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dc.creatorRibeiro, Pedro José Floriano
dc.date.accessioned2016-06-02T19:14:24Z
dc.date.available2009-09-21
dc.date.available2016-06-02T19:14:24Z
dc.date.issued2008-08-27
dc.identifier.citationRIBEIRO, Pedro José Floriano. Dos sindicatos ao governo: a organização nacional do PT de 1980 a 2005. 2008. 307 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2008.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/948
dc.description.abstractThe thesis main goal was to test the partial applicability of the cartel party model (Katz and Mair), to understand the transformations in the national structure of the Workers Party (Partido dos Trabalhadores PT) between 1980 and 2005. The main hypotheses of the research derive directly from two of the three defining elements of such model. The secondary purpose was to build a general vision of the party organization during the period, focused on institutional changes, emphasizing motivations, strategies and conflicts associated to such changes. Two analytical dimensions were utilized: the functional and the organizational. On the functional dimension we detected that, during 25 years, the petista organization established a solid relationship with the state, and an estrangement from civil society. Such state links became essential for the party survival. The new situation affected the balance of power inside the party. On the organizational dimension, we observe a strengthening and greater autonomy of the party in public office , even capable to dominate the party in central office . On the other hand, the strategies of hegemonic party faction (Articulação/Campo Majoritário) shattered the intra-party democracy, increasing the importance and autonomy of the party in central office , while the party membership became less significant. The Michels iron law of oligarchy was corroborated: the Workers Party of Brazil could not escape from your oligarchization. If the party in public office and party leadership win with this new balance of power, there is only one looser: the party membership.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPartido dos Trabalhadorespor
dc.subjectPartidos políticospor
dc.subjectOrganização partidáriapor
dc.subjectBrasil - eleiçõespor
dc.subjectPTpor
dc.subjectWorkers Party - PTeng
dc.subjectPolitical partieseng
dc.subjectParty organizationeng
dc.subjectPolitics and elections in Brazileng
dc.titleDos sindicatos ao governo: a organização nacional do PT de 1980 a 2005por
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Azevedo, Fernando Antonio Farias de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4793934T8por
dc.creator.Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4775734U0por
dc.description.resumoO objetivo central da tese foi testar a adequação de dois dos elementos definidores do modelo de partido cartel (Katz e Mair) para compreender as transformações da estrutura nacional do Partido dos Trabalhadores entre 1980 e 2005. As hipóteses principais da pesquisa, a serem testadas em relação ao PT, originaram-se diretamente dos aspectos constitutivos desse modelo. O objetivo secundário da tese foi construir um quadro geral da evolução organizativa do partido nesse período, com o foco nos processos de mudança institucional, destacando motivações, estratégias e conflitos envolvidos nessas mudanças. Duas dimensões de análise foram empregadas: a funcional e a organizativa. Na dimensão funcional constatamos que, ao longo de um quarto de século, a organização petista estabeleceu laços cada vez mais sólidos com o Estado, ao mesmo tempo em que se afastava da sociedade civil. Os vínculos estatais passaram a ser centrais para a sobrevivência organizativa. A progressiva inserção estatal do partido alterou as relações internas de poder. Na dimensão organizativa, constatamos a emergência de uma face pública cada vez mais forte e autônoma, capaz inclusive de dominar a direção partidária. Por outro lado, estratégias da Articulação/Campo Majoritário desconstruíram a democracia intrapartidária, reforçando o papel da direção nacional, que ganhou em autonomia vis-à-vis à base partidária. Causa e efeito dessa situação, a lei de ferro de Michels mostrou-se válida: o PT não escapou à tendência de oligarquização de sua direção. Se face pública e direção partidária ganharam nesse novo equilíbrio interno de forças, houve apenas um perdedor: a base de filiados do PT.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciência Políticapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICApor


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