Qual a variação percentilar da força neuromuscular em pessoas idosas determina o declínio da velocidade de caminhada a longo prazo? Evidências do English Longitudinal Study of Ageing
| dc.contributor.advisor-co1 | Luiz, Mariane Marques | |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6873656781346891 | por |
| dc.contributor.advisor-co1orcid | https://orcid.org/0000-0001-5563-6354 | por |
| dc.contributor.advisor1 | Alexandre, Tiago da Silva | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5393622641681701 | por |
| dc.contributor.advisor1orcid | https://orcid.org/0000-0003-3791-9793 | por |
| dc.contributor.author | Machado, Yasmin Oliveira | |
| dc.contributor.authorlattes | http://lattes.cnpq.br/7251752365535635 | por |
| dc.contributor.authororcid | https://orcid.org/0000-0001-6589-5499 | por |
| dc.date.accessioned | 2024-10-10T11:53:35Z | |
| dc.date.available | 2024-10-10T11:53:35Z | |
| dc.date.issued | 2024-09-09 | |
| dc.description.abstract | Population aging brings significant challenges to maintaining mobility, which is essential for independence and quality of life. Neuromuscular strength (NS), commonly measured by handgrip strength (HGS), is recognized as a crucial factor in maintaining mobility in older adults, and when reduced, it is an indicator for identifying individuals at risk of mobility decline. However, conventional cutoff points used to measure HGS ignore percentile variations over time, limiting the effectiveness of early detection of the risk of functional decline. Objective: This longitudinal study aimed to investigate the relationship between percentile variation in neuromuscular strength (NS) and decline in walking speed (WS) in older adults over twelve years of follow-up. Methodology: The study was conducted with 4,541 participants from the ELSA Study, all aged 60 years or older. NS was measured by handgrip strength (HGS), and its variation over four, eight, and twelve years relative to the baseline was classified into groups: maintained NS within ±5%, increased NS by 5% to 10%, 10% to 15%, 15% to 20%, or more than 20%, as well as reduced NS by the same percentages. Generalized linear mixed models were used to analyze WS trajectories in meters per second (m/s) based on NS variations, adjusted for sociodemographic, behavioral, and clinical characteristics. Results: Participants who reduced NS by 15% to 20% (-0.007 m/s per year, 95% CI: -0.013 to -0.002) and more than 20% (-0.004 m/s per year, 95% CI: -0.007 to -0.001) showed a greater decline in WS over time compared to those whose NS remained stable (± 5%). This resulted in a decline of -0.189 m/s and -0.144 m/s in WS, respectively, over twelve years. Conclusion: A loss of 15% or more in NS is associated with a reduction in WS. The implications of this study highlight the need for more dynamic and individualized monitoring of NS in clinical practice, enabling earlier and more personalized preventive interventions to minimize mobility decline and, consequently, preserve the functional independence of older adults. | eng |
| dc.description.resumo | Introdução: O envelhecimento populacional traz desafios significativos para a manutenção da mobilidade, essencial para a independência e qualidade de vida. A força neuromuscular (FN), usualmente mensurada pela força de preensão manual (FPM), é reconhecida como fator crucial para a manutenção da mobilidade em pessoas idosas, e quando reduzida, é um indicador para a identificação de indivíduos em risco de declínio da mobilidade. Entretanto, os pontos de corte convencionais utilizados para medir a FPM ignoram as variações percentilares ao longo do tempo, limitando a eficácia na detecção precoce do risco de declínio funcional. Objetivo: Este estudo longitudinal teve como objetivo investigar a relação entre a variação percentilar da força neuromuscular (FN) e o declínio na velocidade de caminhada (VC) em pessoas idosas em doze anos de acompanhamento. Metodologia: O estudo foi conduzido com 4.541 participantes do English Longitudinal Study of Ageing (ELSA), todos com 60 anos ou mais. A FN foi mensurada pela força de preensão manual (FPM) e a sua variação ao longo de quatro, oito e doze anos em relação à linha de base foi classificada em grupos: manteve a FN em ±5%, aumentou a FN entre 5% a 10%, entre 10% a 15%, entre 15% e 20%, ou mais de 20%, bem como reduziu a FN nessas mesmas porcentagens. Modelos mistos lineares generalizados foram usados para analisar as trajetórias da VC em metros por segundo (m/s) com base nas variações da FN, ajustados por características sociodemográficas, comportamentais e clínicas. Resultados: Os participantes que reduziram a FN entre 15% a 20% (-0,007 m/s por ano, IC95%: -0,013 a -0,002) e mais de 20% (-0,004 m/s por ano, IC95%: -0,007 a -0,001) apresentaram um declínio maior na VC ao longo do tempo em comparação àqueles cuja FN se manteve estável (± 5%). Isso resultou em um declínio de -0,189 m/s e -0,144 m/s da VC, respectivamente, em doze anos. Conclusão: A perda a partir de 15% da FN está associada à redução da VC. As implicações deste estudo apontam para a necessidade de um monitoramento mais dinâmico e individualizado da FN na prática clínica, possibilitando intervenções preventivas mais precoces e personalizadas, com o objetivo de minimizar o declínio da mobilidade e, consequentemente, preservar a independência funcional de pessoas idosas. | por |
| dc.description.sponsorship | Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) | por |
| dc.description.sponsorshipId | 2023/14294-8, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo | por |
| dc.identifier.citation | MACHADO, Yasmin Oliveira. Qual a variação percentilar da força neuromuscular em pessoas idosas determina o declínio da velocidade de caminhada a longo prazo? Evidências do English Longitudinal Study of Ageing. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gerontologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20773. | por |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20773 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade Federal de São Carlos | por |
| dc.publisher.address | Câmpus São Carlos | por |
| dc.publisher.course | Gerontologia - Gero | por |
| dc.publisher.initials | UFSCar | por |
| dc.rights | Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Envelhecimento | por |
| dc.subject | Ageing | eng |
| dc.subject | Longitudinal studies | eng |
| dc.subject | Estudos longitudinais | por |
| dc.subject | Handgrip strength | eng |
| dc.subject | Força de preensão manual | eng |
| dc.subject | Muscle weakness | eng |
| dc.subject | Fraqueza Muscular | por |
| dc.subject | Mobility limitation | eng |
| dc.subject | Limitação da mobilidade | por |
| dc.subject | Walking speed | eng |
| dc.subject | Velocidade de marcha | por |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIA | por |
| dc.title | Qual a variação percentilar da força neuromuscular em pessoas idosas determina o declínio da velocidade de caminhada a longo prazo? Evidências do English Longitudinal Study of Ageing | por |
| dc.title.alternative | Which percentilar variation in neuromuscular strength in elderly people determines the decline in long-term walking speed? Evidence from the English Longitudinal Study of Ageing | eng |
| dc.type | TCC | por |
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