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listelement.badge.dso-typeItem, Designing intersections-designing subjectivity: feminist theory and praxis in a sex discrimination legislation system(Universidade Federal de São Carlos, 1995) Adam, Alison; Furnival, Ariadne Chloe Mary; https://lattes.cnpq.br/1291482506649810This paper looks at the intersections between feminist epistemology, feminist jurisprudence and research on artificial intelligence and the law. It is suggested that feminist theory highlights the role of subjectivity which is ignored in the traditional epistemology of AI systems. This allows AI systems to appear to be "perspectiveless" when they may be tacitly used in a normative role which ignores alternative knowledges. The paper looks at the Cyc system as an example. In developing an expert system to advise on Sex Discrimination law a number of lessons are learned both from the Forms Helper system and more particularly from feminist jurisprudence and from the critique of AI from feminist epistemology.listelement.badge.dso-typeItem, Delineando as limitações: sistemas especialistas e conhecimento tácito(Universidade Federal de São Carlos, 1995) Furnival, Ariadne Chloe Mary; https://lattes.cnpq.br/1291482506649810As aplicações de inteligência artificial (IA) e de sistemas especialistas (SEs), em particular, já fazem parte do espectro dos softwares existentes em muitas bibliotecas e centros de informação. Os profissionais da informação precisam, portanto, dominar os conceitos básicos da área de SEs. Entretanto, a mera compreensão dos componentes de um SE é vista como menos necessária que uma apreciação de alguns dos aspectos mais fundamentais que sustentam e influenciam o próprio processo do desenvolvimento dos SEs. Uma consideração das limitações dos paradigmas dominantes de aquisição de conhecimento, que não conseguem lidar adequadamente com a questão do corpo de conhecimento tácito que constitui uma parte substancial do conhecimento de um especialista, permitirá aos profissionais da informação relegar estas tecnologias à tarefa para qual são apropriadas: a saber, como colaboradores “inteligentes” nas tarefas de rotina e de tomada de decisão, e não como tomadores de decisão independentes, cedendo aconselhamento para usuários leigos, sem um intermediário humano.listelement.badge.dso-typeItem, A participação dos usuários no desenvolvimento de sistemas de informação(Universidade Federal de São Carlos, 1995) Furnival, Ariadne Chloe Mary; https://lattes.cnpq.br/1291482506649810As abordagens tradicionais de design de sistemas de informação (SIs) computadorizados fundamentam-se em certos pressupostos técnicos que geralmente não englobam fatores sociais e psicológicos da organização na qual o novo sistema será implantado. Os custos de se ignorar tais fatores são as vezes altos, pois usuários insatisfeitos podem resistir ao uso do sistema, ou usá-lo de uma maneira diferente daquela para a qual foi originalmente projetado. As limitações das metodologias de design tradicionais têm sido mitigadas pela adoção de metodologias soft, que baseiam-se na ideia de que somente a participação contínua dos usuários no desenvolvimento do novo sistema pode evitar problemas futuros, pois são os usuários - e não o analista - que detêm o conhecimento especializado do seu trabalho, o que é necessário para a construção de um sistema de alta qualidade e, portanto, produtivo.