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dc.creatorCappellaro, Mayra
dc.date.accessioned2016-06-02T20:44:13Z
dc.date.available2013-06-26
dc.date.available2016-06-02T20:44:13Z
dc.date.issued2013-04-30
dc.identifier.citationCAPPELLARO, Mayra. Cadê as meninas? Cotidiano e traços de vida de jovens meninas pobres pela perspectiva da terapia ocupacional social. 2013. 102 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas e da Saúde) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2013.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/6874
dc.description.abstractAccording field studies of discussions about gender, invisibility of the poor young girls has been a matter for public policy created for youth, but also involves discussions around their cultural manifestations and social participation. The academic scene alerts us to the information that as much the studies on youth as in studies of feminism, there is a large gap in relation to the female juvenile manifestations and further, that the references to them in scientific research takes as focus, in a restrictive manner, adolescence linked to the exercise of sexuality or pregnancy. Trying to deal with this invisibility, we concentrate on the quotidian and terms of life of young people living in a certain suburb, trying the understanding of what actually is being experienced by them, beyond the fact of the limitation of its circulation spaces and access to public equipments, in the direction of the contribution to the establishment of methodologies for intervention on social issues, in relation to this population group. In our professional action, mobilized us in the search for the reasons of the absence of these young people living in public spaces in the city of São Carlos (São Paulo), focusing in a Youth Center. Such mobilization resulted in this master degree research, dealing with an approach that includes the observation-action, depth interviews, in order to gather data to a mapping about who they are, what they think, what they do, what they like and how the young girls live in the suburbs urban. The work has evidenced that youth in question are, in their great majority, hampered in their personal statements. The cultural relations sexist, embodied in an important way in the dynamics of the illegal drug trade, in the men holders of the financial power, in the power of the influence and in the patriarchal system that remains in contemporary society have strongly shaped the future of these young people. Their dreams, desires, social participation and even their personality suffer with the assaults on female autonomy, remaining at some point in the late nineteenth century, before much of what we witnessed over the last century in relation to the rights of women. Our finding indicates that the investments in the social policies specific to this population has been insufficient and that their actions are fragmented and / or inadequate. We concluded that the needs are from several orders, the increased of the general and specific knowledge about this group until the public debate and the social positioning in relation to the guarantee of civil, social and human rights of young Brazilian girls, in order to expand their opportunities of participation and autonomy.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectJuventudepor
dc.subjectGênero femininopor
dc.subjectVulnerabilidade socialpor
dc.subjectTerapia ocupacional socialpor
dc.subjectYoutheng
dc.subjectFemale gendereng
dc.subjectSocial vulnerabilityeng
dc.subjectSocial Occupational Therapyeng
dc.titleCadê as meninas? Cotidiano e traços de vida de jovens meninas pobres pela perspectiva da terapia ocupacional socialpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Lopes, Roseli Esquerdo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1507752191797249por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3543549632883847por
dc.description.resumoConforme estudos do campo das discussões sobre gênero, a invisibilidade das jovens meninas pobres tem sido uma questão para as políticas públicas criadas para a juventude, mas envolve igualmente as discussões em torno de suas manifestações culturais e de sua participação social. A cena acadêmica nos alerta para a informação de que, tanto nos estudos sobre juventude quanto nos estudos sobre feminismo, existe uma grande lacuna no que diz respeito às manifestações femininas juvenis e que, ainda, as referências a elas nas pesquisas científicas toma como foco, de modo restritivo, a adolescência vinculada ao exercício da sexualidade ou à gravidez. Tentando lidar com essa invisibilidade, nos debruçamos sobre o cotidiano e os traços de vida de jovens moradoras de uma determinada periferia buscando a apreensão do que de fato está sendo por elas vivenciado, para além da realidade de limitação dos seus espaços de circulação e do acesso aos equipamentos públicos, na direção da contribuição da criação de metodologias de intervenção junto a problemáticas sociais, em relação a esse grupo populacional. Em nossa ação profissional, nos mobilizou a busca pelas razões das ausências dessas jovens nos espaços públicos de convivência na cidade de São Carlos (SP), com foco num Centro da Juventude. Tal mobilização resultou nesta pesquisa de mestrado, lidando com uma abordagem que abrangeu técnicas da observação-ação e entrevistas em profundidade, de forma a reunirmos dados para um mapeamento acerca de quem são, o que pensam, o que fazem, do que gostam e como vivem jovens meninas em periferias urbanas. O trabalho evidenciou que as jovens em questão são, em sua grande maioria, tolhidas em suas manifestações pessoais. As relações culturais machistas, encarnadas de forma importante nas dinâmicas do comércio ilegal de drogas, nos homens detentores do poder financeiro, no poder de influências e no sistema patriarcal que permanece na sociedade contemporânea têm conformado fortemente o futuro dessas jovens. Seus sonhos, desejos, sua participação social e até sua personalidade sofrem com as investidas contra a autonomia feminina, como que permanecendo em algum ponto no final do século XIX, anterior a muito do que assistimos ao longo do século passado no que concerne aos direitos das mulheres. Nossos dados nos indicam que os investimentos das políticas sociais específicas para esta população têm sido insuficientes e que suas ações são fragmentadas e/ou inadequadas. Concluímos que são de várias ordens as necessidades, do aumento dos conhecimentos gerais e específicos sobre esse grupo ao debate público e ao posicionamento social com relação à garantia de direitos civis, sociais e humanos de jovens meninas brasileiras, com vistas à ampliação de suas oportunidades de participação e autonomia.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Terapia Ocupacionalpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor


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