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dc.creatorSantos, Gabriela Lopes dos
dc.date.accessioned2018-05-15T12:48:53Z
dc.date.available2018-05-15T12:48:53Z
dc.date.issued2018-02-16
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10013
dc.description.abstractBackground: Stroke is the second cause of death and the first cause of disability in the adult population worldwide. Although spontaneous motor recovery is observed, about 50% to 70% of hemiparetic individuals present alterations of the upper limb, impairing the performance of activities of daily living even after 2 to 4 years of stroke. Recently elastic tape (ET) has been widely used in clinical practice to promote sensorimotor facilitation. Objective: To evaluate the immediate effects of ET, applied to the paretic shoulder, on the joint position sense during movements of shoulder abduction and flexion and on the kinematic variables during the reach in chronic hemiparetic individuals Methods: A crossover and sham-controlled study was conducted with post-stroke patients who were randomly allocated into two groups: 1) those who received Sham Tape (ST) first and after one month they received Elastic Tape (ET); 2) those who received Elastic Tape (ET) first and after one month they received Sham Tape (ST). The JPS was evaluated using a dynamometer. The absolute error for shoulder abduction and flexion at 30° and 60° was calculated. Sensorimotor impairment was determined by Fugl-Meyer, and shoulder subluxation was measured using a caliper. Results: Thirteen hemiparetic subjects (average time since stroke 75.23 months) participated in the study. At baseline (before interventions), the groups were not different for abduction at 30° (p=0.805; p=0.951), and 60° (p=0.509; p=0.799), or flexion at 30° (p=0.872; p=0.897) and 60° (p=0.853; p=0.970). For the ET group, differences between pre and post-elastic tape for abduction at 30° (p<0.010) and 60° (p<0.010), and flexion at 30° p<0.010) and 60° (p<0.010) were observed. For the ST group, differences were also observed between pre and post-elastic tape for abduction at 30° (p<0.010) and 60° (p<0.010), and flexion at 30° (p<0.010,) and 60° (p<0.010). Potential effects were only correlated with shoulder subluxation during abduction at 30° (p=0.001, r=-0.92) and 60° (p=0.020, r=-0.75). Moreover, the elastic tape improved the shoulder position (more towards midline), reduced scapula protraction and trunk flexion at the beginning, during, and the end of the task, however without changing the spatiotemporal parameters. Moreover, an improvement in joint movement of shoulder elevation, scapula rotation and elbow extension was observed at specific time-instants during the task, for example, elbow extension from the middle of reaching and the transport phase from cup to table was increased. However, the effect size ranged from small to medium. Conclusion: Elastic tape improved shoulder JPS, UL joint motions and posture of subjects with chronic hemiparesis regardless of the level of UL sensorimotor impairment, which defines its role as adjuvant therapy. However, this improvement was influenced by the subluxation degree at abduction.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoengeng
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectAtividades de vida diáriapor
dc.subjectReabilitaçãopor
dc.subjectExtremidade superiorpor
dc.subjectParesiapor
dc.subjectActivities of daily livingeng
dc.subjectRehabilitationeng
dc.subjectUpper extremityeng
dc.subjectParesiseng
dc.titleEfeitos da bandagem elástica na propriocepção do ombro e desempenho sensório-motor durante atividade de beber em indivíduos hemiparéticos crônicospor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Russo, Thiago Luiz de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2755480908047791por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1832255035854519por
dc.description.resumoIntrodução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a segunda causa de óbito e a primeira de incapacidades na população mundial adulta. Embora seja observada uma recuperação motora espontânea, cerca de 50 a 70% dos indivíduos hemiparéticos apresentam alterações do membro superior, limitando a realização de atividades de vida diária mesmo após 2 a 4 anos do AVE. Recentemente a bandagem elástica (BE) está sendo amplamente utilizada na prática clínica para promover facilitação sensório-motora. Objetivos: Avaliar os efeitos imediatos da BE, aplicada no ombro parético, sobre a o senso de posição articular durante movimentos de abdução e flexão do ombro e nas variáveis cinemáticas durante o alcance em indivíduos hemiparéticos crônicos. Métodos: Estudo crossover placebo-controlado foi realizado com pacientes pós-AVC que foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: 1) aqueles que receberam a fita placebo primeiro e depois de um mês eles receberam a bandagem elástica (ST); 2) aqueles que receberam a bandagem elástica primeiro e depois de um mês receberam a fita placebo (ET). O senso de posição articular foi avaliado usando um dinamômetro. O erro absoluto para abdução e flexão do ombro a 30 ° e 60 ° foi calculado. O comprometimento sensório-motor foi determinado pela Escala Fugl-Meyer, e a subluxação do ombro foi medida usando um paquímetro. Resultados: Treze indivíduos hemiparéticos crônicos (tempo médio pós-AVC de 75,23 meses) participaram do estudo. Na linha de base (antes das intervenções), os grupos não foram diferentes para abdução a 30° (p=0.805; p=0.951) e 60° (p=0.509; p=0.799) ou flexão a 30° (p=0.872; p=0.897) e 60° (p=0.853; p=0.970). Para o grupo ET, diferenças entre o pré e pós fita elástica para abdução a 30° (p<0.010) and 60° (p<0.010), e flexão a 30° p<0.010) and 60° (p<0.010) foram observadas. Para o grupo ST, diferenças entre o pré e pós fita elástica para abdução a 30° (p<0.010) e 60° (p<0.010), e flexão a 30° (p<0.010,) and 60° (p<0.010). Efeitos potencias foram somente correlacionados com a subluxação do ombro a 30° (p=0.001, r=-0.92) e 60° (p=0.020, r=-0.75). Além disso, a fita elástica melhorou a posição do ombro (mais para a linha média), reduziu a protração da escápula e a flexão do tronco no início, durante e no final da tarefa, porém sem alterar os parâmetros espaço-temporais. Além disso, uma melhora no movimento articular de elevação do ombro, rotação da escápula e extensão do cotovelo foi observada em momentos específicos durante a tarefa, por exemplo, a extensão do cotovelo no meio do alcance e a fase de transporte do copo para a mesa aumentaram. No entanto, o tamanho do efeito variou de pequeno a médio. Conclusão: A fita elástica melhorou o senso de posição articular do ombro, os movimentos articulares do e a postura de membro superior de indivíduos com hemiparesia crônica, independentemente do nível de comprometimento sensório-motor do membro superior, o que define seu papel como terapia adjuvante. No entanto, essa melhora foi influenciada pelo grau de subluxação na abdução.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.description.sponsorshipIdCNPq: 142923/2014-1por
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2014/25845-6por
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2015/21695-2por
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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