A pulsão de morte como agente de transformação: novos caminhos em Freud

dc.contributor.advisor1Soria, Ana Carolina Soliva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2903416522364971
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7762-3981
dc.contributor.authorKazmarek, Julio Moya
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/3049122030189484
dc.date.accessioned2026-09-08T18:45:01Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractIn 1920, when Sigmund Freud introduced the second drive theory in his book “Beyond the Pleasure Principle” (1920/2010d), he triggered a major turning point in psychoanalysis with the emergence of the concept of the death drive. In the first phase of psychoanalytic theory, it was believed that clinical treatment could offer a definitive solution to the problem of civilizational malaise, for example, through the sublimation of the sexual drive. However, in a second phase—more specifically with the shift to the second drive theory—this "peaceful register" came to be seen as something unattainable (Birman, 2005). From this point on, a certain sense of tragicity began to permeate the Freudian thought, due to the impossibility of reconciling human psychic functioning—marked by a death drive that propels aggressive and destructive acts (Freud, 1930/2010e, p.55)—with civilization. The concept of the death drive, however, was later expanded and even reinterpreted by several of Freud’s followers, such as Jacques Lacan, Jean Laplanche, and André Green. The aim of the present study is to investigate whether, in light of the critiques and reformulations posed by these post-Freudian theorists regarding the concept of Thanatos, it is possible to develop a new paradigm that conceives the death drive as a pathway for the transformation of the individual’s psychic processes, based on its “de-objectalizing function” (Green, 1993/2009).eng
dc.description.resumoEm 1920, ao postular a segunda teoria pulsional em seu livro “Além do Princípio de Prazer” (1920/2010d), Sigmund Freud ocasionou uma reviravolta na psicanálise com o surgimento do conceito de pulsão de morte. Se em um primeiro tempo da teoria psicanalítica se acreditava que o tratamento clínico seria capaz de oferecer uma solução resolutiva para o problema do mal-estar civilizatório, através da sublimação da pulsão sexual, por exemplo, em um segundo momento, mais especificamente na virada da segunda teoria pulsional, esse “registro pacífico” passou a ser visto como algo impraticável (Birman, 2005). A partir desse período, uma certa tragicidade passou a tomar conta do pensamento freudiano, devido à impossibilidade de conciliação entre o funcionamento psíquico humano, marcado por uma pulsão de morte propulsora de atos agressivos e destrutivos (Freud, 1930/2010e, p.55), e a civilização. O conceito de pulsão de morte, no entanto, foi ampliado e até mesmo reinterpretado por diversos autores discípulos de Freud, como Jacques Lacan, Jean Laplanche e André Green. O objetivo desta presente pesquisa é entender se, a partir do questionamento que os autores posteriores a Freud dirigiram ao conceito Tânatos, seria possível elaborar um novo paradigma que compreenda a pulsão de morte enquanto um caminho que permita a transformação dos processos psíquicos do indivíduo a partir de sua “função desobjetalizante” (Green, 1993/2009).por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamento
dc.identifier.citationKAZMAREK, Julio Moya. A pulsão de morte como agente de transformação: novos caminhos em Freud. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de São Carlos, Campus São Carlos, 2026. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/24637.*
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/24637
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.centerCentro de Educação e Ciências Humanas - CECH
dc.publisher.coursePsicologia - Psi
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/
dc.subjectPulsão de mortepor
dc.subjectTransformaçãopor
dc.subjectFreudpor
dc.subjectPsicanálisepor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::FUNDAMENTOS E MEDIDAS DA PSICOLOGIA
dc.subject.ods3. Saúde e Bem-Estar
dc.titleA pulsão de morte como agente de transformação: novos caminhos em Freudpor
dc.title.alternativeThe death drive as agent of transformation: new perspectives on Freudeng
dc.typeTCC

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