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dc.creatorMota, Tamyris Targas
dc.date.accessioned2016-09-23T18:18:39Z
dc.date.available2016-09-23T18:18:39Z
dc.date.issued2016-02-29
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7384
dc.description.abstractWork-related musculoskeletal disorders are diseases caused due to musculoskeletal injuries. Moreover, they are the most registered group of occupational diseases in Brazil. Modern industries are favourable environments for the development of musculoskeletal disorders due to the physical and psychosocial demands imposed by the economy. Musculoskeletal symptoms may impairs daily activities, cause work leaves and prejudice quality of life. This study justifies itself based in the need in increasing the investigations about the musculoskeletal symptom manifestation in industry and its interference in quality of life, since the magnitude of the occurrence musculoskeletal disorders in workers is still not well-known in Brazil. Aim: To analyse the prevalence of musculoskeletal symptoms in production and administrative workers in an industry. Objectives: verify the socio-demographic and occupational profile of both studied groups; identify the occurrence of association between pain and socio-demographic and occupational variables; identify the prevalence of pain in the studied body segments; identify the association between intensity and location of pain comparing the two studied groups; identify the associations between quality of life domains and musculoskeletal pain intensity in each assessed body segment. Material and Methods: This was a correlational, descriptive and cross-sectional study that used quantitative analysis. Assessment tools: socio-demographic and occupational assessment tool, Nordic musculoskeletal questionnaire (NMQ), numeric scale of pain to assess the perceived intensity of pain and WHOQOL-bref to assess quality of life. The data collection occurred in an industry of the poultry sector, of a city in the country side of São Paulo state, Brazil. The study was approved by UFSCar Ethics Committee. Results: The sample was composed by 178 workers (154 production workers and 24 administrative workers). Mean age was lower than 30 years in both groups, with prevalence of women and single people only in production sector. The prevalence of musculoskeletal pain was higher than 85% in both sectors. The neck was the body segment with higher prevalence of pain in administrative workers. Production workers reported more intense pain in upper and lower back when compared to administrative workers. Women from production sector had chances increased in 2.9 times in presenting pain when compared to men. The mean value in quality of life domains were moderate, in which the physical domain were more affected in administrative workers when compared to production workers. The correlations between intensity of pain and quality of life domains were not significant in most comparisons. Physical domain presented positive correlations with neck, shoulders and hip pain in production workers. Final considerations: Musculoskeletal pain was highly prevalent in workers from a poultry industry, in both administrative and production sectors. The most affected areas in workers from the administrative sector were neck, lower back and upper back, whilst lower back, shoulders and upper back were the most affected in production workers. Moreover the most prevalent pain in administrative workers was in the neck. The referred pain in almost all body segments were rated as moderate by most of workers. Workers from production sector referred more intense pain in upper and lower back when compared to administrative workers. The mean values in quality of life domains were moderate, and the most impaired domain, in both sectors, was the physical one. The correlations between pain intensity and perceived pain in each body segment compared with quality of life domains in both sectors were not significant in almost all comparisons.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectIndústria agroavícolapor
dc.subjectSintomas osteomuscularespor
dc.subjectDorpor
dc.subjectQualidade de vidapor
dc.subjectSaúde do trabalhadorpor
dc.titleSintomas osteomusculares e qualidade de vida : uma comparação entre trabalhadores administrativos e de produção de uma indústria agroavícolapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Hortense, Priscilla
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7153278628783234por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0130432438125176por
dc.description.resumoOs Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho são doenças ocasionadas por lesões musculoesqueléticas, constituindo o grupo de doença ocupacional mais registrada no Brasil. As indústrias atuais constituem ambientes favoráveis ao desenvolvimento de distúrbios osteomusculares em decorrência das demandas físicas e psicossociais ditadas pelo mercado econômico. Os sintomas osteomusculares podem acarretar danos na realização das atividades cotidianas, causando afastamento do trabalho e prejuízo da qualidade de vida. Este estudo justifica-se na necessidade de aprofundar investigações sobre a manifestação de sintomas osteomusculares no ramo industrial e sua interferência na qualidade de vida, uma vez que a magnitude da ocorrência dos distúrbios osteomusculares nestes trabalhadores é pouco conhecida no Brasil. Objetivo geral: analisar a prevalência de sintomas osteomusculares em trabalhadores da linha de produção e do setor administrativo de uma indústria agroavícola. Objetivos específicos: caracterizar o perfil sociodemográfico e ocupacional dos dois grupos estudados; identificar a ocorrência de associações entre a dor e as variáveis sociodemográficas e ocupacionais; identificar a prevalência de dor segundo os locais anatômicas; identificar a associação entre intensidade e localização da dor comparando os dois diferentes grupos; avaliar a qualidade de vida dos dois grupos estudados; identificar associações entre os domínios da qualidade de vida e a intensidade da dor osteomuscular por local do corpo. Material e método: Trata-se de estudo correlacional descritivo, de corte transversal, de análise quantitativa. Instrumentos: instrumento de caracterização sociodemográfica e ocupacional, Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO) para avaliar as queixas osteomusculares, escala numérica de dor para avaliar a intensidade da dor percebia e WHOQOL-bref para avaliar a qualidade de vida. A coleta de dados ocorreu em uma indústria agroavícola de um município do interior do Estado de São Paulo, Brasil. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da UFSCar. Resultados: A amostra foi composta por 178 trabalhadores, sendo 154 do setor de produção e 24 do setor administrativo. A média de idade foi inferior a 30 anos em ambos os grupos, com prevalência de solteiros e mulheres apenas no setor de produção. A prevalência de dor osteomuscular foi acima de 85% para ambos os setores. A região do pescoço foi o local de dor com maior prevalência em funcionários do setor administrativo. Os funcionários do setor de produção reportaram dores mais intensas nas regiões superior e inferior das costas do que os de administração. As mulheres do setor de produção obtiveram 2,9 vezes maior chance de apresentar dor do que os homens. As médias dos domínios de qualidade de vida foram moderadas, sendo que o domínio físico apresentou-se mais prejudicado no setor administrativo em comparação com o setor de produção. As correlações entre a intensidade da dor e os domínios da qualidade de vida não foram na maioria significativas. O domínio físico apresentou correlações positivas com a dor na região do pescoço, dos ombros e do quadril no setor de produção. Considerações finais: A dor osteomuscular é altamente prevalente em trabalhadores da indústria agroavícola nos setores de produção e administrativo. As regiões mais afetadas no setor administrativo foram o pescoço, parte inferior das costas e parte superior das costas. Já no setor de produção, prevaleceram as regiões da parte inferior das costas, ombros e parte superior das costas sendo que a dor no pescoço foi mais prevalente nos funcionários administrativos. A dor referida em quase todas as áreas anatômicas avaliadas foi classificada pela maioria dos trabalhadores como dor moderada. Os funcionários do setor de produção reportam dores mais intensas nas regiões superior e inferior das costas do que os de administração. As médias dos domínios de qualidade de vida foram moderadas e o domínio mais comprometido, em ambos os setores, foi o físico. As correlações entre a intensidade da dor percebida em cada parte do corpo com os domínios da qualidade de vida de ambos os setores não foram em sua maioria significativas.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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