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dc.creatorRates, Bruno Batista
dc.date.accessioned2016-06-02T20:13:14Z
dc.date.available2013-07-29
dc.date.available2016-06-02T20:13:14Z
dc.date.issued2012-07-03
dc.identifier.citationRATES, Bruno Batista. Vida e conhecimento da vida em Henri Bergson. 2012. 160 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/4876
dc.description.abstractThe notion of life occupies a special place in Bergson s philosophy. However, far from being univocal, the meaning of this term shows different significations throughout his thought. A decisive change of this concept can be identified in the passage that leads us from the Time and free will to Matter and memory. More specifically, it seems that Bergson offers a new philosophical program in the last chapter of the book of 1896 which is radicalized in 1907 in a way even more surprising. If in a first moment, with the intend to separate space from duration, the French thinker reserves to the biological and empirical dimension of life a character almost completely spacializing and pragmatic , in Creative evolution this dimension will be identified, in a certain sense, to the idea of duration itself, chiefly because of the arrival of a controversial concept, the vital impulse (élan vital). But what takes Bergson to this inflection? We understand that the beginning of this turn and the reasons that take him to produce that change are resulting from two exigencies, related with each other: the first one, directly related to the evidence of the evolutionary theory (Lamarck, Darwin and Spencer) and the necessity of thinking it with the hypothesis of the duration; the second one, tied more specifically to Bergson s thought itself, is concerned to the cohesion that gives to his philosophy a unity of meaning. In other terms: in extending the hypothesis of duration to the material reality in Matter and memory, wouldn t Bergson be forced to amplify his understanding of the organic and the inorganic and, therefore, of life itself? But how can we attribute, at the same time, specificity to the living being, since it now coincides with matter? Can we identify in this point the creative aspect of evolution, the vital impulse (élan vital)? How is it possible to think, within those questions, the indiscernibility between theory of knowledge and theory of life , as it is proposed in Creative evolution? It is in relation to these problems that we try to circumscribe our research.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFilosofiapor
dc.subjectEpistemologiapor
dc.subjectMetafísicapor
dc.subjectVidapor
dc.subjectMatériapor
dc.subjectBergsonpor
dc.subjectLifeeng
dc.subjectMattereng
dc.subjectEpistemologyeng
dc.subjectMetaphysicseng
dc.titleVida e conhecimento da vida em Henri Bergsonpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Pinto, Débora Cristina Morato
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1311151012002541por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6947290677550050por
dc.description.resumoA noção de vida ocupa um lugar todo especial na filosofia de Bergson. No entanto, longe de ser unívoca, a significação deste termo apresenta diferentes contornos ao longo de sua obra. Uma mudança decisiva no que concerne ao sentido deste conceito pode ser identificada na passagem que conduz O Ensaio sobre os dados imediatos da consciência a Matéria e memória. Mais especificamente, parece que Bergson propõe um programa filosófico revigorado a partir do último capítulo do livro de 1896 para, somente em 1907, radicalizá-lo de uma maneira ainda mais surpreendente. Se em um primeiro momento, ao procurar a todo custo separar o espaço da duração, o pensador francês reserva à dimensão biológica e empírica da vida um caráter quase que completamente espacializante e pragmático , em A evolução criadora esta mesma dimensão será pareada, em certo sentido, à própria idéia de duração, sobretudo devido ao advento de um controverso conceito, o elã vital. Mas o que leva Bergson a tal inflexão? Entendemos que o germe desta virada e os motivos que o levaram a engendrar tal mudança provêm de duas exigências, relacionadas entre si: a primeira, diretamente ligada à evidência das teorias evolucionistas (Spencer, Darwin e Lamarck, notadamente) e à respectiva necessidade de pensa-las em conformidade com a hipótese da duração; a segunda, mais específica, diz respeito ao movimento do pensamento bergsoniano, quer dizer, à coesão que confere unidade de sentido à sua própria filosofia, donde surgem algumas questões que gostaríamos de levantar. Ao estender a hipótese da duração à realidade material em Matéria e memória, não estaria Bergson forçado a amplificar seu entendimento acerca do orgânico e do inorgânico e, consequentemente, da própria vida? Mas como conferir, ao mesmo tempo, uma especificidade ao vivente, já que, de algum modo, ele passaria a coincidir com a matéria? Não se alocaria justamente aí o aspecto criativo da evolução, o elã vital? Como é possível pensar, no interior destas questões, a indiscernibilidade entre teoria do conhecimento e teoria da vida, tal como é proposta em A evolução criadora? É no entorno destes problemas que tentamos circunscrever nossa pesquisa.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia - PPGFilpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor


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