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dc.creatorSantos, Bruna Rodrigues dos
dc.date.accessioned2017-08-08T19:53:09Z
dc.date.available2017-08-08T19:53:09Z
dc.date.issued2017-02-23
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8951
dc.description.abstractStudies show that caregivers of elderly people with dementia present high levels of stress and overload, as well as difficulties in coping with situations related to care. The hypothesis of this research is that the conviviality with the elderly during childhood brings positive experiences to the caregiver as an adult. The main objective of this study is to compare the overload, perceived stress and coping of caregivers of elderly people diagnosed with some type of dementia who lived and did not live with the elderly during their childhood. It is a cross-sectional, descriptive and comparative quantitative study. The research was conducted with informal caregivers of elderly people with dementia (n=102) enrolled in an outpatient clinic of a Brazilian federal university. The instruments used to collect data were: characterization questionnaire, Coping Strategies Inventory, Zarit Burden Scale and Perceived Stress Scale. Data were analyzed through descriptive, correlational and comparative statistics. Evaluations were previously scheduled and performed at the caregiver's home. All ethical care was respected and the research was approved by the Research Ethics Committee of the Federal University of São Carlos. The results showed that: 1- Most informal caregivers of elderly people with dementia are women, married, with a mean age of 57,1 (±3.9) years. 2- Regarding aspects of care, the majority take care of the parents, reside in the same household as the elderly and are primary caregivers. 3 - The score obtained in the Coping Strategies Inventory presented a strong relation and inversely proportional to the score obtained in the Zarit Burden Scale (rho=-0,747, p<0.01) and with the score obtained in the Perceived Stress Scale (rho=-0,850, p<0.01). 4- The group of caregivers of elderly people with dementia who lived with the elderly during childhood presented better coping, less stress and less overload than the group of informal caregivers of elderly people with dementia who did not live with the elderly in childhood, with differences Statistically significant. Therefore, for this sample of participants, living with the elderly in childhood had a positive influence on the experience of caring for an elderly relative in the future, confirming the hypothesis study.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectCuidadorespor
dc.subjectIdosopor
dc.subjectDemênciapor
dc.subjectCaregiverseng
dc.subjectAgedeng
dc.subjectDementiaeng
dc.titleA influência do convívio intergeracional no cuidado ao idoso com demênciapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Pavarini, Sofia Cristina Iost
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1983620301963081por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2218092217850425por
dc.description.resumoEstudos mostram que cuidadores de idosos com demência apresentam altos índices de estresse e sobrecarga, além de dificuldades no enfrentamento de situações relacionadas ao cuidado. A hipótese desta pesquisa é a de que o convívio com idosos durante a infância traga experiências positivas para o cuidador quando adulto. O objetivo principal deste estudo é comparar a sobrecarga, o estresse percebido e o enfrentamento de cuidadores de idosos diagnosticados com algum tipo de demência que conviveram e que não conviveram com idosos durante a sua infância. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e comparativo de caráter quantitativo. A pesquisa foi realizada com cuidadores informais de idosos com demência (n=102) cadastrados em um ambulatório de uma universidade federal brasileira. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram: questionário de caracterização dos cuidadores, Inventário de Estratégias de Enfrentamento, Inventário de Sobrecarga do Cuidador de Zarit e Escala de Estresse Percebido. Os dados foram analisados por meio de estatítica descritiva, correlacional e comparativa. As avaliações foram previamente agendadas e realizadas no domicílio do cuidador. Todos os cuidados éticos foram respeitados e a pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (Parecer nº 1.225.763/2015) Os resultados mostraram que: 1- A maioria dos cuidadores informais de idosos com demência são mulheres, casadas, com idade média de 57,1 (±3,9) anos. 2- Em relação aos aspectos do cuidado, a maioria cuida dos pais, residem no mesmo domicílio que o idoso e são cuidadores primários. 3- A pontuação obtida no Inventário de Estratégias de Enfrentamento apresentou relação forte e inversamente proporcional com a pontuação obtida na Escala de Sobrecarga de Zarit (rho= -0,747, p<0,01) e com a pontuação obtida na Escala de Estresse Percebido (rho= -0,850, p<0,01). 4- O grupo de cuidadores de idosos com demência que conviveram com idoso(s) durante a infância apresentou melhor enfrentamento, menor estresse e menor sobrecarga do que o grupo de cuidadores informais de idosos com demência que não conviveram com idosos na infância, com diferenças estatisticamente significativas. Portanto, para esta amostra de participantes, conviver com idoso na infância teve influência positiva na experiência de cuidar de um parente idoso no futuro, confirmando a hipótese estudo.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem - PPGEnfpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2015/11608-5por
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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