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dc.creatorCastro, Cristina Maria de
dc.date.accessioned2016-06-02T19:25:30Z
dc.date.available2005-04-25
dc.date.available2016-06-02T19:25:30Z
dc.date.issued2002-02-27
dc.identifier.citationCASTRO, Cristina Maria de. Poder judiciário paulista: imagem e competição por poder simbólico retratadas na mídia.. 2002. 142 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2002.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/1497
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectSociologiapor
dc.subjectPoder judiciáriopor
dc.subjectSociologia das profissõespor
dc.subjectMídiapor
dc.titlePoder judiciário paulista: imagem e competição por poder simbólico retratadas na mídia.por
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Bonelli, Maria da Glória
dc.contributor.advisor1Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4786462A8por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4769294D7por
dc.description.resumoA luta da magistratura paulista por poder simbólico na mídia constituiu o foco desta pesquisa. Foram analisados os jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo no período compreendido entre os anos de 1988 a 1999, sendo a data de início marcada pela implementação da nova Carta e de um novo contexto caracterizado por maiores atribuições dadas ao Ministério Público e por um aumento das críticas à autonomia do Poder Judiciário. A partir do suporte bibliográfico da Sociologia das Profissões, a disputa da magistratura paulista por poder simbólico foi analisada em seus três níveis fundamentais: no primeiro, com relação ao Ministério Público, aos jornalistas e aos advogados; no segundo, dentro da própria profissão; e, por fim, dentro da esfera dos Três Poderes de Estado. Duas hipóteses nortearam esta pesquisa, sendo a primeira, a idéia de que a magistratura estaria conseguindo levar eficazmente à opinião pública, seu argumento de defesa da autonomia da instituição. E a segunda, a de que alguns (não todos, obviamente) conflitos entre o Legislativo e o Judiciário têm início em ações provenientes do campo dos profissionais do Direito, devido às competições internas a este universo, visando a manutenção ou ampliação do poder profissional e simbólico.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais - PPGCSopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApor


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