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dc.creatorAgnelli, Patricia Bolzan
dc.date.accessioned2016-08-17T18:39:36Z
dc.date.available2011-04-18
dc.date.available2016-08-17T18:39:36Z
dc.date.issued2011-03-25
dc.identifier.citationAGNELLI, Patricia Bolzan. Redução do biofilme de Streptococcus mutans sobre um material restaurador dentário modificado com nanopartículas de prata estudo in vitro. 2011. 74 f. Dissertação (Mestrado em Multidisciplinar) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/6971
dc.description.abstractThe bacterium Streptococcus mutans is one of the main initiators species of biofilm and is related to the etiology of caries. Currently there have been many studies investigating ways to reduce bacterial adhesion and biofilm formation on biomaterials, in order to prevent diseases and infections, such as the use of silver nanoparticles embedded in the materials. However, few studies have investigated the benefits of these particles in materials that are utilized within the oral cavity. The main objective of this research was to compare biofilm formation of this specie on the composite resin in its commercial form today and an experimental composite resin, which were added silver nanoparticles, which are bactericidal, using a method of counting viable cells recovered from the biofilms. Were produced cylindrical specimens of 4 mm in height and circular base of 4 mm in diameter, resin and resin with nanoparticles at three different concentrations, 0.1, 0.3 and 0.6% by mass. They were incubated in liquid medium with sucrose, containing about 108 CFU/ml, to cause bacterial adhesion and biofilm formation in vitro. The count of viable cells from the samples was made after the disintegration of biofilms on them adhered in ultrasonic tank, and was performed after 1 day, 4 days and 7 days of incubation. Considering the mean and standard deviation values, the results showed that on the experimental resins with concentrations of 0.3% and 0.6% of silver nanoparticles, the number of adhered bacterial cells was lower than in resin in its commercial form today, no silver, and also smaller than the resin to 0.1% in the three incubation periods studied. The scanning electron micrograph of a biofilm of S. mutans adhered to the surface of each specimen was also performed after the same time intervals, and allowed morphological analysis of the structure of cells and cell clusters attached to surfaces. A compression test was also performed to verify if the inclusion of antibacterial nanoparticles in the resin does not affect the mechanical performance of the same. The results of this trial showed that the resin with 0.3% concentration of nanoparticle had a better mechanical properties in compression, and resin with a concentration of 0.6% worse performance, compared with the resin without silver nanoparticles, It was concluded that the composites with 0.3% silver nanoparticles are advantageous for clinical application, because it showed how a material less favorable to bacterial adhesion, without prejudice to its mechanical resistance. They may therefore benefit patients, assisting in the prevention of recurrent caries, which occur around the margins of restorations, and in the maintenance of good oral hygiene.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectBiofilmepor
dc.subjectStreptococcus mutanspor
dc.subjectNanopartículas de pratapor
dc.titleRedução do biofilme de Streptococcus mutans sobre um material restaurador dentário modificado com nanopartículas de prata estudo in vitropor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Souza, Clovis Wesley Oliveira de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0781683628437007por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4261719492756858por
dc.description.resumoA bactéria Streptococcus mutans é uma das principais espécies iniciadoras do biofilme dentário e está relacionada à etiologia da cárie. Atualmente surgem muitos estudos que buscam novas maneiras de reduzir a adesão bacteriana e a formação de biofilme sobre biomateriais, com a finalidade de prevenir a ocorrência de infecções e a transmissão de doenças, tais como o uso de nanopartículas de prata incorporadas nestes materiais. Porém poucos são os estudos que investigam os benefícios destas partículas em materiais que são empregados dentro da cavidade bucal. O principal objetivo desta pesquisa foi comparar a formação do biofilme desta espécie bacteriana sobre a resina composta fotopolimerizável em sua forma comercial atual e uma resina composta experimental, onde foram acrescentadas nanopartículas de prata, que são bactericidas, utilizando um método de contagem de células viáveis recuperadas dos biofilmes. Foram produzidos corpos de prova cilíndricos, de 4 mm de altura e base circular de 4 mm de diâmetro, de resina e de resina com nanopartículas em três concentrações diferentes, 0,1, 0,3 e 0,6% em massa. Eles foram incubados em meio de cultura líquido com sacarose, contendo cerca de 108 UFC/ml, para que ocorresse a adesão bacteriana e a formação de biofilme, in vitro. A contagem de células viáveis provenientes dos corpos de prova foi feita após a desagregação dos biofilmes sobre eles aderidos em cuba ultrassônica, e foi realizada após 1 dia, 4 dias, e 7 dias de incubação. Considerando-se a média e desvio padrão dos valores, os resultados mostraram que sobre as resinas experimentais com as concentrações de 0,3 % e 0,6 % em massa de nanopartículas de prata, o número de células bacterianas aderidas foi menor do que na resina não modificada, sem prata, e também menor do que na resina a 0,1 %, nos 3 períodos de incubação estudados. A eletromicrografia de varredura do biofilme de S. mutans aderido sobre a superfície de cada corpo de prova foi realizada também após os mesmos intervalos de tempo, e permitiu a análise morfológica das células e da estrutura dos conjuntos celulares aderidos às superfícies. Foi realizado um ensaio de compressão para verificar se a inclusão das nanopartículas bactericidas na resina não prejudica o desempenho mecânico da mesma. Os resultados deste ensaio mostraram que, em comparação com a resina não modificada, a resina com a concentração de 0,3 % de nanopartículas teve um melhor desempenho mecânico em compressão, e a resina com a concentração de 0,6 % um desempenho pior. Concluiu-se que as resinas compostas com 0,3% de nanopartículas de prata são vantajosas para a aplicação clínica, pois se apresentaram como um material menos favorável à adesão bacteriana, sem prejuízo à sua resistência mecânica. Podem portanto beneficiar os pacientes, auxiliando na prevenção das cáries recidivantes, que ocorrem ao redor das margens de restaurações, e na manutenção de uma boa condição de higiene bucal.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Biotecnologiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIApor


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