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dc.creatorJardim, Alex Fabiano Correia
dc.date.accessioned2016-06-02T20:12:11Z
dc.date.available2007-11-09
dc.date.available2016-06-02T20:12:11Z
dc.date.issued2007-04-27
dc.identifier.citationJARDIM, Alex Fabiano Correia. Como sair da ilha da minha consciência : Gilles Deleuze e uma crítica à subjetividade transcendental em Edmund Husserl.. 2007. 219 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2007.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/4747
dc.description.abstractLe travail a comme théme la présentation d une critique à la phénoménologie d Edmund Husserl, à travers la pensée de Gilles Deleuze. Tout le parcours philosophique de ces deux auteurs a été remarquable, étant donné le fait que chacun à sa propre manière, a parlé de la problématique du sujet de façon différente, tous les deux possédant le problème de la genèse ( tantôt active, tantôt passive) comme champ conceptuel pour l établissement d une « image de la pensée ». Une série de conversations a possibilité le développement du théme, par exemple, l importance de la philosophie de Gilbert Simondon, pour que Deleuze structure sa critique par rapport à la notion de champ transcendantal ou une philosophie du sujet, des propos précieux pour la phénoménologie. Simondon présente une philosophie « des moyens d individuation » au lieu de n importe quelle idée de principe originaire (ou synthèse subjective). Donc, le complet intérêt de Gilles Deleuze vis-à-vis l uvre de Simondon, en tant que « traversée » du concept de subjectivité au concept d hecceité. Clôturant, la recherche se penchera sur l uvre de Michel Tournier : « Vendredi ou les limbes du Pacifique », et sur l importânce de ce texte pour qu on puisse présenter le personnage « Robinson » de Tournier comme exemple net de deux perspectives : la phénoménologique husserlienne où il y a un procés constitutif de donation de sens à l île de Speranza, voie conscience originaire, et la contre-phénoménologique deleuzienne à partir de la dissolution de la forme-je commo synthèse unificatrice du sens, et de l éablissement de l île de Speranza comme champ d immanence pur, absolu et non-subjectif.fra
dc.description.sponsorshipInstituto Internacional de Ecologia
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFilosofia contemporâneapor
dc.subjectFenomenologiapor
dc.subjectPlano de imanênciapor
dc.subjectSubjetividade transcendentalpor
dc.subjectGênese ativa e gênese passivapor
dc.subjectDissolução da forma-eupor
dc.subjectSubjectivité transcendantalefra
dc.subjectPhénoménologiefra
dc.subjectPlan d immanencefra
dc.subjectHecceitéfra
dc.subjectPré-individualitéfra
dc.subjectDissolution de la forme-jefra
dc.subjectNouvelles formes de viefra
dc.subjectGenèse active et genèse passivefra
dc.titleComo sair da ilha da minha consciência : Gilles Deleuze e uma crítica à subjetividade transcendental em Edmund Husserl.por
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Marques, Silene Torres
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4822141288006918por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5574950503189991por
dc.description.resumoO trabalho tem como temática apresentar uma crítica à fenomenologia de Edmund Husserl através do pensamento de Gilles Deleuze. Todo percurso filosófico desses dois autores foi bastante distinto, pois cada um, à sua maneira, tratou da problemática do sujeito de maneira diferenciada, ambos tendo o problema da gênese (ora ativa, ora passiva) como campo conceitual problematico para o estabelecimento de uma imagem do pensamento . Uma série de conversações possibilitou o desenvolvimento do tema, como por exemplo, a importância da filosofia de Gilbert Simondon para Deleuze constituir sua critica em relação à noção de campo transcendental ou filosofia do sujeito, temas preciosos para a fenomenologia. Simondon apresenta uma filosofia dos modos de individuação em lugar de qualquer idéia de principio originário (ou síntese subjetiva). Daí, o pleno interesse de Gilles Deleuze pela obra de Simondon como uma travessia do conceito de subjetividade ao conceito de hecceidade. Por fim, a pesquisa se debruçará sobre a obra de Michel Tournier, Sexta-feira ou os limbos do Pacífico e da importância deste texto para apresentarmos o personagem Robinson de Tournier como exemplo claro de duas perspectivas: a fenomenológica husserliana onde há todo o processo de constituição de doação de sentido à Ilha de Speranza via uma consciência originária, e a antifenomenológica deleuzeana a partir da dissolução da forma-eu como síntese unificadora do sentido e do estabelecimento da Ilha de Speranza como campo de imanência puro, absoluto e assubjetivo.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofia e Metodologia das Ciênciaspor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor


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