A educação eugenista latino-americana: correspondências entre os intelectuais brasileiros e argentinos nas décadas de 1920-1930
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Universidade Federal de São Carlos
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A ciência do melhoramento racial ou eugenia foi criada no final do século XIX por Francis Galton. Baseada no determinismo biológico, essa ciência popularizou-se entre a influente elite intelectual latino-americana, levando à criação de organizações comprometidas com o aperfeiçoamento racial da população através do sanitarismo e do combate às ‘ameaças degenerativas’ representadas por negros, mestiços, estrangeiros e deficientes. Amparado pela perspectiva histórica com base na teoria crítica da sociedade, o artigo investiga o projeto utópico-racial do movimento eugenista na América Latina nas décadas de 1920-1930. Por meio de uma pesquisa documental sobre as correspondências e publicações dos eugenistas brasileiros e argentinos, analisamos as vicissitudes do campo intelectual que permitiram o desenvolvimento do racismo biológico latino-americano através da institucionalização da educação eugenista. Dialogando com a bibliografia especializada, demonstramos de que maneira tais documentos consistem em fontes fundamentais na compreensão da conexão Brasil-Argentina vislumbrada pelo movimento eugenista, bem como a permanência dessa rede de apoio intelectual ao longo do século XX.
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ROITBERG, Guilherme Prado. A educação eugenista latino-americana: correspondências entre os intelectuais brasileiros e argentinos nas décadas de 1920-1930. Diálogos Latinoamericanos, Aarhus University (AU), Dinamarca, v. 29, p. 101-116, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/16732.
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