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dc.creatorSilva, Elaine Cristina
dc.date.accessioned2017-06-06T18:29:10Z
dc.date.available2017-06-06T18:29:10Z
dc.date.issued2016-06-17
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8839
dc.description.abstractManifestations Work-Related Musculoskeletal Disorders (WRMSDs) in the workplace have been of concern, as its growth has forced the society to deal with this problem high economic impact due to the significant increase in the number of absences related to work. After diagnosis and removal, the INSS medical expert, according to conditions / worker capabilities, forwards it to the Vocational Rehabilitation Program INSS, which should provide the means of professional and social rehabilitation, according to the Federal Constitution. However, the difficulties of the Ministry of Social Security in return method of workers away by WRMSDs has been the subject of discussion. This study aimed to understand of the process of return to the employee's work away for WRMSDs, through the activity of ergonomics, focusing on the need for interaction between business, labor and INSS. The methodology was designed / led by a return to work flow chart created by the researcher from the model of inclusion of people with disabilities of Simonelli (2009). The methodology consisted initially of approval of UFSCar's Ethics Committee for the collection and analysis of data in the four companies that agreed to participate, and Term of Consent of workers. For data collection, the workers were interviewed, underwent evaluation capacity for work, from protocols and core set of ICF and were followed in jobs for systematic observation and understanding of the activity, as a presupposition of ergonomics activity. In the study of different cases it was found that the activities analyzed show that the removal station for reintegration post significant changes. Some study companies have a program for approaching the worker in the period of clearance. The professional courses offered by the INSS, mostly do not meet the requirements of the tasks of the companies, therefore, do not help the worker in the process of returning to work. The worker who returns clearance, is generally placed in the position that the company chooses, since it seeks to meet the restrictions that the Vocational Rehabilitation Program prescribes. However, this does not help you during the process of reintegration and skilled professionals of the company did not accompany him regularly. With the observed situations, it is concluded that the actual return depends on the joint work of these three social actors (company, employee and Vocational Rehabilitation), which complement each other, including analysis of activity in the stations selection process for inclusion, aiming discussions generate fruits that benefit workers and, consequently, companies and the INSS.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectTrabalhadorpor
dc.subjectLER/DORTpor
dc.subjectRetorno ao trabalhopor
dc.subjectINSSpor
dc.subjectEmpresapor
dc.subjectErgonomia da atividadepor
dc.subjectWorkereng
dc.subjectReturn to workeng
dc.subjectCompanyeng
dc.subjectActivity of ergonomicseng
dc.titleContradições e conflitos na atuação de empresas e do INSS no processo de retorno ao trabalho de trabalhadores afastados por LER/DORTpor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Camarotto, João Alberto
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1427853773681255por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4122375443585346por
dc.description.resumoAs manifestações das LER/DORT no mundo do trabalho têm sido motivo de preocupação, visto que seu crescimento tem constrangido a sociedade a lidar com esse problema de elevado impacto econômico, devido ao aumento significativo no número de afastamentos relacionados ao trabalho. Após o diagnóstico e afastamento, o médico perito do INSS, de acordo com condições/capacidades do trabalhador, o encaminha para o Programa de Reabilitação Profissional do INSS, que deve proporcionar os meios de readaptação profissional e social, segundo a Constituição Federal. No entanto, as dificuldades por parte do Ministério da Previdência Social no método de retorno dos trabalhadores afastados por LER/DORT tem sido motivo de discussão. Esse estudo teve por objetivo compreender o processo de retorno ao trabalho do trabalhador afastado por LER/DOR, por meio da ergonomia da atividade, enfocando a necessidade de interação entre empresa, trabalhador e INSS. A trajetória metodológica foi delineada/conduzida por um fluxograma de retorno ao trabalho criado pela pesquisadora a partir do modelo de inclusão da pessoa com deficiência de Simonelli (2009). A metodologia constituiu-se, inicialmente, da aprovação do Comitê de Ética da UFSCar para a coleta e análise dos dados nas quatro empresas que aceitaram participar do estudo e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido dos trabalhadores. Para a coleta de dados, os trabalhadores foram entrevistados, passaram por avaliação de capacidade para o trabalho a partir de protocolos e core set da CIF e foram acompanhados nos postos de trabalho para a observação sistematizada e compreensão da atividade, como um pressuposto da ergonomia da atividade. No estudo dos diferentes casos foi possível constatar que as atividades analisadas demonstram que do posto de afastamento para o posto de reinserção houve mudanças significativas. Algumas empresas do estudo não apresentam um programa para reaproximação do trabalhador no período de afastamento. Os cursos profissionalizantes oferecidos pelo INSS, em sua maioria não pactua com as exigências das tarefas das empresas, portanto, não ajudam o trabalhador no processo de retorno ao trabalho. O trabalhador que retorna do afastamento geralmente é colocado no posto que a empresa escolhe, pois, esta procura atender as restrições que o Programa de Reabilitação Profissional prescreve. No entanto, este não o acompanha durante o processo de reinserção e os profissionais habilitados da empresa também não o acompanham regularmente. Com as situações observadas, conclui-se que o efetivo retorno depende do trabalho conjunto desses três atores sociais (empresa, trabalhador e Reabilitação Profissional), que se complementam, incluindo análise da atividade no processo de seleção dos postos para a inclusão, visando discussões que gerem frutos que beneficiem os trabalhadores e, consequentemente, as empresas e o INSS.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - PPGEPpor
dc.subject.cnpqENGENHARIAS::ENGENHARIA DE PRODUCAOpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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