque-mate pode ser usada em sentido literal, indicando que o jogador fez uma jogada no xadrez e, em seguida, proferiu a palavra xeque-mate ou também pode ser usada no sentido figurado, como no caso de A direção do Gama considera que deu o xeque-mate no Clube dos 13. Capítulo 10. Classificação das CVS 197 introduzir o elemento circunstancial posposto ao verbo (no programa “Última Palavra”). Em Português, essa construção pode sofrer uma transformação para: (10.25a) Deu uma discussão no programa “Última Palavra”. [Ex.C] As duas construções expressam a ocorrência de um evento e, portanto, o nome predicativo discussão é um nome eventivo, mas há diferenças sintáticas e semânticas entre elas: (i) o verbo em (10.25) é pronominal (verbo dar-se), enquanto em (10.25a) é simples (verbo dar); (ii) em (10.25), o nome predicativo aparece em posição pré-verbal, enquanto em (10.25a) o nome predicativo aparece em posição pós-verbal; (iii) o constituinte a discussão funciona como tema, em (10.25), mas como rema, em (10.25a); e (iv) dada a diferença entre tema e rema, o determinante, em (10.25), é definido, ao passo que, em (10.25a), é indefinido. A discussão sobre os conceitos de tema e rema foge ao escopo desta tese, mas, em linhas gerais, considera-se que o tema é o elemento dado, já conhecido, enquanto o rema é o elemento novo, que está sendo introduzido no momento da enunciação. Para um estudo aprofundado sobre tema e rema, ver, dentre outros, Halliday (1967) e Prince (1981). Em suma, há duas construções sintáticas diferentes com o Vsup-oc dar. Por um lado, destacam-se as construções como (10.26) e (10.27), que podem ser formalizadas como [𝑉𝑑𝑎𝑟 (𝐸+𝐷𝑒𝑡) 𝑁𝑖]; e, por outro lado, construções como (10.28) e (10.29), formadas por [𝑁𝑖 𝑉𝑑𝑎𝑟−𝑠𝑒]: (10.26) Os seguranças tentaram separar e deu uma confusão. [Ex.R] (10.27) E à meia noite deu uma briga lá no canto quebraram tres, quatro bancos nas costas do meu irmão. [Ex.R] (10.28) o secretário confirmou que a confusão se deu porque “eles [fiscais] estavam exigindo a pulseira". [Ex.R] (10.29) De acordo com populares, a briga se deu por conta de intrigas. [Ex.R] Smarsaro e Rocha (2011) descreveram as construções impessoais com o verbo dar na estrutura [dar x em y]. Trata-se de construções do tipo Deu infiltração na laje, Deu febre em Pedro e Deu mofo no guarda-roupa. Seguindo a proposta do Léxico-Gramática, Smarsaro e Rocha (2011, p.52) analisam essas construções em termos de transformações sintáticas e consideram “o verbo dar como suporte, todavia sem a presença do sujeito”. As autoras caracterizam as estruturas Deu frutas no sítio do João, Deu piolho na cabeça da criança e Deu infiltração na laje como estruturas de verbo-suporte que revelam uma Capítulo 10. Classificação das CVS 198 variação com os verbos ter e estar com, por meio de transformações sintáticas, como se demonstra em: (10.30) Deu frutas no sítio do João. [Ex.C] (10.30a) O sítio do João tem frutas. [Ex.C] (10.30b) ?O sítio do João está com frutas. [Ex.C] (10.31) Deu piolho na cabeça da criança. [Ex.C] (10.31a) A cabeça da criança tem piolho. [Ex.C] (10.31b) A cabeça da criança está com piolho. [Ex.C] (10.32) Deu infiltração na laje. [Ex.C] (10.32a) A laje tem infiltração. [Ex.C] (10.32b) A laje está com infiltração. [Ex.C] Para classificar essas construções como impessoais, é preciso retomar o conceito de impessoalidade. São chamadas construções impessoais aquelas que não admitem sujeito. Se considerarmos que o sujeito é o constituinte com o qual o verbo concorda em número, podemos testar a aceitabilidade dos constituintes pós-verbais na posição de sujeito plural. (10.30c) Deram frutas no sítio do João. [Ex.C] (10.31c) Deram piolhos na cabeça das crianças. [Ex.C] (10.32c) Deram infiltrações na laje [Ex.C] Todos os exemplos são construídos, mas essa possilidade de concordância do verbo com o nome predicativo também se verifica em frases reais de corpus com outros nomes predicativos, como, por exemplo: (10.33) a gente foi pra ver filme mas deram confusões e a gente acabou não fazendo nada. [Ex.R] (10.34) Infelizmente deram uns problemas no vídeo que seria para hoje e este só poderá ser enviado amanhã. [Ex.R] Dado o fato de que o verbo dar pode concordar em número com o nome predicativo que o acompanha, não o classificaremos como impessoal, mas admitiremos que o Npred seja o sujeito desse verbo-suporte de ocorrência. Capítulo 10. Classificação das CVS 199 Segundo Gross (1986, pp.107-108), os Vsup-oc servem para introduzir valores ad- verbiais, principalmente de tempo e de lugar, aos nomes eventivos. No entanto, frases como (10.30) e (10.31) não podem ser classificadas como construções com o verbo-suporte de ocorrência porque frutas e piolho não são nomes eventivos. Além disso, o verbo dar não pode ser substituído por outros Vsup-oc, tais como: (10.30) Deu frutas no sítio do João. [Ex.C] (10.30d) *Ocorreram frutas no sítio do João. [Ex.C] (10.30e) *As frutas no sítio do João se deram por causa da chuva. [Ex.C] (10.31) Deu piolho na cabeça da criança. [Ex.C] (10.31d) *Ocorreu piolho na cabeça da criança. [Ex.C] (10.31e) *O piolho na cabeça da criança se deu por falta de higiene. [Ex.C] Por outro lado, a construção Deu infiltração na laje (10.32) poderia ser classifi- cada como construção com o verbo-suporte de ocorrência dar, já que infiltração é um nome eventivo e o verbo dar pode comutar com outros Vsup-oc: (10.32) Deu uma infiltração na laje. [Ex.C] (10.32d) Ocorreu uma infiltração na laje. [Ex.C] (10.32e) A infiltração na laje se deu por falta de planejamento. [Ex.C] Conclui-se, portanto, que estão em jogo diferentes estruturas sintáticas e, portanto, devem ser analisadas isoladamente caso a caso. Durante a análise das construções causativas (ver Capítulo 5), foi evidenciada a possibilidade de algumas construções causativas também derivarem construções com essa mesma estrutura, tais como: (10.35) (Rui + Aquela caveira + O fato de Zé se atrasar + Que o Zé tenha se atrasado) deu (aflição + emoção + medo) em Ana. [Ex.C] (10.35a) Deu (uma aflição + uma emoção + um medo) em Ana. [Ex.C] (10.35b) (O medo + A aflição + A emoção) da Ana se deu pela chegada do Rui. [Ex.C] Na transposição da frase causativa (10.35) para a frase (10.35a), houve o apaga- mento do sujeito causal. Já na transposição de (10.35) para (10.35b), o elemento causal Capítulo 10. Classificação das CVS 200 passa da posição de sujeito para a posição de circunstancial. Em uma outra abordagem, Franchi, Negrão e Viotti (1998, p.114) chamam os verbos dessas construções de verbos apresentacionais porque desempenham o papel de “apresentar” o tópico ou assunto que se pretende introduzir na conversa. Partindo das noções de função apresentacional e foco apresentacional, Franchi, Negrão e Viotti (1998) usam o termo verbo apresentacional para se referirem a uma categoria de verbos que expressam um acontecimento, uma ocorrência, uma existência. Os autores dividem os verbos apresentacionais em duas classes: uma de sentenças existenciais e outra de sentenças ergativas. As existenciais, como o próprio nome sugere, indicam a existência da coisa, fato ou tópico conversacional que se deseja introduzir. Sua função é declarar que o referente do SN existe e que ele será o novo tópico. Os autores citam verbos como ter (e.g. Tem muita gente na festa), ser (e.g. Era uma vez, uma princesa), fazer (Faz muito tempo que não nos vemos), haver (Há muito dinheiro nos bancos) e outros como exemplos de verbos apresentacionais existenciais. Não foram encontrados na literatura trabalhos que refiram o verbo dar como apresentacional, porém os exemplos de verbos apresentacionais existenciais podem ser adaptados para o verbo dar. A análise da frase com ter (Tem muita gente na festa) se aplica a construções com dar (Deu mil pessoas na festa), que é interpretada como existencial (e.g. Havia mil pes- soas na festa), mas não como ocorrência (e.g. *(Ocorreram + Sucederam + Aconteceram) mil pessoas na festa). Com relação aos verbos apresentacionais em sentenças ergativas, ocorre a pospo- sição do sujeito ao verbo (FRANCHI; NEGRÃO; VIOTTI, 1998, p.114), sendo o sujeito um argumento não controlador, de propriedades típicas de objeto direto dos verbos tran- sitivos. Em outras palavras, a função de objeto direto se confunde com a do sujeito de um verbo intransitivo. Os autores citam como exemplo de construção ergativa com verbos apresentacionais: (10.36) Chega uma hora em que a mente alcança um plano mais alto. [Ex.C] (10.37) Começaram a aparecer os problemas no casamento. [Ex.C] A análise dessas construções com os verbos apresentacionais ergativos chegar e aparecer também pode ser adaptada para a análise de construções impessoais com o verbo dar, em frases como: (10.36a) Deu a hora em que a mente alcança um plano mais alto. [Ex.C] Capítulo 10. Classificação das CVS 201 (10.37a) Começou a dar problemas no casamento. [Ex.C] Laura (2013, p.50) analisa essas construções e conclui que “esses verbos não predi- cam nem o sujeito nem o argumento interno, ou seja, não lhes atribuem traços procedentes de suas propriedades intencionais”. Sua função se resume a apresentar o novo tópico dis- cursivo, que é representado pelo sintagma nominal precedido pelo verbo apresentacional. As construções com o verbo-suporte de ocorrência dar (ou chamado verbo apresen- tacional) também podem ser classificadas nessas duas categorias: (i) com valor existencial (e.g. Deu infiltração na laje); e (ii) em sentenças ergativas, com valor temporal (e.g. Deu duas horas). Para atestar essa subdivisão, recorremos a comparações com outros verbos existenciais (como haver) e temporais (como ser). (10.38) Deu infiltração na laje. [Ex.R] (10.38a) (Há + *É) infiltração na laje. [Ex.C] (10.39) Deu uma hora. [Ex.R] (10.39a) (*Há + É) uma hora. [Ex.C] O verbo-suporte de ocorrência dar também introduz os nomes predicativos que indicam fenômenos meteorológicos. Ruwet (1986) tratou dos verbos meteorológicos em diferentes línguas, considerando verbos como chover, nevar, trovejar, esfriar, dentre ou- tros. Muitos verbos meteorológicos podem ser nominalizados – chuva, neve, trovão, frio – e constituir uma locução juntamente com o verbo dar ou o verbo fazer. (10.40) Deu uma chuva forte no Rio de Janeiro. [Ex.C] (10.41) Deu um trovão ontem à noite. [Ex.C] Nas construções nominais, o nome meteorológico é o predicador da frase, assim o verbo dar é classificado como verbo-suporte de ocorrência. Nomes como trovoada, tro- vejada, trovão, raio, tempestade, enchente, névoa, ventania, calor etc. são predicativos e entram em construções com Vsup-oc, porém não estão descritos na matriz do L-G porque não são CVS comuns. Este capítulo encerra a Parte II da tese, apresentando uma classificação das CVS com o verbo dar em Português Brasileiro. A classificação proposta identificou 15 classes sintáticas, dependendo principalmente do número de argumentos e do tipo semântico desses argumentos. Além da classificação sintática, que é formal e pode ser reproduzida Capítulo 10. Classificação das CVS 202 para outros verbos, este capítulo apresentou uma proposta de agrupamento semântico das CVS com base nos significados dos nomes predicativos. Por fim, apresentamos também um tipo particular de CVS, cujo verbo é chamado de verbo-suporte de ocorrência. As propriedades particulares desses verbos-suporte de ocorrência também foram abordadas neste capítulo. A partir do próximo capítulo, inicia-se a Parte III da tese, que trata do processa- mento automático das CVS em um parser. Parte III Processamento computacional dos predicados nominais 204 11 O processamento das construções com verbo-suporte Neste Capítulo, apresentaremos brevemente o estado da arte do processamento au- tomático de construções com verbo-suporte, tanto em Português como em outras línguas. A falta de uma abordagem satisfatória para o processamento desse tipo de expressão multipalavra justifica a proposta deste trabalho, de analisar sintaticamente as relações que se estabelecem entre os constituintes de uma CVS. Ainda neste Capítulo, apresen- taremos a arquitetura geral da STRING (MAMEDE et al., 2012), que é uma cadeia de processamento do Português, usada para testar a análise sintática automática das CVS. 11.1 Considerações preliminares Os predicados nominais do tipo construções com verbo-suporte, por vezes chama- dos na Linguística Computacional ou no PLN de expressões multipalavras, predicados complexos ou construções com verbo leve, já foram objeto de processamento automático, principalmente na área da tradução automática (BUTT, 1994; WANG; IKEDA, 2008; VINCZE, 2012). Nesses trabalhos, porém, as CVS são analisadas como um bloco único cujos constituintes são relativamente fixos, tal como um subtipo de expressão multipala- vra. Não foi encontrado na literatura nenhum trabalho que refira o processamento automático das CVS em parser (analisador sintático automático) e que considere as com- plexas relações sintáticas que se estabelecem entre seus constituintes. Um dos objetivos desta tese é justamente propor a análise sintática automática das CVS que leve em consi- deração sua estrutura sintática complexa. As CVS seguem as mesmas regras de formação e transformação da gramática geral da língua, mas possuem propriedades específicas e ad- mitem sistematicamente várias transformações sintáticas, ainda que algumas delas sejam lexicalmente determinadas. Ao contrário de outras abordagens que visam ao processamento das CVS para uma aplicação específica (como a tradução automática), este trabalho propõe uma análise sintática automática geral, a ser utilizada em qualquer aplicação computacional, ou seja, independente de domínio ou área. Os parsers disponíveis para o Português, de que se tenha conhecimento, não pos- suem ainda informações sobre predicados nominais formados por verbo-suporte e nome predicativo. O parser PALAVRAS (BICK, 2000) é considerado um dos melhores analisa- Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 205 dores sintáticos para o Português do Brasil (MAZIERO; PARDO; NUNES, 2007), com precisão de 95% na etiquetagem de categorias morfossintáticas, mas esse parser não distin- gue construções verbais (com verbo pleno) de construções nominais (com verbo-suporte). Conforme apontado e amplamente defendido na Parte II, é necessário analisar as CVS como predicados nominais em que o predicador é o nome, e não o verbo. Essa dife- rença deve ser levada em conta porque a estrutura sintática, a estrutura de constituintes, a estrutura de dependências e os papéis temáticos dos argumentos das CVS são diferentes das construções verbais com verbo pleno. Nesta parte da tese, apresentamos a metodologia e os resultados da integração dos dados linguísticos do Léxico-Gramática (L-G) em uma cadeia de processamento automá- tico do Português. Para tanto, (i) os dados descritos na Parte II foram formalizados em uma matriz do L-G; (ii) as regras de extração de dependências das CVS foram geradas automaticamente a partir das informações constantes na matriz do L-G; (iii) um corpus de referência foi produzido e anotado manualmente com CVS para servir como golden standard para a avaliação da performance do sistema; (iv) uma amostra do corpus foi processada na cadeia de processamento do Português, e ela corresponde à mesma amos- tra anotada manualmente; (v) o resultado do sistema foi avaliado com base nos resultados da anotação manual do corpus de referência; (vi) os principais erros encontrados na saída do sistema, após o processamento automático foram identificados e corrigidos; e (vii) após a análise de erros, foi feita uma segunda avaliação da performance do sistema. Vale ressaltar que a análise, descrição e classificação das CVS em Português Bra- sileiro foram feitas em três trabalhos diferentes, no âmbito de três doutoramentos: Barros (2014) descreveu e classificou 1.815 predicados nominais formados pelo verbo-suporte fa- zer ; Santos (2015) descreveu e classificou 2.273 predicados nominais com o verbo-suporte ter ; e, nesta tese, apresentamos 1.489 predicados nominais com o verbo-suporte dar. Todos esses dados foram sistematicamente analisados, descritos e formalizados em matrizes do Léxico-Gramática (L-G) das construções nominais do Português. Apesar de haver descrição das CVS com esses três verbos (fazer, ter e dar), esta tese apresenta exclusivamente os resultados da inserção das construções nominais com o verbo-suporte dar na cadeia de processamento do Português STRING (MAMEDE et al., 2012). Os dados das construções com o verbo-suporte dar foram inseridos na STRING, concretamente como um dos componentes da gramática do Português, implementada no XIP (Xerox Incremental Parser), que é o analisador sintático automático utilizado pela cadeia (MOKHTAR; CHANOD; ROUX, 2002). O XIP utiliza regras para extração de dependências entre as cabeças dos constituintes sintáticos (chunks); o objetivo é que o parser extraia automaticamente uma dependência (SUPPORT) entre o Vsup e o Npred. Essa dependência depois é utilizada para analisar adequadamente as relações entre o Npred e seus argumentos. Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 206 Em trabalho anterior (RASSI et al., 2014), descrevemos uma proposta geral para a extração de eventos e de dependências associados às construções com Vsup na STRING. Naquele trabalho, indicamos a estratégia de implementação das construções com verbo- suporte. Recorde-se que as CVS podem formar construções standard (A Ana deu um beijo no Rui - SUPPORT[vsup-standard]), de orientação semântica ativa, ou construções conversas (O Rui recebeu um beijo da Ana - SUPPORT[vsup-converse]), de orientação semântica passiva. 11.2 Cadeia de processamento automático do Português - STRING A STRING é uma cadeia híbrida de processamento de língua natural para o Por- tuguês, baseada tanto em métodos de base estatística como em processamento por regras. A cadeia possui uma estrutura modular, que executa as principais tarefas básicas de PLN, como a tokenização, a segmentação do texto em frases, a etiquetagem morfossintática dos tokens com suas respectivas partes-do-discurso (POS tagging), a desambiguação morfos- sintática (por regras e estatística), a análise sintática superficial (chunking) e a análise sintática profunda (deep parsing). A arquitetura geral da STRING é apresentada na Fig. 6: Figura 6 – Arquitetura geral da STRING Fonte: Adaptado de https://string.l2f.inesc-id.pt/w/index.php/Architecture. Cada módulo da cadeia executa uma tarefa específica1. O primeiro módulo (LexMan) recebe o texto para processar e executa as seguintes tarefas: (i) tokeniza o texto, ou seja, define os segmentos que formam o texto (palavras, pontuação etc.); (ii) etiqueta morfos- sintaticamente os segmentos, ou seja, recebe o resultado da tokenização como entrada e associa todas as possíveis etiquetas de partes-do-discurso (POS) a cada segmento; e (iii) segmenta o texto em sentenças, ou seja, indica o início e o fim de cada sentença. Este 1 As informações constantes neste Capítulo sobre a arquitetura e o funcionamento da STRING fo- ram retiradas da página principal do projeto: https://string.l2f.inesc-id.pt/w/index.php/Main_Page. Acesso em 14/05/2015. Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 207 módulo também executa tarefas de reconhecimento de números e datas e pode resolver alguns problemas de ambiguidade morfossintática. O segundo módulo (RuDriCo2) é um desambiguador morfológico baseado em regras e executa parte da desambiguação das etiquetas atribuídas no módulo anterior. O principal objetivo do RuDriCo2 é ajustar os resultados produzidos pelo analisador morfológico de acordo com as necessidades de cada parser. Para tanto, ele faz alterações de segmentação dos dados de entrada, por exemplo, para juntar segmentos, no caso de palavras compostas; assim, ele pode modificar a segmentação feita no LexMan. O terceiro módulo (MARv4) também é um disambiguador morfossintático, porém é baseado em modelos estatísticos. Esse módulo recebe o resultado da etiquetação feita pelo RuDriCo2, no módulo anterior, e seleciona a melhor etiqueta de POS para cada seg- mento. Para tanto, o MARv4 emprega o modelo estatístico conhecido como Hidden Markov Model (HMM ) e o algoritmo Viterbi. Uma cadeia de Markov é um tipo especial de autô- mato ponderado em que a sequência de entrada determina quais estados o autômato vai percorrer. Finalmente, o último módulo a ser aplicado é o XIP (Xerox Incremental Par- ser) (MOKHTAR; CHANOD; ROUX, 2002), que é responsável pela análise sintática da STRING. Esse analisador também permite a introdução de informação lexical, sintática e semântica, acrescentando-a à saída dos módulos anteriores. O XIP é baseado em autômato de estados finitos e executa a análise sintática do texto através da aplicação sequencial de gramáticas locais, de regras de desambiguação morfossintática e do cálculo de chunks e de dependências. O XIP em si é composto pelos seguintes módulos: ∙ Léxicos: os léxicos do XIP permitem adicionar informações aos diferentes tokens. ∙ Gramáticas locais: o XIP permite escrever regras para buscar padrões, considerando contextos tanto à direita quanto à esquerda de um determinado padrão. Essas regras servem, por exemplo, para definir as entidades que são formadas por mais de uma palavra (token). Trata-se de expressões relativamente produtivas que podem ser assim agrupadas para formar expressões linguísticas mais complexas e tratadas como unidades lexicais. ∙ Módulo de chunking: as regras de chunking do XIP executam uma análise super- ficial, ou seja, uma análise sintática básica do texto. Para cada tipo de sintagma, por exemplo, sintagma nominal (NP), sintagma preposicional (PP), sintagma ver- bal (VP), etc., uma sequência de categorias gramaticais é agrupada em estruturas sintáticas elementares. Esses segmentos são chamados de chunks. ∙ Módulo de extração de dependências: No XIP, as dependências são relações sintáticas entre os diferentes chunks, as cabeças dos chunks ou os elementos dentro dos chunks. Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 208 As dependências permitem representar um conhecimento mais profundo e mais rico sobre a informação e o conteúdo do texto. As principais dependências correspondem às chamadas funções sintáticas profundas, tais como sujeito (SUBJ), objeto direto (CDIR), modificador (MOD), etc. Outras dependências são apenas relações auxiliares, utilizadas para calcular as dependências sintáticas mais profundas. Por exemplo, a dependência CLINK simplesmente liga cada argumento de uma coordenação à sua conjunção coordenativa. Depois do módulo do parser, a STRING ainda possui também módulos para o reconhecimento de entidades nomeadas, resolução de anáforas, normalização de expres- sões temporais, ordenação temporal de eventos, etiquetagem de papéis semânticos, dentre outros. No âmbito da arquitetura geral da STRING, o presente trabalho se insere no módulo XIP porque consiste no processamento sintático automático das CVS. Nossa pro- posta consiste num conjunto de regras produzido automaticamente a partir das matrizes do L-G, que permitem ao sistema extrair dependência que liga o nome predicativo ao verbo-suporte, chamada de SUPPORT. 11.3 Estratégia para implementação dos dados na STRING Conforme apresentado na seção anterior, a STRING processa os textos de forma modular, uma etapa de cada vez. Numa das etapas finais do módulo de parsing, o sistema extrai os eventos (ou predicados) e seus participantes (ou argumentos). No momento, a STRING extrai a estrutura de EVENT para todos os verbos plenos e muitos nomes predicativos. No caso dos verbos, o sistema associa os eventos aos seus argumentos e circuns- tanciais. Assim, para uma frase como (11.1), o parser extrai a estrutura do evento com as seguintes dependências: (11.1) Max costuma ler o jornal no café às sextas-feiras. [Ex.C] EVENT_AGENT(ler,Max) EVENT_OBJECT(ler,jornal) EVENT_LOC-PLACE(ler,café) EVENT_TIME-FREQUENCY(ler,a_as sextas-feiras) No caso das CVS, é necessário que o sistema identifique o nome predicativo (e não o verbo-suporte) como EVENT, ou seja, como predicador, já que o Vsup serve apenas como Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 209 uma auxiliar do nome. Assim, a dependência SUPPORT tem que ser extraída primeiro, como ocorre no exemplo: (11.2) Max deu um beijo na Ana. [Ex.C] SUPPORT_STANDARD(beijo,deu) Para isso, é necessário fornecer ao sistema as informações de que o verbo dar é o verbo-suporte standard básico do nome predicativo beijo. Também é necessário informar ao sistema que, nessa construção, o Npred funciona como complemento direto (CDIR) do verbo-suporte e que os complementos dativos podem ser introduzidos pela preposição em, em Português Brasileiro. As regras a seguir ilustram, de uma forma simplificada, o funcionamento do sistema modular baseado em regras: if (CDIR(#1[lemma:dar],#2[lemma:beijo]) & ~SUPPORT(#2,#?)) SUPPORT[vsup-standard](#1,#2) if (SUPPORT(#1,?)) EVENT[OTHER=+](#1). if (SUPPORT[vsup-standard](#1[lemma:beijo],#2) & EVENT[other](#1) & SUBJ(#2,#3)) EVENT[agent-generic=+](#1,#3). if (SUPPORT[vsup-standard](#1[lemma:beijo],#2) & EVENT[other](#1) & ^MOD(#2,#3) & PREPD(#3,?[lemma:em]) ) COMPL(#1,#3), EVENT[patient=+](#1,#3). if (SUPPORT[vsup-standard](#1[lemma:beijo],#2) & EVENT[other](#1) & (^MOD[dat](#2,#3) || ^CLITIC(#2,#3[dat]) ) ) CINDIR[dat=~](#1,#3), EVENT[patient=+](#1,#3). Essas regras são lidas da seguinte forma: primeiramente, a dependência SUPPORT é extraída com a feature _vsup-standard quando o nome beijo é reconhecido como com- plemento direto do verbo dar, desde que nenhum outro Vsup tenha sido extraído an- teriormente; com base nessa dependência, uma outra dependência de EVENT é extraída para o nome predicativo; em seguida, o sujeito do Vsup standard é anotado com o papel semântico de agent (ou agent-generic na terminologia da STRING); depois disso, o sintagma preposicional (MOD) que modifica o Vsup e que é introduzido pela preposição em é convertido em um complemento (COMPL) do nome predicativo e é anotado com o papel Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 210 semântico de patient; um procedimento semelhante é usado para o complemento dativo, quando reduzido a uma forma pronominal dativa (lhe), mas, nesse caso, em vez de COMPL, é usada a dependência CINDIR, por ser um complemento indireto. Todas essas regras são automaticamente produzidas para cada nome predicativo, a partir das informações constantes no Léxico-Gramática. Para o L-G das construções com dar, com 1.489 nomes predicativos e 18 variantes verbais, considerando-se as variantes de Vsup standard e de Vsup converso, a STRING produziu automaticamente 5.100 regras. A dependência SUPPORT e os eventos relacionados aos argumentos do Npred são representados a seguir: SUPPORT_VSUP-STANDARD(beijo,deu) EVENT_AGENT(beijo,Max) EVENT_PATIENT(beijo,Ana) Note-se que, na construção conversa, a estrutura do evento permanece a mesma, mas a dependência SUPPORT é diferente: (11.3) Ana ganhou um beijo do Max. [Ex.C] SUPPORT_VSUP-CONVERSE(beijo,ganhou) EVENT_AGENT(beijo,Max) EVENT_PATIENT(beijo,Ana) A construção conversa executa a inversão das funções sintáticas dos argumentos, mantendo seus papéis semânticos. A detecção da construção conversa faz gerar um con- junto de regras que também inverte os papéis semânticos associados às posições sintáticas dos nomes predicativos. Este capítulo, que introduz a terceira parte da tese, retomou os aspectos funda- mentais do estado da arte sobre o processamento automático de construções com verbo- suporte. Grande parte dos trabalhos disponíveis na literatura tratam as CVS como quais- quer outros tipos de expressões multipalavras (assim como palavras compostas, locuções verbais e expressões fixas). Discutimos a problemática relacionada a essa perspectiva e defendemos a análise das CVS como estruturas complexas, formadas por constituintes sintaticamente decomponíveis e analisáveis, e que seguem as mesmas regras gerais de for- mação de constituintes e sofrem o mesmo tipo de transformações sintáticas aplicáveis a Capítulo 11. O processamento das construções com verbo-suporte 211 frases com idêntica estrutura interna, tal como sucede nas construções com verbos ple- nos. Por outras palavras, salvo as propriedades características das CVS, estas seguem as mesmas regras da gramática geral da língua. Ainda neste capítulo, fornecemos noções gerais sobre o parser utilizado neste tra- balho e apresentamos, em linhas gerais, a proposta para a extração de dependências na STRING, que é a cadeia de processamento do Português, onde as CVS foram integradas, onde as regras de extração de dependências foram geradas e onde o corpus de referência foi processado. Em suma, este capítulo tratou da arquitetura da STRING, do funcionamento de seus módulos para o processamento do Português, da estrutura do parser XIP e da es- tratégia para o processamento automático das CVS. Depois dessa breve explanação sobre o sistema, apresentaremos, no próximo capítulo, os procedimentos para a constituição e anotação do corpus de referência que será processado na STRING. 212 12 A produção do corpus de referência O corpus de referência1 utilizado é uma amostra do corpus PLN.Br Full com frases extraídas automaticamente e anotadas manualmente. Essa amostra abrange candidatos a CVS formados por pares dos verbos-suporte dar, fazer e ter e um Npred. As matrizes do Léxico-Gramática dos predicados nominais com esses três Vsup foram intersectadas com grafos de referência do Unitex, a fim de procurar sistematicamente no corpus todas as combinações de um dos verbos-suporte com um dos nomes predicativos, considerando-se apenas as combinações previstas na matriz, a fim de limitar a “explosão combinatória” que usar todos os Vsup e Npred produziria. Por meio dessa metodologia, foram identificadas no corpus 121.198 frases com pares (Vsup, Npred) candidatos a CVS, isto é, frases em que ocorre simultaneamente um potencial Vsup e um potencial Npred, dadas as combinações possíveis indicadas nas matrizes do L-G. 12.1 Extração automática das frases Das 3 matrizes do L-G (uma para cada verbo-suporte elementar: dar, fazer e ter), foram utilizadas as informações de verbo-suporte elementar, as variantes de verbo-suporte e de verbo-suporte converso, além da coluna dos nomes predicativos. Essas informações sobre a co-ocorrência dos verbos com os nomes de cada construção foram intersectadas com um grafo de referência do Unitex (ver Subseção 2.2.1). Para tanto, criamos o grafo ilustrado na Fig. 7 Figura 7 – Grafo de referência para identificação das CVS Fonte: Elaborado pela autora e já publicado em Rassi, Baptista e Vale (2015, p.212) Nesse grafo, atribuímos uma etiqueta “[CVS: ...]” a ser inserida em todas as frases do corpus em que existir um candidato a CVS.No penúltimo estado, inserimos 1 Ressalte-se que partes do conteúdo deste Capítulo já foram publicadas em Rassi, Baptista e Vale (2015). Capítulo 12. A produção do corpus de referência 213 a etiqueta “($VSup$,$N$)”, a ser apresentada na saída (output), instanciando o verbo- suporte e o nome predicativo de tal construção, separados por vírgula e entre parênteses. As variáveis “@A” e “@B” são preenchidas por Npred e Vsup, respectivamente, a partir da informação constante na matriz do L-G. A caixa que contém “” indica a negação da categoria verbo, ou seja, naquela posição pode haver qualquer palavra que não seja um verbo. Nessa caixa, uma das setas que saem indica um loop, ou seja, a possibilidade de ocorrer uma sequência indefinidamente longa de elementos que não sejam verbos. A caixa “” corresponde a qualquer forma conjugada do verbo ser. A caixa “” corresponde a qualquer advérbio. Os símbolos “N” (nome) e “Vsup” (verbo-suporte) em vermelho identificam as variáveis usadas no output. O grafo possui dois caminhos. A partir da etiqueta “[CVS:”, que delimita a CVS, o primeiro caminho se lê: instancia-se o verbo-suporte, seguido imediatamente de um nome predicativo ou seguido de qualquer sequência de palavras, desde que não sejam verbos; em seguida instancia-se o nome predicativo e fecha-se a etiqueta CVS com “]”. No segundo caminho, que prevê a inversão da ordem de verbo e nome, nos ca- sos de construções passivas, lê-se: instancia-se o nome predicativo, que pode ser seguido imediatamente de qualquer forma do verbo ser2 ou pode haver entre eles uma sequência indefinidamente longa de palavras que não sejam verbos; o verbo ser pode ainda ser se- guido imediatamente do nome predicativo ou haver, entre eles, algum advérbio; no fim, fecha-se a etiqueta “CVS” com “]”. Ao intersectar o grafo de referência com as matrizes do L-G, o Unitex produz um subgrafo de resultado para cada linha da matriz que foi instanciada por uma combina- ção de Vsup e Npred. Assim, o número de subgrafos corresponde ao número de linhas das matrizes. Nesses grafos, definem-se os padrões combinatórios a serem procurados e, posteriormente, o sistema gera, para cada linha, o correspondente transdutor que permite procurar esses padrões nos textos. A Fig. 8 mostra um exemplo de um dos subgrafos de resultados gerado automati- camente pelo Unitex. Neste subgrafo, representam-se as combinações determinadas pelo nome predica- tivo esclarecimento, que pode selecionar o verbo-suporte elementar dar ou suas variantes estilísticas e/ou aspectuais conceder, fazer e prestar, na construção standard, e selecionar os verbos-suporte conversos receber e ter, na construção conversa. No caminho inferior do grafo, apresentam-se as construções passivas correspondentes3. 2 Os verbos estar, ficar e outros auxiliares das passivas de estado não foram considerados neste mo- mento. 3 A possibilidade de o verbo ter integrar uma construção passiva (no segundo caminho do subgrafo) deve-se ao caráter automático do processo de geração do grafo. Uma vez que este é usado para reconhecimento (e não para geração), isso não constitui um problema para os objetivos deste trabalho. Capítulo 12. A produção do corpus de referência 214 Figura 8 – Subgrafo 0398 da matriz dos Npred com dar Fonte: Elaborado pela autora e já publicado em Rassi, Baptista e Vale (2015, p.213) Além de todos os subgrafos de resultados, o Unitex também gera automaticamente um grafo único de resultados, que integra todos os subgrafos. Esse grafo de resultados foi aplicado ao corpus PLN.Br Full a fim de buscar as combinações de Vsup e Npred nos tex- tos reais. A Fig. 9 mostra um trecho da concordância apresentada pelo Unitex, quando da procura pelo grafo de resultados das construções com o verbo dar. Figura 9 – Extrato da concordância exibida pelo Unitex Fonte: Elaborado pela autora Somando-se os resultados da aplicação das 3 matrizes, o Unitex retornou 177.287 frases. Algumas dessas frases eram duplicadas porque, muitas vezes, o mesmo nome pre- dicativo constava em duas ou três matrizes com as mesmas variantes de Vsup; portanto, excluindo-se as duplicadas, restaram 131.734 frases. Algumas delas, que haviam sido mal segmentadas, foram excluídas da amostra. Também foram excluídos muitos pares com as formas desse(s) e deste(s), por se tratarem, na sua grande maioria, da combinação da preposição de com o pronome demonstrativo esse(s)/este(s), ambíguas com as respectivas flexões do verbo dar. Por fim, foram excluídas também todas as formas conjugadas de poder, dever, olhar, saber e parecer, deixando apenas as formas de substantivo singular e plural dessas palavras: poder(es), dever(es), olhar(es), saber(es) e parecer(es). Capítulo 12. A produção do corpus de referência 215 Portanto, o universo com o qual estamos trabalhando é formado por 92% dos dados iniciais (131.734 frases extraídas pelo Unitex), pois contém as 121.198 frases restantes após essas operações de filtragem. Em seguida, todas as formas dos verbos e dos nomes foram lematizadas, e foram calculadas as ocorrências de cada par de Vsup e Npred. As 121.198 frases são representadas por 4.668 types de pares (Vsup,Npred), variando de 1 ocorrência até 3.519 ocorrências do mesmo par (e.g. fazer parte). 12.2 A seleção da amostra O universo total do nosso objeto de estudo consiste em 121.198 frases, que é exaus- tivamente grande para uma anotação manual. Desse universo, foi selecionada uma amostra aleatória estratificada, a ser anotada, e que é proporcional ao número de ocorrências de cada par (Vsup,Npred) e, ao mesmo tempo, que leva em consideração a diversidade das combinações. A amostra foi estratificada em 3 grandes blocos: ∙ A amostra global recuperou pelo menos um caso de todos os pares que tenham, pelo menos, 21 ocorrências, somando-se um total de 2.646 frases. ∙ A amostra intermédia corresponde aos pares (Vsup,Npred), que tenham, no mínimo 2 ocorrências, e, no máximo, 20 ocorrências. ∙ A última porção da amostragem é constituída pelos hapax legomena, ou seja, os pares que possuem uma única ocorrência no corpus. A Tabela 6 apresenta a distribuição dos pares candidatos a CVS em cada bloco da amostra. Amostra n𝑜 frases % frases n𝑜 types % types Cobertura do corpus Amostra global 2.646 2,18% 1.130 24,2% 84,85% (freq. > 21) Amostra intermédia — — 2.537 54,3% 14,30% (2 6 freq. 6 20) hapax legomena — — 1.001 21,5% 0,85% (freq. = 1) TOTAL 121.198 100% 4.668 100% 100% Tabela 6 – Distribuição da amostra Ressalte-se que o número (e porcentagem) de frases aparece apenas para a amostra global porque corresponde às frases que foram, de fato, anotadas. A amostra intermédia e Capítulo 12. A produção do corpus de referência 216 os hapax legomena não foram considerados nesta etapa. A Tabela 6 indica também o nú- mero de types em cada bloco e sua porcentagem em relação ao total, além da porcentagem do corpus que é abrangido em cada bloco. Como se pode perceber, a amostra global abrange 2.646 frases, ou seja, 2,18% do conjunto total (121.198 frases). Dos 4.668 types de pares, a amostra global conta com 1.130 types, o que corresponde a 24,2% dos pares diferentes e cobre 84,85% das sentenças do corpus. A amostra intermédia considera outros 2.537 types, que equivalem a 54,3% dos types do universo, mas cobrem apenas 14,30% das sentenças do corpus. O último bloco da amostra compreende os hapax legomena, contendo 1.001 hapax, que correspondem a 21,5% do total de types e cobrem 0,85% do corpus. Conforme apontado anteriormente, apenas o primeiro subconjunto de dados, que corresponde à amostra global, foi anotado. Nesse sentido, o conjunto de frases que cons- tituem o corpus de referência das CVS em Português, ou seja, o conjunto anotado que pode ser utilizado para avaliação de diferentes métodos de identificação, classificação ou processamento de CVS, foi estabelecido com base somente na amostra de quase 25% do total de types (Vsup, Npred), o que cobre 84,85% do corpus total. A próxima Seção descreve a ferramenta utilizada para a anotação, bem como o processo de anotação em si. 12.3 O processo de anotação Esta Seção apresenta o material, os métodos e os procedimentos utilizados no pro- cesso de anotação das 2.646 frases com candidatos a CVS : (i) a Subseção 12.3.1 apresenta mais detalhadamente a ferramenta de anotação chamada CorpusAnnotator (SUISSAS, 2014), já indicada anteriormente na Subseção 2.2.3; (ii) a Subseção 12.3.2 descreve o grupo de anotadores e o manual de anotação utilizado; e (iii) a Subseção 12.3.3 trata dos procedimentos para a normalização (regularização das etiquetas) das anotações. 12.3.1 A ferramenta de anotação Para facilitar a tarefa dos anotadores, Suíssas (2014) criou o programa CorpusAn- notator.Class, desenvolvida em Java (JRE). Para o programa funcionar, são necessários dois arquivos com extensão .txt: (i) um arquivo com todas as frases a serem anotadas; e (ii) um arquivo de parametrização com todas as formas de singular e plural dos nomes predicativos, já que o Npred é o alvo a ser anotado. A anotação consistiu em assinalar, para cada frase, um código (convencional) que corresponde ao tipo de construção sintática indicada pelo par (Vsup,Npred) que aparece entre parênteses no início de cada frase. Cada anotador escolhe uma das etiquetas dispo- Capítulo 12. A produção do corpus de referência 217 níveis: ∙ CVS-STANDARD - para as construções com verbo-suporte standard Ex.: (dar,tapa) Ana deu um tapa em Rui. ∙ CVS-CONVERSE - para as construções com verbo-suporte converso Ex.: (levar,tapa) Rui levou um tapa da Ana. ∙ VOPC - para as construções com verbo-operador causativo Ex.: (dar,medo) O vento sombrio deu medo em Ana. Ex.: (fazer,medo) O vento sombrio fez com que Ana tivesse medo. ∙ OTHER - para qualquer outro tipo de construção (com verbo pleno, expressão fixa, ou outros) Ex.: (fazer,academia) Rui fez (=construiu) uma academia. [verbo pleno] Ex.: (dar,tiro) O governo deu um tiro no próprio pé. [expressão fixa] Ex.: (ter,controle) Rui tem Max sob seu controle. [verbo-operador de ligação] Essa última etiqueta permite distinguir as CVS e também as construções com VopC de outras expressões formadas pelo mesmo par de elementos lexicais, mas com propriedades sintáticas e semânticas distintas. Na amostra, há apenas um par candidato a CVS, o qual está indicado entre pa- rênteses no início da frase a ser anotada. Além dessas etiquetas (SVC-STANDARD, SVC- CONVERSE, VOPC ou OTHER), o programa também apresenta por default as opções: ∙ Nenhuma das anteriores/Não sei: que deve ser assinalado quando o anotador não souber qual etiqueta atribuir; ∙ Tenho dúvidas: que deve ser marcada, mesmo que tenha selecionado alguma das etiquetas anteriores (SVC-STANDARD, SVC-CONVERSE, VOPC ou OTHER), para que o anotador possa retornar, posteriormente, somente às frases em que ficou com dúvida, marcando a opção “Mostrar apenas as frases com dúvidas”. Assim, permite que outra pessoa possa vir a decidir, mais tarde, qual a melhor solução nesse caso. ∙ Erro na frase: que deve ser selecionada caso a frase esteja truncada, incompleta ou não apresenta contexto suficiente para determinar qualquer etiqueta. Capítulo 12. A produção do corpus de referência 218 12.3.2 Procedimentos de anotação O conjunto total de dados (2.646 frases) foi anotado por 5 anotadores linguis- tas especialistas em CVS, todos falantes nativos do Português, sendo 4 brasileiros e 1 português. Todos os anotadores receberam um conjunto de orientações (guidelines), com explicações sobre a tarefa e o funcionamento do programa. Nas guidelines constam apenas informações sobre como baixar o programa, como utilizar a ferramenta e como salvar o arquivo de saída dos dados produzidos. Não foram dadas aos anotadores informações adicionais sobre o conteúdo/assunto dos dados a serem anotados. Essas orientações encontram-se no Apêndice D. 12.3.3 Normalização da anotação Os arquivos resultantes da anotação de cada anotador foram intersectados e cada anotação consta em uma coluna de uma tabela única. As quatro categorias definidas previamente (SVC-STANDARD, SVC-CONVERSE, VOPC e OTHER) poderiam ainda ser acrescidas de outras etiquetas: “?” para indicar “dúvida” e “#” para indicar “erro na frase” (ou apenas uma ou ambas)4. Todos os casos de dúvida, mesmo quando outra etiqueta fora também atribuída, foram analisados individualmente e serão discutidos adiante. Porém, para calcular a con- cordância entre anotadores, desconsideramos as etiquetas “?”, “#” e “?#” nos casos em que outra categoria tenha sido também atribuída. Dessa forma, restaram apenas 5 eti- quetas: as quatro referentes às quatro categorias e uma quinta etiqueta para as frases em que o anotador não atribuiu nenhuma das 4 etiquetas anteriores, marcando apenas “?”. Essas etiquetas foram então convertidas em dígitos: ∙ SVC-STANDARD, representada por 1; ∙ SVC-CONVERSE, representada por 2; ∙ VOPC, representada por 3; ∙ OTHER, representada por 4; ∙ ? , representada por 5; As frases que apresentavam erro (“#”) foram descartadas da análise. Consideram- se erros na frase os casos em que a frase não foi segmentada ou identificada corretamente, 4 O arquivo poderia conter até 19 etiquetas diferentes. São elas: SVC-STANDARD, SVC- STANDARD?, SVC-STANDARD#, SVC-STANDARD?#, SVC-CONVERSE, SVC-CONVERSE?, SVC-CONVERSE#, SVC-CONVERSE?#, VOPC, VOPC?, VOPC# , VOPC?#, OTHER, OTHER?, OTHER#, OTHER?#, #, ?#, ou “?”. Capítulo 12. A produção do corpus de referência 219 como ocorre em (12.1), ou não apresentava contexto suficiente para atribuirmos uma etiqueta (12.2), ou ainda os casos em que os candidatos a Vsup e a Npred não são formas de verbo ou formas de nome, respectivamente, tais como (12.3), (12.4), (12.5) e (12.6). (12.1) (ter,usufruto) Waldomiro Diniz tinha uma utilidade. [Ex.R] (12.2) (ter,ponto) Bicho tem ponto nos fundos do Planalto. [Ex.R] (12.3) (fazer,filho) Carlos Alberto H. Farias Magioli Filho. [Ex.R] (12.4) (ter,passado) Dou graças a Deus ter passado 28 anos no Exército seguindo a Convenção de Genebra (que veta tortura a prisioneiros). [Ex.R] (12.5) (ter,acordo) Os dois deverão explicar aos senadores os novos termos do acordo fechado com o FMI. [Ex.R] (12.6) (dar,mostra) A análise dos dados históricos mostra que existem maiores oscilações dos preços das ações do que dos dados fundamentais da economia. [Ex.R] Ao todo, 75 linhas foram excluídas por conterem erros na frase. 12.4 Cálculo da concordância entre anotadores As anotações foram tabuladas em 5 colunas e, em seguida, comparadas com auxílio à ferramenta ReCal 0.1 Alpha for 3+ Coders5, para calcular a concordância entre 3 ou mais anotadores. A Fig. 10 apresenta a saída da ferramenta. Figura 10 – Concordância entre anotadores usando o Recall Fonte: Output da ferramenta ReCal 0.1 Alpha for3+ Coders 5 Disponível em http://dfreelon.org/recal/recal3.php#result1. Capítulo 12. A produção do corpus de referência 220 Os três quadros apresentados na Fig. 10 correspondem respectivamente a: (i) a concordância entre cada par de anotadores; (ii) o coeficiente kappa de Fleiss (FLEISS, 1971, pp.378-382), que é uma medida estatística para avaliar a confiabilidade da con- cordância entre um número fixo de avaliadores, considerando o grau de concordância efetivamente observado e comparando-o com o grau de concordância esperado; e (iii) o coeficiente kappa de Cohen (COHEN, 1960), que também é uma medida estatística que avalia a concordância entre pares de avaliadores, também chamada de inter-annotator agreement ou inter-rater agreement. A média geral das concordâncias por par de anotadores é de 80,8%. As concor- dâncias individuais par a par serão analisadas mais adiante. Verifica-se que o coeficiente Kappa de Fleiss é de 0,602, tendo-se observado uma concordância de 0,808 contra uma concordância esperada de 0,518. O coeficiente Kappa de Cohen avalia a concordância en- tre pares de anotadores, comparando com a concordância esperada caso a anotação tivesse sido aleatória, cuja média neste caso foi de 0,604. Como se pode perceber, os valores do coeficiente Kappa de Fleiss (0,602) e de Cohen (0,604) são bastante semelhantes. De acordo com a tabela de interpretação6 do coeficiente Kappa de Fleiss (LANDIS; KOCH, 1977), a concordância entre os anotadores (0,602) é considerada no intervalo entre “moderada” e “substancial”. Esse valor pode ser interpretado como um indicativo do grau de dificuldade da tarefa para humanos. Levando-se em consideração apenas a concordância entre os pares de anotadores, a média geral de concordância entre todos os anotadores é de 80,8%. As concordâncias individuais, calculadas pela ferramenta podem ser comparadas por meio da matriz de confusão (Tabela 7): Annotator 1 2 3 4 5 1 — 83.35% 84.71% 84.28% 80.39% 2 — — 81.40% 80.55% 73.31% 3 — — — 84.05% 78.41% 4 — — — — 77.55% 5 — — — — — Tabela 7 – Concordância entre pares de anotadores Como se pode perceber pela Tabela 7, a concordância par a par de anotadores varia entre 73.31% e 84.71%, sendo que o anotador 1 atingiu os melhores resultados e o anotador 5 apresenta resultados mais baixos. 6 A tabela de interpretação do coeficiente Kappa de Fleiss pode ser consultada em: http://en.wikipedia.org/ wiki/Fleiss’_kappa. Capítulo 12. A produção do corpus de referência 221 12.5 Seleção da subamostra A partir da anotação manual das 2.646 frases, foram selecionadas aquelas que tive- ram concordância igual ou superior a 60%, ou seja, aquelas em que 3 ou mais anotadores atribuíram a mesma etiqueta. A Tabela 8 dá conta do número de frases por grau de con- cordância entre anotadores. Concordância n𝑜 de frases % de frases 2 anotadores 44 1,7% 3 anotadores 326 12,3% 4 anotadores 627 23,7% 5 anotadores 1574 59,5% *frases com erro 75 2,8% TOTAL 2.646 100% Tabela 8 – Número de frases por grau de concordância entre anotadores na amostra global Selecionamos, do conjunto total da amostra, todas as frases que tinham o verbo- suporte elementar dar ou alguma variante do Vsup standard (aplicar, atribuir, bater, conceder, estar com, fazer, impor, ministrar, pedir, prestar, ser de, ter e tirar) ou do Vsup converso (levar, pegar, receber, ter e tomar) e um nome predicativo, e que tinham sido anotadas com a mesma etiqueta por, pelo menos, 3 anotadores. Nesse sentido, foram selecionadas 580 frases para comporem uma subamostra e serem, posteriormente, analisa- das na STRING. A Tabela 9 apresenta o número de frases dessa subamostra, distribuídas por grau de concordância entre os anotadores. Concordância n𝑜 de frases % de frases 3 anotadores 95 16,4% 4 anotadores 137 23,6% 5 anotadores 337 58,1% *frases com erro 11 1,9% TOTAL 580 100% Tabela 9 – Número de frases por grau de concordância entre anotadores na subamostra Na Tabela 9, não indicamos as frases com concordância entre 2 anotadores porque essas sentenças não foram selecionadas para a subamostra. Como se pode perceber, o número de frases por grau de concordância entre anotadores da subamostra é proporcional ao número de frases por grau de concordância na amostra global (ver Tabela 8). Para calcular a correlação entre o número de frases por grau de concordância entre anotadores na amostra global e na subamostra, calculamos o coeficiente de Pearson, que é Capítulo 12. A produção do corpus de referência 222 uma medida do grau de relação linear entre duas variáveis quantitativas. Esse coeficiente pode variar entre os valores -1 e 1, a partir da seguinte fórmula: 𝜌(𝑋, 𝑌 ) = 𝐶𝑜𝑣(𝑋, 𝑌 )√︁ 𝑉 𝑎𝑟(𝑋)𝑉 𝑎𝑟(𝑌 ) Considerando-se que X corresponde à concordância de anotações de 3, 4 e 5 ano- tadores, na amostra global (326, 627 e 1574), e que Y corresponde à concordância de anotação dos 3, 4 e 5 anotadores, na subamostra (95, 137 e 337), o coeficiente de Pearson foi calculado em 0,99754588, o que indica um alto grau de correlação entre a amostra global e a subamostra. Pode-se analisar também a distribuição das frases por categoria (ou etiqueta) atribuída pela maioria dos anotadores. A Tabela 10 mostra a distribuição de frases da subamostra, discriminando as porcentagens por categoria. 3 anot. 4 anot. 5 anot. TOTAL % STANDARD 42 78 227 347 59,82% CONVERSE 35 38 77 150 25,86% OTHER 15 21 33 69 11,89% VOPC 3 0 0 3 0,51% frases com erros — — — 11 1,89% TOTAL 95 137 337 580 100% Tabela 10 – Distribuição da subamostra por categoria Como se nota, a categoria de verbo-suporte standard é a mais consensual entre os anotadores, correspondendo a quase 60%, seguida da categoria de verbo-suporte converso, com cerca de 25%. Os demais casos somam 14,29%. Este capítulo abordou os procedimentos experimentais para a constituição e a ano- tação do corpus de referência. Foram descritos os seguintes procedimentos: (i) a extração automática de cerca de 121 mil frases que continham pares de Vsup e Npred candidatos a CVS ; (ii) a seleção de uma amostra aleatória estratificada, contendo 2.646 frases para serem manualmente anotadas; (iii) o processo de anotação, a ferramenta computacional utilizada, o grupo de anotadores, os procedimentos adotados e o processo de normalização das anotações; (iv) o cálculo do grau de concordância entre anotadores, cuja média foi de 80,8%; e (v) a seleção de uma subamostra contendo apenas os candidatos a CVS cons- truídas com o verbo dar e suas variantes e excluindo-se as CVS com fazer e ter, presentes na amostra inicial. A amostra inicial contava com 2.646 frases, incluindo os Vsup dar, fazer e ter e suas variantes estilísticas e/ou aspectuais. Já a subamostra conta com 580 frases anotadas Capítulo 12. A produção do corpus de referência 223 manual e independentemente e normalizadas. Essa subamostra constitui um corpus de referência das CVS com dar em Português Brasileiro. Esse corpus servirá como golden standard para a avaliação do processamento automático das CVS pela STRING7. No próximo capítulo, explicaremos como foi feita a validação formal e linguística da matriz do L-G e a conversão automática desses dados em regras que serão, posteriormente, utilizadas pela STRING. 7 O corpus está disponível para a comunidade científica através do link https://sites.google.com/site/amandaprassi/recursos e pode servir de base à avaliação de ou- tros sistemas. 224 13 Validação e conversão automática dos da- dos em regras Para validar e converter automaticamente os dados linguísticos em regras utilizá- veis pelo parser XIP, foram construídos em Pearl (.pl) dois programas1: (i) o validador automático, que verifica a consistência formal e linguística dos dados da matriz do L-G; e (ii) um conversor automático, que transforma automaticamente as informações constan- tes na matriz em regras de extração de dependências, que o XIP usa para determinar as relações sintáticas entre o Vsup e o Npred. Tanto pela sua extensão, quanto pela sua complexidade, a elaboração das matri- zes é um processo moroso, que está sujeito a variados tipos de erros, sendo necessário desenvolver métodos automáticos de validação formal e linguística dos dados. 13.1 Validação formal O processo de validação formal dos dados constantes na matriz do L-G foi realizado com base no seguinte procedimento: primeiro, o validador converte cada linha da matriz em um vetor de strings; em seguida, valida os valores de cada uma das células com base em critérios previamente definidos. Inicialmente, é preciso indicar, no programa: (i) quantas linhas iniciais serão ig- noradas da validação; (ii) quantas linhas da tabela deverão ser validadas; (iii) em qual coluna está o nome predicativo. my $linhasIniciaisIgnorar = 3; my $linhasReaisProcessar = 1500; my $colunaLema = 1; Como se pode observar pela notação acima, foram ignoradas as 3 primeiras linhas, que correspondem ao cabeçalho e nomes das propriedades. Foram processadas as 1.500 linhas seguintes, que abrangem as 1.489 entradas da matriz do L-G. O Npred, que é o alvo principal, consta na coluna 1. Em seguida, o programa estabelece quais são os atributos de cada classe, ou seja, quais elementos podem preencher as células de uma determinada propriedade. Seguem 1 Agradeço ao Prof. Dr. Nuno Mamede, pesquisador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Compu- tadores, Investigação e Desenvolvimento, em Lisboa (INESC-ID), que construiu esses dois programas em Pearl (.pl) e me auxiliou em todas as etapas do processamento automático dos dados na STRING. Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 225 os atributos definidos para as classes, respectivamente, de: (i) papel semântico do ar- gumento na posição sujeito; (ii) papel semântico do argumento na posição de primeiro complemento; (iii) papel semântico do segundo complemento; (iv) classes sintáticas em PB; (v) preposição que introduz o primeiro complemento; (vi) variantes de verbo-suporte standard; (vii) variantes de verbo-suporte converso; e (viii) preposição que introduz o segundo argumento, em construções conversas. (i) my @SRN0 = ["agent-cause", "agent-gen", "agent-giver", "agent-speaker", "object-gen", "object-cl", "cause", "experiencer-gen", "experiencer-vol", "locative-place", "locative-x"]; (ii) my @SRN1 = ["-", "addressee", "co-agent", "co-object", "locative-dest", "locative-x", "locative-place", "locative-source", "locative-path", "object-cl", "object-f", "object-gen", "patient"]; (iii) my @SRN2 = ["-", "topic", "message", "object-f", "object-gen", "patient", "tag", "instrument"]; (iv) my @ClassPB = ["DH1", "DN1", "DR1", "DPC1", "DH2", "DN2", "DR2", "DPC2", "DHN2", "DLC2", "DQF2", "DHR2", "D2LC", "DRN2", "D3"]; (v) my @prep1 = ["-", "a", "até", "de", "em", "com", "contra", "para", "por", "sobre", "acerca de", "[preploc]"]; (vi) my @VsupCDIR = ["dar", "fazer", "pegar", "ter", "ser de", "pregar", "apresentar", "atribuir", "aplicar", "ministrar", "bater", "pedir", "tirar", "conceder", "prestar", "impor"]; (vii) my @VsupConv = ["-", "levar", "receber", "pegar", "ter", "tomar"]; (viii) my @Prep1Conv = ["-", "de", "da parte de", "por parte de", "por"]; É importante notar que o rol de papéis semânticos para preencher a posição de sujeito é diferente do rol da posição de complemento. Isso ocorre porque um CO-AGENT, por exemplo, só pode existir como complemento quando o sujeito da construção é um AGENT; outros papéis semânticos também têm posições sintáticas fixas. Também vale notar que quase todas as propriedades podem ser preenchidas por “-”, à exceção do papel semântico na posição sujeito, da classe em PB e do verbo-suporte standard. Nos casos em que a construção só possui um argumento, por exemplo, os papéis semânticos do segundo e terceiro argumento são preenchidos com “-”. Nos casos em que a construção não aceita a conversão, as posições de variantes de verbo-suporte converso Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 226 e a da preposição que introduz o segundo argumento, em construções conversas, também serão preenchidas com “-”. Após essa validação, o programa verifica o preenchimento das células que só admi- tem valores binários. Algumas colunas da matriz só podem ser preenchidas com valores de “+” ou “-”. Assim, o programa verifica se essas colunas estão preenchidas apenas por um desses valores. Segue um exemplo dessa validação formal para o preenchimento da posição de 𝑁1. ["N1=Hum", "S", ["+", "-"] ], ["N1=nHum", "S", ["+", "-"] ], ["N1=Npc", "S", ["+", "-"] ], ["N1=Nloc", "S", ["+", "-"] ], ["N1=Npred_de_N", "S", ["+", "-"] ], ["N1=N1Vinfw", "S", ["+", "-"] ], ["N1=QueFconj", "S", ["+", "-"] ], ["N1=QueFind", "S", ["+", "-"] ], ["N1=Dativo", "S", ["+", "-"] ], Se houver erro no processo de digitação ou mesmo na formalização dos dados e alguma dessas células estiver preenchida com um valor diferente de “+” ou “-”, o programa acusa o erro, sendo necessário corrigir os dados do Léxico-Gramática. 13.2 Validação linguística O processo de validação linguística considera as relações entre diferentes proprie- dades de uma mesma entrada (numa mesma linha) e valida os valores de algumas células, de acordo com o preenchimento prévio de outras células. Por exemplo, a coluna referente ao número de argumentos pode ser preenchida com os valores “1”, “2” e “3”. Se for preen- chida com “1”, as demais células referentes às preposições, tipos de argumento na segunda e terceira posições e os papéis semânticos desses argumentos devem ser preenchidas com “-”, já que essas construções possuem apenas um argumento, que ocupa a posição sujeito. Para validar os argumentos locativos, o programa verifica a correspondência entre o tipo de argumento (Nloc), o papel semântico desse argumento (LOCATIVE-X) e o tipo de preposição ([preploc]). Indicamos a seguir um exemplo de regra de validação que verifica a correspondência entre os argumentos locativos e seus papéis semânticos. if ( ($colunas[26] eq "Loc") && ($colunas[37] ne "locative-place") && ($colunas[37] ne "locative-dest") && ($colunas[37] ne "locative-dest") && ($colunas[37] ne "locative-path") ) { print "**Error col\[26\]=’Loc’ & col\[37\]=/=’locative-...’. (line $numeroLinha - $colunas[$colunaLema]).\n"; $error++; } Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 227 if ( ($colunas[38] eq "Loc") && ($colunas[49] ne "locative-place") && ($colunas[49] ne "locative-dest") && ($colunas[49] ne "locative-dest") && ($colunas[49] ne "locative-path") ) { print "**Error col\[38\]=’Loc’ & col\[49\]=/=’locative-...’. (line $numeroLinha - $colunas[$colunaLema]).\n"; $error++; } Nesses casos, a coluna que indica o tipo de argumento deve ser preenchida com “+” em Nloc, com “-” em todos os outros tipos; o papel semântico desse argumento deve ser LOCATIVE-X e a coluna da preposição precisa estar preenchida com o valor “[preploc]”. Para validar os papéis semânticos dos argumentos, o validador verifica o tipo de argumento. Assim, se o papel semântico está marcado como AGENT, esse mesmo argumento deve ser um Nhum. Se o papel semântico indicado for OBJECT-F, então alguma das colunas de completivas deve ser preenchida com “+”. O programa também faz a validação das classes sintáticas com base em suas carac- terísticas. Para exemplificar, citemos a classe “DH1”, que agrupa construções com apenas um argumento e esse argumento é do tipo humano na posição sujeito. Se a coluna refe- rente à classificação foi preenchida por “DH1”, então o programa verifica: (i) se a coluna referente ao número de argumentos está preenchida por “1”; (ii) se o argumento na posi- ção sujeito está preencido com “+” na coluna “N0=Nhum” e com “-” em todas as outras colunas referentes ao tipo de sujeito; (iii) se a coluna da preposição está preenchida com “-”, já que não há outros argumentos; e (iv) se todas as demais colunas referentes aos argumentos 2 e 3 estão preenchidas com “-”. O validador possui regras específicas para cada classe sintática. Para validar os predicados simétricos, ou seja, aqueles que aceitam a transforma- ção da simetria, o validador verifica inicialmente se a coluna referente à simetria está preenchida com “+”. Em seguida, verifica se o papel semântico do primeiro argumento é AGENT-GEN e o papel semântico do segundo argumento é CO-AGENT. A regra que verifica essa correspondência é a seguinte: if ( ($colunas[8] eq "2") && ($colunas[51] eq "+") && ($colunas[18] eq "agent-generic") && ($colunas[37] ne "co-agent")) { print "**Error col\[8\]=’2’ &col\[51\]=’+’ & col\[18\]=’agent-generic’ & col\[37\]=/=’co-agent’ (line $numeroLinha - $colunas[$colunaLema]).\n"; $error++; } Há ainda várias outras regras de correspondência entre colunas da matriz para fazer a validação linguística dos dados do L-G. As que foram aqui citadas são apenas exemplificativas do tipo de validação linguística que o programa executa. Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 228 Ao todo, foram construídas 42 regras para a validação formal e linguística dos dados. A construção dessas regras é o resultado da elicitação do conhecimento linguístico representado pelas matrizes e sua formalização, razão pela qual se impõe uma estreita relação entre linguistas e programadores 13.3 Conversão dos dados em regras de extração de dependência Dadas as diferenças sintáticas e semânticas que existem entre uma construção com verbo-operador causativo e as construções com verbo-suporte (standard e conversas), as regras de dependência também consideram essa distinção. Assim, podem ser extraídas duas dependências diferentes: (i) a dependência SUPPORT e (ii) a dependência VOP-CAUSE. A dependência SUPPORT pode receber ainda dois atributos diferentes, indicados entre pa- rênteses retos, dependendo da orientação de sentido: (i) as construções de orientação ativa dão origem à dependência SUPPORT[vsup-standard]; e (ii) as construções de orientação passiva, à dependência SUPPORT[vsup-converse]. Uma vez validada a matriz do L-G, outro programa gera automaticamente as regras de dependência que serão, em seguida, utilizadas pelo parser XIP. Para analisar algumas regras de dependência, tome-se como exemplo o nome predi- cativo beijo. Conforme mencionado anteriormente, a matriz do L-G contém as informações de quais verbos funcionam como Vsup standard e quais funcionam como Vsup conversos para cada Npred e informações sobre a função sintática que o Npred exerce em relação ao Vsup. No caso da CVS com dar, o nome predicativo é sempre o objeto direto do verbo (Rui deu um beijo na Ana), portanto é o sujeito numa construção passiva (Um beijo foi dado pelo Rui à Ana). Além da apassivação, também é possível construir uma relativa (O beijo que o Rui deu na Ana). Nesse caso, o verbo-suporte deixa de operar diretamente sobre o nome predicativo, mas ainda está inserido na oração relativa, agindo sobre o pro- nome relativo (que), que tem como antecedente o Npred. A relativização também pode operar em uma frase passiva (O beijo que tinha sido dado por Rui na Ana). Todos esses casos precisam ser levados em consideração no processo de geração das regras. Para a CVS dar um beijo, são geradas 4 regras. Analisemos a primeira delas: 1 if (VDOMAIN(#1,#2[lemma:"dar"])& 2 (MOD[post,relat](#3[lemma:"beijo"],#2)|| 3 CDIR(#2[transf-passiva:~],#3[lemma:"beijo"])|| 4 SUBJ(#2[transf-passiva],#3[lemma:"beijo"])|| 5 (ANTECEDENT[relat](#3[lemma:"beijo"],#4[pronrel]) & 6 SUBJ(#2[transf-passiva],#4))) & 7 ~SUPPORT[vsup-standard](#3,#2)) 8 SUPPORT[vsup-standard=+](#3,#2) Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 229 As regras de dependência são constituídas de duas partes: primeiramente, uma série de condições (if) são enunciadas. Essas condições precisam ser atendidas para que a dependência seja extraída; em segundo lugar, a dependência a ser extraída é declarada na última linha da regra. Nesse exemplo, a primeira linha determina uma variável (#2) cujo lema é o verbo-suporte dar2; em seguida, lista-se um conjunto de condições em alternativa. A disjunção entre essas condições é representada por “| |”, e a conjunção, por “&”. ∙ a segunda condição (linha 2) corresponde à situação em que a CVS está em uma oração relativa, o que é dado pela dependência MOD[post,relat] ligando o verbo- suporte no particípio passado com o nome predicativo, que é o antecedente do pronome relativo (que). Isso acontece tanto na voz ativa (Pedro viu o beijo que Rui deu na Ana) quanto na passiva (Pedro viu o beijo que foi dado na Ana pelo Rui); ∙ a terceira condição (linha 3) estabelece que a regra vai disparar se o Npred for complemento direto (chamada de dependência CDIR) do verbo dar, quando ela não possui o atributo [transf-passiva], o qual é introduzido previamente quando a estrutura passiva é identificada (Rui deu um beijo na Ana); ∙ a quarta condição (linha 4) é complementar à anterior. Ela verifica se já foi extraída a dependência de sujeito (SUBJ) entre o Npred e o Vsup, quando a construção está na voz passiva (O beijo foi dado pelo Rui à Ana); ∙ a quinta condição é uma conjunção (&) de duas condições (nas linhas 5 e 6). Na linha 5, a condição verifica se o sujeito da passiva tem um pronome relativo como seu antecedente (#4[pronrel]), o qual será o sujeito do Vsup na passiva, enquanto ∙ a linha 6 verifica a dependência de sujeito (SUBJ) entre o pronome relativo e o verbo- suporte na construção passiva. Apesar de parecer que essa condição é redundante com a declarada na linha 4, ela captura uma outra dependência que existe nas orações relativas, a ANTECEDENT na relação anafórica entre o nome e o pronome relativo. Nesse sentido, o parser assegura que, mesmo se a relativa não tiver sido identificada pelas dependências anteriores, ainda assim o parser consegue extrair a relação de SUPPORT, com base na dependência ANTECEDENT; ∙ e, finalmente (na linha 7), a regra verifica se a dependência SUPPORT[vsup-standard] ainda não foi extraída entre o Npred beijo e o Vsup dar. Se essas condições se verificarem, a regra é aplicada e é extraída a dependência SUPPORT[vsup-standard] entre o nome predicativo e o verbo. 2 Esse verbo é o verbo principal de uma cadeia verbal constituída por um ou mais verbos auxiliares e uma forma nominal do verbo-suporte (infinitivo, gerúndio ou particípio passado). Sobre o tratamento dos verbos auxiliares na STRING, veja-se Baptista, Mamede e Gomes (2010). Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 230 Uma segunda regra para o nome predicativo beijo também é produzida: 1 |pastpart#2[lemma:"dar",pass-ser=+]| 2 if (MOD(#3[lemma:"beijo"],#2) & 3 ~SUPPORT[vsup-standard](#3,#2) ) 4 SUPPORT[vsup-standard=+](#3,#2) Essa regra difere da anterior por causa da informação de contexto, que é sinali- zada entre barras verticais (|) no início e fim da primeira linha. O contexto verifica se o verbo dar está na forma de particípio passado (pastpart) e se foi etiquetado com o atributo pass-ser, ou seja, se a construção passiva com o verbo auxiliar ser já foi iden- tificada previamente. Nesse contexto, a primeira condição (linha 2) verifica se existe uma dependência MOD[ifier] entre o particípio e o nome predicativo para extrair a dependência SUPPORT. A necessidade dessa regra advém do fato de que o particípio passado é tratado pela STRING como uma categoria gramatical diferente, portanto não dispara as dependências SUBJ or CDIR, agindo como se fosse modificador adjetival. Um procedimento parecido é realizado para as CVS conversas (e.g. Ana recebeu um beijo do Rui), produzindo-se as regras correspondentes. As próximas regras cobrem os casos em que a CVS admite conversão, desde que essa informação esteja codificada na matriz do L-G. 1 if (VDOMAIN(#1,#2[lemma:"receber"])& 2 (MOD[post,relat](#3[lemma:"beijo"],#2)|| 3 CDIR(#2[transf-passiva:~],#3[lemma:"beijo"]) || 4 SUBJ(#2[transf-passiva],#3[lemma:"beijo"]) || 5 (ANTECEDENT[relat](#3[lemma:"beijo"],#4[pronrel]) & 6 SUBJ(#2[transf-passiva],#4))) & 7 ~SUPPORT[vsup-converse](#3,#2) ) 8 SUPPORT[vsup-converse=+](#3,#2) 1 | pastpart#2[lemma:"receber",pass-ser=+]| 2 if (MOD(#3[lemma:"beijo"],#2) & 3 ~SUPPORT[vsup-converse](#3,#2) ) 4 SUPPORT[vsup-converse=+](#3,#2) A diferença entre essas duas regras e as duas explicadas anteriormente é basica- mente o lema do verbo, que passa a ser receber, em vez de dar (linha 1 em ambas as regras), e, portanto, o tipo de dependência a ser extraída passa a ser SUPPORT[vsup-converse], Capítulo 13. Validação e conversão automática dos dados em regras 231 em vez de SUPPORT[vsup-standard] (linha 8 da primeira regra e linha 4 da segunda regra). Em capítulos anteriores, apresentamos a metodologia de descrição e formalização dos dados linguísticos em uma matriz do Léxico-Gramática. Essa descrição, por ser feita manualmente, está sujeita a muitos erros de digitação, de formatação e até mesmo de consistência na descrição linguística. No intuito de sanar esses erros, foi criado um pro- grama que valida os dados constantes na matriz do L-G, o qual foi explicado no início deste Capítulo. A validação foi feita em dois níveis: (i) nível formal, que corrige proble- mas de digitação, formatação etc.; e (ii) nível linguístico, que verifica a consistência das propriedades linguísticas descritas na matriz. Por fim, este Capítulo também apresentou o programa que converte os dados do L-G (as CVS com suas propriedades sintático-semânticas) em regras de dependência que são usadas pelo XIP para extrair a dependência entre os constituintes de uma CVS. Essas regras foram apresentadas e explicadas. No próximo Capítulo, será apresen- tada a estratégia, a metodologia e os resultados do processo de integração das CVS na STRING, por meio do parser XIP. 232 14 Integração dos dados na STRING Seguindo a estratégia delineada em trabalho anterior (RASSI et al., 2014), a inte- gração das CVS no parser da STRING se deu em quatro etapas sucessivas: (i) As 1.489 CVS foram descritas e formalizadas em matriz do L-G. Esse processo foi detalhadamente descrito na Parte II. (ii) O léxico usado pelo parser foi enriquecido com os nomes predicativos que são espe- cíficos do PB. Como a STRING foi projetada para processar a variante europeia do Português, havia 40 Npred com sufixo -ada que não constavam no léxico utilizado pela STRING, tais como dar uma cadeirada, dar uma mãozada, dar uma esquen- tada etc., que é um recurso derivacional muito produtivo na variante brasileira do Português. Assim, foi preciso incluí-los no léxico da STRING. (iii) Um programa de validação foi criado e aplicado à matriz de dados, a fim de verifi- car a consistência formal e linguística desses dados. Esse processo foi explicado no Capítulo 13. (iv) Depois de validados, os dados do L-G foram convertidos em regras de dependência que são usadas pelo parser XIP, usando um conversor automático; essas regras também foram apresentadas no Capítulo 13. Este Capítulo apresenta, agora, na Seção 14.1, os resultados da primeira avaliação da performance do sistema; na Seção 14.2, faz-se uma análise de erros observados com os resultados da primeira avaliação; na Seção 14.3, são descritos os casos particulares de verdadeiros-positivos que merecem atenção; e, na Seção 14.4, procede-se à segunda ava- liação da performance do sistema, após a revisão e correção de alguns erros identificados na etapa de análise dos erros. 14.1 Resultados da primeira avaliação A primeira avaliação corresponde ao processamento das 580 frases da subamostra, em comparação com a saída do sistema com o golden standard, isto é, com a anotação con- sensual da maioria dos anotadores (ver Capítulo 12). Os valores de verdadeiro-positivo (TP), falso-positivo (FP), falso-negativo (FN) e verdadeiro-negativo (TN) foram defi- nidos com base nos valores da anotação manual da subamostra. A avaliação foi feita considerando-se as métricas de avaliação: Precisão, Cobertura, Acurácia e Medida-F, que Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 233 serão explicadas adiante. A Tabela 11 apresenta os resultados da primeira avaliação da performance da STRING. TP FP FN TN Precision Recal Accuracy F-measure 350 91 114 25 79% 75% 65% 77% Tabela 11 – Resultado da primeira avaliação da performance da STRING Das 580 frases analisadas, a STRING extraiu a dependência SUPPORT de 441 frases, das quais 350 foram corretamente identificadas (TP) e 91 foram incorretamente extraídas (FP). Além disso, não extraiu 25 casos que, de fato, não deveriam ter sido identificados (TN), e deixou de extrair outros 114 casos que deveriam ter sido extraídos (FN). As métricas de avaliação (Precisão, Cobertura, Acurácia e Medida-F) foram calculadas com base nos valores de TP, FP, FN e TN, usando as seguintes fórmulas: (𝑃 )𝑃𝑟𝑒𝑐𝑖𝑠ã𝑜 = 𝑇𝑃(𝑇𝑃 + 𝐹𝑃 ) (𝑅)𝐶𝑜𝑏𝑒𝑟𝑡𝑢𝑟𝑎 = 𝑇𝑃(𝑇𝑃 + 𝐹𝑁) (𝐴)𝐴𝑐𝑢𝑟á𝑐𝑖𝑎 = (𝑇𝑃 + 𝑇𝑁)(𝑇𝑃 + 𝐹𝑃 + 𝐹𝑁 + 𝑇𝑁) (𝐹 )𝑀𝑒𝑑𝑖𝑑𝑎− 𝐹 = 2 * 𝑃 *𝑅(𝑃 +𝑅) Os resultados da saída do sistema podem ser observados também com relação a cada categoria (STANDARD, CONVERSE, VOPC e OTHER). A Tabela 12 apresenta, por categoria, os valores da anotação manual comparados aos da análise automática. Anotação % anotação Análise % análise automática automática STANDARD 347 59,82% 246 42,41% CONVERSE 150 25,86% 195 33,62% OTHER 69 11,89% 139 23,96% VOPC 3 0,51% 0 0% TOTAL 569 98,08% 580 100% Tabela 12 – Comparação, por categoria, entre a anotação e a análise automática O total de frases da anotação (569) não corresponde ao total de frases do corpus de referência (580) porque, conforme apontado na Tabela 10, havia 11 frases que os anotadores anotatam com “erro na frase” e não atribuíram a elas nenhuma etiqueta. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 234 A STRING extraiu a dependência SUPPORT[vsup-standard] de apenas 246 frases (consideradas True Positives) das 347 que os humanos anotaram como STANDARD. Já a dependência SUPPORT[vsup- converse] foi extraída para 195 frases, comparativamente às 150 anotadas pelos humanos. A STRING não identificou os 3 casos de VOPC anota- dos pelos humanos porque essa informação não estava codificada na matriz do L-G das CVS com dar. Outras 139 frases cuja dependência SUPPORT não foi extraída devem-se a dois problemas: algumas delas decorrem de erros nos dados do L-G e outras decor- rem de diferentes tipos de ambiguidades não resolvidos ou de falhas em alguma etapa do processamento da cadeia. A seguir, apresenta-se a análise dos principais erros identificados no processo. Após proceder à análise dos erros, foram adotadas 4 medidas: (i) correção dos erros que eram decorrentes dos dados do Léxico-Gramática; (ii) revisão sistemática da anotação manual, que não estava consistente em alguns pontos; (iii) inserção de algumas formas nos dici- onários usados pelo XIP; e (iv) criação de “regras de limpeza” para os casos em que a STRING extraía dependências duplicadas. Após todas essas medidas, o corpus foi proces- sado novamente. Os resultados da segunda avaliação serão apresentados na Seção 14.4. 14.2 Análise dos erros 14.2.1 Análise dos falsos-positivos: erros de classificação do tipo de depen- dência Foram observados 91 casos de falsos-positivos, ou seja, 91 dependências que a STRING extraiu indevidamente, seja porque (i) extraiu alguma dependência e não deveria ter extraído dependência alguma; ou (ii) extraiu um tipo de dependência diferente da que deveria ter sido extraída. Tipicamente, o verbo-suporte dar é selecionado para formar construções standard (de orientação ativa). Por outro lado, o verbo-suporte receber é selecionado pelos mesmos nomes predicativos para formar construções tipicamente conversas (de orientação passiva); daí o Vsup dar ser considerado um verbo-suporte standard e o Vsup receber ser considerado um verbo-suporte converso. Há, no entanto, outros verbos - como ter, por exemplo - que tanto podem constituir construções standard quanto construções conversas1. (14.1) A Ana (deu + teve) sua participação no jornal nacional. [Ex.C] (14.2) O jornal nacional (recebeu + teve) a participação da Ana. [Ex.C] 1 Apesar de o objeto de investigação desta tese não ser as CVS com o verbo ter, essas construções colocam um problema à descrição e processamento das CVS com o verbo dar, uma vez que o Vsup ter pode também funcionar como variante estilística de dar (em construções standard) ou de receber (em contruções conversas). Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 235 A primeira frase é tipicamente uma construção standard, ao passo que a segunda frase é tipicamente uma construção conversa. Ambas podem ser formadas pelo verbo ter e o mesmo nome predicativo participação. Nesses casos, decidiu-se adotar sistematicamente a dependência SUPPORT[vsup-standard], em detrimento da SUPPORT[vsup-converse], nos casos de ambiguidade de classificação, em que o verbo pode funcionar tanto como suporte standard quanto como suporte converso de um mesmo Npred. Isso é feito no XIP por uma regra de “limpeza” que remove as dependências duplicadas. Essa decisão conduziu a alguns erros de classificação. Os exemplos apresentados a seguir foram etiquetados pela STRING como SUPPORT[vsup-standard], e foram anota- dos pela maioria ou unanimidade dos anotadores como converso. (14.3) (ter, participação) A mesa-redonda, com início às 14h, terá a participação do historiador José Murilo de Carvalho, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e dos cientistas políticos Renato Lessa e César Guimarães, ambos do Iuperj. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](participação,terá)2 (14.4) (ter, prazo) Martins disse ter decidido indiciar Teixeira indiferentemente do resultado da perícia técnica no caminhão, que tem prazo de 30 dias a partir do acidente para ser concluída. “Não dá para acreditar que alguém possa dirigir um caminhão desse tipo e não perceber que a caçamba está levantada”, disse. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](prazo,tem) (14.5) (ter, voto) O PMDB conta com 5 integrantes, mas terá um voto a menos se Juvêncio estiver na presidência. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](voto,terá) (14.6) (ter, prejuízo) Pará deve ter prejuízo com jogo do Brasil. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](prejuízo,ter) Por outro lado, há também os casos que a STRING classificou como SUPPORT [vsup-converse], ao passo que a maioria dos anotadores humanos considerou como standard. Esses nomes predicativos, associados ao Vsup ter, ao mesmo tempo em que podem formar construções standard (14.7), também podem ser o resultado de uma con- versão da construção com o verbo-suporte standard dar (14.8): (14.7) A Ana tem uma orientação católica. [Ex.C] 2 As dependências que foram extraídas incorretamente serão indicadas em vermelho e as que foram extraídas corretamente serão indicadas em verde, para facilitar a visualização dos TPs, FPs, TNs e FNs. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 236 (14.8) O professor deu uma orientação ao aluno. [Ex.C] [Conversão] ≡ O aluno teve uma orientação por parte do professor. [Ex.C] Como se pode perceber, (14.7) e (14.8) são construções standard diferentes; trata- se de dois nomes predicativos diferentes: um se refere a “uma formação religiosa e/ou ideológica”, e o outro Npred se refere ao “ato de orientar, instruir, ensinar”. Na matriz do L-G das construções com dar, está alistada apenas a construção dar orientação, cuja conversão se faz com ter orientação. O exemplo (14.7) também é uma construção de base, mas não com o verbo dar, por isso, deverá ser descrita em outra matriz que leve em consideração as construções nominais de base com o Vsup ter. Foram identificados outros erros ou falhas nos dados do L-G, como por exemplo: (14.9) (ter, informação) A página tem informações sobre o clube, fotos e os nomes dos membros. [Ex.R] SUPPORT[vsup-converse](informações,tem) A STRING identificou a frase (14.9) como SUPPORT[vsup-converse], ao passo que os humanos a etiquetaram como standard. O problema se deve ao fato de que, na matriz do L-G, o verbo ter somente estava codificado como uma variante do verbo-suporte converso receber, mas não como uma variante do verbo-suporte standard dar. Esses casos foram corrigidos, de forma que o verbo ter também possa ser analisado como uma variante do Vsup standard dar. Há ainda outras frases que também foram etiquetadas pela STRING como SUPPORT [vsup-standard], e que foram anotadas pela maioria ou unanimidade dos anotadores como construções com verbo-operador causativo (VopC): (14.10) (dar, sorte) Colocar roupa branca e pular sete ondas dão sorte porque são rituais para atrair coisas boas e, se você acredita, funcionam.". [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](sorte,dão) (14.11) (dar, prejuízo) Fraude on-line dá prejuízo de R$ 100 mi. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](prejuízo,dá) (14.12) (dar, voto) Motivo: administra o orçamento para construção de casas populares, que é polpudo e dá votos. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](votos,dá) As construções do tipo dar sorte, dar prejuízo e dar voto são naturalmente aceitá- veis, em outras situações, como construções standard, daí terem sido assim classificadas na matriz do L-G: Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 237 (14.13) A Ana deu sorte na loteria. [Ex.C] (14.14) A empresa da Ana deu prejuízo durante todo o ano. [Ex.C] (14.15) A Ana deu seu voto para o candidato da oposição. [Ex.C] Nesses casos, a identificação dos papéis semânticos dos argumentos poderia auxi- liar na desambiguação das etiquetas a serem atribuídas às CVS. Em (14.10), se o sujeito (colocar roupa branca e pular sete ondas) fosse corretamente etiquetado com o papel se- mântico de CAUSA, isso seria um indicativo de que a construção é causativa, e não CVS. Já o exemplo (14.11) é ambíguo, apesar de ter sido anotado pela maioria dos anotadores humanos como uma construção causativa. Ele é ambíguo porque permite duas interpre- tações diferentes: (i) a fraude on-line teve um prejuízo; ou (ii) a fraude on-line causou um prejuízo a alguém. Em (14.12), o sujeito de dá votos é a palavra orçamento, o que significa que o orçamento é a causa que faz com que alguém obtenha votos, portanto a construção também é causativa. Apesar de as restrições distribucionais ao preenchimento das posições argumen- tais e dos respectivos papéis semânticos terem sido codificadas na matriz do L-G, essas informações não foram usadas no processo de extração da dependência SUPPORT, já que é necessário primeiro identificar a CVS para validar essas restrições e porque tal validação é muito complexa, não podendo ainda ser realizada com precisão suficiente. Há ainda outras frases que também foram incorretamente etiquetadas pela STRING como SUPPORT[vsup-standard], mas que correspondem a erros de processamento sintá- tico. Esperava-se que o sistema reconhecesse uma relação entre um verbo e um nome, e ele reconheceu a relação entre outro verbo e/ou outro nome, como em: (14.16) (dar, aula) Ela dirige atualmente a Companhia Os Bobos da Corte, criada há dois anos, e dá aulas de voz e interpretação na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](aulas,dá) SUPPORT[vsup-standard](interpretação,dá) (14.17) (ter, vantagem) Essa solução teria a vantagem de rapidez e rentabilidade, trazendo ao Tesouro receita maior e evitando disputas jurídicas inerentes ao processo de cisão de ativos. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](vantagem,teria) SUPPORT[vsup-standard](rentabilidade,teria) Os pares-alvos, cujas dependências deveriam ter sido extraídas são (dar, aula) e (ter, vantagem), respectivamente em (14.16) e (14.17), mas o sistema extraiu também, Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 238 além desses pares-alvos, uma dependência entre dá e interpretação (14.16) e entre teria e rentabilidade (14.17). Nesses casos, há uma situação de coordenação de grupos nominais e de extração da dependência de CDIR. A cadeia analisou (14.16) como uma coordenação entre aulas e interpretação, e não entre voz e interpretação, considerando-se a coordena- ção entre dois complementos diretos do verbo dar : dá aulas de voz e dá interpretação. Da mesma forma, a cadeia analisou (14.17) como uma coordenação entre vantagem e rentabilidade, e não entre rapidez e rentabilidade, considerando-se a coordenação entre dois complementos diretos do verbo ter : essa solução teria a vantagem de rapidez e [essa solução] teria rentabilidade. Assim, as sequências emparelham, inadequadamente, com as condições das regras de extração da dependência SUPPORT, produzindo esses falsos- positivos. No exemplo seguinte, a STRING também analisou incorretamente o verbo volta como um nome e coordenou-o com saidinha, pelo que também extraiu incorretamente a dependência SUPPORT[vsup-standard] entre dar e volta: (14.18) (dar, saída) À noite, feito criança no mato, ele dá uma saidinha e volta com duas rãs e um sapo. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](volta,dá) Esperava-se que a STRING extraísse a dependência entre o Vsup dá e o nome predicativo saidinha, que é uma derivação de saída, mas o sistema, além de não extrair a dependência desejada, ainda atribuiu incorretamente a POS “nome” (N) ao verbo voltar. Nesse sentido, extraiu a dependência entre dá e volta. Falhas no processamento das frases, em algum ponto da cadeia STRING, cor- respondem a 20 erros ao todo. Incluem-se também nessa classe: (i) a identificação de expressões fixas como CVS ; (ii) a identificação incorreta de nomes próprios ou nomes compostos como se fossem nomes predicativos comuns; e (iii) a classificação indevida de construções com o verbo-operador de ligação ter como CVS standard. Vejamos cada uma dessas situações pormenorizadamente. 14.2.1.1 A identificação de expressões fixas como CVS O primeiro erro de processamento diz respeito à não-identificação das construções fixas (dependência FIXED) (BAPTISTA; MAMEDE; MARKOV, 2014), devido à ambi- guidade que resulta de serem formadas pelos mesmos elementos lexicais que constituem as CVS. Essas construções fixas foram, várias vezes, extraídas em conjunto com a depen- dência SUPPORT[vsup-standard]: Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 239 (14.19) (dar, volta) Até lá, não custa nada ter esperança de que pelo menos um grande clube carioca está dando a volta por cima e reconquistando seu lugar de honra na elite do futebol nacional. [Ex.R] FIXED(dando,volta,cima) SUPPORT[vsup-standard](volta,dando) A expressão dar a volta por cima foi analisada pela STRING de duas formas diferentes ao mesmo tempo, e foram extraídas duas dependências diferentes para os mes- mos constituintes: (i) como SUPPORT[vsup-standard], semelhante ao predicado dar uma volta; e (ii) como uma construção fixa, representado pela dependência FIXED. Para corrigir esses erros, foi criada uma regra de “limpeza” que dá preferência à extração da dependência FIXED e exclui a dependência SUPPORT3. No final do processa- mento, deverá permanecer apenas a segunda dependência (como expressão fixa), que é a análise correta. Outras expressões fixas foram analisadas incorretamente tanto pelo sistema STRING quanto pela maioria dos anotadores. Trata-se de frases frases fixas que possuem algum(ns) constituinte(s) que pode(m) ser analisado(s) como nome predicativo: (14.20) (dar, tiro) O PT está dando um tiro no próprio pé ao tentar abortar a CPI do caso Waldomiro Diniz. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](tiro,dando) (14.21) (dar, partida) Nas semanas seguintes, o garoto correu como nunca, suou como nunca, deu tudo de si nas partidas. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](partidas,deu) (14.22) (dar, passo) Lee-Huang deu um passo à frente em relação à pesquisa de Gallo, diz David Lewi, infectologista da Unifesp. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](passo,deu) O primeiro exemplo (dar tiro no pé) é uma expressão fixa, mas possui os consti- tuintes dar e tiro, que também podem corresponder a uma CVS, como em O policial deu um tiro no bandido. O segundo exemplo fora extraído como candidato a CVS porque tem o nome par- tidas como adjunto da expressão fixa dar tudo de si. Os elementos dar e partida poderiam 3 Essa regra de limpeza não leva em conta a aridade do conjunto de argumentos da dependên- cia FIXED. Nesse caso, dar a volta por cima produz uma dependência FIXED com 3 argumentos: FIXED(dar,volta,cima), pelo que a decisão de manter a análise de expressão fixa e descartar a aná- lise de CVS é mais segura do que no caso em que a aridade de FIXED é apenas 2. Neste último caso, a ambiguidade é mais delicada de resolver e a decisão tomada de dar prioridade às expressões fixas pode produzir resultados menos adequados. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 240 formar uma CVS em outro contexto sintático, como no caso da frase O Zé deu partida no carro. Por fim, o terceiro exemplo (dar um passo à frente) é uma expressão fixa consti- tuída pelos elementos dar e passo, o que permite a interpretação dessa combinação como uma CVS, como ocorre, por exemplo, em A Ana deu dois passos para o lado. Tanto a anotação manual quanto a classificação automática desses casos foram revistas para a segunda avaliação, a fim de manter a consistência da descrição linguística. As expressões dar tiro no pé, dar tudo de si e dar um passo à frente foram inseridas no léxico das expressões fixas da STRING a fim de que apenas a dependência FIXED seja extraída. 14.2.1.2 A identificação de nomes compostos como nomes predicativos simples O segundo problema de processamento/tokenização diz respeito à identificação de palavras compostas. Nos dados do L-G, constavam apenas as entradas de nomes predica- tivos simples, como o Npred golpe, por exemplo. Esse nome predicativo simples constava na matriz do L-G, mas o sistema não reconhecia as formas golpe mortal, golpe militar e golpe de Estado, que são substantivos predicativos compostos. Nesse sentido, foi necessá- rio acrescentar novas entradas de palavras compostas na matriz para que a tokenização fosse feita corretamente. Por outro lado, há substantivos compostos (e.g. declaração de imposto de renda) que foram analisados como Npred simples e, assim, a dependência de SUPPORT[vsup- converse] foi extraída incorretamente: (14.23) (receber, declaração) A falta de informações claras sobre quais agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal abririam durante o final de semana para receber a declaração do IR (Imposto de Renda) dificultou um pouco a vida do contribuinte que se dispôs a acertar as contas com o “leão” (Receita federal) no final de semana. [Ex.R] SUPPORT[vsup-converse](declaração,receber) A construção receber uma declaração é tipicamente uma CVS conversa, mas, no caso supracitado, o nome declaração não é um nome predicativo, e sim uma parte do nome composto declaração de imposto de renda4, que não é de forma óbvia um nome predicativo, mas antes designa aqui um objeto concreto (é um documento que se chama declaração de imposto de renda). Como não se trata de um nome predicativo, não deveria 4 Não tratamos aqui os problemas de formalização resultantes do emprego, neste caso, da abreviatura IR, que é também um nome composto, e o fenômeno de sobrecomposição que dá origem a declaração de imposto de renda. Sobre composição nominal, veja-se, por exemplo, Baptista (1994). Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 241 haver dependência SUPPORT entre esse nome e o verbo receber. Para solucionar problemas desse tipo, foi necessário inserir no léxico da STRING o nome declaração de imposto de renda como um nome composto, e não uma combinação de palavras simples. 14.2.1.3 A classificação indevida de construções com o verbo-operador de ligação ter como CVS standard Outro problema de processamento também bastante recorrente se refere à classi- ficação de construções com verbo-operador de ligação como se fossem construções com verbo-suporte. (14.24) (ter, nome) Em 94, vários delegados denunciados por Luz tiveram os nomes encontrados nos livros de contabilidade do jogo do bicho. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](nomes,tiveram) (14.25) (ter, nome) O participante que tiver o nome confirmado deverá se dirigir à Bovespa, rua XV de novembro, 275, centro, São Paulo, no horário marcado, munido de identidade. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](nome,tiver) Esses dois exemplos são casos típicos de construções com verbo-operador de li- gação. Gross (1981, p.32) distinguiu entre duas situações com verbos-operadores: (i) o verbo-operador acrescenta à frase de base um argumento de sentido facilmente identificá- vel: o causativo; e (ii) o operador modifica pouco o sentido da frase; não introduz nenhum argumento novo porque o seu sujeito se liga a um complemento nominal da frase5. O primeiro tipo de operador se refere ao verbo-operador causativo (ver Capítulo 5) e o segundo tipo é chamado de verbo-operador de ligação, pois serve apenas para ligar um argumento que introduz outro argumento que já existia nessa frase de base. (14.26) Zé tem # A Ana está sob controle do Zé. [Ex.C] = Zé tem a Ana sob seu controle. [Ex.C] Nessa construção, o verbo ter funciona como um verbo-operador de ligação (VopL), que liga o argumento topicalizado (Zé) ao predicado de base (A Ana está sob controle do Zé). O argumento Zé não é novo; ele já existia na frase de base como complemento do nome controle. Ressalte-se ainda que, na construção com verbo-operador de ligação, o 5 Tradução minha. Do original: “(i) l’opérateur apporte un élément de sens facilement identifiable: le causatif; il introduit un argument; (ii) l’opérateur modifie peu le sens de la phrase; il n’introduit pas de nouvel argument, car son sujet se lie à un complément de nom de la phrase” (GROSS, 1981, p.32). Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 242 pronome possessivo tem que ser correferente ao sujeito da construção, interditando frases como: (14.26a) = Zé tem a Ana sob (*meu + *teu + seu) controle. [Ex.C] A mesma explicação pode ser feita para a análise das frases (14.24) e (14.25), que poderiam ser analisadas como se indica em (14.24a) e (14.25a): (14.24a) Deputados tiveram # Os nomes dos deputados foram encontrados < ... >. [Ex.C] = Os deputados tiveram seus nomes encontrados < ... >. [Ex.C] (14.25a) Se o participante tiver # Se o nome do participante for confirmado <...>. [Ex.C] = Se o participante tiver seu nome confirmado <...>. [Ex.C] Há ainda outros casos que também foram classificados pelos anotadores como VopL e para os quais a STRING extraiu a dependência SUPPORT[vsup-standard]. Em geral, o problema está relacionado a nomes como notícia, orientação, informação, explicação, opinião, solução, resposta, exemplo, definição, dica, pista, sugestão, argumento, parecer etc., associados ao Vsup ter, que admitem duas interpretações diferentes, uma de sentido passivo, em (14.27), e outra de sentido ativo, em (14.28), como se observa em: (14.27) (ter, notícia) Zé teve uma notícia ruim . [Ex.C] (14.28) (ter, notícia) Zé tem uma notícia ruim . [Ex.C] Os tempos verbais, em rigor o aspecto “pontual” do pretérito perfeito, em (14.27), e o aspecto “durativo” do presente (ou do imperfeito), em (14.28), permitem distinguir esses dois empregos. O exemplo (14.27) é menos controverso, sendo claramente considerado como uma CVS conversa, já que tem como contraparte a construção standard: (14.27a) A Ana deu uma notícia ruim ao Zé. [Ex.C] O estatuto dessa construção conversa não gerou dúvidas entre os anotadores. Em contrapartida, o mesmo par (ter, notícia), em (14.28), parece ter um estatuto especial, pois se assemelha a uma construção de orientação ativa (e.g. Ana deu uma notícia ruim ao Zé), mas a ação não chega a se concretizar (aspecto imperfectivo). O predicado de base em (14.28) é dar uma notícia, já que pode ser reconstituído na oração infinitiva introduzida por para (e.g. Zé tem uma notícia ruim para dar à Ana). De acordo com Santos (2015, p.49), o verbo ter, nesse sentido, serve apenas para ligar o argumento (Zé) ao predicado dar uma notícia. Esse argumento (Zé) não é novo, ele já existia na frase de base. Nessas condições, o verbo ter, em (14.28), também teria o estatuto de um verbo-operador de ligação. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 243 Estando o sujeito do Vop de ligação já presente na frase de base, o complemento preposicional, no qual esse elemento aparece, é reduzido a um pronome possessivo, com o objetivo de evitar a sua repetição. A função do Vop de ligação, neste caso, é a de colocar em posição de tópico o elemento que, na frase de base, se encontra em uma posição sintaticamente menos proeminente. (SANTOS, 2015, p.49) O mesmo fenômeno pode ser observado em vários outros Npred associados ao verbo ter. Os exemplos de (14.29) a (14.34), retirados do corpus de referência, exemplificam o problema, contrapondo as construções com Vsup às frases com VopL. (14.29) (ter, notícia) Segundo Zeca, o Estado vizinho de Mato Grosso tem “quase uma dezena de usinas instaladas na bacia do Paraguai sem que se tenha tido notícia de um único acidente ambiental”. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](notícia,tenha) (14.30) (ter, notícia) O “The Wall Street Journal” tem boas notícias para todos vocês, ratos de sofá. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](notícias,tem) (14.31) (ter, informação) A delegada diz que é importante que os passageiros que sejam furtados ou roubados registrem a ocorrência na delegacia do aeroporto, para que a polícia tenha mais informações sobre o modo como os bandidos agem. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](informações,tenha) (14.32) (ter, informação) A página tem informações sobre o clube, fotos e os nomes dos membros. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](informações,tem) (14.33) (ter, solução) A disputa entre juízes e a direção da liga, que aparentemente teria uma solução rápida, deve durar algumas rodadas. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](solução,teria) (14.34) (ter, solução) Quem ousaria dizer que tem a solução para o caso? [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](solução,tem) Para todos esses casos, a STRING extraiu a dependência SUPPORT[vsup-standard]. Os exemplos (14.29), (14.31) e (14.33), no entanto, são CVS conversas enquanto os exem- plos (14.30), (14.32) e (14.34) não deveriam ter sido extraídos, já que correspondem a construções com VopL. (14.30a) O jornal deu uma notícia a todos. [Ex.C] Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 244 (14.30b) O jornal tem uma notícia para dar a todos. [Ex.C] (14.32a) A página deu informações sobre o clube aos usuários. [Ex.C] (14.32b) A página tem informações sobre o clube para dar aos usuários. [Ex.C] (14.34a) Alguém deu uma solução para o caso. [Ex.C] (14.34b) Alguém tem uma solução para dar para o caso. [Ex.C] Esse problema, porém, não foi corrigido. Além da presença do complemento in- troduzido por para, não identificamos nenhum outro critério estrutural que diferencie essas duas construções. A mesma ambiguidade entre CVS standard e VopL permanece na segunda avaliação. 14.2.2 Análise dos falsos-negativos: Problemas de não-identificação da de- pendência SUPPORT Conforme explicitado na Tabela 11, não foi extraída a dependência SUPPORT em 114 frases. Os principais problemas de não-identificação da dependência pretendida são: (i) a extensão da frase, no caso de frases muito longas; (ii) a distância entre o verbo-suporte e o nome predicativo ou entre a CVS e seu sujeito; ou (iii) falha no processamento em alguma etapa anterior da cadeia. Para explicar o primeiro problema, tome-se como exemplo: (14.35) (dar, mostra) Para fortalecer essa espécie de revolução democrática que, iniciada com a decisão de desalojar um usurpador do poder Executivo, dá mostras agora de que deseja ir fundo na moralização e na republicanização do Poder Legislativo. [Ex.R] SUBJ_POST(dá,mostras) Essa frase está incompleta, pois não apresenta a oração principal. O predicado nominal dar mostras encontra-se numa oração relativa restritiva, mas o pronome relativo que encontra-se separado do verbo-suporte por uma oração encaixada (oração reduzida de particípio). Dada a complexidade da frase, a sua incompletude sintática e a interação das regras da gramática, o parser analisa mostras como sujeito (SUBJ) e não como com- plemento direto (CDIR) de dar. Por essa razão, a dependência SUPPORT não foi extraída. Note-se que, numa frase mais simples, em que a dependência CDIR foi extraída correta- mente, o sistema também extrai adequadamente a dependência SUPPORT: Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 245 (14.35a) A revolução democrática dá mostras de que deseja ir fundo na moralização. [Ex.C] SUPPORT[vsup-standard](mostras,dá) CDIR_POST(dá,mostras) Em outros casos, o sistema não extraiu adequadamente a dependência SUPPORT, devido a erro de processamento de anáforas, que ocorre na cadeia em uma etapa anterior à de extração da dependência SUPPORT: (14.36) (dar, declaração) A declaração não tem valor legal, já que não foi dada em um depoimento formal. [Ex.R] SUBJ_PRE_ANAPH0(dada,valor legal) O Npred declaração é o sujeito de uma construção passiva que se encontra subor- dinada à oração principal. No entanto, a STRING identificou o nome valor legal (e não o Npred declaração) como sujeito anafórico do verbo dar, como demonstra a dependên- cia SUBJ_PRE_ANAPHO extraída incorretamente. O sujeito dessa oração subordinada (já que [essa declaração] não foi dada) encontra-se elidido, pois já ocorre como sujeito da oração principal (A declaração não tem valor legal). Apesar de a STRING conter um módulo de resolução de anáforas (PEREIRA, 2010), neste caso o sistema não conseguiu capturar adequadamente o sujeito elíptico e, por isso, não extraiu a dependência SUPPORT. No entanto, o sistema captura adequadamente a construção nominal passiva em uma frase cujo sujeito esteja explícito: (14.36a) A declaração não foi dada em um depoimento formal. [Ex.C] SUPPORT[vsup-standard](declaração,dada) SUBJ_PRE(dada,declaração) Também foram detectadas falhas na extração da dependência SUPPORT em alguns casos de coordenação entre constituintes. Note-se que, por um lado, em alguns casos de co- ordenação entre nomes predicativos com o mesmo Vsup, a STRING extraiu corretamente a dependência de ambos, como sucede em: (14.37) (ter, aprovação) Três cadernos “Guerra na América” (12/9, 13/9 e 14/9), contados à parte, tiveram a maior leitura e a maior aprovação da semana (média de 95% do ótimo/bom). [Ex.R] COORD(e,leitura) COORD(e,aprovação) Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 246 SUPPORT[vsup-converse](aprovação,tiveram) SUPPORT[vsup-converse](leitura,tiveram) (14.38) (receber, confirmação) Até hoje e apesar do prazo fixado para este efeito em 20 de junho de 2005, este Ofício não recebeu nem resposta nem a confirmação de procedimentos feitos pelas autoridades brasileiras competentes necessários à retirada da documentação suíça. [Ex.R] COORD(nem,resposta) COORD(nem,confirmação) SUPPORT[vsup-converse](confirmação,recebeu) SUPPORT[vsup-converse](resposta,recebeu) Nesses casos, as dependências de complemento direto (CDIR) que foram extraídas entre (ter, leitura) e (receber, resposta) foram percoladas para os outros grupos nominais com que esses nomes se encontram coordenados, nomeadamente aprovação e confirmação, respectivamente. Assim, apesar de só esses dois últimos nomes predicativos serem o alvo em cada uma dessas frases, o sistema também extraiu a dependência SUPPORT para os primeiros membros da coordenação, já que eles também são Npred. Por outro lado, em outros casos em que a conjunção coordenativa não está explí- cita, tendo sido substituída por uma vírgula, o sistema não conseguiu extrair a depen- dência COORD, pelo que também falhou na extração da dependência SUPPORT entre o Vsup dar e o Npred amassos: (14.39) (dar, amasso) Ah, Lorena, você só dá uns beijinhos nele, uns amassos e pronto. [Ex.R] CDIR_POST(dá,beijinhos) SUPPORT[vsup-converse](beijinhos,dá) Na frase (14.39), apenas a dependência entre dar e beijinhos foi extraída. A de- pendência entre o par-alvo (dar, amasso) não foi identificada pela STRING. Acontece que, nesse exemplo, a palavra pronto6 foi analisada como um adjetivo e não está em um contexto formal que permita formar um grupo nominal com os nomes beijinhos e amas- sos, pelo que as regras de coordenação não disparam; por isso, também não foi extraída a coordenação entre beijinhos e amassos. A coordenação, tal como está implementada, neste momento, na STRING, é tra- tada como um fenômeno estritamente local, ligando grupos nominais e/ou preposicionais, 6 Em rigor, e pronto deveria ter sido analisado como um advérbio composto da classe PJC (GROSS, 1986; PALMA, 2009). Aparentemente esse composto ainda não está no léxico da STRING. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 247 incluindo os casos de enumeração de 3 ou mais elementos, em que há elipse das conjunções intermédias (e.g. laranjas, bananas e maçãs). Se explicitarmos a conjunção coordenativa da frase (14.39) entre os grupos nominais uns beijinhos e uns amassos (15.39a), então o sistema extrai as duas dependências corretamente: (14.39a) Ah, Lorena, você só dá uns beijinhos e uns amassos nele e pronto. [Ex.C] COORD(e,beijinhos) COORD(e,amassos) SUPPORT[vsup-converse](amassos,dá) SUPPORT[vsup-converse](beijinhos,dá) Os 114 casos de falsos-negativos foram testados individualmente na cadeia de pro- cessamento, utilizando-se frases simples como exemplos (exemplos simplificados). Para quase 100 deles, foi possível obter a análise adequada, o que significa que o problema não estava nos dados linguísticos do L-G, mas resulta da dificuldade do complexo processo de análise sintática. 14.2.3 Análise dos verdadeiros-negativos: casos em que a STRING acertada- mente não extraiu dependência Dos 139 casos em que a STRING não extraiu dependência SUPPORT, há 25 fra- ses que o sistema, de fato, não deveria ter extraído a dependência, pois não há relação sintática entre o Vsup e o Npred. Os anotadores humanos também não atribuíram, para essas 25 frases, nenhuma etiqueta de CVS-STANDARD nem CVS-CONVERSO; são, portanto, verdadeiros-negativos. Trata-se de frases cujo par candidato (Vsup, Npred) não é uma CVS. (14.40) (levar, crédito) Segundo as autoridades, os três levavam cartões de crédito e passaportes falsificados quando foram presos, mas não foram encontrados produtos usados na fabricação de bombas. [Ex.R] (14.41) (ter, aula) Quando estiver pronto será a sede da administração do campus e também terá salas de aula. [Ex.R] (14.42) (levar, ponto) Roteiro de um dia leva aos pontos altos de San Francisco. [Ex.R] (14.43) (receber, título) Por exemplo, no documento dizia que foi recebido a título de horas extras CR$ 200 mil. [Ex.R] (14.44) (ter, sorte) Sua sorte foi ter sido socorrido com rapidez. [Ex.R] Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 248 Esses exemplos ilustram diversos fenômenos. De (14.40) a (14.42), o sistema re- conhece os nomes compostos cartões de crédito, salas de aula e pontos altos, razão por que não emparelha as regras de identificação de CVS com os nomes simples, que são ele- mentos de formação desses compostos (cartões, aula e pontos). Uma situação semelhante sucede no caso da locução prepositiva a título de (14.43), já estudada por Gross (1986) e Fernandes (2007). Já no caso de (14.44), o sistema identifica a cadeia verbal passiva ter sido socorrido, analisada por Baptista, Mamede e Gomes (2010), que lematiza como uma flexão do verbo principal socorrer. Assim, o verbo ter deixa de estar disponível para emparelhar com as regras de identificação de CVS. Ainda assim, tratando-se de uma es- trutura de inversão-espelho de uma frase com ser (e.g. Ter sido socorrido foi sua sorte), a configuração sintática nunca emparelharia com as regras de identificação de CVS. As frases da amostra foram extraídas automaticamente utilizando-se grafos do Unitex, porém esse sistema não utiliza nenhuma informação sintática de chunking ou par- sing, apenas sequências ou combinações de categorias gramaticais. Devido a isso, foram selecionadas para a amostra algumas frases em que não há nenhum tipo de relação sintá- tica entre o Vsup e o Npred. Esses 25 casos constituem os verdadeiro-negativos, pois não deveriam ser identificados como CVS e, de fato, não o foram. 14.3 Casos particulares de verdadeiros-positivos A Seção anterior apresentou os erros de extração automática da dependência SUPPORT nas frases retiradas do corpus. Além daqueles erros, devem-se destacar ainda os acertos da STRING em relação às frases que haviam sido mal-extraídas pelo Unitex. Como se usou pouco ou nenhum processamento sintático com o Unitex, para a extração das frases do corpus, o sistema selecionou as combinações de Npred e Vsup constantes da matriz do L-G, nessa ordem ou em ordem inversa, considerando uma janela com qualquer número de palavras entre os dois elementos-alvo. Assim, alguns pares de (Vsup, Npred) foram incorretamente selecionados para o corpus a ser anotado, mas foram etiquetados corretamente pelos anotadores como OTHER. Esses casos também foram analisados pela STRING e, em muitos deles, a cadeia, não apenas desconsiderou o par indevido, como também encontrou um novo par de Vsup e Npred, além do par-alvo, extraindo correta- mente sua dependência. Nos exemplos abaixo, indica-se em negrito tanto o par-alvo quanto o par extraído pela STRING. O par-alvo (extraído automaticamente do corpus, usando Unitex) está inserido no início do exemplo, entre parênteses; já o par (Vsup,Npred), analisado adequa- damente pela STRING, encontra-se sem itálico no corpo do exemplo. (14.45) (dar, valor) O varejo, em contrapartida, pode dar descontos no valor cobrado à indústria por determinado espaço na loja. [Ex.R] Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 249 SUPPORT[vsup-standard](descontos,dar) (14.46) (receber, prêmio) Aproveite a semana para conhecer os 12 filmes em cartaz que receberam indicações ao prêmio, como “O Resgate do Soldado Ryan", “Além da Linha Vermelha", “A Vida é Bela"e o recordista “Shakespeare Apaixonado"para a categoria de melhor filme. [Ex.R] SUPPORT[vsup-converse](indicações,receberam) (14.47) (ter, reajuste) As categorias com data-base em fevereiro, junho e outubro, pertencentes ao grupo B da política salarial adotada pelo governo, terão direito a um reajuste quadrimestral de 259,3297%. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](direito,terão) (14.48) (ter, vôo) Dois homens suspeitos de pilotarem um dos aviões que se chocou contra uma das torres do World Trade Center tiveram aulas de vôo no aeroporto de Venice (Flórida) e ficaram por uma semana hospedados na casa de um antigo funcionário da escola, a Huffman Aviation. [Ex.R] SUPPORT[vsup-converse](aulas,tiveram) (14.49) (receber, comissão) Sua candidatura ao COI recebeu o aval da comissão executiva da entidade, que é formada por 11 pessoas, entre elas o presidente, Juan Antonio Samaranch. [Ex.R] SUPPORT[vsup-converse](aval,recebeu) Como a STRING executa um processamento sintático tanto superficial (chunking) quanto profundo (com extração de dependências entre constituintes), o sistema reconhece os constituintes que, de fato, estabelecem a relação sintática relevante para serem identi- ficados como CVS e ignora os que não a apresentam. Por meio da integração dos dados do L-G na STRING e da análise sintática au- tomática, também foi possível identificar outros pares de Vsup e Npred que não haviam sido considerados anteriormente, como, por exemplo: (14.50) (ter, condição) Como o MEC não tem condições de fiscalizar todos os 5.506 municípios brasileiros, pretende contar com a ajuda dos Estados. [Ex.R] SUPPORT[vsup-standard](condições,tem) SUPPORT[vsup-converse](ajuda,contar com) Além do par-alvo (ter,condição), que permitiu que essa frase fosse extraída automa- ticamente do corpus com recurso ao Unitex, a STRING identificou também o par (contar com, ajuda) para o qual extraiu corretamente a dependência SUPPORT[vsup-converse]. Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 250 14.4 Segunda avaliação da performance do sistema Após a análise dos erros verificados na primeira avaliação, procedemos a alterações tanto nos dados do Léxico-Gramática quanto nas anotações do corpus de referência. Antes de submeter o corpus de referência a uma nova etapa de processamento automático na STRING, foram tomadas as seguintes medidas: (i) Os dados linguísticos da matriz foram sistematicamente corrigidos, por exemplo, o nome amor estava descrito no L-G com o Vsup standard dar e com o Vsup converso ter, mas, durante a análise de erros, verificamos que ele também pode aparecer as- sociado ao verbo ter em construções standard (e.g. A mãe tem amor pelo filho), pelo que acrescentamos esse Vsup à lista de verbos com que amor se constrói. Após revisar sistematicamente esse tipo de erro em toda a matriz, a STRING passou a extrair, na segunda avaliação, a dependência correta de mais 56 frases. A depen- dência que estava sendo extraída, na primeira avaliação, para essas 56 sentenças era SUPPORT[vsup-converse], a qual passou a ser SUPPORT[vsup-standard] na se- gunda avaliação. Isso fez com que o número de verdadeiros-positivos aumentasse e, assim, aumentassem também os valores de precisão, cobertura, acurácia e medida-F. (ii) Algumas anotações no corpus de referência, que estavam inconsistentes, foram revi- sadas sistematicamente. Por exemplo, em alguns casos, a construção dar nome pode significar “nomear alguém, atribuir um nome a alguém” (e.g. A mãe deu o nome de Zé ao filho) e, em outros, significa “dizer o nome de alguém” (e.g. O político deu o nome do seu comparsa). Quando a frase tem o segundo significado, os anotadores anotaram ora como SVC-standard ora como OTHER, por ser um verbo distribucional. Esse tipo de inconsistência foi revista caso a caso e corrigida quando necessário. (iii) Foi necessário inserir no dicionário (PB.dic), usado pela STRING, as informações de flexão/derivação de grau dos nomes terminados em -ada/-ida que eram marcados no léxico da STRING como verbos no particípio passado ou como adjetivos (e.g. sai- dinha, fugidinha e arrumadinha). As dependências desses nomes não estavam sendo extraídas porque o sistema não reconhecia os nomes no diminutivo como formas flexionadas/derivadas dos nomes predicativos saída, fugida e arrumada, respecti- vamente. Ao associar o paradigma de flexão/derivação a esses nomes, a STRING passou a extrair corretamente suas dependências. (iv) Para algumas palavras, foi necessário completar as entradas do dicionário da STRING, no módulo LexMan, já que este foi construído originalmente com base no vocabu- lário ortográfico na variante europeia do Português. Assim, esse léxico ainda não continha as variantes ortográficas brasileiras anistia, bônus ou chute. Ao associá-las aos lemas (por convenção o sistema usa como lema a forma da variante europeia) Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 251 amnistia, bónus e chuto, esses nomes passaram a ser corretamente analisados. Ou- tros exemplos de nomes predicativos com grafias diferentes nas duas variantes são: ajuda econômica (ajuda económica), chute a gol (chuto a golo), incentivo econô- mico (incentivo económico), indenização (indemnização), prêmio (prémio), tesoura (tesoira), tesourada (tesoirada), dentre outros. (v) por fim, foi criada uma regra de “limpeza” para os casos de expressões fixas. A STRING extraía, ao mesmo tempo, as dependências de FIXED e de SUPPORT para as construções cujos constituintes podem compor uma CVS ou, em outras situações, podem ser expressões cristalizadas. A regra criada para a cadeia dá preferência à extração da dependência FIXED e exclui a dependência SUPPORT, nos casos de duplicação de dependências entre os mesmos constituintes. Após adotar todas essas medidas, submetemos novamente as 580 frases do corpus de referência para serem processadas novamente pela STRING. O resultado da segunda avaliação pode ser comparado com o resultado da primeira na Tabela 13: TP FP FN TN Precisão Cobertura Acurácia Medida-F 1𝑎 avaliação 350 91 114 25 79% 75% 65% 77% 2𝑎 avaliação 325 56 84 115 85% 87% 80% 86% Tabela 13 – Primeira e segunda avaliações da performance da STRING Como se nota, todos os valores de Precisão, Cobertura, Acurácia e Medida-F au- mentaram. Mesmo depois da correção dos dados do L-G e da revisão das anotações do corpus de referência, alguns problemas ainda se mantêm. Por exemplo, os casos de cons- truções com verbo-operador de ligação não foram tratados; os casos aparentemente am- bíguos entre SUPPORT[vsup-standard] e SUPPORT[vsup-converse], que dependem da correta identificação dos papéis semânticos, também não foram resolvidos; os casos em que a dependência não foi extraída em decorrência de erro em alguma etapa anterior do processamento na cadeia também permanecem como erros; dentre outros. Vale destacar o aumento significativo no número de verdadeiros-negativos da pri- meira (TN=25) para a segunda avaliação (TN=115). A primeira avaliação considerou como golden standard a anotação da maioria ou unanimidade dos anotadores, sem verificar se aquela anotação estava consistente ou não. Ao revisar sistematicamente as anotações, corrigimos muitos erros de anotação no corpus de referência, por isso aumentou o número de frases em que a STRING acertadamente não extraiu dependências de SUPPORT. Este Capítulo apresentou os resultados finais da pesquisa e uma discussão profunda sobre esses resultados. No início, explicamos a estratégia para a a análise sintática auto- Capítulo 14. Integração dos dados na STRING 252 mática das CVS na STRING e o processo de representação e de integração dos dados do L-G no parser XIP. Em seguida, apresentamos os resultados de uma primeira avaliação da performance do sistema, com base na comparação com a anotação do corpus descrito no capítulo anterior. Os erros encontrados foram analisados e discutidos nas seções referentes aos falsos-positivos, falsos-negativos e verdadeiros-negativos. Foram identificados erros: (i) na descrição dos dados do Léxico-Gramática; (ii) na anotação que, em um primeiro mo- mento, não havia sido revisada e normalizada; (iii) nos dicionários usados pelo XIP, que não continham algumas palavras que só existem na variante brasileira do Português; e (iv) na extração de algumas dependências que estavam sendo duplicadas. Após corrigir todos os erros que eram passíveis de correção, processamos novamente o corpus de referência na STRING e procedemos a uma segunda avaliação da performance do sistema, o qual melhorou significativamente em todas as medidas de avaliação (precisão, cobertura, acurácia e medida-F). 253 Conclusão A presente tese de doutorado analisou e descreveu as construções do Português Brasileiro formadas pelo verbo dar. Além de constituírem um número muito significa- tivo de predicados, formando uma parte não negligenciável do léxico do Português, elas ocorrem também com bastante frequência na linguagem cotidiana, tanto em PB quanto em PE. Essas construções também apresentam grande complexidade em suas estruturas e formações sintáticas. Com base no recenseamento dos dados em corpus, foram descri- tas quatro categorias para as construções com o verbo dar : como verbo pleno, operador causativo, verbo-suporte e constituinte de frase fixa. Ao longo da tese, todas essas categorias foram analisadas, utilizando-se exemplos reais ou exemplos construídos para descrever as propriedades sintático-semânticas dessas construções. A mesma classificação proposta nesta tese poderá ser adaptada e expandida para a análise e classificação de outros verbos do Português. Além dessa proposta de tipologia das construções com o verbo dar, esta tese tam- bém propôs uma descrição das construções nominais formadas pelo verbo-suporte dar e um nome predicativo. Os dados foram descritos a partir de suas propriedades formais, distribucionais e transformacionais, e, em seguida, essas propriedades foram formalizadas em um formato tabular, cujas informações podem ser lidas e utilizadas por computadores, para PLN, bem como por linguistas, para a certificação ou refutação dessas informações. As 1.489 construções predicativas nominais com o verbo-suporte dar foram, pos- teriormente, integradas no parser XIP (MOKHTAR; CHANOD; ROUX, 2002), que é utilizado pela cadeia de processamento do Português chamada STRING (MAMEDE et al., 2012). O parser analisa automaticamente as CVS com dar e identifica-as extraindo a dependência SUPPORT entre o Vsup e o Npred. O parser distingue entre as construções standard, as construções conversas e ainda as construções causativas com o verbo dar. A inserção dos dados no parser foi feita por meio de regras que são geradas automaticamente a partir dos dados codificados na matriz do Léxico-Gramática. A identificação das CVS permite (ou permitirá no futuro) um conjunto de outras operações, distinguindo entre essas construções e as frases em que o verbo dar é um verbo pleno, ordinário. Nomeadamente, a atribuição de papéis semânticos aos argumentos do nome predicativo é determinada a partir da informação constante na matriz das CVS – e não como sucederia caso estas não tivessem sido identificadas, a partir dos verbos quando empregados como verbo pleno. Por outro lado, no processo de identificação dos eventos (predicados semânticos) expressos na frase, os Vsup não são considerados, mas sim os nomes predicativos que com eles se constroem. Em consequência disso, os argumentos Conclusão 254 (e outros constituintes) dependentes dos predicados semânticos expressos pelos Npred podem assim ser associados aos eventos que os Npred representam. Essa estruturação da informação veiculada pelo texto é, pois, semanticamente mais adequada do que a que se teria se os verbos-suporte continuassem a ser analisados como verbos ordinários. No início do trabalho, ressaltamos 4 objetivos gerais que esta pesquisa visava a atingir: i) uma discussão teórica e prática sobre cada categoria que envolve o verbo dar ; ii) a descrição formal das propriedades das construções constituídas pelo verbo dar, com vistas a aplicações computacionais; iii) a elaboração de uma tipologia para o verbo dar em PB, com vistas a subsidiar futuras pesquisas e análises linguísticas; e (iv) a identificação de uma metodologia que permita o processamento automático (ou uma análise sintática automática) das CVS. Consideramos, ao fim do estudo, que todos eles foram atendidos. A discussão teórica das categorias verbais, bem como a elaboração de uma tipologia para as construções com o verbo dar, foi feita na Parte I. A proposta tipológica reconheceu 5 categorias sintático-semânticas de que o verbo dar pode fazer parte: (i) verbo pleno, em pelo menos 8 construções sintáticas diferentes; (ii) verbo-operador causativo, podendo veicular a causa de, pelo menos, 4 tipos semânticos de predicados de base; (iii) constituinte fixo, tanto em expressões cristalizadas verbais quanto em provérbios; e (iv) verbo-suporte, quando selecionado por um nome predicativo. Especificamente a última categoria (verbo-suporte) foi longamente analisada na Parte II. O objetivo inicial não consistia apenas em identificar o verbo dar como verbo- suporte, mas descrever sistemática e formalmente as propriedades do maior número pos- sível de CVS que selecionam o Vsup dar. Para tanto, foram recenseados 1.489 predicados nominais formados pelo Vsup dar e um nome predicativo. Suas propriedades formais, distribucionais e transformacionais foram analisadas, descritas e formalizadas em uma matriz do Léxico-Gramática. Assim, acreditamos que esta tese contribui com um avanço no estado da arte da descrição de predicados nominais para o Português. Contando com os resultados do presente trabalho, estima-se atualmente em cerca de 10.000 os predica- dos nominais do Português, já descritos e formalizados nos moldes do L-G. O acúmulo de dados e de evidências contribui com o avanço da área e pode subsidiar a construção de recursos léxico-computacionais para o processamento automático da língua portuguesa. O quarto objetivo visava à identificação de uma metodologia que permitisse o pro- cessamento automático das CVS. Neste trabalho, não apenas expusemos essa metodologia (RASSI et al., 2014), como também a implementamos e a testamos com uma amostra de frases de um corpus de língua real, produzido especificamente para tal, no âmbito deste trabalho (RASSI; BAPTISTA; VALE, 2015). Os resultados alcançados nessa tarefa (Pre- cisão: 79%, Cobertura: 87%, Acurácia: 80% e Medida-F: 86%) nos permitem afirmar que a abordagem baseada em regras para o processamento automático das CVS é uma abor- dagem válida, que poderá ser reproduzida para uma quantidade maior de dados da língua. Conclusão 255 Vários outros autores que propuseram diferentes metodologias para o processa- mento automático de CVS não trataram as complexas relações entre os constituintes de uma CVS, considerando-as antes como um bloco único de elementos, tal como outras expressões multipalavras7. A postura adotada nesta pesquisa, de analisar e descrever as relações entre os constituintes das CVS, é linguisticamente mais motivada do que conside- rar todos os subtipos de expressões multipalavra (palavras compostas, locuções verbais, CVS, expressões adverbiais, expressões cristalizadas, phrasal verbs, dentre outros) como um fenômeno único. Todos esses subtipos são objetos linguísticos diferentes, que apresen- tam diferentes níveis de complexidade e funcionamento e, portanto, devem ser estudados e descritos um a um. Todos os dados e recursos produzidos no âmbito desta tese estão disponíveis para a comunidade acadêmica, a fim de que possam ser utilizados, validados ou contestados em outros trabalhos. As equipes que promovem a construção de dicionários, gramáticas e materiais didáticos poderão se beneficiar com os resultados produzidos nesta tese. A área do PLN também poderá se beneficiar desses dados no sentido de enriquecer os lé- xicos computacionais já existentes e de avançar na tarefa de processamento automático de construções nominais. Em geral, reconhece-se a importância da análise sintática dos verbos, mas pouco se conhece sobre a análise sintática dos nomes, que podem funcionar como predicadores da mesma forma como os verbos. Como contribuições desta tese, ressaltamos: (i) a proposta tipológica das construções verbais, que poderá ser utilizada ou adaptada para a análise de outros verbos da língua (Capítulo 4); (ii) o recenseamento de cerca de 600 nomes predicativos que ocorrem com o verbo- operador causativo dar (Capítulo 5 e Apêndice B). Essas construções não foram descritas na matriz do L-G porque não são construções de base, mas essa lista de Npred foi utilizada para descrever as construções de base com outros verbos-suporte, como por exemplo o Vsup ter (SANTOS, 2015); (iii) a proposta formal para a identificação de expressões fixas verbais, com base em critérios formais organizados dicotomicamente (Capítulo 6, Fig. 4); (iv) a classificação das expressões fixas verbais (Capítulo 6, Tabela 2), dos provérbios (Capítulo 6, Tabela 3) e das CVS com o verbo dar (Parte II), todas elas baseadas em critérios formais e reprodutíveis; 7 Inversamente, seria possível analisar as CVS com dar como colocações desse verbo, cada uma com uma acepção diferente. Tal faz perder de vista a unicidade que a noção de Vsup e Npred aqui adotada permite utilizar, bem como ignora a unicidade do predicado expresso por um Npred quando este se constrói com múltiplos Vsup, incluindo, em especial, a oposição produzida pelo fenômeno da conversão. Conclusão 256 (v) a produção do L-G das CVS com o Vsup dar em Português do Brasil, que inclui informações linguísticas de diferentes níveis: (a) em nível morfológico, em termos de nome autônomo ou nominalização; nome deverbal, deadjetival ou denominal e diferentes sufixos que estão envolvidos na formação dos Npred; (b) em nível sin- tático, quanto ao número e tipo de argumentos, determinantes e preposições, além da alternância sintática entre construções standard e conversas; e (c) em nível se- mântico, com relação aos traços semânticos dos argumentos do Npred, seus papéis semânticos, variantes aspectuais e/ou estilísticas do Vsup (ver Apêndice A); (vi) o tratamento e descrição dos nomes predicativos que funcionam como predicados dicendi, como nomes predicativos de fala (Subseção 10.2.5); (vii) o processamento automático das CVS enquanto estruturas sintáticas complexas, que parece ser uma contribuição original na área do Processamento Automático de Línguas Naturais (Capítulo 14). Além das contribuições apontadas, consideramos ainda que este trabalho poderá ajudar a difundir o modelo do Léxico-Gramática no Brasil. O modelo foi proposto entre as décadas de 70 e 80 na França e ganhou visibilidade em outros países da Europa para o tratamento de diversas línguas, tais como Catalão, Checo, Coreano, Espanhol, Francês, Italiano, Romeno e várias outras. Apesar de haver alguns trabalhos publicados no Brasil utilizando a metodologia do Léxico-Gramática, esse modelo de análise e descrição linguís- tica ainda não é muito conhecido. Por reconhecermos as vantagens desse tipo de descrição (formalizada e sistemática, visando a exaustividade), acreditamos que a divulgação do modelo do L-G poderá contribuir para o desenvolvimento de novas pesquisas linguísticas no Brasil. 257 Referências ABREU, D. T. B. de. A semântica de construções com verbos-suporte e o paradigma da Framenet. Dissertação (Mestrado) — Unidade Acadêmica de Pesquisa e Pós-Graduação. 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Apêndices Apêndice A 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 Nome  predicativoN pred PB PE Classe_PE Classe_PB Arg N 0=:N hum N 0=:N -­‐hum N 0=:N pc N 0=:N loc N 0=:Vinfw N 0=:Q ueFsubj N 0=:Q ueFind N 0=:Q ueFfact Pl  obrig  N 0 N 0=:Sem antic  Role DET=:E DET=:Def DET=:Def  +  M od DET=:Indef DET=:Indef  +  M od DET=:Poss0 DET=fixo Prep1_PB N 1=:N hum N 1=:N -­‐hum N 1=:N pc N 1=:N loc N 1=:Vinfw N 1=:Q ueFsubj N 1=:Q ueFind N 1=:Sem antic  Role Prep2_PB N 2=:N hum N 2=:N -­‐hum N 2=:N pc N 2=:N loc N 2=:Vinfw N 2=:Q ueFsubj N 2=:Q ueFind N 2=:Sem antic  Role Sim etria N -­‐n N om e  corresp. Adj-­‐n Adj  corresp. V-­‐n Vpleno  corresp. variantes  Vsup_Standard Conversão variantes  Vsup_Converso Prep1_conversa Pl_obr Exem plo abafada + -­‐ 32R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abafar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  tempo  deu  uma  abafada. abafada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abafar dar + ter por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  abafada  no  caso. abaixada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + baixo + abaixar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  abaixada. abaixada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + baixo + abaixar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  nível  de  água  deu  uma  abaixada. abalada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  prédio  deu  uma  abalada. abanada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abanar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  abanada  na  toalha. abanada + -­‐ 32CL DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abanar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cão  deu  uma  abanada  na  cauda. abastecida + -­‐ 36R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abastecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  abastecida  na  geladeira. abertura + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abrir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  abertura  para  a  Ana  falar. abertura + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abrir dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  abertura  à  solenidade. abocanhada + -­‐ 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abocanhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  abocanhada  no  pão. abonada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abonar dar + ter por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  abonada  nas  faltas. abordada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abordar dar + levar,  receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  abordada  na  Ana. abordagem + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abordar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  abordagem  natural  ao  problema. abotoada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abotoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  abotoada  na  camisa. abraçada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abraço -­‐ -­‐ + abraçar dar + levar,  receber de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  abraçada  na  Ana. abraço + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abraçar conceder,  dar + receber,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  abraço  na  Ana. abrandada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brando + abrandar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  fogo  deu  uma  abrandada. abrasileirada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brasileiro + abrasileirar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cinema  deu  uma  abrasileirada. abreviada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abreviar dar + ter por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  abreviada  no  discurso. abrida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abrir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  abrida  na  janela. abrigo + + 38L2 D2LC 2 -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abrigar conceder,  dar + receber,  ter de -­‐ A  caverna  deu  abrigo  à  Ana. abrilhantada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brilhante + abrilhantar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  espetáculo  deu  uma  abrilhantada. absolvição + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + absolver conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  absolvição  à  Ana. absorvida + -­‐ 32C DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + absorver dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  esponja  deu  uma  absorvida  no  óleo. abstraída + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abstrair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  abstraída. abusada + -­‐ 34 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abusar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  abusada  no  decote. acabada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acabar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  +  O  pneu  deu  uma  acabada  . acabamento + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  acabamento  na  tela. acalentada + -­‐ 32H DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acalentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  coração  da  Ana  finalmente  deu  uma  acalentada. acalmada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + calmo + acalmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  acalmada. acalmada + -­‐ 4 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + calmo + acalmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vento  deu  uma  acalmada. acampada + -­‐ 35LS DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acampar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acampada  . Nominalização ConversãoClassificação Propriedades  N0 Det  Npred Propriedades  N1 Propriedades  N2 acanhada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acanhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  acanhada  . acariciada + -­‐ 32CL DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + carícia -­‐ -­‐ + acariciar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  acariciada  nos  cabelos  da  Ana. acarinhada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + carinho -­‐ -­‐ + acarinhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acarinhada  na  Ana. ace + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  ace. aceitação + + 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aceitar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  aceitação  para  a  Ana  se  casar. acelerada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acelerar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  acelerada  no  carro. acelerada + -­‐ xxx DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acelerar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acelerada. acenada + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aceno -­‐ -­‐ + acenar dar + receber de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  acenada  para  a  Ana. aceno + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acenar dar,  fazer + receber de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  aceno  para  a  Ana. acentuada + -­‐ 32CL DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acentuar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  problema  deu  uma  acentuada. acidentada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acidente -­‐ -­‐ + acidentar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  acidentada  . acinzentada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cinza + acinzentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  céu  deu  uma  acinzentada. acionada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acionada  na  sirene. aclarada + -­‐ 06 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + claro + aclarar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pensamento  do  Rui  deu  uma  aclarada. aclimatada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + clima -­‐ -­‐ + aclimatar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ambiente  deu  uma  aclimatada. acobertada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acobertar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acobertada  nos  crimes  da  Ana. acocorada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acocorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acocorada. açoite + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + açoitar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  açoite  no  animal. acolchoada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + colchão -­‐ -­‐ + acolchoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  travesseiro  deu  uma  acolchoada. acolhimento + + 38LD D2LC 2 -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acolher conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  casa  deu  acolhimento  à  Ana. acomodação + + 38LD D2LC 2 -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acomodar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  casa  deu  acomodação  à  Ana. acomodada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cômodo + acomodar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acomodada  . acompanhada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acompanhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acompanhada  nas  notícias. acompanhamento + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acompanhar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  médico  deu  acompanhamento  ao  paciente. acondicionamento + + 38LD D2LC 2 -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acondicionar atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  adega  deu  o  acondicionamento  certo  para  os  vinhos. aconselhada + -­‐ 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + conselho -­‐ -­‐ + aconselhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  aconselhada  na  rapaziada. aconselhamento + -­‐ 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ + conselho -­‐ -­‐ + aconselhar conceder,  dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  aconselhamento  para  a  Ana  se  casar. acordada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acordar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acordada. acordo + -­‐ 42S D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acordar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  acordo  para  a  Ana  se  casar. acrescentada + -­‐ 36R D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acrescentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  acrescentada  de  água  na  massa. acuada + -­‐ 38LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acuar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  acuada. acudida + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acudir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  acudida  na  Ana. acumulada + -­‐ 32PL DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acúmulo -­‐ -­‐ + acumular dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  serviço  deu  uma  acumulada. adaptada + -­‐ 33 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adaptar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adaptada  na  receita. adequada + -­‐ 36TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adequar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adequada  no  texto. adesão + + 33 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ + + -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aderir conceder,  dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  adesão  à  nova  moda  juvenil. adestrada + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adestrar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  adestrada  no  cão. adeus + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar,  falar + receber de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  adeus  à  Ana. adiada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adiar dar + ter por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  adiada  no  prazo. adiantada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adiantar dar + ter por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  adiantada  no  serviço. adicionada + -­‐ 36S1 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ + adição -­‐ -­‐ + adicionar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  adicionada  de  sal  à  massa. administrada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + administrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  administrada  nos  problemas. admissão + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + admitir conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  escola  deu  admissão  aos  docentes. admoestação + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + admoestar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  técnico  deu  uma  admoestação  ao  jogador. adoecida + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + doente + adoecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adoecida. adormecida + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adormecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adormecida. adubada + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adubo -­‐ -­‐ + adubar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  terra  deu  uma  adubada. adulada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adulada  na  Ana. adulterada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + adulterar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  adulterada  nos  documentos. advertência + -­‐ 13 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + advertir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  diretor  deu  uma  advertência  para  o  aluno  não  fazer  isso. afagada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afago -­‐ -­‐ + afagar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  afagada  no  pescoço  da  Ana. afago + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afagar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  afago  no  cachorro. afastada + -­‐ 38LS DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afastar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  afastada  do  Rui. afeminada + -­‐ 32TA DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + feminino + afeminar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  afeminada. afetada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afetar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  saúde  da  Ana  deu  uma  afetada. afeto + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  afeto  à  Ana. afiada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afiar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  afiada  na  faca. afinada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fino + afinar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  afinada  no  violão. aflorada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aflorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  institnto  maternal  da  Ana  deu  uma  aflorada. afobada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afobar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  afobada  . afogada + -­‐ 32H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afogar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  afogada. afrouxada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + frouxo + afrouxar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  afrouxada  no  cinto. afugentada + -­‐ 32C DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐source -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + afugentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  povo  deu  uma  afugentada  da  vila. afundada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fundo + afundar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  barco  deu  uma  afundada. afunilada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + funil -­‐ -­‐ + afunilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  estrada  deu  uma  afunilada. agachada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agachar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  agachada. agarrada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agarrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  agarrada  na  Ana. agasalhada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agasalho -­‐ -­‐ + agasalhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  agasalhada  nas  pernas. agendada + -­‐ 36R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agenda -­‐ -­‐ + agendar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  agendada  nas  férias. agilizada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ágil + agilizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  processo  deu  uma  agilizada. agitada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agitar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  agitada  no  leite. aglomerada + -­‐ 32PL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aglomerar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  aglomerada. aglutinada + -­‐ 32PL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aglutinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  aglutinada. agoniada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agonia -­‐ -­‐ + agoniar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  agoniada  . agonizada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agonizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  agonizada  . agradecimento + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee por -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agradecer dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  ator  deu  um  agradecimento  à  plateia  pelos  aplausos. agravada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agravar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  doença  da  Ana  deu  uma  agravada. agrupada + -­‐ 32PL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + grupo -­‐ -­‐ + agrupar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  agrupada. aguardada + -­‐ 06 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aguardar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  aguardada  . aguentada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aguentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  aguentada  na  situação  . agulhada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + agulha -­‐ -­‐ + agulhar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  agulhada  no  dedo. ajeitada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ajeitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ajeitada  no  quarto. ajoelhada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + joelho -­‐ -­‐ + ajoelhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ajoelhada. ajuda + + 11 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ajudar conceder,  dar,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  ajuda  para  o  Rui. ajuda  de  custo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  ajuda  de  custo  para  o  Rui. ajustada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ajuste -­‐ -­‐ + ajustar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  roupa  deu  uma  ajustada  ao  corpo  da  Ana. ajuste + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ajustar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  ajuste  na  roupa. alargada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + largo + alargar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  roupa  deu  uma  alargada. alarmada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alarme -­‐ -­‐ + alarmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  alarmada. alarme + + 4 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alarmar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  o  alarme  para  a  população. alavancada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alavanca -­‐ -­‐ + alavancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  economia  deu  uma  alavancada. alcunha + + 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alcunhar atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  a  alcunha  de  maravilha  à  cidade. alegrada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alegre + alegrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  alegrada. alerta + -­‐ 13 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ + alerta + alertar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  um  alerta  para  a  população  não  sair  de  casa. alfinetada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alfinete -­‐ -­‐ + alfinetar dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  alfinetada  no  dedo. alfinetada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + -­‐ + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alfinete -­‐ -­‐ + alfinetar dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  alfinetada  no  Rui. alforria + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alforriar atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  alforria  aos  funcionários. alienada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alienar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  alienada  . alimentada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alimento -­‐ -­‐ + alimentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  alimentada  na  discórdia. alinhada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + linha -­‐ -­‐ + alinhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  alinhada  nos  cabelos. alinhavo + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alinhavar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  alinhavo  no  tecido. alisada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + liso + alisar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  alisada  nos  cabelos. aliviada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alívio -­‐ -­‐ + aliviar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  dor  deu  uma  aliviada. almofadada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + almofada -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  almofadada  no  Rui. alojamento + -­‐ 38LD DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alojar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  alojamento  à  Ana. alongada + -­‐ xxx DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + longo + alongar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  alongada. alta + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  médico  deu  alta  ao  paciente. alterada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + alterar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  resultado  do  exame  deu  uma  alterada. alternativa + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  alternativa  para  a  Ana  falar  a  verdade. alvará + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  polícia  deu  o  alvará  para  a  boate  funcionar. amaciada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + macio + amaciar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  colchão  deu  uma  amaciada. amadurecida + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + maduro + amadurecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  amadurecida. amamentada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amamentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  amamentada  no  filho. amarelada + -­‐ 32TA DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amarelo + amarelar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  céu  deu  uma  amarelada. amargada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amargo + amargar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  fruta  deu  uma  amargada. amarrada + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amarrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  amarrada  no  cadarço. amarrotada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amarrotar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vestido  deu  uma  amarrotada. amassada + -­‐ 32R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amassar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  papel  deu  uma  amassada. amasso + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  amasso  na  Ana. amém + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  padre  deu  amém. amenizada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ameno + amenizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  calor  deu  uma  amenizada. amolada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amolar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  amolada  no  alicate. amolecida + -­‐ 32TA DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mole + amolecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sorvete  deu  uma  amolecida. amontoada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + monte -­‐ -­‐ + amontoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  amontoada  nos  papéis. amor + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amar atribuir,  conceder,  dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  amor  à  Ana. amortecida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amortecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  bala  de  borracha  deu  uma  amortecida. amostra + -­‐ 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amostrar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  amostra  à  Ana  de  que  é  honesto. amostragem + -­‐ 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ -­‐ + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amostrar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  amostragem  à  Ana  de  como  ele  é  leal. amparada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amparo -­‐ -­‐ + amparar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  amparada  na  Ana. amparo + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amparar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  amparo  à  Ana. ampliada + -­‐ 32TA DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amplo + ampliar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  igreja  deu  uma  ampliada. amplificada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + amplificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  som  deu  uma  amplificada. analisada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + análise -­‐ -­‐ + analisar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  analisada  nos  dados. andada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + andar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  andada. andamento + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  andamento  ao  processo. anelada + -­‐ xxx DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + anelar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cabelo  da  Ana  deu  uma  anelada. anestesia + -­‐ 4 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + anestesiar aplicar,  conceder,    dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  médico  deu  uma  anestesia  no  Rui. animada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ânimo -­‐ -­‐ + animar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  animada. anistia + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + anistiar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  anistia  ao  refugiado. antecipação + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + antecipar conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  antecipação  na  entrega  da  herança. antecipada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + antecipar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  antecipada  na  pesquisa. anuência + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + anuir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  anuência  para  que  o  Rui  falasse. anúncio + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + anunciar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  anúncio  à  Ana  sobre  sua  partida. apagada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apagar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  vela  deu  uma  apagada. apalpada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apalpar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  apalpada  na  Ana. aparada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aparar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  aparada  nos  cabelos. apelido + + 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apelidar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  o  apelido  de  chefe  ao  Rui. apertada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apertar dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  apertada  na  torneira. aperto + + 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apertar dar,  fazer + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  aperto  no  parafuso. aperto  de  mão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐agent -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apertar  a  mão dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  aperto  de  mão  na  Ana. apimentada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pimenta -­‐ -­‐ + apimentar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  relacionamento  deu  uma  apimentada. apito + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  árbitro  deu  um  apito. apito  final + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  árbitro  deu  o  apito  final. apito  inicial + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  árbitro  deu  o  apito  inicial. aplausos + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aplaudir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de + A  plateia  deu  muitos  aplausos  para  o  Rui. aplicação + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aplicar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  aplicação  à  teoria. apodrecida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + podre + apodrecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  fruta  deu  uma  apodrecida. apoio + + 38LD DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apoiar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  tripé  deu  uma  apoio  para  a  mesa. apoio + + 6 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apoiar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  apoio  para  a  Ana. apoio  moral + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apoiar  moralmente conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  apoio  moral  para  a  Ana. apoio-­‐chave + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  apoio-­‐chave  para  a  Ana. apreciada + -­‐ 06 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apreço -­‐ -­‐ + apreciar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  apreciada  na  natureza. apreço + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apreciar dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  seu  apreço  ao  Rui. apresentação + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + apresentar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  apresentação  aos  alunos  sobre  fungos. aprovação + + 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aprovar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  aprovação  no  documento. aproveitamento + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aproveitar dar + ter -­‐ -­‐ A  escola  deu  aproveitamento  aos  aposentados. aproximada + -­‐ 38LD DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + próximo + aproximar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  aproximada  da  casa. aquecida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aquecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  tempo  deu  uma  aquecida. arejada + -­‐ 38L1 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  casa  deu  uma  arejada. argumento + + 8 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + argumentar dar,  falar,  ter + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  argumento  para  realizar  a  votação. arrancada + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  uma  arrancada. arranhada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arranhão -­‐ -­‐ + arranhar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  arranhada  na  Ana. arranhão + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arranhar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  arranhão  na  Ana. arranque + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  um  arranque. arrastada + -­‐ 38LT DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrastar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  arrastada  . arrebatada + -­‐ 38TD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrebatar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  arrebatada  na  cerveja. arremate + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrematar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  arremate  na  linha. arrepiada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrepio -­‐ -­‐ + arrepiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  arrepiada. arrepio + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrepiar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  arrepio. arrombada + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrombar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  arrombada  na  Ana. arroto + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrotar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  arroto. arrumação + + 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrumar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  arrumação  na  casa. arrumada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + arrumar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  arrumada  na  casa. asilo + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + asilar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  asilo  aos  idosos. asilo  político + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + asilar  politicamente conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  asilo  político  ao  refugiado. assada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  assada  na  carne. assentada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  poeira  deu  uma  assentada. assentimento + + 8 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assentir conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  seu  assentimento  para  o  projeto  entrar  em  pauta. assento  permanente + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  ONU  deu  assento  permanente  ao  Brasil. assessoramento + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assessorar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  assessoramento  ao  Rui. assessoria + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assessorar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  imprensa  deu  assessoria  ao  cantor. assinatura + -­‐ 39 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assinar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  assinatura  no  documento. assistência + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assistir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  assistência  ao  consumidor. assobio + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assobiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  assobio. assopro + + 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assoprar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  assopro. assovio + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + assoviar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  assovio. ataque + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atacar dar,  fazer + levar de -­‐ O  jogador  deu  um  ataque  no  seu  adversário. atenção + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atento -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer,  ser  de,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  atenção  à  história  da  Ana. atendimento + + 33 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atender conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  atendimento  à  ordem. atendimento + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atender conceder,  dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  atendimento  às  vítimas. atestado + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atestar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  atestado  ao  paciente  de  que  estava  curado. atracada + -­‐ 38LD DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atracar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  navio  deu  uma  atracada  no  porto. atrasada + -­‐ 04 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atrasar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  atrasada. atribuição + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atribuir conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  atribuição  para  o  prefeito  fiscalizar. atrofiada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atrofia -­‐ -­‐ + atrofiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  músculo  deu  uma  atrofiada. atualizada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atual + atualizar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  atualizada  nos  dados. aula + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer,  ministrar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  aulas  de  matemática  para  os  alunos. autogolpe + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  autogolpe. autógrafo + + 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + autografar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  autógrafo  para  a  criança. automatizada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + automático + automatizar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sistema  eletrônico  deu  uma  automatizada. autorização + + 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + autorizar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  autorização  para  a  Ana  cruzar  a  fronteira. autuação + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + autuar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  autuação  ao  infrator. auxílio + + 11 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + auxiliar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  auxílio  para  o  Rui. aval + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avalizar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  aval  para  que  a  Ana  se  case. avaliação + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + -­‐ + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avaliar conceder,    dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  antiquário  deu  uma  avaliação  à  relíquia. avaliada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avaliar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  antiquário  deu  uma  avaliada  na  relíquia. avançada + + 35LD DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avançar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  avançada  no  Rui. avanço + + xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avançar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  privatização  deu  avanço. aviso + + 13 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + avisar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  aviso  à  Ana  de  que  fora  despejado. aviso  prévio + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  empregador  deu  o  aviso  prévio  ao  funcionário. azar + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  estar  com,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  azar. azedada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + azedo + azedar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leite  deu  uma  azedada. azulada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + azul + azular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  céu  deu  uma  azulada. backhand + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  tenista  deu  um  backhand. badalada + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + badalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sino  deu  duas  badaladas. badalada + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + badalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  badalada. bafão + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  bafão. bafejada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bafo -­‐ -­‐ + bafejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  bafejada. bafejo + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + ter -­‐ -­‐ O  tribunal  deu  bafejo  à  tese  de  legalidade. bagunçada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bagunça -­‐ -­‐ + bagunçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  bagunçada  na  casa. baixada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + baixo + baixar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  preço  deu  uma  baixada. balançada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + balanço -­‐ -­‐ + balançar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  árvore  deu  uma  balançada. balanceada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + balancear dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Os  resultados  deram  uma  balanceada. balão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  balão  na  Ana. bambeada + -­‐ xxx DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bambo + bambear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  pilastra  deu  uma  bambeada. banho + + 38LD DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + banhar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  banho  no  Rui. barbeada + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + barba -­‐ -­‐ + barbear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  barbeada. basta + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ colocar,  dar,  pôr -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  basta  na  discussão. barraco + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  barraco. bastonada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bastão -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  bastonada  no  Rui. batida + + 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bater dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  batida  na  porta. batida + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  uma  batida  no  Bairro  São  João. batizada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + batismo -­‐ -­‐ + batizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  padre  deu  uma  batizada  na  criança. bebericada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bebericar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  bebericada  no  vinho. beiçada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + beiço -­‐ -­‐ + beiçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  beiçada  no  vinho. beijo + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + beijar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  beijo  na  Ana. beliscada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + belisco -­‐ -­‐ + beliscar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  beliscadela  no  Rui. belisco + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + beliscar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  belisco  no  Rui. benção + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + abençoar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  padre  deu  a  benção  ao  casal. benefício + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + beneficiar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  prefeito  deu  um  benefício  aos  pobres. benesse + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  prefeito  deu  uma  benesse  aos  pobres. bengalada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bengala -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  bengalada  no  Rui. benzida + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + benzer dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  benzida  na  casa. berro + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + berrar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cabrito  deu  um  berro. bicada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bico -­‐ -­‐ + bicar dar + levar de -­‐ O  pássaro  deu  uma  bicada  na  fruta. bicada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bico -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  bicada  no  suco. bicão + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jogador  deu  um  bicão. bicho + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber por  parte  de -­‐ O  time  deu  um  bicho  para  o  jogador. bicicleta + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  bicicleta. bico + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  bico  na  bola. bicuda + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  bicuda  na  bola. birra + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bebê  deu  uma  birra. bis + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  pedir -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  plateia  deu  bis. blitz + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  policial  deu  blitz  na  Rua  Amazônia. bloqueada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bloqueio -­‐ -­‐ + bloquear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  fluxo  de  água  deu  uma  bloqueada. boa-­‐noite + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  boa-­‐noite  ao  Rui. boa-­‐nova + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de -­‐ O  monge  deu  a  boa-­‐nova  ao  povo. boa-­‐tarde + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  boa-­‐tarde  ao  Rui. boas-­‐festas + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de + O  Rui  deu  boas-­‐festas  à  Ana. boas-­‐vindas + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de + O  Rui  deu  boas-­‐vindas  à  Ana. bobeira + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bobo -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  bobeira. bocejo + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bocejar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  bocejo. bofetada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bofete -­‐ -­‐ + esbofetear dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  bofetada  na  Ana. bofete + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esbofetear dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  bofete  na  Ana. boiada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + boiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  boiada  . boiada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + boiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  boiada  . bolo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  bolo  na  Ana. bom-­‐dia + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  bom-­‐dia  ao  Rui. bombada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bombar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  bombada  . bombeada + -­‐ 38LT DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bombear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  coração  da  Ana  deu  uma  bombeada. bonificação + + 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bônus -­‐ -­‐ + bonificar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  uma  bonificação  ao  empregado. bônus + + 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bonificar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  um  bônus  ao  empregado. bordoada + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bordoar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  bordoada  na  Ana. borrada + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + borrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bebê  deu  uma  borrada. borrada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + borrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  rímel  deu  uma  borrada. borrifada + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + borrifar dar + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  uma  borrifada  de  água  na  planta. bote + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  cobra  deu  um  bote  no  Rui. botinada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + botina -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  botinada  na  Ana. botinada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  time  deu  botinada. braçada + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + braço -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  nadador  deu  uma  braçada. brado + + 9 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bradar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  brado. bramido + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bramir dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  elefante  deu  um  bramido. branqueada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + branco + branquear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  roupa  deu  uma  branqueada. break + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  break  no  trabalho. brecha + -­‐ xxx D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  brecha  para  o  Rui  falar. breque + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brecar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  breque  no  carro. brinde + -­‐ 36R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brindar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  loja  deu  um  brinde  ao  cliente. brinde + -­‐ 33 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + brindar conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  brinde  ao  sucesso. bronca + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  bronca  no  Rui. burrada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + burro -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  burrada. busca + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  uma  busca  no  bairro. buzinada + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + buzina -­‐ -­‐ + buzinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  buzinada. cabeçada + + 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cabeça -­‐ -­‐ + cabecear dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  cabeçada  na  Ana. cabeceada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cabeça -­‐ -­‐ + cabecear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cabeceada  na  bola. cacarejo + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cacarejar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  galinha  deu  um  cacarejo. cacetada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cacete -­‐ -­‐ + cacetear dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  cacetada  na  Ana. cadeirada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cadeira -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  cadeirada  no  Rui. cafungada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cafungar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cafungada. cafungada + -­‐ xxx DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cafungar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cafungada  no  pescoço  da  Ana. cagada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cagar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bebê  deu  uma  cagada. cagada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cagar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Vila  Nova  deu  uma  cagada  . caída + -­‐ 32NM DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cair dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  valor  das  ações  deu  uma  caída. caída + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  caída. cajadada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cajado -­‐ -­‐ + cajadar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  cajadada  no  gato. calibrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + calibrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  calibrada  nos  pneus  do  carro. calote + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + calotear aplicar,  dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  calote  no  mercado. cambaleada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cambalear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cambaleada. cambalhota + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cambalhotear dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cambalhota. caminhada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + caminhar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  caminhada  . camuflada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + camuflar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  camuflada. canelada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + canela -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  canelada  na  Ana. caneta + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar + levar de -­‐ O  jogador  deu  uma  caneta  no  adversário. canivetada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + canivete -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  canivetada  na  Ana. canja + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cantor  deu  uma  canja  ao  público. cantada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cantar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  cantada  na  Ana. caprichada + -­‐ 35R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + capricho + caprichoso + caprichar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  caprichada  no  visual. carão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  carão  na  Ana. carão + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  carão  . cargo + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  cargo  de  gerente  à  Ana. cariada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cárie -­‐ -­‐ + cariar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  dente  da  Ana  deu  uma  cariada. carícia + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + acariciar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  carícia  ao  Rui. carinho + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + carinhoso + acarinhar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  carinho  ao  Rui. carona + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  carona  à  Ana. carrinho + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar + levar de -­‐ O  jogador  deu  um  carrinho  no  adversário. cartada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cartada  . cartada  certeira + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cartada  certeira  . cartada  de  mestre + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cartada  de  mestre  . cartão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  atribuir,  dar + levar,  ter de -­‐ O  árbitro  deu  um  cartão  para  o  jogador. cartão  amarelo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  atribuir,  dar + levar,  ter de -­‐ O  árbitro  deu  um  cartão  amarelo  para  o  jogador. cartão  vermelho + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  atribuir,  dar + levar,  ter de -­‐ O  árbitro  deu  um  cartão  vermelho  para  o  jogador. carteirada + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + carteira -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  carteirada  na  festa. castigo + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + castigar aplicar,  atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  castigo  ao  Rui. catada + -­‐ 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + catar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  catada  no  lixo. catapora + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  catapora. cavada + -­‐ 38L1 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cavar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cavada  no  buraco. cavalgada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cavalgar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cavalgada. cavalo-­‐de-­‐pau + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  cavalo-­‐de-­‐pau  na  camionete. centralizada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + central + centralizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  centralizada  na  discussão. centrifugada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + centrifugar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  centrifugada  na  roupa. certificada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + certificar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  certificada  no  ambiente. certificado + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + certificar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  o  certificado  ao  aluno  de  que  ele  fora  aprovado. chacoalhada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chacoalhar dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  chacoalhada  no  leite. chafurdada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chafurdar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  porco  deu  uma  chafurdada  . chamada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chamar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  diretor  deu  uma  chamada  no  aluno. chancela + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chancelar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  ministério  deu  chancela  para  o  sindicato  realizar  os  leilões. chapéu + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar + levar de -­‐ O  jogador  deu  um  chapéu  no  adversário. chapuletada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chapuletar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  chapuletada  na  Ana. chegada + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chegar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  chegada  no  bar. cheirada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cheiro -­‐ -­‐ + cheirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  cheirada  na  comida. cheiro + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cheirar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  cheiro  na  flor. chibatada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chibata -­‐ -­‐ + chibatar dar + levar de -­‐ O  patrão  deu  uma  chibatada  no  escravo. chicotada + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chicote -­‐ -­‐ + chicotear dar + levar de -­‐ O  patrão  deu  uma  chicotada  no  escravo. chilique + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  chilique. chinelada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chinelo -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  chinelada  no  Rui. chupada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chupar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  chupada  no  sorvete. chupão + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chupar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  chupão  na  laranja. chupão + + 32CL DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  chupão  no  pescoço  da  Ana. chute + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chutar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  chute  na  bola. chute  a  gol + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + chutar  a  gol dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  chute  a  gol. chuveirinho + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jogador  deu  um  chuveirinho  na  área. ciao + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  ciao  à  Ana. ciência + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  ciência  no  documento. circulada + -­‐ 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + círculo -­‐ -­‐ + circular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vento  deu  uma  circulada. clareada + -­‐ 31I DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + claro + clarear dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  dia  deu  uma  clareada. clic + -­‐ 35LS DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + clicar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  clic  no  botão. climatizada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + clima -­‐ -­‐ + climatizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ambiente  deu  uma  climatizada. clique + -­‐ 35LS DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + clicar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  clique  no  botão. close + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  close  na  Ana. coada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + coar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  coada  no  leite. cobertura + -­‐ 32R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cobrir conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  cobertura  à  Ana. cobertura + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cobrir dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  emissora  deu  cobertura  ao  evento. coça + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  coça  na  Ana. coçada + -­‐ 32CL DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + coçar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  coçada  na  cabeça. cochilada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cochilo -­‐ -­‐ + cochilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cochilada. cochilo + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cochilar dar,  tirar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  cochilo. coice + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + coicear dar,  fazer + levar de -­‐ A  égua  deu  um  coice  no  Rui. colaboração + + 35S DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + colaborar conceder,  dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  sua  colaboração  na  tarefa. colada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cola -­‐ -­‐ + colar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  colada  no  brinquedo. comando + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  comando  para  a  Ana  se  afastar. comemorada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + comemorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  torcida  deu  uma  comemorada. comentário + -­‐ 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + comentar conceder,  dar,  falar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  comentário  à  Ana  sobre  o  casamento. comissão + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + comissionar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  comissão  à  Ana. compensação + + 12 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient por -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + compensar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  compensação  à  Ana  pelo  trabalho  prestado. compensada + -­‐ xxx DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + compensar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  aumento  do  salário  deu  uma  compensada  no  trabalho. complementação + -­‐ 36R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + complemento -­‐ -­‐ + complementar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  complementação  ao  trabalho. comprovação + -­‐ 01T D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + comprovar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  comprovação  ao  Rui  de  que  é  honesta. comunhão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + comungar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  padre  deu  a  comunhão  aos  fiéis. conceito + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + conceituar aplicar,  atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  conceito  de  "regular"  para  a  universidade. concessão + + 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + conceder dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  uma  concessão  para  a  empresa  funcionar. conclusão + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + concluir atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  conclusão  ao  assunto. concordância + -­‐ 8 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + concordar dar,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  sua  concordância  para  que  o  Rui  se  case. condecoração + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + condecorar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  condecoração  à  Ana. condenação + + 11 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + condenar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  uma  condenação  ao  réu. condição + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar,  fazer,  impor + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  condição  para  a  Ana  ganhar  o  carro. condolências + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber por  parte  de + A  Ana  deu  suas  condolências  ao  Rui. conferência + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ministrar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  professor  deu  uma  conferência  sobre  AIDS  para  os  alunos. conferida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + conferir dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  conferida  nos  documentos. confiança + + 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + confiante + confiar atribuir,  dar,  ser  de,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  confiança  à  Ana. confirmação + + 01T D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + confirmar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  a  confirmação  de  estar  bem  à  Ana. confundida + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + confundir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  confundida  . congelada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gelo -­‐ -­‐ + congelar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  cerveja  deu  uma  congelada. congestionada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + congestionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  trânsito  deu  uma  congestionada. congratulações + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + congratular dar,  falar + receber por  parte  de + O  Rui  deu  congratulações  à  Ana. conhecimento + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  conhecimento  no  documento. conselho + + 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + aconselhar atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  conselho  para  a  Ana  não  fazer  isso. consentimento + + 8 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + consentir atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  consentimento  para  que  a  Ana  se  case. conserto + + 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + consertar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  conserto  no  carro. consideração + + 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  consideração  à  Ana  sobre  sua  atitude. consideração + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + considerar dar,  ser  de,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  consideração  ao  movimento. consultada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + consulta -­‐ -­‐ + consultar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  consultada  no  dicionário. consultoria + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  consultoria  aos  clientes. continência + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ bater,  dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  soldado  deu  continência  ao  general. contorcida + -­‐ 32CL DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + contorcer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  contorcida. contra-­‐ordem + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  presidente  deu  uma  contra-­‐ordem  para  os  moradores  fecharem  o  comércio. contração + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + contrair dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  gestante  deu  contrações. contrapartida + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + + -­‐ a,  de,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + contraparte -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  uma  contrapartida  ao  projeto. contribuição + + 2 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + contribuir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  contribuição  à  empresa. contributo + + 2 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  contributo  à  empresa. controlada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + controle -­‐ -­‐ + controlar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  controlada  nos  gastos. convite + -­‐ 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + convidar atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  TV  deu  um  convite  para  o  jogador  participar  da  coletiva. cooperação + -­‐ 35S DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cooperar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  jogador  deu  sua  cooperação  ao  time. cornada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + corno -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  touro  deu  uma  cornada  no  toureiro. coronhada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + coronha -­‐ -­‐ + coronhar dar + levar de -­‐ O  policial  deu  uma  coronhada  no  manifestante. corretivo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  corretivo  na  Ana. corrida + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + correr dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  corrida. corrompida + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + corromper dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  arquivo  deu  uma  corrpompida. corte + + 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cortar aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  corte  na  roupa. corte + + 38PL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cortar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  presidente  deu  corte  na  aposentadoria  dos  professores. corte + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cortar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  corte  no  Rui. cotovelada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cotovelo -­‐ -­‐ + cotovelar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  cotovelada  na  Ana. cotovelão + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cotovelo -­‐ -­‐ + cotovelar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  cotovelão  no  Rui. cozida + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cozinhar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  cozida  no  macarrão. cravada + -­‐ 38LD DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cão  deu  uma  cravada  na  perna  do  Rui. credencial + + 32H D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + credenciar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  operadora  deu  credencial  ao  médico  para  atender  seus  clientes. crédito + + 38LD DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + creditar aplicar,  atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  banco  deu  um  crédito  de  100,00  à  Ana. crescida + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + crescer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  +  O  bolo  deu  uma  crescida. cristalizada + -­‐ 32CV DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cristal -­‐ -­‐ + cristalizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  açúcar  deu  uma  cristalizada. cruzado + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  cruzado  no  adversário. cumprimento + + 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cumprir dar + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  cumprimento  à  lei. cumprimentos + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cumprimentar conceder,  dar,  fazer + receber por  parte  de + O  Rui  deu  seus  cumprimentos  à  plateia. curso + -­‐ 35R D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  ministrar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  curso  para  as  amigas  sobre  maquiagem. curtida + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + curtir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  curtida  com  a  Ana. curtida + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + curtir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  curtida  no  som. cusparada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cuspe -­‐ -­‐ + cuspir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cusparada  no  chão. cuspe + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cuspir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  cuspe  no  chão. cuspida + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cuspe -­‐ -­‐ + cuspir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  cuspida  no  chão. cutilada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  cutilada  na  Ana. cutucada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cutucar dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  cutucada  no  Rui. cutucão + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cutucar dar + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  cutucão  na  Ana. danação + -­‐ xxx DQF2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + danar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  danação  para  sair  de  casa. debandada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + debandar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  debandada. debochada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deboche -­‐ -­‐ + debochar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  debochada  do  Rui. debruçada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + bruço -­‐ -­‐ + debruçar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  debruçada  no  parapeito  da  varanda. decantada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + decantar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vinho  deu  uma  decantada. declaração + -­‐ 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + declarar conceder,  dar,  fazer,  proferir + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  declaração  à  imprensa  de  que  vai  se  casar. declinada + -­‐ xxx DQF2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + declinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  declinada  de  fazer  o  trabalho. declinada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + declinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  carreira  da  Ana  deu  uma  declinada  . decorada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + decorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  decorada  no  apartamento  novo. deferimento + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deferir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  deferimento  à  candidatura  do  prefeito. definição + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + definir atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  dicionário  deu  uma  definição  informal  do  termo. definida + -­‐ xxx DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + definir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  corpo  da  Ana  deu  uma  definida. deformada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deformar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bolo  deu  uma  deformada. defumada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + defumar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  defumada  no  presunto. deitada + -­‐ 32H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  deitada. deixa + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  deixa  para  que  a  Ana  falasse. delegação + + 36R D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + delegar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  a  delegação  da  decisão  ao  advogado. delete + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deletar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  delete  no  documento. delimitada + -­‐ 38L1 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + limite -­‐ -­‐ + delimitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  delimitada  no  espaço. demão + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  demão  de  tinta  na  parede. demarcada + -­‐ 38L1 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + marca -­‐ -­‐ + demarcar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  demarcada  no  território. demissão + + 39 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + demitir conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  demissão  ao  funcionário. demonstração + -­‐ 9 D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + demonstrar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  demonstração  à  Ana  de  que  é  capaz. dengue + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  dengue. denominação + -­‐ 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ + nome -­‐ -­‐ + denominar aplicar,  atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  a  denominação  de  'América'  à  praça. dentada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dente -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  criança  deu  uma  dentada  no  pai. dentro + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  dentro  . depilada + -­‐ 32CL DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + depilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  depilada  nas  pernas. depoimento + + 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + depor conceder,  dar,  falar,  fazer,  prestar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  seu  depoimento  ao  juiz. derramada + -­‐ 38LD DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + derramar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  derramada. derrapada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + derrapar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  uma  derrapada. derretida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + derreter dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  gelo  deu  uma  derretida. desabada + -­‐ 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desabar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  teto  da  casa  deu  uma  desabada. desabafada + -­‐ 09 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desabafar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  desabafada  com  a  Ana. desabrochada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desabrochar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  flor  deu  uma  desabrochada. desacelerada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desacelerar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  uma  desacelerada. desandada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desandar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  time  deu  uma  desandada. desaprovação + + 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desaprovar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  sua  desaprovação  aos  atos  terroristas. descansada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + descansar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  descansada. descarga + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  descarga  no  vaso. descida + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + descer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  descida  . desconto + + 38LS D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + descontar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  loja  deu  desconto  no  preço  total  para  o  cliente. descontraída + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + descontrair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  descontraída. desconversada + -­‐ 31H DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + conversa -­‐ -­‐ + desconversar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  desconversada  do  assunto. descrição + -­‐ 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + descrever atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  descrição  de  "sujo"  para  o  ambiente. desculpa + + 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  falar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  desculpa  à  Ana. desculpa  esfarrapada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  desculpa  esfarrapada  à  Ana. desdobrada + -­‐ 38PL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dobra -­‐ -­‐ + desdobrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  desdobrada  no  problema. desenvolvimento + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desenvolver conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  desenvolvimento  ao  projeto. designação + + 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + designar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  designação  de  "necessária"  para  sua  profissão. deslizada + -­‐ 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deslizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  deslizada. deslocada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deslocar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ombro  do  Rui  deu  uma  deslocada. deslocada + -­‐ 38LT DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de,  para -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐x -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deslocar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  deslocada  do  centro  para  a  periferia. desmanchada + -­‐ 38PL DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desmanchar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bolo  deu  uma  desmanchada. despacho + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + despachar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  despacho  no  documento. despejada + -­‐ 38LD D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + despejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  despejada  de  água  no  balde. despertada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + despertar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  despertada. despistada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + despistar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  despistada  na  Ana. destacada + -­‐ 06 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + destaque -­‐ -­‐ + destacar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  destacada  no  texto. destaque + + 06 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + destacar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  destaque  ao  trabalho  voluntário. destinação + -­‐ 36DT DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + destino -­‐ -­‐ + destinar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  uma  destinação  às  verbas  públicas. destino + -­‐ 36DT DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + destinar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  destino  apropriado  ao  dinheiro. destoada + -­‐ 34 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + destoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vermelho  deu  uma  destoada. desviada + -­‐ 35LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desvio -­‐ -­‐ + desviar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  desviada  no  caminho. desvio + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + desviar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  desvio. deteriorada + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + deteriorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  monumento  deu  uma  deteriorada. determinação + -­‐ 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + determinar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ A  máfia  deu  uma  determinação  para  que  fechassem  o  comércio. diagnóstico + -­‐ 6 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + diagnosticar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  médico  deu  o  diagnóstico  ao  paciente. dica + -­‐ 36DT DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  dica  para  a  Ana  fazer  mestrado. difusão + + 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  de,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + difundir conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  mídia  deu  ampla  difusão  à  arte. diluída + -­‐ 38LD DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + diluir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  diluída. direcionamento + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + direção -­‐ -­‐ + direcionar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  direcionamento  para  a  campanha. discutida + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + discussão -­‐ -­‐ + discutir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  técnico  deu  uma  discutida  com  o  árbitro. disfarçada + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + disfarce -­‐ -­‐ + disfarçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  disfarçada. disparo + -­‐ 31R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ contra,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + disparar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  um  disparo  contra  o  bandido. dispensa + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dispensar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  gerente  deu  dispensa  aos  funcionários. dispersada + -­‐ 32PL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dispersar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ As  pessoas  deram  uma  dispersada. dissipada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dissipar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  calor  deu  uma  dissipada. distanciada + -­‐ 38LD DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + distância -­‐ -­‐ + distanciar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  distanciada  da  Ana. distorcida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + distorcer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  distorcida  no  assunto. distraída + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + distrair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  distraída. distribuída + -­‐ 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de,  em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + distribuir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  distribuída  no  material  para  as  crianças. divagada + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + divagar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  divagada. divergência + + 35S DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + divergir dar,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Os  resultados  deram  divergência. diversificada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + diverso + diversificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  diversificada  no  figurino. divulgação + + 9 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  de,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + divulgar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  divulgação  ao  fato. divulgada + -­‐ 9 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + divulgar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  divulgada  nos  fatos. doação + -­‐ 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + doar conceder,  dar,  fazer + receber de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  doação  de  remédios  para  o  hospital. dobrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dobra -­‐ -­‐ + dobrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  dobrada  no  papel. dois  toques + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ + O  jogador  deu  dois  toques  na  bola. donativo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  governo  deu  donativos  para  os  voluntários. dormida + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dormir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  dormida. dosada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + dose -­‐ -­‐ + dosar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  dosada  no  medicamento. drible + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + driblar aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  drible  no  adversário. eco + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ecoar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  sala  dá  eco. economizada + -­‐ 32NM DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + economia -­‐ -­‐ + economizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  economizada. efetivação + + 32TA DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + efetivo + efetivar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  deputado  deu  efetivação  ao  projeto. elaborada + -­‐ 32A DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + elaborar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  elaborada  no  figurino. elogiada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + elogio -­‐ -­‐ + elogiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  elogiada  na  Ana. elogio + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + elogiar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  elogio  à  Ana. emagrecida + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + magro + emagrecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  emagrecida. embalada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + embalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  público  deu  uma  embalada. embalada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + embalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  embalada  na  mercadoria. embasamento + -­‐ xxx DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + base -­‐ -­‐ + embasar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  teoria  deu  embasamento  à  pesquisa. embrulhada + + xxx DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + embrulho -­‐ -­‐ + embrulhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  estômago  da  Ana  deu  uma  embrulhada. empanada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empanar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  empanada  no  frango. empanzinada + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empanzinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  empanzinada. empatada + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + empate -­‐ -­‐ + empatar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  time  deu  uma  empatada  com  o  adversário. empedrada + -­‐ 38L4 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pedra -­‐ -­‐ + empedrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  cerveja  deu  uma  empedrada. empilhada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pilha -­‐ -­‐ + empilhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  empilhada  nos  materiais. empobrecida + -­‐ 32TA DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pobre + empobrecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  empobrecida. emprego + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empregar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  emprego  ao  Rui. empréstimo + -­‐ 36DT DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + emprestar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  empréstimo  ao  Rui. empurrada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empurrar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  empurrada  na  Ana. empurrão + + 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empurrar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  empurrão  no  Rui. enaltecida + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enaltecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  enaltecida  na  beleza  da  Ana. encaixada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  encaixada  na  Ana. encaminhamento + + 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + encaminhar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  encaminhamento  ao  processo. encarada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + encarar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  encarada  na  Ana. encargo + -­‐ 12 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  encargo  à  Ana  para  cuidar  dos  animais. encerada + -­‐ 38L1 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + cera -­‐ -­‐ + encerar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  encerada  no  chão. enchida + -­‐ 38L4 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ patient com + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ + cheio + encher dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  enchida  na  sala  com  flores. encontrão + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  jogador  deu  um  encontrão  no  adversário. endurecida + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + duro + endurecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  massa  deu  uma  endurecida. ênfase + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enfatizar atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  presidente  deu  ênfase  à  saúde. enfatizada + -­‐ 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ênfase -­‐ -­‐ + enfatizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  enfatizada  no  problema. enfeitada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enfeite -­‐ -­‐ + enfeitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  enfeitada  na  casa. enfoque + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enfocar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  enfoque  na  apresentação. engasgada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + engasgar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  engasgada. engomada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + goma -­‐ -­‐ + engomar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  engomada  na  roupa. engraxada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + graxa -­‐ -­‐ + engraxar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  engraxada  no  sapato. enquadrada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + quadro -­‐ -­‐ + enquadrar dar + levar de -­‐ O  presidente  deu  uma  enquadrada  no  ministro. enquadramento + + 38LD DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + quadro -­‐ -­‐ + enquadrar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  lei  deu  enquadramento  ao  crime. enrijecida + -­‐ 32C DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rijo + enrijecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  músculo  do  Rui  deu  uma  enrijecida. enrolada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enrolar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  enrolada  na  situação. enrolada + -­‐ 32R DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enrolar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  linha  deu  uma  enrolada. enrugada + -­‐ 32CL DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ruga -­‐ -­‐ + enrugar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  papel  deu  uma  enrugada. ensaboada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sabão -­‐ -­‐ + ensaboar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  ensaboada  nos  pratos. ensaboada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ensaboar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  ensaboada  no  Rui. ensaiada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ensaio -­‐ -­‐ + ensaiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ensaiada  no  texto. ensebada + -­‐ 38L4 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sebo -­‐ -­‐ + ensebar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ensebada  na  sola  do  sapato. ensebada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ensebar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ensebada  no  Rui. enterrada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enterrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Michael  Jordan  deu  uma  enterrada. entrada + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  entrada  no  hospital. entrada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + entrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  entrada  em  casa. entrelaçada + -­‐ 32CL DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com,  em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + laço -­‐ -­‐ + entrelaçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  entrelaçada  na  cintura  do  Rui. entristecida + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + triste + entristecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  entristecida. entrosada + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + entrosar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  entrosada  com  a  galera. entupida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + entupir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cano  deu  uma  entupida. entusiasmada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + entusiasmo -­‐ -­‐ + entusiasmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  entusiasmada  . envaidecida + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vaidade + vaidoso + envaidecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  envaidecida. envelhecida + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + velho + envelhecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  envelhecida. enxaguada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enxague -­‐ -­‐ + enxaguar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  enxaguada  nas  roupas. enxugada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + enxugar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  enxugada  nos  pratos. equilibrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + equilíbrio -­‐ -­‐ + equilibrar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  equlibrada  na  corda  bamba. equilibrada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + equilíbrio -­‐ -­‐ + equilibrar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  resultado  deu  uma  equilibrada. equiparada + -­‐ 36S1 DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + equiparar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Os  gastos  deram  uma  equiparada  aos  ganhos. erguida + -­‐ 38LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + erguer-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  erguida. erradicada + -­‐ 38LS DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + erradicar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  dengue  deu  uma  erradicada. escaldada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escaldar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  escaldada. escândalo + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aprontar,  dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  escândalo. escapada + + 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de,  para -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐x -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escapar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  escapada  de  casa. escapulida + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de,  para -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐x -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escapulir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  escapulida  do  trabalho. escarrada + -­‐ 32R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escarro -­‐ -­‐ + escarrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  escarrada. esclarecimento + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + topic -­‐ -­‐ -­‐ + claro + esclarecer conceder,  dar,  fazer,  prestar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  policial  deu  um  esclarecimento  à  mídia  sobre  os  fatos. escondida + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esconder-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  escondida  do  Rui. escorada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  escorada  na  parede. escorregada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escorregar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  escorregada. escorregão + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escorregar dar,  levar,  tomar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  escorregão. escovada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escova -­‐ -­‐ + escovar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  escovada  no  gato. escurecida + -­‐ 31I DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + escuro + escurecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  céu  deu  uma  escurecida. esfarelada + -­‐ 38PL DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + farelo -­‐ -­‐ + esfarelar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bolo  deu  uma  esfarinhada. esfregada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esfregar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  esfregada  no  chão. esfriada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + frio + esfriar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  tempo  deu  uma  esfriada. esguicho + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esguichar dar,  fazer + levar,  receber -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  esguicho  de  água  na  planta. esmagada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esmagar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  esmagada  no  doce. esmola + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  esmola  para  o  mendigo. esmorecida + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esmorecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  esmorecida. esnobada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esnobe + esnobar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  esnobada  no  Rui. espairecida + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espairecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  espairecida. esparramada + -­‐ 38LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esparramar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ As  pessoas  deram  uma  esparramada. especulada + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + especular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  especulada  no  problema. espetada + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espeto -­‐ -­‐ + espetar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  espetada  no  dedo. espiada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  espiada  na  Ana. espichada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espichar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  adolescente  deu  uma  espichada. espirro + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espirrar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  espirro. esporada + + 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espora -­‐ -­‐ + esporar dar + levar de -­‐ O  cavaleiro  deu  uma  esporada  no  cavalo. esporro + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  esporro  na  Ana. espreguiçada + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preguiça -­‐ -­‐ + espreguiçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  espreguiçada. espremida + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espremer dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  espremida  na  laranja. esquentada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + quente + esquentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leite  deu  uma  esquentada. estagnada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estagnar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  economia  deu  uma  estagnada. estalada + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  lenha  deu  uma  estalada. estalido + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estalar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vidro  deu  um  estalido. estalo + + 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estalar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  lenha  deu  um  estalo. estancada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sangue  deu  uma  estancada. esterelizada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esterelizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  esterelizada  no  material. estiada + -­‐ 31I DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estio -­‐ -­‐ + estiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  chuva  deu  uma  estiada. esticada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esticar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Ana  deu  uma  esticada  nas  roupas. esticada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esticar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  linha  deu  uma  esticada. esticada + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  até -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esticar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  atleta  deu  uma  esticada  até  a  lagoa. esticão + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esticar dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  esticão  no  tecido. estilingada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estilingue -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  estilingada  no  passarinho. estima + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estimar conceder,  dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  povo  deu  muita  estima  ao  seu  rei. estimativa + + 6 D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estimar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  uma  estimativa  do  problema  aos  brasileiros. estímulo + + 11 D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estimular conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  um  estímulo  para  o  aluno  aprender  mais. estirada + + xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  até -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  estirada  até  sua  casa. estocada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estocar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  estocada  no  adversário. estouro + + 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estourar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  micro-­‐ondas  deu  um  estouro. estragada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estragar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  comida  deu  uma  estragada. estrebuchada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estrebuchar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  estrebuchada. estruturada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estruturar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  vida  da  Ana  deu  uma  estruturada. estudada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estudar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  estudada  no  material. esvaziada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vazio + esvaziar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  sala  deu  uma  esvaziada. evacuada + -­‐ 38L1 DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + evacuar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  sala  deu  uma  evacuada. evoluída + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + evoluir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  evoluída. exagerada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exagero -­‐ -­‐ + exagerar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  exagerada  . examinada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exame -­‐ -­‐ + examinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  examinada  no  ambiente. excomunhão + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + excomungar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  papa  deu  excomunhão  ao  padre  pedófilo. execução + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + executar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  pedreiro  deu  exceução  à  obra. exemplo + + 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exemplificar apresentar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  um  exemplo  ao  aluno  de  como  realizar  a  tarefa. exercitada + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exercitar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  exercitada. exoneração + + 38LD DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exonerar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  prefeitura  deu  a  exoneração  ao  funcionário. expandida + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + expandir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  loja  deu  uma  expandida. explicação + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + explicar apresentar,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  pai  deu  uma  explicação  ao  filho  sobre  drogas. explorada + -­‐ 38L1 DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + explorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  explorada  na  caverna. exposição + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + expor conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  museu  deu  exposição  às  obras  realistas. expulsão + -­‐ 38LS DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + expulsar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  expulsão  ao  atacante. exteriorização + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + exteriorizar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  exteriorização  aos  seus  sentimentos. extrapolada + -­‐ 38LS DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + extrapolar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  extrapolada  . extravasada + -­‐ 38L1 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + extravasar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  extravasada. extrema  unção + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  padre  deu  a  extrema  unção  ao  Rui. facada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + faca -­‐ -­‐ + esfaquear dar + levar de -­‐ O  assassino  deu  uma  facada  no  Rui. facada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  loja  deu  uma  facada  no  cliente. facilitada + -­‐ 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ + fácil + facilitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  facilitada  para  o  Rui  terminar  o  serviço. falhada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + falha -­‐ -­‐ + falhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  instrumento  deu  uma  falhada. falsificada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + falso + falsificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  falsificada  no  documento. faturamento + -­‐ 32NM DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + faturar conceder,  dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  empresa  deu  um  faturamento  de  20%. febre + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  febre. fechada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fechar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  fechada  na  porta. fechada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fechar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  fechada  na  Ana. feedback + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  aluno  deu  um  feedback  ao  professor  sobre  seu  aprendizado. felicitações + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + felicitar dar + receber por  parte  de + A  Ana  deu  felicitações  ao  Rui. fermentada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fermento -­‐ -­‐ + fermentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  cerveja  deu  uma  fermentada. ferroada + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ferrão -­‐ -­‐ + ferroar dar + levar de -­‐ A  abelha  deu  uma  ferroada  no  Rui. fervida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ferver dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leite  deu  uma  fervida. filmada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + filme -­‐ -­‐ + filmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  filmada  na  Ana. filtrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + filtro -­‐ -­‐ + filtrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  filtrada  na  água. financiamento + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + financiar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  banco  deu  financiamento  aos  pobres. fingida + -­‐ 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fingir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  fingida  para  o  Rui  de  que  era  virgem. finta + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ O  jogador  deu  uma  finta  no  adversário. firmada + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + firme + firmar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pedestal  deu  uma  firmada. fiscalizada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fiscalizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  uma  fiscalizada  na  obra. fisgada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fisgar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  peixe  deu  uma  fisgada  no  anzol. fixada + -­‐ 38LD DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fixo + fixar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  quadro  deu  uma  fixada  na  parede. flagra + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flagrar dar,  fazer,  pegar  em + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  flagra  na  Ana. flagrante + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flagrar dar,  fazer,  pegar  em + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  um  flagrante  no  Rui. flechada + -­‐ 35LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flecha -­‐ -­‐ + flechar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  flechada  na  árvore. floreada + -­‐ 38L4 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flor -­‐ -­‐ + florear dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  floreada  no  discurso. floreio + -­‐ 38L4 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flor -­‐ -­‐ + florear dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  floreio  no  problema. florescida + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + flor -­‐ -­‐ + florescer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  árvore  deu  uma  florescida. focada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + focar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  focada  no  trabalho. focinhada + + 35LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + focinho -­‐ -­‐ + focinhar dar + levar de -­‐ O  cão  deu  uma  focinhada  no  seu  dono. foda-­‐se + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  foda-­‐se  para  o  mundo. folheada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + folhear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  folheada  no  livro. fora + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  fora  no  Rui. fora + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  fora   forçada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + força -­‐ -­‐ + forçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  forçada  na  porta. forehand + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uns  forehands. fortalecida + -­‐ 32TA DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + forte + fortalecer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  estrutura  óssea  do  Rui  deu  uma  fortalecida. fortificada + -­‐ 32TA DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + forte + fortificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  estrutura  óssea  do  Rui  deu  uma  fortificada. franzida + -­‐ 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + franzir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  franzida  no  tecido. freada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + freio -­‐ -­‐ + frear dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  uma  freada  brusca  no  carro. frisada + -­‐ 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + frisar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  frisada  no  conteúdo. frisada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + frisar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cabelo  da  Ana  deu  uma  frisada. fritada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fritar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  fritada  no  bife. fugida + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de,  para -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐x -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fuga -­‐ -­‐ + fugir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  fugida  de  casa. fumada + -­‐ 32R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fumo -­‐ -­‐ + fumar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  fumada. fungada + + 31CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fungar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  fungada. fungada + -­‐ xxx DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fungar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  fungada  no  cangote  da  Ana. furada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + furo -­‐ -­‐ + furar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  furada  na  parede. furo + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + furar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  furo  na  parede. furo + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  furo  . furo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + furar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  furo  com  a  Ana  . furo  de  reportagem + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jornalista  deu  um  furo  de  reportagem. gafe + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gafe. gaguejada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gago + gaguejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gaguejada  . gaitada + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gaitada. galope + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + galopar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cavalo  deu  um  galope. ganho  real + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  poupança  deu  um  ganho  real  de  30%. garantia + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + garantir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  garantia  à  Ana  de  que  vai  arrumar  emprego. gargalhada + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gargalhar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gargalhada. garimpada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + garimpo -­‐ -­‐ + garimpar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  garimpada  nos  seus  pertences. gás + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  gás  na  sua  dissertação. gelo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  gelo  na  Ana. gemida + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gemer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gemida. gemido + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gemer dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  gemido. giro + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + girar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  giro. giro + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  por -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  giro  pela  cidade. glória-­‐a-­‐Deus + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + glorificar  a  Deus conceder,  dar,  falar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  glória  a  Deus. gole + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  gole  na  cerveja. goleada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gol -­‐ -­‐ + golear aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  time  deu  uma  goleada  no  adversário. golpe + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + golpear aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  golpe  na  Ana. golpe + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  golpe  no  governo. golpe  de  Estado + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ Getúlio  Vargas  deu  um  golpe  de  Estado. golpe  militar + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  exército  deu  um  golpe  militar  no  governo. golpe  mortal + -­‐ 32CL DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + golpear  mortalmente aplicar,  dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  golpe  mortal  na  Ana. gorfada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gorfar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gorfada. gorjeio + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gorjear dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pássaro  deu  um  gorjeio. gorjeta + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  cliente  deu  uma  gorjeta  ao  garçom. gozada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gozar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gozada. gozada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com,  de,  em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gozar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  gozada  na  Ana. graças-­‐a-­‐Deus + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  falar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  graças  a  Deus. gratidão + + 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + grato -­‐ -­‐ conceder,  dar,  ser  de,  ter + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  gratidão  a  Deus  pelas  bênçãos  recebidas. gratificação + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gratificar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  uma  gratificação  ao  empregado. gravata + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  gravata  no  adversário. grito + -­‐ 35S DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + gritar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  grito. grito  de  guerra + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  seu  grito  de  guerra. grudada + -­‐ 38LD DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + grude -­‐ -­‐ + grudar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  chiclete  deu  uma  grudada  no  dente. grunhido + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + grunhir dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  porco  deu  um  grunhido. guarida + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governador  deu  guarida  ao  prefeito. guinada + + 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + guinar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  vida  do  Rui  deu  uma  guinada. help + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  help  para  o  Rui. hidratada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + hidratar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  pele  da  Ana  deu  uma  hidratada. holofote + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  imprensa  deu  muito  holofote  à  notícia. homenageada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + homenagem -­‐ -­‐ + homenagear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  homenageada  à  Ana. homenagem + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + homenagear dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  soldado  deu  uma  homenagem  ao  capitão. homologação + + 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + homologar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  presidente  deu  a  homologação  no  contrato. hospitalidade + + xxx D2LC 2 -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ser  de + ter -­‐ -­‐ O  terreno  baldio  deu  hospitalidade  ao  mendigo. ida + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  a,  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  ida  ao  mercado. ignorada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ignorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  ignorada  na  Ana. igualada + -­‐ 36s1 DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  com + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐object -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + igual + igualar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  verde  deu  uma  igualada  com  o  azul. iluminada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + iluminar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  sala  deu  uma  iluminada. ilustrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ilustrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ilustrada  no  problema. imobilizada + -­‐ 32H DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + imóvel + imobilizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  médico  deu  uma  imobilizada  na  perna  do  Rui. importância + -­‐ 8 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + importante + importar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  importância  para  o  problema. impregnada + -­‐ 38LD DLC2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + impregnar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cheiro  deu  uma  impregnada  na  sala. improvisada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + improviso -­‐ -­‐ + improvisar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  improvisada  no  conteúdo. impulso + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + impulsionar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  impulso  para  a  Ana. inalada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + inalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  inalada  no  gás. incentivo + + 11 D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + incentivar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  professora  deu  um  incentivo  para  o  aluno  estudar  mais. inchada + -­‐ 31R DR1 1 + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + inchaço -­‐ -­‐ + inchar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  inchada. incitamento + + 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + incitar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  incitamento  às  manifestações. incrementada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + incremento -­‐ -­‐ + incrementar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  incrementada  na  receita. incumbência + + 12 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + incumbir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  incumbência  paraa  Ana  cuidar  dos  animais. indeferimento + + 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + indeferir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  indeferimento  ao  processo. indenização + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + indenizar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  indenização  de  5.000  à  Ana. indicação + + 36DT D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + indicar atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  indicação  à  Ana  para  prestar  o  concurso. indireta + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  indireta  para  o  Rui  comprar  o  carro. indulgência + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Papa  deu  indulgências  aos  fiéis. indulto + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  o  indulto  aos  presos. influenciada + -­‐ 32H DR2 2 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + influência -­‐ -­‐ + influenciar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  influenciada  no  Rui. informação + + 13 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + informar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  informação  à  Ana  de  que  fora  preso. injeção + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + injetar aplicar,  dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ A  enfermeira  deu  uma  injeção  de  morfina  no  paciente. inovada + -­‐ 31H DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + novo + inovar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  inovada  no  figurino. inserida + -­‐ 38LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + inserir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  inserida  no  grupo. insinuada + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + insinuar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  insinuada  para  o  Rui. instigada + -­‐ 11 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + instigar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  instigada  no  Rui. instrução + + 11 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + instruir conceder,  dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  instrução  para  a  Ana  terminar  a  tarefa. insuflada + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + insuflar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ego  da  Ana  deu  uma  insuflada. integrada + -­‐ 35LS DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐object -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + integrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  integrada  no  ambiente. intensificada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + intenso + internsificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  dor  deu  uma  intensificada. interagida + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + interagir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  interagida  com  o  Rui. interpretação + + 36R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + interpretar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  uma  interpretação  para  o  caso. interrogada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + interrogar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  interrogada  no  Rui. interrompida + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + interromper dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  interrompida  no  assunto. introdução + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  de,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + introduzir dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  introdução  ao  assunto. inundada + -­‐ 38L1 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + inundar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  rio  deu  uma  inundada. investida + -­‐ 35R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + investimento -­‐ -­‐ + investir dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  investida  na  bolsa  de  valores. investida + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + investir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  investida  na  Ana. investigada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + investigar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  investigada  na  vida  do  Rui. investimento + -­‐ 14 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + investir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  um  investimento  ao  setor  agrícola. ironizada + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ironia -­‐ -­‐ + ironizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ironizada  na  situação. isenção + + 12 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient em -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + isentar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  uma  isenção  aos  compradores  de  pagar  os  impostos. isenção  fiscal + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  governo  deu  isenção  fiscal  às  empresas. jeitinho + -­‐ xxx DQF2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  jeito  de  resolver  o  problema. jeitinho  brasileiro + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  jeitinho  brasileiro  no  problema. jeito + + 32R DQF2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  jeito  de  resolver  o  problema. joelhaço + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + joelho -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  joelhaço  na  Ana. joelhada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + joelho -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  joelhada  na  Ana. jorrada + -­‐ 35LD DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + jorrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sangue  deu  uma  jorrada. júbilo + + 31H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + jubilar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  júbilo  a  Deus. justificativa + -­‐ 16 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee por -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + justificar dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  justificativa  à  Ana  por  não  comparecer. laço + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  o  laço  no  cadarço. lacrimejada + -­‐ 31CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lágrima -­‐ -­‐ + lacrimejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  olho  do  Rui  deu  uma  lacrimejada. lambada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  lambada  no  Rui. lambida + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lamber dar + levar de -­‐ O  cachorro  deu  uma  lambida  na  Ana. lambuzada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lambuzar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  lambuzada  nos  dedos. lamentada + -­‐ 6 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lamentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  lamentada  . lançamento + -­‐ 38LD DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lançar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  lançamento  para  o  adversário. lance + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  lance  de  500,00  no  carro. lapada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  lapada  na  Ana. lapidada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lapidar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  lapidada  na  pedra. largada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + largar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  a  largada. latida + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + latir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cachorro  deu  uma  latida. latido + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + latir dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cachorro  deu  um  latido. láureas + -­‐ 36R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + laurear dar + receber por  parte  de + O  diretor  deu  láureas  ao  aluno. lavada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lavar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  lavada  no  carro. leitura + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ler dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  leitura  diferente  à  lei. lembrada + -­‐ 13 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lembrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  lembrada  no  assunto. lesionada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lesão -­‐ -­‐ + lesionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  joelho  do  Rui  deu  uma  lesionada. levantada + + 38LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + levantar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  levantada. liberação + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + liberar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  a  liberação  para  a  Ana  se  casar. liberdade + + 38LS DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + livre + libertar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  princesa  Izabel  deu  liberdade  aos  escravos. liberdade + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ + livre -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  liberdade  para  o  Rui  se  casar  novamente. libertação + + 38LS DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + livre + libertar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  igreja  deu  libertação  aos  pobres. lição + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  lição  na  Ana. licença + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  uma  licença  para  o  funcionário. licença + + 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + licenciar conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  a  licença  para  a  fábrica  funcionar. licença-­‐maternidade + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  licença-­‐maternidade  à  gravida. lida + -­‐ 36DT DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ler dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  lida  no  artigo. ligada + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ligar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ligada  para  o  Rui. limitação + + 11 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + limite -­‐ -­‐ + limitar dar,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  limitação  nos  gastos. limitada + -­‐ 11 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + limite -­‐ -­‐ + limitar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  limitada  nos  gastos. limpada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + limpo + limpar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  limpada  na  casa. limpeza + + 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + limpo + limpar dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  limpeza  nos  quartos. liquidada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + liquidar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  liquidada  nas  dívidas. listada + -­‐ 32PL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lista -­‐ -­‐ + listar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  listada  nos  itens. livre-­‐arbítrio + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  livre-­‐arbítrio  para  a  Ana  se  casar  novamente. lixada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lixa -­‐ -­‐ + lixar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  lixada  na  parede. louvor + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + louvar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  louvor  a  Deus. lubrificada + -­‐ 38L4 DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lubrificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  motor  do  carro  deu  uma  lubrificada. lucro + + 32NM DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lucrar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  empresa  deu  lucro. lustrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lustre -­‐ -­‐ + lustrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  lustrada  no  móvel. lustre + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lustrar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  lustre  nas  botas. lustro + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + lstrar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  lustro  nas  botas. machadada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + machado -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  lenhador  deu  uma  machadada  na  árvore. machucada + -­‐ 32CL DR1 1 + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + machucar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  machucada. magnetizada + -­‐ 4 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + magnético + magnetizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ímã  deu  uma  magnetizada. malhada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + malhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  malhada. malhada + -­‐ 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com,  em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + malhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  malhada  no  Rui. maltratada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + maltrato -­‐ -­‐ + maltratar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  maltratada  no  Rui. mamada + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mamar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bebê  deu  uma  mamada. mancada + -­‐ 31CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mancada. mancada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  mancada  <  ao  falar  de  política>. manipulada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + manipular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  manipulada  no  resultado. manobrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + manobra -­‐ -­‐ + manobrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  manobrada  no  carro. manuseada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + manusear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  manuseada  no  aparelho. manutenção + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  técnico  deu  manutenção  nos  computadores. mão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mão  à  Ana. marcada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + marca -­‐ -­‐ + marcar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jogador  deu  uma  marcada  no  adversário. marcha-­‐à-­‐ré + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  motorista  deu  marcha-­‐à-­‐ré  no  carro. marinada + -­‐ 38L2 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + marinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  marinada  no  frango. marretada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + marreta -­‐ -­‐ + marreatar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  marretada  na  mesa. martelada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + martelo -­‐ -­‐ + martelar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  martelada  no  dedo. mascada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mascar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mascada  no  chiclete. mascarada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + máscara -­‐ -­‐ + mascarar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mascarada  nas  imperfeições. massageada + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + massagem -­‐ -­‐ + massagear dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  massageada  nas  costas  da  Ana. mastigada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mastigar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mastigada  no  pão. maturada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + maturar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  carne  deu  uma  maturada. medicação + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + medicar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  doutor  deu  a  medicação  para  os  presidiários. meditada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + meditar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  meditada. meia-­‐volta + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  meia-­‐volta. melada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + melar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  xarope  deu  uma  melada. melhorada + -­‐ 4 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + melhora -­‐ -­‐ + melhorar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  dor  deu  uma  melhorada. melhorada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + melhora -­‐ -­‐ + melhorar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  melhorada. melhoras + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  desejar + receber por  parte  de + O  médico  deu  melhoras  para  o  paciente. mencionada + -­‐ 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + menção -­‐ -­‐ + mencionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mencionada  no  problema. mensurada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mensurar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  mensurada  no  tamanho  do  objeto. mentalizada + -­‐ 13 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mente -­‐ -­‐ + mentalizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mentalizada  nos  planos. mentida + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mentir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  mentida  inocente  para  o  Rui. mergulhada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mergulho -­‐ -­‐ + mergulhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mergulhada  na  piscina. mergulho + + 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mergulhar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  mergulho  na  piscina. mexida + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mexer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  porta  deu  uma  mexida. mexida + -­‐ 38LT DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mexer dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  mexida  na  panela. miada + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + miar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  gato  deu  uma  miada. miada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + miar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  festa  deu  uma  miada. mico + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  pagar,  passar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  mico  . mijada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mijo -­‐ -­‐ + mijar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mijada. mimo + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mimar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  mimo  para  a  Ana. minicurso + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ministrar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  minicurso  sobre  peixes  aos  biólogos. mirada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mira -­‐ -­‐ + mirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  mirada  no  alvo. missão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  missão  para  a  Ana. misturada + -­‐ 36S1 DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐object -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + mistura -­‐ -­‐ + misturar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  misturada  com  o  açúcar. mobilizada + -­‐ 32H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mobilizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  mobilizada  . modelada + -­‐ 32C DR2 2 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + modelo -­‐ -­‐ + modelar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  modelada  no  vestido. modernizada + -­‐ 32TA DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + moderno + modernizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  sistema  deu  uma  modernizada. mofada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mofo -­‐ -­‐ + mofar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  roupa  deu  uma  mofada. moída + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + moer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  moída  na  carne. moldada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + molde -­‐ -­‐ + moldar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  moldada  no  barro. molhada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + molhar dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  molhada  nas  plantas. monitorada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + monitor -­‐ -­‐ + monitorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  monitorada  no  processo. montada + -­‐ 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + montar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  montada  na  égua. montada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + montar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  montada  nas  peças  do  quebra-­‐cabeça. montinho + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ Rui,  Ivo  e  Zé  deram  um  montinho  na  Ana. mordida + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + morder dar + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  uma  mordida  no  bolo. mordiscada + -­‐ 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mordiscar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  mordiscada  no  bolo. morras + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  desejar + receber por  parte  de + A  multidão  deu  morras  ao  ditador. morrida + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + morrer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  +  O  aparelho  deu  uma  morrida  . mortal + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  lutador  deu  um  mortal. mosh + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  vocalista  deu  mosh. mostra + + 36DT D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mostrar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  mostra  de  sua  valentia  à  Ana. motivo + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  motivo  para  a  Ana  voltar. mudada + -­‐ 32R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mudar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  clima  deu  uma  mudada. mudada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mudar dar + ter -­‐ -­‐ Ana  deu  uma  mudada  no  guarda-­‐roupa. mugido + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + mugir dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  vaca  deu  um  mugido. multa + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + multar aplicar,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  policial  deu  uma  multa  ao  infrator. multiplicada + -­‐ 32PL DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + multiplicar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ As  flores  deram  uma  multiplicada. murro + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + esmurrar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  murro  na  Ana. nadada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + nadar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  nadada. namorada + -­‐ 35S DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + namorar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  namorada  com  o  Rui. narigada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + nariz -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  narigada  na  Ana. navalhada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + navalha -­‐ -­‐ + navalhar dar + levar de -­‐ O  barbeiro  deu  uma  navalhada  no  pescoço  do  Rui. navalhada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + navalha -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  navalhada  . navegada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em,  por -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + navegar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  barqueiro  deu  uma  navegada  pelo  oceano. navegada + -­‐ 35LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + navegar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  navegada  na  internet. negada + -­‐ 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + negar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  negada  à  Ana  que  tinha  saído. negociada + -­‐ 36S2 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + negócio -­‐ -­‐ + negociar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  negociada  com  a  Ana. neutralizada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + neutro + neutralizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  produto  químico  deu  uma  neutralizada. nó + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  linha  deu  um  nó. nome + -­‐ 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + nomear atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  autor  deu  o  nome  de  "Baleia"  ao  cachorro. nota + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  uma  nota  ao  aluno. notícia + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + noticiar conceder,  dar,  falar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  a  notícia  à  Ana  sobre  a  morte  do  Ivo. observada + -­‐ 32c DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + observação -­‐ -­‐ + observar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  observada  na  Ana. oficina + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ministrar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  oficina  de  teatro  aos  alunos. ofuscada + -­‐ 32C DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ofuscar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  luz  deu  uma  ofuscada  na  visão  do  Rui. oinc + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  porco  deu  um  oinc. ok + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  ok  para  o  Rui. olá + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  olá  para  o  Rui. olé + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  um  olé  na  Ana. olhada + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + olho -­‐ -­‐ + olhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  olhada  na  rua. olhar + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + olhar dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  olhar  sensual  para  a  Ana. ombrada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ombro -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  ombrada  na  Ana. ondulada + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + onda -­‐ -­‐ + ondular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cabelo  da  Ana  deu  uma  ondulada. opinião + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + opinar conceder,  dar,  estar  com,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  sua  opinião  à  Ana  sobre  os  protestos. oportunidade + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + opotunizar conceder,  dar,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  oportunidade  para  a  Ana  confessar  o  erro. ordem + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ordenar atribuir,  conceder,  dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  ordem  para  a  Ana  voltar. ordem  de  prisão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar,  impor -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  juiz  deu  uma  ordem  de  prisão  à  Ana. organizada + -­‐ 38LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + organizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  organizada  no  material. orientação + + 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + orientar atribuir,  conceder,  dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  orientação  para  o  Rui  cumprir  a  tarefa. orientada + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + orientar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  orientada  na  Ana. oscilada + -­‐ 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + oscilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  barco  deu  uma  oscilada. otimizada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ótimo + otimizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  sistema  operacional  deu  uma  otimizada. oxidada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + óxido -­‐ -­‐ + oxidar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  metal  deu  uma  oxidada. pagamento + -­‐ 14 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pagar conceder,  dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  pagamento  para  a  Ana. palestra + -­‐ 35R D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + palestrar conceder,  dar,  fazer,  ministrar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  uma  palestra  sobre  violência  aos  alunos. palmada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  palmada  na  Ana. palmas + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + receber por  parte  de + A  plateia  deu  palmas  para  o  artista. palpitada + -­‐ 31CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + palpitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  coração  da  Ana  deu  uma  palpitada. palpite + + 35R D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + palpitar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  palpite  à  Ana  sobre  o  casamento. pancada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + espancar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  pancada  no  Rui. parabéns + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + parabenizar dar,  falar + receber por  parte  de + A  Ana  deu  parabéns  ao  Rui. parada + -­‐ 32C DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + parar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  parada  na  lanchonete. parada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + parar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  reforma  deu  uma  parada. paradinha + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  paradinha. parecer + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient sobre + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  juiz  deu  seu  parecer  sobre  o  assunto. participação + -­‐ 35R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + participar dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  sua  participação  no  programa. participada + -­‐ 35R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + participar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  participada  no  debate. partida + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  a  partida  no  carro. passada + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em,  por -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + passar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  passada  na  faculdade. passe + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  passe  para  o  adversário. passeada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + passeio -­‐ -­‐ + passear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  passeada. passeio + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + passear dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  passeio. passo + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  passo. patada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  patada  no  Rui. patinada + -­‐ 31R DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + patins -­‐ -­‐ + patinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  uma  patinada  na  pista. patrocínio + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + patrocinar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  um  patrocínio  à  Ana. patrulha + -­‐ 38L1 DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + patrulhar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  patrulha  no  porto. paulada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pau -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  paulada  na  Ana. pausa + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pausar atribuir,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  pausa  nos  estudos. pazada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pá -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  pazada  na  Ana. pedalada + + 32R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pedalar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pedalada  . pedalada + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pedalar dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  pedalada  na  Ana. pedrada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pedra -­‐ -­‐ + apedrejar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  pedrada  no  Rui. pegada + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pegar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pegada  na  Ana. peitada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + peito -­‐ -­‐ + peitar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  peitada  na  Ana. pena + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + penalizar aplicar,  atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  uma  pena  ao  réu. penada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + penar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  penada  . penalidade + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + penalizar aplicar,  atribuir,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  uma  penalidade  ao  réu. pendura + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pendurar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pendura  na  conta. penitência + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  atribuir,  dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  padre  deu  uma  penitência  ao  fiel. pensada + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pensar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pensada  no  assunto. penteada + -­‐ 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pente -­‐ -­‐ + pentear dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  penteada  nos  cabelos. perambulada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em,  por -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + perambular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  perambulada  pelas  ruas. perdão + + 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + perdoar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  perdão  à  Ana. permissão + + 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + permitir conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  permissão  para  o  Rui  jogar  bola. pernada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + perna -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  pernada  na  Ana. perseguida + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + perseguir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  uma  perseguida  no  bandido. personalizada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + personalizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  site  deu  uma  personalizada. pêsames + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  desejar + receber por  parte  de + O  Rui  deu  os  pêsames  para  a  Ana. pescada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pescar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pescada. pesponto + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pespontar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  pesponto  no  vestido. pesquisada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pesquisa -­‐ -­‐ + pesquisar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pesquisada  no  assunto. pestanejada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pestanejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pestanejada  . peteleco + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  peteleco  no  Rui. petiscada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + petisco -­‐ -­‐ + petiscar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  petiscada  na  azeitona. pezada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pé -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  pezada  na  Ana. picada + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + picar dar + levar de -­‐ A  formiga  deu  uma  picada  na  Ana. pifada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pifar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  computador  deu  uma  pifada. pigmentada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pigmento -­‐ -­‐ + pigmentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  pigmentada  na  tela. pilhada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pilha -­‐ -­‐ + pilhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pilhada. pincelada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pincel -­‐ -­‐ + pincelar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  pincelada  no  quadro. pingada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pingo -­‐ -­‐ + pingar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leite  deu  uma  pingada  . pinote + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  pinote. pintada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pintar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  pintada  na  parede. pio + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + piar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pintinho  deu  um  pio. piparote + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ O  moleque  deu  um  piparote  na  meleca. pique + -­‐ xxx DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  médico  deu  um  pique  na  orelha  do  paciente. pirada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pirada. piripaque + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  piripaque. pirueta + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pirueta. pisada + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pisar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  pisada  no  pé  da  Ana. pisão + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pisar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  pisão  no  pé  da  Ana. piscada + -­‐ 36DT DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + piscar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  piscada  para  a  Ana. piscadela + + 36DT DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + piscar dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  piscadela  para  a  Ana. pisoteada + -­‐ 38L1 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pisotear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pisoteada  na  grama. pista + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  pista  para  a  Ana. pitaco + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  pitaco  na  conversa. piti + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  piti. pito + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  treinador  deu  um  pito  nos  jogadores. pivô + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  pivô. planejada + -­‐ 06 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + plano -­‐ -­‐ + planejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  planejada  nas  férias. planificada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + plano + planificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  terreno  deu  uma  planificada. plantão + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  médico  deu  plantão  no  hospital. podada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + poda -­‐ -­‐ + podar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  podada  na  árvore. polemizada + -­‐ 31H DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + polêmico + polemizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  discussão  deu  uma  polemizada. polida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + polir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  polida  no  aço. polimento + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + polir aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  polimento  no  carro. poluída + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + poluir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  cidade  deu  uma  poluída. polvilhada + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ + polvilho -­‐ -­‐ + polvilhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  polvilhada  na  forma  com  farinha. ponderada + -­‐ 06 DQF2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em,  sobre -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ponderar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  ponderada  na  situação. pontapé + + 32CL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pontapear dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  pontapé  na  bola. ponto + + xxx DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  médico  deu  um  ponto  no  joelho  do  paciente. ponto  final + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ colocar,  dar,  pôr -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  ponto  final  para  o  relacionamento. popularizada + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + popular + popularizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  moda  pin-­‐up  deu  uma  popularizada. porrada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + porra -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  porrada  na  Ana. porrete + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  porrete  no  Rui. posicionada + -­‐ 38LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + posição -­‐ -­‐ + posicionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  posicionada  à  frente. posse + + 39 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + empossar atribuir,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  presidente  deu  posse  aos  novos  concursados. poupada + -­‐ 32NM DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + poupar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  poupada  nas  despesas. povoada + -­‐ 38L1 DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + povo -­‐ -­‐ + povoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  região  Norte  deu  uma  povoada. prazo + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  um  prazo  para  os  contribuintes  se  regularizarem. precedência + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preceder atribuir,  dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  precedência  à  Ana. precipitada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + precipitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  precipitada  . predileção + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + predileto -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  predileção  ao  uso  do  aparelho. predominância + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + predominar atribuir,  dar + ter -­‐ -­‐ O  técnico  deu  predominância  ao  ataque. preeminência + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  preeminência  aos  valores  financeiros. preenchida + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preencher dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ambiente  deu  uma  preenchida. preferência + + 16 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preferir atribuir,  conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  preferência  aos  valores  financeiros. pregada + -­‐ 38LD DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + prego -­‐ -­‐ + pregar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  chiclete  deu  uma  pregada  na  roupa. pregada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  técnico  deu  uma  pregada  nos  jogadores. prejú + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  empresa  deu  prejú. prejudicada + -­‐ 04 DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prejudicar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  saúde  da  Ana  deu  uma  prejudicada. prejuízo + + xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  empresa  deu  prejuízo. preleção + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  treinador  deu  preleção  aos  jogadores. premiação + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prêmio -­‐ -­‐ + premiar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  premiação  ao  Rui. prêmio + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + premiar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  prêmio  ao  Rui. prensada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prensa -­‐ -­‐ + prensar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  prensada  na  carne. preparo + -­‐ 32A DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preparar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  preparo  na  massa. preponderância + + 35R DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preponderar atribuir,  conceder,  dar,  ser  de + ter -­‐ -­‐ A  lei  dá  preponderância  aos  direitos  fundamentais. presente + + 36R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + presentear conceder,  dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  presente  à  Ana. preservada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + preservar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  preservada  na  água. pressionada + -­‐ 11 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pressão -­‐ -­‐ + pressionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pressionada  na  Ana. presunção + + 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + presumir dar,  fazer,  ser  de + ter -­‐ -­‐ O  cartório  deu  presunção  de  validade  aos  documentos. pretexto + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para,  por -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  pretexto  ao  Rui  para  não  comparecer  à  aula. primazia + + 8 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + primaziar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  povo  dá  primazia  ao  voto  popular. prioridade + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prioritário + priorizar aplicar,  atribuir,  conceder,  dar,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  prioridade  ao  seu  trabalho. privacidade + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar,  ser  de + ter -­‐ -­‐ O  hotel  deu  privacidade  aos  noivos. privilégio + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + privilegiar atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  privilégio  às  reformas  de  base. procrastinada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + procrastinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  procrastinada  no  serviço. procuração + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  procuração  para  Ana  representá-­‐lo. procurada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + procurar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  procurada  nos  papéis. prognóstico + -­‐ 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prognosticar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  prognóstico  válido  ao  paciente. programada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + programa -­‐ -­‐ + programar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  programada  no  circuito. progredida + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + progredir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  curso  da  Ana  deu  uma  progredida. projetada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + projeto -­‐ -­‐ + projetar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  projetada  nos  planos. proliferada + -­‐ 31PL DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + proliferar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  erva  daninha  deu  uma  proliferada. promoção + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + promover atribuir,  conceder,  dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  chefe  deu  uma  promoção  ao  Rui. propina + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber por  parte  de -­‐ O  político  deu  propina  à  emissora. prorrogação + + 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prorrogar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  prorrogação  no  prazo. prosperada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + próspero + prosperar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  negócio  deu  uma  prosperada. prostrada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prostrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  prostrada  <  depois  do  acidente>. prova + -­‐ 9 D3 3 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ + + + object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + provar aplicar,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  prova  ao  Rui  de  que  é  honesta. provada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + provar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  provada  no  suco. providência + -­‐ 36DT DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + providenciar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  funcionário  deu  providência  aos  documentos. provimento + + 36R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + prover dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  provimento  ao  cargo  de  juiz. pulo + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pular dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  pulo. pulo + -­‐ xxx DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  pulo  na  faculdade. pulverizada + -­‐ 38LD D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pulverizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  pulverizada  de  veneno  na  casa. punhalada + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + punho -­‐ -­‐ + apunhalar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  punhalada  na  Ana. punição + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + punir aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  árbitro  deu  uma  punição  ao  jogador. puxada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + puxar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  puxada  na  blusa  da  Ana. puxão + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + puxar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  puxão  na  blusa  da  Ana. puxão  de  cabelos + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + puxar  o  cabelo aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  puxão  de  cabelos  na  Ana. puxão  de  orelhas + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + puxar  a  orelha aplicar,  dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ A  Ana  deu  um  puxão  de  orelhas  no  Rui. qualificação + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + qualificar conceder,  dar,  fazer,  ser  de + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  empresa  deu  qualificação  aos  seus  funcionários. quebrada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + quebrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  da  Ana  deu  uma  quebrada. queimada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + queimar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  bolo  deu  uma  queimada. queixa + -­‐ 41 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de + -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + queixar-­‐se dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  queixa  do  Rui  à  polícia. rachada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rachar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  parede  deu  uma  rachada. raciocinada + -­‐ 6 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + raciocínio -­‐ -­‐ + raciocinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  raciocinada. racionada + -­‐ 38PL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + racionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  racionada  na  energia. ralada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ralo -­‐ -­‐ + ralar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  ralada  no  queijo. rangida + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ranger dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  porta  deu  uma  rangida. rapada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rapar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  rapada  na  água. rapidinha + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  rapidinha  com  a  Ana. raquetada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + raquete -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  raquetada  no  Rui. rasante + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  avião  deu  um  rasante. rasgada + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rasgar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  rasgada  na  roupa. raspada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + raspar dar + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  uma  raspada  na  parede. rasteira + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  uma  rasteira  na  Ana.. rata + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rata  . razão + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  razão  para  a  Ana. ré + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  ré  no  carro. reagida + -­‐ 33 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reagir dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  paciente  deu  uma  reagida. reajuste + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reajustar aplicar,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  loja  deu  um  reajuste  nos  preços. realçada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + realce -­‐ -­‐ + realçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  móvel  deu  uma  realçada  . realce + + 32C DR2 2 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐cause + + + + -­‐ -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + realçar dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  realce  no  quarto. reavaliada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reavaliar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  reavaliada  na  situação. rebolada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rebolar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rebolada. rebote + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar,  fazer + pegar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  o  rebote  para  o  adversário. recado + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  recado  para  o  Rui. recarregada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recarregar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  bateria  deu  uma  recarregada. recauchutada + -­‐ 32C DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recauchutar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  recauchutada  no  corpo. reclamada + -­‐ 8 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reclamar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  reclamada  com  o  Rui. reclinada + -­‐ 32C DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reclinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  reclinada  na  cadeira. recomendação + -­‐ 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recomendar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  recomendação  clara  para  a  Ana  fugir. recompensa + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recompensar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ AA  na  deu  uma  recompensa  ao  Rui. reconhecimento + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reconhecer conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  reconhecimento  ao  trabalho  da  Ana. recorte + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recortar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  recorte  nas  páginas  do  livro. recuada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recuar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  manifestante  deu  uma  recuada. recuperada + -­‐ 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recuperar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  +  A  empresa  +  A  economia  deu  uma  recuperada. recusada + -­‐ 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + recusar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  recusada  na  proposta. redução + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reduzir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  redução  na  velocidade. refinada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fino + refinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  gosto  da  Ana  deu  uma  refinada. refinada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fino + refinar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  refinada  no  açúcar. refletida + -­‐ 32C DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reflexo -­‐ -­‐ + refletir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  luz  do  sol  deu  uma  refletida  na  água. refletida + -­‐ 35R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + refletir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  refletida  sobre  seu  futuro. refogada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + refogar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  refogada  na  carne. reforço + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reforçar aplicar,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  reforço  à  Ana. reforma + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reformar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  reforma  na  sua  casa. reformada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reforma -­‐ -­‐ + reformar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  reformada  na  sua  casa. refrescada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + fresco + refrescar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  clima  deu  uma  refrescada. refresco + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + refrescar conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ O  governo  deu  um  refresco  na  taxa. refrigerada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + frio + refrigerar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  picolé  deu  uma  refrigerada. regada + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient com,  de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ instrument -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + regar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  regada  nas  plantas  com  água. regrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + regra -­‐ -­‐ + regrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  regrada  nas  despesas. regulada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + regular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  regulada  na  temperatura. regulamentação + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ + + -­‐ + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + regulamento -­‐ -­‐ + regulamentar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  lei  deu  regulamentação  ao  sistema  de  transporte. rejeitada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rejeitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  rejeitada  na  Ana. rejuvenescida + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + jovem + rejuvenescer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rejuvenescida. relaxada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + relaxar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  relaxada. relincho + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + relinchar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cavalo  deu  um  relincho. remada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + remo -­‐ -­‐ + remar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  remada  . remexida + + 38L1 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + remexer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  moribundo  deu  uma  remexida. remuneração + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + remunerar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  patrão  deu  uma  remuneração  ao  empregado. rendimento + + 14 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + render dar,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  empresa  deu  um  rendimento  de  20%  ao  ano. renovada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + novo + renovar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ar  deu  uma  renovada. renovada + -­‐ 32C DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + novo + renovar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  renovada  no  guarda-­‐roupa. rentabilidade + -­‐ 32TA DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + renda -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  poupança  deu  uma  rentabilidade  de  3%  ao  ano. reparação + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reparar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  reparação  às  famílias  vitimadas. reparada + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reparar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  reparada  no  Rui. repasse + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + repassar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  prefeito  deu  o  repasse  da  verba  às  escolas. repousada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + repouso -­‐ -­‐ + repousar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  repousada. repreensão + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ + + + + -­‐ a,  em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + repreender atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  uma  repreensão  no  aluno. reprimenda + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reprimir atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  chefe  deu  uma  reprimenda  no  funcionário. requebrada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + requebrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  requebrada. respaldo + -­‐ 36R DR2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + respaldar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  tese  deu  respaldo  à  hipótese  da  Ana. respingada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + pingo -­‐ -­‐ + respingar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  respingada. respirada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + respiro -­‐ -­‐ + respirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  respirada. respiro + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + respirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  respiro  forte. resposta + + 9 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + responder conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  resposta  à  Ana. ressecada + -­‐ 32C DR1 1 -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + seco + ressecar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  pele  da  Ana  deu  uma  ressecada. restaurada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + restauro -­‐ -­‐ + restaurar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  restaurada  na  igreja. resumida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + resumo -­‐ -­‐ + resumir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  resumida  no  conteúdo. retaguarda + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  retaguarda  à  Ana. retocada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retoque -­‐ -­‐ + retocar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  retocada  na  maquiagem. retoque + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retocar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  retoque  na  pintura  do  apartamento. retorcida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retorcer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  retorcida  na  coluna. retorno + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retornar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  o  retorno. retorno + + xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  negócio  não  deu  o  retorno  esperado. retorno + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee sobre -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retornar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  retorno  ao  Rui  sobre  a  proposta  de  casamento. retribuição + -­‐ 36DT DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + retribuir dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  retribuição  ao  Rui. reunida + -­‐ 32PL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + reunião -­‐ -­‐ + reunir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  população  deu  uma  reunida. revanche + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter + levar,  ter de -­‐ O  Rui  deu  uma  revanche  no  adversário. revigorada + -­‐ 32TA DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vigor -­‐ -­‐ + revigorar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  revigorada. reviravolta + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  vida  da  Ana  deu  uma  reviravolta. revisada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + revisão -­‐ -­‐ + revisar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  revisada  no  conteúdo. rezada + -­‐ 32R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rezar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rezada. ripada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ripa -­‐ -­‐ + ripar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  ripada  na  Ana. risada + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + riso -­‐ -­‐ + rir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  risada. riscada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + risco -­‐ -­‐ + riscar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  riscada  no  carro  da  Ana. risco + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + riscar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  risco  no  caderno. riso + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rir dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  riso. rodada + -­‐ 38LD DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rodar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rodada  no  botão  . rodada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rodar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rodada  . rodopiada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rodopio -­‐ -­‐ + rodopiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  rodopiada  . rodopio + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rodopiar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  rodopio. rolé + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  rolé. rolê + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  rolê. roncada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ronco -­‐ -­‐ + roncar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  roncada  muito  alta. ronco + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ roncar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  ronco  muito  alto. rosnada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rosnar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cachorro  deu  uma  rosnada. rótulo + + 39 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rotular aplicar,  atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  o  rótulo  de  "chique"  à  Ana. rugido + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + rugir dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leão  deu  um  rugido. saboreada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sabor -­‐ -­‐ + saborear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  saboreada  no  doce. sacaneada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sacanear dar + levar de -­‐ O  Rui  uma  uma  sacaneada  na  Ana. sacolejada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sacolejo -­‐ -­‐ + sacolejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  avião  deu  uma  sacolejada. sacudida + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sacudir dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  sacudida  nos  lençóis. safanão + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  safanão  na  Ana. saída + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  saída. saída + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ apresentar,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pai  deu  uma  saída  para  o  filho  se  redimir. saltitada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + saltitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  saltitada. salto + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + saltar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  salto. salute + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  fazer + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  salute  a  todos  os  convidados. salva  de  palmas + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  plateia  deu  uma  salva  de  palmas  para  o  cantor. sanção + + 6 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  de,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sancionar aplicar,  atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  juiz  deu  a  sanção  da  lei. sangrada + -­‐ 31H DR1 1 + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sangue -­‐ -­‐ + sangrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  sangrada. sapatada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sapato -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  sapatada  na  barata. sarada + -­‐ 32CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sarar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  sarada. sarampo + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  sarampo. satirizada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sátira -­‐ -­‐ + satirizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  satirizada  na  situação. satisfação + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  satisfação  ao  Rui. secada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + seco + secar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  roupa  deu  uma  secada. sedada + -­‐ 32C DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sedar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  sedada  . seduzida + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + seduzir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  seduzida  no  Rui. segurada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + segurar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  segurada  nos  gastos. selada + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + selar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  selada  na  carta. selecionada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + seleção -­‐ -­‐ + selecionar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  selecionada  nos  materiais. selinho + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  selinho  no  Rui. seminário + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ministrar + ter -­‐ -­‐ O  professor  deu  um  seminário  sobre  arquitetura  aos  alunos. sentada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  sentada. separada + -­‐ 32PL DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + separar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  separada  nas  roupas. sermão + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  sermão  no  Rui. serrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + serra -­‐ -­‐ + serrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  serrada  na  madeira. show + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  artista  deu  um  show. silvo + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  um  silvo  breve. simulada + -­‐ 32C D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ + object-­‐f -­‐ + simulação -­‐ -­‐ + simular dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  simulada  de  que  era  a  vítima. sinal + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sinalizar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  sinal  para  a  Ana. sinalização + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sinal -­‐ -­‐ + sinalizar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  sinalização  para  a  Ana. sinalizada + -­‐ 32C DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sinal -­‐ -­‐ + sinalizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  sinalizada  para  a  Ana. sincronizada + -­‐ 36S1 DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐object -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + sincronia + sincrônico + sincronizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  áudio  deu  uma  sincronizada  com  a  imagem. sintonizada + -­‐ 36S2 DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sintonizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  rádio  deu  uma  sintonizada. situada + -­‐ 38R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + situar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  situada  no  ambiente. sobrenome + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  seu  sobrenome  ao  filho. sobressalto + + 4 DR1 1 + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sobressaltar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  sobressalto. socada + -­‐ 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + soco -­‐ -­‐ + socar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  socada  na  Ana. soco + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + socar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  soco  na  Ana. socorro + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + socorrer conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  bombeiro  deu  socorro  às  vítimas. solavanco + + 31R DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + solavancar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  um  solavanco. solidariedade + -­‐ 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + solidário + solidarizar-­‐se conceder,  dar,  ser  de + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  sua  solidariedade  ao  Rui. soluço + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + soluçar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  soluço. sombreado + + 38L1 DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sombra -­‐ -­‐ + sombrear aplicar,  atribuir,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  artista  deu  um  sombreado  na  pintura. sopapo + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  sopapo  na  Ana. soprada + -­‐ 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sopro -­‐ -­‐ + soprar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  soprada. sopro + + 35LD DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + soprar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  sopro. sorriso + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sorrir conceder,  dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  sorriso. sorte + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  estar  com,  ser  de,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  sorte. sorteada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sorteio -­‐ -­‐ + sortear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  sorteada  nos  números. sova + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  sova  na  Ana. sprint + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  sprint. strike + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  strike. suada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + suor -­‐ -­‐ + suar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  suada. suavizada + -­‐ 32TA DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + suave + suavizar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  suavizada  na  maquiagem. subida + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + subir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  preço  do  combustível  deu  uma  subida. subida + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐place -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + subir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  subida  no  morro. subsídio + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + subsidiar conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  governo  deu  um  subsídio  aos  presidiários. sucessão + -­‐ 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + suceder dar,  fazer + ter -­‐ -­‐ O  Realismo  deu  sucessão  ao  Romantismo. sugestão + + 9 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sugerir aplicar,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  sugestão  para  o  Rui  cursar  faculdade. sujada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sujo + sujar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  +  A  casa  deu  uma  sujada. sumiço + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sumir dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  sumiço. sumida + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sumir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  sumida. supervisão + + 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + supervisionar aplicar,  conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  psicanalista  deu  supervisão  ao  caso. suporte + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + suportar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  técnico  deu  suporte  para  o  usuário. surra + + 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + surrar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  surra  na  Ana. suspiro + + 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + suspirar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  seu  último  suspiro. sustentação + -­‐ 32C DN2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sustentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  tripé  dá  sustentação  à  mesa. sustentação + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + sustentar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  sustentação  às  ideias  da  Ana. tabefe + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  tabefe  na  Ana. tacada + + xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tacar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tacada  na  bola. tacada  de  mestre + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tacada  de  mestre. talhada + + xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + talhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leite  deu  uma  talhada. tamancada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tamanco -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  tamancada  no  Rui. tapa + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + estapear dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  um  tapa  no  Rui. tarefa + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  tarefa  para  a  Ana. tateada + -­‐ 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tato -­‐ -­‐ + tatear dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  tateada  na  mesa. tchau + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  tchau  para  a  Ana. teimada + -­‐ 41 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + teimar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  teimada  com  o  Rui/ telefonada + -­‐ 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + telefone -­‐ -­‐ + telefonar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  telefonada  para  o  Rui. telefonema + + 33 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + telefone -­‐ -­‐ + telefonar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  telefonema  para  o  Rui. tesoura + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + levar de -­‐ O  jogador  deu  uma  tesoura  no  adversário. tesourada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tesoura -­‐ -­‐ + tesourar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  tesourada  no  Rui. testada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + testa -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  testada  na  ponta  da  mesa. testada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + testar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  testada  no  sistema. testemunho + + 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + testemunhar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  fiel  deu  seu  testemunho  para  o  padre. tique + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  tique. tique  nervoso + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  tique  nervoso. tiro + + 35R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ contra,  em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + atirar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  um  tiro  na  Ana. título + + xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient de -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ tag -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + entitular atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  autor  deu  o  título  de  "Amor"  à  sua  obra. título + + xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber por  parte  de -­‐ O  governo  deu  um  título  ao  escritor. tocada + -­‐ 35LS DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + toque -­‐ -­‐ + tocar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tocada  na  mesa. toco + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jogador  deu  um  toco. toco + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  toco  na  Ana. tolerância + + 6 D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐vol + + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ object-­‐f -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tolerar conceder,  dar,  ser  de,  ter + ter -­‐ -­‐ O  diretor  deu  uma  tolerância  de  3  dias  ao  aluno. tombada + -­‐ 32C DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tombo -­‐ -­‐ + tombar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  uma  tombada. tombo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar,  tomar de -­‐ A  Ana  deu  um  tombo  no  Rui. tombo + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  tombo  na  loja. tonificada + -­‐ 32CL DPC1 1 -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tonificar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  corpo  do  Rui  deu  uma  tonificada. topada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + topar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  topada  em  uma  pedra. topada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐agent -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + topar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  topada  com  a  Ana. toque + + 35LS DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tocar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  toque  na  mão  do  Rui. toque + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + -­‐ + + + -­‐ a,  em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  toque  para  o  Rui  parar  de  fumar. torção + -­‐ 32CL DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + torcer dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  torção  no  pé. torcida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + torcer dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  torcida  na  roupa. torrada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + torrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  pão  deu  uma  torrada. torturada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tortura -­‐ -­‐ + torturar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  torturada  na  Ana. tossida + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tosse -­‐ -­‐ + tossir dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tossida. tostada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tostar dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  uma  tostada  no  pão. trafegada + -­‐ 31H DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  em,  por -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐path -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tráfego -­‐ -­‐ + trafegar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  trafegada  na  avenida. tragada + -­‐ xxx DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trago -­‐ -­‐ + tragar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tragada  no  cigarro. traída + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + traição -­‐ -­‐ + trair dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  traída  na  Ana. trâmite + -­‐ 32R DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + + + + -­‐ -­‐ a,  em,  para -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tramitar conceder,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  trâmite  às  denúncias. trancada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  trancada  na  porta. trancada + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trancar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  trancada  . tranco + -­‐ xxx DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  pegar  em -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  carro  deu  um  tranco. tranquilizada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tranquilo + tranquilizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  tranquilizada  . transbordada + -­‐ 35LD DLC2 2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐source -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + transbordar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  transbordada  do  vaso. transpirada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + transpirar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  transpirada. tratada + -­‐ 32CL DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tratar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  tratada  nos  cabelos. tratamento + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tratar atribuir,  conceder,  dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  um  tratamento  diferenciado  à  Ana. trato + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  trato  no  visual. traumatizada + -­‐ 4 DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trauma -­‐ -­‐ + traumatizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  traumatizada  . travada + -­‐ xxx DR1 1 + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + travar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  coluna  da  Ana  deu  uma  travada. travesseirada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + travesseiro -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  travesseirada  no  Rui. trégua + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  trégua  para  a  Ana. treinamento + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + treino -­‐ -­‐ + treinar aplicar,  dar,  fazer,  ministrar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  professor  deu  um  treinamento  para  os  alunos. treino + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + treinar aplicar,  dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  personal  deu  um  treino  para  o  Rui. trela + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  trela. trela + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  trela  para  o  Rui. tremelicada + -­‐ 31CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tremelicar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  tremelicada. tremelique + -­‐ 31CL DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tremelicar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  tremelique. tremida + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tremer dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  tremida. trepada + -­‐ 35LD DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trepar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  trepada  na  árvore. trepada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ + + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐agent -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trepar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  trepada  com  a  Ana. trincada + -­‐ xxx DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trinca -­‐ -­‐ + trincar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  parede  deu  uma  trincada. triturada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + triturar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  triturada  no  milho. troço + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  um  troço. trombada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tromba -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  elefante  deu  uma  trombada  no  Rui. trombada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ com,  em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trombar dar + levar de -­‐ O  Rui  deu  uma  trombada  na  Ana. trompaço + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ O  presidente  deu  um  trompaço  nos  manifestantes. tropeçada + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tropeço -­‐ -­‐ + tropeçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  tropeçada. tropeço + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + tropeçar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  tropeço. trote + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + trotar aplicar,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  cavalo  deu  um  trote. trote + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  um  trote  na  Ana. turbinada + -­‐ xxx DPC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐cl -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + turbina -­‐ -­‐ + turbinar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  turbinada  nos  seios. uivo + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + uivar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  lobo  deu  um  uivo. ultimato + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + -­‐ + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee para -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ message -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  o  ultimato  para  o  Rui  pedir  perdão. uma + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ co-­‐agent -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  com  a  Ana. unhada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + unha -­‐ -­‐ + unhar dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  unhada  no  Rui. untada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + untar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  untada  na  forma. upgrade + -­‐ xxx DRN2 2 + + -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ + -­‐ agent-­‐cause + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  upgrade  no  computador. urras + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  fazer + receber por  parte  de + A  plateia  deu  urras  para  a  Ana. urro + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + urrar dar,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  leão  deu  um  urro. vacilada + -­‐ 31H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vacilo -­‐ -­‐ + vacilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  vacilada  com  o  Rui. vacina + -­‐ 36R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em,  para + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vacinar aplicar,  dar + receber por  parte  de -­‐ O  Rui  deu  vacina  pro  gado. vaia + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vaiar dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  torcida  deu  uma  vaia  para  o  jogador. vaiada + -­‐ 32H DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vaia -­‐ -­‐ + vaiar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  plateia  deu  uma  vaiada  no  cantor. validada + -­‐ 32TA DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + válido + validar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  validada  nos  dados. valor + + 32C DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause + -­‐ + + + -­‐ -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + valorizar atribuir,  conceder,  dar,  ser  de + ter -­‐ -­‐ A  Ana  dá  muito  valor  à  honestidade. valorizada + -­‐ 32C DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + valor -­‐ -­‐ + valorizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ As  ações  da  bolsa  deram  uma  valorizada. varada + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vara -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  varada  no  Rui. variada + -­‐ 32C DRN2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐cause -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + variar dar + ter -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  variada  no  figurino. variada + -­‐ 35R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + variar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  variada  . varrida + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + varrer dar + receber por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  uma  varrida  na  casa. vasculhada + -­‐ 38L1 DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vasculhar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  vasculhada  na  casa. vassourada + + xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vassoura -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar + levar de -­‐ A  Ana  deu  uma  vassourada  no  gato. vazada + -­‐ xxx DLC2 2 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  de -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐source -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vazar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  água  deu  uma  vazada  do  cano. velejada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + velejar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  velejada  . ventilada + -­‐ 38L1 DR1 1 -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + ventilar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  ambiente  deu  uma  ventilada. verificada + -­‐ 6 DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + verificar dar + ter -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  verificada  na  situação. viajada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ experiencer-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + viagem -­‐ -­‐ + viajar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  viajada  . viajada + -­‐ 35LD DLC2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ [preploc],  para -­‐ -­‐ -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ locative-­‐dest -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + viagem -­‐ -­‐ + viajar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  viajada  para  o  exterior. vibrada + -­‐ 31R DN1 1 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vibrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  celular  deu  uma  vibrada. vibrada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vibrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  plateia  deu  uma  vibrada  . vingada + -­‐ 35R DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ de + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vingar-­‐se dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  vingada  do  Rui. violada + -­‐ 32R DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + violar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  violada  na  lei. virada + -­‐ 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + virar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  virada  brusca. vislumbrada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vislumbre -­‐ -­‐ + vislumbrar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  vislumbrada  na  situação. visualizada + -­‐ 32C DHN2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + visualizar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  visualizada  na  situação. vivas + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  falar,  fazer + receber por  parte  de + O  Rui  deu  vivas  aos  noivos. voleio + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  jogador  deu  um  voleio. volta + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  uma  volta. volta + + xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  dá  muitas  voltas  . volta  ao  mundo + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  a  volta  ao  mundo. volta  olímpica + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  atleta  deu  a  volta  olímpica. vomitada + -­‐ 31H DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + vômito -­‐ -­‐ + vomitar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  vomitada. voo + -­‐ 35LD DR1 1 + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ + + + + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + voar dar,  fazer,  ter -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  avião  deu  um  voo. voto + + 32H DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + votar atribuir,  conceder,  dar,  ter + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ O  eleitor  deu  seu  voto  para  o  Rui. voto  de  confiança + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  conceder,  dar + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  voto  de  confiança  para  o  Rui. voto  de  minerva + -­‐ xxx DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ + -­‐ + -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ conceder,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  Rui  deu  o  voto  de  minerva. voz  de  prisão + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ atribuir,  dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  policial  deu  voz  de  prisão  ao  bandido. workshop + -­‐ xxx D3 3 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + + -­‐ a,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee de,  sobre -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ topic -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  ministrar + ter -­‐ -­‐ O  professor  deu  um  workshop  sobre  semântica  aos  alunos. xeque-­‐mate + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + -­‐ + + -­‐ -­‐ em,  para + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ aplicar,  dar,  fazer + levar,  receber de -­‐ O  Rui  deu  o  xeque-­‐mate  na  Ana. xingada + -­‐ 39 DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ addressee -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + xingar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  xingada  no  Rui. zoada + -­‐ xxx DH2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ com,  em + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ patient -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + zoar dar -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ A  Ana  deu  uma  zoada  do  Rui. zoom + -­‐ xxx DHR2 2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐gen + + + + + -­‐ -­‐ em + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ object-­‐gen -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar,  fazer + receber,  ter de,  por  parte  de -­‐ A  Ana  deu  um  zoom  na  formiga. zurro + + 31R DH1 1 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ agent-­‐speaker -­‐ -­‐ -­‐ + + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ + zurrar dar,  fazer -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ O  burro  deu  um  zurro. Apêndice B Npred Classe Exemplo aborrecimento A  desconfiança  de  Ana  dá  aborrecimento  ao  Rui. abrangência O  dicionário  deu  abrangência  ao  conceito. acanhamento A  presença  de  Zé  deu  acanhamento  em  Eva. acanho A  presença  de  Zé  deu  acanho  em  Eva. aceleração Anfetamina  pode  dar  aceleração  no  coração. aceleração O  motor  deu  aceleração  ao  carro. acesso  de  loucura Isso  me  deu  uma  acesso  de  loucura. acesso  de  raiva Isso  me  deu  um  acesso  de  raiva. acesso  de  riso Isso  me  deu  um  acesso  de  riso  repentino. acesso  de  tontura Isso  me  deu  uma  acesso  de  tontura acesso  de  tosse Isso  me  deu  um  acesso  de  tosse. aconchego A  madeira  deu  um  aconchego  à  casa. acréscimo O  governo  deu  uma  diminuição  na  taxa  de  juros. adrenalina O  esporte  radical  deu  adrenalina  aos  competidores. afeição O  papel  de  parede  deu  afeição  ao  ambiente. afetividade A  presença  das  crianças  deu  afetividade  à  creche. aflição A  ausência  de  Rui  deu  uma  aflição  em  Ana. agilidade O  juiz  deu  agilidade  no  processo. agitação A  boate  deu  agitação  ao  bairro. agonia Dia  de  prova  sempre  dá  agonia. agressividade O  jogador  deu  agressividade  ao  ataque. água  na  boca Sorvete  dá  água  na  boca. aids Transar  sem  proteção  com  um  soropositivo  dá  aids. alcance A  família  deu  um  alcance  universal  para  o  drama. alegria Dinheiro  dá  alegria. alento A  vitória  deu  alento  ao  povo  argentino. alergia Comer  camarão  dá  alergia. aliviada O  medicamento  deu  uma  aliviada  na  dor. alívio A  vitória  deu  um  alívio  nos  brasileiros. alma A  atriz  deu  alma  à  personagem. alucinação A  droga  dá  alucinação. amargor O  álcool  dá  amargor  na  bebida. amargura O  fim  do  casamento  deu  amargura  em  Eva. ambiente A  luminária  deu  um  ambiente  agradável  à  casa. ambiguidade A  dupla  personalidade  deu  ambiguidade  à  cena. âmbito Leo  deu  outro  âmbito  para  o  problema. amnésia Vodka  dá  amnésia. amolecimento O  leite  deu  amolecimento  à  massa. amplidão O  espelho  deu  amplidão  ao  ambiente. amplificação A  caixa  deu  amplificação  ao  som. amplitude O  advogado  deu  amplitude  ao  caso. anemia A  falta  de  vitamina  dá  anemia. angina Má  circulação  dá  angina. angústia A  morte  de  Zé  deu  angústia  em  Leo. animação A  presença  dos  palhaços  deu  animação  à  festa. ânimo O  trabalho  dá  ânimo. ânsia A  presença  de  Rui  deu  ânsia  em  Ana. ansiedade A  iminência  da  prova  deu  ansiedade  em  Ana. aparência A  roupa  deu  uma  aparência  agradável  a  Zé. apatia O  excesso  de  carboidrato  dá  apatia. aperto A  saudade  deu  um  aperto  no  coração  da  Ana. apetite Malhar  me  dá  muito  apetite. aplicabilidade O  professor  deu  aplicabilidade  à  teoria. apresentação O  ícone  deu  uma  apresentação  amigável  ao  sistema. aproveitamento A  vitória  deu  um  aproveitamento  de  100%  ao  time. aptidão O  curso  deu  aptidão  a  Ana  para  fazer  maquiagem. aquecimento A  inflação  deu  um  aquecimento  na  economia. ar O  verde  deu  um  ar  elegante  à  sala. ardor O  remédio  deu  ardor  no  machucado. arejamento A  janela  deu  arejamento  à  varanda. aroma O  perfume  deu  um  aroma  agradável  à  casa. arrelia A  história  deu  arrelia  em  Ana. arrependimento Ter  casado  deu  um  arrependimento  em  Rui. arrepio Esse  casarão  deu  arrepio  em  Ana. aspecto A  interface  deu  um  aspecto  amigável  ao  programa. astenia Falta  de  vitamina  C  dá  astenia. ataque Choro  de  bebê  pode  dar  ataque  em  idosos. ataque  de  nervos Excesso  de  nervosismo  dá  ataque  de  nervos. atordoamento A  gravidez  deu  um  atordoamento  em  Eva. atributo O  personagem  deu  um  atributo  diferenciado  à  obra. atualidade O  jornal  deu  atualidade  aos  fatos. aumento O  governo  deu  um  aumento  na  taxa  de  juros. aura O  diretor  deu  uma  aura  diferente  ao  filme. aura  circense O  malabares  deu  uma  aura  circense  ao  espetáculo. autenticidade O  cartório  deu  autenticidade  ao  documento. auto-­‐suficiência A  produção  de  petróleo  deu  auto-­‐suficiência  ao  Brasil. autoconfiança A  presença  de  Bia  dá  autoconfiança  a  Leo. autonomia A  nova  lei  deu  autonomia  às  empregadas  domésticas. autoridade O  regimento  deu  autoridade  ao  chefe  do  departamento. avidez O  sistema  de  cordas  deu  avidez  ao  boneco. azia Comer  pastel  dá  azia. balanço O  godê  deu  balanço  ao  vestido. baque A  derrota  deu  um  baque  nos  jogadores. barriga Cerveja  dá  barriga. barriga  d'água Comer  alimento  mal  lavado  dá  barriga  d'água. base A  família  dá  a  base  da  educação. beleza A  presença  de  Gisele  deu  beleza  ao  ambiente. bom  senso Ana  deu  um  pouco  de  bom  senso  ao  Rui. brancura O  sabão  deu  brancura  à  roupa. brilhantismo A  estreia  do  filme  deu  brilhantismo  à  atriz. brilho O  verniz  deu  um  brilho  nos  móveis. bronquite Pegar  sereno  dá  bronquite. cacife A  iniciativa  deu  cacife  a  Ana  para  se  recandidatar. cadência A  melodia  deu  cadência  à  música. cãibra Nadar  em  ágra  fria  dá  cãibra. caimento O  vestido  deu  um  bom  caimento. calafrio A  prova  deu  calafrio  em  Ana. calma A  música  lenta  deu  calma  ao  bebê. calo O  sapato  deu  calo  no  pé  de  Ana. calor A  blusa  de  manga  longa  deu  calor  em  Zé. campo O  Flamengo  deu  campo  ao  Vasco. câncer Fumar  dá  câncer. candidíase Transar  sem  camisinha  pode  dar  candidíase. cansaço O  bebê  deu  cansaço  na  mãe. canseira O  bebê  deu  canseira  na  mãe. capacidade O  curso  deu  capacidade  à  Ana  de  gerir  a  empresa. cara O  autor  deu  uma  cara  ao  personagem. cara  nova O  editor  deu  cara  nova  à  revista. característica A  atriz  deu  outra  característica  à  personagem. carga  emotiva O  jornalista  deu  uma  carga  emotiva  à  reportagem. carisma Sidney  Magal  deu  carisma  ao  personagem. catapora Conversar  não  dá  catapora. cefaleia         Enxaqueca  constante  dá  cefaleia. celebridade A  revista  deu  celebridade  à  atriz. celeridade O  advogado  deu  celeridade  ao  processo. celeuma A  discussão  deu  muita  celeuma. charme O  figurino  deu  um  charme  à  Ana. cheiro O  peixe  deu  cheiro  na  geladeira. choque A  tomada  deu  choque  no  menino. cidadania O  governo  deu  cidadania  americana  aos  imigrantes. cientificidade A  teoria  deu  cientificidade  ao  projeto. cirrose Beber  dá  cirrose. cisma A  ausência  de  Ana  deu  cisma  em  Leo. cistite Relação  sexual  pode  dar  cistite. ciúme A  ausência  de  Ana  deu  ciúme  em  Leo. clareza A  nota  de  rodapé  deu  clareza  à  explicação. classe Vestido  longo  dá  classe  a  qualquer  mulher. clima A  luz  apagada  deu  um  clima  sombrio  ao  ambiente. coceira A  pulga  deu  coceira  em  Eva. coerência A  morte  do  personagem  deu  coerência  à  estória. coesão A  ficção  deu  coesão  às  relações  humanas. colapso A  falta  de  investimentos  deu  um  colapso  na  bolsa. colesterol  alto Carne  vemelha  com  gordura  dá  colesterol  alto. coloração O  fungo  deu  uma  coloração  diferente  ao  queijo. colorido A  tinta  deu  um  colorido  especial  para  os  doces. comichão A  hepatopatia  deu  comichão  em  Rui. comoção A  morte  do  presidente  deu  comoção  nas  pessoas. comodidade A  poltrona  deu  comodidade  ao  ambiente. competitividade O  prêmio  dá  competitividade  aos  jogadores. complexidade A  teoria  deu  complexidade  à  tese. complexo  de  inferioridade Perder  o  prêmio  me  deu  um  complexo  de  inferioridade. conceito O  estudioso  deu  um  novo  conceito  à  teoria. concretude A  lei  deu  concretude  ao  princípio  da  isonomia. confiabilidade A  assinatura  deu  confiabilidade  ao  documento. conforto A  frauda  deu  conforto  ao  bebê. congestão Nadar  de  barriga  cheia  dá  congestão. conotação O  diretor  deu  uma  conotação  positiva  à  história. consciência A  máquina  deu  consciência  ao  moribundo. consequência O  movimento  deu  consequência  ao  vandalismo. consistência O  enredo  deu  consistência  à  obra. consolação A  notícia  deu  um  consolo  a  Ana. consternação A  prisão  de  Luis  Estêvão  deu  consternação  no  Congresso. constrangimento A  presença  do  diretor  deu  constrangimento. conteúdo O  enredo  deu  conteúdo  à  obra. contexto O  figurino  de  época  deu  um  contexto  à  novela. continuidade Zé  deu  continuidade  ao  treinamento. contorno Ivo  deu  um  contorno  à  pintura. convicção Passar  no  teste  me  dá  uma  convicção  de  ter  aprendido. convulsão Pancada  na  cabeça  dá  convulsão. cor A  planta  deu  cor  ao  ambiente. coragem Rui  dá  coragem  a  Zé. corpo O  diretor  deu  corpo  ao  projeto. corporalidade A  dançarina  deu  corporalidade  à  peça. cravo Pele  oleosa  dá  muito  cravo. credibilidade O  diploma  deu  credibilidade  à  empresa. crescimento A  valorização  do  dólar  deu  crescimento  às  ações. criatividade O  curso  de  artes  cênicas  deu  criatividade  a  Ana. crise  de  riso Esse  filme  dá  uma  crise  de  riso  em  qualquer  um. cunho Ana  deu  um  cunho  subjetivo  à  história. decepção O  casamento  de  Leo  me  deu  uma  decepção. decoração A  luminária  deu  uma  decoração  no  ambiente. delírio Chá  de  cogulmenlo  dá  delírio. densidade A  gravidez  deu  densidade  ao  relacionamento. depressão Ficar  sozinho  dá  depressão. desafogo A  vitória  de  ontem  deu  um  desafogo  ao  time. desalento Recordar  o  passado  dá  desalento. desânimo O  trabalho  deu  desânimo  em  Rui. desarranjo O  leite  deu  um  desarranjo  no  intestino  de  Zé. desassossego A  presença  de  ex-­‐namorado  dá  desassossego. desconforto A  presença  de  ex-­‐namorado  dá  desconforto. desejo A  gravidez  dá  desejo  de  comer  limão. desencantamento O  príncipe  feio  deu  desencantamento  à  estória. desenvoltura A  dança  deu  desenvoltura  à  bailarina. desequilíbrio O  governo  deu  um  desequilíbrio  nas  contas  públicas. desespero A  ausência  do  pai  deu  desespero  em  Bia. desfecho O  autor  deu  um  desfecho  interessante  à  obra. desgaste O  casamento  deu  desgaste  ao  Rui. desgosto Todo  filho  dá  desgosto  ao  pai. desilusão A  reprovação  no  concurso  deu  desilusão  a  Rita. desinquietação Véspera  de  prova  sempre  dá  desinquietação. desmaio Pressão  baixa  dá  desmaio. desprezo Ver  traição  entre  casais  me  dá  desprezo. destreza A  chuteira  deu  mais  destreza  ao  jogador. determinação O  empate  deu  determinação  ao  time. diabetes Comer  doce  dá  diabetes. diarreia Comer  comida  estragada  dá  diarreia. dignidade O  trabalho  dá  dignidiade  ao  homem. diminuição O  governo  deu  uma  diminuição  na  taxa  de  juros. dinamismo A  nova  equipe  deu  dinamismo  à  empresa. disposição Anfetamina  dá  disposição. distanciamento O  uso  do  inglês  deu  distanciamento  às  relações  interpessoais. distinção O  colecionador  deu  distinção  às  espécies. dó Ver  Rui  sofrendo  me  deu  dó. dor Beber  gelado  dá  dor  nos  dentes. dor  de  cabeça Falta  de  dinheiro  dá  dor  de  cabeça. dormência Fazer  pressão  nos  dedos  dá  dormência. drama O  assassinato  de  Odete  Roitman  deu  drama  à  novela. durabilidade O  material  metálico  deu  durabilidade  à  mesa. eczema Fumar  dá  eczema. efeito A  droga  deu  efeito  em  Ana. efeito  Adj A  planta  deu  um  efeito  natural  à  decoração. efervescência O  remédio  deu  efervescência  à  água. efetividade A  reforma  deu  efetividade  ao  plano. eficácia A  lei  da  transparência  deu  eficácia  à  administração  pública. eficiência A  lei  da  transparência  deu  eficiência  à  administração. elasticidade A  borracha  deu  elasticidade  ao  trampolim. elegância A  vestimenta  deu  elegância  à  atriz. emancipação O  casamento  dá  emancipação  ao  jovem  menor  de  idade. embolia O  excesso  de  gordura  dá  embolia. embolia  pulmonar Fumar  dá  embolia  pulmonar. embrulho  no  estômago Ver  sangue  me  dá  embrulho  no  estômago. emoção A  vitória  do  Goiás  dá  muita  emoção. empolamento A  injeção  deu  empolamento  em  Ana. encantamento A  lenda  deu  encantamento  à  história  infantil. encanto   A  lenda  deu  mais  encanto  à  história  infantil. energia O  biotônico  deu  energia  para  a  criança. enervamento A  reprovação  deu  enervamento  em  Zé. enfado Ler  livro  infantil  me  dá  enfado. enfarte O  sedentarismo  pode  dar  enfarte. engulho Ver  sangue  me  dá  engulho. enjoo Ver  sangue  me  dá  enjoo. enredo O  autor  deu  enredo  à  história. entonação Zé  deu  uma  entonação  mística  para  a  palavra. entusiasmo O  novo  emprego  deu  entusiasmo  a  Ana. enxaqueca Beber  álcool  dá  enxaqueca. equidade A  proposta  deu  equidade  aos  gastos  da  campanha. espasmo Pressão  alta  pode  dar  espasmos. esperança A  fabricação  do  remédio  deu  esperança  a  Ana. esperteza O  curso  deu  esperteza  ao  jogador. espessura A  tinta  deu  mais  espessura  ao  quadro. espinha Chocolate  dá  espinha. espiritualidade A  presença  de  Allan  Cardec  deu  espiritualidade  à  doutrina. esplendor A  arquitetura  barroca  deu  esplendor  à  cidade. espontaneidade A  personagem  deu  espontaneidade  à  peça. essência O  artesanato  deu  essência  à  cultura  popular. estabilidade O  emprego  deu  estabilidade  a  Rui. estafa O  trabalho  árduo  dá  estafa. estatuto O  senador  deu  estatuto  legal  à  PEC. estilo A  cor  deu  um  estilo  colonial  à  casa. estresse O  trabalho  dá  estresse. estrutura A  vinda  da  sogra  deu  estrutura  à  família. euforia A  presença  dos  palhaços  deu  euforia  à  festa. evolução O  contexto  deu  evolução  à  criminalidade. exaltação O  hino  nacional  deu  exaltação  à  nação. excitação A  torcida  deu  excitação  aos  jogadores. exclusividade Zé  deu  exclusividade  ao  seu  trabalho  beneficente. execentricidade O  chapéu  deu  excentricidade  ao  look  da  modelo. exequibilidade A  lei  deu  exequibilidade  ao  projeto. expectativa Prostestos  dão  muita  expectativa  nas  pessoas. experiência O  estágio  deu  muita  experiência  a  Eva. expressividade Tim  Maia  deu  mais  expressividade  ao  rock. extravagância O  cachecol  deu  muita  extravagância  ao  look. exuberância O  arranjo  de  flores  deu  exuberância  ao  ambiente. fadiga O  trabalho  me  deu  fadiga. fama A  novela  deu  fama  ao  ator. faniquito O  medo  da  morte  dá  faniquito  nas  pessoas. fascínio A  manifestação  deu  fascínio  ao  protesto. favoritismo A  TV  deu  favoritismo  à  equipe  de  Bernardinho. febre Zé  deu  febre  a  noite  toda. fecho O  jornalista  deu  um  fecho  espetacular  à  história. fedor Comida  estragada  dá  um  fedor. feição A  flor  deu  uma  feição  mais  amigável  ao  campo. felicidade A  gravidez  deu  felicidade  ao  casamento. fibra O  financiamento  deu  fibra  para  os  negócios. final O  autor  deu  um  final  feliz  à  história. finalidade Zé  uma  uma  finalidade  ao  seu  trabalho. firmeza O  espartilho  deu  firmeza  aos  músculos. fisionomia O  bronzeado  deu  uma  fisionamia  atraente  ao  idoso. flacidez A  gravidez  deu  flacidez  à  Ana. flexibilidade A  nova  proposta  deu  flexibilidade  para  o  projeto. fluência O  curso  de  inglês  me  deu  mais  fluência  no  idioma. fluidez O  romance  deu  mais  fluidez  à  história. foco Ana  deu  um  foco  diferente  ao  trabalho. fôlego O  financiamento  deu  um  fôlego  para  os  pesquisadores. fome Ver  comida  dá  fome. força O  pai  deu  uma  força  para  o  filho. forma Ana  deu  uma  forma  ao  bolo. formalidade O  governador  deu  formalidade  ao  projeto. formato O  cirurgião  deu  um  formato  diferente  ao  corpo  da  mulher. formosura O  vestido  deu  mais  formosura  à  modelo. fortaleza O  portão  de  aço  deu  fortaleza  ao  castelo. fragilidade A  ausência  de  hipótese  deu  fragilidade  à  tese. fraqueza A  falta  de  café  da  manhã  dá  fraqueza. frio Ficar  sem  agasalho  dá  frio. frio  na  barriga A  prova  deu  um  frio  na  barriga  de  Ana. frustração Ser  reprovado  dá  frustração. fuga O  policial  deu  fuga  aos  bandidos. função A  participação  social  da  comunidade  deu  função  a  terrenos  abandonados. funcionalidade A  arquiteta  deu  funcionalidade  ao  apartamento. fúria Ouvir  pregação  moralista  me  dá  fúria. gana O  desrespeito  dá  gana  de  justiça. gastrite Café  dá  gastrite. gênese A  reforma  agrária  deu  gênese  a  políticas  empresariais. gostinho O  chocolate  deu  um  gostinho  no  bolo. gosto O  plástico  deu  gosto  na  comida. gosto Ver  o  mendigo  se  alimentando  dá  gosto. gota Excesso  de  cálcio  pode  dar  gota. governabilidade A  campanha  deu  governabilidade  ao  México. gozo A  liberdade  dá  gozo  aos  fiéis. graciosidade O  lenço  no  cabelo  deu  graciosidade  ao  figurino. grandiosidade O  monumento  deu  grandiosidade  ao  edifício. gripe No  inverno  banho  gelado  dá  gripe. habilidade O  treino  deu  mais  habilidade  ao  jogador. harmonia A  vinda  do  bebê  deu  mais  harmonia  ao  relacionamento. hemorragia Extrair  dente  pode  dar  hemorragia. herpes Imunidade  baixa  dá  herpes. heterogeneidade O  sódio  deu  heterogeneidade  ao  composto. hipersensibilidade O  limão  deu  hipersensibilidade  aos  dentes. homogeneidade O  sódio  deu  homogeneidade  ao  composto. honra Ver  o  filho  se  formar  dá  honra  a  qualquer  pai. horizonte O  orientador  deu  um  novo  horizonte  à  pesquisa. hospitalidade A  rede  deu  mais  hospitalidade  à  pensão. humor O  personagem  deu  humor  ao  seriado. identidade A  sanfona  deu  identidade  ao  sertanejo. idoneidade A  comissão  especial  deu  idoneidade  ao  processo. igualdade A  Constituição  deu  igualdade  aos  povos. iluminação O  spot  deu  uma  iluminação  adequada  ao  ambiente. ilusão O  carnaval  dá  a  ilusão  de  felicidade. imagem Papa  Bergoglio  deu  uma  imagem  daquilo  que  é  a  Igreja. imobilidade A  tala  deu  imobilidade  ao  braço  de  Zé. impaciência A  longa  espera  me  deu  impaciência. impacto O  resultado  deu  um  impacto  significativo. ímpeto A  questão  da  igualdade  deu  um  ímpeto  a  essa  tendência. impressão Ana  deu  a  impressão  de  estar  doida. impulsão A  reforma  agrária  deu  impulsão  ao  sindicalismo. inchaço A  gravidez  dá  inchaço  nas  pernas. inclinação Algo  me  deu  inclinação  para  trabalhar  com  comércio. incoerência A  ilustração  deu  incoerência  ao  texto. incômodo A  cadeira  me  deu  um  incômodo. independência O  tratado  deu  independência  ao  Brasil. indigestão Essa  feijoada  me  deu  indigestão. indisposição A  gravidez  dá  indisposição. ineditismo A  nova  metodologia  deu  ineditismo  à  pesquisa. infecção  hospitalar Comida  estragada  pode  dar  infecção  hospitalar. inferioridade A  lei  deu  inferioridade  às  microempresas. ingenuidade A  atriz  deu  mais  ingenuidade  à  personagem. inquietação A  espera  dá  muita  inquietação. insight Me  deu  um  insight. insônia Depressão  dá  insônia. inspiração Ana  deu  uma  inspiração  a  Zé. inteligibilidade A  leitura  dramática  deu  inteligibilidade  ao  documento. inveja A  vida  de  Ana  dá  inveja  em  Bia. irritação Chegar  sem  avisar  me  dá  irritação. jovialidade A  maquiagem  deu  jovialidade  à  Xuxa. legalidade A  MP  deu  legalidade  ao  ato. legitimidade O  personagem  deu  legitimidade  à  farsa. leptospirose Urina  de  rato  dá  leptospirose. leveza O  estofado  claro  deu  leveza  ao  ambiente. liga A  mandioca  deu  liga  na  massa. ligeireza O  advogado  deu  ligeireza  ao  processo. liquidez O  governo  deu  liquidez  ao  mercado. lógica A  morte  do  personagem  deu  lógica  ao  filme. longevidade A  lei  deu  longevidade  ao  benefício  previdenciário. lucidez O  remédio  deu  lucidez  ao  moribundo. luminosidade A  janela  deu  luminosidade  à  sala. luz A  janela  deu  luz  à  casa. magia O  príncipe  deu  magia  à  história. magnificência O  diploma  deu  magnificência  ao  reitor. mágoa A  ausência  de  Rui  deu  grande  mágoa  a  Ana. mal-­‐estar Comer  muito  dá  mal-­‐estar  em  Ana. maleabilidade A  discussão  deu  maleabilidade  à  opinião  pública. marcação O  treino  deu  uma  marcação  forte  ao  time. materialidade O  arquiteto  deu  materialidade  à  obra. maturidade A  discussão  em  grupo  deu  maturidade  ao  projeto. mau  hálito Má  alimentação  dá  mau  hálito. mediocridade A  redação  deu  mediocridade  ao  projeto. medo Escuro  me  dá  medo. melancolia Ficar  sozinho  dá  melancolia. melodia Zé  deu  melodia  à  canção  de  Rui. mobilidade O  aparelho  deu  mobilidade  ao  cadeirante. modernidade O  arquiteto  deu  modernidade  ao  ambiente. mofo Toalha  molhada  dá  mofo. moldura Ana  deu  uma  moldura  ao  quadro. moldura Zé  deu  uma  nova  moldura  à  situação. moralidade A  restrição  deu  moralidade  ao  comportamento  de  Ana. morosidade A  burocracia  dá  morosidade  aos  processos. morte  cerebral Parada  cardíaca  pode  dar  morte  cerebral. movimentação Zé  Elias  dá  movimentação  ao  ataque. movimento O  tecido  deu  movimento  para  a  roupa. musicalidade A  estória  deu  musicalidade  à  peça. nascimento A  aula  inaugural  deu  nascimento  à  teoria. naturalidade O  blush  bronzer  deu  naturalidade  ao  visual. náusea Montanha  russa  me  dá  náusea. nervosismo Dia  de  prova  dá  nervosismo. nervoso Na  hora  da  prova  me  deu  um  nervoso. neutralidade O  texto  deu  neutrlidade  ao  processo. nitidez O  novo  programa  deu  nitidez  à  tela. nó  na  cabeça Toda  prova  dá  nó  na  cabeça  da  gente. nó  na  garganta Falar  em  público  dá  nó  na  garganta. nobreza O  corrimão  de  ouro  deu  nobreza  ao  casarão. nojo Vê-­‐lo  comendo  com  as  mãos  me  dá  nojo. norte O  estudo  de  caso  deu  um  norte  à  pesquisa. nostalgia A  solidão  me  dá  nostalgia. notoriedade A  indicação  ao  Oscar  deu  notoriedade  ao  filme. nuance O  discurso  deu  uma  nuance  paternalista  ao  governo. objetivo O  trabalho  deu  um  objetivo  aos  revolucionários. obscuridade A  redação  deu  obscuridade  ao  projeto. ódio Ver  injustiça  social  me  dá  ódio. odor O  pequi  deu  um  odor  desagradável  à  geladeira. ofensividade Romário  deu  ofensividade  ao  time. opacidade A  redação  deu  opacidade  ao  texto  do  projeto. organicidade O  armário  deu  organicidade  ao  ambiente. orgasmo Rui  deu  um  orgasmo  a  Ana. orgulho Ver  a  formatura  me  deu  um  orgulho. origem Papel  reciclado  deu  origem  a  objetos  novos. osteoporose Falta  de  cálcio  dá  osteoporose. otimismo A  nova  estatística  deu  otimismo  ao  Brasil. oxigenação A  alga  deu  oxigenação  ao  aquário. palpitação A  iminência  de  um  acidente  já  me  dá  palpitação. pânico Pensar  na  prova  me  dá  pânico. pano  de  fundo A  relação  conjugal  deu  o  pano  de  fundo  da  estória. parada  cardíaca Pressão  alta  pode  dar  parada  cardíaca. paralisia A  falta  da  vacina  pode  dar  paralisia. particularidade Ana  deu  uma  particularidade  especial  ao  projeto. pavor Pensar  em  assalto  me  dá  pavor. peculiaridade A  abordagem  subjetiva  deu  uma  peculiaridade  ao  livro. pena A  tristeza  de  Maria  me  dá  pena. perenidade O  processo  político  deu  perenidade  às  instituições  democráticas. perfil O  presidente  deu  um  perfil  democrático  ao  seu  governo. performance Esse  motor  deu  uma  boa  performance  ao  carro. personalidade Thiago  Silva  deu  personalidade  à  defesa. perspectiva Zé  deu  uma  nova  perspectiva  para  a  discussão. pesadelo Comer  à  noite  dá  pesadelo. peso A  música  de  fundo  deu  um  peso  especial  à  mensagem. pigarro Fumar  dá  pigarro. pirepaque O  medo  me  deu  um  pirepaque. plasticidade O  autor  deu  plasticidade  à  obra. pneumonia No  inverno  banho  gelado  dá  pneumonia. pompa O  tapete  vermelho  deu  pompa  ao  desfile. pontada Deu  uma  pontada  no  peito  de  Ana. popularidade A  novela  deu  popularidade  à  atriz  coadjuvante. porte A  propaganda  deu  um  porte  magnífico  ao  produto. postura O  espartilho  dá  postura  às  mulheres. potência O  motor  deu  potência  ao  carro. potencialidade O  plano  econômico  deu  potencialidade  ao  mercado  financeiro. prática O  estágio  dá  prática  aos  alunos. prazer Estudar  dá  prazer. preciosidade O  diamante  deu  preciosidade  ao  anel. precisão O  satélite  deu  mais  precisão  ao  mapa. predomínio A  lei  deu  predomínio  ao  interesse  público. preguiça O  excesso  de  trabalho  dá  preguiça. preocupação O  filho  deu  uma  preocupação  para  a  mãe. preparo  físico A  natação  me  deu  mais  preparo  físico. pressentimento Ontem  me  deu  um  pressentimento  ruim. previsibilidade O  diretor  deu  previsibilidade  ao  filme. prisão  de  ventre Comer  quijo  dá  prisão  de  ventre. proeminência O  jornal  deu  proeminência  ao  menor  fato. profundidade O  relator  deu  profundidade  ao  assunto. projeção A  obra  deu  projeção  internacional  ao  escritor. propaganda A  revista  deu  propaganda  às  ações  do  governo. proporção O  povo  deu  uma  proporção  muito  grande  ao  problema. prosperidade A  vinda  do  serviço  humanitário  deu  prosperidade  à  população. psicodélia O  instrumento  eletrônico  deu  psicodélia  à  música. publicidade O  jornal  deu  publicidade  aos  atos  governamentais. pujança O  comércio  deu  pujança  à  região. qualidade O  selo  de  garantia  deu  qualidade  ao  produto. quebranto A  cachaça  serve  para  dar  quebranto. queda  de  cabelo O  shampoo  deu  queda  de  cabelo. quilometragem A  estratégia  deu  quilometragem  ao  projeto. raça O  estilo  do  jogador  deu  raça  ao  jogo. racionalidade A  discussão  deu  mais  racionalidade  a  Zé. raiva O  sinismo  de  Zé  me  deu  raiva. ranço Margarina  dá  ranço  na  massa. rapidez O  juiz  deu  mais  rapidez  ao  julgamento. reação Comer  camarão  dá  reação  alérgica. reaquecimento A  inflação  deu  um  reaquecimento  à  economia. receio A  volta  de  Messi  deu  certo  receio  em  Neymar. redação A  comissão  deu  redação  final  à  Lei  das  empresas. redução O  governo  deu  uma  diminuição  na  taxa  de  juros. rejuvenescimento O  creme  antirrugas  deu  rejuvenescimento  à  atriz. relevância O  juiz  deu  relevância  ao  documento. relevo O  fato  histórico  deu  relevo  à  obra. remorso A  saída  do  atacante  deu  remorso  no  técnico. renome A  vitória  deu  renome  ao  jogador. representatividade Ana  deu  representatividade  ao  evento. repugnância Traição  me  dá  repugnância. reputação O  vídeo  deu  uma  reputação  ruim  para  o  artista. requinte A  comida  italiana  deu  mais  requinte  à  festa. resistência O  pilar  de  concreto  deu  resistência  ao  edifício. respeitabilidade A  letra  deu  respeitabilidade  à  canção. respeito A  viuvez  dá  respeito  à  mulher. responsabilidade A  maioridade  deu  mais  repsonsabilidade  ao  jovem. ressaca Beber  dá  ressaca. ressonância A  publicação  deu  ressonância  à  teoria. revolta A  corrupção  me  dá  revolta. rigidez O  texto  dá  rigidez  ao  processo. rigor A  fiscalização  deu  maior  rigor  ao  processo  eleitoral. ritmo A  coreografia  deu  ritmo  à  dança. robustez A  descrição  refinada  deu  robustez  ao  sistema. rosto A  atriz  deu  um  rosto  à  personagem. roteiro O  diretor  deu  um  roteiro  para  a  novela. roupagem A  nova  gerente  deu  outra  roupagem  para  a  galeria. ruga Sorrir  dá  ruga. rumo O  delegado  deu  um  rumo  à  investigação. sabedoria O  tempo  deu  sabedoria  ao  ancião. sabor A  pimenta  deu  outro  sabor  à  comida. sapinho Beijar  na  boca  de  criança  dá  sapinho. sarampo A  criança  deu  sarampo. satisfação Passear  ao  ar  livre  me  dá  satisfação. saudade Ver  fotos  antigas  dá  saudade. saúde A  vitamina  deu  mais  saúde  ao  bebê. secura A  falta  de  água  me  deu  uma  secura. sede Comer  sal  dá  sede. seguimento O  diretor  deu  seguimento  ao  trabalho. segurança A  cerca  elétrica  deu  segurança  ao  condomínio. sensação O  sonho  me  deu  uma  sensação  de  abandono. sensibilidade O  chapéu  deu  mais  sensibilidade  à  moça. sensualidade A  escultura  deu  sensualidade  ao  ambiente. sentido Este  verso  deu  sentido  à  poesia. sentimento O  programa  deu  sentimento  ao  robô. sexualidade A  atriz  pornô  deu  sexualidade  ao  filme. significado O  nascimento  do  filho  deu  significado  à  vida  de  Ana. significância A  mídia  deu  muita  significância  ao  fato. simbolismo O  autor  deu  simbolismo  à  obra. simetria O  detalhe  deu  simetria  à  obra. simplicidade O  casebre  deu  simplicidade  ao  cenário. singularidade O  figurino  deu  singularidade  à  atriz. sistematização A  metodologia  deu  sistematização  ao  trabalho. soberba A  idade  lhe  deu  soberba. sofisticação A  mobília  deu  sofisticação  ao  escritório. sofrimento O  divórcio  só  me  deu  sofrimento. solenidade A  presença  do  papa  deu  solenidade  ao  evento. solidez O  concreto  deu  solidez  aos  pilares. sono Assistir  TV  dá  sono. sonolência O  remédio  me  deu  sonolência. status O  título  recebido  deu  outro  status  ao  filme. stress Trabalhar  demais  dá  stress. suador Dia  de  prova  me  dá  um  suador. suavidade O  sabonete  deu  suavidade  á  pele  de  Ana. substância O  contrato  deu  substância  ao  acordo. sucesso A  aparição  na  novela  deu  sucesso  à  atriz. sufoco O  fim  do  prazo  dá  um  sufoco. suingue Fernanda  Abreu  deu  suingue  ao  show. suntuosidade A  imagem  de  Nossa  Senhora  deu  suntuosidade  ao  altar. superficialidade O  enredo  deu  superficialidade  à  obra. superioridade O  título  de  mestre  deu  superioridade  ao  professor. supremacia A  coroa  deu  supremacia  à  corte. sustança Farinha  dá  sustança. sustentabilidade O  telhado  verde  deu  sustentabilidade  à  residência. sutileza A  sombra  azul  deu  sutileza  ao  olhar. tchan A  boina  deu  um  tchan  no  figurino. tédio A  televisão  dá  tédio  a  qualquer  um. temática O  cenário  deu  uma  temática  à  peça. tempero O  alecrim  deu  um  tempero  diferente  ao  prato. tendência O  estilista  deu  outra  tendência  para  a  moda. tensão Esperar  pelo  resultado  dá  muita  tensão. tentação Shopping  dá  tentação  em  mulheres  consumistas. teor O  chocolate  deu  um  teor  calórico  à  receita. ternura O  sorriso  deu  mais  ternura  a  Monalisa. tesão Ana  dá  tesão  em  Rui. tessitura O  enredo  deu  tessitura  à  obra. textura A  tinta  deu  textura  à  parede. timbre O  tenor  deu  um  timbre  especial  à  orquestra. titularidade A  vitória  deu  a  titularidade  ao  Goiás. tom O  vermelho  deu  um  tom  diferenciado  à  pintura. tonalidade Ivo  deu  uma  tonalidade  escura  para  o  escritório. tonteira O  remédio  deu  tonteira  em  Ivo. tontura O  remédio  deu  uma  tontura  em  Bia. toque Ana  deu  um  toque  especial  na  decoração. torcicolo Dormir  de  mal  jeito  dá  torcicolo. tosse Ficar  no  sereno  dá  tosse. tranquilidade A  vitória  deu  tranquilidade  ao  time. transparência A  prefeitura  deu  transparência  ao  processo. transtorno A  notícia  deu  um  grande  transtorno  a  todos. traquejo A  aula  de  tiro  lhe  deu  traquejo  para  se  defender. tremedeira Abstinência  dá  tremedeira. tremelique Algo  me  deu  tremelique. tremura O  medo  dá  tremura  nas  pernas. tristeza A  morte  do  meu  avô  me  deu  tristeza. troço Aquela  comida  me  deu  um  troço. úlcera Chupar  chiclete  dá  úlcera. unidade O  projeto  deu  unidade  para  o  grupo. uniformidade A  manteiga  deu  uniformidade  à  massa. urbanidade O  semáforo  deu  urbanidade  à  cidade. urgência O  deputado  deu  urgência  à  resolução  do  processo. utilidade Ana  deu  uma  utilidade  para  o  antigo  berço. validade A  lei  deu  validade  para  a  emenda. valorização A  inflação  dá  valorização  à  moeda. varize Má  circulação  dá  varize. vazio Hoje  me  deu  um  vazio. velocidade O  motor  3.0  deu  velocidade  ao  carro. veracidade O  depoimento  de  Zé  deu  veracidade  à  história. vergonha Ficar  nu  em  público  dá  vergonha. verniz A  crítica  deu  um  verniz  europeu  ao  filme. verossimilhança O  cruzamento  das  histórias  deu  verossimilhança  à  novela. versatilidade O  estilista  deu  versatilidade  ao  figurino. verticalidade A  construção  de  edifícios  dá  verticalidade  à  cidade. vertigem Montanha  russa  dá  vertigem. vexame A  atitude  de  Eva  me  deu  vexame. viabilidade A  emenda  deu  viabilidade  à  proposta. viço O  complexo  B  dá  viço  à  pele. vida O  diretor  deu  vida  aos  personagens. viés Ana  deu  um  viés  diferente  ao  processo. vigência O  Congresso  deu  vigência  à  lei. vigor O  suplemento  alimentar  dá  vigor  a  Rui. virilidade O  viagra  deu  mais  virilidade  ao  Zé. viscosidade O  queijo  deu  viscosidade  à  massa. visibilidade A  reportagem  deu  mais  visibilidade  ao  projeto. vitalidade O  evento  deu  vitalidade  ao  time. vivacidade Karina  Buhr  deu  vivacidade  ao  espetáculo. volume O  shampoo  deu  mais  volume  ao  cabelo. vômito Esse  remédio  me  dá  vômito. vontade Assistir  TV  me  dá  vontade  de  comer  pipoca. voz O  ator  deu  voz  ao  personagem. vulnerabilidade O  divórcio  deu  vulnerabilidade  a  Ana. vulto O  primeiro  governo  FHC  deu  vulto  à  diplomacia  presidencial. Apêndice C C lasse N 0=:N hum N 0=:N -hum N 0=:Q ueF N 0=:N nr N eg O brig V Prep_C 1 D et Prep+D et M odif_C 1 C 1 M odif_ C 1 (C deN )_Prep[de ] Prep_C 2 C 2 Prep N 0=:N hum N 0=:N -hum N 0=:Q ueF N 0=:N nr Prep_C 3 C 3 Exem plo C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - anel - - - - a, para + - - - - - O João deu o anel para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - anel de couro - - - a, para + - - - - - O João deu o anel de couro para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - ânus - - - - a, para + - - - - - O João deu o ânus para o Rui C1 + - - - - dar - - - - ares de importância - - - - - - - - - - A Rita dá ares de importância C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - assunto - - - - a, para + + - - - - O João não deu assunto para a Ana C1PN + + + + -­‐ dar - - - - assunto - - - - a, para + + - - - - A tragédia deu assunto para a reportagem C1PN + + -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - baile - - - - em + + - - - - O Goiás deu o baile no Vila Nova C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - baixa - - - - - - - - - - - A Ana deu baixa C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - banana - - - - a, para + - - - - - O jogador deu banana para a torcida C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - bandeira - - - - - - - - - - - A Ana deu bandeira C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - banho - - - - em - + - - - - O ladrão deu o banho na carteira do transeunte C1PN + -­‐ + -­‐ -­‐ dar - um - - banho de água fria - - - em + + - - - - O João deu um banho de água fria na Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - banho de loja - - - em + - - - - - O João deu um banho de loja na Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - banho de entusiasmo - - - em + - - - - - O João deu um banho de entusiasmo na Ana C1 + -­‐ -­‐ - - dar-se - - - - bem - - - - - - - - - - - A Maria se deu bem. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar-se - - - - bem - - - - com + - - - - - O João deu-se bem com a Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - biscoito - - - - a, para + - - - - - O João deu o biscoito para o Rui C1 - -­‐ + - - dar - - - - bode - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu bode. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - boga - - - - a, para + - - - - - O João deu o boga para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - bola - - - - a, para + + - - - - O João deu bola para a Ana C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - bola fora - - - - - - - - - - O João deu bola fora C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - bola - - - - a, para + - - - - - A Ana deu bola para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - botão - - - - a, para + - - - - - O João deu o botão para o Rui C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - braço - - a torcer - - - - - - - O João deu o braço a torcer N0=0 -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - branco - - - - em + - - - - - Deu um branco na Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - brioco - - - - a, para + - - - - - O João deu o brioco para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - bunda - - - - a, para + - - - - - O João deu a bunda para o Rui CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com os - - burros - - na água - - - - - - - O João deu com os burros n'água C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - cabo - - - - de + - - - - - A Ana deu cabo do Rui C1P2 -­‐ + + -­‐ -­‐ dar - - - - calo - - na vista - - - - - - - A beleza da mulher dá calo na vista C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - cara - - a tapa - - - - - - - O João deu a cara a tapa C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - cara - - pra bater - - - - - - - O João deu a cara para bater CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com a - - cara - - na porta - - - - - - - O João deu com a cara na porta CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com a - - cara - - na parede - - - - - - - O João deu com a cara na parede CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar de - - - cara - - com Nhum - + - - - - - O João deu de cara com a Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - carta branca - - - a, para + - + - - - O governo deu carta branca para o advogado soltar os presos C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - cartada final - - - a, para + + + + - - O João deu a cartada final para a Ana C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - as - - cartas - - do jogo - - - - - - - O João deu as cartas do jogo C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - casa, comida e roupa lavada- - - - a, para + - - - - - O João deu casa, comida e roupa lavada à Ana CPP + + -­‐ -­‐ -­‐ dar de - - - cem - - a zero em + + - - - - O João dá de cem a zero no Zé C1 - -­‐ + - - dar - - - - certo - - - - - - - - - - - O conserto do carro deu certo CPP + -­‐ -­‐ - - dar em - - - cima - - de Nhum - + - - - - - O João deu em cima da Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - chá de cadeira - - - em + - - - - - O João deu um chá de cadeira na Ana C1 -­‐ -­‐ + - - dar - - - - chabu - - - - - - - - - - - O conserto do carro deu chabu C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - chega junto - - - em + - - - - - A Ana deu um chega junto no Zé C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - chega pra lá - - - em + + - - - - A Ana deu um chega-pra-lá no Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - cola - - - - a, para + - - - - - Um aluno deu cola para o outro. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - colher de chá - - - a, para + - - - - - O professor deu uma colher de chá ao aluno. CP1 + - - - -­‐ dar a - a - conhecer - - - - - - - - - - - O João deu a conhecer que estava solteiro CDN + - - - -­‐ dar-se - - - - conta - + - - - - + + - - - O João se deu conta de que sobrevivera. C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - conta - - do recado - - - - - - - O João deu conta do recado. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - corda - - - - a, para + - - - - - A Ana deu corda para o Rui. CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com os - - costados - - em Nloc - - + - - - - O João deu com os costados em São Paulo C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - as - - costas - - - - a, para + + - - - - A Ana deu as costas para o Rui. CP1 + - - - -­‐ dar em o no - couro - - - - - - - - - - - O João dá no couro C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - couro - - - - em + - - - - - A mãe deu um couro no filho. CP1 + - - - -­‐ dar a - a - crer - - - - - - - - - - - O João deu a crer que estava solteiro C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - cu - - - - a, para + - - - - - O João deu o cu para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - dedo - - - - a, para + - - - - - O jogador deu dedo para o adversário. CPP + + -­‐ -­‐ -­‐ dar de - - - dez - - a zero em + + - - - - O João dá de dez a zero no Zé C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - duro - - - - - - - - - - - O João dá duro CP1 + - - - -­‐ dar a - a - entender - - - - - - - - - - - O João deu a entender que estava solteiro C1 - -­‐ + - - dar - - - - errado - - - - - - - - - - - O conserto do carro deu errado C1 + - - - - dar - a - outra face - - - - - - - - - - - Os democratas dão a outra face CP1 - - + - -­‐ dar em o que no que - falar - - - - - - - - - - - O divórcio do João deu no que falar CP1 - - + - -­‐ dar - o que o que - falar - - - - - - - - - - - O divórcio do João deu o que falar CDN + - - - -­‐ dar - - - - falta - + - - - + + + + - - O João deu falta do computador CPP + - - - -­‐ dar por a pela - falta - + - - - + + + + - - O João deu pela falta do computador CDN + - - - -­‐ dar - - - - fé - + - - - - + + - - - O João deu fé do assalto C1 + -­‐ -­‐ - - dar - o - - fora - - - - - - - - - - - O João deu o for a C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - forebis - - - - a, para + - - - - - O João deu o forebis para o Rui CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com a - - fuça - - na porta - - - - - - - O João deu com a fuça na porta CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com a - - fuça - - na parede - - - - - - - O João deu com a fuça na parede C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - furico - - - - a, para + - - - - - O João deu o furico para o Rui C1 -­‐ -­‐ + - - dar - - - - galho - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu galho CP1 + + - - -­‐ dar para o pro - gasto - - - - - - - - - - - Esse dinheiro dá pro gasto C1 + - - - - dar - o - - grito do Ipiranga - - - - - - - - - - O João deu o grito do Ipiranga C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - grito - - do Ipiranga - - - - - - - O João deu o grito do Ipiranga N0=0 -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - hora - - - - de - - + - - - Deu a hora de ir embora C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - ideia - - - - a, para + - - - - - O Rui nem deu ideia pro Zé C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - injeção de ânimo - - - em + - - - - - O João deu uma injeção de ânimo na Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - lição de vida - - - a, para + - - - - - O João deu uma lição de vida pra Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - lição de moral - - - em + - - - - - O João deu uma lição de moral na Ana CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com a - - língua - - na dentes - - - - - - - O João deu com a língua nos dentes N0=0 -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - louca - - - - em + - - - - - Deu a louca em Ana C1PN + + -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - lugar - - - - a + + - - - - O casarão deu lugar ao estádio CNP2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar a a à - luz - - - - - + - - - - - A Ana deu à luz um bebê C1 + -­‐ -­‐ - - dar-se - - - - mal - - - - - - - - - - - A Maria se deu mal. C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - mão - - à palmatória - - - - - - - O João deu a mão à palmatória CPPN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - mão - - - - de + - - - em casamento O João deu a mão da filha em casamento C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - mensagem - - - - - - - - - - - O Brasil deu sua mensagem CPP + + -­‐ -­‐ -­‐ dar de - - - mil - - a zero em + + - - - - O João dá de mil a zero no Zé C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - a - - mínima - - - - a, para + + + + - - A Ana não deu a mínima para o Zé C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - mole - - - - - - - - - - - O João dá mole C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - mole - - - - a, para + - - - - - A Ana deu mole para o Zé. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - moleza - - - - a, para + - - - - - O professor deu moleza aos seus alunos. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - moral - - - - a, para + + - - - - A Ana não deu moral para a reportagem na TV. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - moral - - - - a, para + + - - - - O João deu moral para Ana C1PN + + + + -­‐ dar - - - - motivo - - - - a, para - + + - - - O Zé deu motivo para a briga. C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - murro - - em ponta de faca - - - - - - - O João deu murro em ponta de faca CP1 - + + - + dar em - em - nada - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão não deu em nada CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com o - - nariz - - na porta - - - - - - - O João deu com o nariz na porta CPP + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar com o - - nariz - - na parede - - - - - - - O João deu com o nariz na parede C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - nome - - aos bois - - - - - - - O João deu nome aos bois CP1 + - - - -­‐ dar de - de - ombros - - - - - - - - - - - A Ana deu de ombros C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - ouvidos - - - - a, para + + - - - - A Ana não deu ouvidos ao Rui. C1 + -­‐ -­‐ - - dar - a - - palavra final - - - - - - - - - - O João deu a palavra final C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - palavra - - - - com + - - - - - A Ana deu uma palavra com Rui. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - sua - - palavra - - - - a, para + - - - - - A Ana deu sua palavra a Rui. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - uma - - palavra de apoio - - - a, para + - - - - - O Zé deu uma palavra de apoio ao Rui. C1P2 -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - pano - - pra manga - - - - - - - Esse assunto deu pano para manga C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - papo - - - - a, para + - - - - - A Ana não dá papo para o Rui. CDN + - - - -­‐ dar - - - - parte - + - - - + + - - - - O João deu parte de fraco. CPPN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - parte - - - - de + - - - à polícia O João deu parte do Zé à polícia C1 + -­‐ -­‐ - - dar - um - - passo maior que a perna - - - - - - - - - - O João deu um passo maior que a perna C1 + -­‐ -­‐ - - dar - o - primeiro passo - - - - - - - - - - - O João deu o primeiro passo C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - passo - - em falso - - - - - - - O João deu um passo em falso. C1 -­‐ + -­‐ - - dar - - - - pau - - - - - - - - - - - O computador deu pau CP1 + - - - -­‐ dar em o no - pé - - - - - - - - - - - O João deu no pé C1PN -­‐ + -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - pé - - - - a, para + - - - - - Essa piscina dá pé para Ana. C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - pé na bunda - - - de + - - - - - O João deu um pé na bunda da Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - a - menor pelota - - - - a, para + + - - - - O Cruzeiro não dá a menor pelota pro próprio estádio. CP1 - - + - -­‐ dar em o que no que - pensar - - - - - - - - - - - O divórcio do João deu no que pensar CP1 - - + - -­‐ dar - o que o que - pensar - - - - - - - - - - - O divórcio do João deu o que pensar C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - perda total - - - - - - - - - - A Ana deu perda total C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - perdido - - - - em + - - - - - A Ana deu o perdido no Rui. CDN + - - - -­‐ dar - - - - pinta - + - - - + + - - - - O João deu pinta de playboy C1 -­‐ -­‐ + - - dar - - - - pizza - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu pizza CP1 - + + - -­‐ dar em - em - pizza - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu em pizza C1 + -­‐ -­‐ - - dar - o - - pontapé inicial - - - - - - - - - - A Honda deu o pontapé inicial C1 + + - - - dar - o - - pontapé de saída - - - - - - - - - - A Honda deu o pontapé de saída C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - ponto - - sem nó - - - - - - - O João não dá ponto sem nó C1 + -­‐ -­‐ - - dar - o - - pulo do gato - - - - - - - - - - O João deu o pulo do gato C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - rabeta - - - - a, para + - - - - - O João deu a rabeta para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - rabo - - - - a, para + - - - - - O João deu o rabo para o Rui C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - recado - - - - - - - - - - - O Brasil deu seu recado C1 + -­‐ -­‐ - - dar - as - - regras do jogo - - - - - - - - - - O João deu as regras do jogo C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - rodela - - - - a, para + - - - - - O João deu a rodela para o Rui C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - rosca - - - - a, para + - - - - - O João deu a rosca para o Rui C1 - -­‐ + - - dar - - - - samba - - - - - - - - - - - Unir entretenimento e negócio dá samba C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - sangue - - - - em - + - - - - O Rui deu o sangue no jogo. C1 + -­‐ -­‐ - - dar - um - - show de bola - - - - - - - - - - O João deu um show de bola CP1 + - - - -­‐ dar por - por - si - - - - - - - - - - - A Ana deu por si C1 + - - - - dar - - - - sinal de vida - - - - - - - - - - O João deu sinal de vida C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - sinal verde - - - a, para + + + + - - O governo deu sinal verde para os gastos públicos. C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - sinal - - de vida - - - - - - - O João deu sinal de vida C1 + -­‐ -­‐ - - dar - - - - sopa - - - - - - - - - - - A Ana deu sopa C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - sota e ás - - - - a, para + - - - - - O João deu sota e ás à Ana C1 + + - - - dar - o - último suspiro - - - - - - - - - - - O João deu o último suspiro C1 + -­‐ -­‐ - - dar - uma - - tacada de mestre - - - - - - - - - - O João deu uma tacada de mestre C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - tapa - - com luva de pelica - - - - - - - O João deu um tapa com luva de pelica C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - tapa - - na pantera - - - - - - - O João deu um tapa na pantera C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - tchau e bênção - - - - a, para + + - - - - O João deu tchau e bênção para a Ana C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ + dar - - - - tchum - - - - a, para + + - - - - A Ana não deu nem tchum pro Rui. C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - tempo - - ao tempo - - - - - - - A Ana deu tempo ao tempo. N0=0 -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - tempo - - - - de - - + - - - Deu o tempo de ir embora CDN + - - - + dar - - - - tino - + - - - + - - - - - O João não deu tino de si C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - tiro - - no pé - - - - - - - O João deu um tiro no pé C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - tiro - - na água - - - - - - - O João deu um tiro na água C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - um - - tiro - - pela culatra - - - - - - - O João deu um tiro pela culatra. CP1 + - - - -­‐ dar para - pra - trás - - - - - - - - - - - A Ana deu pra trás C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - o - - troco - - - - em + - - - - - A Ana deu o troco no Rui. CDN + - - - -­‐ dar - - - - uma - + - - - + + - - - - O João deu uma de bobo C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - uma - - de joão sem braço - - - - - - - O João deu uma de joão sem braço C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - uma - - de joãozinho sem braço- - - - - - - O João deu uma de joãozinho sem braço CP1 + + + + -­‐ dar a - a - ver - - - - - - - - - - - O João deu a ver que estava solteiro C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - vida - - - - por + + - - - - A Ana deu a vida por seu trabalho. CP1 + - - - -­‐ dar em as nas - vistas - - - - - - - - - - - O João deu nas vistas que estava solteiro C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - volta - - ao bilhar grande - - - - - - - O João deu a volta ao bilhar grande C1P2 + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - a - - volta - - por cima - - - - - - - O João deu a volta por cima C1PN + -­‐ -­‐ -­‐ -­‐ dar - - - - voz de prisão - - - a, para + - - - - - O delegado deu voz de prisão ao delinquente. C1 + + + - - dar - - - - zebra - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu zebra C1 -­‐ + + - - dar - - - - zica - - - - - - - - - - - A CPI do Mensalão deu zica Lista  de  provérbios A  má  vizinha  dá  agulha  sem  linha Cada  um  dá  o  que  tem A  cavalo  dado  não  se  olham  os  dentes Se  queres  conhecer  o  vilão,  dê-­‐lhe  o  bastão. Deus  dá  o  frio  conforme  a  roupa Aço  ruim  não  dá  bom  fio. Se  a  vida  lhe  der  um  limão,  faça  uma  limonada. Deus  não  dá  asa  à  cobra. Deus  não  dá  nozes  a  quem  não  tem  dentes. Dinheiro  não  dá  em  árvore Jabuticaba  não  dá  em  cacho. Em  terra  de  saci,  calça  comprida  dá  pra  dois. Em  terra  de  sapo,  mosquito  não  dá  rasante. Dinheiro  não  dá  felicidade  (variante) O  que  a  água  dá,  a  água  o  levará. Pau  que  dá  em  Chico  também  dá  em  Francisco Dai  a  Cesar  o  q  é  de  César. Dê  tempo  ao  tempo. Cana  na  fazenda  dá  pinga;  pinga  na  cidade  dá  cana. Se  queres  conhecer  o  vilão,  dê-­‐lhe  o  poder  na  mão. Se  a  vida  lhe  der  um  limão,  faça  uma  caipirinha. Quem  dá  aos  pobres  empresta  a  Deus. Quem  dá  aos  pobres  paga  a  conta  do  motel. Quem  dá  pão  dá  criação. Quem  fala  demais  dá  bom  dia  a  cavalo. Se  conselho  fosse  bom,  ninguém  dava;  vendia Apêndice D 322 Apêndice D – Guidelines para a anotação Esta guideline fornece as instruções para a anotação de construções com verbos- suporte e construções com verbo operador causativo em Português, a fim de constituir um golden standard para a avaliação de tarefas de identificação automática de construções com verbo-suporte e com verbo operador causativo. .1 As categorias Esta anotação será feita usando a ferramenta Corpus Annotator.Class. A anotação consiste em assinalar, para cada frase, um código (convencional) que corresponde ao tipo de construção sintática indicada pelo par (Vsup,Npred) entre parênteses no início de cada frase. As etiquetas a serem usadas são: ∙ CVS-STANDARD - para as construções com verbo-suporte standard; Ex.: Ana deu um tapa em Rui. ∙ CVS-CONVERSE - para as construções com verbo-suporte converso; Ex.: Rui levou um tapa da Ana. ∙ VOPC - para as construções com verbo operador causativo; Ex.: O vento sombrio deu medo em Ana. Ex.: O vento sombrio fez com que Ana tivesse medo. ∙ Nenhuma das anteriores/Não sei - para qualquer outro tipo de construção (com verbo pleno, expressão fixa ou outros); Ex.: Rui deu zebra ao ganhar a competição. Ex.: Dilma fez a egípcia ao ser questionada sobre corrupção. Ex.: Rui deu uma bicicleta para Ana. Ex.: Ana tem uma bicicleta. Ex.: Rui tem Max sob seu controle. Na amostra, certamente há apenas um par candidato a CVS. Esse par (Vsup, Npred) está indicado entre parênteses no início da frase a ser anotada. No caso de haver dois ou mais possíveis candidatos a CVS na mesma frase, considere APENAS o par que está indicado nos parênteses antes da frase. Por exemplo: (ter,acesso) Além de ter pouco espaço para as pernas dos ocupantes do banco de trás, o carro não tem bom acesso. Referências 323 Da frase acima, poderíamos retirar dois candidatos a CVS : (ter,espaço) e (ter,acesso), porém somente o par que está entre parênteses no início da frase é que deve ser anotado, portanto, anote-se APENAS o par (ter,acesso) e desconsidere o(s) outro(s). Em algumas sentenças da amostra, há uma notação como “[CVS: Vsup Det Npred] (Vsup,Npred)”. Esses casos não foram corretamente normalizados, portanto, deve-se des- considerar essa notação, mas anotar a frase de acordo com o par candidato (Vsup,Npred) que está entre parênteses no início da frase. Por exemplo: (fazer,pesquisa) Quando [CVS: receber o sinal] (receber,sinal) verde, a pesquisa será feita pela GV Consult, consultoria subordinada à Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, já contratada. Nesse caso, deve-se desconsiderar o par (receber,sinal) e anotar APENAS o par entre parênteses no início da frase (fazer,pesquisa) .2 O processo de anotação O procedimento para a anotação é o seguinte: - Crie uma pasta no seu computador (p. ex. em “MeusDocumentos”) com as iniciais do seu nome (JB, OV, AR, CB, CT) - Copie para essa pasta todos os arquivos em anexo a este email: ∙ SVC-amostra-1.0.txt - que contém as frases a serem anotadas para cada par de candidatos a CVS (Vsup,Npred); ∙ SVC-amostra-1.0-Parametrizacao.txt - que contém todas as formas dos nomes predicativos;e ∙ o arquivo ‘CorpusAnnotator.class’, que é o programa a ser usado para a anotação. O programa de anotação ‘CorpusAnnotator.class’ corre em Java, pelo que precisa de instalar previamente o JRE environment (se já tiver instalado o Unitex, não precisa de fazer nada, pois ele também corre em Java). O ‘CorpusAnnotator.class’ foi desenvolvido especificamente (SUÍSSAS, 2014) para que o processo de anotação seja mais rápido e fácil. O programa precisa de dois arquivos: ∙ arquivo SVC-amostra-1.0.txt; e ∙ arquivo SVC-amostra-1.0-Parametrizacao.txt Para abrir o programa de anotação, abra uma janela (Terminal) com linha de comando (cmd) e digite o caminho na árvore de diretórios para a pasta para onde copiou os seus arquivos: Referências 324 cd /AXXXXX-Verbos Instale o programa de anotação digitando o seguinte comando: java CorpusAnnotator ATENÇÃO: não use a extensão .class! Abre-se então a janela de diálogo inicial. Nessa janela clique nos botões “Escolher ficheiro” para selecionar: ∙ o arquivo SVC-amostra-1.0.txt; e ∙ o arquivo SVC-amostra-1.0-Parametrizacao.txt Em seguida, inicie o processo clicando no botão “Continuar”. O programa abrirá outra janela, mostrando a primeira frase a ser anotada. Repare que o programa indica os nomes predicativos em negrito, mas o anotador deve desconsiderar essa formatação e considerar, para a anotação, APENAS o par (Vsup,Npred) indicado entre parênteses no início da frase. Para anotar, clique em uma das etiquetas disponíveis (SVC-STANDARD, SVC- CONVERSE, VOPC ou Nenhuma das anteriores/Não sei) e, em seguida, clique em “se- guinte” para mostrar a próxima frase e continuar a anotação. No final de toda a anotação, clique no botão “Guardar e sair” para salvar sua anotação. Quando clicar em “Guardar e sair” ou em “Guardar processo”, pela primeira vez, você será direcionado ao diretório onde deseja salvar a sua anotação. Peço que salve o arquivo com as iniciais do seu nome, seguido de “-out”, por exemplo: JB-out, OT-out, AR- out, CB-out CT-out, na mesma pasta onde estão todos os outros arquivos da anotação. De tempos em tempos, sugiro clicar em “Guardar processo”, só para garantir que você não perderá o trabalho feito, em caso de queda de energia ou outros. Depois de anotar as 2.646 frase, envie-me por email apenas o arquivo XX-out (amandarassi85@gmail.com) para que eu possa calcular o inter-annotator agreement. Se você precisar interromper o trabalho no meio, tome nota do número da frase em que se encontra e salve o seu arquivo (ver adiante). Quando quiser voltar à anotação, você poderá abrir o programa e recomeçar a anotação da frase em que parou, indicando o respectivo número na janela “Começar a partir da linha:”. Se você não pedir para começar da linha “x”, o programa te conduzirá a anotar todas as frases de novo, desde o início. No canto superior esquerdo, um contador indica o número da frase corrente. O total de frases a serem anotadas por cada anotador é 2.646. Além das opções de etiquetas (SVC-STANDARD, SVC-CONVERSE, VOPC ou Nenhuma das anteriores, Não sei), o programa também oferece outras duas opções (“Te- nho dúvidas” e “Erro na frase”). Referências 325 ∙ A caixa “Tenho dúvidas” pode ser selecionada mesmo que tenha selecionado alguma das etiquetas anteriores, para poder retornar, posteriormente, somente às frases em que você ficou com dúvida. ∙ A caixa “Erro na frase” deve ser selecionada caso a frase esteja truncada, incom- pleta ou não apresenta contexto suficiente para determinar qualquer etiqueta. Os restantes botões servem para o funcionamento geral do programa: ∙ “Anterior”: recua para a frase anterior ∙ “Seguinte”: avança para a frase seguinte ATENÇÃO: É aconselhável marcar “Tenho dúvidas” sempre que não estiver abso- lutamente seguro(a) da classificação a dar à CVS. Assim, permite que outra pessoa possa vir a decidir, mais tarde, qual a melhor solução nesse caso.