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dc.creatorMendes, Paulo Vinicius Braga
dc.date.accessioned2016-10-10T18:39:04Z
dc.date.available2016-10-10T18:39:04Z
dc.date.issued2016-02-18
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7761
dc.description.abstractIntroduction: Pressure ulcers (PU) are common complications in patients with spinal cord injury (SCI). The peak pressure on the ischial region in individuals with SCI are higher than those found in subjects without physical disabilities and this fact is justified by sensitivity, motor and vasomotor changes. Objective: To compare the pressure distribution on the seat of the wheelchair of subjects with SCI using 3 different types of cushions (Roho®, Varilite® and Varilite®). Methodology: we selected 10 participants of both genders with SCI (n=05 tetraplegia and n=05 paraplegia). The analysis of the pressure on the seat was performed during two different situations: with the participant sitting in static posture and another step using the wheelchair for locomotion. Results: For the first step to Jay® showed the best rates for average pressure and also the contact area (p<0,001), the Roho® showed the best index for peak pressure (p<0,002). In the step with the wheelchair moving, Jay® showed the best average pressure (p<0,001), the Roho® had the lowest average for the peak pressure (p<0,002), and Varilite® provided the highest means for the contact area of the buttocks and thighs (p<0,006). All cushions evaluated showed lower values to those considered risk factors for PU, ratifying the importance of its use for the prevention. Conclusion: The use of cushions are effective measures to aid in the prevention of PU in people with SCI, but do not replace other ways of prevention. There is the need for proper cushion calibration and guidance on its use to get the desired effects.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectLesão Medularpor
dc.subjectAlmofadapor
dc.subjectÚlcera de Pressãopor
dc.subjectTerapia Ocupacionalpor
dc.subjectSpinal Cord Injuryeng
dc.subjectCushioneng
dc.subjectPressure Ulcereng
dc.subjectOccupational Therapyeng
dc.titleAnálise da pressão de interface em três almofadas para cadeiras de rodas em sujeitos com lesão medularpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Cruz, Daniel Marinho Cezar da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7350460642976728por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3235552225620976por
dc.description.resumoIntrodução: As úlceras de pressão (UP) são complicações comuns em pacientes com lesão medular (LM). O pico de pressão na região isquiática em indivíduos com LM são maiores do que aqueles encontrados em indivíduos sem deficiências e este fato é justificado por alterações motoras, sensitivas e vasomotoras. Objetivos: objetivou-se comparar a distribuição da pressão sobre o assento da cadeira de rodas de indivíduos com LM usando 3 modelos almofadas diferentes (Roho®, Varilite® e Varilite®); analisar a distribuição da pressão no assento utilizando três tipos de almofadas de posicionamento e alivio/distribuição de pressão para cadeira de rodas em sujeitos com lesão medular; determinar a diferença entre distribuição de pressão, pico de pressão, e área de contato entre as almofadas com o uso do X-sensor; identificar se a distribuição da pressão difere entre almofadas a partir de três experimentos: sentar com flexão de quadril e joelhos à 90º, sentar com as pernas cruzadas, sentar com elevação do apoio de pés e sentar durante um descolamento; comparar se há diferenças na distribuição da pressão em sujeitos com tetraplegia e paraplegia por lesão medular; e identificar a rotina de alivio de pressão no assento da cadeira de rodas, pelos sujeitos. Metodologia: foram selecionados 10 participantes de ambos os sexos com LM (n = 05 com tetraplegia e n= 05 com paraplegia). A análise da pressão sobre o assento foi realizada durante duas situações distintas: com o participante sentado em postura estática e mais uma etapa utilizando a cadeira de rodas para a locomoção. Resultados: Para a primeira etapa, a almofada Jay® mostrou as melhores taxas para a pressão média e também a área de contato (p <0,001), a almofada Roho e apresentou o melhor índice para pico de pressão (p <0,002). Na etapa com a locomoção da cadeira de rodas, a almofada Jay® mostrou a melhor pressão média (p <0,001), a Roho® teve a menor média do pico de pressão (p <0,002), e Varilite® as maiores médias para a área de contato a nádegas e coxas (p <0,006). Todas as almofadas avaliadas apresentaram valores inferiores aos considerados de risco para UP, ratificando a importância de seu uso para a prevenção. Conclusão: O uso de almofadas é uma medida eficaz para ajudar na prevenção de UP em pessoas com LM, mas não substituem outras formas de prevenção. Existe a necessidade da adequada calibração da almofada e orientação para a sua utilização a fim de se obter os efeitos desejados.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Terapia Ocupacionalpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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