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dc.creatorHenriques, Fernando Meireles Monegalha
dc.date.accessioned2016-06-02T20:13:11Z
dc.date.available2010-09-30
dc.date.available2016-06-02T20:13:11Z
dc.date.issued2010-03-12
dc.identifier.citationHENRIQUES, Fernando Meireles Monegalha. Tensão e extensão: ensaio sobre a ontologia bergsoniana. 2010. 250 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2010.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/4856
dc.description.abstractIn this work, our aim is to show how Bergson s consciousness analysis is linked to his ontology. For that, we will begin with an analysis of temporal dimensions that are implicit in the idea of duration. Then, we will approach the idea that Bergson thinks our consciousness as a temporal field within past, present and future are linked. From there, we will try to show that this temporal field acknowledges several levels, as he put forward by his degrees of duration s theory. Thereafter, we will be ready to display the internal link between temporality and ontology according to Bergson, insofar our consciousness will be, for the French philosopher, just one of varied levels composing real s internal structure, insomuch other degrees of duration can be thought being high or low from this average temporal degree that our subjectivity is. Low: minimal temporality of our own body and lowermost duration of the matter. High: the concretion of duration or eternity of life , which is going to be called God by Bergson. In all these cases, the point is to think in duration, that is, to think varied strata of real by their temporal features, defining their respective places in a sole temporal structure, that we can go through by our own being s immanent intuition, in a movemente which Bergson will assert to be the metaphysics itself . These varied degrees of duration, in turn, will reveal being in a reverse relation to the consciousness extension: the bigger the past contraction made by our consciousness, that is, the bigger its intensity, the lesser its extension in the world. We will attempt to show that this idea of a reverse relation between the duration degrees and extension ones permeates a large part of Bergson s work, and it is very helpful in order to make Bergson s work clearer. Finally, our aim is to show how Bergson thinks his ontology from a genetic point of view: for that, we will elucidate what the concept of vital impulse hides and we will understand what the singular procession presented by Bergson in the third chapter of Creative Evolution consists of.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectOntologiapor
dc.subjectEspaço e tempopor
dc.subjectIntuiçãopor
dc.subjectMetafísicapor
dc.subjectFilosofia francesapor
dc.subjectTempo (Filosofia)por
dc.subjectGraus de duraçãopor
dc.subjectTemporalidadepor
dc.subjectMatériapor
dc.subjectCorpopor
dc.subjectDuration degreeseng
dc.subjectTemporalityeng
dc.subjectOntologyeng
dc.subjectMattereng
dc.subjectBodyeng
dc.titleTensão e extensão: ensaio sobre a ontologia bergsonianapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Marques, Silene Torres
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4822141288006918por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6598854428295430por
dc.description.resumoNo presente trabalho, procuraremos mostrar como se articulam a análise da consciência de tempo empreendida por Bergson e sua ontologia. Para tanto, partiremos de uma análise das dimensões temporais implícitas na ideia de duração, para daí chegar à ideia de que Bergson pensa nossa consciência como um campo temporal onde se articulam passado, presente e futuro. A partir disso, buscaremos mostrar que esse campo temporal admite para Bergson diversos níveis, como ele procurou mostrar por meio de sua teoria dos graus de duração. Será a partir desse momento que poderemos mostrar a articulação interna entre temporalidade e ontologia para Bergson, na medida em que nossa consciência será para o filósofo francês somente um dos diversos níveis que compõem a estrutura interna do real, sendo que diversos outros graus de duração podem ser pensados acima e abaixo dessa faixa temporal mediana que é a nossa subjetividade. Abaixo: a temporalidade mínima de nosso corpo próprio e a duração ínfima da matéria. Acima: a concreção da duração ou eternidade de vida , que Bergson chamará de Deus. Em todos estes casos, tratar-se-á de pensar em duração, isto é, de pensar os diversos estratos do real a partir de seus aspectos temporais, definindo seus respectivos lugares numa estrutura temporal única, que podemos percorrer por meio de uma intuição imanente de nosso próprio ser, num movimento que Bergson declarará ser a própria metafísica . Esses diversos graus de duração, por sua vez, revelarão estar numa relação inversa com a extensão da consciência: quanto maior a contração do passado operada por nossa consciência, isto é, quanto maior sua intensidade, menor a extensão que ela ocupa no mundo. Buscaremos mostrar que essa ideia de uma relação inversa entre os graus de duração e de extensão permeia grande parte da obra de Bergson, e nos ajuda bastante a esclarecê-la. Por fim, buscaremos mostrar como Bergson pensa sua ontologia de um ponto de vista genético: para tanto, buscaremos elucidar o que está por trás do conceito de impulso vital e compreender no que consiste a singular processão que Bergson nos apresenta no terceiro capítulo de A evolução criadora.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofia e Metodologia das Ciênciaspor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor


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