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dc.contributor.authorBlanco, Ana Luiza
dc.date.accessioned2020-09-04T17:14:07Z
dc.date.available2020-09-04T17:14:07Z
dc.date.issued2020-07-23
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/13215
dc.description.abstractPopulation aging is a worldwide phenomenon that it’s becoming increasingly more representative in Brazil. Among the different scenarios to be rethought for this new reality, this study prioritizes a discussion about the Organizational Culture in a Long Term Care Institution for Elderly (LCIF) and it’s reflections on the Aging Stereotypes. The potentialization of certain stereotypes can compromise the quality of life of people who internalize such conceptions. Considering this problem, the purpose was to analyze how aging stereotypes, as perceived by the users of and those who work at a LCIF, are reflected by cultural traits of the organization. The study was conducted in a private LCIF and participated in this study employees and residents of the institution. It was used a qualitative approach, using the strategy of a single case study for a better deepening of the institutional analysis. Data collection was applied through the following instruments: Field Diary, Observations Records and a Case Study Protocol, composed by a Semi-Structured Interview. All interviews were transcribed. For the analysis of the material, the rules of categorizations, evidences, chains of evidences and conclusions were followed. The results demonstrate that the organization culture of the institution may be contributing to the perpetuation of negative stereotypes of aging related to dependence, cognitive decline, loss of autonomy, sadness, loneliness and second childhood. Initiatives that promote changes in the organizational culture are important strategies to minimize the identified stereotypes, insuring new ways of care and the social ressignification of aging.por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsCC0 1.0 Universal*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/*
dc.subjectCultura Organizacionalpor
dc.subjectEstereótipos do Envelhecimentopor
dc.subjectInstituição de Longa Permanência para Idosospor
dc.subjectOrganizational Culturepor
dc.subjectAge Stereotypespor
dc.subjectLong Term Care Institution for Elderlypor
dc.titleEstereótipos da Velhice e Cultura Organizacional: um estudo de suas relações em uma Instituição de Longa Permanência para Idosospor
dc.title.alternativeStereotypes of Aging and Organizational Culture: a study of their relations in a Long Term Care Institution for Elderlypor
dc.typeTCCpor
dc.contributor.advisor1Zanon, Celeste José
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9117512651101224por
dc.description.resumoO envelhecimento populacional é um fenômeno mundial que tem se tornado cada vez mais representativo no Brasil. Dentre os diferentes cenários a serem repensados para tal realidade, este estudo prioriza uma discussão sobre a Cultura Organizacional de uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e seus reflexos nos Estereótipos do Envelhecimento. O reforço de certas estereotipias pode prejudicar a qualidade de vida de pessoas que internalizam tais concepções. Considerando esta problemática, o objetivo foi analisar como os estereótipos do envelhecimento sobre a ótica dos residentes e da equipe de uma ILPI são refletidos pelos traços culturais da organização. O estudo foi realizado em uma ILPI de caráter privado e participaram deste estudo funcionários e residentes da instituição. De abordagem qualitativa, a metodologia empregada fundamenta-se em um estudo de caso para um melhor aprofundamento da análise institucional. A coleta de dados foi realizada através dos seguintes instrumentos: Diário de Campo, Registros de Observações e um Protocolo de Estudo de Caso, composto por uma Entrevista Aberta com Roteiro Semi-Estruturado. Todas as entrevistas foram transcritas. Para a análise do material, foram obedecidas as regras de categorizações, evidências, cadeias de evidências e conclusões. Os resultados encontrados demonstram que a cultura organizacional da instituição pode estar contribuindo para a perpetuação de estereótipos negativos do envelhecimento relacionados a dependência, ao declínio cognitivo, a perda de autonomia, a tristeza, a solidão e a segunda infância. Iniciativas que promovam mudanças na cultura organizacional são estratégias importantes para minimizar os estereótipos identificados, garantindo, assim, novas formas de cuidado e a ressignificação social da velhice.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOpor
dc.description.sponsorshipIdFAPESP 2019/21234-6por
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5255634592306030por
dc.publisher.courseGerontologia - Geropor


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