Efeito do treino de força de preensão e destreza manual em crianças com síndrome de down de 5 a 10 anos
| dc.contributor.advisor1 | Tudella, Eloisa | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3207258034860219 | por |
| dc.contributor.author | Oliveira, Cristina Camargo de | |
| dc.contributor.authorlattes | http://lattes.cnpq.br/8812207777937239 | por |
| dc.date.accessioned | 2018-06-04T13:29:20Z | |
| dc.date.available | 2018-06-04T13:29:20Z | |
| dc.date.issued | 2018-02-22 | |
| dc.description.abstract | Down syndrome is a genetic disorder that causes physical and cognitive changes. These characteristics may directly or indirectly affect the quality of life of individuals, such as slowness in acquiring new skills, minor hand size, short stature, among others. At the school stage there is a requirement for specialized movements regarding hand skills and all controls involved with that member. This research was subdivided into three studies. The first study verified in the scientific literature research related to the evaluation of the manual dexterity of children and adolescents with Down syndrome. A search of literature in the last 10 years in the databases LILACS, MEDLINE, SciELO, PubMed, Scopus with the descriptors: manual dexterity, fine motor skills, fine motor coordination, Down syndrome, evaluation and intervention. We found eight studies focused on the subject, with only two of them having intervention proposals with this population. The second study aimed to compare the manual dexterity and maximum grip strength of children with Down syndrome with typical children, from 6 to 10 years and 11 months. It was a study composed of two groups, matched according to age and sex, being the group of children with Down syndrome (10) and the group of typical children (10). The evaluations used were MABC-2, Box and Blocks test and dynamometer, and anthropometric data were also verified, such as weight, height and size of the dominant hand. Our results demonstrated that children with Down syndrome have a significantly lower performance than typical children for all abilities evaluated, as well as have a smaller hand size and smaller stature. We highlight in our results the size of the lower hand presented by the population with Down syndrome, which may be one of the justifications for low performance in the skills evaluated. The third study aimed to verify the effect of specific training for manual dexterity (fine and coarse), maximum grip strength and stereognosis in children with Down syndrome and typical children aged 5 to 10 years. In order to evaluate the children we used the same procedures of the second study, plus the evaluation of Stereognosis described by Teixeira. For this study we had a sample of 42 children, divided and matched into three groups: experimental group (14), composed of children with Down syndrome; motor control group (14), and social control group (14), both composed of typical and healthy children. Our results showed that after a period of nine specific training sessions, children with Down syndrome presented a better performance for the skills of thick manual dexterity, strength and stereognosis. For the skill of fine manual dexterity we could not present a significant improvement in the post-workout, however, we emphasize that the motor control group, which received the same training as the experimental group, showed a significant improvement, unlike the social control group, which despite of having performed better in post-training, was not significant. We therefore emphasize the importance of specific training to improve the performance of children with Down syndrome. It is suggested that future studies have a greater number of intervention sessions in order to offer more expressive gains for the manual skills, especially for fine manual dexterity. | eng |
| dc.description.resumo | A síndrome de Down é uma alteração genética que acarretada mudanças físicas e cognitivas. Essas características podem afetar direta ou indiretamente a qualidade de vida de indivíduos, tais como lentidão na aquisição de novas habilidades, tamanho menor da mão, baixa estatura, entre outras. Na fase escolar há uma exigência de movimentos especializados no que se refere as habilidades da mão e todos os controles envolvidos com esse membro. Esta pesquisa foi subdividida em três estudos. O primeiro estudo verificou na literatura científica pesquisas relacionadas à avaliação da destreza manual de crianças e adolescentes com síndrome de Down. Realizou-se uma busca de literatura nos últimos 10 anos nas bases de dados LILACS, MEDLINE, SciELO, PubMed, Scopus com os descritores: destreza manual, habilidades motoras finas, coordenação motora fina, síndrome de Down, avaliação e intervenção. Encontramos oito estudos direcionados para a temática, sendo que apenas dois deles tinham propostas de intervenção com essa população. O segundo estudo teve como objetivo comparar a destreza manual e força de preensão máxima de crianças com síndrome de Down com as crianças típicas, de 6 aos 10 anos e 11 meses. Foi um estudo composto por dois grupos, pareados de acordo com idade e sexo, sendo eles o grupo de crianças com síndrome de Down (10) e o grupo de crianças típicas (10). As avaliações utilizadas foram a MABC-2, Box and Blocks test e dinamômetro, e também foram verificados dados antropométricos, como peso, altura e tamanho da mão dominante. Nossos resultados demonstraram que as crianças com síndrome de Down têm um desempenho significativamente menor que as crianças típicas para todas as habilidades avaliadas, assim como, apresentam menor tamanho de mão e menor estatura. Destacamos em nossos resultados, o tamanho da mão menor apresentado pela população com síndrome de Down, o qual pode ser uma das justificativas para ao baixo desempenho nas habilidades avaliadas. O terceiro estudo teve como objetivo verificar o efeito do treino específico para a destreza manual (fina e grossa), força de preensão máxima e estereognosia em crianças com síndrome de Down e crianças típicas de 5 a 10 anos. Para avaliarmos as crianças usamos os mesmos procedimentos do segundo estudo, acrescido da avaliação de Estereognosia descrito por Teixeira. Para este estudo tivemos uma amostra de 42 crianças, divididas e pareadas em três grupos: grupo experimental (14), composto por crianças com síndrome de Down; grupo controle motor (14), e grupo controle social (14), ambos compostos por crianças típicas e saudáveis. Nossos resultados mostraram que após um período de nove sessões de treino específico as crianças com síndrome de Down apresentaram um desempenho melhor para as habilidades de destreza manual grossa, força e estereognosia. Para a habilidade de destreza manual fina não conseguimos apresentar uma melhora significativa no pós treino, no entanto, destacamos que o grupo controle motor, o qual recebeu o mesmo treino do grupo experimental, apresentou melhora significativa, diferentemente do grupo controle social, o qual apesar de ter apresentado um desempenho melhor no pós treino, não foi significativo. Destacamos, portanto, a importância do treino específico para a melhora no desempenho das crianças com síndrome de Down. Sugere-se que estudos futuros, tenham um maior número de sessões de intervenção a fim de oferecer ganhos mais expressivos para as habilidades manuais, em especial para a destreza manual fina. | por |
| dc.description.sponsorship | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) | por |
| dc.identifier.citation | OLIVEIRA, Cristina Camargo de. Efeito do treino de força de preensão e destreza manual em crianças com síndrome de down de 5 a 10 anos. 2018. Tese (Doutorado em Fisioterapia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/10123. | por |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/10123 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade Federal de São Carlos | por |
| dc.publisher.address | Campus São Carlos | por |
| dc.publisher.initials | UFSCar | por |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFt | por |
| dc.rights.uri | Acesso restrito | por |
| dc.subject | Síndrome de Down | por |
| dc.subject | Força de mão | por |
| dc.subject | Destreza manual | por |
| dc.subject | Down syndrome | eng |
| dc.subject | Maximum grips strength | eng |
| dc.subject | Manual dexterity | eng |
| dc.subject | Stereognosis | eng |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL | por |
| dc.title | Efeito do treino de força de preensão e destreza manual em crianças com síndrome de down de 5 a 10 anos | por |
| dc.title.alternative | Effect of training of maximum grip strength and manual dexterity in Down syndrome children from five to ten years | eng |
| dc.type | Tese | por |
| dc.ufscar.embargo | 24 meses após a data da defesa | por |