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dc.creatorNatalin, Lucas Augusto
dc.date.accessioned2019-08-08T20:09:15Z
dc.date.available2019-08-08T20:09:15Z
dc.date.issued2019-04-26
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11663
dc.description.abstractThe high dependence of automobiles in Brazilian cities and the problems arising from this context emerge the need to invest in more sustainable urban transport alternatives. With this perspective, this research works with the mode of transport on foot, investigating, through a socio-ecological approach, factors that tend to motivate and hinder its use. Previous research suggests that much of the work exploring walking as an urban mode of transport emphasizes the elements of the built environment and does not focus on the behavioral issues of the individual. Thus, this study encompasses walking as part of the daily life of people, exploring factors linked to the routine of the individual, limits of time and responsibilities, ie, the feasibility of walking or not walking, without leaving aside the elements of urban form (physical factors). A case study was carried out in two sample fields in the city of São José do Rio Preto, in the state of São Paulo, through a questionnaire where the factors reviewed were surveyed. Firstly, a pilot study with a smaller sample was carried out in order to test the purposes of the questionnaire, to obtain preliminary results that served as a basis for the calculation of the quantities of samples for the final research. The results, which mainly use statistical tests such as Test T and ANOVA, show that the viability requirements are the ones considered most in the decision to walk or not walk as a means of transportation, showing that if there is no viability, even if the needs of the built environment (infrastructures) are met, people tend to opt for other modes of transport. On the other hand, with the needs of viability and later accessibility served, the individual uses the walk mode even if the other elements of the built environment are not present, a fact that also occurs when this individual has limited choice of mode of transportation. In addition, laziness and indisposition and lack of habit showed relevant as barriers to walking. The study came to contribute to a new treatment of the utility walks within the Brazilian reality.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectTransporte urbano sustentávelpor
dc.subjectTransporte à pépor
dc.subjectAbordagem sócio-ecológicapor
dc.subjectFatores que influenciam na opção por caminhadaspor
dc.subjectSustainable urban transporteng
dc.subjectWalkingeng
dc.subjectSocio-ecological modeleng
dc.subjectFactors that influence the option for walkingeng
dc.titleIdentificação dos fatores que influenciam na opção pelas caminhadas para deslocamentos urbanos: uma abordagem sócio-ecológicapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Sanches, Suely da Penha
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3857424839674606por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0901529790222947por
dc.description.resumoA alta dependência dos automóveis nas cidades brasileiras e as problemáticas advindas deste contexto emergem a necessidade de se investir em alternativas mais sustentáveis de transporte urbano. Com esta perspectiva, esta pesquisa trabalha com o modo de transporte à pé, investigando, por meio de uma abordagem sócio-ecológica, fatores que tendem a motivar e dificultar seu uso. Pesquisas anteriores sugerem que grande parte dos trabalhos que exploram as caminhadas como modo de transporte urbano, enfatizam os elementos do ambiente construído e não dão enfoque às questões comportamentais do indivíduo. Assim, este estudo engloba as caminhadas como parte do cotidiano das pessoas, explorando fatores ligados à rotina do indivíduo, limites de tempo e responsabilidades, ou seja, qual a viabilidade de andar ou não à pé, sem deixar de lado os elementos da forma urbana (fatores físicos). Foi realizado estudo de caso em dois campos amostrais na cidade de São José do Rio Preto, interior do estado de São Paulo, através de um questionário onde os fatores revisados foram levantados. Primeiramente foi realizada uma pesquisa piloto com uma amostra menor de modo a testar os propósitos do questionário, levantar resultados preliminares que serviram de base para o cálculo das quantidades de amostras para a pesquisa final. Os resultados, onde se usam principalmente testes estatísticos do tipo Teste T e ANOVA, mostram que as necessidades de viabilidade são as que mais são consideradas na decisão de andar ou não à pé como meio de transporte, evidenciando que se não há viabilidade, mesmo que as necessidades do ambiente construído (infraestruturas) estejam atendidas, as pessoas tendem a optar por outros modos de transporte. Em contrapartida, com as necessidades de viabilidade e posteriormente acessibilidade atendidas, o indivíduo usa o modo a pé mesmo que os demais elementos do ambiente construídos não estejam presentes, fato que também se verifica quando este indivíduo possui escolha limitada de modo de transporte. Além disso, a preguiça e indisposição e a falta de hábito mostraram relevantes como barreiras ao deslocamento a pé. O estudo veio contribuir para um novo tratamento das caminhadas utilitárias dentro da realidade brasileira.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Urbana - PPGEUpor
dc.subject.cnpqENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVILpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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