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dc.creatorSantos, Daniel Augusto dos
dc.date.accessioned2016-09-15T13:30:26Z
dc.date.available2016-09-15T13:30:26Z
dc.date.issued2016-02-24
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7158
dc.description.abstractThe reduction in dorsiflexion has been related to the presence of movement patterns in the knee and hip potentially injurious the patellofemoral joint in various tasks. However, no studies have evaluated the association during running. The aim of this study was to investigate the association between the range of ankle dorsiflexion and the kinematics of the hip, knee and ankle during the stance phase of the running. Were recruited 39 healthy runners of both genders and aged between 18 and 35 years. The evaluation of ankle dorsiflexion amplitude was performed by lunge test. The kinematics of the running on a treadmill was performed using the Qualisys motion capture system. Pearson correlation was performed to evaluate the association between the range of ankle dorsiflexion and kinematic variables. Three kinematic variables were significantly associated with the range of ankle dorsiflexion: peak knee flexion (r = .510, p = .001), peak lateral rotation of the knee (r = -.527, p = .001) and peak ankle dorsiflexion (r= .377, p = .022). Whereas the decreased knee flexion and ankle dorsiflexion, and the increase in lateral rotation of the knee, increase the burden on the patellofemoral joint, limitation of ankle dorsiflexion range may be related to the origin of patellofemoral pain in runners.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectArticulação patelofemoralpor
dc.subjectCorridapor
dc.subjectCinemáticapor
dc.subjectPatellofemoral jointeng
dc.subjectRunningeng
dc.subjectKinematicseng
dc.titleRelação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo e a cinemática do membro inferior durante a corridapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Serrão, Fábio Viadanna
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8137335642635433por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0266200471915177por
dc.description.resumoA redução da dorsiflexão tem sido relacionada à presença de padrões de movimento no joelho e quadril potencialmente lesivos à articulação patelofemoral em diversas tarefas. Entretanto, nenhum estudo avaliou esta associação durante a corrida. O objetivo do presente estudo foi verificar a associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo e a cinemática do quadril, joelho e tornozelo durante a fase de apoio da corrida. Foram recrutados 39 corredores saudáveis de ambos os gêneros e com idades entre 18 e 35 anos. A avaliação da amplitude de dorsiflexão do tornozelo foi realizada por meio do lunge test. A avaliação cinemática da corrida em esteira ergométrica foi realizada utilizando o sistema de captura de movimento Qualisys. Correlação de Pearson foi realizada para avaliar a associação entre a amplitude de dorsiflexão do tornozelo e as variáveis cinemáticas. Três variáveis cinemáticas foram significativamente associadas com a amplitude de dorsiflexão do tornozelo: pico de flexão do joelho (r = .510; p = .001), pico de rotação lateral do joelho (r = -.527; p = .001) e o pico de dorsiflexão do tornozelo (r = .377; p = .022). Considerando que a diminuição da flexão do joelho e da dorsiflexão do tornozelo, bem como o aumento na rotação lateral do joelho, aumentam o a sobrecarga na articulação patelofemoral, a limitação da amplitude de dorsiflexão do tornozelo pode estar relacionada à origem da dor patelofemoral em corredores.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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