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dc.creatorCoelho, Juliana Affonso Gomes
dc.date.accessioned2016-06-02T19:00:23Z
dc.date.available2011-10-18
dc.date.available2016-06-02T19:00:23Z
dc.date.issued2011-02-18
dc.identifier.citationCOELHO, Juliana Affonso Gomes. Saberes e práticas de saúde em campo: um olhar antropológico sobre a estratégia de saúde da família na Praia Azul - SP. 2011. 182 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/200
dc.description.abstractThe purpose of this research was originally the anthropological study of multidisciplinary teams of Family Health Program (PSF), realized from ethnography in a city of São Paulo, in which I intend to observe the interaction between different discursive fields and professional practices. It was noted, however, that the multidisciplinary teams studied could be divided into two types of teams: a hierarchical, formed by all legitimate health professionals (doctors, nurses and nursing assistants), and a more egalitarian, just conformed by Community Health Agents (ACS). Moreover, by exploring the theme through ethnographic research, was also shown that knowledge and health practices in the field were crossed by the paradigm of health promotion, which not only sought to reorient the demand of users of public health, but sought to transform them, through educational processes, in subjects of citizenship. For this, an analysis of this process was made, focusing particularly on the role and training of ACS, since they emerged not only as mediators between biomedical knowledge and popular knowledge, but also showed themselves capable of switching between these two roles: the interventionist state and the interlocutor of the community. Thus, if the ambiguity of the ACS reveal, on hand, the normative character of the strategy, on the other hand, showed an opening for the emergence of citizenship, which allowed the problematization of the health citizention project implicit in public health politics, as the coexistence of contradictory models within the same program and the same health equipment. Then we saw that the Family Health Strategy presents paradoxes and inconsistencies in the operationalization of the program, some of which may bind that it consolidates as a guideline of SUS and must be object of reflection, in order that the program does not become just a model manager without the effective care counterparty expected of a health care service in public health.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAntropologia da saúdepor
dc.subjectSaúde públicapor
dc.subjectPrograma Saúde da Família (Brasil)por
dc.subjectEquipe multiprofissionalpor
dc.subjectEducação e saúdepor
dc.subjectCidadaniapor
dc.subjectPublic healtheng
dc.subjectHealth anthropologyeng
dc.subjectFamily Health Program (PSF)eng
dc.subjectMultidisciplinary teameng
dc.subjectPedagogy of healtheng
dc.subjectCitizenshipeng
dc.titleSaberes e práticas de saúde em campo: um olhar antropológico sobre a estratégia de saúde da família na Praia Azul - SPpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Cardoso, Marina Denise
dc.contributor.advisor1Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4781692Z8por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6527508770284131por
dc.description.resumoO objetivo desta pesquisa foi, originalmente, o estudo antropológico das equipes multiprofissionais do Programa de Saúde da Família (PSF), realizado a partir da etnografia em um município do Estado de São Paulo, na qual se procurou observar a interação entre diferentes campos discursivos e práticas profissionais. Constatou-se, entretanto, que as equipes multiprofissionais estudadas podiam ser divididas em dois tipos de equipe: uma hierárquica, conformada por todos os profissionais de saúde legitimados (médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem), e outra, mais igualitária, conformada apenas pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Além disso, ao explorar o tema por meio da pesquisa etnográfica, foi também evidenciado que os saberes e as práticas de saúde em campo eram atravessados pelo paradigma da promoção da saúde, a qual não só buscava reorientar a demanda dos usuários da saúde pública, mas visava a transformá-los, por meio de processos pedagógicos, em sujeitos de cidadania. Para tanto, foi feita uma análise desse processo, focando-se, particularmente, na atuação e formação dos ACS, dado que eles surgiam não só como mediadores entre o saber biomédico e o saber popular, mas também se mostravam capazes de transitar entre estes dois papéis: o de interventor do Estado e o de interlocutor da comunidade. Assim, se por um lado a ambigüidade do ACS revelava o caráter normatizador da estratégia, por outro, mostrava uma brecha para a emergência da cidadania, o que permitiu tanto a problematização do projeto de cidadanização na saúde implícito nas políticas públicas de saúde, quanto da coexistência de modelos contraditórios dentro de um mesmo programa e de um mesmo equipamento de saúde. Vimos, então, que a Estratégia de Saúde da Família apresenta paradoxos e incongruências na operacionalização do programa, algumas das quais podem comprometer sua consolidação como eixo norteador do SUS e devem ser objeto de reflexão, a fim de que o programa não se transforme apenas em um modelo gestor sem a contraparte assistencial efetiva que se espera de um serviço de atenção em saúde pública.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGASpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApor


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