Show simple item record

dc.contributor.authorLuporini, Luciana Di Thommazo
dc.date.accessioned2018-10-03T13:17:22Z
dc.date.available2018-10-03T13:17:22Z
dc.date.issued2015-01-12
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10542
dc.description.abstractObesity is considered a worldwide epidemic, with high prevalence in females. It is associated to increased mortality rates due to adverse consequences, such as cardiovascular and metabolic diseases. In addition, obese individuals show impaired cardiorespiratory fitness and functional capacity. In this context, we have proposed two observational and cross-sectional studies that could contribute to the understanding the cardiovascular, metabolic, ventilatory, and perceptual responses in this population to different exercise tests, such as the maximum cardiopulmonary test (CPX), considered the gold standard assessment for cardiorespiratory fitness, as well as functional field tests, which were less expensive and more similar to daily activities, such as the six-minute walk test (6MWT), incremental shuttle walk test (ISWT), and the six-minute step test (6MST). Moreover, we have proposed an innovative step ergometer, which provides a performance recorder and a software for following the user´s progression. The first study é entitled "Are cardiovascular and metabolic responses to field walking tests interchangeable and obesity-dependent?". Aimed to investigate if the physiological responses to the ISWT and 6MWT were in agreement with those obtained in CPX and determine if the submaximal tests could be interchangeable in obese women and controls. Fifty one obese women were evaluated (ObG) and 21 controls (CG) through clinical evaluation, CPX, ISWT and 6MWT. There was agreement between CPX and both the 6MWT [oxygen uptake (VO2, mL•kg-1•min-1) = 6.9 (CI: 5.7-8.1), and heart rate (bpm) = 37.0 (CI: 33.3-40.7)] and ISWT [VO2 (mL•kg-1•min-1) = 6.1 (CI: 4.9-7.3), and heart rate (bpm) = 36.2 (CI: 32.1-40.3)]. We found similar cardiovascular and metabolic responses to both tests in the ObG but not in the CG. Strong correlations were demonstrated between 6MWT and ISWT variables: VO2 (r=0.70); dyspnea (r=0.80); and, leg fatigue (r=0.70). The 6MWT and the ISWT may both hold interchangeable clinical value when contrasted with CPX in obese women and may be a viable alternative in the clinical setting when resources and staffing are limited. The second study was entitled "Six-minute step test as a predictor of cardiorespiratory fitness in obese women" and aimed to assess the 6MST accuracy to determinate cardiorespiratory fitness (CRF) and its ability to predict xiii peak oxygen uptake (VO2) and heart rate (HR) achieved during CPX in sedentary obese women. Fifty-six sedentary obese women underwent clinical evaluation, CPX and 6MST. There was a satisfactory concurrent validity between the CPX and 6MST, with a mean difference of 5.1±3.6 mL•kg-1•min-1 and 23±13 bpm in relation to peak VO2 and HR, respectively. The 6MST demonstrated moderate accuracy in predicting CPX responses (area under the curve: 0.72, 95% CI: 0.59 - 0.83). The number of step cycles and peak HR during the 6MST explained 31% and 39% of the total variance in peak VO2 and HR obtained during CPX, respectively. We conclude that the 6MST is accurate to discriminate obese women with an adequate CRF from women with a poor status and it can predict metabolic and cardiovascular maximal exercise values, as well as it may be a valid means of assessing CRF in sedentary obese women, particularly in clinical settings where space and resources are limited. The third study is related to a proposal of a innovative utility model registered in the Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, in Brazil, as a patent and is entitled "constructive provision introduced in portable exercise step with performance recorder and software." The exercise step aims to fill a gap in the current trade showing improvements over currently available steps, regarding performance, usability, cost, portability, maintenance, safety and ergonomics. Financial support: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq 141331/2011-9), Brasília, DF, Brasil; and, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP 2009/01842-0).eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectObesidadepor
dc.subjectExercício cardiopulmonarpor
dc.subjectTeste de caminhada de seis minutospor
dc.subjectTestes funcionaispor
dc.subjectTCIpor
dc.subjectTECPpor
dc.subjectMulheres obesaspor
dc.subjectTD6por
dc.subjectObesityeng
dc.subjectCardiopulmonary exerciseeng
dc.subjectSix-minute step testeng
dc.subjectFunctional testeng
dc.subjectCPXeng
dc.subjectISWTeng
dc.subjectFemales obesityeng
dc.subject6MWTeng
dc.titleImpacto de diferentes testes de avaliação funcional sobre o sistema cardiorrespiratório e subjetivo de mulheres obesas: implementando recursos em protótipo para avaliação funcionalpor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Silva, Audrey Borghi
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4855616925791895por
dc.description.resumoA obesidade é considerada uma epidemia mundial, com maior prevalência em mulheres. Está associada a elevadas taxas de mortalidade devido as suas consequências adversas, como doenças cardiovasculares e metabólicas. Além disso, indivíduos obesos apresentam declínio da aptidão cardiorrespiratória e da capacidade funcional. Nesse contexto, propusemos a realização de dois estudos observacionais e transversais que poderiam contribuir no entendimento das respostas cardiovasculares, metabólicas, ventilatórias e perceptuais dessa população frente a diferentes testes de exercício, incluindo o teste máximo exercício cardiopulmonar (TECP), padrão-ouro para avaliação da aptidão cardiorrespiratória, assim como testes funcionais de campo, menos onerosos e mais similares às atividades do cotidiano dos indivíduos, como o teste de caminhada de seis minutos (TC6), teste de caminhada incremental (TCI) e o teste de degrau de seis minutos (TD6). Além disso, propusemos a criação de um novo ergômetro de degrau, que provê um registrador de desempenho e um software acoplado para acompanhamento da evolução do usuário. O primeiro estudo é intitulado “Testes funcionais de caminhada de seis minutos e de caminhada incremental são intercambiáveis e obesidade-dependentes?” e teve como objetivos investigar se as respostas fisiológicas frente ao TCI e ao TC6 eram concordantes com as do TECP e determinar se a aplicação dos testes funcionais poderia ser intercambiável tanto em mulheres obesas como em eutróficas. Foram avaliadas 51 obesas (GOb) e 21 eutróficas (GC) por meio de avaliação clínica, TECP, TCI e TC6. Constatou-se que houve concordância entre o TECP e o TC6 [consumo de oxigênio (VO2, mL•kg-1•min-1) = 6,9 (IC: 5,7-8,1), e frequência cardíaca (FC, bpm) = 37 (IC: 33-40)] e entre TECP e o TCI [VO2 (mL•kg-1•min-1) = 6,1 (IC: 4,9-7,3) e a FC (bpm) = 36 (IC: 32-40)]. Foram encontradas respostas cardiovasculares e metabólicas similares entre os testes de campo para o GOb e fortes correlações entre variáveis-desfecho dos dois testes funcionais de caminhada. Concluímos que o TCI e o TC6 são concordantes com o TECP e podem ter aplicação intercambiável em mulheres obesas, revelando ser uma alternativa viável em condições clínicas em que haja limitada disponibilidade de recursos e/ou de equipe técnica qualificada. O segundo estudo foi intitulado “Teste de degrau de seis minutos como um preditor xi de aptidão cardiorrespiratória em mulheres obesas” e teve como objetivo avaliar se o TD6 seria acurado para determinar a aptidão cardiorrespiratória (ACR) em mulheres obesas e ainda se seria possível predizer as respostas de VO2 e FC alcançadas durante o TECP. Cinquenta e seis mulheres obesas sedentárias foram submetidas à avaliação clínica, ao TECP e ao TD6. Houve validade concorrente satisfatória entre o TECP e o TD6, com uma diferença média de 5,1±3,6 mL•kg-1•min-1 e 23±13 bpm em relação ao VO2 pico e a FC, respectivamente. O TD6 apresentou acurácia moderada em predizer as respostas do TECP (área abaixo da curva: 0,72, 95% IC: 0,59 – 0,83). O número dos ciclos de subida e descida no degrau e a FC no pico do TD6 explicaram 31% e 39% da variância total do VO2 pico e da FC obtidos durante o TECP, respectivamente. Concluímos que o TD6 é acurado para discriminar as mulheres obesas com ACR adequada e fraca, e pode predizer valores metabólicos e cardiovasculares do exercício máximo, sendo uma ferramenta válida para avaliar a ACR em mulheres obesas sedentárias, especialmente quando o espaço e os recursos são limitados na prática clínica. O terceiro estudo trata-se da implementação de um modelo de utilidade registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial como patente e é intitulado: “Disposição construtiva introduzida em degrau ergométrico portátil com registrador de desempenho e software”. O degrau ergométrico visa preencher uma lacuna no mercado apresentando melhorias em relação aos degraus (steps) atualmente disponíveis, no que tange ao desempenho, usabilidade, custo, portabilidade, manutenção, segurança e ergonomia. Apoio financeiro: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq 141331/2011-9), Brasília, DF, Brasil; e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP 2009/01842-0).por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFtpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2009/01842-0por
dc.description.sponsorshipIdCNPq: 141331/2011-9por
dc.ufscar.embargo24 meses após a data da defesapor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/3990285037066747por


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record