Dançadiar o fim: um manifesto encarnado para a saúde mental universitária

dc.contributor.advisor1Ferigato, Sabrina Helena
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3248396158325409
dc.contributor.authorMorgan, Guilherme Lisboa
dc.contributor.authorlatteshttps://lattes.cnpq.br/6763892312899250
dc.contributor.refereeSilva, Carla Regina
dc.contributor.refereeFloriano, Mariana
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/6417501858864106
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/6483317577822005
dc.date.accessioned2026-04-07T12:47:03Z
dc.date.issued2026-03-05
dc.description.abstractDanzadiar el fin: un manifiesto encarnado para la salud mental universitaria nace de la insistencia en danzar cuando el mundo universitario —y el mundo humano— insiste en caer. Se trata de una investigación que se mueve entre creación y sensibilidad, entre culturas tradicionales populares y reinvención de lo vivo, afirmando el movimiento como gesto sensible, afectivo, colectivo y de cuidado. En el atravesamiento de las presiones productivistas y utilitarias, así como de los silenciamientos que marcan la experiencia en un mundo homogéneo y hegemónico, el trabajo afirma el cuerpo como territorio donde la vida aún puede pulsar. Con el objetivo general de cartografiar procesos de invención y reinvención del cuidado en salud mental en el contexto universitario, mediante prácticas corporales sensibles, el texto convoca a la universidad a sentir, tornándose crítica y cuidadosa. Se trata de una investigación cualitativa, de enfoque cartográfico, que utiliza como procedimientos de producción de datos las artes del cuerpo, especialmente los dispositivos provenientes del Teatro Ritual (Grupo Arkhétypos) y del Método Bailarín-Investigador-Intérprete (BPI). Los resultados señalan tres ejes temáticos de la diferencia para la construcción de una universidad en su potencia de resistencia y reinvención: (1) cuerpo, afecto y cuidado: la producción de sí-mundo como vida encarnada; (2) micropolíticas de reactivación de la vida: juego, tiempo otro y deseo; (3) vida relacional: colectivo, ancestralidad y ecología sensible. Se concluye que el acto de cuidar se constituye en la disponibilidad de hacer pulsar al otro, produciendo desplazamientos ético-estético-político-sensibles-críticos con/por/a partir de las pistas: cuerpo-territorio-red-ecología-afecto, cuerpo-ancestralidad, cuerpo-juego, cuerpo-fiesta y cuerpo-amor. Por lo tanto, danzadiar el fin no anuncia un término, sino un gesto de travesía: danzar el fin como quien prepara comienzos y sostiene, en el espacio universitario, la pulsación de la vida.spa
dc.description.resumoDançadiar o fim: um manifesto encarnado para a saúde mental universitária nasce da insistência em dançar quando o mundo universitário - e o mundo humano - insiste em cair. Trata-se de uma pesquisa que se move entre criação e sensibilidade, entre culturas tradicionais populares e reinvenção do vivo, afirmando o movimento como gesto sensível, afetivo, coletivo e de cuidado. No atravessamento das pressões produtivistas e utilitárias, bem como dos silenciamentos que marcam a experiência em um mundo homogêneo e hegemônico, o trabalho afirma o corpo como território onde a vida ainda pode pulsar. Com o objetivo geral de cartografar processos de invenção e reinvenção do cuidado em saúde mental no contexto universitário, por meio de práticas corporais sensíveis, o texto convoca a universidade a sentir, tornando-se crítica e cuidadosa. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de abordagem cartográfica, que utiliza como procedimentos de produção de dados as artes do corpo, especialmente os dispositivos advindos do Teatro Ritual (Grupo Arkhétypos) e do Método Bailarino-Pesquisador-Intérprete (BPI). Os resultados apontam três eixos temáticos da diferença para a construção de uma universidade em sua potência de resistência e reinvenção: (1) corpo, afeto e cuidado: a produção de si-mundo como vida encarnada; (2) micropolíticas de reativação da vida: brincar, tempo outro e desejo; (3) vida relacional: coletivo, ancestralidade e ecologia sensível. Conclui-se que o ato de cuidar se constitui na disponibilidade em fazer o outro pulsar, produzindo deslocamentos éticos-estéticos-políticos-sensíveis-críticos com/pelas/a partir das pistas: corpo-território-teia-ecologia-afeto, corpo-ancestralidade, corpo-brincadeira, corpo-festa e corpo-amor. Portanto, dançadiar o fim não anuncia um término, mas um gesto de travessia: dançar o fim como quem prepara começos e sustenta, no espaço universitário, a pulsação da vida.por
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.description.sponsorshipId131637/2024-0
dc.identifier.citationMORGAN, Guilherme Lisboa. Dançadiar o fim: um manifesto encarnado para a saúde mental universitária. 2026. Dissertação (Mestrado em Terapia Ocupacional) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2026. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/23886.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/23886
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Terapia Ocupacional - PPGTO
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectCultura popular
dc.subjectDança
dc.subjectSaúde mental
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::DANCA
dc.subject.ods3. Saúde e Bem-Estar
dc.subject.ods10. Redução das Desigualdades
dc.subject.ods16. Paz, Justiça e Instituições Eficazes
dc.titleDançadiar o fim: um manifesto encarnado para a saúde mental universitáriapor
dc.title.alternativeDanzadiar el fin: un manifiesto encarnado para la salud mental universitariaspa
dc.typeDissertação

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