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dc.creatorVasilceac, Fernando Augusto
dc.date.accessioned2016-06-02T20:19:17Z
dc.date.available2012-03-19
dc.date.available2016-06-02T20:19:17Z
dc.date.issued2012-02-29
dc.identifier.citationVASILCEAC, Fernando Augusto. Efeito do exercício resistido na cartilagem articular de modelo animal de osteoartrite. 2012. 70 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/5287
dc.description.abstractThe aim of this study was to evaluate the effect of a strength exercise protocol on articular cartilage in animal model of osteoarthritis (OA). Thirty-six rats were divided in 6 groups: Control (C, n = 6), Osteoarthritis (OA, n = 6), Sham (S, n = 6), Control with exercise (E n = 6), Osteoarthritis with exercise (OAE, n = 6) and Sham with exercise (SE, n = 6). The animal model of osteoarthritis was anterior cruciate ligament transection (ACLT) in rats. After 2 weeks of ACLT, groups E, OAE and SE started the strength exercise protocol, three times a week for 8 weeks. We used the Mankin Histologic Grading System, measured the density of chondrocytes, the density of collagen fibers and the expression of collagen type II, chondroitin sulfate and fibronectin. The groups subjected to strength exercise protocol, OAE and SE, had lower values for the Mankin score, chondrocyte density and fibronectin expression and higher values for collagen fibers density, type II collagen expression and chondroitin sulfate expression when compared with OA and S, respectively. Group E was different from group C only in chondrocyte density and fibronectin expression. Therefore, strength exercise changes the content and expression of different articular cartilage constituent, having influence on our animal model of osteoarthritis and provides benefits to the cartilaginous tissue.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFisioterapiapor
dc.subjectOsteoartritepor
dc.subjectCartilagempor
dc.subjectExercício resistidopor
dc.subjectOsteoarthritiseng
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectCollageneng
dc.subjectProteoglycaneng
dc.subjectChondrocyteeng
dc.subjectFibronectineng
dc.titleEfeito do exercício resistido na cartilagem articular de modelo animal de osteoartritepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Rosa, Stela Márcia Mattiello Gonçalves
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1406279816228350por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1220838672192063por
dc.description.resumoO objetivo desse estudo foi avaliar o efeito de um protocolo de exercício resistido na cartilagem articular de modelo animal de osteoartrite (OA). Trinta e seis ratos foram divididos em 6 grupos: Controle (C), Osteoartrite (OA); Sham (S), Exercício (E), Osteoartrite e Exercício (OAE), Sham e Exercício (SE). Os grupos OA, OAE, S e SE foram submetidos à transecção cirúrgica do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo, sendo que somente os grupos OA e OAE tiveram o LCA seccionado. Após 2 semanas da cirurgia, os grupos E, OAE e SE iniciaram o protocolo de exercício resistido, 3 vezes por semana, durante 8 semanas. Foi aplicado o sistema de graduação histológica de Mankin, mensurado a densidade de condrócitos, a densidade de fibras colágenas e a expressão de colágeno tipo II, sulfato de condroitina e fibronectina. Os grupos submetidos ao protocolo de exercício resistido, OAE e SE, apresentaram menores valores para o sistema de graduação de Mankin, densidade de condrócitos e expressão de fibronectina e maiores valores para densidade de fibras colágenas, expressão de colágeno tipo II e sulfato de condroitina quando comparados aos grupos OA e S, respectivamente. O Grupo E apresentou diferença do grupo C somente na avaliação da densidade de condrócitos e na expressão de fibronectina. Portanto, o exercício resistido promove modificações no conteúdo e na expressão de diferentes constituintes da cartilagem articular, exercendo influência em nosso modelo de osteoartrite e trazendo benefícios para o tecido cartilaginoso.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor


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