Análise biomecânica e funcional de indivíduos com osteoartrite de quadril
| dc.contributor.advisor-co1 | Selistre, Luiz Fernando Approbato | |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1776458133234039 | por |
| dc.contributor.advisor-co1orcid | https://orcid.org/0000-0002-6649-9794 | por |
| dc.contributor.advisor1 | Serrão, Paula Regina Mendes da Silva | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2917658715637353 | por |
| dc.contributor.advisor1orcid | https://orcid.org/0000-0002-4547-9161 | por |
| dc.contributor.author | Melo, Cristiane de Sousa | |
| dc.contributor.authorlattes | http://lattes.cnpq.br/5515131660882889 | por |
| dc.contributor.authororcid | https://orcid.org/0000-0003-0371-9988 | por |
| dc.date.accessioned | 2024-11-19T13:50:07Z | |
| dc.date.available | 2024-11-19T13:50:07Z | |
| dc.date.issued | 2024-08-30 | |
| dc.description.abstract | Hip osteoarthritis (OA) is an inflammatory and degenerative joint disease. Clinically, individuals with hip OA may exhibit biomechanical alterations during gait, such as pelvic instability and trunk inclination, in addition to negative impacts like difficulties in performing daily activities and the presence of pain. During the execution of certain functional tasks, especially those requiring single-leg support, individuals with hip OA may adopt specific strategies to reduce the demand on hip abductor muscles and to alleviate pain, such as ipsilateral trunk inclination and pelvic tilt toward the affected side. However, the relationship between these alterations and other activities beyond gait remains unclear. More specifically, the association between changes in muscle strength of other muscle groups, such as hip flexors and extensors, and the electrical activity of the rectus femoris in the presence of hip OA is not well understood, particularly in relation to functional capacity in individuals with early and moderate stages of the disease. To address these issues, two studies were conducted. The first study aimed to determine, through logistic regression models, whether the presence of alterations such as poorer performance in functional tasks, reduced muscle strength of hip flexors and extensors, and changes in the electrical activity of the rectus femoris could identify the presence of hip OA. A binomial logistic regression was used to analyze these data in Python. A total of 64 individuals were included: 32 with unilateral hip OA (56.28±8.71 years) and 32 asymptomatic individuals without hip OA (53.49±8.72 years), of both sexes. The nine models of combinations used (combinations of concentric and eccentric hip flexor muscle strength, concentric hip extensor strength, rectus femoris electrical activity during concentric and eccentric flexion, along with the three functional tests: the 30-second sit-to-stand test, the 40-meter fast walk, and the stair climb test) were able to detect the presence of OA, with the three functional tests being superior in detecting hip OA. The second study aimed to evaluate functional capacity and the step-down task in the frontal plane, assessing whether individuals with hip OA adopt trunk and pelvic inclination strategies during this task, at which phase(s) of the step-down these occur, and analyzing the behavior of other lower limb joints by evaluating joint angles of the hip, knee, and ankle, hip and knee joint moments, and ground reaction force. This study included 26 individuals: 13 with a diagnosis of unilateral hip OA (51.46±7.46 years) and 13 asymptomatic individuals without a diagnosis of hip OA (54.38±6.46 years), of both sexes. In performing the functional tests of stair climbing and descent, the 40-meter fast walk test, and the 30-second sit-to-stand test, volunteers with hip OA showed poorer performance compared to the control group (p<0.001). Greater ipsilateral pelvic inclination was found in individuals with hip OA during the controlled descent phase compared to the control group (p=0.033). Additionally, individuals with hip OA took longer to complete this phase compared to the control group (p=0.039). This thesis concludes that even in the early stages of hip osteoarthritis, individuals exhibit functional alterations compared to asymptomatic individuals, with the recommended functional tests for evaluating this population being effective in detecting the presence of hip OA. | eng |
| dc.description.resumo | A osteoartrite de quadril é uma doença articular inflamatória e degenerativa. Clinicamente os indivíduos com OA de quadril podem apresentar alterações na biomecânica durante a marcha, como instabilidade pélvica e inclinação de tronco, além dos impactos negativos tais como dificuldades para realizar as atividades da vida diária e a presença de dor. Durante a realização de algumas tarefas funcionais, sobretudo as que exigem apoio unipodal, indivíduos com OA de quadril podem adotar algumas estratégias, a fim de diminuir a demandados músculos abdutores de quadril, e até mesmo a fim de reduzir a dor, como estratégias de inclinação de tronco ipsilateral e inclinação pélvica, para o lado afetado. Porém, não está claro a relação dessas alterações durante outras atividades além da marcha.. Mais especificamente, não está claro a relação entre a presença de alterações de força muscular de outros grupos musculares além dos abdutores, tais como os flexores e extensores de quadril, e atividade elétrica do reto femoral na presença de OA de quadril, principalmente em relação a capacidade funcional, em indivíduos em estágios inicias e moderados da doença. Dessa forma, foram desenvolvidos dois estudos. O primeiro estudo teve como objetivo detectar, por meio de modelos de regressão logística, se a presença de alterações como pior desempenho nas tarefas funcionais, redução da força muscular de flexores e extensores de quadril, e alteração da atividade elétrica do reto femoral seria capaz de identificar a presença de OA de quadril. Para análise desses dados foi utilizada uma regressão logística binomial em Python Foram incluídos 64 indivíduos: 32 com OA unilateral de quadril (56,28±8,71 anos) e 32 indivíduos assintomáticos sem OA de quadril (53,49±8,72 anos, de ambos os sexos. Os nove modelos de combinações utilizadas (combinação das variáveis de força muscular concêntrica e excêntrica de flexores quadril, concêntrica de extensores de quadril, atividade elétrica do reto femoral durante a flexão concêntrica e excêntrica, com os três testes funcionais de levantar e sentar da cadeira durante 30 segundos, a caminhada rápida de 40 metros, e o teste de subir e descer a escada) foram capazes de detectar a presença de OA, sendo que os três teste funcionais foram superiores na detecção da presença de OA de quadril. O segundo estudo, teve como objetivo avaliar a capacidade funcional e a tarefa de descida de degrau no plano frontal, avaliando se durante a execução dessa tarefa os indivíduos com OAQ adotam estratégias de inclinação de tronco e pelve, e em qual(is) fase(s) da descida de degrau elas ocorrem, e analisar o comportamento das outras articulações do membro inferior, avaliando ângulos articulares do quadril, joelho e tornozelo, os momentos articulares de quadril e joelho e a força de reação do solo. . Desse estudo participaram 26 indivíduos, 13 com diagnóstico de OA de quadril unilateral (51,46±7,46 anos) e 13 assintomáticos sem o diagnóstico de OA de quadril (54,38±6,46 anos), de ambos os sexos. Na realização dos testes funcionais de subir e descer uma escada, teste de caminhada rápida de 40 metros e sentar e levantar por 30 segundos, os voluntários com OA de quadril apresentaram piores desempenhos em relação ao grupo controle (p<0,001).Foi encontrado maior inclinação pélvica ipsilateral para os indivíduos com OAQ, na fase de descida controlada, quando comparados ao grupo controle (p=0,033). Além disso, os indivíduos com OA quadril levaram maior tempo para executar essa fase em relação ao grupo controle (p=0,039). Concluímos com essa tese que indivíduos já nos graus iniciais de osteoartrite de quadril apresentam alterações funcionais quando comparados a indivíduos assintomáticos, sendo que os testes funcionais preconizados na avaliação dessa população são capazes de detecção da presença de OA de quadril. | por |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | por |
| dc.description.sponsorshipId | 88882.33.2826/2019-01 Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | por |
| dc.description.sponsorshipId | 001 Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | por |
| dc.identifier.citation | MELO, Cristiane de Sousa. Análise biomecânica e funcional de indivíduos com osteoartrite de quadril. 2024. Tese (Doutorado em Fisioterapia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21024. | * |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21024 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade Federal de São Carlos | por |
| dc.publisher.address | Câmpus São Carlos | por |
| dc.publisher.initials | UFSCar | por |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFt | por |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Osteoartrite | por |
| dc.subject | Capacidade funcional | por |
| dc.subject | Biomecânica | por |
| dc.subject | Força muscular | por |
| dc.subject | Eletromiografia | por |
| dc.subject | Fisioterapia | por |
| dc.subject | Osteoarthritis | eng |
| dc.subject | Functional capacity | eng |
| dc.subject | Biomechanics | eng |
| dc.subject | Muscle strength | eng |
| dc.subject | Electromyography | eng |
| dc.subject | Physiotherapy | eng |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL | por |
| dc.title | Análise biomecânica e funcional de indivíduos com osteoartrite de quadril | por |
| dc.title.alternative | Biomechanical and functional analysis of individuals with hip osteoarthritis | eng |
| dc.type | Tese | por |
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