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dc.creatorRezende, Tais Francine de
dc.date.accessioned2019-02-18T13:55:39Z
dc.date.available2019-02-18T13:55:39Z
dc.date.issued2018-12-18
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10982
dc.description.abstractThe prevalence of neurocognitive disorders is increasing in Brazil, with Alzheimer's disease (AD) being the most common cause. This situation demands new technologies for the evaluation of cognitive repertoires. The paradigm of the equivalence of stimuli has contributed to the understanding of variables associated with these repertories. However, its relation to cognitive alterations in the elderly remains unknown. Thus, the present study aimed to compare the cognitive performance of the elderly with and without AD with performance in a task of equivalence classes formation, as well as to analyze differences in these performances between groups. Two groups were defined: (I) Group without AD, with 30 elderly and (II) Group DA, with 15 elderly, selected in Health Units. The Addenbrooke Cognitive Exam was applied to evaluate the cognitive performance of the elderly. Participants performed a computerized task to establish three equivalence classes. Each class consisted of a familiar picture, one geometric and one abstract. Statistical analyzes revealed that the performance of the non-AD group was significantly better than the AD group in all blocks of the task. There was a direct correlation between performance on conditional discrimination and cognitive evaluation only in the group without AD. One-third of the sample of the non-AD group formed the equivalence classes, against none of the AD group. The other participants failed to demonstrate learning of baseline relationships or the emergence of transitivity. The findings of this study reinforced those of the literature, in which the relation between performance in neurocognitive tests and in the tasks of equivalence classes formation was observed. The influence of schooling needs to be better studied.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEquivalência de estímulospor
dc.subjectAvaliação cognitivapor
dc.subjectDoença de Alzheimerpor
dc.subjectEscolaridadepor
dc.subjectStimulus equivalenceeng
dc.subjectCognitive evaluationeng
dc.subjectElderly peopleeng
dc.subjectAlzheimer's diseaseeng
dc.subjectSchoolingeng
dc.titleEquivalência de estímulos e desempenho cognitivo em idosos com e sem Doença de Alzheimerpor
dc.title.alternativeEquivalence of Stimuli and cognitive performance in elderly with and without Alzheimer's diseaseeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Chagas, Marcos Hortes Nisihara
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7060083823888759por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6678195049672817por
dc.description.resumoA prevalência de transtornos neurocognitivos está aumentando no Brasil, sendo a doença de Alzheimer (DA) a causa mais comum. Esta situação demanda novas tecnologias para avaliação de repertórios cognitivos. O paradigma da equivalência de estímulos tem contribuído para a compreensão de variáveis associadas a esses repertórios. Entretanto, sua relação com alterações cognitivas em idosos permanece desconhecida. Assim, o presente estudo objetivou comparar o desempenho cognitivo de idosos com e sem DA com o desempenho em uma tarefa de formação de classes de equivalência, bem como analisar diferenças desses desempenhos entre os grupos. Foram definidos dois grupos: (I) Grupo sem DA, com 30 idosos e (II) Grupo DA, com 15 idosos, selecionados em Unidades de Saúde. Aplicou-se o Exame Cognitivo de Addenbrooke para avaliar o desempenho cognitivo dos idosos. Os participantes realizaram uma tarefa computadorizada para estabelecer três classes de equivalência. Cada classe constituía-se de uma figura familiar, uma geométrica e uma abstrata. A análises estatística revelou que o desempenho do grupo sem DA foi significativamente melhor que do grupo DA em todos os blocos da tarefa. Houve correlação positiva entre o desempenho em discriminação condicional e a avaliação cognitiva apenas no grupo sem DA. Um terço da amostra do grupo sem DA formou as classes de equivalência. Os demais participantes, incluindo todos do grupo DA, falharam em demonstrar aprendizado das relações de linha de base ou a emergência da transitividade. Os achados deste estudo reforçaram os da literatura, nos quais observou-se relação entre desempenho em testes neurocognitivos e em tarefas de formação de classes de equivalência. A escolaridade mostrou-se provavelmente associada a este desempenho, e necessita ser melhor estudada.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Gerontologia - PPGGeropor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA EXPERIMENTALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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