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dc.creatorCarreira, Daiane Cristina
dc.date.accessioned2016-06-02T18:55:25Z
dc.date.available2013-07-19
dc.date.available2016-06-02T18:55:25Z
dc.date.issued2013-06-14
dc.identifier.citationCARREIRA, Daiane Cristina. Chuva de sementes sob árvores isoladas em pastagens próximas a fragmentos florestais. 2013. 67 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Agrárias) - Universidade Federal de São Carlos, Araras, 2013.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/15
dc.description.abstractThe semideciduous seasonal forests in the state of São Paulo are highly fragmented due to the history of intensive human interventions in the landscape, especially agricultural activities. In this context, we selected the Basin Corumbataí (BHRC), São Paulo (22 ° 04'46 "and 22 ° 41'28" S, 47 ° 26'23 "and 47 ° 56'15'' W) to understand the role of native trees isolated in pastures consolidated in maintaining connectivity between forest fragments near. So we had a goal, answer the following questions: i) Isolation of native trees in pastures, determined by distance, proximity index, fragment size and forest cover (within a radius of 900 m from the isolated tree), as well as characteristics of isolated trees, height and crown area, can determine the abundance and richness of seeds derived from the seed rain under isolated trees? ii) The richness and abundance of seeds produced from the seed rain is greater under native trees isolated in pastures than inside fragments of semideciduous forests adjacent to pastures of BHRC? We installed 36 seed collectors with an area of 1.5 m2: 18 of them within three fragments, and the other 18 under isolated trees in pastures. We collected fortnightly for six months. We recognize, identify and categorize the seeds on the type of dispersal and seed size sampled. To answer the first question, we tested whether differences in the abundance and species richness could be determined by isolation and structural characteristics (height and crown area) of native trees in the pastures of BHRC regarding forest fragments. Conducted multiple regression analyzes using generalized linear models. To reply the second question, we performed an analysis of covariance to compare the richness and mean abundance of seeds among isolated trees and inside the fragments. We use the sort method of Non-Metric Multidimensional Scaling (NMDS) to ascertain the similarity in species composition in the two environments; use the rank-abundance curve to analyze evenness in the distribution of species in both environments. Regarding isolated trees in pastures, we found that those with higher canopy cover and closer to forest fragments exhibit greater abundance of animal dispersed seeds, especially when considering the seeds zoochoric "small" (<3 mm), whose abundances were higher in trees with greater canopy cover, closer to forest fragments and in areas with high forest cover. Plenty of seeds > 3 mm, anemochoric or autochorous as well as the wealth of animal dispersed anemochoric or autochorous, no significant differences in relation to the isolation of the trees. Comparing seed rain under trees and isolated within the forest fragments, found that forest fragments are richest and most abundant species arising from the rain, but the difference was expressed only in relations: total species richness anemochoric, being clearer results for the seeds between 3.0 mm and 10 mm and larger than 10 mm; abundance anemochoric of between 3.0 mm and 10 mm and the total wealth of animal dispersed, especially those smaller than 3.0 mm. NMDS analyzes revealed that most of the samples (both trees as isolated forest fragments) share the same species. Through rank-abundance curve, we found that the evenness in the abundance of species collected is distributed differently (p = 0.03) and between individual trees within the forest fragments, being more equitable within the fragments, in addition, more species were found in the interior of the fragments under isolated trees. Isolated trees in pastures can serve as recruitment points of seeds and plants and potentially contribute to maintaining the flow of propagules, acting as connectors between forest fragments scattered across the landscape. Nevertheless, the retention and conservation of forest fragments dispersed in agricultural matrices can contribute to the maintenance of seed rain, given the composition and structure of species present.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEcologiapor
dc.subjectDispersãopor
dc.subjectPaisagenspor
dc.subjectZoocóricapor
dc.subjectFacilitaçãopor
dc.subjectConectividadepor
dc.subjectFloresta estacional semidecidualpor
dc.subjectDinâmicapor
dc.subjectTrampolins ecológicospor
dc.subjectLandscapeeng
dc.subjectConnectivityeng
dc.subjectSemideciduous foresteng
dc.subjectDynamiceng
dc.subjectStepping stoneseng
dc.titleChuva de sementes sob árvores isoladas em pastagens próximas a fragmentos florestaispor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Penha, Alessandra dos Santos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9799774247477252por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7398546621372702por
dc.description.resumoAs Florestas Estacionais Semideciduais do interior do estado de São Paulo encontram-se fortemente fragmentadas devido ao histórico intensivo de intervenções humanas na paisagem, destacando-se as atividades agropecuárias. Nesse contexto, selecionamos a Bacia Hidrográfica do rio Corumbataí (BHRC), São Paulo (22°04'46" e 22°41'28"S; 47°26'23" e 47°56'15''W), para entender parte do papel das árvores nativas isoladas em pastagens consolidadas na manutenção da conectividade entre fragmentos florestais próximos. Assim, tivemos por objetivo responder às seguintes questões: i) O isolamento de árvores nativas em pastagens, determinado pela distância, índice de proximidade, tamanho do fragmento e cobertura florestal (num raio de 900 m a partir da árvore isolada), bem como características das árvores isoladas, altura e área da copa, podem determinar a abundância e riqueza de sementes oriundas da chuva de sementes sob as árvores isoladas? ii) A riqueza e abundância de sementes advindas da chuva de sementes é maior sob árvores nativas isoladas em pastagens que no interior de fragmentos de florestas estacionais semideciduais adjacentes às pastagens da BHRC? Instalamos 36 coletores de sementes com área de 1,5 m2: 18 deles no interior de três fragmentos; e os outros 18 sob árvores isoladas em pastagens. Fizemos coletas quinzenais durante seis meses. Triamos, contabilizamos, identificamos e categorizamos as sementes quanto à síndrome de dispersão e o tamanho das sementes amostradas. Para responder à primeira pergunta, testamos se as diferenças na abundância e riqueza de espécies poderiam ser determinadas pelo isolamento e características estruturais (altura e área da copa) das árvores nativas nas pastagens da BHRC em relação aos fragmentos florestais. Realizamos análises de regressão múltipla, utilizando modelos lineares generalizados. Para responder à segunda pergunta, realizamos análises de covariância para comparar a riqueza e abundância média de sementes entre as árvores isoladas e no interior dos fragmentos. Utilizamos o método de ordenação de Escalonamento Multidimensional Não-Métrico (NMDS) para averiguar a similaridade na composição de espécies nos dois ambientes; utilizamos o gráfico da curva de ranking-abundância para analisar a equitatividade na distribuição das espécies nos dois ambientes. A respeito das árvores isoladas nas pastagens, verificamos que aquelas com maior cobertura de copa e mais próximas aos fragmentos florestais apresentam maior abundância de sementes zoocóricas, especialmente quando consideramos as sementes zoocóricas pequenas (< 3 mm), cujas abundâncias foram maiores em árvores com maior cobertura de copa, mais próximas ao fragmentos florestais e em áreas com maior cobertura florestal. A abundância de sementes > 3 mm, anemocóricas ou autocóricas, bem como a riqueza de zoocóricas, anemocóricas ou autocóricas, não apresentaram diferenças significativas em relação ao isolamento das árvores. Comparando a chuva de sementes sob árvores isoladas e no interior dos fragmentos florestais, encontramos que os fragmentos florestais são mais ricos e abundantes em espécies advindas da chuva; porém, a diferença significativa foi expressa apenas nas relações: riqueza total de espécies anemocóricas, sendo mais evidentes os resultados para as sementes entre 3,0 mm e 10 mm e maiores que 10 mm; abundância de anemocóricas entre 3,0 mm e 10 mm e a riqueza total de zoocóricas, principalmente naquelas menores que 3,0 mm. As análises de NMDS revelaram que a maior parte das amostras coletadas (tanto das árvores isoladas quanto dos fragmentos florestais) compartilham as mesmas espécies. Pela curva de ranking-abundância, verificamos que a equitatividade na abundância de espécies coletadas distribui-se de maneira distinta (p = 0,03) entre árvores isoladas e no interior dos fragmentos florestais, sendo mais equitativo no interior dos fragmentos; além disso, foram encontradas mais espécies no interior dos fragmentos que sob as árvores isoladas. As árvores isoladas em pastagens podem servir como pontos de recrutamento de sementes e propágulos e potencialmente contribuir para manutenção do fluxo de propágulos, atuando como conectores entre fragmentos florestais dispersos pela paisagem. Não obstante, a permanência e conservação dos fragmentos florestais dispersos em matrizes agrícolas podem contribuir para a manutenção da chuva de sementes, dada a composição e estrutura de espécies que apresentam.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Agricultura e Ambientepor
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIApor


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