Biorremediação do azo corante Amarelo tartrazina por três espécies de microalgas Chlorophyta

dc.contributor.advisor1Bagatini, Inessa Lacativa
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3904631503604006por
dc.contributor.authorSimões, Maryssa Fernanda Zecchin
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/4604156692430095por
dc.date.accessioned2023-11-21T12:30:13Z
dc.date.available2023-11-21T12:30:13Z
dc.date.issued2023-07-28
dc.description.abstractDyes are an example of toxic compounds released into the environment by textile, cosmetics, and food industries, among others. Tartrazine, a yellow orange dye widely used in the food industry, is an azo compound with deleterious effects on human health and aquatic communities. The chapter 1 of this work presents a literature review about the toxicological effects of azo dyes in various organisms and the removal of these compounds by microorganisms. In chapter 2, we analyzed the growth and tartrazine removal capacity of three axenic strains of microalgae, namely Desmodesmus spinosus (Scenedesmaceae), Muriella decolor (Chlorellaceae), and an unidentified species of Chlamydomonadales. The experiment was performed in triplicate under three conditions, as follows: microalgae grown in culture medium only, microalgae grown in culture medium containing 70 mg L 1 tartrazine, and culture medium containing 70 mg L 1 tartrazine without algae. Growth and dye removal curves were determined by measuring the absorbance at 75 0 and 426 nm, respectively. Covariance analysis was used to compare the curves. Dye exposure did not affect ( p = 0.6) the growth of the Chlamydomonadales strain, which was able to remove 43% of tartrazine dye ( p = 0.004). M. decolor cultured in medium containing tartrazine achieved 28% dye removal ( p = 0.02); microalgal growth was not affected by the dye ( p = 0.4). D. spinosus also significantly decreased dye concentration ( p = 0.003), achieving 25% tartrazine removal and good growth in the presence of dye ( p = 0.6). This study demonstrated the potential of microalgae to remove tartrazine, a dye that has received limited scientific attention, from a stable system, maintaining unaffected growth for a minimum of 12 consecutive days.eng
dc.description.resumoCorantes são um exemplo de produto tóxico liberado na natureza por indústrias de vestuário, cosméticos, alimentos e entre outros. O amarelo tartrazina, utilizado na indústria alimentícia, é um composto Azo, de cor amarelo alaranjado que pode afetar a saúde humana e desempenhar um papel negativo nas comunidades aquáticas. O capítulo I deste trabalho apresenta uma revisão bibliográfica dos efeitos toxicológicos de corantes azo em vários organismos e a remoção desses compostos por microrganismos. No capítulo II foi analisado o crescimento e a capacidade de remoção do amarelo tartrazina por três cepas axênicas de diferentes espécies de microalgas, Desmodesmus spinosus (Scenedesmaceae), Muriella decolor (Chlorellaceae) e uma cepa não identificada de Chlamydomonadales. O experimento foi realizado em triplicata em 3 condições: microalgas apenas em meio de cultivo; microalgas em meio de cultivo com tartrazina (70 mg L-1); tartrazina em meio de cultivo sem algas. As curvas de crescimento e remoção do corante foram medidas por absorção em espectrofotômetro em 750 e 426 nm, respectivamente. Para a comparação das curvas de crescimento utilizamos análise de covariância. O contato com o corante não afetou significativamente (p=0,6) o crescimento da cepa de Chlamydomonadales, que foi capaz de remover 43% do corante no tratamento com a tartrazina (p=0,004) A cepa de M. decolor removeu significativamente 28% (p=0,02) do corante no meio com a tartrazina, sem que seu crescimento fosse afetado pelo corante (p=0,4). A remoção do corante realizada por D. spinosus também foi significativa, apresentando 25% (p=0,003) de remoção da tartrazina, e apresentando bom crescimento na presença apenas do corante (p=0,6). Este trabalho demonstra o potencial das microalgas em remover a tartrazina, corante pouco estudado, em um sistema estável por pelo menos 12 dias sem que seu crescimento seja afetado pelo corante.por
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.description.sponsorshipId130481/2021-1, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.identifier.citationSIMÕES, Maryssa Fernanda Zecchin. Biorremediação do azo corante Amarelo tartrazina por três espécies de microalgas Chlorophyta. 2023. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Recursos Naturais) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/18922.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/18922
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCampus São Carlospor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais - PPGERNpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectÁguas residuaispor
dc.subjectCorantespor
dc.subjectFitoplânctonpor
dc.subjectÁgua docepor
dc.subjectBiorremediaçãopor
dc.subjectWastewatereng
dc.subjectDyeseng
dc.subjectPhytoplanktoneng
dc.subjectFreshwatereng
dc.subjectBioremediationeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA::BOTANICA APLICADApor
dc.titleBiorremediação do azo corante Amarelo tartrazina por três espécies de microalgas Chlorophytapor
dc.title.alternativeBioremediation of the azo dye tartrazine by three species of green microalgaeeng
dc.typeDissertaçãopor

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