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dc.creatorSousa, Catarina de Oliveira
dc.date.accessioned2016-06-02T20:19:11Z
dc.date.available2009-07-20
dc.date.available2016-06-02T20:19:11Z
dc.date.issued2009-02-10
dc.identifier.citationSOUSA, Catarina de Oliveira. Estudo da marcha com suporte parcial de peso corporal em piso fixo em pacientes hemiparéticos. 2009. 69 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2009.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/5248
dc.description.abstractGait recovery is a one of the main goals of a rehabilitation program for hemiparetic individuals after stroke. Among the different approaches of gait training, the use of systems of partial body weight support (BWS) on treadmill has provided improvements in the pattern of movement of these individuals. However, the strategies adopted to walking on treadmill are different from the ones adopted to walking overground, and overground level is the more usual type of area, it is important to analyze the movement of these individuals while they use the SPPC on overground level, and investigate the effects of the gait training with BWS on ground level. Therefore, this dissertation is composed of two studies. The goal of the first study was to analyze the gait of chronic hemiparetics individuals with and without the system of BWS. For such, 13 chronic hemiparetics individuals were evaluated on three conditions: 1) walking freely with or without assistance; 2) walking with the use of harness of BWS system, however without relief of body weight; 3) walking with the use of harness of BWS system, with 30% body weight relief. Walking speed, cadence, stride length and speed, first and second double support, single support, and swing durations, range of motion (ROM) of ankle, knee, and hip joints, and foot, shank, thigh, and trunk segments of nonparetic and paretic limbs were analyzed on the three conditions. It was found that during the gait with 30% of BWS, participants reduced the speed of locomotion and stride length and speed. However, no effect was observed for temporal asymmetry. The ROM of hip, thigh, and trunk decreased on the 30% of BWS condition, and the trunk had become more upright. Although use of BWS system without relief of body weight has not changed the speed of locomotion, this condition has the same changes that the 30% of BWS conditions, however, more discreet. The changes found in the first study may be attributed to little time to adapt to the gait conditions on overground level with BWS and to the relief of body weight in the lower limbs. The second study aimed to analyse the effects of gait training with BWS on overground level in the gait of chronics hemiparetics. Thus, 12 chronics hemiparetics submitted to sessions of 45 minutes, three times a week, for six weeks participated in this study. The individuals were evaluated walking freely at self-selected comfortable speed before and after the training. The variables examined were walking speed, step length, stride length and speed, first and second double support, and single support durations, maximum and minimum angles, and ROM of foot, shank, thigh, and trunk segments of paretic and nonparetic limbs. After the training period, these individuals walked faster, with symmetry steps, and strides longer and faster. The asymmetry between paretic and nonparetic limbs remained for single support duration, and for ROM and, for maximum and minimum angles for all the segments. The minimum angles of foot and shank, maximum angle of thigh, and the ROM of all segments increased. This approach to training may be used as safe, specific, and promising alternative for gait recovery after stroke. Because this approach of BWS training on overground level is recent, further studies are needed to explore different percentages of weight relief and other stages of strokes, for example, in acute individuals hemiparetics.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMarchapor
dc.subjectHemiparesiapor
dc.subjectReabilitaçãopor
dc.subjectCinemáticapor
dc.subjectAcidente vascular encefálicopor
dc.subjectLocomoçãopor
dc.subjectParâmetros espaço-temporaispor
dc.subjectStrokeeng
dc.subjectLocomotioneng
dc.subjectSpatial-temporal parameterseng
dc.subjectKinematicseng
dc.subjectInterventioneng
dc.titleEstudo da marcha com suporte parcial de peso corporal em piso fixo em pacientes hemiparéticospor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Barela, Ana Maria Forti
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2481128022542270por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5522647106933904por
dc.description.resumoA recuperação da marcha é um dos principais objetivos dentro de um programa de reabilitação para hemiparéticos decorrentes de acidente vascular encefálico (AVE). Dentre as diversas abordagens de treinamento de marcha, a que utiliza um sistema de suporte parcial de peso corporal (SPPC) associado à esteira tem proporcionado melhoras no padrão da marcha desses indivíduos. No entanto, as estratégias adotadas durante a marcha na esteira são diferentes das do piso fixo, e sendo piso fixo o tipo de superfície mais habitual de marcha, é importante analisar a marcha desses indivíduos enquanto utilizam o SPPC em piso fixo, e investigar os efeitos do treinamento da marcha com SPPC em piso fixo. Assim, esta dissertação é composta por dois estudos. O primeiro estudo teve como objetivo analisar a marcha de indivíduos hemiparéticos crônicos com e sem o uso do sistema de SPPC. Para tanto, 13 indivíduos hemiparéticos crônicos foram avaliados andando em três condições: 1) livremente com ou sem assistência; 2) com o uso do sistema de SPPC, porém sem alívio do peso corporal; e 3) com o uso do sistema de SPPC com 30% de alívio do peso corporal. Velocidade média de locomoção, cadência, comprimento e velocidade da passada, durações dos períodos de apoio duplo inicial e final, apoio simples e balanço, amplitudes de movimento (ADM) das articulações do tornozelo, joelho e quadril e dos segmentos pé, perna, coxa e tronco dos membros parético e não-parético foram analisados nas três condições. Foi verificado que durante a marcha com 30% de SPPC, os participantes reduziram a velocidade média de locomoção e o comprimento e a velocidade das passadas. No entanto, nenhum efeito foi observado na assimetria temporal. As ADMs do quadril, perna, coxa e tronco diminuíram na condição com 30% de SPPC, sendo que o tronco apresentou-se mais ereto. Apesar do uso do sistema de SPPC sem alívio do peso corporal não ter alterado a velocidade média de locomoção, essa condição proporcionou as mesmas alterações que a condição com 30% de SPPC, entretanto, de forma mais discreta. As alterações encontradas no primeiro estudo podem ser atribuídas ao pouco tempo para a adaptação às condições de marcha em piso fixo com SPPC e ao alívio de peso corporal nos membros inferiores. O segundo estudo teve como objetivo analisar os efeitos de um treinamento com SPPC em piso fixo na marcha de pacientes hemiparéticos crônicos. Dessa forma, 12 hemiparéticos crônicos submetidos a sessões de 45 minutos, três vezes por semana, durante seis semanas participaram do estudo. Os indivíduos foram avaliados andando livremente com velocidade auto-selecionada e confortável antes e após o treinamento proposto. As variáveis analisadas foram velocidade média de locomoção, comprimento do passo, comprimento e velocidade da passada, durações dos períodos de apoio duplo inicial e final, e apoio simples, ângulos máximos e mínimos e ADM dos segmentos pé, perna, coxa e tronco dos membros parético e não-parético. Após o período de treinamento, esses indivíduos passaram a andar mais rapidamente, com passos simétricos, e passadas mais longas e mais rápidas. A assimetria entre os membros parético e não-parético permaneceu para a duração do período de apoio simples e para as ADMs e ângulos máximos e mínimos em todos os segmentos. Os ângulos mínimos dos segmentos pé e perna e o ângulo máximo da coxa, bem como as ADMs de todos os segmentos aumentaram. Essa abordagem de treinamento pode ser adotada como uma alternativa segura, específica e promissora para a recuperação da marcha após AVE. Como essa abordagem de SPPC em piso fixo é recente, outros estudos são necessários para explorar diferentes porcentagens de alívio de peso e em outros estágios do AVE, como por exemplo, em indivíduos hemiparéticos agudos.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFtpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor


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