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dc.creatorOliveira, Pedro Mendonça de
dc.date.accessioned2020-05-22T01:31:36Z
dc.date.available2020-05-22T01:31:36Z
dc.date.issued2020-02-17
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/12749
dc.description.abstractMichel Foucault characterizes sexuality as a device of power, which has been utilized throughout the history of mankind for the maintenance of privileges. Since the nineteenth century, this device finds in medical practice one of its principal mechanisms. Medical education tends to endorse heteronormative discourse and diagnose deviant behavior as pathologies. Concerning gender, it promotes a binary portrayal of individuals, most often assuming heterosexuality. The medical school at the Federal University of São Carlos (UFSCar) uses the constructivist spiral as an educational methodology, which, like other active methodologies, guarantees student protagonism and stimulates interchange with their previous world knowledge. This methodology relies on the concept of Meaningful Learning. The aim of this study was to understand, following the students' perspective, how a competency profile related to gender and sexuality is developed at the medical school at UFSCar. The data was gathered through focus groups, and was analyzed with the use of the meaning interpretation method. The results show that there is a positive, though indirect, influence from the use of Active Methodologies, especially if we contrast them with more traditional methodologies. There is also evidence of a lack of preparation by professors of the area in regard to gender/sexuality issues. In additional discussion, we address the Curriculum and Extra-curricular activities that influence the acquisition of competencies by improving or hindering it. In this regard, we propose a new concept: the "Marginal Curriculum". In conclusion, we recognize that active methodologies of education figure as a counter-hegemonic strategy in face of the maintenance of biopower through sexuality, and propose new applicable ways in the reorientation of the curriculum´s contents.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEducação médicapor
dc.subjectCurrículopor
dc.subjectAprendizagem baseada em problemapor
dc.subjectIdentidade de gêneropor
dc.subjectSexualidadepor
dc.subjectEducation medicaleng
dc.subjectCurriculumeng
dc.subjectProblem-based learningeng
dc.subjectGender identityeng
dc.subjectSexualityeng
dc.titleGênero, sexualidade e currículo: percepções e proposições a partir de vivências em uma escola médicapor
dc.title.alternativeGender, sexuality and curriculum: perceptions and propositions from experiences in a medical schooleng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Aquilante, Aline Guerra
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5699716799010108por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6675205476526348por
dc.description.resumoA sexualidade, segundo Michel Foucault, caracteriza-se como dispositivo de poder, que vem sendo utilizado de diversas maneiras ao longo da história da humanidade para a garantia e manutenção de privilégios. Desde o século XIX este dispositivo encontra na medicina um dos seus principais mecanismos de ação. A educação médica tende a ratificar o discurso heteronormativo e diagnosticar enquanto patologia os padrões desviantes. No que tange a discussão de gênero, trabalha-se de maneira geral com a categorização binária dos indivíduos, desdobrando-se da mesma maneira a implicação de sua sexualidade. O curso de medicina da UFSCar conta com uma proposta metodológica – a espiral construtivista – que, assim como outras metodologias ativas, garante o protagonismo dos estudantes e dialoga com seus conhecimentos prévios, apostando no conceito de Aprendizagem Significativa. Este trabalho propôs-se a compreender como se trabalha o desenvolvimento do perfil de competência relacionado a gênero e sexualidade durante o curso de medicina da UFSCar, sob a perspectiva dos alunos. Por meio de grupos focais, analisados à luz do Método de Interpretação dos Sentidos, este trabalho mostra que há uma influência positiva, ainda que indireta, na utilização das metodologias ativas, sobretudo em contraste com metodologias consideradas tradicionais. Também deflagra despreparo de grande parte do corpo de docentes e de preceptores acerca da temática. Ao avançar na discussão sobre elementos curriculares e extra-curriculares que auxiliam ou dificultam a aquisição de competências durante o período de graduação, este trabalho sugere ainda um novo conceito: O Currículo de Margens/Marginal. Conclui-se que as metodologias ativas de ensino-aprendizagem configuram-se como estratégia contra-hegemônica frente ao dispositivo da sexualidade na garantia de biopoder, e propõe caminhos aplicáveis na reorientação destes conteúdos no currículo.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Gestão da Clínica - PPGGCpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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