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dc.contributor.authorCarneiro, Taís de Lima Alves
dc.date.accessioned2020-09-28T15:35:06Z
dc.date.available2020-09-28T15:35:06Z
dc.date.issued2017-12-08
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/13295
dc.description.abstractSeveral studies take place in order to reduce and even extinguish formaldehyde use in its various applications. This is due to its classification as a carcinogen according to the International Agency for Research on Cancer (IARC). Most of the formaldehyde production is destined to obtain amino resins. After the synthesis of these resins formaldehyde being fully reacted is no longer found free and therefore presents no carcinogenicity risk. However, these amine resins when used as a binder in wood composites, can release formaldehyde. MDP (medium density particleboard) panels were produced on laboratory scale using as binder urea formaldehyde resin and the mixture of urea formaldehyde resin with MDI (diphenylmethane 4,4 'diisocyanate). The MDI partially replaced the formaldehyde urea resin at concentrations of 10%, 20% and 30% in order to evaluate in these mixtures the influence on perpendicular tensile strength, also known as internal adhesion, in determining swelling and water absorption after immersion For 2 hours and 24 hours, formaldehyde emission and flexural strength. The resin blend was effective in reducing the emission of formaldehyde and an increase in the mechanical properties was possible. Among the conditions evaluated, condition 3, with 20% of methyl 4,4 'diisocyanate (MDI) and 80% of formaldehyde urea, presented the most satisfactory results in relation to cost-benefit. In condition 3, the formaldehyde emission was reduced by 75% and the results of the mechanical properties evaluated were satisfactory. In all analyzes, an increase was observed in relation to the panels produced with urea formaldehyde resin.por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEmissão de formaldeídopor
dc.subjectPainéis de madeira aglomeradapor
dc.subjectMDIpor
dc.subjectUréia formaldeídopor
dc.subjectFormaldehyde emissionpor
dc.subjectAgglomerated Wood panelspor
dc.subjectUrea-formaldehydepor
dc.titleInfluência da mescla de resinas uréia formaldeído e difenilmetano 4,4’- diisocianato (MDI) nas propriedades mecânicas e emissão de formaldeído de painéis de madeira aglomeradapor
dc.title.alternativeInfluence of the mixture of formaldehyde and diphenylmethane resins 4,4'- diisocyalate (MDI) on the mechanical properties and formaldehyde emission of agglomerated wood panelspor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Menezes, Aparecido Junior de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8018767699809011por
dc.description.resumoDiversos estudos são realizados a fim de reduzir e até mesmo extinguir o uso formaldeído em suas diversas aplicações. Isto se deve por conta de sua classificação como agente cancerígeno segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). A maior parte da produção de formaldeído é destinada para a obtenção de resinas amínicas. Após a síntese destas resinas o formaldeído sendo totalmente reagido não é mais encontrado livre e, portanto, não apresenta riscos quanto à carcinogenicidade. Porém, estas resinas amínicas quando utilizadas como aglutinante em compósitos de madeira, podem liberar formaldeído. Painéis MDP (medium density particleboard) foram produzidos em escala laboratorial utilizando como aglutinante resina uréia formaldeído e a mescla de resina uréia formaldeído com MDI (difenilmetano 4,4’ diisocianato). O MDI substituiu parcialmente a resina uréia formaldeído nas concentrações de 10%, 20% e 30% a fim de avaliar nestas mesclas a influência na resistência à tração perpendicular, também conhecido como adesão interna, na determinação do inchamento e absorção de água após a imersão por 2 horas e 24 horas, a emissão de formaldeído e a resistência à flexão. A mescla de resinas foi eficaz para reduzir a emissão de formaldeído e foi possível obter um incremento na resistência a tração e resistência a flexão. Dentre as condições avaliadas, a condição 3, com 20% de metil 4,4’ diisocianato (MDI) e 80% de uréia formaldeído foi a que apresentou os resultados mais satisfatórios relacionando custo-benefício, já que um percentual maior de MDI é mais oneroso. Na condição 3 houve a redução de 75% da emissão de formaldeído e os resultados das propriedades mecânicas avaliadas foram satisfatórios em relação aos valores encontrados na literatura, tendo em todas as análises efetuadas um incremento em relação aos painéis produzidos 100% com resina uréia formaldeído.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência dos Materiais - PPGCM-Sopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICApor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/8018767699809011por


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