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dc.creatorGuethi, Amanda Fanny
dc.date.accessioned2018-07-16T19:28:22Z
dc.date.available2018-07-16T19:28:22Z
dc.date.issued2018-05-09
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10292
dc.description.abstractSince at least the 1950s, the fictional work of the Uruguayan writer Juan Carlos Onetti (1909-1994) has been read by a portion of specialized criticism from a supposed Baroque aesthetic: for others, Onetti's work would be baroque , for other non-baroque, both positions being understood as valuing depending on the objective of the critical appreciation and the conception regarding the literary that sustains such positions. This can be noticed, on the one hand, in the significant number of critical texts that approximate Onetti's literature to the Baroque, and, on the other, in the establishment of a set of elements that specify the Onethean style, but which functions both to affirm it as typically baroque - and exalting him for it - as if to deny it - which, too, earned him praise. From a reading i) that organizes the critical reception of the work of Juan Carlos Onetti, apprehending, in it, the discussions about the baroque, namely: criticism of observation (subdivided in criticism of negation, critic of drama and critical enthusiasm) and criticism of conceptualization (latent baroque, baroque fiction, open work and Cervantine heritage); ii) and who rescues the assumptions of his poetry in the set of his journalistic chronicles published in the Semanario Marcha (1939-1941) and his letters to his friend Julio Payró, this dissertation aims to analyze the latest Onetti novel, When (1993) as a novel-testament, with which the author closes the history of the city of Santa María and resumes, concluding, the process of his literary work, in the form of a diary that, as a genre, holds the narration of facts and comments on the narration act. In this analysis, the concepts of literary chronotope (BAKHTIN, 1990), of absurd subject and work (CAMUS, 1995) and of modern fiction (COSTA LIMA, 1986) are mobilized because, together, they allow to articulate the structural and thematic significance of the diary to the artistic presuppositions of the Uruguayan writer, emphasizing that the mentioned elements corroborate the substitution of the baroque adjective for cervantino.eng
dc.description.abstractDesde, por lo menos, la década de 1950, la obra ficcional del escritor uruguayo Juan Carlos Onetti (1909-1994) viene siendo leída, por una parte de la crítica especializada, a partir de una supuesta estética barroca. Mientras para algunos, la obra de Onetti sería barroca, para otros, no barroca, posiciones comprendidas como valoraciones que dependen tanto del objetivo de la apreciación crítica como de la concepción a respecto de lo literario que éstas sostienen. Esto se percibe, por un lado, en el significativo número de textos críticos que aproximan la literatura de Onetti al barroco y, por otro lado, en el establecimiento de un conjunto de elementos que especifica el estilo onettiano, en función del cual se lo afirma y se lo exalta como típicamente barroco, o bien, se lo rechaza, lo que también le rindió elogios. A partir de una lectura (i) que organiza la recepción crítica de la obra de Juan Carlos Onetti, considerando en la misma las discusiones sobre lo barroco – a saber: crítica de la constatación (subdividida en crítica de la negación, crítica detractora y crítica entusiasta) y crítica de la conceptualización (barroco latente, ficción barroca, obra abierta y herencia cervantina)–; (ii) y que recupera los presupuestos de su poética – formulados en el conjunto de sus crónicas periodísticas, publicadas en el Semanario Marcha (1939-1941), y en sus cartas a su amigo Julio Payró –, esta disertación tiene por objetivo analizar la última novela de Onetti, Cuando ya no importe (1993), como una novela-testamento, con la cual el autor cierra la historia de la ciudad de Santa María y retoma, a modo de conclusión, el proceso de su quehacer literario, en la forma de un diario que, en tanto género, comporta la narración de hechos y comentarios sobre el acto de narrar. En dicho análisis, son movilizados los conceptos de cronotopo literario (BAKHTIN, 1990), de sujeto y de obra absurdos (CAMUS, 1995) y de ficcional moderno (COSTA LIMA, 1986), dado que, en conjunto, permiten articular la significación estructural y temática del diario a los presupuestos artísticos del escritor uruguayo, posibilitando corroborar la substitución del adjetivo barroco por cervantino.spa
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectBarrocopor
dc.subjectRomance-testamentopor
dc.subjectHerança cervantinapor
dc.subjectLiteratura hispano-americanapor
dc.subjectOnetti, Juan Carlos, 1909-1994spa
dc.subjectCuando ya no importespa
dc.titlePara un barroco sin nombre: aproximações à estética onettiana em Cuando ya no importe (1993)por
dc.title.alternativePara un barroco sin nombre: aproximaciones a la estética onettiana en Cuando ya no importe (1993)spa
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Alves-Bezerra, Wilson
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1602719736498812por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2763020556963242por
dc.description.resumoDesde pelo menos a década de 1950, a obra ficcional do escritor uruguaio Juan Carlos Onetti (1909-1994) vem sendo lida, por uma parcela da crítica especializada, a partir de uma suposta estética barroca: para alguns, a obra de Onetti seria barroca, para outros não-barroca, entendidas ambas as posições como valorativas a depender do objetivo da apreciação crítica e da concepção a respeito do literário que sustentam tais posturas. Isso se percebe, por um lado, no significativo número de textos críticos que aproximam a literatura de Onetti do barroco, e, por outro, no estabelecimento de um conjunto de elementos que especifica o estilo onettiano, mas que funciona tanto para afirmá-lo como tipicamente barroco – e exaltá-lo por isso –, como para negá-lo – o que, também, lhe rendeu elogios. A partir de uma leitura i) que organiza a recepção crítica da obra de Juan Carlos Onetti, apreendendo, nela, as discussões sobre o barroco, a saber: crítica de constatação (subdividida em crítica de negação, crítica detratora e crítica entusiasta) e crítica de conceituação (barroco latente, ficção barroca, obra aberta e herança cervantina); ii) e que resgata os pressupostos de sua poética no conjunto de suas crônicas jornalísticas publicadas no Semanario Marcha (1939-1941) e de suas cartas ao amigo Julio Payró, esta dissertação tem por objetivo, assim, analisar o último romance de Onetti, Cuando ya no importe (1993) como um romance-testamento, com o qual o autor encerra a história da cidade de Santa María e retoma, concluindo, o processo de seu fazer literário, na forma de um diário que, enquanto gênero, comporta narração de fatos e comentários sobre o ato de narrar. Na referida análise, são mobilizados os conceitos de cronotopo literário (BAKHTIN, 1990), de sujeito e de obra absurdos (CAMUS, 1995) e de ficcional moderno (COSTA LIMA, 1986), porque, juntos, permitem articular a significação estrutural e temática do diário aos pressupostos artísticos do escritor uruguaio, destacando que os mencionados elementos corroboram a substituição do adjetivo barroco por cervantino.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Estudos de Literaturapor
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNASpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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