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dc.creatorDias, Marcos de Carvalho
dc.date.accessioned2016-06-02T19:50:11Z
dc.date.available2011-05-17
dc.date.available2016-06-02T19:50:11Z
dc.date.issued2011-02-28
dc.identifier.citationDIAS, Marcos de Carvalho. Sustentabilidade em empreendimentos autogestionários no Brasil: análise de duas experiências no ramo têxtil em São Paulo e Minas Gerais. 2011. 202 f. Tese (Doutorado em Ciências Exatas e da Terra) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/3371
dc.description.abstractThe self-management enterprises represent in Brazil, especially in the 80 s and 90 s, an alternative to workers who lost their jobs due to closure of businesses in this period, a result of the new foreign trade policies adopted by the federal government. Such enterprises, which are organized in the form of commercial companies or civil self-managed, have brought important individual and collective benefits, including job creation and income. However, the main feature of this type of development is related to its sustainability, or the possibility of maintaining a perennial way as an alternative to the conventional production, because they must not only meet the current needs of their members, but also future ones. But the relations of these enterprises with their own socio-labor relations are different from conventional business and thus the sustainability of these enterprises should be treated differently when compared to conventional developments due to its peculiarities in relation the form of production organization and labor relations. Therefore, this thesis aims to analyze the sustainability of projects, considering the specifics of these, through the theoretical approach to the subject and study of two cases arising from new developments bankrupt textile companies, and noted that such enterprises have different results in terms of performance production and revenues, despite serving in the same market and are subject to the same level playing field (so the market conditions do not represent a factor that directly influences the sustainability of self-management enterprises). In both there was a lack of adoption of a new technical base to produce specific self-management, as well as an educational policy aimed at selfmanagement principles and production organized collectively by the workers. It is also notable in these developments the absence of effective relations of partnership with other cooperative enterprises or joint production chain. As for the elements perceived differently in the projects, there are links in one of participation, cooperation, democracy and accountability in the domestic sphere of production and labor relations, which are perceived poorly in another venture, which has hurt the organization production and work. We concluded that the elements that make up the principles of self-managed production, the effective participation of its members in the cooperative management of a democratic, cooperation in the production environment and collective responsibility over the fate of the enterprise are explanatory factors of sustainability in self managed enterprises.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Sao Carlos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAutogestão no trabalhopor
dc.subjectSustentabilidadepor
dc.subjectIndústria têxtilpor
dc.subjectSelf managementeng
dc.subjectSustainabilityeng
dc.subjectTextile industryeng
dc.titleSustentabilidade em empreendimentos autogestionários no Brasil: análise de duas experiências no ramo têxtil em São Paulo e Minas Geraispor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Eid, Farid
dc.contributor.advisor1Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4787890E0por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3801390508603950por
dc.description.resumoOs empreendimentos autogestionários têm representado no Brasil, principalmente nas décadas de 80 e 90, uma alternativa aos trabalhadores que perderam seus postos em decorrência do fechamento de empresas neste período, resultado das novas políticas de comércio exterior adotadas pelo governo federal. Tais empreendimentos, que se organizam sob a forma de sociedades comerciais ou civis autogeridas, vêm trazendo importantes benefícios individuais e coletivos, como geração de emprego e renda. Porém, o principal aspecto deste tipo de empreendimento está relacionado à sua sustentabilidade, ou à possibilidade de ser manter de forma perene como uma alternativa ao modo de produção convencional, pois devem não somente atender às necessidades atuais de seus cooperados, mas também as futuras. Contudo, as relações destes empreendimentos com os próprios sócios-trabalhadores são diferentes das relações das empresas convencionais e, desta forma, a sustentabilidade destes empreendimentos deve ser tratada de maneira diferente, quando comparada aos empreendimentos convencionais, devido às suas peculiaridades em relação à forma de organização da produção e relações de trabalho. Esta tese objetivou analisar a sustentabilidade dos empreendimentos, considerando as especificidades destes, por meio da abordagem teórica sobre o tema e estudo de dois casos de empreendimentos surgidos de empresas têxteis falidas, sendo observado que tais empreendimentos apresentam resultados distintos em termos de desempenho da produção e das receitas, apesar de atuarem no mesmo mercado e estarem sujeitos às mesmas condições de concorrência (portanto, as condições de mercado não representam um fator que influencia diretamente a sustentabilidade dos empreendimentos autogestionários). Em ambos os casos, observou-se a inexistência da adoção de uma nova base técnica específica para a produção autogestionário, bem como de uma política educacional voltada aos princípios autogestionário e da produção organizada coletivamente pelos trabalhadores. Também percebeu-se, nestes empreendimentos, a inexistência de relações efetivas de parceria com outros empreendimentos cooperativos ou cadeia produtiva solidária. Quanto aos elementos percebidos de forma diferente nos empreendimentos, existem, em um deles, relações de participação, cooperação, democracia e responsabilidade no âmbito interno da produção e nas relações de trabalho, que são percebidos de forma precária em outro empreendimento, o que tem prejudicado a organização da produção e do trabalho. Concluiu-se que dos elementos que compõem os princípios da produção autogestionária, a participação efetiva de seus membros na gestão da cooperativa de forma democrática, a cooperação no ambiente da produção e a responsabilidade coletiva sobre o destino do empreendimento são fatores explicativos da sustentabilidade em empreendimentos autogestionários.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Engenharia de Produçãopor
dc.subject.cnpqENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAOpor


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