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dc.creatorFurlanetto, Camila Fressatti
dc.date.accessioned2018-02-01T18:22:56Z
dc.date.available2018-02-01T18:22:56Z
dc.date.issued2014-03-26
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/9368
dc.description.abstractThe participation and the social control are guiding principles of SUS and for democratization of the system. The health acting and services management should express joint definitions between the government and population. The 8.142/1990 Law establishes as instances for participation and social control in the Health the counsels and the conferences. The Family Health Strategy (FHS) could be considered an easier locus of the materialization of the social participation because of the link possibility with the user population. Considering this hypothesis, the research sought to analyze the users and Health worker’s perceptions of the Family for the social participation, seeking for the social effective control in health. It was held with workers and users of two Family Health Units in the São Carlos county, from the qualitative analysis, up with the application of semi structured interviews and thematic analysis, whose origins three categories(i) challenges for the effectiveness of the social participation in the FHS; (ii) participation spaces or just completion of formalities?; (iii) FHS: potentiality for social participation. The results of this study allowed unveiling various fragilities that figures as challenges for the social participation in the researching field, such as: lack of information/comprehension, exposition and power relations and welfares/accommodation. The institutionalized spaces for the participation and social control addressed in this study were the Municipal Health Conferences and the locals Management Councils, the effectiveness of them were analyzed negatively due lack of support and government participation. The research allowed unveiling also potentials as the counsels’ effort and the capacity spaces done between the team and the users members of the Management Councils in the Family Heath Units. Lastly, the participants perception strengthens the challenge that is the social participation in the SUS. As contribution, the needing pointing of more investment and attention to this spaces from the recognition of their potentialities.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectControle socialpor
dc.subjectEstratégia saúde da famíliapor
dc.subjectParticipação socialpor
dc.subjectSistema único de saúdepor
dc.subjectSocial controleng
dc.subjectFamily healtheng
dc.subjectSocial participationeng
dc.titleParticipação social e estratégia saúde da família : desvelando fragilidades e possibilidadespor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Machado, Maria Lúcia Teixeira
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5703683100332513por
dc.contributor.advisor-co1Ogata, Márcia Niituma
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3274294833403570por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5029350333934696por
dc.description.resumoA participação e o controle social são princípios norteadores do SUS e para democratização do sistema. A gestão e organização das ações e serviços de saúde devem expressar definições conjuntas entre o poder público e população. A Lei 8.142/1990 estabelece como instâncias para participação e controle social na saúde os conselhos e as conferências. A Estratégia Saúde da Família pode ser considerada um lócus facilitador da materialização da participação social devido à possibilidade de vínculo com a população usuária. Considerando esta hipótese a pesquisa buscou analisar as percepções dos usuários e trabalhadores da Saúde da Família em relação à participação social, visando o efetivo controle social em saúde. A partir de abordagem qualitativa de pesquisa, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com trabalhadores e usuários de duas Unidades de Saúde da Família no Município de São Carlos e posterior análise temática, que deu origem a três categorias: (i) desafios para a efetivação da participação social na ESF; (ii) espaços de participação ou “cumprimento de tabela?”; (iii) ESF: potencialidade para a participação social. Os resultados deste estudo permitiram desvelar diversas fragilidades que se configuram como desafios para a participação social no território pesquisado, tais como: falta de informação/compreensão, exposição e relações de poderes e assistencialismo/acomodação. Os espaços institucionalizados para a participação e controle social abordados neste estudo foram as Conferências Municipais de Saúde e os Conselhos Gestores locais. A efetivação dos mesmos foi analisada negativamente devido à falta de apoio e participação da gestão municipal. A pesquisa permitiu desvelar também potencialidades como o empenho dos conselheiros e os espaços de capacitação realizados entre equipe e usuários membros do Conselho Gestor nas Unidades de Saúde da Família. Por fim, a percepção dos participantes reforça o desafio que é a participação social no SUS. Como contribuição o apontamento da necessidade de maior investimento e atenção a estes espaços a partir do reconhecimento de suas potencialidades.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Gestão da Clínica - PPGGCpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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