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dc.creatorPereira, Beatriz Vieira Ramos
dc.date.accessioned2018-04-27T13:53:47Z
dc.date.available2018-04-27T13:53:47Z
dc.date.issued2018-03-28
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/9845
dc.description.abstractAquatic environments contamination has emerged mainly as a consequence of human activities. The presence of xenobiotics in water bodies can drastically affect the ecosystem, as well as to cause deleterious effects to the species. Production, consumption and inappropriate disposal of pharmaceuticals and personal care products (PCPs) have important contribution for such contamination. Despite existing ecotoxicological studies, there is still a lack of data and studies with native species from neotropical regions and the effects of such substances on non-target species. Taking this into consideration, the present study aimed to assess the effects of two pharmaceuticals, paracetamol and propranolol, on the neotropical fish species Phalloceros harpagos, which genus is native to Brazil and Paraguay, through the analysis of biochemical and cellular markers. Paracetamol is an analgesic and antipyretic drug used to treat pain and fever; propranolol is a non-selective β-blocker. The evaluation of toxicological effects of the described drugs was conducted through analysis of biochemical markers that indicate oxidative stress and neurotoxicity, namely catalase (CAT) in the liver, glutathione-s-transferases (GSTs) in the gills and cholinesterases (ChEs) in the head. The test organism was exposed to 5 different concentrations of each drugs under acute (96h) and chronic regimes (28d). For the acute exposure, besides the control (without drug), the concentrations used were 8, 80, 800, 8000, 80000 µg L-1 for paracetamol and 0.1, 1, 10, 100, 1000 µg L-1 for propranolol. For the chronic exposure the concentrations, apart from the control (without drug), were 5, 10, 20, 40, 80 μg L-1 for paracetamol and 0.0625, 0.125, 0.25, 0.5, 1 µg L-1 for propranolol. Acute exposure results showed increased GSTs activity for most concentrations of paracetamol (80, 800, 8000 and 80000 μg L-1) and propranolol (1, 10, 100 and 1000 μg L-1). ChEs had significant increase in activity for acute exposure to paracetamol (80 µg L-1). In the chronic exposure GSTs activity was significantly increased for propranolol (0.25 and 0.5 μg L-1). For the cellular stress biochemical marker, a protein that belongs to the HSP70 family, an increase in the level of immunolabeling was detected after the acute exposure to both paracetamol (8, 80, 800, 8000 e 80000 µg. L-1) and propranolol (1, 10, e 1000 µg L-1). On the other hand, after the chronic exposure a reduction in the level of HSP70 staining was detected after exposure to paracetamol (5, 10, 15, 20, 40, 80 µg L-1) and an increase after the exposure to propranolol (0,0625, 0,125, 0,25 e 0,5 µg L-1). The results obtained in this research indicate an effort of the organism towards recovering its homeostasis after being exposed to the compounds, whether that is through the attempt of getting rid of the xenobiotics and its metabolites (GSTs activity) or even through cellular protection (immunolabiling of HSP70). Thus, under the experimental condition adopted the fish P. harpagos presented alterations on both biochemical and cellular levels, indicating the organism’s primary response after exposure to these pharmaceuticals.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEcotoxicologia aquáticapor
dc.subjectPhalloceros harpagospor
dc.subjectBiomarcadores celularespor
dc.subjectMarcadores bioquímicospor
dc.subjectPeixes - Efeito da poluição da águapor
dc.subjectFishes - Effect of water pollution oneng
dc.subjectIndicadores biológicospor
dc.subjectIndicators (Biology)eng
dc.subjectAquatic Ecotoxicologyeng
dc.titleEfeitos agudos e crônicos dos fármacos paracetamol e propranolol em diferentes biomarcadores de uma espécie de peixe neotropicalpor
dc.title.alternativeAcute and chronic effects of the pharmaceuticals paracetamol and propranolol in different biomarkers of a neotropical fish speciespor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Silva-Zacarin, Elaine Cristina Mathias da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3993998796939609por
dc.contributor.advisor-co1Nunes, Bruno
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6801060474640624por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0643652838817795por
dc.description.resumoA contaminação dos ambientes aquáticos emergiu majoritariamente como uma consequência das atividades humanas. A presença de xenobióticos em corpos d'água pode afetar drasticamente o ecossistema, ao causar efeitos deletérios para as espécies. A produção, o consumo e a eliminação inadequada de produtos farmacêuticos e de cuidados pessoais (PCPs) têm contribuições relevantes para essa contaminação. Apesar dos estudos ecotoxicológicos existentes, ainda há falta de dados relativos a efeitos em espécies nativas de regiões neotropicais. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de duas substâncias farmacêuticas, paracetamol e propranolol, na espécie de peixe neotropical, Phalloceros harpagos, nativa do Brasil e do Paraguai, por meio da análise de marcadores bioquímicos e celulares. O paracetamol é um fármaco analgésico e antipirético; o propranolol é um β-bloqueador não seletivo. A avaliação dos efeitos ecotoxicológicos dos medicamentos descritos foi realizada através da análise de marcadores bioquímicos que indicam estresse oxidativo e neurotoxicidade, nomeadamente as atividades das enzimas catalase (CAT) no fígado, glutationa-s-transferases (GSTs) nas brânquias e colinesterases (ChEs) no tecido nervoso da cabeça dos peixes. Indivíduos do organismo-teste foram expostos a 5 diferentes concentrações de cada uma das drogas sob regimes agudo (96h) e crônico (28d). Para a exposição aguda, além do controle (sem adição do fármaco), as concentrações utilizadas foram 8, 80, 800, 8000, 80000 μg L-1 para o paracetamol e 0,1, 1, 10, 100, 1000 μg L-1 para o propranolol. Para a exposição crônica, as concentrações, além do controle (sem adição do fármaco), foram de 5, 10, 20, 40, 80 μg L-1 para o paracetamol e 0,0625, 0,125, 0,25, 0,5, 1 μg L-1 para propranolol. Os resultados obtidos para a exposição aguda mostraram aumento da atividade das isoenzimas GSTs para a maioria das concentrações de paracetamol (80, 800, 8000 e 80000 μg L-1) e de propranolol (1, 10, 100 e 1000 μg L-1). As enzimas ChEs tiveram aumento significativo na sua atividade após exposição aguda ao paracetamol (80 µg L-1). Na exposição crônica a atividade das isoenzimas GSTs foi aumentada para o propranolol (0,25 e 0,5 μg L-1). Já para o biomarcador de estresse celular, proteínas da família HSP70, nos ensaios agudos observou-se um aumento na intensidade de imunomarcação tanto para o paracetamol (8, 80, 800, 8000 e 80000 µg. L-1), quanto para o propranolol (1, 10, e 1000 µg L-1), em resposta à exposição aos fármacos. Em contrapartida, nos ensaios crônicos houve uma diminuição na intensidade de marcação de HSP70, após a exposição ao paracetamol (5, 10, 15, 20, 40, 80 µg L-1) e um aumento após a exposição crônica ao propranolol (0,0625, 0,125, 0,25 e 0,5 µg L-1). As respostas obtidas indicam um esforço do organismo em retornar a homeostase após a exposição aos fármacos, seja na tentativa de eliminar o xenobiótico e seus metabólitos (atividade das GSTs) ou na proteção celular (imunomarcação das HSP70). Deste modo, sob as condições experimentais adotadas o peixe P. harpagos evidenciou alterações a níveis bioquímicos e celulares, indicando a resposta primária do organismo após a exposição aos compostos farmacêuticos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia e Monitoramento Ambiental - PPGBMA-Sopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor


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