Caracterização da proteína de fusão ZZ-AmyLuc e sua otimização para imunoensaios

dc.contributor.advisor-co1Silva, Jaqueline Rodrigues da
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5385528342715589por
dc.contributor.advisor1Viviani, Vadim R.
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3942043373510668por
dc.contributor.authorCavalcante, Maysa de Souza
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/7904879154277561por
dc.date.accessioned2024-02-16T18:47:43Z
dc.date.available2024-02-16T18:47:43Z
dc.date.issued2024-02-01
dc.description.abstractImmunoassays are widely used in biomedical analysis based on antigen-antibody interaction, in which they are capable of detecting antibodies against specific antigens. In general, the most sensitive commercial assays mainly use chemiluminescence as a detection method. However, current chemiluminescence methods based on the enzyme horseradish peroxidase (HRP) conjugated with secondary antibody and luminol show a rapid decay of luminescence. Thus, the new fusion protein, ZZ-AmyLuc, built from the luciferase of the firefly Amydetes vivianii fused to the ZZ portion of protein A (VIVIANI et al., 2021), proved to be a good alternative. This protein has a stronger blue-green glow, with greater bioluminescent activity, in addition to being very thermostable and presenting more sustained emission, capable of lasting several minutes (t1/2 > 30 min). Furthermore, it was notably capable of detecting type G immunoglobulins (IgG), including the anti-nucleoprotein of the SARS-CoV-2 virus and its respective antigen. The detection could be observed using photodetection cameras (CCD) and even common smartphone cameras, supporting its high efficiency in both immunoassays and Western Blotting techniques. However, a more detailed physicochemical characterization of ZZ-AmyLuc had not yet been carried out, requiring its in vitro stabilization and optimization of the sensitivity of the detection assay for use in bioluminescent immunoassays, particularly for the detection of the SARS-CoV-2 nucleoprotein. For that, the kinetic properties were determined, namely the KMs for ATP and D-luciferin, the optimal pH for bioluminescent activity and IgG binding, thermostability at 4 ºC, -20 ºC and 37 ºC, as well as the optimization of the sensitivity of photometric detection assay in immunoassays.eng
dc.description.resumoOs imunoensaios possuem vasta utilização em análises biomédicas baseadas na interação antígeno-anticorpo, na qual são capazes de detectar anticorpos contra antígenos específicos. De maneira geral, os ensaios comerciais mais sensíveis utilizam, principalmente, a quimioluminescência como método de detecção. No entanto, os métodos atuais de quimioluminescência baseados na enzima peroxidase de rabanete (HRP) conjugado com anticorpo-secundário e luminol apresentam um decaimento rápido da luminescência. Dessa maneira, a nova proteína de fusão, ZZ-AmyLuc, construída a partir da luciferase do vagalume Amydetes vivianii fusionada à porção ZZ da proteína A (VIVIANI et al., 2021), se mostrou uma boa alternativa. Essa proteína apresenta um brilho verde-azulado mais forte, com maior atividade bioluminescente, além de ser muito termoestável e apresentar emissão mais sustentada, capaz de durar vários minutos (t1/2 > 30 min). Além disso, ela foi notadamente capaz de detectar imunoglobulinas do tipo G (IgG), inclusive a anti-nucleoproteína do vírus SARSCoV-2 e seu respectivo antígeno. A detecção pôde ser observada em câmeras de fotodetecção (CCD) e até mesmo por câmeras comuns de smartphone, sustentando a sua elevada eficiência tanto em imunoensaios quanto em técnicas de Western Blotting. No entanto, uma caracterização físico-química mais detalhada da ZZ-AmyLuc, ainda não havia sido realizada, sendo necessárias a sua estabilização in vitro e otimização da sensibilidade do ensaio de detecção para uso em imunoensaios bioluminescentes, particularmente para a detecção da nucleoproteína do SARS-CoV-2. Para tanto, foram determinadas as propriedades cinéticas, a saber os KMs para o ATP e para a D-luciferina, o pH ótimo de atividade bioluminescente e de ligação à IgG, termoestabilidade a 4 ºC, -20 ºC e 37 ºC, assim como a otimização da sensibilidade de ensaio de detecção fotométrica em imunoensaios.por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.description.sponsorshipId2022/14071-6por
dc.identifier.citationCAVALCANTE, Maysa de Souza. Caracterização da proteína de fusão ZZ-AmyLuc e sua otimização para imunoensaios. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/19356.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/19356
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCampus Sorocabapor
dc.publisher.courseCiências Biológicas - CB-Sopor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectAmydetes vivianiipor
dc.subjectBioluminescênciapor
dc.subjectDomínio ZZpor
dc.subjectLuciferasepor
dc.subjectBioluminescenceeng
dc.subjectZZ-domaineng
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICA::BIOLOGIA MOLECULARpor
dc.titleCaracterização da proteína de fusão ZZ-AmyLuc e sua otimização para imunoensaiospor
dc.title.alternativeCharacterization of the ZZ-AmyLuc fusion protein and its optimization for immunoassayseng
dc.typeTCCpor

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TCC_MaysaCavalcante_FINAL.pdf
Tamanho:
1020.44 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
Trabalho de Conclusão de Curso

Coleções