“Não existe branquitude”: um estudo sobre a articulação entre os conceitos de branquitude e negação

dc.contributor.advisor1Câmara, Leonardo Cardoso Portela
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0876503068661138
dc.contributor.authorFreitas, Ivo Gabriel Belucci de
dc.date.accessioned2025-12-15T19:06:03Z
dc.date.issued2025-12-02
dc.description.abstractWhiteness, defined as a structure of power and white racial identity, relates to the psychoanalytic concept of denial, as a defense mechanism that, according to Freud, allows the emergence of unconscious contents under the condition of being denied. In Brazil, Lélia Gonzalez points to denial as the basis of structural racism, highlighting how Brazilian culture erases the African contribution and reinforces the universality of whiteness. Therefore, this work aims to investigate the relationship between the concepts of denial, drawing on theoretical contributions from psychoanalysis and sociology, in order to understand how the defense mechanism of denial, through the suspension of repression, contributes to the construction of white racial identity and the maintenance of its privileges in Brazilian society. To this end, an analysis of psychoanalytic and sociological works will be carried out, following Garcia-Roza's (1991) model of theoretical psychoanalytic research.eng
dc.description.resumoA branquitude, definida como estrutura de poder e identidade racial branca, relaciona-se ao conceito psicanalítico de negação, enquanto mecanismo de defesa que, segundo Freud, permite a emergência de conteúdos inconscientes sob a condição de serem negados. No Brasil, Lélia Gonzalez aponta a negação como base do racismo estrutural, ao evidenciar como a cultura brasileira apaga a contribuição africana e reforça a universalidade da branquitude. Dessa forma, o presente trabalho pretende investigar como se dá a relação entre os conceitos de negação, a partir do encontro de subsídios teóricos da psicanálise e da sociologia, a fim de entender como o mecanismo de defesa da negação, a partir da suspensão do recalque, contribui para a construção da identidade racial branca e da manutenção dos seus privilégios na sociedade brasileira. Para tanto, será realizada uma análise de obras psicanalíticas e de obras sociológicas, seguindo o modelo de Garcia-Roza (1991) de pesquisa em psicanálise do tipo teórico.
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipId2025/00402-9
dc.identifier.citationFREITAS, Ivo Gabriel Belucci de. “Não existe branquitude”: um estudo sobre a articulação entre os conceitos de branquitude e negação. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/23228.*
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/23228
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCâmpus São Carlos
dc.publisher.coursePsicologia - Psi
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
dc.subjectBranquitude
dc.subjectNegação
dc.subjectPrivilégios
dc.subjectRacismo
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA SOCIAL::PAPEIS E ESTRUTURAS SOCIAIS; INDIVIDUO
dc.subject.ods10. Redução das Desigualdades
dc.title“Não existe branquitude”: um estudo sobre a articulação entre os conceitos de branquitude e negação
dc.title.alternative"There is no such thing as whiteness": a study on the articulation between the concepts of whiteness and negationeng
dc.typeTCC

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