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dc.creatorGrüninger, Bruno Leonardo da Silva
dc.date.accessioned2017-06-05T18:12:22Z
dc.date.available2017-06-05T18:12:22Z
dc.date.issued2017-02-17
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8833
dc.description.abstractConsidering the lack of studies assessing the relationship between temporomandibular joint and neck components in a dynamic approach, this study aimed to investigate kinematics and motor control of the head and jaw in functional and isolated activities, and to evaluate cervical muscle performance and motor control of the head in temporomandibular disorder (TMD) patients compared to healthy subjects. Kinematics of head and jaw were recorded from 71 women (Healthy Group – HG: N= 33; Temporomandibular Disorder Group – TMDG: N=38) during neck movements (flexion-extension, rotation and lateral bending), and functional tasks (maximal mouth opening (MMO), speaking, chewing and computer use). Median frequency was calculated for head positions in functional tasks. Cross-correlation analysis was performed for the time series of jaw and head recorded in functional tasks. Motor control of the head (joint position sense - JPS), and cervical muscle performance (craniocervical flexion test - CCFT) were also tested. TMDG and HG were compared using independent t-test or Mann-Whitney test. No difference was observed in CCFT and JPS, while jaw depression was larger in HG. Median frequency was higher for head position of HG in sagittal plane during computer use in relation to TMDG. It may indicate more variation and better motor strategies in HG. Cross-correlation analysis showed a clear negative correlation between head and jaw in MMO. However, the consistency of this correlation was weak in other tasks. It seems that the higher the biomechanical requirement the stronger the correlation. Further studies should focus on more complex tasks.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoengpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectCinemáticapor
dc.subjectArticulação temporomandibularpor
dc.subjectKinematicseng
dc.subjectTemporomandibular jointeng
dc.titleComo ocorrem os movimentos da mandíbula e da cabeça em sujeitos com disfunção temporomandibular e em sujeitos saudáveis?por
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Oliveira, Ana Beatriz de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1049547759186556por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8831627315696261por
dc.description.resumoConsiderando a carência de estudos que avaliam a relação entre articulação temporomandibular e componentes cervicais em atividades dinâmicas, este estudo objetivou investigar a cinemática e o controle motor da cabeça e da mandíbula e avaliar a performance dos músculos cervicais em pacientes com disfunção temporomandibular comparado com sujeitos saudáveis. Foram coletadas cinemática da cabeça e mandíbula em 71 mulheres (Grupo saudável – HG: N=33; Grupo Disfunção temporomandibular – TMDG: N=38) durante movimentos cervicais (flexão – extensão, rotação e inclinação), e durante atividades funcionais (abertura máxima da boca (MMO), fala, mastigação e uso do computador). Frequência mediana foi calculada para as posições da cabeça nas atividades funcionais. Foi analisada a correlação cruzada para séries de tempo da mandíbula e cabeça durante atividades funcionais. O controle motor da cabeça (Senso de posição articular – JPS) e performance dos músculos cervicais (teste de flexão crânio cervical – CCFT) também forem testados. Os grupos foram comparados usando Teste-T para amostras independentes ou seu correspondente não-paramétrico, Mann-Whitney. Não foram encontradas diferenças para o JPS e CCFT, enquanto que a abertura máxima da boca foi maior para o grupo saudável. Frequência mediana foi maior para a posição da cabeça do grupo saudável, no plano sagital durante o uso do computador em comparação com o TMDG. Isso pode indicar uma maior variação e melhor estratégias motoras para o HG. Correlação cruzada mostrou correlação negativa entre cabeça e mandíbula durante a MMO. No entanto, a consistência dessa correlação foi fraca em outras atividades. Parece que quanto maior a exigência biomecânica, mais forte é a correlação. Estudos mais aprofundados devem focar-se em tarefas mais complexas.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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