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dc.creatorMello, Andressa da Silva de
dc.date.accessioned2016-06-02T20:18:21Z
dc.date.available2013-11-05
dc.date.available2016-06-02T20:18:21Z
dc.date.issued2013-10-08
dc.identifier.citationMELLO, Andressa da Silva de. Influência da síndrome da apneia obstrutiva do sono sobre os aspectos funcionais e inflamatórios de indivíduos com osteoartrite de joelho. 2013. 185 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2013.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/5164
dc.description.abstractIntroduction: Osteoarthritis (OA) is one of the major health problems and its prevalence has increased in recent decades as well, has been associated with sleep disturbances. It has been shown that chronic obstructive sleep apnea (OSA) is related to osteoarthritis, and sleep disturbances that may modify the physical and functional aspects of the disease. Objective: The aim of this study was to evalueted the influence of OSA on knee extensor torque, pain, stiffness, physical function, neuromuscular control and the inflammatory response in men with knee OA in early grades. Methods: The study included 60 male volunteers, aged between 40 and 70 years, divided into four groups: G1 (n=15): without OA and without OSA; G2 (n=15): without OA and with OSA; G3 (n=15): with OA and without OSA; G4 (n=15): with OA and with OSA. All volunteers were examined x-ray knee, polysomnography, responded to the WOMAC questionnaire and performed the test on the isokinetic dynamometer for evaluation of the peak knee extensor torque isometric (60º), concentric and eccentric (90°/s and 180º/s) and submaximal strength test, and blood was collected from the antecubital fossa for analysis of cytokines (IL-1β, IL-6, IL-10, TNF-α and TGF-β). Comparisons of means were performed using General Linear Model. Results: For data on the sleep pattern, volunteers showed differences between groups for stage 1, and the G2 and G4 showed a higher percentage of stage 1 when compared with the G1. The number of awakenings was higher in G4, which significantly differed from G1, and the same happened to differ from G1 to G2 . Regarding data WOMAC (pain, stiffness, physical function) can be observed that for all domains G4 showed higher values for the groups G1 and G2. For the knee extensor torque evaluations isometric and concentric isokinetic was observed at lower values compared to G4 and G2 with G1. However for the fluctuation of submaximal strength we found no difference between groups. In the analysis of inflammatory markers found reduced levels of TGF-β in G2 and G4 compared with G1, however for the other cytokines we found no difference between groups. Conclusion: We conclude that OSA influenced extensor torque isometric, concentric, in pain, stiffness, physical function and TGF-β, however, no influence on neuromuscular control and the other inflammatory markers (IL-1β, IL-6, IL-10 and TNF-α) in patients with OA in degrees initial, demonstrating that, as in the initial degree of OA the OSA may promote some inflammatory and functional changes in this population.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectOsteoartritepor
dc.subjectSíndrome das apnéias do sonopor
dc.subjectForça muscularpor
dc.subjectCitocinaspor
dc.subjectSAOSpor
dc.subjectWOMACpor
dc.subjectOsteoarthritiseng
dc.subjectOSAeng
dc.subjectMuscle strengtheng
dc.subjectCytokineseng
dc.titleInfluência da síndrome da apneia obstrutiva do sono sobre os aspectos funcionais e inflamatórios de indivíduos com osteoartrite de joelhopor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Rosa, Stela Márcia Mattiello Gonçalves
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1406279816228350por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7852712014105032por
dc.description.resumoIntrodução: A osteoartrite (OA) é um dos grandes problemas de saúde e a sua prevalência tem aumentado nas últimas décadas, bem como, vem sendo associada aos distúrbios de sono. Tem sido demonstrado que a síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) está relacionada com a OA e as alterações de sono podem modificar os aspectos físicos e funcionais da doença. Objetivo: O objetivo do presente estudo foi o de verificar a influência da SAOS sobre o torque extensor do joelho, a dor, a rigidez, a função física, o controle neuromuscular e a resposta inflamatória em homens com OA de joelho em graus iniciais. Métodos: Participaram do presente estudo 60 voluntários do sexo masculino, com idade entre 40 e 70 anos, distribuídos em quatro grupos: G1 (n=15): sem OA e sem SAOS; G2 (n=15): sem OA e com SAOS; G3 (n=15): com OA e sem SAOS; G4 (n=15): com OA e com SAOS. Todos os voluntários realizaram exame de raio-x de joelho, a polissonografia, responderam ao questionário WOMAC e realizaram o teste no dinamômetro isocinético para avaliação do pico de torque extensor do joelho isométrico (60º), concêntrico e excêntrico (90º/s e 180º/s) e o teste de força submáxima, bem como, foi coletado sangue da fossa antecubital para análise das citocinas (IL-1β, IL-6, IL-10, TNF-α e TGF-β). As comparações das médias foram realizadas por meio do General Linear Model. Resultados: Para os dados referentes ao padrão de sono, os voluntários apresentaram diferença entre os grupos para o estágio 1, sendo que, o G2 e G4 apresentaram uma maior porcentagem do estágio 1 quando comparado com o G1. O número de despertares foi maior no G4, que diferiu do G1, sendo que o mesmo ocorreu para o G2 que diferiu do G1. Em relação aos dados do questionário WOMAC (dor, rigidez, função física) pode-se observar que para todos os domínios o G4 apresentou maiores valores em relação aos grupos G1 e G2. Para o torque extensor do joelho nas avaliações isométrica e isocinética concêntrica, foi observado menores valores no G4 em relação aos G1 e G2. No entanto para a flutuação da força submáxima não encontramos diferença entre os grupos. Na análise dos marcadores inflamatórios encontramos uma redução dos níveis do TGF-β no G2 e no G4 quando comparados com o G1, no entanto para as demais citocinas não encontramos diferença entre os grupos. Conclusão: Podemos concluir que a SAOS influenciou no torque extensor isométrico e concêntrico, na dor, na rigidez, na função física e no TGF-β, no entanto, não influenciou no controle neuromuscular e nos demais marcadores inflamatórios (IL-1β, IL-6, IL-10 e TNF-α) de pacientes com OA em graus iniciais, demonstrando que, já nos graus inicias da OA a SAOS pode promover algumas alterações funcionais e inflamatórias nessa população estudada.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor


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