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dc.creatorDurango Padilla, Elias Ricardo
dc.date.accessioned2018-03-07T11:50:48Z
dc.date.available2018-03-07T11:50:48Z
dc.date.issued2018-02-23
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/9535
dc.description.abstractEl carbón vegetal tiene gran participación en el mercado brasileño y es consumido actualmente en su mayoría por la industria de hierro fundido. Aunque su producción tradicional es a partir de madera, otras fuentes como la biomasa pueden ser utilizadas como materia prima. El objetivo de este trabajo fue producir carbón vegetal a partir de cáscara de coco, tuza de maíz y corteza de eucalipto, como alternativa para sustituir el carbón vegetal producido a partir de madera nativa y utilizado como fuente de energía en la industria. Se utilizaron cinco temperaturas de pirolisis: 300, 350, 400, 450 y 500°C. Todos los materiales se caracterizaron mediante análisis próximo, poder calorífico superior (PCS), composición química, termogravimetria (TG), termogravimetria derivada (DTG) y espectroscopia en el infrarrojo (FTIR). Las muestras después de la pirolisis se compararon con la biomasa in natura para evaluar los cambios en las características del combustible. En los resultados de análisis próximo se observó, para todos los tipos de biomasa, un aumento estadísticamente significativo en el contenido de carbono fijo, y consecuente disminución en el contenido de materiales volátiles, con el aumento de la temperatura. El aumento en el PCS de los carbones probablemente se debió al hecho del contenido de carbono fijo haber aumentado después de las pirolisis. Los resultados de composición química y rendimiento gravimétrico (RG) mostraron que cuanto mayor el contenido de lignina y celulosa en la biomasa in natura, mayor fue el RG de los carbones para todas las temperaturas utilizadas. Las temperaturas de 300-350°C fueron suficientes para producir carbón vegetal con RG superior al 34% con posible aplicación residencial. La producción de carbón vegetal con posible uso industrial (metalúrgico) necesitó temperaturas superiores a los 400°C dependiendo del tipo de biomasa, pero obtuvieron RG inferiores al 30%. Se comprobó que los carbones producidos a 450 y 500°C tuvieron el mayor PCS pero con bajo RG y rendimiento energético (RE). Las curvas de DTG y FTIR permitieron comprobar la degradación de la hemicelulosa y la celulosa en los carbones producidos.esp
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectPirólisepor
dc.subjectBiomassapor
dc.subjectTermogravimetriapor
dc.subjectFTIRpor
dc.subjectPirolisisesp
dc.subjectBiomasaesp
dc.subjectThermogravimetryeng
dc.subjectBiomasseng
dc.subjectCharcoaleng
dc.titleAproveitamento de resíduos agroindustriais: caracterização físico–química e produção de carvão para energiapor
dc.title.alternativeAprovechamiento de residuos agroindustriales: caracterización físico-química y producción de carbón para energíaesp
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Yamaji, Fábio Minoru
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4787449634914831por
dc.contributor.advisor-co1Waldman, Walter Ruggeri
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0616238673458322por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9153929373407824por
dc.description.resumoO carvão vegetal tem grande participação no mercado brasileiro, sendo a indústria de ferro-gusa o maior consumidor. Embora, sua produção seja a partir de madeira, outras fontes como a biomassa podem ser utilizadas como matéria-prima. O objetivo deste trabalho foi produzir carvão vegetal a partir de casca de coco, sabugo de milho e casca de eucalipto, como alternativa para substituir o carvão vegetal produzido a partir de madeira nativa e utilizado como fonte de energia na indústria. Foram utilizadas cinco temperaturas de pirólise: 300, 350, 400, 450 e 500°C. Todos os materiais foram caracterizados mediante análise imediata, poder calorifico superior (PCS), composição química, termogravimetria (TG), termogravimetria derivada (DTG) e espectroscopia no infravermelho (FTIR). As amostras após a pirólise foram comparadas com a biomassa in natura para avaliar as mudanças nas características do combustível. Nos resultados da análise imediata observou-se, para todos os tipos de biomassa, um aumento estatisticamente significativo no teor de carbono fixo, e consequente diminuição no teor de materiais voláteis, com o aumento da temperatura. O aumento no PCS dos carvões possivelmente deveu-se ao fato do teor de carbono fixo ter aumentado após a pirólise. Os resultados de composição química e rendimento gravimétrico (RG) mostraram que quanto maior o teor de lignina e celulose na biomassa in natura, maior foi o RG dos carvões para todas as temperaturas utilizadas. Temperaturas de 300-350°C foram suficientes para produzir carvão vegetal com RG superior a 34% com possível aplicação residencial. Já produzir carvão vegetal com possível uso industrial (metalúrgico) precisou de temperaturas superiores a 400 °C dependendo do tipo de biomassa, porém com RG inferiores a 30%. Comprovou-se que os carvões produzidos a 450 e 500°C resultaram no maior PCS, porém, com menor RG, e menor rendimento energético (RE). As curvas de DTG e FTIR permitiram comprovar a degradação da hemicelulose e celulose nos carvões produzidos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência dos Materiais - PPGCM-Sopor
dc.subject.cnpqENGENHARIAS::ENGENHARIA DE MATERIAIS E METALURGICA::MATERIAIS NAO METALICOS::POLIMEROS, APLICACOESpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor


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