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dc.creatorTateishi, Henrique Ryosuke
dc.date.accessioned2019-03-22T18:43:16Z
dc.date.available2019-03-22T18:43:16Z
dc.date.issued2019-01-25
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11124
dc.description.abstractThis study investigated the effectiveness of the Kyoto Protocol (KP) in regards to the Greenhouse Gases (GHG) emissions reduction on the first and early second decades of 2000s. It has also taken into account the institutional, such as democracy and property rights levels and development impacts of a countries. Furthermore, it has proposed to analyze the economic performance of Gross Product Value output and the environmental performance concerning the GHG emissions employing a technical efficiency and an environment efficiency measures, respectively. Moreover, it has been proposed to verify the effect of institutional framework on these efficiencies. This study employed a difference in difference model to measure the KP effectiveness and a stochastic frontier analysis to estimate the economic and environmental performances. The results point out an overall low effectiveness of KP. Taking into account different groups of countries with similar characteristics of development or institutional quality, the effectiveness of KP was also low. Countries with low development, low urbanization area covered and high inequality tended to reduce its emissions considering the time difference. Countries with high property rights and democracy level tended to increase the emissions over time. The effect of KP ratification was positive (reduced emissions) for the countries with average institutional and development levels. However, the effect of ratification was negative on the extremes: lowest and highest institutional quality and development levels. The main driver of economic output was capital input and the level of economic output presented a higher share in GHG emissions than the non-renewable energy utilization. The overall economic performance was higher than overall environmental performance. The analysis of the impact of institutional framework on efficiencies suggests mixed results.por
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.language.isoengpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectInstitutional effectivenesspor
dc.subjectInstitutional effectspor
dc.subjectTechnical and Environmental efficienciespor
dc.subjectClimate Policypor
dc.subjectMitigation of Climate Changepor
dc.subjectMudanças climáticas - Aspectos econômicospor
dc.subjectChanges, Climatic - Economic aspectseng
dc.titleA influência de instituições e do arcabouço institucional na emissão de gases de efeito estufapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Bragagnolo, Cassiano
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3604206454925741por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8219655367037064por
dc.description.resumoEste estudo investigou a eficácia do Protocolo de Quioto (KP) no que diz respeito à redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) na primeira e segunda décadas de 2000. Também levou em conta os níveis institucionais, como os de democracia e direitos de propriedade e os impactos de desenvolvimento de um país. Além disso, propôs analisar o desempenho econômico em relação à produção do Produto Interno Bruto e o desempenho ambiental referente às emissões de GEE, empregando medidas de eficiência técnica e eficiência ambiental, respectivamente. Além disso, foi proposto verificar o efeito do ambiente institucional em tais eficiências. Este estudo empregou um modelo de diferenças em diferenças para medir a eficácia do KP e uma análise de fronteira estocástica para estimar os desempenhos econômico e ambiental (eficiências). Os resultados apontam para uma baixa eficácia geral do KP. Tendo em conta diferentes grupos de países com características semelhantes de desenvolvimento ou qualidade institucional, a eficácia do PK também foi baixa. Países com baixo desenvolvimento, baixa área de urbanização e alta desigualdade de renda apresentaram uma redução de suas emissões considerando a diferença de tempo. Países com altos direitos de propriedade e nível de democracia apresentaram uma tendência de aumento em relação às emissões ao longo do tempo. O efeito da ratificação do KP foi positivo (emissões reduzidas) para os países com níveis institucionais e de desenvolvimento médios. No entanto, o efeito da ratificação foi negativo nos extremos: maior qualidade institutional e maior nível de desenvoltimento. Os resultados apontam que a variável de capital apresentou maior elasticidade de produção, enquanto a elasticidade da produção econômica (PIB) apresentou uma participação maior nas emissões de GEE do que a utilização de energias não renováveis. Em geral, o desempenho econômico foi superior ao desempenho ambiental. A análise do impacto do ambiente institucional nas eficiências sugere resultados controversos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Economia (Campus SOROCABA)por
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor


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