Dor e fatores associados em adultos em trabalho remoto no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil

dc.contributor.advisor1Hortense, Priscilla
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7153278628783234por
dc.contributor.authorSilvestre, Brenda Alves
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5369217841606291por
dc.date.accessioned2022-11-16T12:25:10Z
dc.date.available2022-11-16T12:25:10Z
dc.date.issued2022-08-29
dc.description.abstractTeleworking was a broadly encouraged measure during the COVID-19 pandemic to decrease virus dissemination, however, it is necessary to understand the impact that this type of work has been causing on these workers in terms of pain and associated factors. It is of great importance to establish a general Brazilian panorama regarding chronic pain, anxiety and sleep in workers who have had their routines changed to remote work. Objective: Identify the prevalence of chronic pain and analyze its correlation with anxiety, sleeping disorders and remote working characteristics during the COVID-19 pandemic in Brazil. Method: This is a cross-sectional study, descriptive, observational, with quantitative focus. Inclusion criteria: adults with 18 years old or above, that were working at home (remotely) full or partial time during the COVID-19 pandemic in Brazil. Exclusion Criteria: subjects with diagnosis of fibromyalgia, rheumatoid arthritis, cancer and healthcare professionals that were working on the frontline against COVID-19. Data were collected from February 2021 to January 2022. Participants were invited through social media disclosure, universities and companies, to take part in the on-line research with national coverage. Instruments: questionnaire to categorize the sample regarding socioeconomics data, health and life habits; questionnaire to evaluate pain regarding, presence, location, intensity and time under pain; the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) and General Anxiety Disorder questionnaire (GAD-7) to evaluate anxiety symptoms. Results: 328 people took part with a predominance of females (55,2%), with a mean age of 32,96 (SD=8) years and 86,3% had completed higher education. The prevalence of chronic pain was 47,9% (95% CI:42,46%;53,27%), body regions most affected by pain were lumbar spine (62,4%), cervical spine (47,1%) and head (42%) and the perceived pain was of moderate intensity (5,8, SD=2). 59,8% were working full-time remotely and 22,5% were working part-time remotely. Of the 157 people with chronic pain, 53,5% felt pain before the pandemic and continue to feel it during the pandemic, while 46,49% started to have chronic pain after the beginning of the pandemic. From subjects with chronic pain, 53,5% reported symptoms of anxiety disorders and 29,9% sleep disorders. Pain was associated with the presence of anxiety disorder symptoms (p<0,01), the presence of sleep disorders (p<0,01) and time while seated down. Conclusion: The prevalence of chronic pain in the studied population that performs remote work is high and of moderate intensity, in addition pain is associated with anxiety, sleep disorders and time in seated position.eng
dc.description.resumoO trabalho remoto foi uma medida muito incentivada durante a pandemia da COVID-19 para diminuir a disseminação do vírus, no entanto, é necessário entender o impacto que esta modalidade de trabalho vem causando nestes trabalhadores no que se referem à dor e fatores associados. É de grande importância estabelecer um panorama geral brasileiro quanto à dor crônica, ansiedade e sono em trabalhadores que tiveram suas rotinas alteradas para o trabalho remoto. Objetivo: Identificar a prevalência de dor crônica e analisar a associação da dor com sintomas de ansiedade, distúrbios do sono e características do trabalho remoto durante a pandemia da COVID-19 no Brasil. Método: Estudo transversal, descritivo, observacional, com enfoque quantitativo. Critérios de inclusão: adultos com 18 anos ou mais, que estavam trabalhando em casa em período integral ou parcial durante a pandemia da COVID-19 no Brasil. Critérios de exclusão: indivíduos com diagnóstico de fibromialgia, artrite reumatoide, câncer e profissionais da saúde que estavam trabalhando na linha de frente contra a COVID-19. Os dados foram coletados de fevereiro de 2021 a janeiro de 2022. Os participantes foram convidados por meio de divulgação em redes sociais, universidades e empresas para participarem da pesquisa online com abrangência nacional. Instrumentos: questionário para categorização de dados socioeconômicos, de saúde e de hábitos de vida, questionário para avaliação da dor quanto à presença, localização, intensidade e tempo de dor, o Questionário Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI) para avaliação do sono e o Questionário de Disordem de Ansiedade Generalizada (GAD-7) para avaliar sintomas de ansiedade. Resultados: Participaram 328 pessoas com predominância do sexo feminino (55,2%), com idade média de 32,96 (DP=8) anos e 86,3% tinham nível de superior completo. A prevalência de dor crônica foi de 47,9% (IC 95%: 42,46%; 53,27%), as regiões do corpo mais acometidas pela dor foram coluna lombar (62,4%), coluna cervical (47,1%) e cabeça (42,0%) e a dor percebida era de intensidade moderada (5,8, DP=2,0). 59,8% estavam trabalhando em período integral em trabalho remoto e 22,5% estavam trabalhando parcialmente de forma remota. Das 157 pessoas com dor crônica, 53,50% sentiam dor antes da pandemia e continuam sentindo durante a pandemia, já 46,49% passaram a ter DC após o início da pandemia. Das pessoas com dor crônica, 53,5% relataram sintomas de transtornos de ansiedade e 29,9% distúrbios do sono. A dor esteve associada com a presença de sintomas de transtorno de ansiedade (p <0,01), a presença de distúrbios do sono (p <0,01) e o tempo sentado. Conclusão: A prevalência de dor crônica na população estudada que realizam o trabalho remoto é alta e de intensidade moderada, além disso, a dor está associada a ansiedade, a distúrbios do sono e ao tempo em posição sentada.por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.identifier.citationSILVESTRE, Brenda Alves. Dor e fatores associados em adultos em trabalho remoto no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil. 2022. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/17026.*
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/17026
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem - PPGEnfpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDor crônicapor
dc.subjectDistúrbios do sonopor
dc.subjectAnsiedadepor
dc.subjectPandemiaspor
dc.subjectCOVID-19por
dc.subjectTeletrabalhopor
dc.subjectChronic paineng
dc.subjectSleep disorderseng
dc.subjectAnxietyeng
dc.subjectPandemicseng
dc.subjectCOVID-19eng
dc.subjectTeleworkingeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDEpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM::ENFERMAGEM DE SAUDE PUBLICApor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::SAUDE PUBLICApor
dc.titleDor e fatores associados em adultos em trabalho remoto no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasilpor
dc.title.alternativePain and associated factors in adults in remote work in the context of the COVID-19 pandemic in Brazileng
dc.typeDissertaçãopor

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