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dc.creatorRangel, Felipe
dc.date.accessioned2019-12-03T14:04:39Z
dc.date.available2019-12-03T14:04:39Z
dc.date.issued2019-06-07
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/12099
dc.description.abstractThis thesis describes and analyses the recent transformations in the informal commerce in São Paulo, especially with regard to the changes in the work for the agents involved. Given that the term “informal commerce” evokes a myriad of work situations and various processes of circulation, I indicate here the specific segment of this universe with which I developed research: they are traders in enclosed spaces, especially in the so-called "Feirinha da Madrugada" and in the new arcades and low-cost shopping centers in Brás region. Based on the ethnographic observation of the daily work of a group of traders, interviews and the monitoring of news about popular commerce in the last years, I tried to analyse the meanings and effects of the new regulation strategies of this market. I discuss these transformations mobilizing the idea of "enterprisation" of the informal commerce, framing in this notion the strategies of rearrangement of these commercial activities under the business logic, which have transformed the spaces, the forms of regulation and even the conduct, the perceptions and expectations of the subjects. The enterprisation of these markets has also made the engagement of other workers' profiles more plausible. Many of them left formal jobs, in a context of objective and symbolic precariousness of the wage relation. I argue that these informal trade reordering strategies have been promoted through a double narrative, responding to both the interests of economic exploitation and the discourse against certain illegalities and formalizing these activities via entrepreneurial logic. However, having seen the exclusionary effects of this formalization, there has been a kind of labour gentrification in these markets.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectComércio popularpor
dc.subjectEmpresarizaçãopor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectEmpreendedorismopor
dc.subjectFormalização excludentepor
dc.subjectInformal commerceeng
dc.subjectEnterprisationeng
dc.subjectWorkeng
dc.subjectEntrepreneurshipeng
dc.subjectExcluding formalizationeng
dc.titleA empresarização do comércio popular em São Paulo: trabalho, empreendedorismo e formalização excludentepor
dc.title.alternativeThe enterprisation of informal commerce in São Paulo: work, entrepreneurship and exclusionary formalizationeng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Lima, Jacob Carlos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9244132532446607por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1619003785230081por
dc.description.resumoEsta tese descreve e analisa transformações recentes no comércio popular em São Paulo, especialmente no que tange às mudanças no trabalho para os sujeitos ali engajados. Dado que o termo “comércio popular” evoca uma miríade de situações de trabalho e processos de circulação, indico aqui o segmento específico desse universo junto ao qual desenvolvi a pesquisa: são trabalhadores inseridos no comércio em espaços fechados, principalmente na chamada “Feirinha da Madrugada” e nas novas galerias e shoppings populares da região do Brás. A partir de observação etnográfica do cotidiano de trabalho de um grupo de comerciantes, realização de entrevistas e do acompanhamento de notícias sobre o comércio popular nos últimos anos, procurei analisar os sentidos e efeitos das novas estratégias de regulação desses mercados. Discuto essas transformações mobilizando a ideia de “empresarização” do comércio popular, enquadrando nessa noção as estratégias de reordenamento dessas atividades comerciais sob a lógica empresarial, que têm transformado os espaços, as formas de regulação e mesmo a conduta, as percepções e as expectativas dos sujeitos. A empresarização desses mercados, inclusive, tem tornando mais plausível o engajamento de outros perfis de trabalhadores, muitos deles deixando empregos formais, num contexto de precarização objetiva e simbólica da relação salarial. Argumento que essas estratégias de reordenamento do comércio popular têm sido promovidas através de uma dupla narrativa, respondendo tanto a interesses de exploração econômica quanto ao discurso de combate a determinados ilegalismos e formalização dessas atividades via lógica empreendedora. No entanto, tendo em vista os efeitos excludentes dessa formalização, tem-se produzido uma espécie de “gentrificação do trabalho” no comércio popular.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Sociologia - PPGSpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA::OUTRAS SOCIOLOGIAS ESPECIFICASpor
dc.description.sponsorshipIdFAPESP: 2015/12742-7por
dc.description.sponsorshipIdCAPES: código de financiamento - 001por
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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