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dc.creatorSilva, Natália Sanches
dc.date.accessioned2016-10-10T18:39:56Z
dc.date.available2016-10-10T18:39:56Z
dc.date.issued2016-01-29
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7762
dc.description.abstractIntroduction: when any part of the Upper Limb (UL) is injured, the demands brought by customers are assessed from different instruments, however studies show that there is no consensus on an ideal instrument for assessing the quantity and quality of the UL function, demonstrating the need to find tools that can provide precise measurements of how the UL perform tasks. Objectives: characterize the Box and Block Test (BBT), the Functional Dexterity Test (FDT) and the Nine Hole Peg Test (NHPT) regarding the electromyographic activity of the trapezius upper fibers muscle (TUF), deltoid anterior fibers muscle (DAF) and posterior fibers (DPF), the pectoralis major muscle (PM), the biceps (BB) and triceps brachii (TB), extensor carpi radialis brevis (ERB) and flexor digitorum superficialis (FDS) and verify if there are differences in muscle activation during the three tests between genders. Method: non-experimental research, descriptive transversal quantitative approach. Were selected 20 college students of both genders, average age of 24 years and average Body Mass Index (BMI) of 24 kg m-2. Data analysis was made using MiotecSuite 1.0 software and by Friedman, Dunn, Mann-Whitney and Spearman statistical tests. Results: For the three tests, the TUF was the most activated, followed by FDS. DAF, DPF and PM showed a high percentage of neuroactivation in BBT test. ERB showed percentage of activation between intermediate and high in FDT and NHPT tests. Conclusion: FDT and NHPT tests may be more recommended to assess the function of the UL of persons with upper extremity lesions, while the BBT may be indicated for both proximal and distal lesions of UL. Women have a higher muscle activation than men, and this fact can be justified by the muscular genetic difference between them.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectTerapia Ocupacionalpor
dc.subjectMembros Superiorespor
dc.subjectAvaliação Funcionalpor
dc.subjectTestes Funcionais Padronizadopor
dc.subjectEletromiografiapor
dc.subjectOccupational Therapyeng
dc.subjectUpper Limbseng
dc.subjectFunctional Assessmenteng
dc.subjectStandardized Functional Testseng
dc.subjectElectromyographyeng
dc.titleCaracterização de três testes funcionais do membro superior : contribuições da eletromiografia para a terapia ocupacionalpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Cruz, Daniel Marinho Cezar da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7350460642976728por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4200346057982620por
dc.description.resumoIntrodução: Ao se lesionar qualquer parte do membro superior (MS), as demandas trazidas pelos clientes são avaliadas a partir de diferentes instrumentos, porém estudos mostram que não há um consenso sobre um instrumento ideal para avaliação da quantidade e qualidade da função do MS, demostrando que é necessário encontrar ferramentas que possam fornecer medidas precisas sobre como o MS executa tarefas. Objetivos: Caracterizar os testes Box and Blocks Test (BBT), Functional Dexterity Test (FDT) e Nine Hole Peg Test (NHPT) em relação à atividade eletromiográfica dos músculos trapézio fibras superiores (TFS), deltóide fibras anteriores (DFA) e posteriores (DFP), peitoral maior (PM), bíceps (BB) e tríceps braquial (TB), extensor radial curto do carpo (ERC) e flexor superficial dos dedos (FSD) e verificar se há diferença na ativação muscular durante os três testes entre os gêneros. Método: Pesquisa não experimental, do tipo transversal descritivo de abordagem quantitativa. Foram selecionados 20 estudantes universitários de ambos os gêneros, idade média de 24 anos e Índice de Massa Corporal (IMC) médio de 24kg/m2. A análise dos dados foi feita pelo Software MiotecSuite 1.0 e pelos testes estatísticos Friedman, Dunn, Mann-Whitney e Spearman. Resultados: Para os três testes o TFS foi o mais ativado, seguido pelo FSD. O DFA, DFP e PM apresentaram uma porcentagem de neuroativação elevada no teste BBT. O ERC apresentou porcentagem de ativação entre intermediária a alta nos testes FDT e NHPT. Conclusão: os testes FDT e NHPT podem ser mais recomendados para avaliarem a função do MS de sujeitos com lesões de extremidade superior, enquanto que o BBT pode ser indicado para lesões tanto proximais quanto distais do MS. As mulheres apresentaram uma ativação muscular maior à dos homens, podendo ser justificada pela diferença genética muscular existente entre ambos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Terapia Ocupacional - PPGTOpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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